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quinta-feira, abril 30, 2009

Brasil doa helicópteros para luta antidrogas na Bolívia

By on 30.4.09
Brasil doa helicópteros para luta antidrogas na Bolívia

AE-AP - Agencia Estado

(Nota: Conforme o já anunciado....) O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o governo brasileiro vai dar de presente para a Bolívia quatro helicópteros para reforçar a luta contra o tráfico de drogas e ajudar nas operações da defesa civil. Jobim fez o anúncio durante uma cerimônia em que foi condecorado pela Força Aérea Boliviana. Seu colega boliviano, Walker San Miguel, disse que se trata de uma doação cuja entrega será definida nos próximos dias. O ministro anunciou que o Brasil também vai colaborar com aviões para que a Bolívia controle melhor sua fronteira. (Nota:Tucano?) Jobim estava acompanhado do comandando do Exército brasileiro, general Enzo Martins Peri.

"Não há a hipótese de um conflito bélico entre os países do continente, mas todos temos inimigos comuns, como o narcotráfico", disse Jobim em discurso. "O Brasil está disposto a colaborar com tudo, as relações entre Bolívia e Brasil têm de se fortalecer mais. Qualquer problema no continente é um problema de todos nós", disse. Brasil e Bolívia compartilham mais de 3 mil quilômetros de fronteira de florestas por onde é feito o tráfico de cocaína, carros roubados e armas, disse San Miguel.

O Brasil é o principal mercado para a cocaína fabricada na Bolívia. San Miguel também informou que o governo boliviano ordenou o deslocamento de unidades militares para regiões de fronteira com o Brasil e o Paraguai para reforçar o controle contra o tráfico de drogas e armas. Ele disse que o número de efetivos na fronteira vai aumentar de forma substancial e permanente. Nos postos militares onde há quarto soldados, haverá doze, disse San Miguel.

Peru colocará primeiro satélite em órbita

By on 30.4.09
http://www.cenpat.edu.ar/images/Satelite%20Sea%20Star%20Sea%20Wifs.jpg

Peru colocará primeiro satélite em órbita no ano que vem

Terra

O Peru colocará em órbita o seu primeiro satélite espacial, que pesa 1 kg, em novembro de 2010, informou nesta quinta-feira o reitor da Universidade Nacional de Ingeniería (UNI), Aurelio Padilla. O Chasqui I é um nanosatélite em forma de cubo, com 10 cm², desenvolvido pela UNI em parceria com a Rússia. Sua composição se baseia na tecnologia Cubesat, criada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

O equipamento, que orbitará ao redor da Terra a uma distância de 650 km, possui uma plataforma de alumínio especial, que apresenta alta resistência a temperaturas extremas, altas ou baixas. A UNI investira US$ 500 na construção de dois nanosatélites e o Chasqui I será substituído posteriormente por uma versão mais sofisticada.

Segundo Padilla, "o objetivo é captar imagens das zonas da Terra que quisermos, obtendo informações das condições climatológicas, áreas cultivadas, bosques, locais de possível existência de minerais, fronteiras, nascimento dos rios e evolução das geleiras.

A vida útil do satélite será de dois meses. Para o reitor, "este é o tempo suficiente para as informações que queremos serem recolhidas". Após esse período, o Chasqui I se tornará "lixo espacial" e não é necessário recuperá-lo devido ao pequeno tamanho, que não constitui um perigo.

Embraer prevê até 39% das entregas de 2009 financiadas pelo BNDES

By on 30.4.09



Embraer prevê até 39% das entregas de 2009 financiadas pelo BNDES

Valor Online - Vanessa Dezem - Via O Globo

A Embraer afirmou que os financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos clientes da empresa poderão representar de 25% a 39% do total de entregas da fabricante de aviões em 2009. "Temos conseguido apoio para que os nossos clientes sejam financiados pelo BNDES para comprar nossas aeronaves. Várias empresas estão comprando desta forma e acreditamos que de 25% a 39% do total das entregas em unidades serão de entregas financiadas pelo BNDES até o fim do ano", afirmou o vice-presidente financeiro da Embraer, Luiz Carlos Siqueira Aguiar.

Os financiamentos do BNDES podem colaborar para melhorar a situação da empresa que, no primeiro trimestre experimentou uma queda de 11,1% da entrega de jatos para os segmentos de aviação comercial e executiva frente ao mesmo período do ano passado. "Segundo nossa percepção, o momento crítico (de cancelamentos e prorrogações de entregas) foi no primeiro trimestre, principalmente em janeiro e fevereiro. Já não estamos percebendo nenhuma piora do cenário. Em abril, não houve novos cancelamentos", garantiu Aguiar.

O executivo afirmou ainda que a companhia projeta uma margem EBIT (da sigla em inglês, lucro antes de juros e impostos) de 10% para 2009, "uma estimativa bastante ousada", segundo afirmou o próprio vice-presidente financeiro, dado que a margem do ano passado ficou em 8,5%. "Acreditamos que é possível realizar, já que a indústria historicamente fatura 40% no primeiro trimestre e 60% no segundo", disse.

Sobre 2010, no entanto, há cautela com relação às projeções. "Ainda sentimos dificuldades em ter uma visão clara sobre 2010. Portanto, não vamos fazer estimativas por enquanto", afirmou Aguiar. Mesmo sem projeções determinadas, ele disse que empresa acredita que a partir do terceiro trimestre poderá ser observada uma redução nos estoques.

A cautela também é evidenciada com relação aos efeitos da gripe suína sobre os negócios do setor aéreo. "Não dá para falarmos que não vamos ser atingidos, mas as rotas que cobrimos são menores, então, provavelmente, devemos ser menos prejudicados", comentou Aguiar.

O representante da Embraer confirmou que a empresa não pretende realizar mais nenhuma demissão por enquanto depois daquelas anunciadas em fevereiro. Ele disse que a fabricante de aviões já gastou US$ 50 milhões com despesas provocadas pelo corte de 20% de seus funcionários comunicado no segundo mês de 2009.

32 Helicópteros Havoc Mi-28 para a Turquia?

By on 30.4.09
Membro da OTAN interessado em equipamento militar russo

Fonte: Pravda

Rússia exibiu cerca de 120 tipos de armamento em um evento em Istambul em Abril de 27 a 30. A exposição bienal acontece desde 1993 e foi organizada pelo sector de defesa turco.

Os meios turcos relataram no ano passado que Ancara estava planeando comprar 32 helicópteros usados do Havoc Mi-28 da Rússia o valor do negócio era de cerca de $1 bilhão.

Os ministros de defesa turco e russo encontraram-se em Fevereiro e concordaram impulsionar laços militar-técnicos bilaterais apesar do fato da Turquia ser um membro da OTAN.

Turquia tem feito uma revisão em grande escala de suas forças armadas desde meados dos anos 90 e está planeando terminar o programa de modernização em 2020.

CASA C-212 usados da Suecia para o Uruguai?

By on 30.4.09
Uruguay quiere adquirir dos aviones CASA C-212 usados a Suecia

Fuente: Infodefensa.com - Via: Desarrollo y Defensa

El Ministerio de Defensa de Uruguay presentará al Senado un proyecto de ley para solicitar un crédito de dos millones de euros con el fin de comprar dos aviones Aviocar CASA C-212 que fueron discontinuados por la Fuerza Aérea de Suecia.
El subsecretario de Defensa, Jorge Menéndez, explicó que las aeronaves de origen español cumplirán funciones de carga, patrullaje y rescate, y una de ellas será enviada al cuerpo uruguayo que cumple funciones de paz en Haití, con el fin de realizar un patrullaje marítimo.
Menéndez aseguró que el estado de las naves es "bastante bueno", a pesar de tener encima "unas cuantas horas de vuelo", informó el diario Últimas Noticias.

Uruguay ya cuenta con dos aviones similares que recibió de la empresa constructora entre 1981 y 1982, y uno está destinado hoy en día a dicha misión de paz, la cual regresará cuando sea sustituida por la nueva, para ser reparada en, nuestro país. La otra, según relata Menéndez, será sumada a la que ya cuenta la Fuerza Aérea con el fin de transportar y ponerla al servicio de misiones de rescate. El subsecretario aclaró que Uruguay ya está en negociaciones con Suecia después de que estos aviones fueran dados de baja de sus Fuerzas Armadas.

