Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Arábia Saudita compra mísseis AIM-9X

Postado por Vinna terça-feira, março 31, 2009 0 comentários

Arábia Saudita compra mísseis AIM-9X
Primeiro país do Médio Oriente a comprar este sistema

A Força Aérea do reino Saudita, chegou a acordo com as autoridades militares norte-americanas e com o fabricante Lockeed, para a compra de uma quantidade não revelada de mísseis ar-ar de curto alcance do tipo Sidewinder, modelo AIM-9X.

Com esta aquisição a Arábia Saudita torna-se o primeiro país do médio oriente e o décimo no mundo a dispor do míssil AIM-9X, considerado o mais sofisticado míssil ar-ar de curto alcance presentemente em operação no mundo.

Os AIM-9X serão integrados na frota de caças F-15 da Força Aérea da Arábia Saudita, embora a possibilidade da sua integração nos caças Typhoon-II que estão em fase de incorporação tenha já sido referida várias vezes pela imprensa.

Recentemente, vários países do Golfo Pérsico com os quais os Estados Unidos mantêm relações especiais, solicitaram o fornecimento de equipamentos e sistemas de alta tecnologia, como foi o caso dos sistemas de defesa anti-míssil para os Emirados.

O mesmo país adquiriu a versão mais sofisticada do caça F-16, a versão F-16E/F equipada com um sofisticado radar AESA AN/APG-80.


As facilidades na aquisição de equipamentos militares por parte dos países do Golfo, prende-se com a necessidade de equilibrar a balança do poder na região, onde as forças armadas iranianas têm vindo a aumentar o seu poder militar.

FBI alerta para ativação amanhã de nova versão do vírus Conficker

EFE - Via IG

O FBI (Polícia federal americana) lançou hoje um alerta sobre a ativação, a partir de amanhã, da nova versão do vírus Conficker, que poderia infectar os computadores de empresas, Governos e usuários no mundo todo.

Em comunicado divulgado hoje, o FBI se mostra "consciente" do risco que o vírus carrega, e assegura estar trabalhando "com o Governo, com as agências de inteligências e com o setor privado para combater a ameaça".

No entanto, o órgão recomendou ao público aumentar a atenção a partir de amanhã no uso do computador, especialmente na abertura de e-mails com spam.

Os especialistas do setor advertiram de que esta nova versão do Conficker, também conhecida como Conficker.C, Downadup ou Kido, já invadiu milhões de computadores e começará a receber novas ordens amanhã.

A IBM estima que 45% dos computadores infectados estejam na Ásia, 31% na Europa, 14% na América Latina e só 6% na América do Norte.

A nova modalidade do vírus fará com que os computadores invadidos se conectem com os servidores dos hackers, mas não ficou claro quais serão as consequências, segundo os analistas.

O programa tem a capacidade de criar o que se conhece como rede de "zumbis", computadores conectados a servidores remotos sem o conhecimento dos donos através dos quais hackers podem operar.

Para amanhã, os especialistas recomendam manter o antivírus e o Windows atualizados, assim como os programas para combater malwares e demais softwares nocivos.

Russia entregará os dois primeiros caças MiG-29 ao Líbano.

By Vinna - com informações de xinhuanet

A Rússia vai entregar os dois primeiros caças MiG-29, de um total de dez caças anteriormente prometidos ao Líbano. A entrega deverá ocorrer antes do dia 22 de novembro data da independência Libanesa, segundo o períodico An-Nahar daily.

Rússia se comprometeu a fornecer 10 caças MiG-29 ao Líbano durante uma visita do ministro da Defesa, Elias Murr libanês a Moscou em Dezembro passado, como forma de inaugurar um "novo relacionamento militar" entre os dois países.

No entanto, o Governo libanês, achou melhor esperar que se efetivassem as inspeções de segurança Russas motivadas pelo acidente em dezembro com um caça MiG-29 na Sibéria. Fontes militares libanesas disseram que os caças MiG-29S seriam inicialmente incorporados ao exército libanês antes de serem transferidos para a força aérea em razão do estado de desmobilização desta força.

O Presidente libanês Michel Suleiman anunciou anteriormente que o Líbano agradeceu a doação da Rússia e anunciou que qualquer doação de armas aja visto as condições econômicas e políticas do país seriam bem vindas. (Nota1: A iniciativa russa é importante para "marcar posição" junto aos países árabes em um momento em que estes se voltam fortemente para comprar material bélico ocidental.) (Nota2: bem que a comunidade libanesa no Brasil poderia pedir alguns T-27 Tucano para doação ao Líbano).


Redes inteligentes de energia estão sujeitas a ataques de hackers

Worm pode invadir e permitir controle da energia de milhões de residências

Por Stella Dauer - Greek.com.br

Pesquisadores e a empresa de consultoria de segurança IOActive criaram um worm capaz de se infiltrar em novos equipamentos tecnológicos da rede elétrica, dando controle total ao agressor.

O futuro das redes de energia são pequenos aparelhos chamados Smart Grids que, quando conectados à rede elétrica, enviam ao consumidor e às companhas de energia informações sobre gastos, ajudando no controle de consumo.

Os Smart Grids substituem os tradicionais medidores de consumo eletromecânicos, ainda usados no Brasil, e portanto podem ser considerados como “relógios de luz inteligentes”. Entretanto, não se deve esquecer que essas maquininhas são nanocomputadores, com hardware e software, e estão suscetíveis a invasões que podem trazer muitos prejuízos tanto ao consumidor como às empresas que distribuem a energia.

Segundo o site da PC World, Travis Goodspeed, um dos consultores da IOActive, explica como funcionou o worm: “Ele se espalhou de medidor a medidor, e então mudou o texto da tela LCD para ‘pwned’ (”invadido", em português)", explica, reforçando que a experiência não acarretou em prejuízos, mas poderia. Segundo Godspeed, o worm se aproveita de uma falha no chip usado para o processamento do aparelhinho, um MSP430 fabricado pela Texas Instruments.


Uma vez dentro do sistema, um hacker com más intenções poderia desabilitar uma função chamada “remote disconnect”, que permite à companhia desligar a energia de um usuário pela rede – no caso de um curto-circuito ou por falta de pagamento, por exemplo. O equipamento utilizado pelos pesquisadores e pela IOActive custou apenas US$ 500.

O worm pode fazer com que a eletricidade de grandes áreas, cidades inteiras, seja desligada, ou então que informações como uma alta dramática na demanda de energia sejam enviadas às subestações de distribuição, causando desligamento automático e portanto blecautes, contou o site Geeks are Sexy. Tudo realizado à distância, pela tela do computador.

Embora ainda desconhecidos no Brasil, um país como os Estados Unidos possui por volta de 2 milhões de Smart Grids, que gerenciam dados entre residências e as estações de energia. Segundo o site da CNN, o Presidente Barack Obama elogiou muito o programa de Smart Grids e liberou US$ 4,5 bi do orçamento para adicionar mais 17 milhões de aparelhos à rede.

Não se pode esquecer também dos “apagões” ocorridos em 2003 na costa leste dos EUA, que deixaram 55 milhões de pessoas sem luz por mais de um dia. Ainda segundo a CNN, há especulações de que aquele blecaute foi causado por um hacker chinês que havia invadido o sistema de gerenciamento de energia. A ameaça, portanto, não é apenas teórica.



Fonte: El Tirador Solitario

El Ministerio de Defensa de Suiza ha decidido posponer hasta al menos 2010 el concurso para un nuevo avión de combate que debía de reemplazar parcialmente la flota de aviones F-5.

Suiza había lanzado un concurso para la compra de 33 aviones ( a un costo aproximado de 1900 millones de dólares ) con los cuales reemplazar parte de su flota de aviones F-5 E/F. El Typhoon, el Gripen y el Rafale son los tres finalistas del concurso.

La decisión de retrasar este concurso ha sido oficialmente anunciada ya que se quiere entregar en Diciembre de este año un informe sobre la política de defensa del país, donde se aclararia si se necesitan estos nuevos aviones.

El concurso suizo ha levantado gran polémica en el país, donde muchos ciudadanos no ven la necesidad de esta compra. La actual crisis económica parece que ha añadido mas presión a esta compra.

