Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG


OPERAÇÃO “ANACONDA”, comandada por policiais militares brasileiros, destroi mais de 12.000 PÉS de maconha no Haiti

Fonte: Blog Policiais Brasileiros em Missões de Paz

Operação planejada e comandada pelos 3 Oficiais PM Brasileiros, atualmente servindo na MINUSTAH-HAITI, CAP PMPA Fabricio Bassalo, CAP PMAM Algenor Filho e 1º TEN PMDF Davis Heberton, conseguiu aplicar um duro golpe no trafico internacional de entorpecentes. A operação denominada “Anaconda”, ocorreu em GRAND DESALINE, regiao de Saint Marc area litoranea/rural do Haiti, a qual, identificou e destruiu mais de doze mil pés de maconha prontos para a colheita, bem como 150 kilos da droga pronta para comercialização e consumo no mercado internacional.

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A Operação teve o Comando e planejamento de informações realizados pelo Cap PMAM Algenor filho, o qual contou com o apoio técnico (INTELIGÊNCIA) de um agente do departamento anti-drogas dos EUA (DEA). Após a fase inicial, o Cap Fabricio Bassalo planejou o emprego das tropas de FPU (Formed Police Unit) no terreno; e o Ten PMDF Heberton, atuou no emprego conjunto dos times de SWAT (HNPSWAT e JORDAN SWAT). Contando com um efetivo total de 130 Policiais da MINUSTAH e PNH (POLICE NATIONAL D’HAITI), a operação deu um “prejuizo” de 1,8 milhoes de dolares aos traficantes segundo calculos do DEA, uma vez que o destino da droga era abastecer o mercado americano onde a droga tem um alto custo.

Nenhum suspeito foi preso, pois fontes deram conta que os traficantes receberam uma contra informação sobre a operação, dando tempo apenas para que eles não estivessem mais no local após início da operação. A 2ª fase da operação será a de efetuar a prisão da quadrilha, quase todos já identificados como Haitianos de cidadania Norte America, com livre trânsito para os EUA. (agosto/2009)

Radar do PAK-FA é revelado

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Foto:Vladmir Karnozov - Radar do PAK FA

Radar do PAK-FA é revelado

Caça de 5ª geração russo deve ser revelado em breve

Por Airway

Ainda não foi desta vez que o Sukhoi PAK-FA, o primeiro caça russo de 5ª geração, acabou revelado. Mas, ao menos, um dos seus componentes surgiu. É a antena de radar do avião, batizada de AESA, que significa algo como radar de ativo de escaneamento eletrônico.

Também chamado de T-50, o novo caça vive uma fase de desmentidos. Depois de prometer mostrá-lo este ano, a Sukhoi voltou atrás. Agora, durante a MAKS 2009, voltou-se a falar na sua apresentação em 2009. Inclusive, Vladmir Putin, o 1º ministro do país, já teria visto o aparelho.

Segundo se comenta, o PAK-FA é semelhante ao F-22 Raptor nas formas. Serão construídos cinco protótipos que devem completar a fase de testes até 2012 - a entrada em operação é prevista para 2015.


K-8 Karakorum from Zambia Air Force

Bolívia quer importar aviões de combate de Brasil ou China

Fonte: AFP

A Bolívia fixou a meta de adquirir seis aviões de combate importados de Brasil ou China, informou o ministro da Defesa Walker San Miguel, depois que os Estados Unidos não autorizaram que a República Tcheca fornecesse aeronaves ao país.

"Podem ser os (aviões) chineses ou podem ser os Super Tucano do Brasil. Um dos dois pode ser", afirmou o ministro, citado nesta segunda-feira pelo jornal La Razón, sem dar maiores detalhes sobre as negociações.


O governo de Evo Morales quer que a Bolívia tenha seus primeiros aviões de combate, e desde o ano passado tenta comprar da República Tcheca seis aeronaves de guerra L-159 ALCA, fabricadas com componentes americanos, por 58 milhões de dólares.

No entanto, o próprio presidente boliviano revelou em agosto passado que os Estados Unidos haviam proibido a República Tcheca de vender os aviões para a Bolívia, sem indicar as causas do veto.

A Bolívia também negocia a aquisição de 100 milhões de dólares em armas e equipamento militar da Rússia, que pode vender aos bolivianos um avião Antonov para o uso oficial de Evo Morales, que não possui uma aeronave própria para viajar para fora do país.

Treinador Avançado Chinês Hongdu L-15 Falcon
NOTA: Além do K-8 Karakorum o Treinador Chines L-15 deve ser objeto de análises pelos bolivianos, é importante observar o seguinte: Conhecidência ou não um dos primeiros países interessados nos L-159 foi a Venezuela em 1998 (que financiava a compra pela Bolívia). A compra não se operacionalizou uma vez que os EUA não autorizaram a exportação em razão do motor e da aviônica.


Os Chineses chegaram a oferecer ao custo de 9 milhões de dólares os F-7M Airguard com aviônica básica e HUD do F-16, mas a oferta foi descartada. Interesante que proposta "similar" foi feita pela China em 1987 a Força Aérea Brasileira (veja AQUI)


Conforme vinhamos acompanhando a Guatemala acordou com o governo Brasileiro a compra de seis "Super Tucanos"
Acima a Aeronave nas cores da Força Aérea da Republica Dominicana


Bolívia estuda comprar 6 caças do Brasil ou da China


Fonte: Agência Estado - Via: JC online

O governo do presidente da Bolívia, Evo Morales, analisa a compra de seis aviões de combate que poderiam ser da China ou do Brasil, informou o ministro da Defesa, Walker San Miguel, cujas declarações foram publicadas no jornal "La Razón". "Podem ser os chineses ou podem ser os Super Tucano do Brasil", avaliou. Segundo ele, o país também comprará armas russas para substituir peças obsoletas do arsenal boliviano.

O Super Tucano é uma aeronave para ataques ligeiros, ataques contra insurgentes e treinamento de piloto. O modelo é usado principalmente pela Força Aérea Brasileira e pela colombiana. Sobre as armas, San Miguel disse que serão "convencionais, são reposição de armas convencionais, por exemplo fuzis que todos os militares usam".

O reequipamento de armas estava previsto em um crédito de US$ 100 milhões concedido pelo governo russo, dos quais US$ 30 milhões serão para a compra de um avião presidencial Antonov.

San Miguel explicou que o Brasil também ofereceu três modelos de avião presidencial de primeira classe. Além disso, propuseram financiar a aeronave pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), afirmou ele. A proposta russa, porém incluía uma central de manutenção dos aviões Antonov na Bolívia.

O presidente boliviano, Evo Morales, afirmou no dia 7 que a compra se aviões será da China ou da Rússia, caso os EUA não autorizem a venda para a Bolívia de seis aeronaves de fabricação checa, com tecnologia norte-americana. A Bolívia anunciou em março a compra das aeronaves checas por US$ 57,8 milhões, mas ainda não há uma resposta dos EUA. O ministro ressaltou que a Bolívia "é um Estado pacifista".

Parte do leme de direção do Airbus encontrada no oceano pela FAB e pela Marinha
(Foto: Divulgação/Força Aérea Brasileira)

Buscas pelas caixas-pretas do avião da Air France continuarão

Da EFE - G1

As buscas pelas caixas-pretas do avião da Air France que se acidentou em 1º de junho, quando fazia o trajeto entre Rio de Janeiro e Paris, com 228 pessoas a bordo, continuará durante este semestre.

Essa informação foi dada hoje à imprensa pelo diretor do Escritório de Investigações e Análise (BEA, em francês), Paul-Lois Arslanian, que disse que, primeiro, será definido "onde buscar prioritariamente e como otimizar as buscas", e para isso se tentará obter a ajuda de outros países para uma "dimensão internacional".

"Por enquanto, não podemos explicar o acidente", já que a informação registrada pelas caixas-pretas é essencial para esclarecer as causas, acrescentou Arslanian, em discurso na associação de jornalistas aeronáuticos.

