Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Suposto desarmamento é nova corrida armamentista

Postado por Alina Stewart sexta-feira, abril 30, 2010 2 comentários

Suposto desarmamento é nova corrida armamentista

Lançado Ataque Mundial Direto com armas convencionais já modernizadas

Após as bem ensaiadas produções do governo norte-americano, com epicentro o "sonho do presidente Barack Obama para o desarmamento", produções montadas por ocasião e para sustentar a nova doutrina nuclear dos EUA - o novo acordo Start - com a Rússia para redução dos arsenais nucleares dos dois países e a conferência para a questão nuclear, brota a essência: o plano Ataque Mundial Direto.

Este é o plano, sobre o qual o presidente Obama deverá decidir nos próximos anos e diz respeito a uma nova e extremamente desenvolvida geração de armas convencionais que será absoluta e rigorosamente capaz de atingir alvos em qualquer lugar do planeta em menos de uma hora e, eventualmente, reduzirá em muito a dependência dos EUA ao seu arsenal nuclear, segundo relatam os principais jornais norte-americanos.

Esta nova geração de armas convencionais que compõe o vetor denominado Ataque Mundial Direto (Prompt Global Strike) destaca-se por sua precisão exata e poder de destruição indiscutível. Será lançada por mísseis que poderão atingir alvos em todo o planeta em menos de uma hora, como o míssil supersônico K-X-51, que poderá ser lançado por um superbombardeiro B-52.

Eis o que foi divulgado sobre os alvos das novas armas. "Poderão atingir o Osama bin Laden dentro de uma caverna, neutralizar um míssil norte-coreano, ou atingir e destruir instalações nucleares iranianas sem serem, na realidade, armas nucleares". Como se vê, os exemplos específicos citados não são escolhidos por acaso. Mostram também os novos pretextos que serão utilizados.

De acordo com especifico planejamento, trata-se de ogivas de peso elevado que avançam com velocidade contra seus alvos na terra ou contra mísseis balísticos em pleno vôo, enquanto a primeira versão do sistema deverá ser testada em 2014 ou 2015. Pelo menos, em seu estágio inicial, o novo programa será baseado na base aérea de Vanderberg, em Lobok, na Califórnia, onde está sediado o programa espacial militar dos EUA.

Destaca-se que a idéia inicial para o plano Ataque Mundial Direto havia sido proposta pelo governo anterior de Bush Jr, mas, os planos não avançaram. Mas o secretário da Defesa dos EUA do governo de Bush Jr, e do atual governo de Obama e ex-arqui-araponga da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, Robert Gates, tirou da gaveta o plano e o apresentou a Obama que, por sua vez, o aprovou imediatamente, buscando dar ênfase em armas não nucleares que garantirão a capacidade de dissuasão dos EUA até sob as mais negativas circunstâncias.

O plano provoca procupações e é característico que no novo acordo Start, após a exigência do presidente da Rússia, Dmitri Medevedev, existe a previsão de que os EUA deverão retirar uma arma nuclear por cada arma convencional que entrar em operação. É óbvio que uma nova época de antagonismo endoimperialista está sendo planejada, o que significará gigantescos gastos militares, lucros para as indústrias fabricantes de armas e novas ameaças contra os povos do mundo inteiro.

Fonte: Monitor Mercantil - Por: Alex Corsini (Sucursal da União Européia).

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Análise: Depois de vazamento, situação de petroleira britânica se complica

A petroleira britânica British Petroleum (BP), operadora da plataforma Deepwater Horizon, está em uma situação difícil depois da explosão da plataforma que causou um grande vazamento de petróleo na costa do Estado americano da Louisiana.

A contenção do vazamento é apenas um dos problemas da BP, que terá que se responsabilizar pela operação de limpeza, além de um processo movido por todos os que forem afetados, e também o dano à imagem internacional da empresa.

A Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela BP, explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficar dois dias em chamas.

Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.

Na última quinta-feira, a grande mancha de petróleo gerada pelo equivalente a 5 mil barris de petróleo que vazam diariamente dos destroços da plataforma já alcançou a costa da Louisiana.

Com isso a BP terá que arcar com os custos de construção de uma estrutura semelhante a uma cúpula, que deverá ser levada até o oleoduto que está vazando, enquanto um poço suplementar é perfurado, para ajudar na operação de contenção, ao custo de US$ 100 milhões (R$ 173 mi).

A companhia também está usando um submarino robô para tentar fechar válvulas no poço e acabar com o vazamento, outra operação considerada cara.

Processos e gastos

Alguns especialistas afirmam que a Transocean é a responsável pela segurança na Deepwater Horizon, mas a BP também enfrentará processos devido ao acidente.

O processo contra a BP e a Transocean já foi aberto em nome dos 11 funcionários desaparecidos depois da explosão.

Dois pescadores de camarão da Louisiana também entraram com um processo contra todos os responsáveis pela plataforma, incluindo a BP.

Nesta sexta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou a BP "é, em última análise, a responsável pelo pagamento dos custos da limpeza e das operações, mas estamos preparados para cumprir nossa responsabilidade em todas as comunidades afetadas".

O presidente-executivo da companhia, Tony Hayward, viajou para os Estados Unidos logo depois do acidente na semana passada e afirmou que a BP está dando um tratamento "agressivo" ao problema.

"Esta é a maior resposta de qualquer um na indústria e podemos fazer isto pelo fato de termos nos preparado", disse.

Doug Suttles, o chefe de operações e produção da BP, afirmou que a companhia está gastando US$ 6 milhões (R$ 10 bi) por dia para tentar limpar a mancha de petróleo e parar o vazamento, mas ainda não tem certeza das causas do problema.

Queda das ações

Na quinta-feira, quando a Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou que o vazamento de petróleo era cinco vezes maior do que o divulgado previamente, o preço das ações da BP caíram 6,5 %. No total, as ações da BP registraram queda de cerca de 4,5% desde a explosão.

Russell Corn, vice-presidente companhia de análise corporativa Diligence, disse à BBC que o desastre causará preocupação crescente para a administração da BP.

"É mais provável que desencadeie um pressentimento (nos mercados) de que a crise (gerada pelo desastre) será cara e danosa para a companhia e, portanto, resultar em alguma forma de sentimento negativo nos mercados de ações", afirmou.

Stephen Cheliots, do Centro para Análise de Marca em Londres, disse que à BBC que os desastres ambientais podem afetar a imagem das gigantes do petróleo como a BP.

"Podem ter um grande impacto em uma marca e podem prejudicar uma marca no longo prazo", afirmou. "Muitas pessoas podem fazer a ligação entre, por exemplo, a Exxon e o desastre com o Exxon Valdez."

Incidentes anteriores

Apesar de a BP ter destacado sua resposta rápida ao desastre no Estado da Louisiana - e sua cooperação com a investigação do incidente junto ao governo dos Estados Unidos - a reputação da companhia naquele país já sofreu golpes com incidentes anteriores.

Em dezembro de 2009 um júri do Estado do Texas concedeu uma indenização de US$ 100 milhões (R$ 173 mi) a dez funcionários de uma refinaria de petróleo da BP que afirmaram que um vazamento em 2007 os deixou doentes.

A BP alegou que qualquer substância tóxica tinha vindo de fora da refinaria - a mesma refinaria que já tinha sofrido com outra explosão em 2005.

Na explosão de 2005 ao sul de Houston, um total de 15 pessoas morreram e outras 170 ficaram feridas. A BP foi multada em US$ 87 milhões (R$ 151 mi) e também levou outra multa de US$ 50 milhões (R$ 87 mi) do departamento de Justiça.

Fonte: O Globo

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Inconformados com empresa, EUA exigem responsabilidades sobre mancha de óleo

Petróleo atinge costa da Louisiana, rica em fauna marinha e vinculada à indústria pesqueira

O governo dos Estados Unidos manifestou hoje sua "decepção" com o fato de a British Petroleum (BP) não ter sido capaz ainda de fechar o poço de petróleo causador da mancha negra no Golfo do México, e anunciou que exigirá "responsabilidades" aos causadores do desastre.

A secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janet Napolitano, e o secretário de Interior, Ken Salazar, entre outras autoridades, foram hoje ao Estado da Louisiana para acompanhar de perto as tarefas de contenção do vazamento de óleo, que começou a atingir hoje a costa local, rica em fauna marinha e vinculada à indústria pesqueira.