El Typhoon parece que era el favorito de los suizos, y desde Alemania se ha atacado esta decisión de retrasar el concurso como una represalia contra las presiones alemanas para acabar con el secreto bancario suizo. Esta semana los periódicos suizos anunciaban la posibilidad de anunciar este retraso por los ataques franceses y alemanes contra el sistema bancario suizo.


Fonte: El Tirador Solitario

Por una parte se remite a las empresas participantes ( Saab, Dassault y Eurofighter ) que presenten una oferta por 22 aviones. Por otra parte se destina al programa un total de 2200 millones de francos suizos con la intención de determinar cuántos aviones se pueden comprar por esa cantidad.

Armassuisse contactará con los fabricantes para que puedan determinar las posibles mejoras a introducir en los aviones. Asimismo, se estudia la posibilidad de formar una unidad de entrenamiento en el país del fabricante ganador durante los meses de verano de este año para poder contar con suficientes pilotos entrenados en el nuevo avión.

Esta cooperación en entrenamiento se podría extender a la cooperación industrial y a la reducción de los costes de mantenimiento.

El estudio de las ofertas presentadas y de los ensayos de vuelo finalizarán a finales de Mayo. La declaración del ganador se hará en Julio. El Parlamento suizo debe de dar su aprobación final al programa en 2010.

MIG-31E para a Síria?



Fonte: El Tirador Solitario

Según un alto oficial de Inteligencia del Pentágono, Siria podría recibir cazas Mig-31E próximamente, según anunció ante el Senado de los Estados Unidos.

En 2007 ya saltaron los rumores sobre la venta de aviones de caza de Rusia a Siria, negado por Rusia en su momento. Ahora parece que Siria habría adquirido cazas MiG-29M y MiG-31E (una versión de exportación del MiG-31 realizada en los años 90).

Oficiales de la Inteligencia de Israel han asegurado que no les sorprende esta venta, ya que la Fuerza Aérea de Siria se encuentra bastante obsoleta. Exceptuando versiones iniciales de los MiG-29, la mayoría de su flota está compuesta por MiG-21/25/23.

Os MiGs norte americanos da área 51
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FAB testa caças do projeto FX-2

Força Aérea Brasileira inicia fase de visitas técnicas e voos de ensaio; expectativa é de que nova aeronave seja escolhida até outubro

Avião Reuve - Por Fernando Fischer


A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou nesta segunda-feira (30) a fase de visitas técnicas aos finalistas do projeto FX-2, para realizar voos de ensaio que definirão o novo caça para renovação da frota brasileira.

Finalistas do programa escolhidos em outubro do ano passado, passarão pelos testes o Rafale, da francesa Dassault, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing e o Gripen NG, da sueca Saab.

A FAB não divulga os números, mas estima-se que a compra das 36 aeronaves pretendidas pelo projeto FX-2 cheguem aos US$ 2 bilhões. O número de pedidos pode ser elevado para 100 unidades.

Na próxima fase, as companhias poderão apresentar ofertas revisadas ao governo brasileiro. Uma das principais exigências para a compra dos novos caças é a transferência de tecnologia.

A expectativa da FAB é de que a escolha seja feita até outubro deste ano.

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Tecnologia sem fios: Campos electromagnéticos podem causar grave problema de saúde pública

Fonte: Diário Digital

Os campos electromagnéticos, presentes na tecnologia sem fios, podem causar um grave problema de saúde pública, alerta um grupo de cientistas europeus, citado pela Lusa.
Numa declaração conjunta, quatro investigadores asseguram que «a observação clínica de numerosas investigações toxicológicas e biológicas e de certos estudos epidemiológicos demonstra os efeitos dos campos electromagnéticos sobre a saúde».
«Um número crescente de doentes tornaram-se intolerantes aos campos electromagnéticos», sustenta a equipa, coordenada pelo cientista alemão Franz Adlkofer, responsável máximo pelo projecto de investigação europeu Reflex.

Citando estudos que provam a existência de efeitos nocivos no cérebro e no ADN, os mesmos investigadores argumentam que a tecnologia sem fios poderá converter-se num «problema de saúde pública de primeira ordem».

As antenas, segundo investigadores franceses como Sandrine Wittman, do Centro Léon-Bérard de Lyon, são «uma catástrofe para a saúde pública».

No entanto, para a Academia Nacional de Medicina francesa, não representam risco algum e a recente retirada de algumas delas em França por «princípio de precaução» baseou-se num «erro científico».


Rede de espionagem com sede na China invade computadores de 103 países

Fonte: AFP

Uma rede de espionagem eletrônica conhecida como GhostNet e supostamente com sede na China se infiltrou nos computadores públicos e privados de 103 países, incluindo o do Dalai Lama, informou o jornal The New York Times.

Citando um informe de pesquisadores canadeneses, o jornal assegura que o sistema é controlado por computadores localizados na China.

No entanto, os pesquisadores afirmam que não podem dizer com certeza que o governo chinês está envolvido no caso.

A investigação de especialistas do Munk Center for International Studies da Universidade de Toronto foi iniciada quando a assessoria do Dalai Lama, o líder tibetano no exilio, pediu a eles que buscassem em seus computadores programas de espionagem.

Seu trabalho os levou a descobrir que pelo menos outros 1.295 computadores em 103 países haviam sido invadidos.

Alguns desses computadores eram de propriedade dos centros de exilados tibetanos na Índia, Bruxelas, Londres e Nova York.

Os investigadores afirmam acreditar que o sistema de invasão, chamado GhostNet, se concentra em espionar os governos do sul e sudeste da Ásia.

Muitos dos computadores invadidos foram localizados em embaixadas da Índia, Indonésia, Malásia, Paquistão, Tailândia e Taiwan.

As embaixadas de Chipre, Alemanha, Malta, Portugal, Romênia, Bangladesh, Butão, Irã e Letônia também sofreram infiltração.

"Até 30% das máqunas infectadas são consideradas alvos de alto valor por serem computadores instalados em ministérios das Relações Exteriores, escritórios governamentais, ONGs e mídia", explica o relatório.

Os pesquisadores insistem que vincular precipitadamente a rede ao Estado chinês seria algo "incorreto e enganoso".

"Os números podem mostrar uma história diferente", assegura o informe. "A China é atualmente a maior população na internet".

"Só a cifra de jovens que estão on-line no país asiático pode explicar o aumento de software danosos de origem chinesa".

"Este informe serve como um chamado de atenção", afirmam os autores do estudo. "A grande porcentagem de alvos de alto valor infiltrados demonstra a relativa facilidade com que um método que tecnicamente não é muito sofisticado pode ser convertido numa rede de espionagem muito eficiente".

Os investigadores não acharam evidências de que tenha havido invasão nos computadores oficiais dos Estados Unidos, apesar de um computador da Otan ter sido monitorado durante meio dia e máquinas da embaixada da Índia em Washington terem sofrido invasão.

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China nega acusação de espionagem online em 103 países

Fonte: BBC

Estudo canadense diz que hackers baseados no país atacaram computadores; Pequim afirma que não há provas

O governo da China negou, nesta segunda-feira, acusações de envolvimento em uma rede internacional de espionagem online que atuaria em 103 países. A denúncia havia sido feita em um estudo do Information Center Monitor, ligado à universidade de Toronto, no Canadá, e encomendado pelo escritório do Dalai Lama, o líder do Tibete.

Em um comunicado, o porta-voz da embaixada chinesa em Londres, Liu Weimin, disse que não há provas de envolvimento de Pequim e sugeriu que as acusações feitas fariam parte de uma "campanha de propaganda" encampada pelo governo tibetano no exílio.

Liu afirmou que o material recolhido pelos pesquisadores "não passa de algumas imagens editadas de fontes diferentes com o objetivo de atacar a China". O diplomata afirma que na China "é contra a lei espionar em computadores alheios" e que o problema da espionagem online é um "desafio global" que pede cooperação internacional. "A China é um participante ativo neste tipo de operação ao redor do mundo", disse o comunicado.

O estudo canadense afirma que a rede de espiões se infiltrou em 1.295 computadores de 103 países, incluindo máquinas pertencentes a ministros de Relações Exteriores e embaixadas. Entre os espionados estariam os ministérios das Relações Exteriores de Irã, Bangladesh, Letônia, Indonésia e Filipinas, entre outros.

Os pesquisadores afirmam que embora a maioria dos hackers tenha sido localizada na China, não há evidências de participação do governo chinês. O estudo foi encomendado pelo gabinete do Dalai Lama devido a temores de que seus computadores tivessem sido alvo de hackers.

