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sábado, outubro 31, 2009

Russia cumpriu a entrega de 28 Su-30MKA a Argelia

By on 31.10.09

A Argélia recebeu os seus últimos Sukhoi SU-30MKA

Fonte: Air Forces Monthly, outubro de 2009 - Via Quintus

As entregas dos últimos seis Sukhoi SU-30MKA à Força Aérea Argelina tiveram lugar em setembro. No total, o país da África do Norte recebeu 28 aviões deste tipo, desde dezembro de 2007.

Os aviões são operados a partir de uma única base em Oum el Bouaghi, não muito longe da cidade de Ain Beida. A base foi construída em 2004 e terminada meses antes da chegada dos primeiros Sukhoi.

A recepção dos últimos SU-30MKA torna a Argélia numa das forças aéreas mais temíveis do Mediterrâneo, agravando as preocupações do seu tradicional rival marroquino e de Israel que agora não tem nenhum avião da mesma classe deste Sukhoi.

Mais Boeing CH-47D, Chinook para o Marrocos

By on 31.10.09
Marrocos Vai de CH-47D

Fonte: Plano Brasil

A Real Força Aérea Marroquina está negociando juntamente com o governo e empresas dos Estados Unidos a compra de três helicopteros de transporte Boeing CH-47D, Chinook.

O valor da operação é estimado em US$ 134 mi, e também inclui o fornecimento de peças de reposição, treinamento de tripulantes e técnicos, o montante cobre ainda oito motores T55-GA-714A, entre outros itens.

O Marrocos tem recentemente se tornado um destino para equipamentos de procedência Norte Americana, o país está recebendo um lote de caças F 16, bem como aeronaves cargueiras C-27 entre outros sistemas de armas em substituição aos tradicionais sistemas de origem francesa.

San Diego estuda a criação de um aeroporto flutuante

By on 31.10.09
San Diego está ponderando a criação de um aeroporto
flutuante ao largo da costa


Fonte: Pousada das Notícias sobre Aviação da Cmra. Daniele Carreiro

A cidade de San Diego, na Califórnia, está ponderando a criação de um aeroporto flutuante para atender à crescente demanda de viagens aéreas e também diminuir o espaço em terra. Problema nenhum para muitas cidades europeias.

Além disso, o caso de San Diego é susceptível de ser inovador na medida em que plataforma sugerida, para não se criar uma ilha artificial seria uma plataforma gigante, conceitualmente semelhante as plataformas de petróleo.

Essa é a proposta de Adão Englund, um advogado local, aparentemente fascinado com a idéia de cidades no exterior.

confira no link: Infrastucturist


Vídeo: Corrida Com Aeronaves Comerciais

By on 31.10.09
Excelente !! , Sensacional! - Vídeo: Corrida Com Aeronaves Comerciais

Fonte: Pousada das Notícias sobre Aviação da Cmra. Daniele Carreiro

Você já viu uma corrida de aviões?. Não, não estou falando aqui de caças ou competições da Red Bull, estou falando corrida com aviões comerciais.

Felizmente, este tipo de competição não existe na vida real, mas uma pequena publicidade criativa de jogos do Xbox tentam nos trazer e contar com imagens reais o que aconteceria se um dia, seja em um aeroporto, os pilotos de duas aeronaves, desafiando um ao outro para ver quem ganharia uma corrida cujo circuito, neste caso em um aeroporto.

Voo KAL 007: o Boeing 747 coreano derrubado pelos soviéticos

By on 31.10.09





Uma grande tragédia abalou o mundo no dia 1º de setembro de 1983: um Boeing 747 da Korean Airlines, que voava de Nova York para Seul, foi abatido por um caça soviético quando sobrevoava, por engano, o território russo.
O fatídico voo começou no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, pouco antes da meia-noite de 30 de agosto de 1983. Era um Boeing 747-230B, fabricado em 1971 e matriculado HL-7442. Embarcaram 246 passageiros e 23 tripulantes. A aeronave pousou no Aeroporto Ted Stevens, em Anchorage, no Alaska, para reabastecer, e decolou novamente às 05 horas, hora local, 13:00 UTC, em direção ao Aeroporto Internacional Kimpo, em Seul. O voo até Seul era comandado pelo experiente Comandante Chun Byung-in.

Após a decolagem, a tripulação recebeu orientação do ATC para tomar a proa magnética 220. O VOR de Anchorage não estava operacional, pois passava por uma manutenção de rotina. Logo depois, recebeu autorização para voar direto para o VORTAC Bethel. Após Bethel, o 747 deveria entrar na Aerovia Romeo-20, uma das cinco grandes (50 milhas náuticas de largura) aerovias que atravessam o Pacífico Norte da América do Norte para o Extremo Oriente.

A tripulação deveria engajar, no piloto automático, o modo INS (Inertial Navigation System), que faria o avião seguir uma rota de Círculo Máximo (ortodrômica) para Seul. Mas os pilotos colocaram a aeronave para voar no modo HDG (Heading = proa), que faria a aeronave manter uma proa magnética praticamente constante de 245 graus após Bethel, o que teve o efeito prático de desviar o curso do voo para a direita, ao Norte.

Inacreditavelmente, os pilotos deixaram a aeronave manter a proa 245 no modo HDG por cinco horas e meia, sem selecionar o modo INS para seguir a rota planejada, e o avião, voando bem ao norte, acabou se desviando cada vez mais da sua rota planejada e passou a sobrevoar, inadvertidamente, a inóspita mas altamente protegida Península de Kamchatka, território soviético repleto de instalações militares estratégicas, pela sua proximidade com a América do Norte.
À época, havia um recrudescimento da Guerra Fria, e aeronaves de reconhecimento RC-135 americanas costumavam sobrevoar a área para observar e "testar" as defesas anti-aéreas russas. Os radares soviéticos de Kamchatka não demoraram a detectar o 747 da Korean, e interpretaram o eco como sendo, possivelmente, um RC-135 americano potencialmente hostil. Em termos práticos, isso seria bem possível, já que o RC-135 é bem semelhante em configuração ao Boeing 747: ambos são quadrimotores, de asas enflechadas e de grande porte.

Os russos soaram o alarme, ativando unidades de caça Sukhoi Su-15 e Mikoyan Mig-23 próximas. Dois Su-15 (foto abaixo) da base aérea de Dolinsk-Sokol interceptaram o avião. Um piloto de Su-15 avistou o Boeing 747, reportou ter avistado a aeronave, e recebeu ordens para atirar. Disparou dois mísseis ar-ar Kaliningrad K-8, que atingiram o 747 e o derrubaram. O piloto do Sukhoi, Gennadi Osipovich, declarou depois que tinha dado tiros de advertência antes de disparar os mísseis, mas sua alegações nunca puderam ser comprovadas. O Boeing 747 da Korean caiu em espiral no mar, a 55 milhas de distância da ilha de Moneron, a sudoeste de Sakhalin, às 18:27 GMT de 1º de setembro. Nenhum dos 269 ocupantes da aeronave sobreviveu.
O fato logo ganhou status de grande crise internacional: O Presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, acusou os soviéticos de cometerem um crime internacional, e um ato de barbarismo desumano contra o jato coreano. O incidente azedou de vez as relações entre os americanos e os soviéticos, pelos três anos seguintes
Logo se levantou a suspeita de que os coreanos invadiram o espaço aéreo proibido de Kamchatka propositalmente. Afinal, havia um antecedente, pois cinco anos antes, em 1978, um Boeing 707 da Korean invadiu o espaço aéreo da Peninsula de Kola, no Oceano Ártico, e foi alvejado por caças soviéticos, pousando em emergência em um lago congelado e vitimando dois passageiros. Praticamente todos os pilotos da Korean eram ex-pilotos militares, o que aumentava as suspeitas de que o piloto do KAL-007 estava em uma missão de espionagem disfarçada de voo comercial.