Retomar a busca poderia ter um custo de "mais de 10 milhões de euros" e chegar, inclusive, a "várias dezenas de milhões de euros", acrescentou o responsável da BEA, quantia que poderia ser, em parte, oferecida pelo construtor aeronáutico europeu Airbus, fabricante do avião acidentado.

O presidente da Airbus, Thomas Enders, declarou, em entrevista publicada no mês de julho no jornal "La Tribune", que o construtor aeronáutico estaria disposto a contribuir para a extensão dos trabalhos de busca, "oferecendo uma contribuição importante" na terceira fase, a atual.

O jornal fixava essa quantia entre 12 milhões e 20 milhões de euros (entre US$ 17 milhões e US$ 28 milhões) para um período de três meses.

No entanto, em 20 de agosto e após ter dado por concluída a busca acústica pelas caixas-pretas, a BEA afirmou que os equipamentos não seriam mais procurados.

Anunciou então que reuniria "uma equipe internacional de investigadores e de especialistas para analisar os dados recolhidos" até o momento.

Os investigadores tentavam localizar os aparelhos, do tamanho de uma caixa de sapatos, em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados e mais de 3 mil metros de profundidade, cujo relevo submarino é bastante acidentado.

Os trabalhos se concentraram em uma zona de raio de 75 quilômetros, com eixo no ponto em que o avião enviou sua última mensagem de posicionamento, e terminaram em 20 de agosto.

Especial:Plano de Reequipamento da Marinha - PRM
O “império” contra ataca



Obviamente trata-se de uma brincadeira, mas o título serve para ilustrar a disposição dos EUA em atrair novamente as atenções do Brasil referentemente as cooperações militares.

As Razões? algo que o Plano Brasil vem defendendo ao longo dos tempos, o crescimento e importância do Brasil estão despertando interesses em várias nações em atrair o gigante Sul Americano para o seu eixo, situação que será ainda mais acentuada a medida que o Brasil se mostrar forte e consistente sem duas caras e sem dubiedade nas relações internacionais.

Uma matéria publicada no Poder Naval o qual recomendo a leitura (clique para ler matéria completa) afirma que o governo dos EUA está interessado em oferecer ao Brasil um pacote extenso de produtos militares, que inclue sistemas de armas que não estão disponíveis nem mesmo para os seus aliados estratégicos, como é o caso dos LHA da Classe América o qual o primeiro encontra-se em construção para a Marinha dos EUA e que muito provavelmente não terá como destino nenhuma outra nação estrangeira.

Chama a atenção o fato de que esta provável proposta inclua a “fina flor” do arsenal militar Americano como pode ser visto no trecho extraido do texto original do site blog Poder Naval como segue…

…Ao tomar conhecimento da proposta francesa para os futuros NPaOc (Classe Gowind), escoltas de 6.000 toneladas (FREMM), navio de propósitos múltiplos (Classe Mistral), e até mesmo um navio-aeródromo, similar ao navio-aeródromo Charles de Gaulle com deslocamento de cerca de 40.000 toneladas, os Estados Unidos resolveram oferecer seus principais equipamentos.

Além da proposta de venda de meios novos, já citadas no BlogNaval, os norte-americanos informaram estar dispostos a transferir para a Marinha do Brasil navios atualmente em uso na US Navy.

O referido “pacote” de meios, tal qual aquele oferecido no início da década, engloba diversas classes de navios.

Segundo autoridades navais norte-americanas, eles estariam dispostos a oferecer dois LSD da classe Whidbey Island (17.000t).

Um LHA da classe América (42.000t), atualmente em construção para a US Navy.

Um navio de apoio logístico (a ser definido), e, de forma surpreendente, solicitar ao Congresso dos Estados Unidos, a transferência para a MB de até quatro contratorpedeiros da classe Arleigh Burke.

A notícia é boa e mostra que as possibilidades estão se abrindo para o nosso país, entretanto as responsabilidades serão cobradas a altura, bem como o será para as oportunidades perdidas.

O Brasil como um todo precisa se convencer de que não há outra alternativa para um futuro melhor senão, pelo empenho e trabalho em prol do seu desenvolvimento. Isto exigirá sacrifícios e responsabilidades.

A oferta destes sistemas de armas não é vã, elas estão amparadas por uma cobrança maior de responsabilidades as quais o país terá que se decidir e concientizar,pois em causa estará a sua sobrevivência e a de muitas outras nações.

Ao memso tempo, esta oferta se constitui em uma oportunidade ínfima diante do que pode surgir no futuro caso o país assuma a sua posição como player regional e global, o envolvimento do Brasil no teatro internacional é algo que muitas nações acompanham de perto, haja vista a proposta francesa para um amplo plano estratégico entre as duaas nações.

Isto não pode passar desapercebido uma vez que tem sido notíciado ganahos inéditos nas parcerias tecnológicas e científicas aplicadas a indústria de defesa mas que certamente terão um impacto significativvo no desenvolvimento do país.

Os Brasileiros que estejam convictos disso, é jogar para ganhar, e não tão somente pela diversão…

Leia mais sobre o PRM nas matérias do Plano Brasil

PRM I

PRM II

Gowind


Lançadores de mísseis, carros e tanques ficaram no Parque Ana Lídia até ontem

Pedro Wolff - Jornal de Brasília - Via Noticias Militares

Terminou ontem com a apresentação da banda oficial a exposição que o Exército Brasileiro montou desde sexta-feira no Parque da Cidade, em comemoração à semana da pátria. Na exposição, cada quartel de Brasília e Formosa (GO) apresentaram suas atribuições e aproximou-se do público com explicações sobre os equipamentos de defesa da soberania nacional.

No estande do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG), os chamados Dragões da Independência são responsáveis pela segurança dos palácios presidenciais, do presidente da República e chefes de Estado em visita ao País. O tenente Renato Lisboa Santucci do 1º RCG, um dos curadores da mostra, contou ao público a história secular de seu regimento, que faz parte da história do País.

"O regimento foi criado no dia 13 de maio 1808 e tinha o nome de Dragões Reais das Minas. Ele servia o Imperador Dom Pedro I", explicou. Os dragões faziam a guarda da estrada imperial. Renato Santucci fez alusão à farda histórica que ainda é usada. "Foi um presente da então Rainha da Inglaterra quando se casou com Dom Pedro I", contou.

TRADIÇÃO SECULAR

O fardamento utilizado pelo regimento ainda hoje segue os padrões do século XVIII. "Nessa época havia duas cavalarias. A ligeira responsável pelo combate propriamente dito e os Dragões, com guardas vindos de Lisboa, capital do Brasil colônia na época", acrescentou Santucci.

Santucci conta que o público estava muito interessado em saber o que significa as quatro cores dos penachos dos capacetes dos Dragões. "O capacete com penachos branco só é utilizado pelo comandante da unidade. O penacho amarelo simboliza os oficiais. Os de cor vermelha são utilizados pelos praças (sargento, cabo e soldado) e o verde para a banda de músicas", relatou.

Uma curiosidade é o porquê do rabo-de-cavalo no capacete. "Na época usava-se espada; o rabo de cavalo servia para proteger a nuca do soldado do fio da lâmina", explicou.

Os militares passaram boa parte do dia explicando ao público como funcionam as máquinas e armas no caso de uma guerra. Os caminhões lançadores de foguete, pertencentes ao 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes de Formosa (GLMF), apresentou os quatro tipos de mísseis do Exército brasileiro.

Também havia veículos meteorológicos, com a função de passar as condições do tempo para a viatura Controladora de Fogo. Com o aval desta, a viatura Lançadora Múltipla lança seu míssil para um alvo em terra. A viatura controladora de fogo ainda monitora a trajetória do míssil com seu radar. Com alcance entre 10 km a 80 km.