Segundo os pesquisadores, a suspeita se confirmou, pois foram descobertos sinais de que os computadores foram atacados por programas maliciosos para extrair documentos confidenciais relativos ao governo tibetano no exílio.

A China quer vender a sua versão dos S-300 russos (com partes dos Patriot)

http://www.ausairpower.net

A China está a tentar comercializar no mercado internacional os mísseis terra-ar HQ-9. Os sistemas estão a ser comercializados sob a designação FD-2000, tendo aparecido assim na recente exposição internacional “African Ground Force Equipment Exhibition”, na Cidade do Cabo, África do Sul e na “Defense Exhibition”, no Paquistão, em novembro de 2008.

A China tem varias brigadas destes mísseis no seu território, tendo cada uma um veículo de comando, seis veículos de controlo, 6 veículos de radar de alvo, 6 “search-target”, 48 veículos lança-mísseis e um total de 192 mísseis.

Sabe-se que o sistema resulta da adaptação local de componentes de mísseis S-300PMU2 russos e de outros obtidos no mercado negro que pertenceram a sistemas norte-americanos MIM-104 Patriot.

Por exemplo, o sistema de controlo do HQ-9 é idêntico ao do míssil norte-americano, mas o sistema de propulsão assemelha-se ao russo, assim como o seu aerodinamismo, as aletas de controlo, a tecnologia dos lançadores, os sistemas de controlo, etc. Há suspeitas que parte da tecnologia dos Patriot foi cedida por Israel, como antes terá aliás também acontecido com o “F-16″ israelita, o Laavi, que após ter sido cancelado reaparecia como o J-10 chinês…

O alcance de 125 km é notável, ainda que inferior aos 150 km do S-300PMU1 russo ou aos impressionantes 200 km do PMU2, mas superior ao alcance dos Patriot. A qualidade dos radares será talvez a maior fragilidade deste sistema chinês, já que é reputadamente inferior aos sistemas russos e norte-americano.

Com estas limitações, é improvável que a China consiga exportar estes sistemas a um cliente mais exigente, mas o mesmo não se pode dizer de muitos países africanos ou do Médio Oriente, que parecem ser o foco da atenção chinesa, como demonstra a sua presença nestas exposições.

A existência deste míssil revela aquilo que os chineses são capazes de fazer uma vez que obtenham transferencias de tecnologia: aproveitam-nas e pouco depois, comercializam-nas, retirando mercado aos incautos (geralmente russos) que confiaram neles.

Reflecte também a sua vontade em exportar armas para alguns dos locais mais perigosos do mundo e a sua ausência de escrúpulos em exportar sofisticados sistemas de armas para países como o Irão e o Sudão, dois países que provavelmente os irão comprar para defesa contra eventuais ações militares dos EUA… E são para estes uma razão adicional de preocupação, já que ainda que não sejam tão eficientes como os S-300 podem em ataques de saturação, causas baixas muito significativas… Por fim, a confirmarem-se os rumores da cedência de tecnologia Patriot… Israel deveria ser parceira e cliente do F-35? Não, a menos que se queira que a próxima geração de caças de 5a geração chinesa incorpore a sua tecnologia

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FAB inicia voos de ensaio para escolha de novo caça

Reuters/Brasil Online - O Globo

A Força Aérea Brasileira inicia nesta segunda-feira a fase de visitas técnicas e voos de ensaio com os caças finalistas do projeto FX-2 , que definirá o novo caça de multiemprego que será usado para a renovação da frota da força. Equipes de técnicos da Aeronáutica se dividirão para conhecer mais de perto os caças Rafale, da francesa Dassault; F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing; e Gripen NG, da sueca Saab. Os três modelos foram escolhidos em outubro como finalistas do programa.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a etapa de voos de ensaio e visitas técnicas faz parte da avaliação das ofertas apresentadas por cada uma das fabricantes. Após isso, as companhias poderão apresentar ofertas revisadas, e a expectativa da FAB é de que a escolha do novo caça seja feita até outubro deste ano.

A oferta inicial deve incluir a compra de 36 aeronaves. Nem a FAB nem as empresas divulgam valores, mas especula-se que o custo fique na casa dos US$ 2 bilhões. O número de pedidos pode ser elevado para 100 unidades.

Uma das principais exigências do governo brasileiro para a compra dos novos caças é a transferência de tecnologia. Recentemente, uma declaração do ministro da Defesa, Nelson Jobim, sobre o programa FX-2 gerou polêmica.

http://cdn.globalaircraft.org/media/img/planes/lowres/su-35_2.jpg

Jobim deu a entender, em declarações ao programa "Bom Dia Ministro", da Radiobrás, que permitiria que uma eventual nova proposta para a venda do caça russo Sikhoi SU-35 fosse analisada pela FAB. O SU-35 fora eliminado da disputa em outubro, junto com outros dois modelos.

A assessoria de imprensa da FAB negou a inclusão do caça russo no processo de escolha. "Em nenhum momento o ministro disse que o processo seria alterado e em nenhum momento nós alteramos o processo", disse.

http://www.livephysics.com/gallery/d/2018-2/SHIP-SSK-Scorpene-OHiggins.gif

O peso da tecnologia na segurança e defesa

ROBERTO GUIMARÃES DE CARVALHO* - Coronel reformado - Gazeta Mercantil - InvestNews

Quem se dispuser a consultar revistas e jornais brasileiros, interessado única e exclusivamente em encontrar textos sobre o desenvolvimento e a aplicação de novas tecnologias nas áreas de segurança e defesa, terá duas grandes surpresas.

A primeira é que, embora o assunto pareça árido e muitos acreditem que a imprensa publique poucas matérias sobre o tema, não há uma semana que passe sem um veículo registrar algo a respeito.

A segunda, pelo menos para os brasileiros, não chega a ser animadora. A razão é que, nas matérias publicadas na grande imprensa, é muito raro encontrar o nome do Brasil como um dos países que desenvolvem novas tecnologias para as áreas de segurança e defesa.

Na Espanha, por exemplo, cientistas do Centro de Tecnologia de Valência desenvolveram materiais com propriedades que podem gerar invisibilidade em dimensões reduzidas e a meta agora é testar a aplicação desses materiais em escala e superfície maiores, para emprego nas áreas de segurança e defesa.

Em outra parte no mundo, no Oriente Médio, o vice-ministro de Defesa iraniano, Ahmad Vahidi, afirmou que Teerã construiu um avião de vigilância não-tripulado com um alcance de mais de mil quilômetros.

No Brasil, contudo, as notícias envolvendo o próprio País como desenvolvedor de tecnologias mais avançadas na área de segurança e defesa são escassas.

O Brasil vem adquirindo equipamentos no exterior, como helicópteros e submarinos e está em curso uma licitação para compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). Chama a atenção, ainda, o fato de que em todas essas compras o governo brasileiro exija que os países vendedores também transfiram a tecnologia empregada na fabricação desses equipamentos.

Sem dúvida que a decisão e a insistência do governo nesse sentido são louváveis, mas resta saber se surtirão efeito verdadeiramente prático e até onde serão realmente exequíveis. Tomemos como base dois exemplos:

O Brasil está adquirindo da França quatro submarinos Scorpène, juntamente com a tecnologia para fabricação do casco. Como o Brasil já detém a tecnologia para produção local do propulsor com reator nuclear, para que integremos o clube dos países fabricantes de submarinos falta apenas a expertise para fazer o casco.

O segundo exemplo é a licitação da FAB para renovar sua frota de caças, chamada de projeto FX2. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, já declarou em diferentes ocasiões que a compra dos caças está condicionada à transferência total de tecnologia e diversos especialistas também já declararam que consideram essa hipótese pouco provável de ocorrer na medida desejada pelo Brasil.

Pode parecer simplista, mas qual fabricante no mundo tem interesse em entregar todo o conhecimento adquirido durante o desenvolvimento de seu produto, para um comprador que poderá vir a se transformar em um potencial concorrente no futuro?

O Brasil já foi um grande exportador de material de segurança e defesa, chegando a ocupar a posição de nono país exportador de materiais de defesa na década de 1980, mas perdeu esta importância ao longo do tempo e hoje vive de comprar equipamentos. O momento atual mostra a importância de redirecionar os investimentos alocados para esta área, especialmente para desenvolvimento e pesquisa de novas tecnologias.