Salazar lembrou que o governo iniciou uma investigação sobre as causas da explosão e afundamento da plataforma petrolífera há dez dias e assegurou que os EUA exigirão "responsabilidades" aos causadores do vazamento.

Salazar não poupou a empresa concessionária da plataforma, British Petroleum. Para ele, a companhia deve assumir toda a responsabilidade em conter a mancha de óleo e realizar a limpeza, disse, em mensagem à cúpula da empresa em reunião realizada em Houston (EUA). Napolitano se manifestou na mesma linha e disse que o governo "continuará pressionando a British Petroleum para que responda com todos os meios" à catástrofe ambiental.

Além disso, ela lembrou que "a British Petroleum é parte responsável e, portanto, deve financiar os custos de trabalho e as atividades de limpeza".

Segundo a própria empresa reconheceu, o custo dos trabalhos a cada dia é de aproximadamente US$ 7 milhões. No entanto, esses custos devem aumentar quando a mancha negra atingir completamente o litoral.

A própria companhia emitiu horas antes um comunicado nos EUA no qual assegurava que tinha mobilizado "todos os recursos necessários para lutar contra o vazamento", o que pode consistir em fechar o poço de extração, conter a expansão da mancha e limpar a costa afetada. No entanto, a resposta dada pela empresa ao desastre não satisfez completamente as autoridades americanas.

O próprio governador da Louisiana, Bobby Jindal, revelou seu "temor" de que os recursos disponibilizados não sejam "os adequados para os três desafios que temos pela frente".

Esses três desafios são: fechar o poço que está derramando o petróleo em alto-mar, proteger as costas da mancha negra e preparar-se para uma limpeza em massa das zonas afetadas. Napolitano, por sua vez, disse "compartilhar a decepção" pelo não funcionamento dos mecanismos que a BP tinha originalmente previstos para fechar o poço no caso de uma explosão ou acidente.

Foram esses mecanismos que permitiram a empresa obter as concessões para furar o solo marinho no Golfo do México. Agora, o poço está derramando no mar cerca de 800 mil litros de petróleo por dia.

A secretária de Segurança Nacional disse que o governo "continuará pressionando a British Petroleum para que responda com todos os meios" à catástrofe ambiental. Enquanto isso, segundo ela, a prioridade é se movimentar rápido para proteger os ecossistemas do litoral, onde se acredita que o óleo possa afetar cerca de 400 espécies.

Outra das prioridades é proteger o meio de vida da ampla comunidade pesqueira da Louisiana, a terceira maior do país — atrás apenas do Alasca e do Havaí —, e que fornece 25% do peixe consumido nos EUA.

O governador Jindal declarou ontem estado de emergência na Louisiana e pediu às autoridades federais ajuda financeira para socorrer o setor pesqueiro, especialmente os pescadores de marisco.

Desde o início da manhã, voluntários e pessoal especializado patrulham o litoral da Louisiana em buscam de áreas afetadas pelo petróleo para acelerar as atividades de limpeza. As autoridades afirmam que as próximas horas são críticas para proteger o habitat litorâneo e conter a mancha de petróleo.

No entanto, Salazar antecipou que a previsão do tempo para o fim de semana, com fortes ventos e maré alta, não é muito favorável e poderia dificultar as tarefas das equipes mobilizadas.

Outra das preocupações é o deslocamento da mancha em direção ao leste, e seu previsível chegada à costa da Flórida, o que fez com que o governador Charlie Crist decretasse hoje estado de emergência.

Devemos tomar as "precauções oportunas para proteger nossos recursos naturais, praias e outros ecossistemas litorâneos, assim como o bem-estar geral do Estado", expressou Crist em comunicado.

Fonte: Zero Hora

Força Aérea dos EUA ajuda a conter mancha de óleo no Golfo do México

Dois aviões da Força Aérea dos EUA foram enviados ao Mississippi e estavam aguardando ordens para começar a descarregar produtos químicos sobre a mancha de petróleo que surgiu depois que uma plataforma operada pela BP que explodiu no Golfo do México. Enquanto isso, o governo americano trabalhava para determinar o tamanho do papel que o exército terá na operação de limpeza.

Os aviões de carga Hercules C-130, especialmente adaptados para pulverização aérea, foram enviados na quinta-feira da Estação de Reserva Aérea Youngstown, em Ohio, disse o sargento-chefe Bob Barko Jr.

A Marinha também enviou equipamentos para a operação, mas nenhum papel maior do Pentágono na operação foi anunciado. Entre os equipamentos enviados, há boias infláveis, que são usadas como barreira flutuante para controlar o vazamento na água.

A ajuda está sendo enviada por meio de um acordo de combate à poluição fechado na década de 80 entre a Marinha e a Guarda Costeira, disseram autoridades. O Exército ainda estava negociando com o Departamento de Segurança Interna para determinar os requisitos da operação que as forças armadas podem preencher.

A mancha de petróleo se aproxima das zonas pantanosas de Luisiana nesta sexta-feira, enquanto tempestades ameaçavam impedir os esforços de proteção ao ecossistema.

A Casa Branca paralisou todos os projetos petrolíferos na região até conhecer as causas do vazamento. O Serviço Meteorológico Nacional previu que, no domingo, haverá vento, maré alta e ondas que podem espalhar o petróleo ainda mais pela costa da Luisiana.

As equipes não poderão retirar o petróleo da superfície ou queimá-lo nos próximos dias, devido ao estado do mar, disse a oficial da Guarda Costeira, Sally Brice O''''''''''''''''Hara, a um programa da rede ABC.

As ondas também podem arrastar as boias colocadas na costa para deter o petróleo, disse o porta-voz do Serviço de Pesca e Fauna, Tom McKenzie, que espera que as barreiras impeçam que o petróleo chegue às ilhas Chandeleur, que fazem parte de uma reserva ecológica nacional.

David Axelrod, um assessor da Casa Branca, disse hoje que não serão permitidas novas escavações antes de as autoridades descobrirem as causas da explosão da plataforma Deepwater Horizon operada pela petrolífera britânica.

"Não foram autorizadas novas escavações e ninguém será autorizado a tal sem que tenhamos conhecimento do que aconteceu aqui", disse a um programa da ABC. Recentemente, o presidente Barack Obama anulou uma moratória para a exploração de zonas no mar, incluindo parte do Atlântico e do Golfo do México.

Fonte: Valor Online

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Ferrari nega existência de publicidade subliminar em seus carros

A Ferrari respondeu às matérias publicadas pela imprensa britânica, que informavam sobre suposta publicidade subliminar para a Marlboro realizada pela escuderia em seus carros e nos macacões dos pilotos. Segundo a equipe italiana, a acusação não procede.

Em comunicado publicado em seu site oficial, o time destacou que a parceria com a Philip Morris International, proprietária da marca Marlboro, ainda existe, mas as ações de marketing são executadas de outras formas, como eventos e produtos (segundo a Ferrari, tudo dentro da lei europeia) e não como publicidade.

As acusações, feitas por um grupo de médicos e cientistas britânicos, afirmavam que uma parte da pintura dos carros e dos macacões, que têm uma espécie de código de barras, dariam a impressão subliminar de se tratar do logotipo do Marlboro.

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– Essas reportagens foram baseadas em duas suposições: que essas partes do design dos carros são baseados no logo do Marlboro e que até mesmo a tradicional cor vermelha dos nossos carros é uma forma de publicidade de tabaco. Nenhum destes argumentos tem embasamento científico, e foram criados a partir de supostos estudos que nunca foram apresentados em publicações científicas. E, mais importante, não correspondem à verdade – garantiu a equipe no comunicado.

Fonte: F1 Web


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F1 negocia com Michelin e Avon; Pirelli anuncia proposta

A FIA e as equipes da Fórmula 1 já negociam com duas empresas para o fornecimento de pneus na próxima temporada: Michelin e Avon-Cooper. Porém, o número pode aumentar na próxima semana, pois a Pirelli confirma que vai fazer uma proposta oficial no dia 9, quando acontece o GP da Espanha.

O chefe da Williams, Sam Michael, confirmou as negociações com Michelin e Avon, e preferiu não comentar o interesse da Pirelli, já que ainda não há qualquer contato oficial.

As conversas, na verdade, estão sendo feitas com Michelin e Avon. A Avon oferece uma proposta muito mais barata (que a Michelin), mas é um produto menos testado, embora tenha feito pneus de boa qualidade e altamente competitivos – disse Michael, que não deu a entender qual a preferência dos times.