Os russo recuperaram as caixas-pretas do KAL 007, mas mantiveram o fato em segredo até que, muitos anos depois da queda do regime soviético, o Presidente da Rússia Bóris Yeltsin as entregou às autoridades coreanas. As caixas pretas acabaram revelando o erro de navegação.

Os russos se defenderam, alegando ter tentado estabelecer contato com o 747 por rádio e não obtiveram resposta. Nenhuma transmissão russa foi ouvida pelas aeronaves ocidentais que voavam na área, entretanto. O piloto do Sukhoi afirmou ainda que avistou a aeronave, e a identificou como sendo um avião EC-135 ou RC-135, que são versões militares do Boeing 707, bastante semelhantes ao Boeing 747, especialmente se vistos de trás ou de baixo. O piloto russo declarou, também, que desconhecia quase completamente as aeronaves comerciais americanas.

É importante notar que, no dia anterior ao incidente, um RC-135 americano tinha efetuado uma missão na região, deixando os militares russos em alerta. E, ainda, o 747 da Koren estava fazendo um step-climb quando foi interceptado, mudando o nível de voo para 4 mil pés acima, o que foi interpretado pelo piloto russo como uma "manobra de evasão".


Depois da tragédia, o Presidente Reagan tomou a decisão de disponibilizar o sistema de navegação por satélites GPS - Global Positioning System para aeronaves civis, assim que o sistema estive totalmente concluído, pois um sistema assim poderia, sem dúvida, ter evitado o erro de navegação que acabou provocando o abate do KAL 007.



Fonte: Cultura Aeronautica - Fotos: Airliners.net, Wikipedia, Revista Time 

A Derrubada Pelos Sovieticos do Kal 007










Descoberta uma nova espécie de escorpião na Colômbia

By on 31.10.09
Descoberta uma nova espécie de escorpião na Colômbia

Fonte: Terra Espanha - Tradução Carlos de Castro - Via: Arquivos do Insólito


Uma equipe de biólogos colombianos e mexicanos descobriu uma nova espécie de escorpião que habita as florestas enevoadas do sudoeste da Colômbia e que por processos evolutivos perdeu os seus olhos principais, o que até agora era uma característica dos escorpiões cavernícolas.

A descoberta foi "acidental ", disse em Bogotá, Colômbia, o biólogo e pesquisador colombiano Ricardo Botero Trujillo, que se interessou por este animal, com apenas dois centímetros de comprimento, alaranjado e sem olhos médios e principais.

O espécime foi coletado em 2000 na Reserva Natural La Planada, área de proteção particular de 3.300 hectares, localizada em Ricaurte, uma cidade do departamento de Nariño, na fronteira com o Equador.

Botero entrou em contato com seu colega mexicano Oscar Francke, curador da Coleção Nacional de Aracnídeos da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), especialista em escorpiões troglomórficos, ou seja, "com adaptações à vida em ambientes subterrâneos."

"Juntos, nós olhamos para a morfologia, analizamos os grupos troglomórficos e concluimos que coincidia com esta espécie de escorpiões", disse o biólogo colombiano, vinculado como pesquisador de apoio do Departamento de Biologia da Pontificia Universidade Javeriana, de Bogotá.

Os biólogos comprovaram que esse escorpião pertence ao gênero "Troglotayosicus Lourenço", grupo do qual se conhecia apenas uma única espécie, a "Troglotayosicus vachoni Lourenço", descoberta em 1981 a partir de um espécime encontrado em uma caverna no sul do Equador .

A tarefa seguinte dos dois pesquisadores foi diferenciar o exemplar encontrado na Colômbia do já documentado na região amazônica equatoriana.

Assim como o do Equador, o colombiano não tem olhos medios que, em geral, os escorpiões tem na parte mediana do dorso, disse Botero, afirmando que a nova espécie tem os olhos (que podem ser até cinco) característicos deste animal nas margens laterais.

"A da Colômbia não é uma espécie que vive em cavernas, mas evoluiu de uma que vivia em cavernas. A perda dos olhos principais se apresentou em seus ancestrais, não nesta espécie", acrescentou o cientista, que observou que a evolução deste gênero é muito discutida e ninguém sabe quais são os seus parentes próximos.

Botero e Francke batizaram a nova espécie com o nome 'Troglotayosicus humiculum', pelo ambiente em que vive, sob a floresta enevoada da Cordilheira Ocidental, uma das três cordilheiras andinas da Colômbia.

Os biólogos observaram que a descoberta significa que este gênero tem uma ampla distribuição geográfica, maior do que se acreditava, mas enfatizou que é necessário agora orientar as metodologias e capturar mais exemplares para estudos, inclusive de DNA , comportamento, anatomia interna, venenos e ecologia.

Claudia Lizaldi, ...que belleza de mujer

By on 31.10.09
Claudia Lizaldi, ...que belleza de mujer


Fonte: Mujeres Bellas

Nombre completo: Claudia Lizaldi Mijares
Fecha de Nacimiento: 19 de agosto de 1978
Lugar de nacimiento: Ciudad de México

Esta carismática y talentosa conductora inicia su carrera en televisión dentro del programa de concursos A la Cachi Cachi Porra, en el que permanece cerca de tres años.

Tras haber participado en el Canal 11 con dicho programa, Claudia se integra al elenco de conductores jóvenes del matutino Hoy Sábados, para más adelante realizar programas especiales para Canal 5. El programa deportivo La Jugada le da la oportunidad de tener un mayor reconocimiento con su público, por lo que ahora ver su rostro y su profesionalismo en diversos ámbitos de la televisión es algo muy familiar.

En marzo de 2004 participa en la tercera edición del reality show Big Brother VIP, en donde supera seis nominaciones y termina en segundo lugar, superada sólo por Eduardo Videgaray.

Fotos de Claudia Lizaldi





Supertucano da FAB intercepta avião no espaço aéreo de Goiás

By on 31.10.09
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Imagem de uma interceptação semelhante ocorrida em em junho de 2009: No sentido horário, monomotor que invadiu o espaço aéreo brasileiro é interceptado por avião da FAB; sem obedecer às ordens de pousar, é perseguido; avião militar brasileiro dá tiros de advertência (risco tracejado à direita); por fim, monomotor obedece e pousa (Fotos: FAB/Divulgação)

Supertucano da FAB intercepta avião no espaço aéreo de Goiás

Fonte: Leonardo Ribbeiro / Marcos Tavares / Juarez Dornelles (DFTV) / ANAC - Via Aviation News

O avião foi abandonado com 124kg de cocaína. Os traficantes fugiram. Provavelmente, levando o que puderam da droga



A aeronave Cessna 182P Skylane, prefixo PT-KDB, pousou numa pista de terra entre Cristalina e Luziânia. Vinha da Bolívia e, assim que entrou no espaço aéreo brasileiro, foi acompanhada por aviões da Força Aérea Brasileira, que tentaram fazer contato com o piloto. Sem resposta, próximo à Cristalina, um caça da FAB deu duas rajadas de tiros, forçando o piloto a pousar na pista de uma fazenda da região.

O pouso foi feito a 20km da sede. Policiais Federais chegaram ao local, minutos depois, mas o avião estava vazio. Buscas foram feitas e numa estrada próxima foi encontrado um carro, também abandonado, com 124kg de cocaína, que teriam sido descarregados da aeronave. A polícia ainda não sabe dizer se a droga seria distribuída no Distrito Federal.