Em abril, entre os dias 14 e 17, será realizada no Rio de Janeiro a LAAD 2009 - Latin America Aerospace and Defence, maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina.

O evento reúne a cada dois anos empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de equipamentos e serviços para Forças Armadas, forças especiais e serviços de segurança. Bastará uma visita à feira para checar o que vem sendo feito pelas indústrias do setor, seja em território nacional como em outros países.

Infelizmente o desnível tecnológico existente entre o Brasil e outros países tradicionais fabricantes de materiais de defesa do mundo ainda é muito grande e assim se conservará por algum tempo.

Há necessidade, porém, que sejam tomadas medidas desde já para diminuir esta diferença e possibilitar a autonomia necessária para manutenção da soberania do País e uma maior participação do setor industrial de defesa brasileiro no concorrente mercado internacional.


Índia quer treinador básico

A Força Aérea Indiana quer novo treinador para substituir seus HPT-32 em que as especificações se enquadram no Super Tucano

Fonte: Airway Por Hercules Araujo

A Força Aérea Indiana está discutindo com a empresa nacional baseada em Bangalore, a Hindustan Aeronautics a configuração e parâmetros de performance para uma nova aeronave de treinamento básico que irá substituir o treinador movido a pistão HPT-32 Deepaks até 2014.
A HAL construiu o HPT-32 e o emprega desde 1984 e a proposta de substiuí-lo inclui uma nova aeronave equipada com cockpit com telas digitais além de head-up-display e assento ejetável.

Fontes da HAL disseram que a nova aeronave deve possuir a configuração de assentos em tandem, trem de pouso retrátil, teto operacional de 6.000m e velocidade máxima em vôo acima de 400km/h.

Ataque no Sudão foi obra de Israel e não dos EUA

Postado por Vinna domingo, março 29, 2009 0 comentários

Avión espía israelí


Aviones espía israelíes destruyeron armas iraníes para Gaza (prensa)

Fonte: AFP

Israel destruyó con aviones espía sin piloto varios convoyes de armas iraníes que cruzaban Sudán para abastecer de cohetes a la franja de Gaza, afirma el domingo el diario británico Sunday Times.

Citando a fuentes militares y a diplomáticos occidentales, el Sunday Times asegura que aviones espía israelíes "atacaron dos convoyes, matando a al menos 50 contrabandistas y a sus escoltas iraníes. Todos los camiones que transportaban cohetes de largo alcance fueron destruidos".

Estos ataques habrían tenido lugar en el desierto sudanés, cerca de Puerto Sudán, a orillas del Mar Rojo, a fines de enero y durante la primera semana de febrero.

El diario precisa que los cohetes eran transportados en partes para poder ser introducidos en la franja de Gaza a través de túneles desde Egipto y para luego ser "montados por expertos del Hamas que fueron formados en Siria e Irán".

Siempre según ese diario británico, esos cohetes son de tipo Fajr-3, con un alcance de 60 km, que les permitiría alcanzar la ciudad israelí de Tel Aviv.

Un portavoz del ministerio sudanés de Relaciones Exteriores citado por el Sunday Times indicó: "Hemos contactado con los estadounidenses, pero negaron categóricamente estar involucrados".

"Nos enteramos del primer ataque después del segundo. Estaban en una región cercana a la frontera egipcia, una región desértica aislada, sin ciudades ni habitantes", agregó.

El movimiento islamista palestino Hamas -que controla la franja de Gaza desde junio de 2007- e Israel negocian actualmente una tregua para consolidar el alto el fuego que entró en vigor el 18 de enero pasado, tras la ofensiva militar israelí de tres semanas sobre ese territorio palestino que causó la muerte a 1.330 palestinos.

El objetivo oficial de esa ofensiva era poner fin a los disparos de cohetes contra Israel.

http://2.bp.blogspot.com/_2BBc6-JDVWY/RiiAQQzKgmI/AAAAAAAAAc8/7WS7pWTzRro/s1600/NYALA%2BSUDAN%2B07-03-2007.jpg
Sudão acusa EUA de matar 800 pessoas em bombardeios aéreos

Da EFE - Via G1

O Governo sudanês denunciou hoje que pelo menos 800 pessoas, entre elas 200 sudaneses, morreram em vários bombardeios aéreos feitos pelos Estados Unidos entre janeiro e março em uma região de fronteira do Sudão com o Egito.

Em entrevista coletiva, o ministro dos Transportes sudanês, Mabruk Mubarak Salim, declarou que os ataques aéreos foram lançados contra comboios de traficantes de armas na região de Al Halaib, disputada entre Sudão e Egito.

Segundo Salim, além dos 200 sudaneses, as outras vítimas eram etíopes e eritreus.

"Desde janeiro, aviões americanos fizeram uma série de ataques contra caravanas de traficantes na zona fronteiriça na qual estes atuam devido à deterioração das condições de vida destes lugares", disse o ministro.

No entanto, Salim não confirmou nem desmentiu as informações divulgadas por outros veículos de imprensa internacionais as quais indicam que as armas transportadas em tais comboios tinham como destino final os territórios palestinos.

Segundo o ministro - que não explicou as razões pelas quais o Governo de Cartum demorou tanto para dar esta informação -, cerca de 40 veículos foram destruídos durante os ataques.

A denúncia só foi confirmada pelo ministro dos Transportes sudanês e não foi contestada de forma independente. As organizações internacionais que operam no Sudão também não a comentaram.

Segundo a rede de televisão americana "CBS", o ataque contra o comboio foi feito por aviões israelenses.

Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, disse à agência Efe que não tinha comentários sobre o assunto.

Israel não costuma confirmar nem desmentir ações de caráter ofensivo em território de outros países, tanto as realizadas por seu Exército quanto pelos serviços secretos.

O anúncio vindo de Cartum ocorre enquanto o presidente sudanês, Omar al-Bashir, sofre pressões da comunidade internacional por seu papel no conflito da região de Darfur, que já deixou cerca de 300 mil mortos desde seu início em 2003.

No último dia 4, o Tribunal Penal Internacional (TPI) ordenou a detenção de Bashir por crimes de guerra e de lesa-humanidade.

Desde então, Bashir tem declarado que nações como os EUA e Israel não recebem o mesmo tratamento do TPI por sua vinculação, respectivamente, com a Guerra do Iraque e com os ataques contra os palestinos.

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Amazônia é menos protegida no Brasil

CLAUDIO ANGELO - Editor de Ciência da Folha de S.Paulo

O Brasil é um dos países que têm proporcionalmente menos territórios indígenas e áreas protegidas na Amazônia, segundo mapa que será publicado nesta semana por uma rede de 11 ONGs sul-americanas.

São 39,6% da Amazônia brasileira sob proteção na forma de terras indígenas e unidades de conservação de vários tipos, contra 56% da Amazônia colombiana, 79,7% da equatoriana e 71,5% da venezuelana. Somente o Peru destina uma proporção menor de sua selva às reservas florestais e às comunidades indígenas: 34,9%.

O mapa, produzido pela Raisg (Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada), é o primeiro a localizar as áreas protegidas e os territórios indígenas dos nove países amazônicos.

Considerando só este último quesito, o Brasil também fica atrás dos vizinhos: 50,6% da Amazônia colombiana, 25,7% da boliviana e 65% da equatoriana são indígenas.

Em números absolutos não há como comparar a extensão dessas terras com a fatia proporcionalmente menor sob proteção no Brasil --país que tem 64,3% da Amazônia. "Dos 3,2 milhões de quilômetros quadrados de áreas protegidas na Amazônia, 1,9 milhão estão no Brasil", diz o antropólogo Beto Ricardo, do ISA (Instituto Socioambiental), que coordenou a montagem do mapa.

Porém, o trabalho revela que alguns países da região têm mantido a sua porção amazônica razoavelmente protegida, o que, em alguns casos, significa uma proporção grande do território nacional.

Na Colômbia, por exemplo, toda a Amazônia (que representa 43,3% do país) é considerada "reserva florestal" -embora apenas 13% estejam efetivamente em áreas protegidas. São 240 mil quilômetros quadrados em terras indígenas.

A situação do Equador é ainda mais simbólica. As terras indígenas amazônicas reconhecidas pelo governo correspondem a 30% da área do país. No Brasil, todas as terras indígenas, somadas, respondem por 13% da área nacional, número que o ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) já disse considerar alto demais.