El C-212, diseñado por la empresa española CASA en la década del 70, es un bimotor propulsado por turbohélices para transporte ligero de mercancías, tropa o pasajeros. Cuenta con un ala montada en la parte superior del fuselaje, lo que le permite funcionar en pistas en no buen estado, un fuselaje de gran capacidad y un empenaje vertical elevado que permite la apertura de una rampa en la parte trasera del fuselaje, lo que facilita el embargue y salida de tropas, vehículos o carga, entre otras prestaciones. Suecia los destinaba hasta ahora a la Guardia Costera. Costo: dos millones de euros.

Voa o primeiro P-8A Poseidon

By on 30.4.09

Voa primeiro Boeing P-8A Poseidon

Revista Asas

Na manhã do último sábado ( 25 de abril), a Boeing realizou o voo inaugural do primeiro protótipo do P-8A Poseidon, o mais novo avião de patrulha marítima, combate a submarino e guerra eletrônica da US Navy (Marinha norte-americana).

A aeronave, que decolou do aeroporto de Renton, em Washington, voou durante 3h31, onde vários de seus sistemas elétricos, hidráulicos e outros equipamentos foram testados e avaliados. Durante o ensaio em voo, dois Lockheed T-33 acompanharam o P-8A, fazendo fotos e colhendo dados específicos.

O P-8A Poseidon vai utilizar a plataforma do jato de passageiros B-737-800 com as asas e winglets do 737-900ER. Até o momento, dois protótipos foram construídos, T-1 e T-2 e as primeiras entregas estão previstas para ocorrer em 2012 para a Navy. A Índia, primeiro cliente estrangeiro do P-8, adquiriu oito exemplares do modelo no início deste ano, num contrato que supera US$ 2,1 bilhões.


Avión de patrulla maritima P-8A Poseidón


Fuente: defpro.com (Modificado, Traducción libre Desarrollo y Defensa)

La Marina de Guerra de EE.UU. lanzó a los aires su nuevo avión de patrulla marítima y reconocimiento, el P-8 Poseidon.

El 25 de abril, la primera prueba de la aeronave -designada T1-, completó con éxito una serie de controles de vuelo en Seattle. La aeronave despegó de Renton Field y aterrizó 3 horas y 31 minutos más tarde en el cercano campo de Boeing. Ya pasaron 50 años desde que la Marina presentó un nuevo avión de patrulla marítima.
Boeing ejecuto la prueba volando a 25.000 pies y completado varios sistemas de a bordo incluidos los controles del motor, aceleraciones, deceleraciones, vuelo automático y prueba de los modos de la unidad de alimentación de auxiliares. El Poseidón está diseñado para sustituir a los P-3C Orión, aviones de largo alcance contra la guerra marítima, inteligencia, vigilancia y reconocimiento. Se ha maximizado la capacidad, experiencia y la tecnología de P-3C para satisfacer las necesidades de la Marina para desarrollar un sistema de control marítimo con aviones equipados con una arquitectura de sistemas abiertos, mayor capacidad de carga útil y de mayor altitud de funcionamiento.

Boeing se adjudicó el contrato en 2004 para entregar cinco vehículos de prueba. Esta adquisición ofrece tres fases de ensayos en vuelo de aeronaves (T1, T2 y T3), una escala completa de los ensayos estáticos de fuselajes cargas (S1), y una escala completa de prueba de fatiga de fuselajes (S2). Actualmente, los cinco se encuentran en distintas fases de montaje y ensayo. La Armada tiene previsto adquirir 108 aviones de producción.

Agrale vai à guerra

By on 30.4.09
Agrale vai à guerra
Para muitos, a Agrale só fabrica ônibus e tratores. Mas a empresa descobriu o filão militar e, com ele, espera chegar a receitas de R$ 1 bilhão

ROSENILDO GOMES FERREIRA - Isto é Dinheiro

A imagem “http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/596/imagens/i98864.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
A TROPA DE ELITE DA AGRALE: o Marruá é comercializado nas versões de patrulha, transporte de tropas e ambulância

EM 2003, A GAÚCHA AGRAle, fabricante de tratores, caminhões e chassis de ônibus, resolveu se aventurar no segmento de veículos utilitários. Na ocasião, o objetivo era diversificar a produção e tentar repetir a trajetória da cearense Troller, que disputava curva a curva esse mercado com a britânica Land Rover. Em meio ao desenvolvimento do jipe Marruá (nome de uma raça de boi selvagem do Pantanal), a direção da Agrale deu um verdadeiro cavalode- pau no projeto. Em vez de tentar brigar na área civil, em que seria apenas mais uma competidora, percebeu que sua melhor chance de êxito estava no setor militar. Da fábrica de Caxias do Sul (RS) já saíram cerca de 500 exemplares do Marruá pintados com o escudo de inúmeros batalhões das Forças Armadas do Brasil e do Exterior. Quase a metade disso foi vendida no ano passado, quando o Marruá se tornou o veículo-padrão da Marinha brasileira. Também fechou contratos com a Argentina, que utiliza os veículos na força de paz que mantém no Haiti, e o Equador, que usa o jipe no patrulhamento da fronteira com a Colômbia. E tudo indica que a lista deverá ser ampliada em breve. "Estamos em estágio avançado de negociações com o Peru e a Colômbia", conta Flavio Crosa, diretor de vendas e marketing da Agrale. A divisão de veículos militares e offroad (para mineradoras, por exemplo) será uma das alavancas da empresa para atingir a ambiciosa marca de R$ 1 bilhão em receitas neste ano. Em 2008, as vendas totais somaram R$ 830 milhões.
A imagem “http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/596/imagens/i98865.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

ALVO LATINO-AMERICANO: veículos da Agrale feitos no Brasil equipam Forças Armadas da Argentina e do Equador

O sucesso da Agrale no segmento militar se deve a uma boa dose de senso de oportunidade. Após a falência da Engesa, em 1990, a produção de veículos militares praticamente deixou de existir no País. Esse espaço acabou sendo ocupado por marcas estrangeiras, como a britânica Land Rover e a romena ARO, o que causava um certo desconforto aos integrantes das Forças Armadas, que temiam ficar nas mãos de fornecedores de fora. Até porque, mesmo nos momentos de contenção orçamentária, as três Armas jamais deixaram de investir em equipamentos de reposição. Foram R$ 600 milhões em média, por ano, no período 2003- 2008. Após três anos de testes e adequações às exigências específicas desse setor, a Agrale conseguiu colocar seu jipe no mercado. O Projeto Marruá consumiu R$ 11 milhões e deu origem a um veículo versátil, ágil e robusto. A linha de montagem, situada em Caxias do Sul (RS), tem capacidade para produzir até 70 unidades por mês. São três versões: reconhecimento (equipado com metralhadora ou um pequeno canhão), transporte de pessoal e ambulância. O jipe suporta 750 quilos de carga, atinge a velocidade de 128 km/h e possui autonomia de 700 quilômetros. O nível de emissão é compatível com as regras da União Europeia. Mas, sem dúvida, um de seus maiores trunfos é o preço: entre US$ 45 mil e US$ 60 mil, cerca de 30% menor que os similares.

CROSA, DIRETOR DE VENDAS: "Estamos em estágio avançado para fechar contratos com o Peru e a Colômbia"

quarta-feira, abril 29, 2009

Negócio Fechado! Fach adquiriu mais 18 F-16 da Holanda

By on 29.4.09

Fuerza Aérea adquirió 18 aviones F-16

Un nuevo grupo de 18 aviones F-16 de fabricación holandesa adquirió la Fuerza Aérea, por un monto de 270 millones de dólares. Ministro de Defensa asegura que se trata sólo de renovación de material bélico.

Fonte: La Nacion - Chile

Para diciembre de este año o enero del próximo se espera el arribo de los primeros aviones F-16 de un grupo de 18 naves de segunda mano de fabricación holandesa, que adquirió la Fuerza Aérea chilena.