“O Entorno é um grande pólo recebedor e, posteriormente, distribuidor de drogas para o próprio Entorno e também para o DF. Pode indicar uma nova rota de tráfico, mas a confirmação vai depender do andamento das investigações”, esclarece o delegado federal Wesley Almeida.

A polícia ainda não localizou nenhum suspeito. De acordo com o delegado responsável pela investigação, pelo menos quatro pessoas teriam participado dessa ação.

A aeronave segue para Goiânia. O carro está na Superintendência da Polícia Federal do DF, onde vai passar por perícia. Os policiais também recuperaram 105 cápsulas, calibre 44 e 50 cápsulas 9 milímetros.

sexta-feira, outubro 30, 2009

C-98 CARAVAN localizado há nove sobreviventes

By on 30.10.09
Os nove sobreviventes são: 1° Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga - 2° Tenente José Ananias da Silva Pereira -1° Sargento Edmar Simões Lourenço - Sra. Josiléia Vanessa de Almeida -Sra. Maria das Graças Rodrigues Nobre - Sra. Maria das Dores Silva Carvalho -Sra. Marina de Almeida Lima - Sra. Diana Rodrigues Soares -Sr. Marcelo Nápoles de Melo. Uma pessoa está desaparecida e há indícios de uma possível morte entre os 11 que estavam a bordo do avião.

Quatro vítimas do acidente com avião da FAB chegam a hospital no Acre Helicóptero da Aeronáutica pousou no Aeroporto de Cruzeiro do Sul.
Sessenta médicos foram escalados para socorrer vítimas.

Glauco Araújo Do G1

Um helicóptero da Aeronáutica pousou no Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul (AC), às 13h15 (horário local), desta sexta-feira (30), com os primeiros quatro sobreviventes do acidente com a aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Eles foram levados para o Hospital Regional do Juruá, na cidade em ambulâncias do SAMU.

Segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), sete pessoas, sendo cinco mulheres e dois homens, desceram andando do helicóptero da FAB. Todos vestiam camisetas indicando a campanha de vacinação em que trabalhavam.


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Hospital Acre (Foto: Divulgação/Governo do Acre)

A direção da unidade hospitalar escalou os 60 médicos registrados na cidade para ajudar na prestação de socorro às vítimas. Segundo Fábio Pimentel, diretor clínico do hospital, os sobreviventes serão submetidos a uma avaliação médica completa. "Serão feitos radiografias, tomografias, ressonâncias, exames laboratoriais em todos os sobreviventes trazidos. Aparentemente, todos estão bem."

A família da técnica em enfermagem Marina de Almeida Lima, que sobreviveu à queda do avião, passou a madrugada desta sexta-feira rezando na casa da vítima, em Atalaia do Norte (AM).

A aeronave desapareceu nesta quinta-feira (29) com quatro tripulantes e sete passageiros. O avião foi encontrado por integrantes da tribo Matis em meio à Floresta Amazônica, entre as Aldeias Aurélio (da Tribo dos Matis) e Rio Novo (da Tribo dos Murugos), próximo ao Rio Ituí, afluente do Rio Javari.

Pimentel disse que os 40 médicos que atuam na unidade foram chamados para fazer plantão no Pronto-Socorro. "Ainda não sabemos ainda a gravidade das lesões."

Pimentel informou ainda que as vítimas foram retiradas do local do acidente de helicóptero e levadas para a cidade. "Por se tratar de um acidente aéreo, preventivamente, convoquei todos os profissionais da saúde para ficar aqui no PS."

Vítimas

A FAB informou nesta sexta-feira que Estavam no avião 4 militares: 1° Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga; 2° Tenente José Ananias da Silva Pereira; Suboficial Marcelo dos Santos Dias; e 1° Sargento Edmar Simões Lourenço.

A aeronave levava também sete funcionários da Funasa: os técnicos Diana Rodrigues Soares, João de Abreu Filho, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima, além da enfermeira Jositéria Vanessa de Almeida.

Segundo a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que tinha uma equipe no avião, são nove os sobreviventes entre as 11 pessoas que estavam a bordo.




Raytheon oferece radar AESA para os F/A-50 da Coréia do Sul

By on 30.10.09

Raytheon oferece radar AESA para os F/A-50 da Coréia do Sul

By Vinna com informações do ASIAN DEFENCE

A Raytheon está oferecendo um radar de varredura eletrônica ativa à Coréia do Sul para instalação em seus aviões F/A-50. Além do F/A-50 o radar AESA da poderia Raytheon equipar os caças F-16 em operação em grande número na Coréia do Sul.

A oferta é um claro movimento no sentido de tentar purgar o desenvolvimento do Radar ELTA EL/M-2032. A KAI planeja o voo dos primeiros prototipos do F/A-50 com radar ELTA no final de 2011

ELTA EL/M-2032

A oferta do novo radar pela Raytheon também constitui em uma resposta a proposta da Northrop Grumman que ofereceu um radar uma variante do seu radar SABR, que ainda está desenvolvendo para oferecer como possibilidade de upgrade para o F-16 e da Lockheed que ofereceu o seu APG-67(V)4 mas não disponibilizou os códigos fontes.

C-98 CARAVAN da FAB emitiu sinal de emergência com 58 min de voo

By on 30.10.09


A aeronave C-98 Caravan, um monomotor com capacidade para até 14 pessoas, decolou às 8h30 de Cruzeiro do Sul mas não chegou ao destino. Segundo informações da Infraero, 11 pessoas embarcaram no avião. Há informações de que sete dessas pessoas estavam a serviço da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) para uma operação de vacinação em aldeia indígena.

Avião emitiu sinal de emergência com 58 min de voo

Fonte: Folha online - Via Diário do Pará

O avião C-98 Caravan da FAB (Força Aérea Brasileira) --que desapareceu na manhã desta quinta-feira na região da Amazônia-- emitiu um sinal de emergência 58 minutos após decolar de Cruzeiro do Sul (AC), informou o Comando da Aeronáutica. Onze pessoas --sendo sete passageiros e quatro tripulantes-- embarcaram na aeronave, que seguia para Tabatinga (AM).

Segundo o Comando da Aeronáutica, o avião deveria pousar em Tabatinga às 10h15, horário local (ou 12h15, horário de Brasília). De acordo com a FAB, as buscas pelo avião serão mantidas durante a madrugada.

"Com base nas informações do ELT [sinal de emergência] e dos últimos contatos por radar e rádio com o controle de tráfego aéreo, foi possível estabelecer uma área para início das buscas", disse a FAB, em nota.

Entre os passageiros há funcionários da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), que participam de uma missão de vacinação do Ministério da Saúde.

De acordo com a Funasa, os funcionários participam da "Operação Gota", que tem como objetivo vacinar as "populações residentes em áreas rurais e indígenas de difícil acesso". A ação, segundo o órgão, atinge cerca de 3.700 indígenas de, aproximadamente, 40 aldeias no Vale do Javari, no Amazonas.

Em nota, a FAB informou que as buscas noturnas serão realizadas pela aeronave de reconhecimento R-99, que possui um sensor para varredura térmica --mesmo modelo usado nas buscas pelo avião da Air France que caiu no oceano Atlântico em maio deste ano.

Um helicóptero HM-3 também permanece à procura da aeronave durante a madrugada.

"Não temos informação que a aeronave caiu", informou o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica. "As operações de busca foram iniciadas quando perdeu-se contato com a aeronave".