"No Equador, o processo de reconhecimento oficial de territórios indígenas na Amazônia é menos burocrático que no Brasil", diz Beto Ricardo. "A região é praticamente toda ocupada por povos indígenas e, ao reconhecer seus direitos, o governo já excluiu as propriedades privadas existentes."

Em outros países, como a Venezuela, o processo de demarcação das terras indígenas é mais atrasado. O governo venezuelano não reconhece as terras (nem mesmo a ianomâmi, demarcada e homologada desde os anos 1990 no lado brasileiro), denominando-as "zonas de ocupação indígena", sobrepostas a parques nacionais.

Como resultado, não existem dados oficiais sobre as terras indígenas no país, que acabam sob proteção menor. "O único mapa disponível era o do serviço de saúde indígena", diz Alicia Rolla, especialista em sensoriamento remoto do ISA.

A Amazônia é nossa

A melhor notícia do mapa é que, mesmo com 33 milhões de habitantes e 370 povos indígenas distribuídos por nove países com perfis econômicos diversos, a Amazônia possui 41,2% dos seus 7,8 milhões de quilômetros quadrados sob algum tipo de proteção.

Mesmo assim, 17% da floresta já tombou em toda a região, e ainda não existe um diagnóstico do que está acontecendo dentro de cada área protegida.

Na fronteira do Brasil com o Peru, por exemplo, há ação de madeireiros do lado peruano, apesar de haver um mosaico contínuo de áreas protegidas de ambos os lados. No Equador, empresas de petróleo (como a Petrobras) atuam em áreas indígenas e parques nacionais.

Segundo Ricardo, o mapeamento deverá ajudar a criar estratégias de conservação transfronteiriças. E ajuda a visualizar o impacto que decisões tomadas em um país podem ter sobre a floresta e as populações indígenas do vizinho.

"Esse mapa é uma contribuição para o ressignificado da expressão tão comum em cada país amazônico de que "a Amazônia é nossa". Afinal, não adianta, por exemplo, o Brasil proteger ou explorar os cursos médios das grandes bacias amazônicas sob o império da soberania nacional se as cabeceiras desses mesmos rios estão em países vizinhos."

O mapa poderá ser obtido a partir desta sexta-feira na internet (www.raisg.socioambiental.org).

Button vence e Barrichello faz dobradinha histórica da Brawn GP

Portal Terra

A Brawn GP fez história neste domingo, no GP da Austrália de Fórmula 1, em Melbourne. Com o inglês e pole position Jenson Button, a equipe - estreante na categoria - repetiu o feito da Wolf, extinta equipe que venceu o GP da Argentina de 1977, e mostrou que os ótimos resultados obtidos nos testes da pré-temporada não foram por acaso. O outro piloto da escuderia, o brasileiro Rubens Barrichello, teve problemas na largada e contou com uma batida entre o polonês Robert Kubica e o alemão Sebastian Vettel para fechar a corrida na segunda colocação e garantir a dobradinha da ex-equipe Honda.

A Brawn GP atingiu outro feito na Austrália, já que desde 1954 uma equipe não fazia uma dobradinha em sua estréia na Fórmula 1. A última escuderia a atingir tal feito foi a Mercedes, naquele ano, com Juan Manuel Fangio e Karl Kling, no GP da França.

Barrichello caminhava para um quarto lugar em Melbourne quando Kubica, então terceiro colocado, brigou pela segunda posição com Vettel. Os dois se chocaram e o polonês logo saiu da prova, enquanto o alemão viu seu eixo dianteiro entortar.

Principal esperança brasileira na prova, Barrichello saiu mal de sua segunda posição no grid de largada e foi ultrapassado por cinco carros. Já seu colega de equipe, Button, não deu chances para o azar e se manteve a frente dos rivais, sendo acompanhado por Vettel e o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari - este que largou em sexto na pista de Albert Park.

Na largada, Barrichello bateu sua Brawn GP e teve parte de sua asa dianteira danificada. Depois, ao tentar ultrapassar o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, o brasileiro voltou a bater a frente de seu carro, tendo que modificar a peça na 20ª volta.

Massa, por sua vez, se manteve na briga pelas primeiras colocações, menos quando teve de ir aos boxes e retornou à pista atrás da zona de pontuação, mas abandonou a prova na 47ª volta, com problemas mecânicos.

Outro brasileiro na pista, Nelsinho Piquet também deixou a disputa mais cedo. O competidor da Renault largou em 14º na primeira prova da temporada da Fórmula 1, estava em sétimo quando perdeu o controle do carro e saiu da pista na 25ª volta.

Atual campeão mundial, o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, largou na 18ª posição e fez uma boa prova de recuperação, alcançando o quarto lugar ao fim das 58 voltas no circuito de Albert Park com a confusão envolvendo Vettel e Kubica.

Pilotos e equipes terão agora poucos dias para descansar, já que a próxima etapa do Mundial de Fórmula 1 está marcada para o dia 5 de abril - no próximo domingo -, no circuito de Sepang, na Malásia.

Confira a classificação do GP da Austrália:

1. Jenson Button (GBR) Brawn GP - 58 voltas

2. Rubens Barrichello (BRA) Brawn GP - a 0s8

3. Jarno Trulli (ITA) Toyota - a 1s6

4. Lewis Hamilton (GBR) McLaren - a 2s9

5. Timo Glock (ALE) Toyota - a 4s4

6. Fernando Alonso (ESP) Renault - a 4s8

7. Nico Rosberg (ALE) Williams - a 5s7

8. Sebastien Buemi (SUI) Toro Rosso - a 6s

9. Sebastian Bourdais (FRA) Toro Rosso - a 6s2

10. Adrian Sutil (ALE) Force India - a 6s3

11. Nick Heidfeld (ALE) BMW - a 7s

12. Giancarlo Fisichella (ITA) Force Indian - a 7s3

13. Mark Webber (AUS) Red Bull - a 1 volta

14. Sebastien Vettel (ALE) Red Bull - a 2 voltas

16. Robert Kubica (POL) BMW - a 3 voltas

13. Kimi Raikkonen (FIN) Ferrari - a 3 voltas (problema mecânico)

17. Felipe Massa (BRA) Ferrari - a 13 voltas (problema mecânico)

18. Nelsinho Piquet (BRA) Renault - a 34 voltas (escapada)

19. Kazuki Nakajima (JAP) Williams - a 41 votas (batida)

20. Heikki Kovalainen (FIN) McLaren - a 58 voltas (suspensão)

Veja aqui o compacto da corrida (video com 5 minutos):



F-1: análise da dobradinha Button-Barrichello na Austrália


Livio Oricchio, de O Estado de S. Paulo, analisa a vitória da estreante Brawn GP na primeira corrida da temporada 2009, direto de Melbourne. Por Milton Pazzi Jr.

A imagem “http://www.estadao.com.br/imagens/l300/RossBrawn_JensonButton_RubensBarrichello_Australia_29032009.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
Estamos longe de poder chamar a Brawn GP de campeã

Estadão por Livio Oricchio

Ross Brawn comentou com um grupo de jornalistas que conversava com ele, ontem, no início da noite, no circuito: “Vocês vão ver como os carros evoluirão de forma impressionante este ano. O regulamento está muito fresco ainda, nós apenas começamos descobrir os caminhos a serem seguidos”. Disse em resposta à pergunta sobre o desenvolvimento dos carros das equipes adversários, se eles chegariam na Brawn.

Outro engenheiro, Aldo Costa, responsável com Nikolas Tombazis pelo modelo F60 da Ferrari, comentou algo semelhante: “Este ano vamos assistir a impressionante diferença de performance entre o início e o fim do campeonato. Se trouxessemos nosso carro para cá depois da prova de Abu Dhabi (última do calendário, dia 1.º de novembro), seríamos impressionantemente mais rápidos que hoje”.

Por que escrevi isso? Para dizer que a vantagem da Brawn GP é extraordinária, o projeto é de um refinamento pouco comum, mas muita coisa vai mudar ainda no campeonato. Pessoalmente estou adorando ver um time novo, diferente dos que quase sempre monopolizam as vitórias, se impondo na competição. É saudável. Mas não creio que as demais 17 etapas serão como a daqui em Melbourne.

