Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Video: Button e Hamilton entram no carro de Senna; veja

Postado por Alina Stewart quarta-feira, junho 30, 2010 1 comentários

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Dupla da McLaren visitou carros antigos da equipe e ficou "encantada" com MP4/4

O fabuloso McLaren MP4-4 permitiu que a equipa de Ron Dennis dominasse uma temporada de Formula 1 (1988) como nunca antes nenhuma equipa o tinha conseguido… e nem nos anos seguintes, até aos dias de hoje, tal domínio voltou a ser igualado ou superado.
O McLaren MP4-4 tinha um chassis em monobloco de fibra de carbono e kevlar, o motor era o Honda Turbo que debitava cerca de 700 cv (2,5 bar) às 13.800 rpm.
O domínio exercido nesse ano pelo MP4-4 foi avassalador, para isso muito contribui também o facto da equipa McLaren ter contratado o piloto brasileiro Ayrton Senna (ex-Lotus) para ser colega do francês bi-campeão Alain Prost, tornando-se numa das mais poderosas duplas de pilotos que a Formula 1 já teve.
A Honda fornecia motores a duas equipas, a Lotus e a McLaren, mas o desempenho das duas equipas bastante diferente. A determinada altura do campeonato, a Lotus manifestou aos japoneses da Honda a sua desconfiança em relação aos motores. Ao que a Honda respondeu que não havia favorecimento à McLaren em detrimento da Lotus e como tal dava à Lotus a oportunidade de ser a primeira a escolher os motores. Mas nem mesmo assim os Lotus conseguiram voltar aos níveis demonstrados nos anos anteriores.
Mas para falar sobre o McLaren MP4-4 resolvi postar o texto que vinha na Turbo nº85 de Setembro de 1988, nas pág. 74 e 75.

“O inacessível McLaren MP4-4”

“«Para ser bem sucedido na Formula 1 é necessária a conjugação de cinco factores: chassis, motor, pilotos, pneus e uma boa organização. Se algum destes elementos falhar é impossível chegar a uma posição de relevo». Quem o afirma é Gordon Murray, responsável pelo «staff» técnico da McLaren desde 1987 depois de ter permanecido durante dezassete anos ao serviço da Brabham. Embora o chassis MP4-4 tenha a assinatura de Steve Nichols todas as directrizes do projecto foram estabelecidos por Murray. O projectista sul-africano atribui todo o sucesso do projecto à organização da equipa britânica, comandada superiormente por Ron Dennis, a qual permitiu desenvolver toda a capacidade criativa dos dezassete homens que integram os diversos sectores do departamento técnico da equipa sediada em Woking. «Na McLaren para cada projecto temos um responsável, coordenando eu todo o conjunto. É preciso não esquecer os outros engenheiros, de quem nunca se ouve falar, e sem os quais este carro não teria nascido». Mas qual é o segredo do MP4-4, um carro que não têm permitido quaisquer veleidades aos seus adversários desde a prova inaugural do campeoanto? Para Murray, o primeiro chassis totalmente novo construído pela McLaren desde 1983 apresenta um «cockpit» de soluções clássicas (à excepção da posição de condução e da caixa de velocidades) mas com ideias inovadoras. Fundamental para o domínio exercido são ainda o baixo posicionamento do motor e a caixa de velocidades utilizada (de origem Weissmann) o que permitiu obter um centro de gravidade mais baixo. Da experiência colhida com a concepção do Brabham BT55, o carro da discórdia e que precipitou a sua saída da equipa de Ecclestone, Murray sabia que o baixo posicionamento do piloto tinha consideráveis vantagens em termos aerodinâmicos, aliás amplamente comprovados no McLaren MP4-4 o que desde logo viabilizava o seu anterior projecto… A juntar a todos estes componentes há ainda que ter em conta a prestação de dois pilotos de excepção e a utilização do motor sobrealimentado Honda RA 168-E nas suas várias versões dispondo de uma ampla curva de potência utilizável.Uma questão poderá desde já levantada: também a Lotus dispõe de um motor idêntico e de um piloto que dá pelo nome de Piquet. «Também nós não conseguimos perceber esta diferença de comportamentos dos dois carros. Não há dúvida que a aerodinâmica do McLaren é diferente mas a distribuição de pesos é semelhante. É difícil de explicar…» garante Murray acerca de um carro que, poderia dominar durante mais dois ou três anos o panorama da Formula 1, mas que passará à história no final desta temporada face à regulamentação vigente nesta disciplina a partir de 1989.”

Para se melhor compreender o avassalador domínio da McLaren, deixo-vos alguns números que o MP4-4 alcançou em 1988:

- Vitórias: 15 (Senna 8 e Prost 7) em 16 GP’s (93,75%);
- Pole-positions: 15 (Senna 13 e Prost 2) em 16 GP’s (93,75%);
- Os seus pilotos ocuparam por 12 vezes a primeira linha da grelha de partida (75%);
- Melhores voltas: 10 (Prost 8 e Senna 2) em 16 GP’s (62,5%);
- Das 32 partidas que o MP4-4 fez, terminou 28 vezes e apenas abandonou 4 vezes (87,5%);
- A McLaren conseguiu 199 pontos dos 240 possíveis (82,92%); todos os pontos das restantes equipas (201) superavam os da McLaren por apenas 2 pontos.
- Conseguiu 10 dobradinhas em 16 possíveis (62,5%);
- O McLaren MP4-4 liderou 97,28% (1003 voltas) das voltas do somatório de todos os GP’s (1031 voltas).

Texto: Blog Quatro Rodinhas


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Comandante da Força Aérea da Índia visita o Ministro Nelson Jobim

O comandante da Força Aérea da Índia, Pradeep Vasant Naik, reuniu-se ontem com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e com o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Juniti Saito. Na reunião de Naik com Saito, os comandantes conversaram sobre as indústrias de aviação, a troca de oficiais nos institutos de treinamento brasileiros e indianos, além do aumento de cooperação entre as Forças Aéreas. Naik, tenente-brigadeiro com 40 anos de carreira, ficará no Brasil até sexta-feira e visitará a Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial e a Embraer, ambos em São José dos Campos (SP). O comandante veio ao país acompanhado de sua mulher, Madhubaala Naik — presidenta da Organização do Bem-Estar das Esposas da Força Aérea Indiana.

Fonte: Correio Braziliense - Via CAVOK

Nota do Vinna: Para mim ele veio acertar um acordo sobre os Super tucanos

O Governo da Bolívia está considerando a criação de um escudo aéreo ao longo de toda sua fronteira, principalmente no sul coincidindo com as fronteiras com Paraguai e Argentina, com o objetivo de combater o tráfico de droga por via aérea.

Pelo menos é o que emerge das palavras do vice-presidente Alvaro Garcia, a vários meios de comunicação locais, segundo o qual “temos ainda um ponto fraco na luta contra o tráfico de drogas, que é a falta de uma maior presença aérea em toda a nosso espaço. Por isso, queremos criar um escudo de proteção aérea para atacar frontalmente o narcotráfico “, disse ele.