Segundo o Ministério da Defesa, a aeronave foi desenvolvida para transporte de pequenas cargas em distâncias curtas, e vem sendo utilizada no Brasil desde 1987.


A rota do avião da Força Aérea Brasileira (FAB) desaparecido entre Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM) nesta quinta-feira (29) é "complicada", na avaliação de pilotos que conhecem a região, porque não tem área para pouso de emergência, em razão do excesso de árvores.

Buscas a avião que desapareceu na Amazônia continuarão durante a madrugada
FAB recebeu sinal de emergência da aeronave 58 minutos após a decolagem

Fonte: Zero Hora - Via Clicrbs

A aeronáutica informou na noite desta quinta-feira que as buscas à aeronave desaparecida na região amazônica continuarão durante toda a noite. A Força Aérea Brasileira (FAB) vai utilizar um avião de reconhecimento R-99, dotado de sensor para varredura térmica, o mesmo que auxiliou nas buscas ao voo AF-447. O avião transportava 11 pessoas — quatro tripulantes e sete passageiros — e apoiava missão de vacinação do Ministério da Saúde.

O Salvaero, órgão da Força Aérea que coordena operações de busca e resgate no país, recebeu o sinal de emergência (ELT) emitido pela aeronave, que seguia de Cruzeiro do Sul (AC) para Tabatinga (AM), 58 minutos depois da decolagem. Com base nas informações do ELT e dos últimos contatos radar e rádio com o controle de tráfego aéreo, foi possível estabelecer uma área para início das buscas.

Às 22h30min, sete aeronaves da FAB e uma do Exército Brasileiro participavamm das buscas ou estavam em deslocamento para a região: dois helicópteros H-60L BlackHawk, um helicóptero HM-3 Super Cougar (Exército), um KC-130 Hércules, um SC-95 Bandeirante, dois C-105 Amazonas e um R-99.

Uma base de operações será montada na cidade de Cruzeiro do Sul. Trinta e seis militares, entre médicos, enfermeiros e especialistas em resgate, foram deslocados para a localidade. Mais de cem militares participam da operação na região.

quinta-feira, outubro 29, 2009

KMW entrega oficialmente o primeiro Carro de Combate LEOPARD 1A5 ao Exército Brasileiro

By on 29.10.09

KMW entrega oficialmente o primeiro Carro de Combate LEOPARD 1A5 ao Exército Brasileiro
Total de 220 carros serão fornecidos ao Brasil provenientes dos estoques do Exército Alemão até 2012.
KMW recondiciona o veículo na Alemanha e dará apoio no Brasil


Fonte:
Defesanet

No dia 28 de Outubro de 2009, a Krauss-Maffei Wegmann (KMW) entregou oficialmente o primeiro dos 220 carros de combate LEOPARD 1A5 ao Exército Brasileiro nas instalações da companhia em Kassel, Alemanha. Os carros de combate (CC) são originários das reservas do Exército Alemão e foram recondicionados e modernizados ao estado da arte neste ano. As entregas de todos os sistemas ocorrerão até 2012.

O Brasil adquiriu os carros de combate dentro de um acordo governo a governo com a Alemanha. O Escritório Federal de Defesa Tecnologia e Aquisição por seu turno comissionou a KMW no final de Dezembro de 2008 como contratista principal para a revisão dos carros de combate e desenvolver e instalar subsistemas específicos ao Brasil. O contrato também provê ao país Sul-americano com equipamentos de: treinamento, simuladores, treinamento de motoristas e apoio técnico local.


O LEOPARD 1 foi introduzido no Exército Alemão (Bundesheer) em 1965. O ultimo carro deste modelo saiu de serviço no Exército Alemão, em 2003. Os seus sistemas são ainda considerados líderes tecnológicos na sua classe. Tem sido implementados muitos programas de melhoriae está em uso em países como: Bélgica, Chile, Grécia, Itália e Turquia.

Krauss-Maffei Wegmann GmbH & Co. KG é a líder do Mercado europeu para veículos blindados de lagartas e de rodas. Em suas instalações na: Alemanha, Grécia, Holanda e Estadois Unidos, mais de 3400 empregados produzem e apóiam um portfólio de produtos desde blindados aerotransportáveis a veículos de rodas pesadamente blindados (MUNGO, AMPV*, DINGO, F2, GFF4 e BOXER*), veículos de reconhecimento, anti-aéreos e sistemas de artilharia (FENNEK, GEPARD, LeFLaSys*, SPH 2000, AGM e DONAR) a carros de combate pesados (LEOPARD 1 e 2), veículos blindados de transporte de tropas (PUMA) e sistemas lançadores de pontes (LEGUAN e PSB2).

5 aviões S-2T Turbo Tracker para a Marinha do Brasil (existe opção para mais 5 células!)

By on 29.10.09

O Brasil vai comprar 5 aviões S-2T Turbo Tracker aos EUA

Fonte: Quintus - Com texto expandido do Bom Blog do Plano Brasil

Segundo a revista Airfoce Monthly a Marinha do Brasil estaria adiquirindo Junto aos EUA 5 aeronaves S-2T Traker, o número é inferior aos 6 previamente anunciados, entretanto na mesma matéria a revista confirma que existe ainda opções para mais 5 outras células.

O negócio deve ser concretizado ainda este ano no mais tardarna 1ª quinzena de dezembro e o valor não foi estipulado. As células adiquiridas pela MB estariam em ótimo estado entrtanto seriam submetidas a uma revisão total recebendo inclusive nova motorização Turbohélice e aviônica em estado-de-arte.


Os Tracker adiquiridos pela MB serão convertidos em aeronaves de alerta aéreo antecipado (AWACS) e cargueiros reabastecedores embarcado (KC),(COD).

As aeronaves são indicadas para as funções as quais pretende-se, sejam efetuadas, pelo fato de que seus pesos dimensões se adequão as exigidas para operação no São Paulo e consequentemente no Porta Aviões que o substituirá, a velocidade de operação bem como os custos operacionais das células tambéms são um fator positivo uma vez que os demais possíveis candidatos à AEW embarcados são demasiados complexos e caros de se adiquir e operar.

As aeronaves operarão abordo do Porta Aviões São Paulo e provavelmente de seu sucessor provendo cobertura aérea e extendendo o alcance da força aeronaval nele embarcados. O Tracker é uma plataforma robusta o qual já foi eperado pelo Brasil no extinto Gae (grupamento aéreo embarcado) da Força Aérea Brasileira, o qual operava apartir do saudoso Porta Aviões Minas Gerais.


As células da Fab foram desativadas e vendidas sendo algumas doadas para museus. Espera-se que as novas células possam operar por pelo menos 15 anos após o seu extenso programa de revisão o qual inclusive diminuirá em algumas toneladas o peso vazio das aeronaves por conta da substituição dos pesados motores radiais por uma motorização mais moderna, silenciosa econômica e tecnológicamente mais adequada.

Com esta aquisição a Marinha do Brasil dará um sensível salto em direção ao aumento do poder dissuasor de sua frota uma vez que o Porta Aviões São Paulo, A-12 contará com cobertura aérea podendo prover mais eficiente a defesa e controle do espaço aéreo sircundante.

Veja neste domingo: Fantástico embarca nos aviões de caça mais modernos do mundo

By on 29.10.09
Veja neste domingo:
Fantástico embarca nos aviões de caça mais modernos do mundo!




Paulo Renato Soares mostra os modelos de aviões que o governo brasileiro está cogitando comprar para proteger o espaço aéreo do país. E ainda: um passeio pelos campos de girassóis da França.