Apostaria até que no próximo domingo a Brawn possa impor uma vantagem maior que na corrida de ontem, por causa das características da pista de Sepang, com suas curvas longas e velozes e mudanças rápidas de direção. Mas a hora que chegarmos à Barcelona, para a etapa do dia 10 de maio, assistiremos quase que a um novo início do campeonato.

Boa parte da soluções que os projetistas viram de bom na concorrência na Austrália, e agora na Malásia, China e em Bahrein será de alguma forma incorporada a seus carros. Se o Tribunal de Apelações da FIA, dia 14, confirmar a legalidade dos difusores da Brawn, Toyota e Willliams, como acredito, a maioria das escuderias adotará solução semelhante, já em estudos.
Por isso muita coisa irá mudar no andamento do Mundial e a ordem de forças entre as escuderias exposta no circuito Albert Park pode ser alterada substancialmente.

Algarve: Piloto foi obrigado a aterrar e fugiu às autoridades
Avião F16 caça avioneta suspeita

Fonte: Correio da Manhã Portugal - Por Teixeira Marques

Um caça F16 da Força Aérea Portuguesa (FAP) obrigou, pelas 09h00 de ontem, uma avioneta ligeira civil a aterrar num aeródromo particular em Aldeia Nova, arredores de Vila Real de Santo António. Suspeitava--se que a aeronave, que vinha do Norte de África e já estava a ser perseguida por caças espanhóis, transportasse droga. O piloto do Cessna 152, de registo espanhol, fugiu a pé assim que aterrou na pista de terra batida, com cerca de 700 metros de comprimento. A avioneta estava vazia, pelo que se suspeita que terá largado a droga no mar. O homem foi procurado nas redondezas, pelas autoridades, sem sucesso.

Elementos  da Polícia Judiciária realizaram minuciosa perícia à avioneta
Elementos da Polícia Judiciária realizaram minuciosa perícia à avioneta


A operação foi desencadeada pelas autoridades espanholas, que detectaram a avioneta suspeita no seu espaço aéreo, vinda da costa do Norte de África. Alertaram a FAP e um F16 em alerta descolou de Leiria para o Algarve, viagem que, devido à velocidade supersónica, apenas demorou 15 minutos. O caça, que estava armado, interceptou o monomotor perante a admiração dos moradores. Os mísseis bem visíveis alertaram a população.

"Parecia que estava a assistir a um filme de acção", contou ao CM Maria da Luz, admirada pelos voos rasantes do F16, que "até fez estremecer a minha casa", disse. "Pouco depois, vi uma avioneta a voar aos círculos, perseguida pelo caça durante vários minutos e até pensei que estaria com problemas no motor", afirmou Maria da Luz. "Deu mais algumas voltas e aterrou no aeródromo do senhor Drago", disse a moradora.

A chegada de vários jipes da GNR, com cães, voltou a causar alarme no local. "Os militares perguntaram-me se tinha visto um homem a correr pelos campos", contou Maria da Luz, que afirma não ter visto nada de suspeito.

Durante a tarde, elementos do Laboratório de Polícia Científica da PJ inspeccionaram, minuciosamente, a avioneta. Procuravam indícios que permitissem descobrir os motivos da fuga do piloto. A investigação está agora a cargo da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ.

GNR MONTA DISPOSITIVO MAS SUSPEITO ESCAPA

Logo que foi dado o alerta, militares da GNR e da Brigada Fiscal de Vila Real de Santo António deslocaram-se ao local. De imediato, foi montado um perímetro de segurança em redor do aeródromo, com cerca de 100 metros, e foram efectuadas buscas nas imediações, com recurso a cães de busca. Uma missão complicada por se tratar de uma zona de sapal.

O facto de junto ao aeródromo passar a linha férrea terá ajudado a fuga do piloto da aeronave que, até ao fecho desta edição, ainda não tinha sido localizado.

PORMENORES

NATO

A aeronave foi detectada pelo Sistema de Defesa Aérea Espanhol, no âmbito da Defesa Aérea Integrada para a Europa da Nato (Natids) e perseguida por aviões de combate Eurofighter espanhóis e depois pelo F16.

ABATE

Só o 1.º ministro pode mandar abater um avião. Em caso de suspeita de terrorismo, o piloto contacta o Comando Operacional, que tem uma linha directa para o gabinete do 1.º ministro.

Dmitri Medvedev acena no interior de um caça Sukhoi Su-34
Dmitri Medvedev acena no interior de um caça Sukhoi Su-34

Presidente russo faz vôo de meia hora em caça supersônico

Fonte: Terra

O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, voou neste sábado por meia hora no caça-bombardeiro supersônico Su-34, cuja velocidade pode chegar a quase 2 mil km/h. "A sensação é fantástica. Não dá para explicar com palavras. Pensei que fosse ser mais difícil", declarou Medvedev depois de sair do avião, segundo a agência Interfax.

O chefe do Kremlin disse que, nos 30 minutos de vôo, o piloto virou duas vezes o avião de cabeça para baixo. "Isso é outra história, mas a sensação também é muito agradável", acrescentou. O Su-34 foi pilotado pelo chefe de treinamento de combate do Centro de Preparação da Força Aérea da Rússia, Yuri Gritsaenko.

O caça supersônico é um aparelho de quarta geração, capaz de alcançar 17 mil m de altitude e de voar com uma velocidade máxima de 1,9 mil km/h a 11 mil m de altura.

O primeiro vôo de teste do Su-34, cuja principal missão é destruir instalações terrestres do inimigo com bombas e mísseis ar-terra, foi feito em 1993. Segundo os projetistas do jato, que o chamam de "avião do século XXI", apenas o caça tático americano F-15E, em serviço desde 1988, é capaz de competir com o aparelho russo.

O exército israelense disparou mísseis inteligentes que foram capazes de localizar, perseguir e interceptar foguetes lançados.

Israel testa sistema de mísseis antifoguetes com sucesso (TV)

Fonte: AFP

Israel realizou com sucesso nas últimas 48 horas uma série de testes de mísseis para se proteger de ataques de foguetes de curto e médio alcance, informou na noite desta quinta-feira a rede de televisão israelense Channel Ten.

Durante os testes, o exército israelense disparou mísseis inteligentes que foram capazes de localizar, perseguir e interceptar em pleno vôo foguetes lançados de forma isolada ou simultaneamente.

Ainda de acordo com a mesma fonte, o sistema "Domo de ferro", desenvolvido pela empresa israelense de pesquisa e desenvolvimento de armas Rafael, consegue pulverizar no ar foguetes com um alcance de até 70 quilômetros e estará pronto para operar já em 2010.

Em 2006, durante a segunda guerra do Líbano, o grupo terrorista Hezbollah disparou mais de 4.000 foguetes Katiushka de 40 quilômetros de alcance contra Israel, o que obrigou um milhão de israelenses, habitantes do norte, a se proteger em abrigos ou fugir para o sul do país.

Israel, por sua vez, iniciou uma operação militar em dezembro de 2008 contra o grupo terrorista Hamas, que da Faixa de Gaza dispara vários foguetes por dia contra o território israelense.

Míssil BrahMos é testado no Rajastão

Índia testa míssil supersônico BrahMos

Fonte: AFP

O exército indiano anunciou neste domingo que testou com êxito um míssil de cruzeiro supersônico BrahMos desenvolvido de forma conjunta com a Rússia.

O míssil em questão foi lançado do centro de testes de Pokhran, no deserto do Rajastão, oeste da Índia e na fronteira com o Paquistão.

Um disparo anterior desse míssil realizado em janeiro havia fracassado.

O BrahMos foi concebido para transportar uma carga convencional e seu alcance é de 290 km. Ele pode ser disparado da terra, de um avião, de um navio ou submarino.

http://www.defenseindustrydaily.com/images/ORD_Arrow_Interception_Concept_lg.jpg
IAI CONSTRUIRÁ UN SISTEMA ANTIMISIL PARA INDIA

Fonte: El Tirador Solitário

India y la empresa IAI han firmado un acuerdo para la creación de un sistema de defensa antiaérea y antimisil por un valor de 1400 millones de dólares.

Es el mayor contrato firmado entre los dos países, refrendando que India es el mayor comprador de material militar israelí.

IAI ha anunciado que el contrato se firmó oficialmente el 27 de Febrero, y estipula que IAI desarrollará y fabricará sistemas aéreos y basados en tierra que protejan a la India de ataques con misiles.