BLINDADOS E LANÇA-MÍSSIL

Com sua função de defender a soberania nacional e apresentar todos os equipamentos utilizados em uma guerra, o publico que visitou a exposição e a considerou divertida e interessante. Crianças corriam de um lado para o outro por meio de canhões de artilharia antiaérea e terrestre, subiam nos taques-de-guerra e se deslumbravam com os lança- mísseis, granadas e kits de sobrevivência na selva.

"Estou achando a exposição 10, excelente", disse a funcionária pública Lucileide Costa, 40 anos, moradora do Cruzeiro. Ela conta que viu ontem os blindados dentro do Parque pelo Eixo Monumental e resolveu trazer sua sobrinha para se divertirem. Sua sobrinha Gabriela Costa Ribeiro, 10 anos, comemorou a visita porque foi a primeira vez que andou a cavalo.

"Muito bom, meu filho passou por todos os carros e canhões. Foi bom para sabermos como funciona o nosso Exército", comemorou Aline Andaluza Batista, servidora de 33 anos, moradora do Park Way.

SAIBA +

A chamada guerra eletrônica é feita por três frentes: interferência, interceptação e comunicação de dados via rádio.

O Obuseiro L 118 irá substituir os canhões antiaéreos. Ele lança um míssil a 19 km com detector de calor das aeronaves. Antes do disparo, é resfriado com nitrogênio líquido.

MiG-21 da Força Aérea do Iraque (notar a camuflagem de deserto)
com marcas da
Força Aérea Sérvia (Ex-Iugoslávia).
Pelo menos 3 foram usados na Guerra Civil que dividiu a
Iugoslávia.

MiGs "estocados" na Sérvia para a Força Aérea do Iraque

By Vinna com informações do New York Times - Fotos do Forum Air Serbia - Forum Key Publishing

O Ministério da Defesa do Iraque revelou neste domingo localizou pelo menos 19 caças dos modelos MiG-21 e MiG-23 que se encontravam armazenados na Sérvia onde tinham sido enviados para revisão em 1989. Bem antes da invasão do Kuwait quando foi determinado o embargo econômico e de armas contra o país.

Assim uma delegação técnica do Iraque, liderada pelo chefe da força aérea, general Anwar Mohammed Amin, foi enviada a Sérvia para negociar o retorno ao país das aeronaves. O Governo Sérvio que este ano já exportou 100 milhões em armas ao Iraque e no ano passado pelo menos 235 milhões dólares, prometeu devolver imediatamente para uso pelo menos dois MiGs. Posteriormente as demais devem ser devolvidas ao ritmo a proporção que forem revisadas na base aérea de Rush.

MiG-23 Iraquiano (observar as marcas em árabe) sendo examinado pelos Sérvios abaixo a mesma aeronave com marcas da Força Aérea Sérvia (Ex-iugoslavia)

Atualmente a força Aérea do Iraque (que já foi uma das maiores do mundo com 750 aviões) conta com apenas 87 aeronaves, principalmente de transporte e aviões de reconhecimento e helicópteros, e somente uma aeronave de ataque ao solo. Não tem caças. Recentemente o país adquiriu um lote de aeronaves de treinamento T-6 Texan II. A Força Aérea do Iraque já anunciou a intenção de adquirir o F-16 mas até agora o Governo Americano não autorizou o fornecimento de caças de Alto desempenho.

Mosul, Iraq. Mig-21bis iraqui con numeral "21240". Fotografiado en Abril de 2.004 al poco de ser descubierto. Afortunadamente aún no ha sido cubierto de graffitis, lo que nos permite apreciar su camuflaje original, a pesar del polvo y la arena. Está en aparente bastante buen estado. No se ha partido. Simplemente se ha intentado separar la parte trasera del fuselaje por la junta, maniobra normal cuando se queria acceder al motor para repararlo. (texto hangar TJ)

A opção de re-incorporar aeronaves MiG que estavam na Sérvia deverá então restituir a capacidade da aviação de caça do Iraque bem antes deste do pais comprar uma aeronave americana. Há uma importância muito grande para o Iraque conseguir restituir a capacidade mesmo que limitada de sua aviação de caça, já que a saída dos contingentes americanos em 2010 deixará a cargo dos próprios Iraquianos a defesa do país, o que não ocorreria na questão da Força Aérea.

Mais Fotos de outro MiG-23 do Iraque enviado a sérvia em 1989 para revisão (observar camuflagem de deserto e marcas Iraquianas cobertas).


Vale salientar ainda que as autoridades iraquianas localizaram outros ativos do país estocados em países como Egito, Rússia, França e Itália. Foram descobertas duas embarcações patrulha pertencentes ao Iraque, no Egito e outras duas na Itália. Foram descobertos ainda outros materiais na França (
Nota: há informações que alguns Mirage F-1 foram retidos na França e depois repassados a Espanha) e na Rússia, afirmou o Sr. Askari, porta-voz do Ministério da Defesa.



Avião fazia acrobacias no momento do acidente. Os dois pilotos morreram. As autoridades acreditam que a queda foi causada por pássaros que teriam entrado nos motores. Os dois pilotos não conseguiram se ejetar, e morreram na queda.

Avião militar cai na Polônia durante show aéreo

Dois tripulantes do avião morreram, diz polícia.
Aeronave de Bielorrússia participava de acrobacias aéreas.

Do G1, com informações da Reuters

Um caça SU-27 da Força Aérea bielorussa caiu neste domingo (30) durante uma apresentação acrobática na Polônia, matando os dois pilotos, informou a polícia.

"Os dois pilotos não conseguiram se ejetar, e morreram na queda. Mas não houve outras perdas", disse a porta-voz da polícia Agnieszka Humeluz em Radom, cidade cerca de 100 quilômetros ao sul de Varsóvia.

“O SU-27 caiu minutos após começar sua série de acrobacias, longe da área onde estavam os espectadores”, diz à Reuters Laszek Kopec, testemunha do acidente.

Nuvens de fumaça preta podiam ser vistas no lugar onde aconteceu o acidente. A televisão polonesa mostrava o grande e pesado avião fazendo três acrobacias e perdendo altitude, como se fosse pousar. Ele então sumiu do campo de visão, atrás de uma linha de árvores, e explodiu.

Jobim vai à guerra

Fonte: Hugo Marques / Claudio Dantas Sequeira (IstoÉ)
Fotos: Roberto Castro (Ag.IstoÉ) - Via: Aviation News


O ministro da Defesa reduz cargos, autonomia e poder político de militares e compra briga com o alto comando.

AVANTE - Jobim diante das resistências: “Não tenho problema de enfrentamento”

Ao anunciar a nova estrutura das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou guerra à caserna. Além de subordinar ainda mais os militares ao poder civil, o projeto prevê a redução de postos de comando, transfere o controle sobre as compras de materiais das três Forças e alija os militares de todas as decisões políticas. Se custaram a digerir a criação do próprio Ministério da Defesa há dez anos, os oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Marinha agora terão de engolir uma pílula ainda mais amarga. Na opinião de generais ouvidos por ISTOÉ, o abalo maior atingirá o Exército. Um deles, com posto de chefia no comando do Exército, afirma que as mudanças impostas por Jobim serão funestas para os quartéis. “O foco dessa reorganização é a retirada de poder das Forças Armadas. Militar vai virar enfeite”, revolta-se.

SEM FORÇA - Saito, Peri e o almirante Julio Soares não puderam reagir às mudanças

Uma das medidas que tiram o sono dos militares é a criação da Secretaria de Compras do Ministério da Defesa, que vai acabar de vez com a independência das três Forças de adquirir seus respectivos materiais. O principal argumento de Jobim é que a unificação permitirá ganho de escala.

Mas, para os generais, cada Força tem suas necessidades específicas. Outro projeto que assusta os quartéis é a fusão dos comandos do Exército com os distritos da Marinha e os comandos da Aeronáutica. A fusão das três Forças em “Estados-Maiores Regionais” é encarada como uma pulverização do poder militar, que terá como resultado a redução de cargos de chefia.