Mais Videos do FX-2 obtidos
Via o bem informado blog: Pousada das Notícias sobre Aviação da Cmra.Daniele Carreiro





Equador recebe os três aviões doados pela Venezuela

By on 29.10.09
Equador recebe os três aviões doados pela Venezuela

Fonte: ANSA - Fotos: Carlos Ramírez (El Nacional) / EFE - Via: Aviation News

Os três aviões Mirage 50 doados pelo governo de Venezuela chegaram hoje à Base Aérea de Taura, na costa equatoriana. A operação de transferência das aeronaves foi acompanhada pelo alto-comandante da aviação venezuelana, o general Gregório Pérez.

A informação foi confirmada à ANSA pela Força Aérea Equatoriana. Os aviões foram entregues em uma cerimônia especial presidida pelo chefe do Comando de Operações Aéreas e Defesa do Equador, Alonso Espinosa.

O oficial assegurou que os aviões serão usados para operações de defesa, já que são "interceptores puros". As aeronaves, segundo Espinosa, "estão em condições de decolar em dois minutos para realizar qualquer defesa em qualquer avião que esteja voando no céu equatoriano".

O Equador aceitou a doação de seis aeronaves do mesmo modelo da Venezuela. A intenção do governo do presidente Rafael Correa é potencializar a frota de sua Força Aérea. Em dezembro, o país deverá receber as outras aeronaves.

A doação por parte da Venezuela gerou críticas devido ao fato de que os aviões foram fabricados no fim da década de 1960, apesar de já terem passado por modernizações.




Anuncian que la donación de los 6 Mirage a Ecuador incluye también misiles

Agence France-Presse - Via FAV-CLUB

La donación de seis aviones Mirage de Venezuela a Ecuador incluye misiles para esas aeronaves, reveló este jueves el segundo comandante de la Aviación Militar Venezolana, general José Gregorio Pérez, durante la entrega de los tres primeros aparatos.

Ecuador recibió hoy de Venezuela tres de seis aviones de combate Mirage-50, en una donación que incluye misiles para las aeronaves, informaron autoridades de los dos países.

Los aparatos llegaron a una base de la localidad ecuatoriana de Taura, 280 km al suroeste de Quito, tripulados por pilotos venezolanos, tres días después de lo previsto debido a una polémica sobre un permiso de Colombia para que cruzaran su territorio.

Escoltados por dos Mirage-F1 y un Kfir de la Fuerza Aérea Ecuatoriana (FAE), los aviones llegaron procedentes de Panamá, donde estaban desde el lunes a la espera de la autorización, que según Bogotá fue expedida hace una semana.

Las naves fueron entregadas al jefe del Comando de Operaciones Aéreas y Defensa de la FAE, general Alonso Espinosa, por parte del segundo comandante de la Aviación Militar Venezolana, general José Gregorio Pérez, quien reveló que la donación incluye misiles cuyo tipo y número no precisó.

“Con los misiles que también le vamos a entregar a Ecuador (los aviones) tendrán mayor capacidad de defensa”, dijo el oficial a periodistas.

Por su parte, Espinosa indicó que la donación “cubre una debilidad grande que tenía Ecuador en cuanto a capacidad de ataque aire-mar”.

Los otros tres Mirage-50 llegarán en un mes, había anticipado el comandante de la FAE, general Rodrigo Bohórquez, señalando que los aparatos “están en muy buenas condiciones”, si bien “tienen problemas con los radares” cuyo arreglo costará 2,8 millones de dólares.

Quito estima que a los aviones, que fueron fabricados en Francia en 1976 y repotenciadas en 1995 por Venezuela, aún les quedan cinco años de vida útil.

Aunque en principio se anunció que serían destinados a entrenamiento de pilotos, Bohórquez afirmó que con estos aviones se hará “la defensa del país”, en momentos en que la capacidad operativa de la FAE está en un 25%.

El presidente ecuatoriano, Rafael Correa, lleva a cabo un proceso de modernización de las Fuerzas Armadas que incluye la compra de 12 aviones Mirage repotenciados a Sudáfrica, 24 aviones de combate Super Tucano a Brasil, cuatro radares chinos, helicópteros y aeronaves no tripuladas.

Quito se propone asimismo fortalecer la vigilancia en la frontera con Colombia, después de que en marzo de 2008 militares colombianos bombardeasen un campamento de la guerrilla de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC, marxistas) en Ecuador, lo que derivó en la ruptura de las relaciones diplomáticas.

C-98 CARAVAN DA FAB ESTA DESAPARECIDO

By on 29.10.09
A aeronave C-98 Caravan, um monomotor com capacidade para até 14 pessoas, decolou às 8h30 de Cruzeiro do Sul mas não chegou ao destino. Segundo informações da Infraero, 11 pessoas embarcaram no avião. Há informações de que sete dessas pessoas estavam a serviço da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) para uma operação de vacinação em aldeia indígena.

Equipe a serviço da Funasa embarcou em avião desaparecido, diz enfermeira

Segundo Infraero, 11 pessoas embarcaram em Cruzeiro do Sul.
Sete faziam trabalho de vacinação em aldeias indígenas.

Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo

Sete pessoas a serviço da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) estariam a bordo do avião que desapareceu na manhã desta quinta-feira (29), na região Amazônica. Segundo a Infraero de Cruzeiro do Sul (AC), 11 pessoas no total embarcaram na aeronave.

A enfermeira coordenadora da saúde indígena do Distrito de Alto Rio Juruá, Isna Silveira, informou ao G1 que a equipe voltava para Tabatinga (AM) e pegaria um barco até Atalaia do Norte (AM), onde vivia.

A equipe da Funasa havia usado o município de Cruzeiro do Sul como base para a operação de vacinação realizada no Vale do Javaris, também em Atalaia do Norte (AM). Segundo a enfermeira, a equipe chegava mais rápido ao local das aldeias partindo de Cruzeiro do Sul.

“Eles saíram das aldeias e chegaram ontem aqui em Cruzeiro do Sul. Nós nos despedimos e eles voltaram para o Amazonas hoje de manhã. É terrível, porque criamos um vínculo. Estamos muito abalados”, afirmou Isna.

A enfermeira conta que a equipe é composta por dois homens e cinco mulheres, entre elas, uma gestante. Dois integrantes do grupo eram enfermeiros e os outros, técnicos em enfermagem.

A operação de vacinação teve início no dia 16 de outubro . O grupo seguia com helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) e era deixado em aldeias da região do Vale do Javaris para aplicar as vacinas de rotina e também doses especiais. A cada três dias, a aeronave da FAB voltava às aldeias para resgatar o grupo e levar para outras comunidades.

A rota do avião da Força Aérea Brasileira (FAB) desaparecido entre Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM) nesta quinta-feira (29) é "complicada", na avaliação de pilotos que conhecem a região, porque não tem área para pouso de emergência, em razão do excesso de árvores.

Desaparecimento

O avião Cessna C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu na região da Amazônia, na manhã desta quinta-feira (29). Segundo a Infraero, 11 pessoas estariam a bordo.

De acordo com o professor de aeronáutica Cláudio Roberto Scherer, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o C-98 Caravan é usado para transporte, tanto na aviação civil quanto na militar.

"É uma aeronave de turbo-hélice pequena, usada para levar poucas pessoas em trajetos curtos", explica.

O comandante Renato Nascimento, ex-piloto da FAB e hoje na aviação civil, afirma que a aeronave "não tem muitos recursos". "É um aviãozinho pequeno, monomotor. O problema com o monomotor é que se o motor falha, você não tem outro", explica.