– Eles são praticamente desconhecidos em comparação com a Michelin, que esteve na F1 muito recentemente. Mas há uma diferença significativa no custo, provavelmente mais de três vezes mais barato – revelou.

Fonte: F1 Web

Laos demorará 16 anos para limpar todo seu território de bombas sem explodir lançadas durante a Guerra do Vietnã, estimaram hoje especialistas das Nações Unidas.

Muitas vezes você vê este sinal em Laos. Ele indica que há uma bomba que pode explodir ou que minas foram encontradas. UXO LAO é a agência antibomba do Laos

Enquanto faz um tempo pensava-se que dita tarefa tomaria meio século, o apoio do Programa de Desenvolvimento da ONU (PNUD) agiliza a limpeza das terras cultiváveis atualmente desaproveitadas.

Dirk Wagener, representante do PNUD, destacou a execução de sete projetos para acabar com um problema que matou a umas 300 pessoas ao ano durante a passada década.

Além das mortes e feridas, o perigo das minas e bombas sem explodir freia a aplicação de outros planos de desenvolvimento agrícola, turístico, educativo e de infra-estrutura vial.

O governo de Laos tem claro que para cumprir seus Objetivos do Milênio antes de 2020 deve erradicar esta situação, que afeta a um quarto das populações deste país indochinês.

A aviação estadunidense lançou entre 1964 e 1973 dois milhões de toneladas de bombas, ou seja, 280 milhões de projéteis, dos quais se estima que 87 milhões permanecem sem explodir.

Fonte: Prensa Latina - Foto: Tristan Savatier - Noticias Sobre Aviação


Rússia e Ucrânia decidem dividir fabricação de aviões Antonov

Rússia e Ucrânia concordaram dividir a fabricação dos aviões de passageiros Antonov, anunciou hoje o presidente da Corporação Aeronáutica Unida russa, Alexei Fyodorov.

A fábrica aeronáutica, com sede na cidade russa de Voronezh, vai fabricar os aviões An-148, segundo a agência oficial "Itar-Tass".

Por sua vez, Ucrânia ficará responsável pela produção do modelo An-158, uma versão mais alongada do An-148.

O An-148 tem capacidade entre 70 e 90 passageiros e uma autonomia de voo de 5 mil quilômetros, e o An-158 foi mostrado recentemente pela primeira vez ao público.

A Antonov é uma corporação estatal ucraniana fundada em 1946 que tem no currículo a fabricação do maior avião do mundo, o An-225 (foto). Atualmente, no entanto, a empresa está em dificuldades pela falta de pedidos.

Segundo a imprensa, a Rússia está interessada em adquirir 50% da empresa Antonov aproveitando o interesse do novo presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, em impulsionar a cooperação econômica com seu vizinho russo.

Fonte: EFE via MSN Notícias - Noticias Sobre Aviação

Peru anuncia compra de 200 veículos de transporte e 50 viaturas de reconhecimento

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O ministro da Defesa do Peru, Rafale Rey, anunciou que o Exército do país receberá 200 novos veículos de transporte e 50 viaturas de reconhecimento como parte do processo de renovação das Forças Armadas. Rafael Rey não especificou o valor do montante que será investido nessas aquisições e nem os modelos envolvidos.

O ministro adiantou que estão previstos mais recursos para outras iniciativas de modernização do ativo militar operacional das Forças Armadas peruanas. Segundo Rey, o Exército tem paralelamente obtido renda com a retirada e venda de equipamentos dados como obsoletos, sendo que esse aporte financeiro adicional está ajudando na compra de materiais mais modernos.

Na ocasião, Rafael Rey recordou os resultados positivos do plano Núcleo Básico de Defesa, ressaltando o bom aproveitamento de seus recursos no programa de re-equipamento em favor da recuperação do poder persuasivo das Forças Armadas. Entre os últimos equipamentos recebidos encontram-se os de mergulho, paraquedismo, comunicações, proteção balística pessoal, quadrimotos de uso militar e lançadores móveis de mísseis.

O Ministério da Defesa do Peru entregou recentemente ao Exército 72 veículos de transporte de tropas do tipo 4×4 e 6×6, todos enviados para atuarem nas regiões de Tacna, Piura e Tumbes.


Governo deve fazer licitação para vender aviões presidenciais

O governo deve abrir licitação internacional para vender os aviões presidenciais conhecidos como "sucatinhas", usados em viagens das autoridades durante 33 anos. As informações são da coluna de Mônica Bergamo publicada nesta sexta-feira na Folha de S. Paulo.

Segundo a colunista, os dois Boeing 737-200 têm valor estimado de R$ 17 milhões cada. Eles foram substituídos em setembro de 2009 por dois jatos EBM-190, da Embraer, que custaram R$ 87 milhões ao governo, de acordo com o jornal.

Fonte: Redação Terra


Há alguns dias, o brigadeiro Cleonilson Nicácio Silva, chefe do estado-maior da Aeronáutica, comandou, emocionado, o último voo oficial de um dos "sucatinhas" (um deles, na foto acima) rumo à base aérea de Anápolis (GO), onde eles ficarão estacionados. Nicácio transportou na aeronave os presidentes Ernesto Geisel, João Figueiredo, Fernando Collor e Itamar Franco (nos governos de José Sarney e Lula, ele ocupou outros cargos).

Sucatinha na garagem

O governo federal vai lançar uma licitação internacional para vender os dois Boeing 737-200, os célebres "sucatinhas" que, por 33 anos, transportaram os presidentes da República do país por todo o mundo. Substituídos pelos jatos EBM-190, da Embraer, os dois aviões, antigos, têm valor estimado de R$ 17 milhões cada um. Os novos jatos custaram R$ 87 milhões.

Fonte: Mônica Bergamo (jornal Folha de São Paulo)
via Fórum Contato Radar - Foto via
Blog Hangar do Vinna - Noticias Sobre Aviação

O MH-65C Dolphin da Guarda Costeira dos EUA após o pouso forçado no Aeroporto Arcata, no dia 29 de abril. (Foto: USCG)

Terceiro acidente com helicópteros da Guarda Costeira dos EUA este ano

Um helicóptero MH-65C Dolphin pretencente à Guarda Costeira dos EUA (US Coast Guard – USCG) acidentou-se nessa quinta-feira, dia 29 de abril, no Aeroporto Arcata, em McKinleyville, California.

Todos três membros da tripulação escaparam sem ferimentos, após ao pouso forçado, quando o helicóptero pendeu para o lado durante o pouso num voo de treinamento que havia decolado na Estação Aérea de Humboldt Bay, localizado ao lado do Aeroporto Arcata.

Este é o terceiro acidente envolvendo um helicóptero da Guarda Costeira dos EUA este ano – a USCG criou uma “junta de análise para os incidentes” para investigar a causa da queda.

A USCG opera dez helicóteros MH-65C Dolphins nas missões de Interdições Táticas com Helicópteros (HITRON), onde as aeronaves são utilizadas para patrulhar ameaças relativas ao tráfego de drogas e em áreas de alto risco de segurança.

Fonte: CAVOK

'É um vazamento muito grave', afirmou porta-voz da Guarda   Costeira americana
'É um vazamento muito grave', afirmou porta-voz da Guarda Costeira americana (Foto: Guarda Costeira dos EUA via Reuters)


EUA enviam aviões para borrifar químicos em mancha de óleo no mar

Os Estados Unidos enviaram dois aviões Hércules C-130 ao Golfo do México, que estão à espera de receber ordens para começar a borrifar substâncias químicas sobre a mancha de óleo que ameaça a costa do estado americano de Louisiana, informou hoje o Exército.

O sargento Bob Barko, porta-voz da Estação Aérea do Exército em Youngstown, no estado de Ohio, informou que os aviões especializados saíram da base ontem.

O Pentágono afirmou hoje que os aviões estão prontos para atuar caso seja necessário.

O Exército também enviou equipamentos para iniciar as tarefas de limpeza no mar.

A Marinha americana informou na quinta-feira que parte do equipamento tinha começado a chegar à cidade de Gulfport, no Mississipi.

No total, foram instaladas 66 mil barreiras flutuantes, que vão arrastando e contendo a mancha de óleo, além de sete sistemas que colhem o petróleo e o retiram do mar.

O Exército também está utilizando a Base Aérea e Naval de Pensacola, na Flórida, para armazenar barreiras adicionais, tratores, equipamentos de bombeamento e outros materiais utilizados pela Guarda Costeira.