Como parte del contrato, IAI deberá de comprar material militar o aeronáutico a la India. Además deberá de invertir un 30% del total del valor del contrato en empresas de defensa de la India.


India está probando un misil antimsil de diseño nacional ( AAD ), que a raíz de este contrato puede verse anulado en favor de productos de la empresa IAI, como el Arrow. Parece que el contrato con IAI supone la entrega de doce sistemas que se desplegarán por el pais.

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EUA anunciam exercício naval com Brasil e América Latina

da France Presse, em Miami - Folha de São Paulo

Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira que realizará seu maior exercício naval conjunto com países da América Latina, entre eles o Brasil. Os exercícios conjuntos serão realizados no próximo mês, na base naval americana de Mayport (Flórida), sede da Quarta Frota recentemente reativada.

O exercício, que será realizado entre 20 de abril e 5 de maio, reunirá no total 15 navios de guerra, dois submarinos e mais de uma dúzia de aviões de 11 países, em operações navais com o objetivo de treinamento e promoção da segurança marítima e estabilidade na região.

Estes exercícios militares anuais são realizados desde 1959. Neste ano, o 50º, eles reunirão militares do Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, EUA, México, Peru e Uruguai. Também participarão, como convidados, militares da Alemanha.

A Quarta Frota permaneceu inativa durante quase 60 anos e sua reativação foi anunciada em abril do ano passado, com o objetivo de ampliar a presença militar americana no Caribe e América Latina.

A reativação da frota gerou tensão em alguns países da região. O Pentágono esclareceu que se tratava de uma medida administrativa, sem objetivos militares.

A Quarta Frota, cuja base fica em Mayport, foi criada em 1943 durante a Segunda Guerra Mundial (1938-1945) como reforço aos bloqueios e defesa contra ataques de aviões e submarinos. Ela foi desativada em 1950.

Foto

Foto de arquivo mostra avião TU-160 russo semelhante aos que chegaram para manobras na Venezuela em 2008. (Foto: AP)


Chávez oferece base no Caribe para bombardeiros russos

Fonte: AFP

A Venezuela ofereceu a base da ilha de La Orchila, no Caribe venezuelano, para a Rússia estacionar seus bombardeiros, confirmou neste domingo o presidente venezuelano, Hugo Chávez, em seu programa semanal de rádio "Alô, presidente".

"Disse apenas ao presidente (da Rússia, Dimitri) Medvedev que cada vez que a aviação estratégica russa necessitar da Venezuela para cumprir seus planos estratégicos, a Venezuela estará as ordens, como já fizemos", disse Chávez.

Além da Venezuela, a Rússia contaria com as mesmas opções em Cuba, informou a agência russa Interfax neste sábado, citando o general da Força Aérea Anatoly Zhijarev.

A Venezuela terá que reformar sua base em La Orchila para poder receber os bombardeiros estratégicos russos, destacou Zhijarev.

O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, já descartou a utilização de bases militares permanentes em Cuba e na Venezuela, "apesar de haver acordos neste sentido com as autoridades de Caracas, e Havana não se opor a isto".

Em novembro passado, navios de guerra de Venezuela e Rússia realizaram manobras conjuntas nas águas do Caribe venezuelano, uma zona tradicionalmente considerada como área de influência dos Estados Unidos.

AS VÍTIMAS DA CHALLENGER


Já aconteceu há 23 anos mas ainda há quem se recorde do desastre da nave Challenger, que ocorreu ainda na fase de lançamento, a 28 de Janeiro de 1986. O acidente pode ser observado no vídeo acima. Nele, representativo daquilo em que se transformou o jornalismo televisivo moderno, perdido o script do que era esperado, a câmara fixa-se (1:50) no que produz mais efeito visual – um dos foguetes auxiliares que prossegue, mas numa trajectória descontrolada – em vez de se concentrar no que devia ser naquele momento mais importante: a cabine onde seguia a tripulação de sete astronautas...
As análises sobre as causas do acidente que se seguiram foram relativamente sóbrias quanto ao que acontecera à tripulação. A explosão, que ocorreu quando a nave já se encontrava a 14,5 km de altitude foi apenas uma deflagração (subsónica) e não uma detonação (supersónica) do tanque de combustível principal, o que limitou os danos sobre a nave (Orbiter) e possibilitou que, embora desagregando-se, o compartimento onde seguia a tripulação permanecesse intacto – como é observável nas fotografias. Dada a inércia, a maioria desses destroços continuaram em ascensão até uma altitude próxima dos 20 km.
Quanto ao que aconteceu à tripulação, a redacção da comissão que investigou o acidente contem constatações, deduções e especulações. Entre as primeiras, a que a cabine sobreviveu à deflagração assim como muito provavelmente todos os tripulantes que nela viajavam. Ao desagregar-se, a cabine perdeu as fontes primitivas de oxigénio e de electricidade. Mas havia dispositivos de emergência de oxigénio, dos quais três vieram a ser accionados. Contudo, eles só teriam sido úteis se a cabine tivesse permanecido pressurizada. A tal altitude (seria o dobro do topo do Everest!) perde-se rapidamente a consciência...
Esta última observação foi também um desejo da comissão, pois qualquer membro da tripulação estava automaticamente condenado ao cair em queda livre desde os quase 20 km de altitude… O impacto com a água seria a uma velocidade de cerca de 335 km/h o que provocaria uma desaceleração mortal, como se viria a comprovar, também em frente das câmaras de TV, 8 anos depois, com o piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna… A cabine, contendo os restos mortais dos sete tripulantes (abaixo), só veio a ser encontrada no fundo do mar a 7 de Março de 1986, mais de cinco semanas depois do acidente.
A redacção das conclusões da comissão da NASA sobre a sorte da tripulação permanece um exemplo da fronteira entre o que é a objectividade dos factos e a subjectividade do desejo: a) a causa de morte dos astronautas da Challenger não pôde ser definitivamente estabelecida b) as forças a que a tripulação esteve exposta durante o acidente não foram provavelmente suficientes para lhes terem causado a morte ou lesões graves e c) a tripulação, possivelmente, mas não garantidamente, perdeu a consciência nos segundos que se seguiram ao acidente, devido à perda de pressão na cabine.

F-19A Northorp: Loral Specter Aurora

Postado por Vinna sábado, março 28, 2009 0 comentários



Aurora: o espião a 8.000 km/h

Fonte: Super Interessante

Jamais fotografado, o avião hipersônico Aurora é um segredo da Força Aérea americana. Mas relatos de testemunhas permitem traçar um retrato da nave que voa a 40 quilômetros de altitude e abre caminho para os aviões espaciais.

Jamais fotografado, o avião hipersônico Aurora é um segredo da Força Aérea americana. Mas relatos de testemunhas permitem traçar um retrato da nave que voa a 40 quilômetros de altitude e abre caminho para os aviões espaciais.

O controlador de tráfego aéreo da Real Força Aérea britânica (RAF) não esconde o espanto: em novembro de 1991, sobre a base de Machrinanish, na Escócia, o radar descobre um objeto que se desloca a uma velocidade três vezes maior que a do som. O jornal local, The Scotsman, espalha a notícia. Diversas testemunhas afirmam ter ouvido um ruído extremamente grave e intermitente nas cercanias da base, uti-lizada conjuntamente pela RAF e pela OTAN.


Enquanto isso, em Nevada, os sensores sismológicos instalados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos USGS registram vibrações produzidas por aeronaves que percorrem o céu do deserto a velocidades supersônicas. Pelo menos em quatro ocasiões, os 220 sensores disseminados pelo sul da Califórnia, desde a proximidade de Los Angeles até o Deserto de Mojave, detectaram ondas sonoras similares. Segundo os cientistas do USGS, elas pertencem a um veículo menor que o ônibus espacial , que mede 37 metros de comprimento. Por seu lado, a NASA afirma que nenhum ônibus espacial ou avião SR-71 Blackbird, que chega a três vezes a velocidade do som (cerca de 3 500 quilômetros horários), estava em missão durante esses dias.

No começo de 1992, várias testemunhas em Nevada e na Califórnia afirmaram ter ouvido ruídos extremamente fortes, e às vezes pulsantes, causados por aeronaves não identificadas. Desde então, depoimentos semelhantes foram se acumulando, sempre em áreas desérticas ou pouco povoadas. Várias fotografias de estranhos rastros de condensação foram publicadas: largos fios de vapor branco salpicados em intervalos regulares por bolas de fumaça.