A cúpula teme o aparelhamento das Forças Armadas por civis e sindicalistas, como ocorreu em diversas estatais e autarquias controladas pelo PT e o PMDB. No pacote de medidas que o ministro enviará nas próximas semanas ao Congresso estão o projeto de lei para a transferência da sede da Escola Superior de Guerra do Rio para Brasília e outro para a criação de cargos de direção e assessoramento superior na ESG. Trata-se de cargos passíveis de indicação política. Para o presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto de Figueiredo, certos setores exercem função de Estado. “Estão politizando o que não deve ser politizado. A Receita Federal, por exemplo, funcionava bem”, compara.

Na Aeronáutica, a preocupação é com a ideia de Jobim de transformar o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) em órgão civil. Estima-se na Aeronáutica que toda a estrutura de prevenção e investigação de acidentes no País comporte 250 cargos, grande parte DAS 8 e 9, ou seja, os maiores salários, e outros 60 de segundo escalão. Em maio, Jobim disse ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, que a nova política segue orientação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O brigadeiro argumentou que o Cenipa é 100% militar e que não há mão de obra civil para assumir as atividades de investigação de acidentes aéreos. “Será uma transição traumática”, disse Saito. E desabafou com auxiliares: “A batalha está perdida.”

Para os militares, Jobim é pródigo em ideias, mas não resolve o problema crônico das Forças Armadas de falta de recursos. “O orçamento é pequeno e temos 30% contingenciados”, disse à ISTOÉ o comandante do Exército, Enzo Peri. Segundo um general-de-brigada, o Exército não será contemplado com nenhum dos grandes projetos a serem assinados no dia 7 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu colega francês Nicolas Sarkozy. Enquanto a Aeronáutica se prepara para ganhar novos caças e a Marinha, modernos submarinos, o Exército deve se contentar com alguns helicópteros. “Os projetos da Aeronáutica e da Marinha já estavam em andamento há muito tempo”, justifica o general Peri, para apaziguar os seus comandados. Ele ressalta também que há em andamento um projeto de novos blindados.

O ministro já pôs gente de sua total confiança na direção da Agência Nacional de Aviação Civil, na Infraero e nos principais escalões do ministério. E certamente fará o mesmo ao preencher os cargos na nova estrutura das Forças Armadas. Jobim garante que está preparado para a batalha interna.

“Os generais reclamam que queremos reduzir suas autonomias. Isso é verdadeiro, nas atividades que não são exclusivas de militares”, avisou, quando começava a desenhar as novas medidas. “Não tenho problema de enfrentamento”, banca o ministro.

Exército iraniano testa avião teleguiado de fabricação nacional

Fonte: EFE via G1 - Foto: IRNA - Via Aviation News

A aviação iraniana realizou uma "prova bem-sucedida" com um novo modelo de avião teleguiado de fabricação integralmente nacional, disse hoje o comandante-chefe da Forças Armadas do Irã, Hassan Shah Safi.

O tamanho deste novo protótipo, que é projetado para escapar do sinal dos radares, é sete vezes menor que a versão testada em junho durante manobras militares, explicou o general, em entrevista coletiva.

Safi acrescentou que o novo aparelho realizou operações de vigilância no céu de Teerã durante as últimas semanas, e que, até o momento, seu grau de operabilidade é considerado satisfatório.

Está previsto que a produção em série destes aviões não pilotados comece a partir da última semana de setembro, disse.

O Irã sofre um embargo de armas internacional desde os anos 80, o que não lhe impediu, no entanto, de desenvolver uma indústria militar própria.

Desde 1992, o país gasta bilhões de dólares para desenvolver todo tipo de armamento, de carros de combate a navios de guerra, aviões, helicópteros e mísseis de médio e longo alcance.

FAB finaliza Torneio da Aviação de Reconhecimento em Fortaleza

Postado por Alina Stewart domingo, agosto 30, 2009 0 comentários

Força Aérea Brasileira realiza Torneio de Avição de Reconhecimento


A Força Aérea Brasileira reuniu entre os dias 24 e 28 de agosto, na Base Aérea de Fortaleza (CE), seus três esquadrões da aviação de reconhecimento para a realização do TAREC 2009, Terceiro Torneio de Reconhecimento - Edição 2009. A competição bienal, toda ela organizada pela III Força Aérea, contou com a presença do 1° Esquadrão do 6° Grupo de Aviação (1°/6°GAv Esquadrão Carcará), do 2° Esquadrão do 6° Grupo de Aviação (2°/6°GAv Esquadrão Guardião) e do 1° Esquadrão do 10° Grupo de Aviação (1°/10°GAv Esquadrão Poker).

As tripulações das três unidades, totalizando um efetivo de 90 militares, disputaram provas operacionais e esportivas. Na competição operacional foram avaliadas todas as fases de missão como: planejamento, navegação, precisão no cumprimento da Hora Sobre o Objetivo (HSO), e o Relatório de Missão de Reconhecimento (REMIR). Além das provas aéreas, os militares disputaram, ainda na parte operacional, uma corrida de orientação, uma prova de Tiro com Arma Portátil e uma prova de percepção de visual de Objetivos, que consistiu na identificação de equipamentos militares de diversos tiipos e origens, apenas pela visualização rápida (em 5 segundos) de uma fotografia. O cronograma esportivo do TAREC contou com provas de Cabo de Guerra, Vôlei e Natação.

O vencedor do torneio foi o 1°/6º G.Av., Esquadrão Carcará. A próxima TAREC acontece em 2011 e, até lá, o troféu da Aviação de Reconhecimento ficará exposto na sede do Esquadrão Carcará, na Base Aérea de Recife.


Embraer R-99

FAB realiza Torneio da Aviação de Reconhecimento em Fortaleza


Fonte: CECOMSAER - FAB

A Base Aérea de Fortaleza (BAFZ) recebe, esta semana, 120 militares que participam do Terceiro Torneio da Aviação de Reconhecimento, o TAREC 2009. Os três Esquadrões de Reconhecimento da Força Aérea Brasileira: O 1° Esquadrão do 6° Grupo de Aviação (1°/6°GAv Esquadrão Carcará), o 2° Esquadrão do 6° Grupo de Aviação (2°/6°GAv Esquadrão Guardião) e o 1° Esquadrão do 10° Grupo de Aviação (1°/10°GAv Esquadrão Poker) disputam o troféu. Cada uma das Unidades trouxe trinta militares para a competição, que tem como objetivo principal aprimorar a capacidade operacional das Unidades de Reconhecimento.

As tripulações estão disputando as provas operacionais e esportivas que compõe o Torneio da Aviação de Reconhecimento (TAREC 2009). Na competição Operacional serão avaliadas todas as fases da missão como: planejamento, navegação, precisão no cumprimento da Hora sobre o Objetivo (HSO), e o Relatório de Missão de Reconhecimento (REMIR).

III Força Aérea (Fae III) é a organização que coordena a TAREC e faz a supervisão para garantir que todos os objetivos do torneio sejam atingidos. “O Torneio é uma oportunidade de aprimoramento conjunto das Unidades Aéreas da Aviação de Reconhecimento”, afirma o Comandante da Fae III, Brigadeiro do Ar Antônio Carlos Egito do Amaral, responsável pelas Aviações de Caça e de Reconhecimento de toda a Força Aérea Brasileira.


Além das provas aéreas os militares disputam ainda na parte operacional, uma corrida de orientação, uma prova de Tiro com Arma Portátil e uma prova de percepção de visual de Objetivos, que consiste na identificação de equipamentos militares de diversos tiipos e origens, apenas pela visualização rápida (em 5 segundos) de uma fotografias. O cronograma esportiva do TAREC contém provas de Cabo de Guerra, Vôlei e Natação.

AMX, learjets e o R-99 quando chegaram ontem a Fortaleza, para participar da competição
(Foto: Tuno Vieira)


Durante a TAREC, a Base Aérea de Fortaleza presta total apoio operacional aos esquadrões participantes, assim como a infra-estrutura necessária para a competição e o suporte aos militares que compõe a organização e arbitragem do Torneio. “É uma honra para a Base Aérea sediar esse tipo de torneio”, afirma o comandante da BAFZ Coronel Manoel Araújo da Silva Júnior.