K-8 nas cores da Força Aérea da Zâmbia

Este escudo seria composto de seis aviões do tipo K-8 (Karakorum) que a Bolívia negocia para comprar da China por 58 milhões dólares e por 10 helicópteros que o governo espera obter da Rússia, a partir de um crédito de militar que neste momento estaria sendo negociado com Moscou.

O combate aéreo contra o narcotráfico na Bolívia tem sido apoiado por uma frota de 11 helicopteros Bell UH-11 e três aviões de carga C-130 dos Estados Unidos que são pilotados por militares da Força Aérea Boliviana.

Fonte:Infodefensa - Via: Plano Brasil - Tradução: Comandante Melk

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Autoridades americanas disseram ter desmatelado rede de espiões da inteligência de Moscou

A Rússia disse nesta terça-feira, 29, que as alegações do governo dos EUA a respeito das prisões de supostos agentes secretos russos apenas dias depois da visita do presidente Dmitri Medvedev ao país são "impróprias e sem base", segundo um comunicado do Ministério de Relações Exteriores russo.

As autoridades americanas disseram ter detido dez pessoas suspeitas de trabalhar secretamente para a inteligência russa. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, elas formariam uma rede de infiltração para coletar informações sobre a estratégia americana em diversos assuntos externos. De acordo com as autoridades, as investigações para desmantelar a rede de espionagem foram realizadas pelo FBI durante mais de uma década.

"Tais ações não têm base e são impróprias. Não entendemos o que levou o Departamento de Justiça a fazer essa declaração no espírito de espionagem da Guerra Fria", diz o comunicado da chancelaria. "Lamentamos profundamente que isso esteja ocorrendo em meio ao restabelecimento de relações anunciado pela administração americana", conclui o texto.

As autoridades americanas dizem que os detidos usavam identidades falsas para recrutar fontes políticas e reunir informações para o governo russo. Eles são acusados de coletar informações sobre arsenais nucleares, sobre o mercado global de ouro e de tentar fazer contato com funcionários da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), segundo o processo que corre em uma corte federal.

O Departamento de Justiça os acusa de operar na "ilegalidade" sob ordens da agência russa SVR, considerada a herdeira da temida KGB. A ilegalidade se aplica ao dato de eles estarem vivendo nos EUA sob falsa identidade sem a devida notificação que deve ser prestada às autoridades. A lei permite que agentes de outros países vivam nos EUA, mas sob cobertura diplomática ou legítima.

Ainda segundo o texto das acusações formais, os supostos espiões "se 'americanizaram' o suficiente para reunir informações sobre os EUA para a Rússia e podem recrutar fontes que estão, ou podem se infiltrar, na política americana". O Departamento de Justiça disse que eles receberam treinamento de comunicação codificada, como evitar a detecção e como passar mensagens a outros agentes casualmente, em espaços públicos, sem deixar suspeitas.

Moscou tem acusado o Ocidente repetidamente de manter operações de espionagem em seu território apesar de a Guerra Fria já ter terminado. As potências ocidentais também alegam das atividades russas, principalmente nas áreas comercial e científica.

O mais recente escândalo envolvendo espionagem ocorre no momento em que a relação entre EUA e Rússia dá sinais de melhora. O presidente russo, Dmitri Medvedev, e seu colega dos EUA, Barack Obama, encontraram-se em Washington neste mês para mostrar o fortalecimento dos laços entre países que foram rivais na Guerra Fria.

Fonte: Estadão

Em 30 de junho de 1934, na Alemanha, o líder nazista Adolf Hitler ordena um expurgo sangrento em seu próprio partido político, assassinando centenas de nazistas que ele acreditava poderem vir a ser potenciais inimigos no futuro. A liderança do agrupamento paramilitar nazista SA (Sturmabteilung – Destacamento de Assalto), cujos quarto milhões de membros ajudaram a levar Hitler ao poder no início dos anos 1930, era, em particular, o alvo principal. Hitler temia que alguns de seus seguidores levassem muito a sério a propaganda inicial do nacional-socialismo e que isto pudesse comprometer seus planos de suprimir alguns direitos dos trabalhadores em favor da indústria pesada encarregada de preparar o país para a guerra.

A Noite dos Longos Punhais (em alemão, Nacht der langen Messer) foi um expurgo que aconteceu na Alemanha Nazista na noite do dia 30 de junho para 1 de julho de 1934, quando a direção do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (o Partido Nazista) decidiu executar dezenas de seus membros políticos, sendo a maioria da SA.

Adolf Hitler revoltou-se contra o líder da SA, Ernst Röhm, pois este ansiava em transformar seus liderados, chamados de camisas pardas, no embrião do futuro exército da Alemanha Nazista e via o uso da violência nas ruas como melhor modo de disciplina, algo totalmente contra o regime que Hitler queria impor na sociedade alemã. Além disso, os interesses de Röhm chocavam-se com os do Reichswehr, o exército alemão do período entre-guerras. Seus oficiais - em especial o marechal Paul von Hindenburg, presidente da nação na época - não toleravam a figura de Röhm, em razão de sua homossexualidade, fraqueza a vícios e o medo de que Röhm viesse a tentar derrubar o regime nazista e assumir ele mesmo o poder. Hitler, chanceler da Alemanha nomeado por Hindenburg, decidiu não entrar em choque com o poder político dos militares e, ao invés disso, fazer um expurgo das autoridades máximas da SA e de seus inimigos políticos.

Pelo menos oitenta e cinco pessoas morreram durante os acontecimentos e milhares foram presas. A maioria das mortes foi causada pela SS (Schutzstaffel – Esquadrão Protetor), um grupo de elite especial, e pela Gestapo (Geheime Staatspolizei), a polícia secreta. Com o expurgo, foi consolidado o apoio do Reichswehr a Hitler.

Antes do seu acontecimento, o evento foi classificado com o codinome "colibri" (em alemão: Kolibri), escolhido aleatoriamente, que se tornou palavra-chave para iniciar a operação. A frase "Noite dos Longos Punhais" origina-se de um verso de uma canção da SA que tem como assunto principal massacres, e já havia sido usada para designar um episódio da história britânica, quando os invasores germânicos (saxões, anglos e jutos) convidaram os chefes celtas (bretões e galeses) para um banquete de paz e mataram todos com punhais escondidos sob a roupa. Devido ao peso da expressão, a Alemanha refere-se a este assunto com o nome de "Röhm-Putsch", nome empregado pela propaganda nazista na época.