Fonte: G1

Fortaleza poderá proibir voos a partir das 18h

Estudo técnico sobre os impactos causados pelos ruídos dos aviões na cidade embasará Ação Civil Pública do MPF

Desde que se mudou para o bairro Lagoa Redonda, situado a dez quilômetros do Aeroporto Internacional Pinto Martins, o artista plástico Hélio Rôla não dorme nem produz direito. O barulho dos aviões, em particular dos Boeings 727 e 707, trafegando dia e noite muito próximos de onde mora e tem seu ateliê, influencia negativamente em seu cotidiano.

Incomodado pelo barulho das turbinas das aeronaves, formalizou denúncia junto ao Núcleo de Meio Ambiente, ao Patrimônio Histórico e Cultural, e ao Ministério Público Federal pedindo alteração no horário dos voos e a proibição do tráfego aéreo a partir das 18 horas.

A ideia é seguir o que já foi deliberado no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que funciona apenas das 6 às 23 horas. O processo está com o procurador da República Alexandre Meireles Marques, que está apurando os fatos e deverá entrar com Ação Civil Pública (ACP) para que a Agência Nacional de Avião Civil (Anac) altere os horários dos voos.

Por entender que, se uma pessoa morando a uma distância razoável do aeroporto, como o caso de Hélio Rôla, sofre com as consequências do barulho dos aviões, quem reside nas proximidades, em bairros como Montese, Vila União ou Serrinha, recebe um impacto muito maior.

Para ter fundamentação técnica, o procurador recomendou a Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam), estudo sobre a questão. Segundo o chefe de Combate à Poluição Sonora da Semam, Aurélio Brito, o trabalho resultará na Carta Acústica de Fortaleza, pensada há quatro ano, mas somente agora, implementada.

"O documento mapeará os locais de maior ruídos na cidade e nos dará suporte para planejar qualquer intervenção seja no trânsito terrestre, ferroviário ou aéreo, seja na construção de equipamentos públicos ou privados", salienta Brito.

Segundo ele, a poluição sonora não compromete apenas o aparelho auditivo como todo o sistema endócrino. "O barulho suportável para os seres humanos é de 35 decibéis (dB)",diz.

Já a partir de 55 dB pode-se considerar uma fonte sonora como incômodo. Se este nível de ruído permanecer por um período de tempo longo, a produção pessoal pode cair e a sensação de mau-estar de quem está submetido a esta fonte sonora pode aumentar enormemente. Emissões sonoras entre 60 a 75 dB produzem estresse físico.

Este tipo de poluição sonora pode determinar uma hipertonia arterial (aumento da pressão sanguínea) e provocar doenças circulatórias, como o enfarte do miocárdio (ataque do coração) e serem a causa de úlceras estomacais. "A zoada de uma turbina de avião chega a 120 dB, imagine isso o tempo todo no seu ouvido?", questiona.

O superintendente da Empresa Brasileira de infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Sérgio Baltoré, confirma o estudo requisitado pelo MPF sobre a curva de ruídos no entorno do Pinto Martins. Entretanto, afirma que apenas se houver nova deliberação por parte do Governo Federal e Anac, o horário dos voos noturnos será mantido. "Somente uma pessoa reclamou com o barulho", diz.

Enquete

Retrocesso

"Será muito ruim para Fortaleza tanto para o turismo como para a economia. A ideia deveria ser mais bem avaliada"
Mauro Nunes, 35 anos, Administrador

"Os aviões passam tão baixo que dá até para acenar e paquerar os passageiros, mas se tirá-los será retrocesso"
Francisca Bezerra, 73 anos, Aposentada

DETERMINAÇÃO

Mudanças já a partir de 2011

A Carta Acústica de Fortaleza está em fase de formatação e será apresentada no dia 18 de junho, durante o Congresso Internacional de Acústica, a ser realizado no Cairo (Egito). A meta é que, baseado nesse estudo, as mudanças no espaço aéreo da cidade entrem em vigor a partir de 2011.

A proposta é polêmica, reconhece Aurélio Brito, no entanto, importante para a Capital que se prepara para a Copa do Mundo e também precisa investir na qualidade de vida de sua população. O estudo, informa, é pioneiro na América Latina. "Apenas os Estados Unidos e Europa possuem algo semelhante e fundamental para a população.

Trânsito

Além dos aviões, o trânsito de veículos também incomoda e muito a e causa poluição sonora assim como outras fontes de ruídos pela cidade afora, como as casas de shows, atividades industriais e ferrovias.

As informações constantes na Carta Acústica, destaca ele, permitirão a integração da informação importantes no Plano Diretor de Fortaleza. Elas servirão de base a decisões sobre as estratégias de intervenção ou mesmo sobre políticas legislativas para redução da poluição sonora".

O trabalho recebe assessoria técnica do engenheiro eletrotécnico português Bento Coelho. Segundo ele, por meio de um programa de computador de predição acústica, os técnicos da Semam poderão monitorar o volume do som produzido em toda a Capital. "Vamos criar um mapa sonoro a partir da definição das áreas mais ruidosas de Fortaleza", pontua.

Fonte: Lêda Gonçalves (Diário do Nordeste) - Foto: Miguel Portela - Noticias Sobre Aviação

PAK-FA voa em Zhukovsky

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O caça russo de quinta-geração voou nessa quinta-feira, dia 29, a partir da base russa de Zhukovsky.

O novo caça de quinta-geração da Rússia (PAK-FA) voou nessa quinta-feira, dia 29 de abril, a partir do aeródromo russo em Zhukovsky, perto de Moscou, continuando assim seu programa de testes de voo.



O caça PAK-FA já efetuou seis voos antes desse realizado em Zhukovsky.

No comando da aeronave o Piloto de Teste da Federação Russa, Sergey Bogdan. O primeiro voo do PAK-FA foi realizada no dia 29 de janeiro deste ano no aeroporto de Komsomolsk-on-Amur, local onde a aeronave foi fabricada, uma das sedes da Sukhoi. Após a conclusão da primeira fase de testes, que consistiu em seis voos, o caça foi transferido para Zhukovsky.

A aeronave que voou em Zhukovsky já apresenta o padrão de camuflagem em tons de cinza.
A Sukhoi não informou o tempo de duração do voo realizado nessa quinta-feira.

Em comparação com as anteriores gerações de caças, o PAK-FA tem várias características únicas, combinando as funções de ataque e de aviões de caça.

A aeronave está equipada com uma quinta geração de aviônica inteiramente nova, que integra a função de “e-piloto”, com um radar ativo, com uma antena de varredura eletrônica.



As novas imagens revelam detalhes que não haviam sido vistos nas imagens anteriores divulgadas pela Sukhoi.



A aeronave PAK-FA deve permanecer em Zhukovsky por mais dois anos, período o qual será desenvolvido os motores e também novos sensores integrados.

A Força Aérea da Rússia deve colocar em operação o novo caça de quinta-geração em 2015.

Isso reduz bastante a carga sobre o piloto que pode se concentrar na execução das tarefas táticas. O equipamento de bordo da nova aeronave permite a troca de dados em tempo real como os sistemas de comando no solo, e junto ao esquadrão. A utilização de materiais compostos e tecnologia inovadora, design aerodinâmico, medidas para reduzir a visibilidade do motor, proporciona baixo nível de visibilidade radar (stealth), e possui sensores de visibilidade ópticos e infravermelhos. Isso pode aumentar significativamente a eficácia do combate contra alvos no ar e terrestres, a qualquer hora do dia, em condições meteorológicas adversas.


A bordo do PAK-FA no voo desse dia 29 de abril estava o piloto de teste da Rússia Sergey Bogdan.

O programa PAK-FA leva a indústria aeronáutica russa e as indústrias relacionadas para um qualitativamente novo patamar tecnológico. Esses aviões, juntamente com as plataformas da aviação moderna da quarta geração irá determinar o potencial da Força Aérea da Rússia nas próximas décadas.

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Lockheed-Martin formaliza entrega ao Paquistão de 2 P-3 ‘Orion’ submetidos a modernização

Os Estados Unidos devem entregar hoje em Jacksonville, Flórida os dois primeiros (de sete) aviões de patrulha e esclarecimento marítimo P-3C Orion reconstruídos e que passaram por uma extensa modernização na sede da Lockheed-Martin.

A cerimônia de entrega contará com a presença de Shahid Iqbal Vice-Almirante Chefe do Estado Maior da Marinha do Paquistão e Hussain Haqqani, embaixador de paquistanês nos EUA, alem de oficiais da US Navy.