Así lo informó el ministro de Defensa Francisco Vidal, luego de asistir a la comisión del ramo en la Cámara de Diputados, donde se informó la compra aprovechando una sesión en que se discutió la falla del avión presidencial.

“La Fuerza Aérea ha adquirido un nuevo grupo de aviones F-16, son 18 aviones de segunda mano, de fabricación holandesa, que están empezando a llegar a Chile a partir de fin de año”, dijo el secretario de Estado.

Apuntó que “el primer grupo de 4 a 6 aviones debiera llegar a diciembre o enero y el proceso termina a septiembre de 2010”.

Explicó que con esta adquisición, que representa una inversión de US$ 270 millones, la Fuerza Aérea queda con tres grupos de aviones F-16 que en total completarán 44 naves: uno de 10 aviones comprados nuevos y que están en Iquique, otro de 16 naves comprado hace 3 años y que está en Antofagasta y un tercer grupo compuesto por esta última compra “que vienen a reemplazar a los actuales F-5 que están también en Antofagasta”.

Dijo que con esto “se culmina la renovación total del material de primera línea de la Fuerza Aérea”, haciendo hincapié en que se trata de renovación de material obsoleto.

Consultado por las suspicacias que la compra pudiera generar en Perú, manifestó que “esto no es una carrera armamentista, es renovación de material que estaba absolutamente obsoleto”.

Recalcó que “Chile lo que ha hecho en los últimos años es renovar material que era absolutamente obsoleto, teníamos aviones de la década del 60 y 70, tenemos una flota de la marina que tiene 40 años en uso. Chile no ha aumentado su potencia militar, ha renovado su material bélico”.

Respecto a la falla del avión presidencial, el ministro indicó que se explicó el detalle y que lo que hubo fue “una falla catastrófica del motor, como le pude pasar a un avión con una hora de vuelo o con 70 mil horas de vuelo”, desestimando así que hubiera errores en la compra del artefacto.

Primeiro voo do P-3BR

By on 29.4.09
Primeiro voo do P-3BR ocooreu em 29 de Abril, nas instalações de Getafe (Espanha) da Airbus Military

Primeiro Voo do P-3BR
É o primeiro de nove adquiridos pelo Goveno Brasileiro

Fonte: Defesanet

O primeiro voo do do P-3Br modernizado pela Airbus Military ocorreu em Getafe (Madri) hoje (29Abril2009).

O evento teve a presença de representantes da FAB e do Programa P-3 BR assim como da equipe de técnicos da FAB residentes na Espanha e executivos da Airbus Military.

Este voo inaugural representa um marco no programa de modernização de nove (9) aeronaves P-3para o governo brasileiro e é o ponto culminante da fase de desenvolvimento e instalação do equipamento, e o início da fase de testes em vôo e a certificação do sistemas de missão.

O avião é equipado com o sistema de missão FITS (Fully Integrated Tactical System), desenvolvido pela Airbus Military na Espanha, o qual é o coração de um sofisticado sistema de armas que engloba desde a patrulha marítima até avançados sistemas de guerra anti-subamrina (ASW). O sistema FITS, projetado como um sistema modular e flexível, pode ser integrado a qualquer plataforma, incluindo as aeronaves da Airbus Military, tais como: C-212, CN-235 e o C-295, assim como plataformas mais complexas como o P-3 Orion e o Airbus A319.

O nove aviões P-3 Orion serão usados preferencialmente em missões de patrulha marítima incluindo a ZEE (Zona Econômica Exclusiva) do Brasil, proteção de fronteiras, narcotráfico na Região Amazônica e missões de Busca e Salvamento (SAR) em uma área de mais de 6 milhões de km2 , conforme acordos assinados com a ICAO-OIAC e o governo brasileiro (na prática quase toda a área do Atlântico Sul).

Barreira do Inferno vai monitorar lançamento de foguete na Guiana Francesa

By on 29.4.09

http://www.globalsecurity.org/space/world/brazil/images/barreira-do-inferno_ft7jepg.jpg

Barreira do Inferno vai monitorar lançamento de foguete na Guiana Francesa

TN Online

Promover a capacitação de jovens estudantes universitários, monitorar as florestas amazônica, o solo, os rios, ter informações atualizadas sobre o desmatamento, e analisar as condições meteorológicas atuais. Com várias aplicações ao nosso dia-a-dia, os governos brasileiros e francês se preparam para o lançamento do foguete Ariane 5, que partirá da Guiana Francesa possivelmente nesta quinta-feira (30) e será monitorado pela Barreira do Inferno, em Natal, garantindo a continuidade do desenvolvimento especial dos dois países e também de toda a comunidade européia.

A confirmação do acordo foi feita no Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, que começou no último sábado (25) e vai até essa quinta-feira. Contando com a participação de grandes especialistas internacionais nesse estudo, no evento estiveram presentes também representantes do Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) francês, confirmando a manutenção do acordo de compartilhamento da informação conseguida junto ao lançamento do Ariane 5.

"São informações diversas e importantes para o estudo do meio ambiente. Com o Ariane 5 podemos fazer um monitoramento da floresta e do solo, dividindo o conhecimento adquirido entre os governos francês e brasileiro", explica o diretor de cooperação da CNES na América do Norte e América do Sul, o francês Pierre Frisch.

Apesar de ser uma tecnologia desenvolvida pelo governo francês e lançando na Guiana Francesa, o Ariane 5 depende da participação do Centro de Lançamento Barreira do Inferno (CLBI) para conseguir alcançar seus fins geográfico e climático. É a base em Natal que monitora o foguete e consegue as informações que, depois, serão compartilhadas entre os dois países. "O Brasil tem bastante desenvolvimento em monitoramento espacial. Por isso, a participação nesse simpósio é importante. Com a presença de representantes do Gabão, na África, será possível o compartilhamento de informação e, no futuro, podemos fazer esse mesmo trabalho de monitoramento e preservação no continente africano", explica Pierre Frisch.

Previsto para ser lançado na última terça-feira (28), o Ariane 5 deve finalmente deixar a Guiana Francesa nesta quinta-feira (30), quando as condições meteorologicas parecem ser mais propícias. No Brasil, por enquanto, nada de lançamentos como esse. "Ainda falta estrutura a Barreira do Inferno. Aqui já se pode fazer lançamentos menores, de satélites pequenos, mas o Ariane 5 precisa de mais investimento. No futuro, a intenção é fazer sim lançamentos daqui, mas ainda não é possível", explica o representante da CNES.

As informações conseguidas com o Ariane 5, no entanto, não estarão totalmente disponíveis para a sociedade dos dois países. "A grande parte das informações poderá ser pesquisada na Internet em breve. Mas alguns informações são restritas aos dois Governos", garante Frisch. É importante destacar também que além de interesses governamentais, o foguete lançado leva também interesses comerciais, com informações pedidas e comecializadas a algumas empresas brasileiras e estrangeiras.

Força Aérea Portuguesa planeja modernizar 18 caças F-16 até o final do ano

By on 29.4.09

Força Aérea prevê modernizar caças F-16

Fonte: Fábrica de conteudo - Severiano Teixeira

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou esta quarta-feira que a Força Aérea portuguesa planeia modernizar 18 caças F-16, até final deste ano.

Na visita à Base Aérea nº5 de Monte Real, o governante informou que a modernização dos 18 caças será feita através do programa MLU (Mid Life Update), no espaço da chamada Doca4, refere a SIC.

Severiano Teixeira adiantou que o processo de modernização dos Caça F-16 da Força Aérea está em curso e vai custar ao Estado 20 milhões de euros.

terça-feira, abril 28, 2009

North American Eagle: Um F-104 busca o recorde de velocidade em terra no deserto de Black Rock

By on 28.4.09

Carro feito com avião de guerra quer recorde de velocidade

The New York Times Por: Guy Gugliotta - Terra Tecnologia - Tradução: Paulo Migliacci ME

Quando Ed Shadle era menino, era possível comprar um carro velho por US$ 200, desamassar a carroceria com um martelo, equipá-lo com um motor poderoso, pintá-lo de vermelho brilhante e levá-lo aos subúrbios da cidade para disputar rachas de semáforo a semáforo, até que a polícia chegasse para acabar com a diversão.