Na manhã de 30 de junho de 1934, Hitler e suas tropas voaram para Munique. Do aeroporto, eles foram para o Ministério do Interior da Baviera, onde se reuniu com dirigentes da SA, que tinham organizado uma briga de rua na noite anterior. Enfurecido, Hitler retirou as medalhas e a parte de cima do uniforme de Obergruppenführer de um chefe da polícia de Munique, por desobedecer suas ordens de manter a cidade em ordem. Hitler, acompanhado de seus seguidores, de uma grande tropa da SS e da polícia comum, foi para um hotel em Bad Wiessee, onde estava marcado o encontro entre Röhm e seus comandados.

Os arquitetos do expurgo: Hitler, Göring, Goebbels e Hess. Só está faltando Himmler

No início da noite, à testa de uma longa fileira de carros, Hitler seguiu então para Bad Wiessee. "De rebenque na mão", segundo o seu motorista Erich Kempka, Hitler "penetrou no quarto de Röhm, seguido de dois agentes da polícia criminal armados, de revólveres engatilhados. Aí bradou: 'Röhm, você está preso! ' Ainda tonto de sono, Röhm ergueu a cabeça do travesseiro. "Heil, mein Führer" - balbuciou. 'Você está preso! ' - gritou Hitler novamente. Aí deu meia volta e saiu do quarto." A cena se repetiu com todos os chefes da SA, um apenas, o silesiano Edmund Heines, foi encontrado na cama com um jovem, também a serviço da SA. Heines opôs certa resistência, mas teve o mesmo fim. Goebbels, Ministro da Propaganda, justificava o expurgo como repressão das atitudes não aceitas pelo regime nazista. A SS ainda prendeu um comboio de líderes da SA que chegavam ao hotel para a reunião com Röhm. O Gruppenführer berlinense Ernst estava em Bremen, onde se preparava para sua viagem de núpcias. Quando embarcava no navio, foi detido, e, crendo que se tratava de uma das brincadeiras de despedida de solteiro, deixou-se levar. Foi conduzido até Berlim. Sorria ao exibir seus braços algemados e fez brincadeiras com o grupo das tropas SS que o aguardava no aeroporto. Saiu do avião direto para uma viatura policial, que lá estava à sua espera. Os jornais já continham entre suas notícias a morte do Gruppenführer. Mas Ernst, continuando a crer tratar-se de uma brincadeira, foi encostado no muro de Lichterfeld e fuzilado. Recusando-se a acreditar no que passava, balbuciou ainda um "Heil, Hitler!".

Chegando aos quartéis de Munique, Hitler fez um discurso para a população. Consumido de ódio, ele denunciou Röhm como "o pior traidor da história da humanidade" e disse ainda que "figuras desobedientes, sem disciplina e doentes" seriam mortas. A platéia, que continha membros da SA que escaparam da prisão, aprovou o discurso. No retorno a Berlim, Goebbels telefonou para Göring usando o codinome "Kolibri", sinal para colocar a Gestapo nas ruas e executar os inimigos do governo.

Fonte: Opera Mundi - Fotos: Wikipédia - Noticias Sobre Aviação

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A BAE Systems recebeu um contrato de £8,6 milhões do Ministério da Defesa do Reino Unido para modernizar a frota de jatos Tornado GR4 da Royal Air Force (RAF). As aeronaves são equipadas com os mísseis guiados Dual Mode Brimstone, os quais serão modernizados para o modelo em linha Insensitive Munition (IM) com as exigências operacionais e fazem parte de um amplo pacote de armas conhecido como SPEAR (Selective Precision Effects At Range).

Uma série de voos de testes serão iniciados em 2011 na unidade da BAE Systems de Warton, em Lancashire, para liberar o uso da nova arma. O contrato é apenas um elemento do maior contrato Complex Weapons, entregue pelo Ministério da Defesa para a MBDA (Reino Unido) através da iniciativa Team Complex Weapons.

Fonte: CAVOK

Autoridades informaram que, nesta quarta-feira (30) um avião militar norte-americano fez um pouso de emergência no oeste da Alemanha, ferindo um dos dois pilotos que estava a bordo.

O Beechcraft RC-12K Huron, prefixo 85-0155, do Exército Americano (1st MI Bn) pousou num campo nesta tarde pouco antes de chegar ao aeroporto militar norte-americano de Wiesbaden. A porta-voz da polícia, Petra Volk, disse que um dos dois pilotos a bordo da aeronave, que fazia um voo de treinamento, ficou ferido.

O Exército dos Estados Unidos disse que o incidente envolveu um avião militar e estão sendo feitas investigações para determinar a causa do pouso emergencial.

Fontes: AP/Agência Estado / ASN - Fotos: picture alliance / dpa - Noticias Sobre Aviação

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O Brasil necessita de uma Marinha de Guerra polivalente, capaz de operar em áreas marítimas distantes de seu litoral, na defesa da soberania e dos interesses nacionais. Além das águas sob jurisdição nacional (que constituem a "Amazônia Azul"), a fronteira marítima Brasil-África e as vias de acesso ao Atlântico Sul são áreas estratégicas essenciais para o país.

É amplamente difundido o emprego de helicópteros a bordo de navios de guerra. Entretanto, o Brasil está entre os nove países do mundo que possuem algum tipo de navio-aeródromo (NAe) capaz de operar com aeronaves de asa fixa. Na América do Sul, apenas Brasil e Argentina já possuíram navios dessa classe (dois NAe cada). Atualmente resta apenas o São Paulo, da Marinha do Brasil.

As Marinhas de potências navais médias empregam seus NAe em cenários limitados, no desempenho das tarefas de controle de área marítima e de projeção de poder sobre terra (em apoio a operações anfíbias de porte modesto). A Marinha dos EUA, ao contrário, emprega seus NAe de propulsão nuclear como instrumentos de projeção de poder em escala global.

O Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (PAEMB) para o período 2010-30 prevê a obtenção de dois NAe capazes de operar com aeronaves de asa fixa, no horizonte temporal 2010-32. Este plano também contempla a perspectiva de obtenção de quatro navios-aeródromo de helicópteros de assalto (NAeHA), no horizonte temporal 2012-28.

A relação dos meios aéreos previstos aparentemente confirma a opção da Marinha por aviões de tipo convencional. Isto inclui a obtenção de 48 aeronaves de interceptação e ataque de alto desempenho (possivelmente uma variante naval do F-X2). Também está prevista a obtenção de outras 24 aeronaves de asa fixa para missões de apoio, além de diversos tipos de helicópteros.

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Os meios operativos mencionados no PAEMB resultam de estudo de necessidades, não constituindo - ao contrário do que supõem alguns - um programa de encomendas. Os planos do Ministério da Defesa para as três forças singulares só terão força de lei após serem aprovados pelo Congresso Nacional e sancionados pelo presidente da República.

Há quem pergunte para quê o Brasil precisa de um NAe - ou até defenda a opção por uma classe de navios porte mais modesto, dotados de rampa "Ski Jump" na proa e capazes de operar com aeronaves STOVL (Short Takeoff/Vertical Landing), de decolagem curta e pouso vertical, ou STOAL (Short Takeoff/Arrested Landing), de decolagem curta e pouso com aparelho de parada.