Leia a nota da FAB:

"O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan desapareceu na manhã de hoje quando realizava um voo entre as localidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave tinha 11 pessoas a bordo e estava em apoio a missão de vacinação do Ministério da Saúde.

A FAB informou que dois helicópteros e um avião participam das buscas. O comandante Renato Nascimento, ex-piloto da FAB, hoje na aviação civil, conta que a rota é pouco usada por ter poucos recursos. “Ali não tem nada, só árvore e rio. Não tem pista, não tem apoio, não tem radar. É uma das áreas mais carentes e isoladas do país”, afirma. Nascimento já voou diversas vezes entre Cruzeiro do Sul e Tabatinga, como parte da equipe de busca e resgate da Força Aérea na região. Ele explica como são feitas essas operações. “Geralmente, quando o piloto deixa de se comunicar com a torre, nós já deduzimos que houve algum problema. A busca é feita a partir das informações do plano de voo, seguindo a rota”, conta o piloto.

Uma aeronave C-105 Amazonas decolou de Manaus com dois médicos, dois enfermeiros, além de 32 militares da equipe de resgate. Dois helicópteros H-60 estão realizando voos de padrão na região. Uma aeronave de reconhecimento R-99 apoiará os trabalhos de busca.

A Força Aérea Brasileira montará a base das operações de buscas na cidade de Cruzeiro do Sul (AC)."



Esquadrão de Caças da Marinha do Brasil completa 11 anos

By on 29.10.09

VF-1 completa 11 anos e avalia campanha de lançamento de mísseis

Fonte: Defesa Brasil

Mectron prestigia o evento com exposição de seus produtos e equipa A-4 com mísseis MAA-1B, MAR-1 e bombas guiadas Acauan.

Durante as comemorações do 11° aniversário do Esquadrão VF-1, realizado na BAeNSPA - Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia/RJ, em 1° de outubro, a Mectron equipou uma aeronave A-4 com produtos de fabricação nacional: míssies ar-ar de quarta geração MAA-1B, míssil anti-radiação MAR-1 e a bomba guiada ACAUAN (SMKB), esta última um projeto em parceria com a empresa Britanite. A empresa também realizou exposição estática de outros produtos como o míssil MSS 1.2.
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Segundo o Capitão de Corveta Luiz Edmundo Menezes Rangel, encarregado da Divisão de Armamentos do Esquadrão VF-1, a interface de trabalho com a Mectron tem sido extremamente positiva. "A empresa tem desenvolvido um trabalho extremamente profissional e, para nós, a valorização da Indústria Nacional de Defesa representa a valorização do esforço brasileiro", destacou.

Campanha de Lançamento de Mísseis AIM-9H

Durante o aniversário do Esquadrão VF-1, repercutiram os ótimos resultados obtidos na recente operação Falcão, uma campanha de lançamentos de mísseis ar-ar Sidewinder AIM-9H, realizada na semana de 21 a 27 de setembro no CLBI - Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno, em Natal/RN.

Além de equipes da Marinha e da Mectron, também participaram equipes do IAE - Instituto de Aeronáutica e Espaço e do GEEV - Grupo Especial de Ensaios de Vôo, ambos pertencentes ao DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, de São José dos Campos/SP.

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O Comandante Luiz Edmundo ressaltou o sucesso obtido. "Essa campanha de emprego operacional do míssil AIM-9H foi importante pois, além de permitir o adestramento de novos pilotos, trouxe um diferencial e conferiu maior autonomia ao esquadrão", explicou.

Para o piloto Capitão Tenente Eduardo Luís, participar de campanha de lamçamento de míssil foi realização de um sonho. "Poder desenvolver essa operação representa estar entre os melhores. Não posso deixar de destacar que, sem o auxilio da equipe da Mectron avaliando tecnicamente e dando o suporte necessário para a operação, seria muito difícil obter todas as informações relevantes para a campanha", afirmou Eduardo Luís.

O Comandante Luiz Edmundo confirmou o importante apoio da Mectron, revelando que a Marinha está satisfeita por ter cumprido todos os requisitos para lançamentos de mísseis previstos para este ano. "Hoje estamos felizes, pois conseguimos coroar todo o trabalho que foi iniciado há quatro anos no Esquadrão VF-1, concluiu.

Antes da campanha de lançamentos, os mísseis Sidewinder AIM-9H, de fabricação americana e adquiridos juntos com as aeronaves A-4, passaram por um processo de avaliação de seu desempenho funcional, realizado pela Mectron. Com o programa de modernização desta aeronaves, já em andamento, a Marinha planeja equipa-las com os mísseis nacionais da família MAA (MAA-1A e MAA-1B)

Sobrenome SENNA retorna a F1

By on 29.10.09
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Bruno Senna fará sua estreia na F-1 como piloto da Campos na próxima temporada
Brasileiro deverá ter o experiente Pedro de la Rosa como companheiro

Rafael Lopes - G1

Após meses de negociação, Bruno Senna fará sua estreia na Fórmula 1 em 2010. O brasileiro correrá pela equipe Campos, também novata na categoria, e deverá ter como companheiro de equipe o espanhol Pedro de la Rosa, atual reserva da McLaren.

A notícia foi publicada nesta quarta pela revista alemã "Motorsport Magazin" e confirmada por fontes ao GLOBOESPORTE.COM. O acordo foi fechado na noite do último domingo e Bruno Senna não terá como obrigação levar seus patrocínios pessoais para o time, como é praxe para pilotos estreantes em times menores na Fórmula 1.

O anúncio oficial da Campos está previsto para a próxima semana, após o GP dos Emirados Árabes, em Abu Dhabi, última corrida da temporada 2009. O time tem sede na cidade espanhola de Murcia e deverá contar com um patrocínio forte da prefeitura da cidade, que pretende investir na imagem do turismo da região.

As chances de uma entrada de Nelsinho Piquet como companheiro de equipe de Bruno Senna em 2010, como é desejo de Bernie Ecclestone, são muito pequenas. Adrian Campos, dono do time que leva seu nome, deve colocar Pedro de la Rosa, piloto espanhol, para atender aos patrocinadores locais.

FX-2: Rafale: uma visão atual

By on 29.10.09
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Rafale: uma visão atual

Fonte: Segurança & Defesa - Por: Mário Roberto Vaz Carneiro

A perspectiva da decisão do governo brasileiro quanto à aquisição de sua nova aeronave de combate (Programa F-X2) tem tido um efeito interessante na opinião pública. Pelo menos em passado recente, não há notícia que um programa para aquisição de material de emprego militar tenha mobilizado de tal maneira a opinião pública e a mídia nacionais.

Os finalistas — americanos, suecos e franceses — não poupam esforços na promoção das vantagens de seus respectivos modelos. Embora a seleção do F/A-18E/F Super Hornet não seja vital para a sobrevivência da Boeing como produtora de sistemas de defesa, os americanos têm em jogo questões de prestígio e influência geopolítica — principalmente quando se considera o contexto do descobrimento de novas e substanciais reservas de petróleo e gás em áreas brasileiras, que permitiriam aos EUA uma menor dependência das reservas do conturbado Oriente Médio.
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Os franceses também levam em consideração os dois fatores mencionados, até como forma de contraposição à influência dos Estados Unidos. Entretanto, em termos industriais têm muito mais em jogo do que os americanos, pois uma encomenda brasileira — mesmo que de porte médio — significaria muito em termos de manutenção de empregos e continuação da atividade do sofisticadíssimo segmento da produção de aeronaves de combate e de seus subsistemas.