A última competição foi realizada em Florianópolis, Santa Catarina. Este rodízio na escolha das sedes do TAREC faz com que as tripulações conheçam as características de operação das diferentes regiões do País.


B-25b FAB 40-2310 at Fortaleza AFB (Adjacento Field/Alto da Balança) - 1942

Confira o histórico do evento: (Copiei do Blog do Lauriberto) - Desde tempos imemoriais, os teóricos da Guerra postulam que o êxito nos conflitos é reflexo direto do grau de conhecimento sobre o oponente que os líderes militares possuem. Por esse motivo, o bom comandante deve, sempre, conhecer para obter vantagem; conhecer, para não ser surpreendido. Planejar sem informação é improdutivo; atacar o inimigo sem os dados de inteligência é uma temeridade.

Em 1867, durante a Guerra do Paraguai, o então General Duque de Caxias, empregou frágeis balões de ar quente para avaliar as posições fortificadas e colher valiosas informações sobre os meios de combate e dispositivos táticos do inimigo.

Com essa iniciativa pioneira, surgia uma das mais importantes missões da aviação militar: o Reconhecimento Aéreo. Reconhecimento Aéreo é uma tarefa tipicamente militar, que tem o propósito de obter informações sobre as atividades inimigas e o ambiente operacional, a partir de plataformas aeroespaciais.

O Reconhecimento Aéreo tornou-se uma ferramenta essencial para o Emprego do Poder Aéreo, pois possibilita a produção de conhecimentos, que alimenta o processo decisório em todos os níveis da guerra.

O Reconhecimento Aéreo na FAB nasceu em 1947, com a ativação do 1°/10º Grupo de Aviação de Reconhecimento-Foto e expandiu suas atividades em 1956, com a criação do 6º Grupo de Aviação, constituído pelo 1º/6º Grupo de Aviação, dedicado à Busca e Salvamento, e o 2º/6º Grupo de Aviação, ao Reconhecimento Fotográfico.

Nessa época, aeronaves R-20, RB-25, A/B-26, B-17 e RC-130E contribuíram decisivamente para a implantação da Aviação de Reconhecimento na Força Aérea e ajudaram a escrever parte da história do Brasil, ao contribuir para o levantamento aerofotogramétrico de grande parte do nosso território.

Contudo, foi na década de 1970 que o Reconhecimento Aéreo experimentou um progresso de fundamental importância para a aviação militar brasileira. Foi nessa época que surgiram as aeronaves RT-26 e R-95, adaptações feitas nos projetos Xavante e Bandeirante para atender às necessidades operacionais da missão de Reconhecimento Aéreo. Esses vetores e seus equipamentos proporcionaram enorme conhecimento técnico e permitiram um significativo salto doutrinário, lançando as bases para os anos vindouros.

Equipe prepara o R-99 para mais uma missão de busca eletrônica

O amadurecimento chegou com o RA-1, o R-35 e o R-99, equipados com máquinas fotográficas digitais, sensores eletrônicos e radares imageadores, aliados a avançados sistemas de navegação, que aumentaram a capacidade operacional da Força Aérea Brasileira, não apenas no campo de batalha, mas também na realização de suas atribuições subsidiárias.

O Torneiro da Aviação de Reconhecimento trata-se de uma competição entre as três Unidades Aéreas que realizam esse tipo de missão, dividindo-se em modalidades Aéreas e Desportivas, como: voleibol, corrida de orientação, cabo de guerra, tiro com arma portátil e o cumprimento das missões operacionais de Reconhecimento Aéreo.

A competição tem como objetivo consolidar e aprimorar a doutrina do Reconhecimento Aéreo, avaliar a capacidade das Unidades Aéreas, possibilitar o intercambio de experiências e conhecimentos entre os participantes, estimular e fortalecer o espírito de competição da Aviação de Reconhecimento; fortalecendo suas tradições; premiando as Unidades Aéreas e as Equipagens mais eficientes no emprego e utilização dos sensores aeroembarcados, bem como as equipes de apoio em terra, avaliando o moral, a disciplina e os demais aspectos de comportamento, além do grau de liderança do seu Comando.

Em 2007, o II Torneio da Aviação de Reconhecimento (TAREC) foi conduzido na Região Sul, com o apoio da Base Aérea de Florianópolis, testando, assim, as Unidades Aéreas (UAE) de Reconhecimento subordinadas à III FAE em um cenário compatível com as hipóteses de emprego desse tipo de missão num conflito real.
Visando ao aumento da competitividade, bem como a oportunidade de que todas as UAE conheçam as peculiaridades do emprego em outras Regiões do Brasil, a III Força Aérea concebeu a realização do III TAREC em Fortaleza, com características de relevo e vegetação bastante diferenciada do contexto da última competição na região Sul, contando com o apoio imprescindível do II COMAR e da Base Aérea de Fortaleza.

CHEGADA DAS AERONAVES: 23 /08/2009, a partir das 14h30, no Pátio de Estacionamento da Área Operacional.

ENCERRAMENTO DO III TAREC: solenidade militar alusiva em 28/08/2009, às 9h;
- Local: Pátio do Comando da Base Aérea de Fortaleza. Cerimônia de Encerramento/Premiação da III TAREC, às 10h30, no auditório da Base.


Exército do Equador adquire segundo lote de utilitários Marruá

Veículo desenvolvido pela Agrale é 100% nacional.

Fonte: Defesa Brasil

Segundo lote de Agrale Marruá para o Equador. Foto: Mauro Martins

Segundo lote de Agrale Marruá para o Equador. Foto: Mauro Martins

A Agrale, única fabricante de veículos de capital 100% nacional, fez a entrega, no final de agosto, de um novo lote de 12 unidades do Agrale Marruá para o Exército do Equador. Os veículos, do modelo AM20, serão utilizados pelas forças armadas daquele país. Esta é a segunda aquisição de utilitários da marca que o exército equatoriano realiza em menos de seis meses.

Desenvolvido no Brasil para atender às Forças Armadas nacionais, o Agrale Marruá tem sido vendido para exércitos de outros países, devido à sua versatilidade, robustez e baixo custo operacional. No início deste ano, a Agrale entregou outras 18 unidades do Marruá para o Exército do Equador, do modelo AM10-Rec.

Os Agrale Marruá AM20, vendidos para o Equador, são veículos de transporte de carga ou tropa. Equipados com banco auxiliares que permitem transportar até 8 passageiros na carroceria e 2 ocupantes na cabina. Possuem motorização diesel de 132 cv (Euro II), e PBT de 3.500 kg, com capacidade de carga de 750 kg, mais reboque militar de 750 kg, em qualquer terreno. Os modelos apresentam elevada robustez, velocidade máxima de 128 km/h (com velocidade mínima controlada de 4 km/h), fácil manutenção e autonomia de combustível de 900 km.

A imagem “http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/596/imagens/i98864.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
A TROPA DE ELITE DA AGRALE: o Marruá é comercializado nas versões de patrulha, transporte de tropas e ambulância

Produzido pela montadora na cidade de Caxias do Sul (RS), de acordo com as especificações das Forças Armadas, o Agrale Marruá conta com 100% de componentes nacionais. A Agrale também comercializa os Marruá desenvolvidos para uso civil em serviços severos como na mineração, manutenção de redes elétrica, serviços públicos e reflorestamento, entre outros.

Parceria entre FAB e USAF pesquisa tecnologia que pode revolucionar lançamentos espaciais.

Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv. Foto: FAB

Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv. Foto: FAB

Fonte: FAB - Via Defesa Brasil

A corrida espacial que possibilitou a chegada do homem à lua, em 1969, foi um dos acontecimentos mais empolgantes do século XX. Ainda que o momento fosse marcado pela Guerra Fria e o medo de um conflito direto entre a União Soviética e os Estados Unidos, a população mundial acompanhou a exploração do espaço como uma saga épica. Hoje, em São José dos Campos (SP), a saga tem continuidade.