Contudo, se a tendência atual for confirmada, o NAe São Paulo poderá ser substituído por dois NAe de 50 a 60 mil toneladas de deslocamento carregado, dotados de catapultas e aparelho de parada para aviões convencionais. Apesar de ser mais caro, um NAe com tais características teria relação custo-benefício mais favorável do que um menor, operando com número reduzido de aeronaves.

O custo total de vida útil de um navio inclui os custos de obtenção, manutenção e operação (inclusive o custo da tripulação). No caso de um NAe, devem ser incluídos também os custos de obtenção, manutenção e operação das aeronaves. O custo de projeto e construção de belonaves pode também ser reduzido pela economia de escala obtida com o aumento do número de encomendas.

A futura classe de NAe da Marinha do Brasil poderá ser projetada e construída no País - possivelmente em parceria com algum estaleiro ou escritório de projetos internacional. Se tal parceria envolvesse outros países - como a Argentina - o custo unitário de obtenção das belonaves (e das respectivas dotações de aeronaves) poderia ser bastante reduzido.

Devemos lembrar que, embora já não possua nenhum NAe, a Armada argentina ainda dispõe de aeronaves de combate capazes de operar a partir de navios dessa classe. Desde a década de 90 do século passado, tais aeronaves vêm participando, com sucesso, de exercícios a bordo de ambos os NAe brasileiros.

O fato de Brasil e Argentina disporem de aeronaves embarcadas de asa fixa e terem optado por aeronaves de tipo convencional - que necessitam de um NAe dotado de catapultas e aparelho de parada - sugere algum tipo de solução comum para o problema da obtenção de uma nova classe de NAe. Além de reduzir custos, tal solução permitiria - em tese - incrementar a interoperacionalidade.

Com relação às aeronaves de interceptação e ataque, a tendência parece ser a adoção da versão embarcada daquela que for selecionada para o Programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB), uma vez que as três finalistas agora possuem uma variante naval em serviço ou projetada. A indústria aeronáutica brasileira deverá produzir tais aeronaves no país.

No Brasil, os baixos orçamentos de defesa tornam impraticável investir na modernização das Forças Armadas, empregando recursos ordinários. Para tal, é necessário lançar mão de recursos extra-orçamentários (tais como empréstimos e financiamentos provenientes do exterior), sendo incluídas nos orçamentos anuais apenas as parcelas para amortização e pagamento de juros.

A concretização do PAEMB depende da garantia de um fluxo constante de investimentos, durante duas décadas ou mais. A obtenção dos futuros NAe, com os respectivos meios aéreos, será um dos aspectos mais custosos de tal plano. A solução definitiva para o problema dos investimentos em defesa no Brasil talvez só seja possível quando o Orçamento da União se tornar impositivo.

Fonte: Monitor Mercantil - Por: Eduardo Italo Pesce (Especialista em Relações Internacionais, professor no Cepuerj e colaborador permanente do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval.

http://4.bp.blogspot.com/_VoabGNCjIxg/Sz7sM-VYhdI/AAAAAAAADIQ/czYNCPbUyAk/s400/FREMM+fremm-3.jpgJustificar
O Brasil e a Itália firmaram nesta quinta-feira (24) acordo que resultará no desenvolvimento de projetos para a construção de navios. Em especial, navios de patrulha oceânica, fragatas e navios de apoio logístico. Assinado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelo subsecretário de Defesa da Itália, Guido Crosetto, o acordo inclui também transferências de tecnologia e desenvolvimento de sistemas de combate, navegação, armamento e radares.

“Estamos discutindo questões relativas à Marinha, em especial no que diz respeito às necessidades que temos de defesa na área do Atlântico brasileiro, dentro dos critérios da estratégia nacional de Defesa. A Itália possui experiência na construção de navios e os entendimentos que podem dar frutos ao Brasil são aqueles em que a produção seja feita aqui, com transferência de tecnologia”, disse Jobim.

O acordo possibilitará também o desenvolvimento de mecanismos de segurança para a comunicação militar por meio de satélites. Beneficiará ainda os sistemas utilizados pelo Projeto Amazônia Azul, responsável por proteger a costa brasileira.

Segundo o ministro, o acordo trará vantagens que vão além do campo militar. “Vamos intensificar as relações com a Itália, de forma a estabelecer entendimentos em diversos setores, tanto na área de Defesa como nas de meio ambiente e de cultura”, afirmou o ministro.

“A Itália e o Brasil podem obter grandes vantagens com o aumento da capacidade tecnológica para participarem juntos do mercado mundial”, disse o subsecretário Guido Crosetto.

Fonte: DCI

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Boa Vista está sediando o 29° Torneio de Aviação de Caça (TAC), que começou ontem (28) e vai até o dia 9 de julho. Pilotos de todas as unidades de caça da Força Aérea Brasileira (FAB) estão na cidade para uma das mais tradicionais competições operacionais da aviação militar. A operação Sabre ocorre simultaneamente com a programação.

São mais de quatro décadas de disputa no país. Por dez dias, os 11 esquadrões de caça da FAB disputarão o título de campeão da competição, em provas de ataque ao solo e navegação a baixa altura, além de provas esportivas, como voleibol, cabo-de-guerra e tiro.

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O TAC é uma atividade operacional que tem como objetivos, dentre outros: consolidar e aprimorar a doutrina de emprego, além de permitir o intercâmbio de conhecimentos entre os esquadrões participantes no emprego operacional.

Na segunda-feira (28), pela manhã, as aeronaves chegaram a Boa Vista. Participarão da disputa os caças F-5EM, F-2000, A-1, A-29 e AT-26, além de aeronaves-radar (E-99), helicópteros de transporte, H-1H e H-34, e aviões SC-95, Bandeirante da Aviação de Busca e Resgate.

Fonte: Boa Vista Agora

Provenientes da migração dos bantos da região oriental da África, o povo Herero instalou-se na Namíbia entre os séculos XVII e XVIII. Atualmente tem sua população estimada em 240 mil pessoas vivendo na Namíbia, Botsuana e Angola. O Ovaherero engloba vários subgrupos, incluindo o Ovahimba, o Ovatjimba o Ovambanderu e os vaKwandu, grupos em Angola incluem o vaKuvale, vaZemba, Hakawona, Tjavikwa e Tjimba (herero pobres) e Himba que regularmente atravessam fronteira da Namíbia com Angola quando migram com os seus rebanhos.

Durante o período colonial, os europeus tentaram defini-los como grupos étnicos distintos, mas as pessoas consideram-se todos Ovaherero. Apesar de divididos em diversos subgrupos, possuem o mesmo idioma herero, além de português em angola, inglês em Botsuana e inglês e africâner na Namíbia. Também, os antropólogos brancos a serviço do colonizador-racista tentaram dividi-los em seus estudos de antropologia dizendo que são de origens diferentes. Hábito dos brancos em dividir para governar ou exterminar.