By Vinna com informações do RTT News

A Companhia Líbio-Italiana de Tecnologia Avançada (LIATEC), uma joint-venture entre a empresa líbia de indústria aérea e o construtor aeronáutico italiano AgustaWestland, abriu quarta-feira, em Abu Aïcha, na municipalidade de Tarhouna (sudeste de Tripoli), uma fábrica especializada em montagem e manutenção de helicópteros.

Dotada dum capital de 10 milhões de euros, a LIATEC é uma empresa líbio- italiana criada em 2006 numa parceria entre três empresas, designadamente, a Empresa Líbia de Indústria Aérea (50 porcento), a Finemeccanica (25 porcento) e a AgustaWestland (25 porcento).

O emprrendimento foi inaugurado pelo secretário do Comité de Direcção da Autoridade Líbia de Transferência da Propriedade e Investimento, Jemal Lemouchi, e pelo vice-ministro italiano do Desenvolvimento Económico, Adolfo Urso.

O acto ocorreu na presença do vice-administrador da Finmeccanica, Pier Fransesco Guarguaglini, do secretário da Empresa Líbia de Indústria Aérea Ali Al-Attrab e do presidente do Conselho de Administração de AgustaWestland Amedeo Caporaletti.

As actividades da fábrica cuja construção durou 18 meses cobrindo uma superfície de mil metros quadrados englobam a formação de quadros e técnicos em manutenção de helicópteros e aviões de transporte e em gestão de sistemas de navegação e electrónica de alta tecnologia.

Segundo o secretário da Autoridade Líbia de Transferência de Propriedade e Investimento, a Líbia goza actualmente de um clima adequado aos investimentos "caracterizado pela segurança e pela estabilidade", pelo que os investidores italianos são convidados a "estabelecer parcerias com os seus homóglos líbios ao serviço dos interesses dos dois países".

Numa declaração à PANA, o vice-ministro italiano do Desenvolvimento Económico, afirmou, por seu turno, que a Líbia se tornou hoje numa porta de entrada geográfica, política, tecnológica e industrial da Itália.

Depois da entrada das grandes empresas, disse, é a vez das pequenas e médias empresas italianas de se instalar na Líbia.

Na ocasião, o presidente do Conselho de Administração da AgustaWestland, revelou que a sua empresa concedeu investimenos preliminares de 30 milhões de dinars líbios (1,270 dinar líbios equivale a 1 dólar americano).

Segundo ele, a capacidade de produção da nova fábrica é de quatro helicópteros anualmente no primeiro ano, passando depois, a partir do segundo ano, para um helicóptero todos os dois meses.

Ele indicou que a fábrica actua igualmente no domínio da construção de compósitos, da produção de cabos e tubos e que ela tenciona abrir-se ao mercado africano através da construção de helicópteros monomotores e bimotores que poderão servir as necessidades dos países africanos, devido à sua adaptação ao ambiente do continente.

Fonte: Panapress - Noticias Sobre Aviação


Exército tem indicações de que vai receber aeronaves a partir de 2012. Mas adiamento está na mesa devido às exigências do PEC

Portugal não pagará multas em caso de adiamento na chegada dos 10 helicópteros NH90 (foto) para o Exército, a partir de 2012, se encontrar quem ocupe a sua vaga no calendário de entregas daqueles aparelhos.

Fontes do sector ouvidas pelo DN têm alertado para o pagamento de multas de milhões de euros a que Portugal estaria obrigado, perante o consórcio fabricante, na eventualidade de se voltar a adiar a chegada dos NH90, agora devido às exigências do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC).

No caso da Defesa, o PEC impõe um corte de 40% - correspondendo a cerca de 165 milhões de euros no corrente ano - nas verbas da Lei de Programação Militar (LPM) até 2013, além da proibição de fazer novas compras de material militar.

O problema é que os restantes 60% do dinheiro da LPM são insuficientes para pagar os contratos já assinados. Acresce que 10% dessas verbas podem legalmente ser afectas às rubricas de manutenção e operação das Forças Armadas (o que também faz adivinhar novas dificuldades a esse nível para os três ramos).

O Exército, segundo fontes do ramo, não tem qualquer indicação de que o programa dos NH90 venha a ser adiado. Mais, uma alta patente assegurou mesmo haver sinais da tutela nesse sentido. Daí estar em curso, como já anunciou o chefe do Estado-Maior do ramo, um conjunto de iniciativas para acelerar a formação dos quadros (pilotos, mecânicos) naqueles aparelhos.

No entanto, outras fontes do sector adiantaram ao DN que a reavaliação dos programas da LPM (por causa do PEC) inclui o possível adiamento dos NH90 - cuja renda anual, a partir de 2012, será, grosso modo, equivalente à de dois programas navais já em curso, observaram. Seja como for, seriam algumas dezenas de milhões a libertar para pagar as facturas dos concursos já em vigor.

Porém, nessa hipótese, Portugal só evitaria o pagamento das multas se outro país ocupasse o seu lugar na lista de entregas dos NH90, recebendo os helicópteros destinados ao Exército e assumindo as inerentes facturas, observaram algumas das fontes ouvidas pelo DN.

A actual crise financeira internacional não parece criar as condições para viabilizar esse cenário, apesar da apetência que a qualidade do aparelho tem suscitado (já há estimativas para a produção de 1000 unidades, contra a previsão inicial de 600).

Portugal integra esse programa cooperativo com mais quatro países (Alemanha, França, Itália e Holanda) através da empresa aeronáutica OGMA, que tem a seu cargo uma quota de 1,2% da pro- dução de todos os helicópteros - correspondendo a pelo menos 5% da facturação anual (uns 10 milhões de euros) da fábrica de Alverca, que o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, visita amanhã à tarde.

O Exército, cuja Unidade de Aviação Ligeira viu novamente adiado o programa dos helicópteros ligeiros com o PEC, tem calendarizada a recepção dos 10 NH90 (os primeiros dois em 2012 e os restantes até 2015) no aeródromo militar de Tancos - mas, com as últimas notícias sobre a crise, corre o risco de continuar com os hangares vazios.

Fonte: Manuel Carlos Freire (DN Portugal) - Noticias Sobre Aviação

Em maio de 1960, o raio laser foi descoberto pelo físico americano Theodore Maiman (foto). Ele trabalhava numa empresa de aviação em Los Angeles, quando desenvolveu um aparelho com pedras de rubi capaz de suportar a alta energia do laser. O objeto é um cilindro de rubi com as extremidades polidas para funcionar como espelhos. A descoberta do laser não aconteceu da noite para o dia, já era teorizada desde o começo do século. A saga para o perfeito funcionamento da luz começou em 1917, com o físico Albert Einstein.

Ele descobriu a emissão estimulada – quando fótons incidem sobre átomos, gerando feixes de luz com alta quantidade de energia, propagada em apenas uma direção. “É a diferença entre a luz incoerente e luz coerente. No caso de uma lâmpada, a luz tem milhares de direções, o que chamamos de incoerente. Já a luz coerente é a do laser, uma luz comportada onde os fótons se movem igualmente”, explica o professor Júnio Márcio Rosa Cruz, do Instituto de Física da UnB.

Depois de Einstein, outros físicos seguiram em busca do raio laser. Na década de 1950, os físicos Charles Hard Townes, em Nova York, Aleksandro Prokhorov e Nicolai Basov, em Moscou, atuavam em pesquisas semelhantes e chegaram à mesma descoberta: a amplificação de microondas por emissão de radiação estimulada. Era uma forma de raio laser, porém mais fraco, invisível a olho nu. A dificuldade estava em achar um aparelho que fosse capaz de suportar muita energia. Foi então que Maiman desenvolveu o aparelho de rubi.

Aplicações

Uma das aplicações do raio laser mais revolucionárias dos últimos 50 anos é usada comumente nos supermercados. São os leitores de código de barra. O raio laser também é usado em cirurgias de alta precisão, em impressoras, leitores de CD e DVD, nas telecomunicações, em luminárias, e também na indústria, para soldar ou furar o aço.

O professor José Leonardo Ferreira, do Departamento de Física da UnB, conta que o laser transformou a física óptica. “Antigamente dependíamos do telex, rádio, fax e telefone. Hoje em dia a transmissão de informações é feita através de fibras ópticas.” Os cabos ópticos são responsáveis pela comunicação entre bancos, por exemplo. A luz do laser carrega as informações por entre os cabos.