Shadle tem 67 anos agora e se aposentou como engenheiro de campo da IBM. Mas continua a correr. Há 10 anos, ele e seu amigo Keith Zanghi compraram mais uma daquelas velharias no Maine, repararam os amassados, alteraram alguns detalhes externos, instalaram um motor poderoso e pintaram o veículo de vermelho.

Acontece que o veículo é um caça Lockheed F-104 Starfighter, um interceptador monoturbina que dominou os céus nos anos 50 e 60, atingindo velocidades até Mach 2,2.

"No mundo pós 11 de setembro, dificilmente nos deixariam comprá-lo", diz Shadle. Mas, em 1999, eles saíram do ferro-velho com o avião, pagando US$ 25 mil.

E no ano que vem, talvez em 4 de julho, o dia da independência dos Estados Unidos, eles planejam levar o North American Eagle ao deserto de Black Rock, Nevada, e bater com ele o recorde de velocidade terrestre, correndo a cerca de 1.300 km/h, ou 80 km/h acima da velocidade do som. Shadle será o piloto.

O Eagle está enfrentando séria concorrência. No ano passado, Richard Noble e Andy Green, do Reino Unido, que romperam a barreira do som ao estabelecer o recorde de 1.227 km/h em 1997, anunciaram o projeto Bloodhound, um programa de três anos para construir um carro acionado por foguetes e jatos e capaz de velocidade da ordem dos 1.600 km/h.

O Bloodhound conta com patrocínio do setor privado, apoio técnico de universidades e algumas verbas de financiamento educacional do governo britânico. O Eagle, de sua parte, conta com 44 voluntários que dedicam férias e finais de semana a construir o mais poderoso dos carros envenenados.

Doadores ofereceram equipamentos e contribuições técnicas vitalmente importantes para o Eagle, mas como a maior parte dos voluntários eles o fazem basicamente por diversão. Zanghi diz que ele e Shadle investiram cerca de US$ 250 mil no Eagle, ao longo dos últimos 10 anos, com apenas uma idéia em mente: "O que desejamos", diz Shadle, em voz rouca e com um meio sorriso cinematográfico, "é andar rápido".



Era essa a idéia em um domingo recente no aeroporto de Spanaway, uma pequena pista de pouso privada alguns quilômetros ao sul de Tacoma, Washington. O Eagle chegou por volta das 10h em seu reboque personalizado, e uma hora mais tarde estava posicionado de maneira resplandecente sobre o asfalto da pista. Do nariz à cauda, o comprimento é de 17,06 metros, e o peso é de 5,9 toneladas. O veículo é acionado por uma turbina a gás General Electric LM1500, mais conhecida como J79 quando acionava o F-104.



A turbina foi emprestada pela S&S Turbine Services, uma empresa canadense que reconstrói J79s para repressurizar poços de gás natural. A turbina atual foi alterada de forma a gerar 42,5 mil HP de potência, mas para o recorde a S&S está preparando um motor que ficará perto dos 50 mil HP.

As regras são simples: cronometre a velocidade do veículo em percurso medido de uma milha (1.609 metros); inverta a direção, fazendo o mesmo percurso no sentido oposto; e extraia a média das duas velocidades. Shale diz que o Eagle precisaria percorrer cerca de 13 quilômetros em cada direção: dois quilômetros para se aquecer e atingir velocidade de 250 km/h, mais seis quilômetros para acionar o pós-queimador e levar o veículo à velocidade de recorde, uma milha no percurso medido e mais oito quilômetros para parar.

O veículo precisa ter no mínimo quatro rodas, duas das quais direcionáveis, e retornar ao ponto de partida em 60 minutos. E é tudo. "Na Fórmula 1 ou Nascar, as regras são grossas como a Bíblia; aqui, apenas meia página", diz Shadle.


Mas considerem os desafios envolvidos: a borracha dos pneus se derrete a velocidades superiores a 560 km/h, de modo que o Eagle utiliza rodas especiais de liga de alumínio, com ranhuras para melhor tração em superfícies macias. Elas não funcionam no asfalto ou concreto. Os freios são ímãs de ligas especiais que geram potência de frenagem equivalente a 4,7 mil HP, à medida que o tambor magnetizado se aproxima da roda de alumínio, desacelerando-a gradualmente sem jamais tocar nela. O grande imponderável é a barreira do som. No céu, a onda de choque simplesmente se dissipa. Mas em terra ela pode se refletir no chão e lançar o veículo ao ar. Porque cada carro é único, o problema precisa de uma solução diferente a cada tentativa. A modelagem em computador ajuda - mas apenas até certo ponto.

Noble, do projeto Bloodhound, conhece bem o desafio.

"Nós o fizemos uma vez, e agora temos de repetir", ele disse em entrevista por telefone. "As forças são imensas - havia uma força de 15 toneladas exercida contra a frente do veículo, ao estabelecermos o recorde. É preciso dedicar muito tempo à aerodinâmica".






Força Aérea de Honduras hoje durante a celebração do 78o. aniversário

By on 28.4.09
Fuerza Aérea hondureña celebra su 78 aniversario
Los actos son presididos por el ministro de Defensa Edmndo Orellana Mercado

Fonte: El Heraldo

Con una ceremonia especial que se realiza esta mañana en la base Hernán Acosta Mejía, las Fuerzas Armadas de Honduras celebran su setenta y ocho aniversario.

Los actos son presididos por el ministro de Defensa Edmndo Orellana Mercado, acompañado por el jefe del Estado Mayor Conjunto de las Fuerzas Armadas Romeo Vásquez Velásquez al igual que el comandante general de la AFH, general Javier Prince y demás autoridades de la institución castrense.

La fecha es propicia para imponer insignias a nuevos oficiales quienes ascienden al grado inmediato superior.

Fonte: El Heraldo




La mayor parte del equipo que posee la Fuerza Aérea Hondureña (FAH), ya se perdió su vida útil.


“Para remozar y poner en funcionamiento las aeronaves, se necesitan por lo menos 15 millones de dólares” aseguró el general de Brigada Luis Javier Prince Suazo, comandante de la institución.

La FAH participa en una serie de actividades encaminadas a dar seguridad a la población, el combate al narcotráfico, combate de incendios donde se utiliza gran parte de los recursos con los que cuenta.

Debido al uso que ha causado el deterioro es que se ha pensado en renovar cierto equipo pero eso dependerá del Congreso Nacional y del Poder Ejecutivo, que son las instituciones responsables de aprobar los recursos para ser utilizados para tal fin.

En la celebración del 78 aniversario de la Fuerza Aérea Hondureña, rama insigne de las Fuerzas Armadas, Prince Suazo aseguró que en los dos últimos años y medio no han sufrido ningún accidente a pesar que han empleado alrededor de 1,800 horas de vuelo para ayudar a la población hondureña.

Por su parte, el ministro de Defensa Edmundo Orellana Mercado aseguró que las Fuerzas Armadas, a través de la FAH están empeñadas en el combate al narcotráfico y otros ilícitos.

Es por ello que Orellana Mercado demanda mayor apoyo económico de parte de Estados Unidos.

Apoyo

“La iniciativa Mérida, es un programa importante el cual aplaudimos y lo apoyamos, pero para Centroamérica no es suficiente el apoyo” dijo.

“A Honduras le toca una cantidad irrisoria de este gran paquete y hemos visto cómo se ha distribuido entre Colombia y México por lo que están desarrollando labores en la lucha contra el narcotráfico de manera efectiva” prosiguió.

Orellana Mercado no está de acuerdo con que mientras en Colombia y México se combate de manera frontal a los narcotraficantes, estos se están viniendo a Centroamérica.

“Ese desplazamiento expone a toda la sociedad centroamericana por lo que necesitamos más apoyo en todo sentido, especialmente en tecnología para fortalecer el equipo y poder luchar con mayor efectividad” concluyó.