O POVO HERERO


Provenientes da migração dos bantos da região oriental da África, o povo Herero instalou-se na Namíbia entre os séculos XVII e XVIII. Atualmente tem sua população estimada em 240 mil pessoas vivendo na Namíbia, Botsuana e Angola. O Ovaherero engloba vários subgrupos, incluindo o Ovahimba, o Ovatjimba o Ovambanderu e os vaKwandu, grupos em Angola incluem o vaKuvale, vaZemba, Hakawona, Tjavikwa e Tjimba (herero pobres) e Himba que regularmente atravessam fronteira da Namíbia com Angola quando migram com os seus rebanhos.

Durante o período colonial, os europeus tentaram defini-los como grupos étnicos distintos, mas as pessoas consideram-se todos Ovaherero. Apesar de divididos em diversos subgrupos, possuem o mesmo idioma herero, além de português em angola, inglês em Botsuana e inglês e africâner na Namíbia. Também, os antropólogos brancos a serviço do colonizador-racista tentaram dividi-los em seus estudos de antropologia dizendo que são de origens diferentes. Hábito dos brancos em dividir para governar ou exterminar.


O POVO NAMA OU NAMAQUA

Nama (em fontes mais antigas também chamados Namaqua) é um grupo étnico da África do Sul, Namíbia e Botsuana. Eles falam a língua Nama do Khoe-Kwadi (Khoisan central). Os Namas são o maior grupo de pessoas Khoikhoi, a maioria deles já desapareceram em grande parte como um grupo, exceto os Namas. Muitos vivem em Namaqualand.

Após a Conferência de Berlim, a Alemanha invadiu o continente africano e além de outras regiões anexou à Namíbia, enviando para a África invasores (colonos ou descobridores – denominações usadas pela historiografia branca) que pilharam as terras e riquezas da população nativa. Difundido a supremacia branca e comparando o povo herero a babuínos.

Babuínos

Os homens eram constantemente espancados até a morte e as mulheres vítimas de estupro e escravizadas sexuais dos colonos e soldados alemães.

Como conseqüência dessas violações em 12 de janeiro de 1904 o povo Herero resolveu resistir ao invasor-colonizador - racista alemão, liderados por Samuel Maharero. Conforme os historiadores essa guerra de libertação teve como conseqüência o primeiro genocídio do século do XX, impetrado pelo império alemão contra homens, mulheres e crianças originais: as populações Herero e Nama, habitantes na Namíbia.

Samuel Maharero

Líder guerreiro e chefe do povo Herero, ainda criança foi catequizado e freqüentou escolas luteranas que o viam como um futuro pastor. Rebelou-se contra os invasores alemães, enfrentou as famigeradas tropas colonialistas. Teve que exilar-se em Botsuana onde continuou líder dos exilados herero vindo a falecer em 1923. É relembrando na Namíbia como herói no dia 26 de janeiro no dia dos hereros.

Hendrik Witbooi

Hendrik Witbooi tem o seu rosto estampado nas notas bancárias na Namíbia. Para seus seguidores ele era conhecido por seu nome de Nama Khaob! Nanseb/Gabemab, que significa 'O capitão, que desaparece na grama”, uma referência à sua famosa habilidade como uma lutador de guerrilha. Nasceu em 1830 em uma família de líderes.


Hendrik Witbooi era um homem religioso. Mais tarde, durante a guerra com os alemães, em 1904-1905, Witbooi voltou ao seu povo com a convicção de Deus havia de guiá-los para lutar por sua liberdade contra os imperialistas.

Em Outubro de 1904, dez meses após a herero tinha lançado em escala completa guerra contra os alemães, Hendrik Witbooi levou Namaland contra os alemães. Na idade de 80 anos, ele lutou com os seus soldados até que morreu no campo de batalha decorrente de uma ferida na coxa, em 28 de outubro de 1905 perto de Vaalgras.

Cédula com a foto de Hendrik Witbooi

GENOCÍDIO PRATICADO PELOS ALEMÃES

Kaiser Wilhelm II

Com a mobilização do povo herero o kaiser Wilhelm II, enviou 14.00 mil soldados sob o comando do Tenente-General Lothar von Trotha, conhecido pela brutalidade ao participar da revolta boxer na China e a violenta repressão aos povos pretos que ofereceram resistência ocupação alemã da África Oriental (Ruanda, Burundi e Tanzânia). Ao chegar à Namíbia disse a sua finalidade:


- "Eu acredito que a tribo herero como tal deve ser exterminada."
E escreveu:

- "O exercício da violência e do terrorismo é a minha política. Eu vou destruir as tribos Africanas com fluxos de sangue e de dinheiro. Só após essa limpeza pode surgir algo novo, que permanecerá.”

E em um comunicado ao povo Herero diz:

"Todos os herero devem deixar a terra. Se recusarem, então eu vou obrigá-los a fazê-lo com as grandes armas. Qualquer herero encontrado dentro de fronteiras alemãs, com ou sem uma arma, vai ser abatido. Não serão tomados prisioneiros. Essa é a minha decisão.”


Inspirador e executor do massacre dos hereros na Namíbia o general Lothar Von Trotha seguiu um plano elaborado na Conferência de Berlim de 1885, onde os Hereros e Namas foram eliminados sistematicamente, já que o objetivo era apoderar-se de suas terras; para isso estabeleceram um campo de concentração, trabalhos forçados e execuções em massa.

Em contraste, uma carta do chefe herero Samuel Maharero ao seu povo logo após a eclosão da guerra estabelece que os ingleses, Boers, missionários e pessoas de outras tribos não viriam a ser prejudicados. A história tem demonstrado que ambas as instruções foram diligentemente realizadas.

Em uma batalha decisiva no Hamakari, perto Waterberg, em 11 de Agosto de 1904, as tropas de Von Trotha cercaram a nação herero em três lados e estes foram brutalmente derrotados. Em uma jogada cínica, ele deixou o caminho aberto apenas para a área do deserto do Kalahari.. O plano de batalha era que as pessoas que escaparam das balas do exército Alemão deveriam morrer de sede. Poços de 150 milhas (240 km) ao redor do deserto ou eram patrulhados ou envenenados, e aqueles hereros que vieram rastejando para fora do deserto, desesperados por água, foram mortos a baioneta. Isto deixou os hereros com uma única opção: atravessar o deserto dentro de Botsuana, na realidade, marchar para a morte. Esta é, na verdade, como a maioria dos hereros foram exterminados.

Hereros no deserto famintos e sedentos após as tropas alemãs envenenarem os poços de água.

Devido a escassez de trabalho na colônia, o extermínio da campanha de Von Trotha foi finalmente parado por Berlim, e os hereros sobreviventes foram postas em concentração campos. Colocados a trabalho escravo, sobrecarregados, com fome, e expostos a doenças como a febre tifóide e a varíola, a maioria dos homens herero pereceu nestes campos e as mulheres foram transformadas em escravas sexuais.