Na medicina, a dermatologia foi uma das áreas que mais se beneficiou com o laser. Tanto para corrigir cicatrizes e remover tatuagens e pêlos, quanto para o tratamento de câncer de pele. “Inegavelmente, para terapia dermatológica, o laser trouxe muitos avanços. O principal é tratar sem causar lesões”, disse a professora Gladys Campbel, coordenadora do Ambulatório de Psoríase do Hospital Universitário de Brasília.

O que antes era resolvido com cera, lâmina descartável ou eletrólise, passou a ser substituído pelo laser. A remoção de pêlos é feita entre quatro e seis sessões. O preço de cada sessão chega a custar R$ 500. “Hoje em dia não dizemos que é uma depilação definitiva, mas que resolve bastante”, conta Gladys.

A terapia fotodinâmica é utilizada no tratamento de câncer de pele, lesões pré-cancerosas, acne inflamatória e rejuvenescimento. Essa terapia consiste em aplicar ácido aminolevulínico na pele para deixar o local fotossensível. A pele passa a captar o laser que destruirá o tecido doente da região. Em apenas uma aplicação resolve de 80 a 100% dos casos de ceratoses actínicas (pré-cancer). O laser melhora em até de 60% a acne inflamatória.

O professor Júnio Márcio conta que cientístas estão trabalhando para desenvolver aparelhos mais potentes e precisos. "Teremos outras aplicações para o laser que facilitarão mais a nossa vida." O professor cita aplicações principalmente para a realização de diagnósticos por imagens.

Fonte: UnB Agência via Planeta Universitário - Imagens: magnet.fsu.edu - Noticias Sobre Aviação

O Corpo de Bombeiros deu início na noite de terça-feira à retirada dos destroços do avião monomotor, prefixo PR-EBM, utilizado em combate a incêndio florestal, que caiu por volta das 16 horas do mesmo dia na Vila Santa Isabel, após decolar do Campo de Aviação da cidade. O acidente aconteceu na Rua José Estevan da Motta e matou o major Jasper Sanderson, 31 anos, piloto do Grupamento Aéreo do Corpo de Bombeiros, e o aspirante Guilherme Augusto Rocha Neto, 28, do 23º Grupamento de Bombeiro Militar de Resende, que ficaram carbonizados.

Até o fechamento desta edição homens do 23º Grupamento prosseguiam com o trabalho de remoção dos destroços da aeronave, modelo AT 802F, fabricada pela AIR Tractor, com o apoio de outros órgãos de segurança pública. Os corpos dos tripulantes foram retirados por volta das 23h30min, após técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos da Aeronáutica (Cenipa) realizarem uma perícia preliminar no local do acidente. A necropsia foi realizada no Instituto Médico Legal (IML) de Resende. As vítimas foram enterradas às 16 horas de ontem, no Rio.

Na manhã de ontem, uma comissão de três investigadores, designados pela Aeronáutica, ainda atuava na cena da tragédia que abalou os bombeiros e os moradores do Residencial Thomaz Fonseca. A partir das informações obtidas pela equipe um Relatório de Ações Iniciais deverá ficar pronto em 30 dias. O Relatório Final tem o prazo de até 12 meses para ser concluído.

As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas o coordenador operacional do aeroporto de Resende, que está interditado, Nélio Silva Sampaio, aponta que os pousos e decolagens do monomotor foram realizados irregularmente. “O monomotor saiu do aeroporto não-comercial Jacarepaguá, no Rio, e pousou no Campo de Aviação, no início da tarde. O piloto, responsável pelo plano de voo, tinha consciência de que o aeroporto estava interditado. Existem dois ‘x’ pintados em amarelo nas cabeceiras da pista que indicam essa situação. Recebemos uma notificação 45 minutos antes da decolagem em Jacarepaguá. Eu avisei ao piloto sobre as condições do aeroporto, quando ele chegou. Perguntei se era uma missão oficial e ele negou. Era apenas um reconhecimento da área. Não constava do plano de vôo essa informação. Entrei em contato com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que confirmou que, nessas condições, o pouso e a decolagem no Campo de Aviação são irregulares. Se não era missão, é irregular. Nesses casos, eu não tenho o poder de policiamento, somente de coordenação e informação. Em sequestros, por exemplo, eu posso intervir e chamar a polícia”, acrescenta o coordenador.

De acordo ainda com Nélio Silva Sampaio, que também exerce a função de piloto, o aeroporto de Resende está interditado desde setembro de 2009, para corrigir algumas falhas de segurança.

Moradores fora da rotina

O estrondo da queda do avião assustou os moradores do Residencial Thomaz Fonseca, na Vila Santa Isabel. O avião caiu entre uma casa e o prédio. De acordo com a subsíndica, a psicóloga Andréa Brandão, o prédio estremeceu na hora do acidente. “Estava com a minha filha de dez anos no apartamento quando escutei a explosão. Vi muita fumaça e o prédio tremeu. A sensação era de que a colisão tinha sido no prédio. Todo mundo descendo a escada e gritando ‘fogo’ e ‘avião’. Poderia ter atingido o meu bloco. Eu moro no Bloco 3. Só que é o lado inverso do acidente.

Ficamos preocupados, o prédio tem encanamento de gás. Além disso, vários carros poderiam ter explodido com o alastramento do fogo. Imagine se tivesse colidido?!”, conta.

Guilhermina Oliveira, 71 anos, chorou ao relembrar o desespero na hora de sair do Bloco 3. “Moro do outro lado, no quarto andar. Mas fiquei apavorada com o barulho da queda e a fumaça. Estou usando bengala, pois tenho artrose e dificuldade para me locomover. Desci a escada desesperada. Moro sozinha e tenho pressão alta. Ainda bem que tive a ajuda da babá da minha neta que mora no terceiro andar”, diz emocionada.

A síndica Érica Coutinho da Rocha fala sobre os danos causados no prédio. “Estamos esperando a perícia da seguradora Marítima. A equipe deve vir esta semana ainda. De acordo com informações de um bombeiro, eu devo pegar o registro de ocorrência e abrir um processo no Corpo de Bombeiros para avaliar um possível ressarcimento. A Defesa Civil disse que está tudo perfeito por aqui. No primeiro andar, os dois apartamentos tiveram grandes prejuízos nas salas e nos quartos”, revela.

Até a conclusão desta edição a Ceg-Rio foi informada sobre um provável rompimento na tubulação de gás próximo ao acidente, e já havia mandado uma equipe para verificar a situação.

Fonte: A Voz da Cidade - Foto: Celso Sellmer - Noticias Sobre Aviação

Chile entrega seu urânio enriquecido para os EUA

Postado por Alina Stewart quinta-feira, abril 29, 2010 2 comentários

Chile entrega seu urânio enriquecido para os EUA

O Chile enviou seu urânio enriquecido aos Estados Unidos. Fernando López, diretor da Comissão Chilena de Energia Nuclear, disse hoje que o fato de o material estar em um lugar seguro "é benéfico para todos". O transporte do material ocorreu logo após o terremoto de 27 de fevereiro no país, revelou. O material radioativo foi carregado em depósitos por especialistas dos dois países, seguindo para os EUA por meio do Canal do Panamá.

Há um ano, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu encabeçar uma campanha para recuperar todo o urânio enriquecido do mundo em quatro anos. O objetivo é ambicioso, pelo planejamento e pela tecnologia necessários para isso, além das questões diplomáticas. Os EUA já ajudaram no fechamento de 67 reatores nucleares, em 32 países. O urânio enriquecido pode ser usado tanto para a produção de energia como de armas nucleares.

Fonte: Estadão

Above: IRIN Fokker F-27-400M Troopship

Fokker F-27 da Marinha Iraniana sobrevoa USS Eisenhower no Golfo de Omã

Em 21 de Abril de 2010, a cerca de 06:30 GMT, exatamente durante as manobras de realizadas pelas Forças Armadas Iranianas no Golfo de Omã um Fokker F-27 da Marinha Iraniana em missão de patrulha marítima em espaço aéreo internacional sobrevoou por cerca de 20 minutos a uma distância de 900 metros o porta aviões USS Einsenhower. A aeronave já era monitorada por unidades americanas a cerca de 160 km antes de chegar a área onde esta o porta aviões.

File photo: USS Enterprise (CVN-65)

O fato não é novo já que rotineiramente aeronaves iranianas sobrevoam navios norte americanos em transito pelo Golfo de Omã. Segundo o Almirante Gary Roughead, da Marinha Americana, Os iranianos "não foram provocativos ou ameaçadores. Enquanto eles estiverem sendo profissionais não estão nos ameaçando, é espaço aéreo internacional."