No projeto desenvolvido em parceria com o Laboratório da Força Aérea Americana (Air Force Research Laboratory), o Comandante Marco Antônio Sala Minucci [Coronel Engenheiro, diretor], do Instituto de Estudos Avançados do Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (IEAv - CTA), coordena a pesquisa de propulsão a laser. Se o desafio, na década de 50, era mandar o homem para o espaço, hoje, é fazê-lo com maior custo benefício e sem agredir o meio ambiente.

A ideia parece saída de um filme de ficção-científica: aeronaves e foguetes se deslocando no espaço através de um feixe de luz de alta energia. Na prática, vai funcionar do seguinte modo: uma base terrestre projeta a radiação laser na traseira do veículo – que, por sua vez, recebe, da parte dianteira, ar aquecido. Ao entrar em contato com o laser, as moléculas do ar aquecido explodem, empurrando o veículo para frente. Nada de galões de combustível – a fonte de energia é o próprio ar e a eletromagnética.

De acordo com Minucci, atualmente, o peso da carga útil das naves (como satélites a serem colocados em órbita) só pode chegar a 5% da capacidade do foguete. Isso acontece porque o veículo precisa transportar, também, o combustível e o oxidante necessários para o voo. Com a nova tecnologia, estima-se que a nave poderá destinar 50% da sua capacidade ao transporte de carga. “Essa é a grande vantagem. Enquanto o veículo estiver se movimentando na atmosfera, a energia virá da terra. Operações aeroespaciais serão otimizadas”, diz o comandante.

Abolir o uso dos combustíveis fósseis não vai só ajudar a combater o aquecimento global. A viagem será barateada em 100 vezes e vai tornar o espaço mais acessível. Colocar satélites de até 50kg em órbita, por exemplo, passa a ser mais viável. “É um adeus à poluição, ao risco de explosão e a toda aquela parafernália que existe no lançamento de um foguete convencional”, completa Minucci.

Experimentos

Para realizar os ensaios, o Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica Prof. Henry T. Nagamatsu, do IEAv, conta com o túnel de vento hipersônico T3. Ele simula as condições de voo a serem encontradas pelo veículo na atmosfera – condições essas que permitem um deslocamento seis vezes mais rápido do que a velocidade do som. O túnel é o único da América do Sul e foi construído em solo brasileiro. Por enquanto, os cientistas realizam experiências com o modelo do veículo parado, e se concentram na focalização do laser na traseira da máquina.

De acordo com o comandante, os testes no túnel devem durar, pelo menos, mais cinco anos. Depois, será desenvolvido um protótipo para testes e ensaios de voo. Conferir um lançamento propriamente dito só será possível entre 2020 e 2025. Com seres humanos a bordo, somente quando se tiver certeza de que a tecnologia é realmente segura.

Parceria

Simultaneamente, outros experimentos são realizados nos Estados Unidos, no Rensselaer Polytechnic Institute (RPI), em Troy, Nova Iorque. A universidade é a mais antiga dos Estados Unidos no campo das pesquisas tecnológicas.

Quem está à frente do programa é o professor Leik Myrabo, o primeiro, no mundo, a fazer voar um veículo utilizando a propulsão a laser. Em 1997, durante experiência em um deserto da Califórnia, Myrabo fez um objeto de 60g subir aproximadamente 100m. Formado em Engenharia Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Minucci fazia o pósdoutorado na RPI, em 1997, quando soube do experimento de Myrabo. Vendo que o conceito era viável, convocou o amigo Paulo Toro e, em 1999, se concentraram nos estudos sobre propulsão a laser no IEAv. “Já tínhamos todos os componentes necessários para fazer ensaios no Instituto, como o túnel de vento hipersônico, o laser e uma divisão voltada para esta área”, lembra Minucci. Em 2000, após uma série de experiências bem sucedidas, a dupla foi contatada pelo laboratório da Força Aérea Americana, que propôs um programa de colaboração, chamado “International Beamed Propulsion Research Collaboration”.

A partir de 2007, a aquisição de lasers de alta potência (fornecidos pelo laboratório americano) e a aprovação do projeto pela FINEP permitiram um avanço nas pesquisas. Em 2008, os cientistas conseguiram guiar um feixe de laser com segurança para o interior do túnel T3 e focá-lo em um objeto, que foi destruído. A potência do laser era de, aproximadamente, 1 gigawatt – o equivalente a 10 milhões de lâmpadas incandescentes. Hoje, são oito pessoas trabalhando no programa do IEAv. Além de trocar e-mails e telefonemas, a equipe recebe visitas periódicas dos pesquisadores americanos.

Origem

A ideia de se usar laser em operações espaciais surgiu nos Estados Unidos, em 1983, durante a Guerra Fria. Em 27 de março, o então presidente Ronald Reagan lançou o Programa de Defesa Estratégica no Espaço (Strategy Defense Initiative), conhecido popularmente como “Programa Guerra nas Estrelas”. Como no filme de George Lucas, de 1977, os EUA tinham como objetivo travar uma batalha contra o inimigo no espaço sideral, com lasers em punho, como cavaleiros jedis. Seria instalado um cinturão de canhões em volta do globo terrestre, capaz de detectar e destruir mísseis inimigos antes que eles atingissem seu alvo.

Na prática, o programa bilionário não fez grandes avanços, mas continua recebendo verbas do governo – e, consequentemente, críticas de organizações humanitárias como o Greenpeace. Mas Minucci ressalta um ponto positivo do programa: as pesquisas ajudaram a viabilizar a tecnologia de propulsão a laser. “As técnicas em ótica, que seriam usadas para focalizar o feixe do laser no alvo a ser destruído, foram aproveitadas por nós”, revela.


Saiba Mais:

Técnicos em unidade da Dassault: Brasil já tem 30 aviões da fabricante em operação

A francesa Dassault inaugura um centro de manutenção no Brasil. A meta? Atender os 50 jatos executivos que pretende vender por aqui

José Sergio Osse -
Isto É

Para a maior parte dos gigantes corporativos, a China é o emergente da moda. Seu ritmo de expansão econômica é tão alto que deu origem ao termo "crescimento chinês" para qualquer resultado acima dos 8% ao ano. De quebra, o País ainda tem um mercado interno pouco explorado, equivalente a mais de um sexto da população mundial. Num setor, porém, o colosso chinês está atrás do Brasil.

No mercado de aviões executivos, a China está cerca de dez anos atrás do Brasil, conta o presidente mundial da Dassault- Falcon, Jean Rosanvallon, em entrevista à DINHEIRO. Por isso, no início do mês, a empresa inaugurou em Sorocaba, no interior do Estado, um centro de manutenção e serviços próprio, o primeiro desse tipo a ser construído fora dos EUA e da Europa.

O investimento, de US$ 5 milhões, é uma resposta, segundo o executivo, a exigências de clientes. Hoje, já existe uma frota de 30 Falcon em operação no Brasil. São aviões executivos de médio porte, com capacidade para 10 a 15 passageiros, autonomia para viagens intercontinentais e preços superiores a US$ 10 milhões. Sem o centro de serviços, os clientes são obrigados a levar suas aeronaves para manutenção e reparos nos EUA, o que significa ficar pelo menos dois dias sem eles.

"É uma ferramenta cara e o que mais pesa para o usuário é a disponibilidade do avião", afirma Rosanvallon. Para ele, isso já justifica a construção da unidade no País. Mas o momento da inauguração também coincide com a reta final do programa FX-2 do governo brasileiro. O programa vai escolher o avião de caça que substituirá os Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira. O Rafale, fabricado pela Dassault Defense, é um dos finalistas

Para alguns especialistas, haveria um caminho alternativo ao do centro de manutenção. "Um centro próprio não é a melhor solução para o fabricante. O ideal é ter um parceiro local", diz Rui Aquino, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). Segundo ele, porém, a Morro Vermelho, antiga parceira da Dassault, passou a atuar somente para a Camargo Corrêa, sua dona, o que obrigou a companhia francesa a construir seu próprio centro no País.