O resultado desta política foi que, a partir de 1904 para 1908, foram reduzidas da nação herero de 80000 a 15000 pessoas famintas e refugiados em sua própria terra.

Guerreiros herero capturados por tropas alemãs

Após a guerra, todos os herero de idade superior a sete anos eram obrigados a vestir um disco metálico em torno de seus pescoços com seu número de registro, designando-os como mão-de-obra disponível.

O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO NA ILHA SHARK

A ilha de Shark foi o local usado de 1904 a 1907 que confinou membros das tribos Herero e Nama. Ao longo dos três anos foi o acampamento onde 3000 pessoas encontraram a morte. Para todos os efeitos, considera-se um acampamento de morte, tal como o seu único propósito era o de exterminar pessoas herero Namaka.

O trabalho forçado do acampamento foi utilizado para construir Lüderitz locais e vias férreas. Outros campos existiam em todo lugar invadido pela Alemanha, incluindo locais como Swakopmund, Windhoek e Okahandja.

Campo de Concentração na Ilha Shark

EXPERIÊNCIAS GENÉTICAS

Foi no campo de Concentração da Ilha de Shark que Eugen Fischer fez suas primeiras experiências "médicas" sobre raça, genética e eugenia, utilizando como cobaias tanto herero como os mestiços descendentes dos estupros das mulheres herero. Sob sua supervisão, foram preservados corpos e cabeça de hereros que tinham sido enforcados e foram enviados à Alemanha para dissecção.

Fischer tornou-se diretor do Instituto Kaiser Wilhelm de Antropologia, Hereditariedade Humana e Eugenia. Foi co-autor do livro - Os Princípios da Hereditariedade, Raça e Higiene - que se tornou o livro padrão sobre o assunto na Alemanha.

Hitler nomeou Fischer como reitor da Universidade de Berlim, em 1933, onde lecionou medicina para médicos nazistas. Fischer é por vezes referido como o pai da moderna genética. Este homem foi um grande defensor do aborto e da esterilização dos não-brancos.

Foto de Eugen Fischer - Observe a foto de mulheres pretas nos seus estudos eugênicos.

“EU TAMBÉM VIAJO PARA O CÉU EM UMA CARROÇA."

Em seu livro Heróis Herero, Jan-Bart Gewald descreve a morte de um dos líderes cristãos herero, testemunhado por um missionário alemão Friedrich Meier:

“Fraco de doença e de maus tratos, Kukuri foi transportado para a sua execução nas costas de um carro de boi. Ele não mostrou o menor vestígio de medo, mas, em vez disso olhou como se estivesse indo para um casamento! Em uma etapa da viagem, disse ao “Pastor” Meier: como Elias, também eu vou viajar para o céu em um vagão.

Quando eles chegaram o local ainda estava sendo preparado. Meier temia pela tranqüilidade de Kukuri e pediu que parasse de olhar para a forca. Ele respondeu:

- Por que não devo olhar para ela? Não é “a minha madeira" (a minha cruz)?

Os dois oraram e juntos cantaram um belo hino: Então tome minha mão e leva-me. Então Kukuri disse:

- Parece que você ainda teme que eu tenha medo, mas quando um pai chama seu filho, o filho tem medo de ir para ele? Dê a minha esposa, que está em Okahandja, a minha saudação e diga a ela que eu já morri na fé do Senhor Jesus Cristo, assim também diga aos meus filhos, pois você deve sempre vê-los.

Em seguida, disse:

- Senhor Jesus, me ajude.

Kukuri subiu a escada e a corda foi colocada em volta do seu pescoço. Como ele estava caindo, o nó escorregou, de forma que ele caiu no chão, inconsciente. Dois soldados o levantaram e, seguindo ordens, e realizaram disparos de arma de fogo, matando-o. Assim entrou Kukuri na presença do Senhor.

Ainda hoje Hereros são membros da Igreja Luterana, defendendo esta ideologia, e comungando com os brancos que assassinaram seu povo na chamada “Guerra de Pacificação da Namíbia”.

"Irmãs" Luteranas na Namíbia.

Em Windhoek, a Christuskirche e o Reiterdenkmal, monumento que homenageia os soldados alemães que morreram na “pacificação” da Namíbia ao fundo uma igreja luterana.

CONCLUSÃO

A Alemanha compensou os Askenazis (descendentes dos kazars) que se dizem judeus após a 2ª guerra mundial em milhões de dólares e apoiou o mundo branco ocidental cedendo terras no Oriente Médio, para a criação do estado de Israel. Mas, até hoje o brutal genocídio dos povos Herero e Nama não foram compensados, os seus descendentes que perderam terras, gados, e potenciais recursos minerais que estão nas mãos dos descendentes de alemães, não receberam das autoridades alemãs nenhum pedido de desculpas e reparação. Apesar dos protestos e mobilizações das minorias étnicas Herero e Nama.

O povo preto não pode esquecer dos 105 anos da resistência dos Herero e Nama! E também do Genocídio impetrado pelos Alemães.

Viva a memória de Hendrick Vitbooi, Samuel Maharero, e dos 65.000 mil hereros (70% da população) e 10.000 Namas (50% da população) que foram dizimados pelas forças genocidas da Alemanha.

Fonte: Jornal em debate - Por Walter Passos. Teólogo, Historiador, Pan-africanista, Afrocentrado e Presidente CNNC – Conselho Nacional de Negras e Negros Cristãos. Pseudônimo: Kefing Foluke. E-mail: walterpassos21@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


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Os 100 anos do massacre dos hereros trouxe à tona na Alemanha suas relações com a Namíbia. Seu vínculo colonial vinha caindo no esquecimento das novas gerações alemãs. Exposição fala do passado e do presente.

A história colonial da Alemanha não foi tão sangrenta quanto a de outros países. Em parte porque começou tarde, quando o imperialismo europeu já estava no auge; e também porque durou pouco, terminando com a Primeira Guerra Mundial. Mesmo assim, o que aconteceu há 100 anos com os hereros e os namas — dois povos da Namíbia — pode ser considerado hoje o primeiro genocídio da história da Alemanha, segundo o etnólogo Michael Bollig, da Universidade de Colônia, um dos organizadores de uma exposição na cidade renana.

Tanto esse capítulo negro da história colonial alemã, que teve início em 1904, quanto a situação atual no país são tema da exposição "Namíbia-Alemanha: uma história dividida — resistência, violência, lembrança". Ela pode ser vista no museu etnológico Rautenstrauch-Joest de Colônia até 3 de outubro, sendo exibida a seguir em Berlim.

Uma história dividida, contada de dois ângulos

A Namíbia chamava-se Sudoeste da África durante o período de colonização alemã de 1884 a 1915. O comerciante de tabaco alemão Adolf Lüderitz — cujo retrato é um dos 600 objetos exibidos — foi o primeiro a negociar a compra de terras com um dos líderes dos namas. O então chanceler Otto von Bismarck colocou essas posses sob protetorado alemão em 1884.