By Vinna com informações do Univision e Uskowi on Iran

Resolvido o mistério da fotografia com suposto viajante do tempo do Canadá

Imagem de museu canadense data de 1940, mas homem veste roupas atuais

Especialistas dizem que foto não foi manipulada, mas roupas já existiam sim naquela época

Os impressionáveis com teorias conspiratórias estavam em polvorosa nas últimas semanas. E tudo por causa de uma foto. Trata-se da imagem acima, uma fotografia tirada na reabertura da ponte Fork South Bridge, após inundação em novembro de 1940, no Canadá. A polêmica se deu por causa do homem em destaque na foto, que usa roupas que teoricamente não existiam na época e uma câmera com teleobjetiva que também não existia nos anos 1940.

Seria então o moço um viajante do tempo? Teorias conspiratórias sobre o assunto não faltam e, na era da internet, elas estão por todo lugar. A fotografia está exposta no Museu Bralorne Pioneer de British Columbia, Canadá, como parte da exposição Their Past Lives Here, inaugurada em 2004. Porém, só no final de março é que ela foi notada com a presença do "viajante do tempo".

A fotografia é autêntica e não sofreu manipulações, como sugere a Error Level Analysis, que analisa imagens para processos judiciais. No entanto, especialistas já desvendaram o mistério: ainda que incomuns, essas vestimentas já existiam 70 anos atrás.

Os óculos do sujeito, por exemplo, podem ser vistos no rosto da atriz Barbara Stanwyck no filme Pacto de Sangue (Double Indemnity), de 1944. Blusas com insígnias bordadas também não eram novidade para a época, como indica o grupo de estudos Ceticismo Aberto.

O casaco poderia ser um casaco crochetado à mão com botões à frente. Algo que sem dúvida já existia na década de 1940. Quanto à câmera, não é possível ver detalhes, mas existem modelos bem similares que datam da década de 1940.

"Se esta é uma manipulação digital, por que seu autor inseriria um homem com trajes que embora incomuns, sim poderiam ser encontrados na década de 1940? Por que colocar em suas mãos uma máquina fotográfica que parece à primeira vista apenas alguns anos fora de época? Por que não inserir o logotipo de uma empresa criada décadas depois, como Nike?", pergunta artigo do grupo Ceticismo Aberto.


Fonte: MSN

Dois MiG-29 da Bielorússia colidem no ar

Segundo informações do ministério da Defesa da Bielorússia, dois dos seus aviões MiG-29 colidiram durante um vôo de treinamento de rotina. O sinistro ocorreu na quarta feira dia 21 e não houve vitimas, apenas perda de material já que um dos pilotos ejetou e o outro pousou em segurança. Segundo o Ministério da Defesa a colisão ocorreu enquanto os aviões manobravam em condições de má visibilidade. O ministério da Defesa da Bielorússia nomeou uma comissão para investigar as o acidente.

O Mikoyan MiG-29 (nome de código da NATO Fulcrum ) é um caça utilizado em combate aéreo avançado. Desenvolvido no início da década de 1970, entrou ao serviço da União Soviética em 1983 e permanece em serviço na Rússia e outros países ex-soviéticos. O Modelo é usado em cerca de 20 países do mundo.

By Vinna com informações do Taiman News

Operação EAGLE CLAW
A fracassada tentativa de resgate
dos reféns americanos.
Iran, 24-25 Abril 1980.

No momento em que as tensões entre os Estados Unidos e o Iran crescem novamente, lembramos um fato relevante na história da política externa norte-americana:

Em 4 de novembro de 1979, algum tempo depois da derrubada do governo do Xá Reza Pahlevi pelos simpatizantes do Aiatolá Khomeini, uma multidão enraivecida invadiu a Embaixada Americana em Tehran e capturou todo o corpo diplomático norte-americano, bem como o pessoal da segurança, formado por militares do Corpo de Marines.

Ao todo, 52 americanos foram capturados e mantidos reféns pela Guarda Revolucionária Iraniana, força paramilitar fanaticamente leal ao Aiatolá Khomeini, e não se sabia se seriam mantidos presos, se seriam torturados ou simplesmente executados.

Em poucas horas, o recém tornado operacional Destacamento Delta , das Forças Especiais dos Estados Unidos estava em alerta total e planos estavam sendo estudados para uma operação de resgate.

Esta é a história desta operação, com nome-código Eagle Claw ( Garra de Águia).

O comandante do Delta, Coronel Charles Beckwith, esteve intimamente ligado à tentativa de resgate, desde seu início. Encarava uma missão assustadora. Tehran fica no coração do Iran, e muito longe de qualquer país amigo dos EUA. Os reféns não estavam sendo mantidos num aeroporto, como na bem sucedida operação israelense em Entebbe, o que facilitou o resgate. Boas informações locais eram difíceis de obter sobre a força inimiga dentro da embaixada e em Tehran. E, obviamente, todo o plano e treinamento deveriam ser mantidos em absoluto segredo.

E o tempo corria contra os americanos.

O plano final, elaborado por uma comissão formada por militares de alta patente das várias armas do governo americano, era uma audaciosa operação, envolvendo forças navais, aéreas e terrestres.

Seriam usados o porta-aviões USS Nimitz, operando com sua Força-Tarefa a partir do Mar Arábico; oito helicópteros RH-53 Sea Stallion, do Corpo de Marines; doze aeronaves da USAF: quatro tankers MC-130, três EC-130 de apoio eletrônico, três AC-130 de apoio de fogo e dois C-141 de transporte pesado, além de numerosos "operadores ", como são chamados os membros da força Delta, alguns já infiltrados em Tehran, antes do inicio do ataque. Teriam também a ajuda de simpatizantes e ex-funcionários iranianos da Embaixada, operando de dentro da cidade.


Foi estabelecido um ponto de reunião dentro do território iraniano, chamado de Desert One, onde as várias aeronaves deveriam reunir-se para reabastecimento na viagem de ida.

Os oito helicópteros RH-53 deveriam partir do Nimitz, pousar em Desert One para reabastecerem-se com o combustível já lá deixado pelos MC-130, e voarem para as proximidades de Tehran, transportando a força Delta, pousando num aeroporto não utilizado, chamado Mazariyeh, a cerca de uma hora de Tehran, que já deveria ter sido tomado por uma força de ataque de cerca de 100 Rangers, onde ficariam escondidos até a hora do ataque. Ao anoitecer, os Delta seriam transportados por veículos conseguidos pelo pessoal de terra, atacando o complexo de prédios da Embaixada, onde os reféns estavam alojados.

Quaisquer sentinelas externas seriam eliminadas pela primeira equipe de homens armados com pistolas equipadas com silenciador, enquanto a segunda equipe explodiria os portões externos, e uma terceira equipe faria o mesmo com os muros atrás da Embaixada, criando assim uma ação diversiva. Então a força principal, pesadamente armada, entraria eliminando qualquer oposição, e fazendo a limpeza dos quatro prédios onde se esperava estivessem os reféns. Um grupo de cinco homens deveria destruir o gerador elétrico da Embaixada.

Os reféns deveriam ser transportados até um estádio de futebol nas redondezas, onde os RH-53 já teriam pousado, chamados desde seu local de espera, embarcados junto com os Delta e transportados para Mazariyeh, onde os C-141 os esperavam para transportá-los para fora do Iran, junto com todos os outros participantes.Os AC-130 estariam no ar, para evitar quaisquer tentativas de forças aéreas ou terrestres iranianas de intervir na operação.

Todas as aeronaves deveriam abandonar território iraniano, exceto os oito RH-53, que seriam explodidos, pois não tinham alcance para escapar, e não deveriam cair em mãos iranianas.

Este era o plano.

Vejamos agora o que realmente aconteceu.

Um mês antes do assalto, um pequeno monomotor Twin Otter da CIA tinha ido até Desert One, desembarcando um Controlador Avançado de Apoio Aéreo ( FAC ), que demarcou a área necessária com luzes de pouso, para auxiliar a chegada das aeronaves.

A missão foi bem sucedida, não houve contato com forças inimigas, e os pilotos do Otter informaram que seus sensores haviam captado sinais de radar a 3000 pés( aprox. 1000 metros ), mas nada abaixo desta altura.

Assim sendo, os pilotos de helicópteros foram instruídos para voar abaixo de 200 pés ( aprox. 65 metros), para evitarem localização por radar.