Abin sugere que Centro de Lançamentos de Satélites foi espionado por franceses

By on 28.4.09

http://www.globalsecurity.org/space/world/brazil/images/vls-PLT.jpg


Arapongagem na base de Alcântara

Abin sugere que Centro de Lançamentos de Satélites foi espionado por franceses

Diário de Pernambuco - Tiago Pariz, Ricardo Brito e Mirella D'elia

Boias de captação de dados sigilosos instaladas em locais suspeitos e comunidades de quilombolas com conhecimento técnico e específico sobre lançamento de foguetes espaciais. Num mercado que gira US$ 1 bilhão por ano e já foi expressão da corrida tecnológica na Guerra Fria entre Estados Unidos e Rússia, a sombra de espionagem é cada vez maior. Com esse roteiro na cabeça, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) garante ter coletado indícios de que a Base de Alcântara, no Maranhão, foi espionada por franceses.

No Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), há uma base militar e uma área reservada à Alcântara Cyclone Space, uma empresa binacional Brasil-Ucrânia, comandada pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, filiado ao PSB. Próximo da costa, foram encontradas, em outubro de 2008, as boias que carregavam equipamentos de telemetria capazes de captar e enviar dados à distância. Foi a terceira vez. Como a disputa entre os países é a cadacentímetro pela capacidade de possuir tecnologia própria para colocar satélites em órbita, os arapongas concluíram, preliminarmente, que esses equipamentos estavam sendo monitorados "possivelmente por um grupo de franceses", segundo fontes do setor que leram o documento da Abin.

As boias são de fabricação japonesa e espanhola. Elas transmitem dados via satélite e por ondas VHF e UHF. Uma das pessoas que teve acesso ao informe da Abin foi Roberto Amaral. Ele teve conhecimento dos dados da espionagem durante uma reunião no começo de março. Procurado pelo Correio Braziliense/ Diario de Pernambuco, Amaral negou o encontro e a informação recebida. Como há toda uma trama internacional, o governo brasileiro trata o assunto com a máxima delicadeza. O documento da Abin não faz qualquer menção a governos, mas a grupos.

Os militares brasileiros vendem a Base de Alcântara como o local mais adequado para se lançar um foguete, por estar mais próxima da Linha do Equador, mais ainda do que a Guiana Francesa, onde fica a Agência Espacial Europeia. A economia de combustível no Brasil é de 30%, por isso, o cuidado extra do setor de inteligência e dos militares.

A sombra da espionagem ronda o CLA desde a explosão, em agosto de 2003, do terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Jamais se provou nada e o episódio ficou creditado a uma fatalidade. O fracasso com o VLS foi um baque para o governo, que patina nas tentativas de retomar o programa espacial. A Cyclone espera lançar seu primeiro foguete em julho do ano que vem. O problema é que esse cronograma já foi atrasado diversas vezes por uma disputa de terras com os quilombolas.

No fim de 2008, o Incra reconheceu o direito dos quilombolas a 65% das terras do município de Alcântara, de 115 mil hectares. A suspeita apurada pelos arapongas é a de que ONGs que atuam na defesa dos direitos das comunidades negras venham recebendo nos últimos anos contribuições estrangeiras para emperrar o programa espacial. Os serviços de inteligência do Exército eda Aeronáutica também investigam a questão.

Submarinos russos oferecidos ao Venezuela vão para o Vietnã

By on 28.4.09

Rússia irá fornecer ao Vietname submarinos planeados para a Venezuela

Lusa - Via Correio do Minho

O Vietname irá pagar 1,8 mil milhões de dólares por seis submarinos que a Rússia inicialmente pensava construir para a Venezuela, escreve hoje o diário Kommersant, citando fontes do Rosoboronexport, grupo público que controla a exportação de armamento russo.

Trata-se de modelos da classe Kilo (Project 636), um dos mais silenciosos submarinos no mundo.

As naves deverão ser construídas nos estaleiros Admiralteiskie de São Petersburgo.

O director desta empresa recusou-se a especificar o país que encomendou os submarinos e o valor do contrato que será assinado dentro em breve pela Rosoboronexport, mas duas fontes próximas do grupo público revelaram que o cliente é o Vietname e o valor da transacção é de cerca de 1,8 mil milhões de dólares.

A Venezuela foi considerado até recentemente o mais provável comprador de submarinos russos da classe Kilo, mas as fontes de Kommersant reconheceram que as negociações com Caracas tornaram-se cada vez mais difíceis.

Na primeira etapa, os venezuelanos pretendiam comprar nove submarinos novos, mas, depois, o número caiu para seis, e, recentemente, para três ou quatro.

Com 73,8 metros de comprimento e 9,9 de largura, o submarino Kilo pode mergulhar a uma profundidade máxima de 300 metros e desenvolver uma velocidade de 20 nós. A sua tripulação é constituída por 52 pessoas. O armamento inclui quatro mísseis, embora esse número possa subir, 18 torpedos e 24 minas.

Japan Airlines planeja comprar 18 aviões; 4 deles da Embraer

By on 28.4.09
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JAL planeja encomendas de jatos da Embraer

Companhia aérea japonesa pretende adquirir 18 novas aeronaves
até março de 2010


Avião Reuve - Fernando Fischer

A companhia aérea Japan Airlines (JAL) anunciou a pretensão de adquirir um total de 18 aeronaves de pequeno e médio porte durante o ano fiscal que termina em março de 2010.

Das 18 aeronaves, 14 serão encomendadas junto à Boeing, sendo nove unidades do 737, duas do 767 e três aviões 777, e as quatro aeronaves restantes serão jatos regionais de 76 passageiros da Embraer.

O total da transação está estimado em 180 milhões de ienes.

segunda-feira, abril 27, 2009

Segundo A Carta Capital a FAB está fechando negócio com o RAFALE

By on 27.4.09
Operação França
Os franceses estão em alta no Ministério da Defesa.

Andante Mosso - Revista Carta Capital

A Helibrás, que tem como presidente do conselho de administração o ex-governador Jorge Vianna, fechou contrato para fornecer 50 helicópteros, enquanto quatro submarinos Scorpène estão a caminho.

Isso não faz parte das programações do Ano da França no Brasil e, sim, do estreitamento de relações comerciais com os europeus, fugindo da tradicional hegemonia norte-americana no item de equipamentos bélicos.

A FAB está fechando negócio com a também francesa Rafale, para a compra de um avião militar de caça.

Embratel x Brasil: A guerra dos satélites

By on 27.4.09
A guerra dos satélites
Governo compra briga com o bilionário Carlos Slim, dono da Embratel, e quer cancelar uma conta de R$ 12 milhões

ADRIANA NICACIO - Isto é Dinhiro

CARLOS SLIM: comunicação militar, que deveria ser gratuita, foi cobrada pelo mexicano

Nos últimos três anos, o governo brasileiro foi cozinhado em banhomaria pelo mexicano Carlos Slim. Na arrastada negociação sobre o uso de satélites da Embratel pelo Ministério da Defesa, Slim já conseguiu arrancar R$ 12 milhões do Tesouro Nacional. O serviço, porém, deveria ser gratuito, segundo o Ministério das Comunicações. Isso porque, em maio de 2004, ficou acertado com a Telmex, de Slim, que o governo brasileiro teria direito a uma golden share na operadora de satélites Star One, da Embratel. Na época, a Telmex concordou com a exigência, pois estava comprando a americana MCI e precisava da aprovação do Cade e da Anatel para a operação de compra indireta da Embratel, então controlada pela MCI. Desde a privatização, em 1998, as Forças Armadas usavam gratuitamente o satélite Brasilsat numa freqüência sigilosa, chamada de Banda X. Agora, às vésperas da substituição do Brasilsat pelos satélites C1 (que será lançado em julho) e o C2 (em janeiro de 2008), a Telmex ignorou o acordo que envolvia a golden share e levou a Defesa a firmar um contrato de prestação de serviço. Nele, o Ministério da Defesa se compromete a pagar cerca de R$ 12 milhões por ano para usar os dois novos satélites da empresa.

HÉLIO COSTA: ele quer cancelar o contrato assinado entre Embratel e Ministério da Defesa

Mas o ministro das Comunicações, Hélio Costa, não está nada satisfeito com isso. “A Embratel tem um compromisso com o governo e não pode cobrar pela utilização do satélite”, afirmou o ministro Hélio Costa. “Vamos rever esse contrato. Houve uma falha brutal da negociação, que foi feita na época das privatizações.”