A Conferência de Berlim, nesse mesmo ano, consolidou o papel da Alemanha como potência imperial. Além do Sudoeste da África, surgiram colônias alemãs no oeste e no leste do continente (Camarões, Tanzânia, Togo), no Pacífico Sul (Micronésia, Nova Guiné, Samoa) e na China (Kiautshou).

Enquanto a primeira parte da exposição se ocupa das relações entre a Namíbia e a Alemanha no século 19, documentando desde as primeiras tentativas de cristianização dos africanos pelas missões, a segunda é dedicada à sangrenta guerra colonial de 1904 a 1918.

A terceira e última procura reconstruir a história de algumas famílias mistas e mostrar como vivem hoje brancos e negros numa Namíbia ainda dividida pelas conseqüências do apartheid a que o país esteve exposto durante quase todo o século 20.

Para contar essa "história dividida" era preciso realmente várias perspectivas, o que também se nota na organização da mostra: uma faixa branca conta os fatos relevantes do ponto de vista dos colonizadores; uma negra, da parte dos colonizados.

Interesses comerciais

Em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, tropas sul-africanas entraram no país, colocando fim ao período colonial alemão. O Tratado de Versalhes, em 1919, colocou a região sob mandato da Liga das Nações, encarregando o governo sul-africano da sua administração. A Namíbia foi um dos últimos países africanos a conseguir sua independência, em 1990, após anos de luta de organizações de resistência como a Swanu e a Swapo.

A base do colonialismo alemão foram os "contratos de proteção" negociados com os chefes locais. Em troca da promessa de ajuda em conflitos locais, o Império Alemão recebeu o direito de usar os territórios e seus recursos. Quem se recusava a assiná-los, era forçado sob ameaça de violência. Muitos foram executados.

A pecuária é  até hoje uma das principais atividades dos descendentes de colonos  alemães na Namíbia

A pecuária é até hoje uma das principais atividades dos descendentes de colonos alemães na Namíbia

Os comerciantes se interessavam por gado, peles, marfim (a exposição exibe uma bola de bilhar de marfim!) e penas de avestruz, produtos que eram trocados por armas, roupas e objetos de ferro. Com o tempo, estabeleceu-se um sistema de dívidas que representou a ruína dos povos africanos, principalmente após uma peste bovina. Alguns líderes começaram a vender terras aos europeus, em troca de mercadorias.

Revolta e morte no deserto

Uma série de tensões precedeu o levante dos hereros em 1904: exploração e práticas fraudulentas dos comerciantes brancos, discriminação, perda de terras, a constante violentação de mulheres africanas, bem como o início da construção de reservas para os hereros e outros grupos étnicos. Geralmente estas situavam-se em áreas inaproveitáveis economicamente.

Henrik  Witboi, um dos chefes hereros que comandaram o ataque contra os  colonizadores alemães

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Henrik Witboi, um dos chefes hereros que comandaram o ataque contra os colonizadores alemães

A guerra colonial começou com um assalto dos hereros a fazendas e postos militares alemães em 12 de janeiro de 1904. Foi um dos primeiros levantes organizados contra o colonialismo na África. Após uma série de combates, os africanos sofreram uma forte derrota perto de Waterberg em agosto. Os sobreviventes foram encurralados no deserto de Omaheke. Cercados por um cinturão militar de 250 quilômetros, milhares morreram de sede.

Em outubro foi a vez dos namas se rebelarem contra o domínio colonial. Eles preferiram ataques menores a grandes batalhas e mantiveram sua resistência até 1908, embora o Império Alemão declarasse oficialmente a guerra por terminada em 31 de março de 1907.

Os primeiros campos de concentração

Os alemães recorreram pela primeira vez a campos de concentração nessa guerra colonial. A exposição mostra fotos de vários deles. O mais precário — as tendas eram de cobertores — era para prisioneiros e situava-se numa ilha próxima à Baía de Lüderitz, em que muitos morreram de frio.

Outro campo, em Swakopmund, era muito importante para a colônia, pois concentrava mão-de-obra para o porto, aonde chegavam mercadorias e tropas da Alemanha. Em Windhoek e outros campos, milhares morreram de inanição ou esgotamento, de tuberculose, escorbuto, tifo e outras doenças.

Tropas  alemães prepararam para marchar em 1904 contra os hereros

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Tropas alemães prepararam para marchar em 1904 contra os hereros

Os campos de concentração, bem como relato de corpos empilhados e fotografias macabras de crânios sendo encaixotados para envio à Alemanha, onde seriam usados para "fins científicos" (comparações anatômicas das raças), despertam necessariamente associações com o Holocausto posterior, que daria ao termo genocídio uma nova e trágica dimensão.

O termo Konzentrationslager (campo de concentração) surge pela primeira vez em um telegrama que o chanceler do Reich, príncipe von Bülow, enviou ao comandante das tropas coloniais em 11 de dezembro de 1904, ordenando a sua construção, para que ali ficassem reunidos os hereros sobreviventes.

O general implacável e as vítimas da guerra

A forma como o general Lothar von Trotha comandou a guerra colonial é encarada hoje pela maioria dos historiadores como genocídio. "Eu dizimo as tribos rebeldes com rios de sangue e rios de dinheiro", era uma das máximas do sanguinário militar prussiano, que já combatera rebeliões no leste da África e na China, e para quem as tribos africanas só se rendiam pela violência.

A guerra colonial terminou com um saldo de 1750 alemães mortos. Da parte africana só há estimativas, que vão de 35% a 80% dos hereros, ou seja, entre 40 mil e 100 mil, e até 50% dos namas, calculados em 22 mil. Enquanto a guerra colonial está praticamente esquecida na Alemanha, na Namíbia ela faz parte da memória coletiva e ainda é um trauma nacional. Até hoje o país africano espera um pedido oficial de desculpas de Berlim.

Fonte: dw-world Por: Neusa Soliz

Durante oito meses, o satélite passará por exames nas instalações brasileiras

Um satélite fabricado na Argentina foi levado para um laboratório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, São Paulo, onde será submetido a uma última etapa de testes antes de seu lançamento nos Estados Unidos em abril, informaram fontes oficiais.

As operações para transportar o satélite SAC-D começaram na sexta-feira, em Bariloche, onde foi desenvolvido, rumo ao Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Inpe, em São José dos Campos, afirmou um comunicado da Chancelaria argentina.

O transporte do satélite "saiu perfeitamente", afirmou Claudio Corigliano, da Comissão Nacional de Atividades Espaciais da Argentina (Conae), encarregado do desenvolvimento do equipamento.

O satélite foi transportado em um caminhão do Instituto Nacional de Pesquisas Aplicadas (Invap), em Bariloche, a 1.600 quilômetros ao sul de Buenos Aires, até o aeroporto local, de onde foi levado para o Brasil em um avião da Força Aérea americana.