Esta limitação fez com que entrassem numa tempestade de areia, que eles não podiam sobrevoar sem quebrarem o limite dos 200 pés.

Dois RH-53 imediatamente perderam- se da força de ataque, sendo forçados a pousar.

Outro RH-53 já havia pousado por problemas mecânicos, tendo sua tripulação sido embarcada em outra aeronave, que por este motivo, estava 20 minutos atrasada em sua aproximação. Dos oito iniciais, estavam reduzidos a sete.

Sacudidos por ventos fortes e pesadas nuvens de areia, os RH-53 remanescentes seguiram em frente, recebendo a informação de que os MC-130 tankers já haviam chegado. Os dois que haviam pousado antes, decolaram outra vez e conseguiram achar o rumo para Desert One.

Porém neste momento outro helicóptero reportou uma falha mecânica, e o piloto decidiu voltar para o Nimitz, da metade do caminho. A força de ataque agora estava reduzida a seis helicópteros, o mínimo necessário para efetuar o transporte dos Delta e dos reféns.

O primeiro grupo de três RH-53 chegou a Desert One com uma hora de atraso em relação ao cronograma, com os outros três chegando quinze minutos mais tarde.

O golpe final na operação foi dado quando um dos RH-53 reportou falha no sistema hidráulico principal, o que o tornava inseguro para operação com carga total. Como eram necessárias seis máquinas, e havia somente cinco disponíveis, o ataque foi cancelado.

Foi passada a ordem ao pessoal de apoio em Tehran que "desaparecem", para não serem apanhados pela segurança iraniana, que obviamente iria iniciar uma busca geral, ao descobrirem o plano, o que fatalmente ocorreria.

As coisas porém iriam piorar, quando um dos RH-53, movendo-se para outra posição após reabastecer, chocou-se com um dos MC-130, em meio a densa nuvem de areia. Imediatamente ambos explodiram, iluminando o deserto inteiro.O MC-130 foi rápidamente evacuado, pois já estava carregado com um grupo de Deltas, porém a tripulação do RH-53 ardeu com o helicóptero. Veio a ordem de abandonar o local imediatamente, porém demorou a chegar aos homens que ajudavam mortos e feridos, além de tentarem arrastar o MC-130 em chamas, para afastá-lo de outras aeronaves. Isto atrasou a decolagem, o que não permitiu que os RH-53 fossem destruídos,pois observadores avançados informaram da aproximação de veículos desconhecidos, deixando assim para os iranianos importantes documentos, que levaram a identificação e descoberta dos operadores e simpatizantes infiltrados em Tehran, os quais foram caçados e executados.

Ao todo, três membros da USAF e três membros do Corpo de Marines morreram no deserto, além dos que foram apanhados mais tarde em Tehran, e muitos outros foram feridos.

Os iranianos espalharam os reféns por todo o país, tornando outra tentativa de resgate impossível.

Eles seriam finalmente libertados, após 444 dias de prisão, como resultado de exaustivas e humilhantes negociações entre os governos americano e iraniano.

Overview of the wreckage at the Desert One base in Iran

Lições aprendidas.

Informação insuficiente e mau planejamento foram um fator essencial no fracasso da missão.

Os planejadores calcularam que levaria quatro horas e vinte minutos para os RH-53 atingirem Desert One a partir do Nimitz, porém eles levaram CINCO horas e vinte minutos, devido ao mau tempo encontrado na rota.

O Serviço de Meteorologia não foi capaz de prever as tempestades de areia a baixa altitude que comprometeram a missão. Caso tivessem previsto, apenas tripulações treinadas em vôo baixo sem visibilidade teriam sido usadas, evitando o fatal acidente, a perda de vidas e de aeronaves preciosas.

Além disso, as tripulações dos helicópteros haviam sido reunidas no último minuto, quando se descobriu que muitos dos pilotos Marines não tinham a capacidade necessária para completar a missão.


Afinal foi uma combinação de pilotos Marines, da USAF e da NAVY que voaram naquela noite.

Um dos pilotos abandonou a missão por absoluta falta de familiaridade com a aeronave que deveria pilotar!

Junte-se a isto fatores pouco considerados, como distâncias a serem percorridas, falta de uma área de pouso amiga alternativa, pois os C-130 e C-141 iriam voar até a Turquia, e total desconhecimento da força inimiga a ser enfrentada, e temos um desastre militar, um início pouco auspicioso para a flamante Força Delta, e a maior humilhação do Governo Carter.

Fonte: DefesaNet - Por: Fernando Diniz



O que saiu errado na operação para resgatar os reféns americanos no Irã?


A crise das relações Estados Unidos-Irã começou em janeiro de 1979, quando o xá Reza Pahlevi foi obrigado a fugir da agitação revolucionária de seu país. O aiatolá Khomeini regressou do exílio em triunfo para iniciar uma campanha antiocidental e antiamericana. Os Estados Unidos haviam apoiado o governo do xá, durante décadas, com ajuda financeira e militar, e quando Pahlevi caiu em desgraça e precisou de tratamento médico, os americanos autorizaram sua entrada no país. Este fato desencadeou uma onda de manisfestações raivosas em Teerã, culminando em 4 de novembro com a invasão, por jovens revolucionários, da embaixada americana onde tomaram 53 funcionários como reféns, por cuja libertação exigiam a extradição do xá e sua entrega ao Irã, para julgamento por crimes contra o povo.

O presidente Jimmy Carter se recusou a ceder às exigências, cortou relações diplomáticas com o Irã e iniciou um embargo comercial contra o país. Após meses sem resultados e vendo as eleições americanas se aproximando, Carter autorizou uma solução militar para o impasse: nome-código Operação Eagle Claw (Garra de Águia). O plano previa que uma equipe Delta iria de Omã para Desert One, um ponto no deserto 490 km a sudeste de Teerã, em aviões C-130 voando a baixa altitude para evitar os radares. Ao mesmo tempo oito helicópteros RH-53D da Marinha, partiriam do porta-aviões USS Nimitz a 80 km da costa e se juntariam ao grupo principal no deserto. Neste local, os seis C-130 ficariam estacionados, um grupo controlaria uma estrada próxima e os demais seguiriam nos RH-53D até a capital iraniana, onde guiados por agentes infiltrados, tomariam a embaixada, resgatando os reféns e levando-os para uma pista de pouso em Manzarieh, 56 km ao sul, de onde voariam para casa em aviões C-141.

O que provocou o fracasso da operação? Em 24 de abril de 1980 teve início a ação. Os vôos dos aviões C-130 obedeceram fielmente ao cronograma e a equipe de controle da estrada desceu em segurança. Esta agiu de imediato, interceptando um ônibus e detendo os 45 ocupantes. Os oito RH-53D decolaram do Nimitz, a 80 km da costa iraniana, às 19:30h e dirigiram-se para o norte. Às 21:45h o n° 6 indicou falha mecânica e foi abandonado. Cerca de uma hora depois os aparelhos enfrentaram uma forte tempestade de areia, que obrigou dois deles a descer e decolar novamente. O nº 5 teve uma pane e sem instrumentos voltou ao Nimitz. O primeiro dos seis restantes atingiu Desert One com cinquenta minutos de atraso e os demais chegaram na meia hora seguinte. O comandante da operação já preocupado com o atraso, foi informado que o n° 2 não tinha condições de prosseguir, por falha elétrica.

Com apenas cinco aparelhos era impossível completar a missão e toda a operação foi cancelada, após rápida discussão com o centro de controle, no Egito. Nunca ficou claro se essa decisão foi tomada em Washington, Wadi Kena (Egito) ou lá mesmo em Desert One. Mas o pior estava por vir. Eram 2:40h quando o helicóptero n° 3 tentou decolar, não manteve sustentação, bateu num C-130 e ambos explodiram, com a morte de oito homens, mas salvando-se 64 membros do Delta que estavam no avião. Todos os helicópteros foram abandonados e toda a tropa envolvida voltou em três C-130. Para analistas, o fracasso de todos os seus esforços para libertar os reféns e o fim trágico da missão de salvamento, custou a Jimmy Carter a reeleição. Ironicamente, no dia em que o eleito Ronald Reagan prestou juramento como presidente, em 20 de janeiro de 1981, o Irã libertava o último dos reféns.

Fonte: Military Power


30th anniversary of 'Operation Eagle Claw'



An interesting Al Jazeera report on the 30th anniversary of the failed American 'Operation Eagle Claw', the attempted rescue of American hostages held in the US embassy in Tehran on April 25th 1980.

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