Na próxima semana, Hélio Costa chamará os executivos da Embratel para uma conversa. Se a golden share não for emitida, pelo menos que o governo continue a usar o satélite militar sem custos.

Antecessor de Hélio Costa, o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) confirma o acordo com a Telmex. Foi ele quem conseguiu a promessa da golden share, para que o Exército tivesse privacidade e gratuidade no uso dos satélites, em 2004. “Trocamos correspondência, estão todas no Ministério”, garantiu Eunício à DINHEIRO. O ex-ministro se refere a uma carta entregue pelo então diretor-geral da Telmex, Jaime Chico Pardo, em que o executivo deixa clara a intenção de dar ao governo brasileiro o controle sobre as operações de satélites. Diz o texto: “Confirmamos a nossa disposição de outorgar, ao governo federal, uma ação com direitos específicos, a golden share, que atribua ao seu titular os direitos necessários para garantir as comunicações via satélite, para uso de segurança nacional, em termos e condições discutidas com vossa excelência”. Essa carta deveria assegurar a participação do governo no conselho da empresa, com direito a voto e veto, para resguardar os interesses brasileiros.

Ocorre que o conselho de acionistas da Telmex nunca aprovou a golden share. O contrato entre as partes não foi firmado. O governo esqueceu do assunto e a Defesa, do ministro Waldir Pires, de gestão um tanto conturbada, pagou a fatura sem questionar nada.

De acordo com o ministério da Defesa, o País não pagava para usar a banda X devido a um acordo entre o antigo Estado Maior das Forças Armadas, o Ministério das Comunicações e a Telebrás, anterior à privatização da Embratel. Mas passará a pagar, porque usará novos satélites.

Procurada pela DINHEIRO, a Embratel, que já recebeu R$ 12 milhões, decidiu não comentar o caso. Oficiosamente, seus diretores alegam que não há motivos para estender a gratuidade aos novos satélites. O que, na opinião do jurídico do Ministério das Comunicações, não faz sentido. Se a participação acionária do governo na Star One tivesse sido efetivada, conforme o acordo inicial, hoje o governo poderia vetar a cobrança dos novos satélites. Diante disso, Hélio Costa está se mobilizando. Já propôs à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que se crie um grupo de trabalho específico, com a Defesa e a Anatel, para rever o contrato. E critica a forma apressada com que foi feita a privatização. “Tanto a golden share quanto o uso do satélite militar sem custos constaram das negociações, mas o problema ocorreu na definição das condições para a venda da Embratel”, diz ele. No Ministério, não é segredo para ninguém que Costa não nutre grande apreço pelo bilionário Carlos Slim. Aos assessores, ele não se cansa de repetir que uma de suas missões no governo é combater a “mexicanização” no mercado nacional de telefonia. Recado mais claro, impossível.

Encomendas das Forças Armadas e do Exterior aquecem industria nacional de Defesa

By on 27.4.09
O Brasil rearma a defesa

Com novas encomendas das Forças Armadas e do Exterior, indústria nacional de material bélico dá sinais de retomada

Isto é dinheiro - Via NOTIMP FAB

Uma série de lançamentos movimentou a indústria brasileira de defesa nos últimos dias, indicando que a ambiciosa Estratégia Nacional de defesa, lançada pelos ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger no final do ano passado, começa a tirar o setor do atoleiro em que se encontrava. Prova disso é o recente e portentoso contrato de US$ 1,3 bilhão que a Embraer fechou com a Força Aérea para o desenvolvimento de uma nova aeronave de transporte militar, o KC-390, além de um pacote de modernização de 12 caças da Marinha, no valor de US$ 140 milhões. O novo cargueiro a ser produzido pela empresa de São José dos Campos é uma antiga reivindicação dos militares, que já viam os antigos Hércules defasados. Bom para a Força Aérea, melhor para o setor. O contrato abrirá a possibilidade de a Embraer competir em um mercado estimado em US$ 18 bilhões e 700 aeronaves, num prazo de dez anos. E outros pacotes devem vir por aí. “É uma fase de mudanças que mostram que a Estratégia Nacional de defesa não veio para ficar no papel”, disse Jobim, no encerramento da Feira Latino- Americana da Indústria Aeroespacial e de defesa (Laad), realizada no Rio de Janeiro, há duas semanas.


Também em São José dos Campos, outra empresa aproveita a boa fase. A Avibras, única fabricante nacional de sistemas de artilharia e que já foi dada como falida, conseguiu ressurgir no setor com contratos internacionais, como um de R$ 500 milhões com a Malásia. Ainda às voltas com o processo judicial que poderá passar ao governo 30% do controle da empresa, a Avibras está investindo também em contratos nacionais. Há poucos dias, a empresa recebeu R$ 18 milhões para desenvolver um veículo aéreo não tripulado. Outros R$ 80 milhões deverão ser aplicados para tirar o projeto da prancheta e desbravar um mercado avaliado em US$ 8 bilhões por ano. No setor de blindados a previsão também é auspiciosa. O desenvolvimento do novo Urutu – que nos anos 1970, produzido pela extinta Engesa, transformou-se num sucesso internacional de vendas -- pela Iveco, apresentado também na Laad, começa a atrair outros players para o setor. Apesar de não comentar oficialmente os valores da negociação, a Iveco, do Grupo Fiat, deve receber cerca de US$ 1,8 milhão por cada uma das 17 unidades que serão compradas pelo Exército. O primeiro protótipo já está sendo construído na fábrica de Sete Lagoas, em Minas Gerais, e deve ficar pronto em 2010, a tempo de participar da parada de 7 de setembro. Até 2011, os outros blindados serão entregues. Em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, a Agrale tem colocado a sua linha de jipes militares Marruá em grandes contratos. Cerca de 250 unidades foram vendidas à Marinha no ano passado e há negociações com a Argentina e o Equador. “Também estamos em estágio avançado com o Peru e a Colômbia”, afirma Flavio Crossa, diretor de vendas e marketing da Agrale.

O Iridium reconquista o espaço

By on 27.4.09
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O Iridium reconquista o espaço
Depois de quase quebrar, empresa de telefonia via satélite investe US$ 2,7 bilhões em novo projeto global

Isto é Dinheiro

m dos maiores fiascos da história corporativa dos Estados Unidos está de volta. OIridium, o megaprojeto de celular mundial via satélite que desde 1998 gerou perdas de mais de US$ 10 bilhões, apresentou recentemente um novo plano estratégico que prevê uma nova investida espacial. Até 2014, a empresa quer colocar em órbita uma segunda frota de satélites ao custo de US$ 2,7 bilhões. Ovalor cor-responde à metade do investimento feito em 1997, quando 88 satélites foram enviados ao espaço naquele que seria, segundo um anúncio veicu-lado à época, “a maior conquista tecnológica da humanidade”. Aambição de levar o telefone para os lugares mais remotos dos planeta, do deserto do Saara ao coração da Floresta Amazônica, sucumbiu em poucos me-ses, deixando uma imagem negativa que o Iridium tenta agora recuperar.

O Iridium renasceu pelas mãos de Daniel Colussy, ex-presidente da Pan Am (a propósito, outra empresa que ruiu de forma estrondosa), que até agora tem conseguido colocar a empresa nos trilhos. Os números demonstram a recuperação. No ano passado, o Iridium lucrou US$ 54 milhões, depois de torrar fortunas nos anos anteriores. Colussy colocou em prática um plano ousado. Entre suas primeiras medidas estava a redução do preço dos aparelhos e do custo das ligações tele-fônicas. Ao ser lançado, o Iridium cobrava US$ 3 mil pelo equipamento e indecentes US$ 5 por minuto de ligação. Embora fosse destinado a um público selecionado, ninguém estava disposto a gastar tanto para falar ao telefone. Novos aparelhos, mais baratos e menores, foram desenvolvidos e Colussy cortou pela metade o custo das ligações. Ele pretende que, até 2014, uma pessoa pague no máximo 25 centavos de dólar para conversar via satélite. Ovalor é competitivo em relação aos preços cobrados pelas operadoras de celular.