Influência geopolítica não é uma área em que os suecos estejam interessados, mas a escolha do Gripen NG pelo Brasil traria significativa economia aos cofres oficiais da Suécia, com a diluição dos custos de desenvolvimento da nova variante de seu caça. Além disso, uma possível encomenda Brasileira seria um grande “empurrão” nas possibilidades de exportação dos caças tanto da França como da Suécia.
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O Presidente da República e o Ministro da Defesa já declararam entusiasticamente sua preferência pela solução francesa. Entretanto, observando-se a forma mais comedida como a Rafale International tratou essas declarações, é de se supor que não há certeza se isso significou um impulso às suas intenções ou se, pelo contrário, teve um efeito oposto.

Os parâmetros para que se tome uma decisão a respeito de uma compra como a pretendida são inúmeros e variadíssimos, não cabendo sua descrição no escopo do presente texto. O fato é que as três aeronaves são bastante capazes, e cada uma delas tem seus pontos positivos. Assim, sem enveredar por análises simplistas que levem a essa ou aquela escolha, o presente artigo busca dar aos leitores uma visão atualizada da proposta francesa e de sua aeronave, o Rafale.

Para começar, vale uma descrição de como está montada a estrutura que produz o Rafale. A “holding” GIMD, controlada pela família Dassault, tem 50,55% da Dassault Aviation (a EADS tem 46,20%, enquanto os restantes 3,13% são de particulares). A Dassault Aviation detém 60% do Rafale GIE (Thales e SAFRAN têm, cada uma, 20%) — lembrando que o GIMD possui 26% da Thales. Por aí se constata que o Rafale está profundamente enraizado em quatro gigantes da indústria aeroespacial francesa: Dassault (célula), Thales (aviônicos) e SAFRAN (motores, através da SNECMA) e EADS (armamento). Esse aspecto é um ponto positivo para a proposta francesa.

O porte da Dassault Aviation pode ser aquilatado pelo valor de sua receita em 2008: foram €373 milhões, dos quais 66% provenientes de exportações. Ao se fechar 2008, a empresa tinha uma carteira de encomendas de quase €6 bilhões, dos quais mais de €1 bilhão se referiam ao setor militar.

Na França, a produção da célula Rafale está dividida por várias instalações da Dassaut, como Argentuil (peças secundárias), Argonay (controles de voo), Pitiers (“canopy”, pirotécnicos e “canards”), Martignas (asas) e Mérignac (montagem final, e trabalhos na linha de voo — nessa, que tem área de 137.000m2, trabalham 1.300 funcionários). Em Istres são realizados os ensaios em voo, e em Cazaux os testes com armamento. A Dassault tem capacidade para produzir até 25 Rafale por ano, mas a atual cadência de produção é de 11 aviões a cada doze meses.

O Rafale foi projetado e desenvolvido para ser o único avião de combate de alto desempenho da França, operando tanto no Armée de l'Air (AdA, a Força Aérea francesa) como na Aéronavale (Aviação Naval francesa). Para isso, foi concebido para realizar com eficiência tarefas ar-ar, ar-solo e de reconhecimento, além de poder executar reabastecimento em voo de outros Rafale, com o uso de um “buddy pack”. Atualmente o AdA ainda utiliza o Mirage 2000-5 e o Mirage 2000D, mas à medida que for aumentando a quantidade de Rafale entregues, os Mirage irão sendo paulatinamente desativados.

Até o momento já foi contratada a produção de 120 aeronaves, tarefa que deverá estar concluída até 2012. Já foram entregues 78 aeronaves (27 para a Marinha, 49 para a Força Aérea). A partir de 2012 será introduzido o padrão F3+, com radar AESA (o primeiro exemplar de produção estará pronto em 2011), novo sistema de alerta de mísseis e FSO (Front Sensor Optronics). O F3+ poderá operar com o míssil ar-ar de médio alcance Meteor. A produção total prevista para as forças armadas francesas é de 294, dos quais 60 para a Marinha e 234 para a Força Aérea.
Tudo o que falaremos aqui se referirá ao Rafale C/B que o AdA opera desde 2004, e que atingiu a operacionalidade em 2006. A versão da Aeronavale difere basicamente por ter trem de pouso e estrutura reforçados para resistir aos esforços decorrentes da operação em navios-aeródromo.

Rafale BR
Como seria de se esperar, o vice-presidente da Dassault, Eric Trappier, foi bastante cauteloso em suas declarações durante a visita do autor à Dassault. Isso é plenamente justificável, pois na fase final de uma competição tão acirrada, qualquer declaração em falso pode gerar prejuízos de monta.

Entretanto, o executivo confirmou que, de acordo com as leis vigentes na França, a autorização para transferência de tecnologia cabe somente ao Poder Executivo, e deve preceder qualquer proposta comercial. No caso da negociação com o Brasil, a autorização para a exportação da aeronave e seus sistemas já foi concedida, e o fabricante informa que o mesmo foi feito com relação à transferência das tecnologias envolvidas. O Brasil também comercializaria quaisquer eventuais exportações do avião na América Latina, o que, pelo menos em princípio, não teria nenhum efeito prático a curto/médio prazos, por razões ligadas à disponibilidade de recursos por parte dos países da área.

A proposta francesa inclui compensações (“offsets”) equivalentes a 160% do valor do contrato comercial, e foram apresentados 67 projetos já formalizados junto a 38 empresas/entidades. Alguns dos nomes envolvidos do lado brasileiros dispensam apresentações, e provavelmente terão participação ativa qualquer que seja a proposta vencedora. É o caso, por exemplo, de Embraer, Atech, CTA/ITA (desenvolvimento de um motor para VANT), Condor, Omnisys, etc.


Aeronave KC 390, que deve ser negociada França

Com respeito à Embraer, caso o Rafale BR seja o escolhido, a França promete apoiar o programa do KC-390. A Dassault se envolveria no desenvolvimento do caixão da asa, nos sistemas digitais, na oficina de desenvolvimento dos controles de voo e na autoproteção, enquanto a Thales participaria na aviônica do KC-390, propondo um nível tecnológico semelhante ao do Airbus A380.

Entre os setores cujas tecnologias a França transferiria para o Brasil estão: VANT, furtividade, materiais compostos, interoperabilidade, inserção em Operações Centradas em Redes, optrônica, “software” de radar, sistemas digitais de controle de voo, etc. Também seria desenvolvida a capacidade nacional com respeito a tecnologias-chave na área de motores, e a “expertise” sobre o motor M88 seria repassada de forma a que o Brasil tivesse completa autonomia de manutenção.
Como foi solicitado pelo Comando da Aeronáutica, a proposta francesa engloba 28 monopostos e oito bipostos, Segundo os executivos da Rafale International, as aeronaves brasileiras serão exatamente iguais às do AdA, excetuando-se apenas itens que o Brasil especifique de forma diferente.

Evidentemente, o índice de nacionalização da produção da aeronave será negociado de acordo com a quantidade de aviões que efetivamente serão adquiridos, mas para 36 exemplares a idéia seria que os seis primeiros fossem totalmente produzidos e montados na França, (inclusive processos de aceitação e entrega) com o acompanhamento/treinamento de 20 a 30 técnicos/engenheiros brasileiros. Os 30 restantes teriam sua montagem final no Brasil: os componentes seriam produzidos na França e trazidos por via aérea para as instalações da Embraer em Gavião Peixoto, onde ocorreria a montagem final e os processos de aceitação e entrega. Obviamente, o índice de nacionalização das aeronaves iria aumentando com o tempo, mais seus exatos valores não foram revelados. Tomando-se a assinatura do contrato como marco zero, a produção do último Rafale BR seria concluída no mês 3 do ano 7.