Rosanvallon garante que outro fator contribuiu para a decisão: a projeção positiva para o mercado nacional. "Espero, nos próximos dez anos, vender cerca de cinco aviões por ano no Brasil. A frota brasileira pode chegar a 100 jatos executivos de cabine larga até 2019", afirma Rosanvallon. Segundo ele, mais de 40% das 500 maiores empresas da América Latina estão no Brasil, e muitas delas têm negócios importantes no Exterior.

"Elas vão precisar de aviões de longo alcance, como os nossos. Especialmente agora que as ligações com países distantes, como Japão e China, além de EUA e Europa, se multiplicam", acrescenta. Atualmente, sua carteira de pedidos firmes soma 15 unidades e, apesar da crise econômica, houve poucos cancelamentos entre clientes brasileiros.

"Estou no negócio de aviação executiva há 40 anos e nunca vi algo parecido com o que ocorre agora. Mas, embora tenha havido um número incômodo de cancelamentos em todo o mundo, foram apenas dois no Brasil", diz Rosanvallon. Em Sorocaba, o centro também pode atender donos de jatos Dassault- Falcon em trânsito pelo Brasil. Para isso, a companhia já busca certificações internacionais de agências como a FAA (a Anac dos EUA).

Segundo Rosanvallon, porém, o objetivo da unidade é mesmo prestar serviços para a crescente frota brasileira. Atualmente, segundo a Abag, há 420 jatos executivos na frota brasileira. Desse total, 15% são de médio porte, como os Falcon. "Existe mercado suficiente para absorver, por ano, 15 aviões desse tipo", diz Aquino. A Dassault já está em posição privilegiada. Enquanto em todo o mundo sua participação nesse mercado é de 40%, no Brasil, atinge 70%. O centro é uma poderosa arma para manter esse patamar.


A peça, de forma semelhante a de um míssil, foi encontrada no quintal de uma casa, em Pedro Canário (ES) - Polícia Civil/ES/Divulgação

Moradores acham objeto em forma de míssil em terreno no ES

Fonte: Terra - Alex Cavalcanti

Uma peça de forma semelhante a de um míssil foi encontrada no quintal de uma casa, em Pedro Canário, no norte do Espírito Santo. A polícia foi acionada e isolou a área. Peritos acreditam que o objeto, de cerca de 2 m de comprimento, seja um tanque de combustível de uma aeronave.

O artefato foi localizado por um agricultor, que acionou as autoridades do município. "Fui chamado pelo juiz da Comarca e estive no local. Fiquei espantado com o objeto. Chamei peritos da polícia técnica e eles acreditam que se trate de um tanque de combustível de alguma aeronave, e não de um míssil, como os primeiros moradores achavam", disse o delegado José Augusto.

O isolamento foi feito para evitar que curiosos mexam no artefato. O delegado também acionou a Força Aérea, que deve enviar militares ao local para avaliar e remover o objeto.

De acordo com o delegado, um agricultor da região disse que a Força Aérea realizou exercícios militares na região, em 1978, e que o objeto teria caído de um dos aviões. A peça não tem indicação de procedência.

Um acidente na BR-101, envolvendo um caminhão que estaria carregado com material militar, há cerca de oito anos, é outra hipótese investigada pela polícia para o aparecimento da peça. Parte da carga teria sido saqueada e, na época, as Forças Armadas teriam feito buscas em várias propriedades da região.

A reportagem tentou contato com a assessoria da Força Aérea Brasileira, mas ninguém foi localizado para comentar o caso.

Os Problemas dos Submarinos Alemães U-214

Postado por Vinna sábado, agosto 29, 2009 0 comentários


Submarinos U-214 apresentam problemas na Grécia

Área Militar

Foram divulgados por varias fontes relatos sobre problemas encontrados no primeiro submarino da família U-214, que foi entregue à marinha da Grécia no ano passado. A Grécia foi o primeiro cliente deste tipo de submarino, tendo adquirido quatro unidades, a primeira das quais foi entregue à marinha grega em 2005.

Segundo os relatos, os submarinos apresentam vários problemas. Entre os problemas detectados, estão os sistemas ópticos, como o periscópio SERO-400 fabricados pela Carl Zeiss Optronics.

O submarino apresentará também problemas ao nível do sistema de combate ISUS, que é também novo, e nunca foi instalado a bordo de outros navios. Problemas no sistema de combate, tanto podem ser ao nível de sensores, como ao nível do software que gere o sistema e conjuga os dados recebidos.

Dos problemas detectados, o mais preocupante, é que no seu conjunto o nível de ruído produzido pelo submarino parece estar a um nível acima do que foi especificado. O nível de ruído produzido por um submarino como o U-214, é da maior importância, porque sendo um submarino com sistema AIP (Propulsão Independente do Ar) utilizando células de combustível, ele baseia grande parte da sua acção na extrema dificuldade em ser detectado por causa de ser (ou dever ser) muito silencioso.

O sistema de células de combustível, tem ainda a vantagem de ao contrário de outros sistemas, não produzir altas temperaturas, o que também parece estar falhando, porque a alta temperatura de operação foi também apontada pela marinha da Grécia como um problema a resolver, e que levou que embora tenha sido entregue à marinha da Grécia em 2005, ele ainda não tenha sido aceite.

Sistema OMS-100, que inclui periscópio. Todo o cojunto vibra, impossibilitando a recolha de dados
Um dos novos conjuntos de sistemas que dá pelo nome de OMS-100 (Optronics Mast System) inclui o periscópio SERO-400 que é muito recente e alegadamente produz uma vibração inadequada a velocidades superiores a 3 nós, o que torna a observação de alvos muito difícil e pouco precisa. Este conjunto de sensores não foi instalado em nenhum outros submarino, e inclui uma variedade de sensores, como por exemplo um telémetro a laser, que permite determinar as distâncias a que se encontram os alvos. Com um telémetro em cima de um mastro que vibra, é praticamente impossível determinar a distância a que se encontra o alvo, não sendo possível alimentar os torpedos com dados correctos.

O sistema de combate também é muito recente e mais complexo que o instalado no U-212 alemão e italiano.
Neste capítulo, o sistema de combate do U-214, coordena as suas operações com dados dos seus sensores que permitem ao comandante do submarino ter uma «visão» geral da área, podendo não só disparar torpedos contra um eventual inimigo, como também mísseis anti-navio ou ambos. Problemas com os sensores colocados no mastro do periscópio, podem influir nos dados que alimentam o sistema de combate.

O sistema AIP do U-214 também é novo, utilizando menos componentes, e sendo mais compacto que o instalado no U-212.

Finalmente, foram detectados problemas de estabilidade em mar agitado, que fazem com que o submarino se incline a mais de 45º, o que pode implicar problemas mais graves, ao nível do cálculo da distribuição de pesos de componentes e acessórios, ou mesmo no desenho do casco.

Parece que deste conjunto de questões, se pode concluir que o U-214 Papanikolis, é na realidade um protótipo, o primeiro submarino de uma classe nova, que apresenta soluções ainda não testadas, pelo que os problemas - sendo indesejáveis - são também esperados.

Para vender o U-214, a empresa HDW - fabricante do U-214, bem como dos mais antigos U-209 e U-212 (este último muito mais sofisticado que o U-209) - baseou grande parte da sua propaganda na afirmação de que o U-214, somava as boas características do U-209 à tecnologia do U-212 e a fiabilidade reconhecida nesses sistemas, ajudou a vender submarinos não apenas para a Grécia, como para a Coreia, para Portugal (U-209PN) e para o Brasil, onde estranhamente o U-214 não deverá incluir a sua característica mais importante, o sistema de propulsão independente do ar (AIP).