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O crescimento brutal da telefonia móvel foi o grande responsável pelo naufrágio do Iridium. Se há dez anos a ideia de um telefone que pudesse ser usado em qualquer lugar do mundo era realmente inovadora, hoje isso se tornou corriqueiro para os usuários de celulares comuns. Com uma vantagem: os aparelhos móveis passaram a oferecer uma infinidade de serviços – câmera fotográfica, câmera de vídeo, navegação na internet, jogos interativos – a preços bastante acessíveis. OIridium só oferece ligações e ainda assim falha com uma frequência irritante. No início de sua operação, nem sequer funcionava se o usuário estivesse dentro do carro. Opresidente do Iridium garante que esses problemas não existem mais e diz que sua tecnologia tem um diferencial inigualável: é realmente planetária. Uma pessoa no meio do Atlântico consegue fazer uma ligação se possuir o aparelho. Colussy afirma que 84% da Terra não tem cobertura celular, incluindo na conta os oceanos. É nesse espaço que o Iridium entra.

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Em suas palestras, o executivo tem sido convincente. Apenas em 2008 ele fez sua base de clientes saltar 23%, para 320 mil pessoas. É uma miséria diante do mais de um milhão de usuários esperados para os primeiros anos de operação, mas representa um tremendo avanço para uma empresa que entrou em concordata e que viu seu principal acionista, a Motorola, deixar o negócio depois de perder quase US$ 1 bilhão. No ano passado, o Iridium ganhou fôlego extra. Uma injeção de capital feita por um grupo de investidores privados colocou US$ 591 milhões na companhia, dinheiro que será aplicado no Iridium Next, como foi chamado o projeto de lançamento da nova frota de satélites em 2014. No Brasil, a paranaense Inepar foi a empresa licenciada inicialmente para explorar os telefones via satélite, mas desistiu depois de acumular perdas de US$ 35 milhões. Desde 2001 a representante da Iridium no País é a Omnilink, sediada em São Paulo e que não soube informar o número de brasileiros que possuem o aparelho.

Os operários voltam a Angra 3

By on 27.4.09
Os operários voltam a Angra 3
Governo quer retomar obras esta semana e com elas estabelecer o marco de uma nova era nuclear no País

ADRIANA NICACIO - Isto é Dinheiro

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RAFAEL ANDRADE/FOLHA IMAGEM

DENTRO DE POUCOS dias, segundo previsão do Ministério das Minas e Energia, o novo projeto nuclear brasileiro volta a sair do papel. Operários reocuparão, após uma ausência de 23 anos, o canteiro de obras da usina de Angra 3, em Angra dos Reis (RJ), dando início à escavação e à preparação de edificações de apoio à obra para construção das instalações dos geradores de energia. "As obras serão retomadas em uma semana", garantiu o ministro Edison Lobão, na segunda-feira 20. Como previsto no contrato assinado em 1983, serão operários e máquinas da construtora Andrade Gutierrez os responsáveis pela execução do projeto. Se depender da vontade de Lobão e do presidente Lula, mais do que dar continuidade a um sonho interrompido por decisão do governo militar em 1986, eles erguerão o marco de uma era de investimentos em energia atômica. Nos planos do ministro está a construção de uma nova usina nuclear a cada três anos, até que a tecnologia responda por 5% do parque gerador. Ele prevê instalar de quatro a seis usinas, a partir da próxima década até 2030. Duas delas do porte de Angra 3, com capacidade de geração de 1,3 mil MW. Pelo que se diz, duas serão construídas no Nordeste (a Bahia é o Estado mais interessado) e duas no Sudeste. Não há preço definido, nem prazo para licitação.

R$ 7,3 bilhões é o custo estimado para as obras de Angra 3.
Parte da usina já está construída

A retomada do Programa Nuclear Brasileiro, nos termos defendidos por Lobão, ainda depende de aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A única decisão certa até o momento é que Angra 3 será construída. A usina custará mais R$ 7,3 bilhões, mas ela já está 30% pronta e os materiais pesados já foram comprados. Na prática, em nenhum desses anos de paralisação a Andrade Gutierrez saiu por completo do local. Atendendo ao contrato assinado com o governo, a empreiteira ficou responsável pela manutenção e conservação do canteiro de obras e das 13,5 mil toneladas de equipamentos do núcleo de geração energética, a "ilha nuclear", a um custo anual de R$ 20 milhões para o governo. De acordo com a Eletronuclear, estatal que controla as usinas atômicas brasileiras, os cerca de R$ 700 milhões em equipamentos que estão armazenados são reatores e bombas até hoje utilizados em usinas importantes, como as recém-construídas na Alemanha, da série Convoi, que estão entre as melhores do mundo em desempenho operacional. Além disso, toda a parte eletrônica ainda será comprada, o que garantiria a modernização da usina. A estatal espera que as novas encomendas de R$ 1,4 bilhão movimentem a indústria nacional.

China termina os testes de voo de seu novo caça J-11

By on 27.4.09

China rouba descaradamente a tecnologia de avião de combate da Rússia

Fonte: Pravda.Ru - Por: Sergei Balmasov – Adaptado By Vinna

China termina os testes de voo de seu novo caça. Os coordenadores de projeto dizem que o J-11BS representa o ingresso da China na quarta geração de caças. Os peritos extrangeiros dizem que os chineses realmente furtaram a tecnologia do avião de combate de Rússia Su-27/30. O caça chinês J-11BS foi revelado em 10 abril último. E o seu desenvolvimento deverá ser completado ate o final deste ano. A produção de série deve ser iniciada em 2010. A equipe de projetos Chineses não ofereceram qualquer informação adicional.

O J-11BS é uma modificação biplace do do J-11B, que ao aparecer em China gerou um escândalo internacional. A China havia adquirido um lote de caças Su-27 da Rússia em 1992. O país disse mais tarde que gostaria de construir seus próprios caças sob licença dos russos. Rússia então autorizou a construção licenciada de um número limitado da versão biplace do Su-30 MKK. A construção das aeronaves licenciadas se deu na fabrica chinesa da Shenyang, tendo o “prototipo” descolado em 1998 - O caça J-11original era realmente um produto licenciado.

Posteriormente seis anos mais tarde (2004) os Chineses anunciaram que o número de aviões de combate licenciados era insatisfatório para cobrir as necessidades de defesa do país. A alegaçao serviu de justificativa para os Chinses adicinassem imediatamente 95 caças J-11 ao seu arsenal. Eram COPIAS chinesas do Su-27/30 fabricadas no país a revelia dos Russos.

Motor do caça J-11 manufaturado pela AVIC

Entretanto, China mostra-se até agora incapaz de desenvolver a produção seriada dos motores a jato do avião. Os Chineses continuam adquirindo os motores dos Russos já que a cópia chinesa do motor tem apresentado problemas sérios de confiabilidade. (Nota: Além disso a produção é insuficiente para atender o fluxo de produção dos caças J-10 e J-11 que usam os mesmos motores). Em fevereiro 2007, China apresentou J-11B, que segundo analistas americanos tem uma semelhança sem precedentes com os caças da familia Sukhoi Su-27/30 de ultimas versões.


A China está trabalhando atualmente na versão multifuncional baseada nos caças Su-27/30 (J-11BS). Para isso o país usa o conhecimento adquirido montagem dos caça russos Su-27 e das cópias chinesas não licenciadas. Em consequencia a Russia recusou a venda aos Chineses da versão avançada do Su-33 baseado em Porta Aviões a China em 2008.

Prototipo do Su-35 acidenta-se com perda total

By on 27.4.09
Primeiro e Segundo Protótipos do Su-35 serial 901 e 902
Por conseqüência a aeronave acidentada (terceiro protótipo) seria o 903

Protótipo do avião de combate do russo Su-35 é destruído durante teste

RIA Novosti - Adaptado by Vinna


Um dos protótipos do avião de combate Flanker Su-35 explodiu durante procedimentos de decolagem durante testes no Extremo Oriente da Rússia, na base de Komsomolsk-on-Amur. “O acidente ocorreu em 09.55 vezes de Moscou [05.55 GMT] de domingo no aeródromo de Dzemgi durante a decolagem do protótipo Su-35,” segundo Vitaly Tyulkin porta voz da Sukhoi nesta segunda-feira, que complementou o anuncio dizendo que o piloto ejetou com segurança. Disse ainda que “Nós anunciaremos os detalhes do acidente mais tarde durante o decorrer do dia”.