A proximidade das visões com bases secretas da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e vários outros indícios fizeram surgir rumores da suposta existência de um novo avião secreto: um aparelho capaz de voar a velocidades entre Mach 6 e 8 ou seja, seis a oito vezes a velocidade do som, entre 6 400 e 8 500 quilômetros por hora e a altitudes que superam 30 ou 40 quilômetros. Seria este o até então secreto Aurora, que o jornal americano The New York Times revelou em 1988?



A verdade não se conhece, mesmo que hoje se saiba mais do misterioso Aurora do que em 1985, época em que foi identificado o caça invisível F-19, um dos aviões stealth (indetectável pelo radar). Este também era um grande segredo da USAF e, como o Aurora hoje, despertou muita especulação. A Força Aérea fez de tudo para que os segredos do F-19 não fossem descobertos e, contra toda a lógica, o caça invisível levou o nome de F-117A uma sigla completamente fora da seqüência dos outros aviões militares americanos. Suas linhas demonstraram como estavam equivocados os especialistas ao intuir qual se-ria o aspecto exterior de um avião indetectável pelo radar. Nada de traços suaves e arredondados, como se apostava: o F-117A é a mais angulosa das aeronaves conhecidas.

Como nessa ocasião, também agora se especula sobre as linhas e as qualidades do misterioso Aurora. Sua sigla deveria ser SR-72, já que desbancou o SR-71 Blackbird, embora a Força Aérea nunca tenha admitido ter construído um sucessor para o espião aposentado em fevereiro de 1990. Alegou-se então que o avião espião era desnecessário, pois seu trabalho de reconhecimento de terreno ou inspeção de instalações nucleares em países como Iraque, Índia e Coréia do Sul passava a ser feito por satélites. Uma conversa difícil de acreditar, já que, como espião, o satélite tem um defeito grave: todos os vigiados sabem exatamente onde e a que horas eles passam sobre seu território. Se o Blackbird saiu de cena, provavelmente foi porque atrás dele vinha um avião muito melhor.


Dada a velocidade a que o Aurora deve se deslocar, tudo o que se pode afirmar quanto às linhas externas é que são muito refinadas aerodinamicamente. Talvez ele possua um desenho de asa em delta muito pronunciada e boa integração entre as partes ou seja, com a menor diferença possível entre as distintas formas de fuselagem, cabine, asas, superfície de controle (como flaps e leme) e motor. Este último parece o lado da história mais fácil de adivinhar: é, quase certamente, um ou vários estatopulsorreatores.

Essencialmente, esse motor nada mais é do que um tubo aberto nas extremidades, dentro do qual se injeta um combustível que é queimado imediatamente, cujos gases resultantes são ejetados pela extremidade traseira. O ar para a combustão penetra pela dianteira, e para comprimir a mistura aproveita-se a pressão dinâmica do próprio ar, absorvido pelo avanço do motor enquanto o avião se desloca.

É óbvio que um sistema propulsor desses necessita, para funcionar, encontrar-se previamente em movimento. Os estatorreatores, eficientes em altas atmosferas, não funcionam a velocidade zero, conta o engenheiro Maurício Pazini Brandão, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Todas as aeronaves impulsionadas por esses motores ou são lançadas de outras já em vôo ou dispõem de outros meios de decolagem. Geralmente utilizam fo-guetes aceleradores conhecidos como boosters. Quando colocam a aeronave na altitude adequada, os boosters se desprendem ou são expulsos, eliminando-se assim um peso morto.

Porém, pelos curiosos rastros de condensação que o suposto Aurora deixa atrás de si, é possível que o avião secreto disponha de um motor especial um pulsorreator. Motores de reação muito parecidos com os estatorreatores, os pulsorreatores foram utilizados pelos alemães nas famosas bombas V-1 da Segunda Guerra Mundial. Consistem, em princípio, em um tubo em cuja parte dianteira se encontra uma câmara de combustão. Quando o ar penetra pela abertura dianteira, ela se fecha ciclicamente para permitir a queima da mistura de ar e combustível, obrigando os gases a sair pela extremidade traseira. Do abre e fecha vêm o nome e o característico som intermitente que fez os britânicos chamarem as V-1 de buzz-bomb, ou bomba zumbidora. O motor da bomba voadora alemã funcionava com gasolina, e o sistema que fechava a tubeira de admissão era uma persiana metálica. A principal vantagem do pulsorreator é que não precisa estar em movimento para arrancar, já que basta fechar a admissão e iniciar a detonação para conseguir um primeiro empuxo.


Esse tipo de propulsor se caracteriza por receber o ar necessário para a combustão por um diafragma. Imediatamente depois da admissão, injeta-se o combustível, provavelmente metano ou hidrogênio líquido, e se detona a chama. A onda de choque ricocheteia na parede dianteira e expulsa em direção ao exterior uma parte da mistura de gases. A maioria é expelida para trás, pela saída de escape, proporcionando o empuxo e empurrando a aeronave para a frente. A pequena porção de gases que sai pelo diafragma forma as bolas de fumaça visíveis no rastro de condensação.

Assim, consegue-se uma espécie de combustão intermitente ou pulsátil. Além disso, não é necessário reduzir a velocidade de entrada do ar no motor, o que nos estatorreatores é capaz de apagar a chama da combustão. A taxa de compressão da mistura aumenta progressivamente com a velocidade do avião, conseguindo-se desta forma uma considerável aceleração. No entanto, continua a necessidade de iniciar o movimento da aeronave por outros meios, até se conseguir a velocidade imprescindível para que o sistema pulsorrreator funcione.

Uma das alternativas é deixar o diafragma fechado durante a fase de decolagem e aceleração em ascensão. Assim, o motor não funcionaria como um pulsorreator, mas como um propulsor semelhante ao dos foguetes, utilizando inclusive oxigênio líquido como combustível. Mas também é possível que o Aurora empregue outros sistemas, como boosters semelhantes aos dos mísseis movidos por estatorreatores. Ou que seja uma aeronave composta, similar às dos projetos europeus Sän--ger e Hotol. O primeiro, de origem alemã, será um veículo duplo: o infe-rior, dotado de turborreatores e o su-perior, a verdadeira aeronave espa-cial, com motores de foguete.

O Hotol (Horizontal Take-Off and Landing, ou decolagem e aterrissagem horizontais) é outro projeto de veículo transatmosférico, de concepção britânica. Ele deverá ser capaz de decolar com turborreatores e, uma vez alcançada grande altitude, acionar seus motores foguetes para comportar-se como um verdadeiro veículo espacial e transportar 60 passageiros de Londres, na Inglaterra, a Sydney, na Austrália, em pouco mais de uma hora. Proeza semelhante fará o National AeroSpace Plane (Nasp), o futuro avião civil hipersônico americano. Para este plano, a empresa americana Rockwell apresentou há alguns anos um sistema de trolley.

O trolley é, neste caso, uma asa voadora dotada de motores a reação que se desprendem assim que o conjunto chega a altitude e velocidade adequadas. O Nasp é atualmente o maior foco de pesquisas da Força Aérea americana. O objetivo é chegar a um avião capaz de decolar de pistas comuns e entrar em órbita, afirma o engenheiro Maurício Brandão. Mas, para isso, ele teria de atingir a fantástica velocidade de Mach 20, ou mais de 21 000 km/h.

Esse ambicioso projeto anunciado pelo presidente Reagan em 1986 como o novo Expresso do Oriente, será capaz de decolar do Aeroporto Dulles, em Washington, acelerar até 25 vezes a velocidade do som, alcançando uma órbita terrestre baixa, ou voar a Tóquio em duas horas. Segundo suas palavras, ele poderia se converter em um avião militar. Mas também pode ser usado como transporte espacial mais econômico e versátil que o Space Shuttle atual ou como um trans-porte hipersônico de passageiros por todo o planeta.


Fábrica de velocidade

O avião hipersônico Aurora poderia ser equipado com um pulsorreator. Este motor consiste num tubo com uma câmara de combustão na qual o ar entra e sai alternadamente para misturar-se ao combustível. Quando a câmara se fecha, os gases escapam pela parte traseira, proporcionando à nave um grande empuxo.

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