A acreditar nos relatos, o U-214 foi demasiado «colado» aos submarinos anteriores, para lhe garantir encomendas, mas agora está-se a verificar que ele é bastante mais diferente dos seus «irmãos» mais velhos que o que se pensava. Caso contrário, provavelmente este tipo de problemas não ocorreriam.
O sistema de combate do U-214. Notar ao centro o periscópio


Não é previsível que os problemas com o U-214 não venham a ser resolvidos, porque neste momento as marinhas que adquiriram estes sistemas estão de olho quer nos problemas quer na resolução dos mesmos, e a industria alemã necessita do sucesso do U-214 no mercado mundial, onde tenta vender o seu modelo.

A marinha grega, tem por isso uma vantagem que lhe permite estar numa posição de força, pois os alemães não vão querer prejudicar o futuro daquele que pode vir a ser o substituto da série «209» que é um dos maiores sucessos da industria naval alemã.

Um projecto novo, normalmente apresenta problemas, na proporção das modernizações que pretende introduzir. No entanto não deixa de ser estranho que estes problemas continuem a ser referidos com alguma insistência na imprensa, onde a concorrência especialmente com a empresa francesa DCN/ARMARIS é extremamente forte. Ou a concorrência está demasiado acirrada, ou então os problemas são mais graves que o que a HDW está disposta a reconhecer, para não prejudicar contratos e concorrências em curso.

Em Portugal, a questão não foi abordada pela imprensa, porque o submarino U-214 para Portugal, é conhecido como U-209(PN).
Este subterfúgio, levou a própria televisão do Estado, através do seu Canal-1, a fazer uma reportagem a bordo de um submarino U-209 da marinha da África do Sul, afirmando que se tratava de um submarino igual ao que Portugal iria comprar[1].

http://www.naval-technology.com/projects/type_212/images/type212_9.jpg

O Brasil, terá também que acompanhar de perto os problemas, embora a opção brasileira por um sistema de propulsão tradicional, provavelmente reduza o numero de quesitos a analisar e a distância que medeia entre o momento actual e o inicio da construção, possam permitir a inclusão de cláusulas de salvaguarda adicionais.

[1]No entanto, não deve haver dúvida quanto ao submarino adquirido por Portugal. O U-209PN é na realidade um U-214 com o nome disfarçado (como se lhe referiu alguma imprensa internacional), o que chegou a ser alvo de um processo na justiça.
Caso contrário, não haveria como justificar o seu elevado preço, que está expresso nos valores apresentados na Lei de Programação Militar.

NOTAS:

Os navios do tipo U-214 são o resultado da fusão das características dos submarinos oceânicos U-209, com as caracteristicas dos mais modernos submarinos costeiros da classe U-212 e de desenvolvimentos experimentados nos submarinos do tipo Dolphin donstruidos na Alemanha para a a marinha de Israel.

A influência do U-209 ainda se encontra no layout interno dos submarinos U-214, enquanto que o desenho hidrodinâmico, lembra em parte o Dolphin. Os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos em termos de sistemas de propulsão (Propulsão Independente do Ar) foram por sua vez especialmente desenvolvidos para os submarinos U-212, embora o sistema de combate seja o ISUS-90 pois o MSI-90 (utilizado pelos U-212) não permite a operação conjunta de torpedos e mísseis.

A classe U-214 foi adquirida pela Grécia e pela Coreia do Sul. Portugal encomendou dois navios que pelas características apresentadas pela própria marinha de Portugal e pelo custo do programa são igualmente U-214, embora os portugueses tenham classificados os seus submarinos de U-209PN.

Mais recentemente o Brasil chegou a demonstrar interesse na aquisição de um submarino da classe U-214, No entanto, conforme as notícias vindas a público e notas divulgadas pela própria marinha brasileira, os U-214 brasileiros não teriam sistema de propulsão independente do ar.

A afirmação de responsáveis da marinha brasileira não foi entendida por vários especialistas na matéria, que afirmam que a construção de um submarino U-214 sem o sistema AIP - para o qual o submarino foi concebido - resultaria na necessidade de redesenhar todo o projecto do navio, tornando-o absurdamente caro.

Rumores recentes dão conta de que este tipo de submarinos terá apresentado problemas de desenvolvimento. Alegadamente problemas com a vibração do mastro do periscópio e uma inclinação considerada exagerada, estarão na origem da recusa da marinha grega em receber os submarinos.






Falhas: U-214 tem infiltrações, se inclina a 50º e tem alto
nível de ruído


Forças Armadas
Cavalo de Tróia
Submarino que a Marinha do
Brasil quer comprar da Alemanha
teve sérios problemas na Grécia
Por Cláudio Camargo - Isto é

Grandes guerreiros do mar na Antigüidade,
os gregos estão vivendo uma situação de
virtual guerra em águas profundas com a Alemanha por causa dos problemas apresentados pelo submarino convencional
U-214 – o mesmo tipo que a Marinha do
Brasil pretende adquirir. O novo modelo de submarino alemão está, literalmente, fazendo água. O desempenho do primeiro dos quatro submarinos de propulsão a diesel encomendados pela Grécia em 2000, fabricado pelo estaleiro alemão HDW, está seriamente comprometido por diversos problemas técnicos, cuja origem – projeto ou construção – ainda não está determinada. São problemas graves, como alta instabilidade em superfície (inclinação de 50 graus em situações de mar revolto), infiltração de água no sistema hidráulico durante a imersão, alto nível de ruído – o que tornaria sua detecção pelo inimigo mais fácil –, vibração no periscópio em velocidades acima de três nós – o que provoca imprecisão fatal para a mira nos alvos – e sistema de armas fora das especificações.

Desde a assinatura do contrato, o governo grego já desembolsou 1,3 bilhão de euros de um total de 1,8 bilhão. O problema foi identificado há mais de um ano, em setembro de 2005, quando estava prevista a entrega da primeira unidade, fabricada em Kiel, na Alemanha (as outras três seriam fabricadas no estaleiro grego de Skaramonga, adquirido pela HDW). A imprensa grega tem reportado que Berlim pressionou fortemente o governo de Atenas para que aceitasse a encomenda, sem que o fabricante se comprometesse formalmente a resolver as falhas. Em face da recusa do Ministério da Defesa grego em receber os submarinos com os defeitos apresentados, a ThyssenKrupp, que controla a HDW, ameaçou retirar-se do estaleiro Skaramonga. O governo grego manteve-se firme na sua decisão, lembrando que a sobrevivência do estaleiro não dependia da fabricação dos U-214, porque o Ministério da Defesa grego já havia feito grandes encomendas a ele. No último dia 30 de outubro, os alemães finalmente reconheceram a existência de problemas técnicos e se comprometeram a resolvê-los num prazo de seis meses. O governo grego não exigirá pagamento de multa por não cumprimento de contrato, mas a HDW não recorrerá caso não apresente solução.

O problema com os U-214 vendidos à Grécia tem implicações diretas para o Brasil. O comando da Marinha pretende adquirir uma unidade do mesmo modelo e reformar os cinco existentes (classe Tupi, modelo U-209, também fabricados pela HDW). A Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento aprovou, nesta semana, o contrato para que um consórcio de bancos europeus financie parte de 1,08 bilhão de euros (R$ 2,9 bilhões) para a compra (do total, 136 milhões de euros deverão ser desembolsados pelo governo brasileiro). O curioso é que a essa aquisição – justificada como necessária pela Marinha para evitar duplicidade de custos logísticos – esteja sendo divulgada sem que se faça menção aos graves problemas ocorridos com o mesmo modelo na Grécia, detectados há mais de um ano. Sabe-se que técnicos alemães virão ao Brasil para explicar como pretendem corrigir as falhas. Então, por que a pressa? Por que descartar a construção do submarino nuclear – como sugeriu o chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Jannot de Mattos –, se ainda não há no mundo um único submarino do tipo que a Marinha encomendou à HDW?


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