https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgVMKhsTODWi53KGcrbD6Z9ySLa5pC6TjY6i9G-6lvjJEqv9lkf9EXxOOLqYM3Yxkz4eLcQAtInQKfbc3We5wXjhG9BugDY45puhjEqJqVk-8a0uXBoQu8JARoBvh8z3srzN9jTZ941ktD/s400/banda+larga.jpg
Sky diz que levaria banda larga mais barata

O presidente da empresa de TV paga via satélite Sky, Luiz Eduardo Baptista, aproveitou o impasse sobre os detalhes do Plano Nacional de Banda Larga e declarou, nesta semana, que levaria internet rápida a todo país por um preço muito mais baixo que a Oi.

Em resposta a Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, que teria visitado ministros em Brasília propondo que sua empresa fosse a principal no projeto com incentivos governamentais de 27 bilhões de reais, o representante da Sky afirmou que não gastaria mais de 15 bilhões de reais se comandasse o Plano.

“A Sky, por R$ 15 bilhões, faria isso no Brasil inteiro, sozinhos ou em parceria, ou em joint venture, ou em sociedade com gente local", disse Baptista, de acordo com notícia publicada no Estadão.

O valor significaria um preço quatro vezes menor do que o proposto pela Oi, visto que a empresa prometia um investimento de 33 bilhões de reais fora os incentivos do governo.

A Sky ofereceria banda larga sem fio na mesma faixa de frequência do MMDS com a tecnologia WiMax. , usando as licenças que usa com TV paga via microondas em 12 cidades, incluindo capitais como Brasília, Goiânia e Vitória. O empecilho, porém, é que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não homologa os equipamentos para sua faixa, impedindo o uso.

Todavia, Baptista entende que, se levar em conta apenas os aspectos técnicos e não políticos, a Anatel deve liberar a atuação em breve, o que faria com que houvesse uma queda imediata nos preços.

Baptista, em mesma notícia publicada no jornal paulista, ainda criticou a pretensão de Falco, dizendo que sua empresa de telecomunicações “achou que era mais importante comprar a Brasil Telecom do que expandir banda larga no Brasil" e que duvida que o governo “acredite que a Oi vai passar a cumprir com o que não fez até agora".

Por: Guilherme Pavarin, de INFO Online