Inquiridos sobre a recente colisão entre dois Rafale da Aéronavale, os executivos da Dassault informaram que ainda é cedo para emitir uma conclusão definitiva, já que as investigações estão em andamento. Confirmaram, porém, que de forma preliminar a Aéronavale revelou que aparentemente houve erro humano.

Em combate
Os dois esquadrões do Armée de l'Air equipados com o Rafale são o 1/7 “Provence” e o 1/91 “Gascogne”, ambos sediados em St. Dizier (BA113). O primeiro é uma unidade de caça e também faz a conversão operacional para o modelo, enquanto o 1/91 tem a missão nuclear (atualmente dividida com o Mirage 2000D, mas que eventualmente será assumida totalmente pelo Rafale). No momento existem em St. Dizier 36 Rafale, 70% dos quais são bipostos. A razão da superioridade numérica de bipostos é parcialmente explicada pelo fato de que as aeronaves encarregadas do uso de armamento nuclear são todas bipostos.

O 1/7 foi o primeiro esquadrão a atingir nível total de operacionalidade com o Rafale, e tem atualmente (outubro de 2009) 32 pilotos, sendo 26 graduados e seis em processo de conversão. Além de pilotos jovens, o esquadrão recebe para conversão para o Rafale pilotos já experimentados, mas provenientes de unidades que operam outros jatos, e também Oficiais de Sistemas de Armas com experiência em Mirage 2000D/N, para adequação ao Rafale. A unidade também treina regularmente pilotos para o 1/91, e esporadicamente pilotos da Marinha, do Centro de Ensaios em Voo e da Escola de Pilotos de Provas.

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A média anual de voo de cada piloto é de 180 horas por ano. O 1/7 mantém dois Rafale permanentemente em alerta (QRA) em Mont de Marsan, com dois pilotos e cinco mecânicos. Além disso, participa regularmente de exercícios na França e em outros países (inclusive no “Red Flag”, em 2008).

Durante a visita do autor, o comandante do 1/7 passou algumas informações interessantes quanto ao uso do Rafale no Afeganistão (“Operação Serpentaire”), onde o 1/7 já enviou destacamentos por três vezes: 2007 (maio-julho), 2008 (fevereiro-maio) e 2009 (janeiro-junho). Nesses 13 meses, foram voadas 2.500 horas. O esforço aéreo francês inclui três Rafale (com 5 pilotos) e três Mirage 2000D (com seis pilotos), sediados em Kandahar. Segundo o comandante do “Provence”, em 2009 os Rafale voaram 850 horas em 260 missões, não tendo nenhuma missão sido cancelada em razão de problemas com a aeronave. A disponibilidade foi de 96%.

Cada missão emprega um Mirage 2000D (com duas bombas GBU-12 mais um casulo de marcação de alvos) e um Rafale (4 bombas GBU-12 ou AASM). Isso porque o Rafale ainda não está integrado com o casulo de marcação de alvos por laser, e para isso depende da presença do Mirage. As missões têm em média 4-5 horas de duração, e são feitos em média três reabastecimentos em voo.

O canhão é considerado bastante adequado ao uso em contra-insurgência, já que seus efeitos são pouco dispersos e uma rajada curta (normalmente de 20 tiros aproximadamente) pode ser usada como aviso de que determinado setor ou prédio deva ser evacuado, já que a próxima será disparada contra o alvo propriamente dito — dessa forma, minimizam-se os “danos colaterais”.

A GBU-12 é uma bomba de origem americana, guiada por laser. As condições atmosféricas reinantes no Afeganistão, entretanto, tornam a designação de alvos por laser um recurso ineficaz por aproximadamente 3 meses por ano. Já a AASM, produzida pela França, é uma Mk.82 com guiagem por GPS, e é empregada em maior número pelo Rafale do que a GBU-12. Ela permite que possa ser selecionada uma trajetória vertical no trecho final, o que elimina qualquer erro na determinação da altitude do alvo, algo muito importante em regiões montanhosas. A AASM possui um motor a foguete, o que aumenta em muito seu alcance. Este recurso, entretanto, não é utilizado no Afeganistão. Lá, ela é apenas usada como uma bomba planadora, pois seu uso AM alcances mais longos acabaria por gerar interferências com atividades aéreas em áreas próximas. Seria possível ao Rafale lançar até seis AASM numa só passagem, contra seis alvos diferentes, e atualizar a posição de qualquer um dos diferentes pontos de impacto com o uso dos sensores de bordo.

A partir de 2010, o Rafale já estará utilizando o casulo Damocles (que dispõe de recursos laser e infravermelho), e os tripulantes disporão de Óculos de Visão Noturna, o que permitirá que, ao contrário do que acontece presentemente, o Rafale podereá designar seus próprios alvos e executar missões noturnas.

O comandante do 1/7 declarou que desde a operação “Anaconda” (em que foram perdidos 5 helicópteros e sofridas mais de 30 baixas), nenhuma operação terrestre no Afeganistão prescinde de apoio aéreo. Na realidade, são mantidos no espaço aéreo afegão pelo menos seis caças no ar 24 horas por dia, sete dias por semana.

Simulação
Em St. Dizier localiza-se também o Centre de Formation des Équipages Rafale (Centro de Formação de Equipagens do Rafale), e alguns comentários são de especial interesse devido ao fato de que, caso o Rafale vença a concorrência FX-2, é lá que serão adestrados os primeiros pilotos brasileiros. O Centro conta com quatro “cockpits”, que utilizam componentes reais do sistema de armas do Rafale, incluindo o sistema de guerra eletrônica SPECTRA. Cada “cockpit” pode ser modificado em uma hora (para representar variantes monoposto do AdA e da Aéronavale, ou o “cockpit” traseiro). Há também 300 PCs, interligados em quatro redes e com quatro servidores táticos dedicados a meios virtuais (ar-ar e ar-solo, etc.).
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O Centro de Simulação do Rafale está totalmente operacional desde dezembro de 2008. Nele, os tripulantes podem ser treinados em missões complexas, com até quatro pilotos atuando simultaneamente no mesmo “mundo”, participando em missões de Patrulha Aérea de Combate, ataque (com AASM e SCALP), apoio aéreo aproximado (com AASM, GBU-12 e canhão). E isso tudo numa complexa situação tática, que pode envolver até 50 meios aéreos de tipos diferentes (AWACS, caças — amigos e inimigos), 80 mísseis antiaéreos ou navios, etc. O servidor tático simula: mísseis ar-ar e superfície-ar, trajetória ar-ar, probabilidade de impacto, “replay”, contatos radar, interferência, Comando e Controle, REVO, Link 16, IFF, prédios para missões de apoio aéreo aproximado e “debriefing” dos impactos, simulação de comboios com veículos civis e militares, etc.

Conclusão
O Rafale á um digno herdeiro de uma longa linha de caças a jato franceses, que inclui nomes como Ouragan, Mystère, Super Mystère, Mirage III, Mirage F1 e Mirage 2000 — e é, justificadamente, o orgulho da indústria aeroespacial do país.

Os três finalistas da concorrência F-X2 representam o estado da arte em termos de caças ocidentais, e o “road map” da evolução de cada um deles garantirá que o Brasil disponha de uma frota eficaz de caças ao longo dos próximos 30 anos. Caso, é claro, considerações e ingerências políticas e/ou orçamentárias não venham a atrapalhar ou até mesmo inviabilizar os passos necessários.


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