Outras fontes disseram mais cedo que o acidente poderia ter sido causado por uma bomba de combustível defeituosa. O avião era um dos três protótipos de teste de um novo caça de “geração 4++ usando a tecnologia da quinta-geração.”

A Sukhoi disse em março que os testes de vôo de dois dos prototipos foram bem sucedidos e chegou a confirmar que as entregas dos aviões a Russia e aos clientes extrangeiros ocorreria em 2011.

A Fabricante Russa tinha planejado adicionar um terceiro protótipo ao programa de teste na segunda metade de 2009, como forma de impulsionar o número atual de ensaios de voo.

Acidente com um Su-27 na Ucrania

O caça Su-35, é um caça avançado, com dois motores 117S dotados de com vetoração de empuxo, maneabilidade elevada e a capacidade para acoplar eficazmente diversos alvos aéreos. O avião é equipado com o novissimo radar Irbis-E de escaneamento eletrônico (AESA) com capacidade de acompanhamento de 30 alvos e acoplagem simultanea de ate 8 destes alvos. É equipado com um canhão de 30 milímetros com 150 cartuchos, e pode carregar até oito toneladas de carga útil de combate em 12 pontos externos.

A Sukhoi planeja exportar pelo menos 160 caças Su-35 para diversos países que incluem India, Malasia e Argélia.

Sukhoi com "TVC" e canards

Prototipo de caza ruso se incendia durante prueba


china.org.cn


Uno de los tres prototipos de un nuevo modelo de caza ruso Su-35 quedó destruido durante las maniobras de despegue en una prueba realizada en la región del Lejano Oriente de Rusia, informó el lunes la agencia de noticias RIA Novosti.

"El accidente ocurrió a las 9:55 hora de Moscú (05:55 GMT) del domingo en la base aérea Dzemgi, durante el despegue del Su-35", afirmó un portavoz de la fábrica de aeronaves Komsomolsk-on-Amur, Vitaly Tyulkin.

El caza se incendió y el piloto pudo ejectarse del aparato sin sufrir heridas, declaró Tyulkin.

Un fallo en una de las válvulas de carburante pudo ser la causa del accidente, según RIA Novosti.

El caza Su-35 puede atacar diversos blancos aéreos al mismo tiempo utilizando sus dos sistemas de misiles y armas, el guiado y el automático.

El aparato también cuenta con un radar que permite al piloto detectar y perseguir hasta a 30 objetivos aéreos, y atacar simultáneamente a ocho objetivos.

domingo, abril 26, 2009

Rolls-Royce assina contrato para suporte de motores dos KC-130J dos Marines

By on 26.4.09

Rolls-Royce assina contrato MissionCareTM de US$106 milhões para suporte de motores dos KC-130J dos fuzileiros americanos

Portal Fator

A Rolls-Royce acaba de anunciar a assinatura de um contrato MissionCareTM de US$106 milhões com o Comando Naval de Sistemas Aéreos dos Estados Únicos (NAVAIR), para fornecer suporte às aeronaves de reabastecimento KC-130J, impulsionadas por motores Rolls-Royce AE 2100D3, utilizadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC, United States Marine Corps). O contrato cobre um ano base mais três anos opcional, e é o segundo contrato de suporte para o AE 2100D3 que a Rolls-Royce recebe este ano.

Dennis Jarvi, presidente de Defesa Norte-Americana da Rolls-Royce, declarou: “A Rolls-Royce tem fornecido serviços de suporte para o programa KC-130J do USMC desde 2003, e estamos satisfeitos de expandir esse longo relacionamento. O MissionCare resultará em maior prontidão para as missões, com custos mais previsíveis parra o USMC, suportando o sistema de propulsão ao longo da totalidade de seu ciclo de vida.”

O MissionCare é um amplo programa de serviços para motores, otimizado para atender os clientes militares da Rolls-Royce. O contrato MissionCare dos KC-130J é na verdade do tipo “potência por hora” — uma única rubrica de contrato é utilizada para pagar um preço fixo baseado nas horas voadas. O desempenho de contrato é medido quase que exclusivamente em relação o padrão de desempenho em termos de disponibilidade de motores da frota.

Sob os termos do acordo, que é administrado pelo NAVAIR no Naval Air Test Center, em Patuxent River, Maryland, a Rolls-Royce fornecerá gerenciamento de motores, suporte, identificação de problemas, suprimento de peças e apoio logístico para a aeronave, que opera em três bases aéreas dos fuzileiros: Miramar (Califórnia), Cherry Point (Carolina do Norte) e Okinawa (Japão).

Perfil: . O AE2100D3 é um motor turboélice leve e modular, com potência de 4.600 shp. A linha de motores de “núcleo comum” AE é produzida pela Rolls-Royce e fabricada em Indianápolis (Indiana). Juntamente com o AE 3007 e o AE1107C-Liberty, essa linha de comprovados motores já totalizou mais de 21 milhões de horas de serviço.

A Rolls-Royce tem acordos de serviço com todos os ramos das Forças Armadas americanas, incluindo a Força Aérea, os Fuzileiros, o Exército e a Marinha, além da Guarda Costeira.

O C-130 tem sido a principal aeronave de transporte tático e missões especiais do Departamento de Defesa dos Estados Unidos desde 1956, impulsionada por motores Rolls-Royce T56. A versão “J” do avião, impulsionada por motores AE2100D3, dá prosseguimento a esse legado.

A Rolls-Royce, um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de energia e serviços para uso em terra, no mar e no ar, estabeleceu posições fortes em quatro mercados globais — aeroespacial civil, aeroespacial militar, marítimo e de energia.

A empresa tem uma ampla base de clientes que inclui mais de 600 companhias aéreas, 4.000 operadores corporativos e governamentais de aviões e helicópteros, 160 forças armadas, mais de 2.000 clientes no setor marítimo, incluindo 70 marinhas de guerra, e clientes de energia em aproximadamente 120 países. Com instalações em 50 países, a Rolls-Royce emprega 39.000 funcionários em todo o mundo, e tem negócios sediados no Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Escandinávia e China. A presença global permite ao Grupo acesso a oportunidades internacionais de crescimento de longo prazo, com sua tecnologia, presença, parcerias e pessoal.

Em 2008, a Rolls-Royce e seus parceiros investiram mais de £800 milhões em pesquisa e desenvolvimento, e dois terços desse total têm o objetivo de melhorar ainda mais o aspecto ambiental de seus produtos. A principal área de investimento em tecnologia objetiva reduzir a emissão de ruídos e gases.

A Rolls-Royce tem uma longa história com as forças armadas brasileiras. A frota da Força Aérea Brasileira inclui: Hercules C-130s impulsionados pelo motor T56, caças AMX e treinadores Xavante. Todos possuem equipamento e tecnologia Rolls-Royce.

A Marinha do Brasil opera uma frota de helicópteros que inclui o Navy Lynx, impulsionado pelo Gem, e o motor Model 250 impulsiona aeronaves Bell e Eurocopter.

Separadamente, mais de 900 aeronaves impulsionadas pelo Rolls-Royce Model 250 e 14 helicópteros Lynx impulsionados pelo Gem estão operando na América do Sul atualmente, com aproximadamente 700 motores Model 250 em operação no Brasil. A cidade de São Paulo tem o segundo maior mercado de operação de helicópteros do mundo.

Atualmente, os motores Rolls-Royce estão presentes principalmente em helicópteros Bell, embora possam ser encontrados em helicópteros Sikorsky operando em transporte de pessoal em serviços de exploração de petróleo “offshore”, Agusta, e em alguns modelos antigos da Eurocopter, produzidos localmente pela Helibras.

Em janeiro de 2008 a Rolls-Royce certificou um novo motor para helicópteros, o RR300, que representa mais uma alternativa potente e confiável a um preço competitivo. O lançamento do helicóptero Robinson R66, equipado com o RR300, representará, a médio prazo, uma excelente opção para o mercado da América do Sul.

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