Durante oito meses, o satélite passará "por testes rigorosos para verificar o correto funcionamento de seus sistemas eletrônicos e de comando em um ambiente que recria as condições que terá que enfrentar no espaço quando estiver em órbita", afirma a nota.

Depois, o satélite argentino será enviado para os EUA, onde a Nasa (agência espacial americana) o preparará para seu lançamento no dia 1º de abril de 2011, da base Vandenberg, na Califórnia, a bordo do foguete Delta II.

O objetivo do satélite SAC-D, de 1.400 quilos, será medir a umidade do solo e a salinidade de mares e oceanos em escala global para elaborar alertas antecipados de inundações e modelos climáticos em longo prazo, informou o comunicado.

O projeto para o lançamento do satélite conta com a participação da Conae em associação com a Nasa e as agências espaciais de Brasil, França, Canadá e Itália.

Em janeiro de 2011, o equipamento será transportado para os EUA, de onde será lançado para orbitar a uma distância aproximada de 657 quilômetros da Terra.

Fonte: EFE via Estadão - Imagem: esr.org - Noticias Sobre Aviação

Consórcio estuda construção de satélite

Postado por Vinna terça-feira, junho 29, 2010 0 comentários

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Parcerias: Projeto foi encomendado pela Agência Espacial Brasileira e visa comunicação militar e estratégica

A Agência Espacial Brasileira (AEB) selecionou o consórcio formado pelas empresas AAA, AGR, Union Engenharia e Telecom Bizz para fazer um estudo jurídico e de viabilidade econômico-financeira, no modelo de Parceria Público Privada (PPP), para o projeto de um satélite geoestacionário brasileiro (SGB). Esse tipo de satélite gira na mesma velocidade da Terra e fica parado em um ponto fixo sobre a linha do Equador, a uma altitude de 36 mil quilômetros. O satélite terá como missões prioritárias serviços para as áreas de comunicações militares e estratégicas, e de meteorologia.

O estudo de viabilidade começou a ser elaborado em abril, mas alguns resultados preliminares já foram apresentados à Agência Espacial. Segundo o diretor de satélites, aplicações e desenvolvimento da agência, Thyrso Villela, a previsão é de que o trabalho completo do consórcio fique pronto no fim do ano. Para Villela, é bem provável que seja feita a opção pelo desenvolvimento de dois satélites: um para meteorologia e outro para comunicações estratégicas.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) financia o estudo, avaliado em R$ 800 mil, mas para o desenvolvimento do satélite. O lançamento do equipamento também será abordado no estudo encomendado pela Agência Espacial. Mas a ideia, segundo Villela, é priorizar o uso do foguete Cyclone-4, em fase de desenvolvimento e que futuramente será operado pelo consórcio ucraniano-brasileiro alcântara Cyclone Space (ACS).

A parte de construção do satélite, seus equipamentos e sistemas, no entanto, terá uma participação expressiva da indústria nacional. "A ideia da Agência Espacial é proporcionar o maior envolvimento possível das empresas brasileiras", ressaltou Villela. Atualmente, o índice de participação da indústria nacional nos projetos de satélites é superior a 80% e envolve cerca de 15 empresas, a maior parte delas situada no polo aeroespacial de São José dos Campos, interior de São Paulo.

O uso de satélites geoestacionários, segundo o diretor da agência, é fundamental para garantir a obtenção de dados meteorológicos de forma autônoma e também para prover comunicações estratégicas ao governo. A maioria dos satélites artificiais de telecomunicações fica em órbita geoestacionária, para receber e transmitir dados para uma mesma região o tempo todo.

Para o meteorologista Carlos Nobre, chefe do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) e um dos maiores especialistas em mudanças climáticas no Brasil, o país ainda tem um grande atraso a recuperar na área de satélites meteorológicos, que podem melhorar muito a previsão de tempo feita no país e a sua capacidade de resposta aos eventos de desastres naturais causados por chuvas intensas.

"O desenvolvimento de um satélite brasileiro deve ser uma das prioridades do programa espacial na próxima década, pois daria mais autonomia ao país, que hoje depende de informações de satélites americanos e europeus, além de maior capacidade para monitorar os sistemas de tempo com alta frequência temporal, ressalta Nobre.

"Quando há emergência nos Estados Unidos, nós ficamos sem a cadência de imagens que nos interessa e já aconteceu de o Brasil ficar sem essas informações, comprometendo a qualidade das previsões de tempo e clima, completa o diretor Thyrso Villela. Esse fato, segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, aconteceu recentemente, no período de dezembro de 2009 até maio deste ano, quando houve a substituição do satélite meteorológico americano Goes-10, que foi cedido ao Brasil pelos Estados Unidos, mas já estava em final de vida útil.

O novo satélite Goes-12 também poderá ser utilizado pelo Brasil, conforme acordo firmado com os Estados Unidos. Mas em caso de eventos climáticos extremos ou catástofre no lado americano, a recepção de imagens para o nosso país será mais lenta. Os meteorologistas também argumentam que a posição orbital do Goes-12 não é a mais adequada para cobrir o território nacional.


Fonte: Valor Econômico - por: Virgínia Silveira

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A Mitsubishi Aircraft, a fabricante da primeira aeronave japonesa de passageiros, informou que espera que cerca de 30% das ordens venha da Europa, desafiando a francesa Bombardier e a brasileira Embraer.

"Temos um bom sentimento sobre a Europa", disse Hideo Egawa, presidente da unidade da Mitsubishi Heavy Industries, durante uma entrevista em Tóquio na sexta-feira. "Muitas empresas aéreas de lá mostraram interesse", completou o executivo

A fabricante japonesa de aviões, que até agora já tem 125 pedidos para o seu Mitsubishi Regional Jet, planeja abrir um escritório de vendas na Europa ainda este ano e está estudando construir uma versão de 100 lugares da aeronave para conquistar clientes na região.

A produção do primeiro MRJ deve começar ainda este ano, prevê a companhia. A All Nippon Airways Co., que pediu 25 desses aviões, incluindo 10 opções futuras de vendas, deve receber a primeira unidade em 2014. O primeiro cliente estrangeiro, o Trans States Holdings, fez um pedido no ano passado de 100 aviões, incluindo 50 opções de compra.

A Mitsubishi Aircraft está fabricando o MRJ com 78 ou 92 assentos. A aeronave japonesa tem uma autonomia de voo de até 3.410 quilômetros. A empresa planeja vender 1.000 jatos regionais nos próximos 20 anos, disse Egawa. A embraer fabrica jatos da família 170/190, com aviões de 70 a 120 lugares.

Fonte: Valor Econômico - Por: Chris Cooper e Kiyotaka Matsuda

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O Gabinete de Segurança do Governo da Índia aprovou discretamente na primeira semana de junho um dos maiores pedidos de defesa da Índia, avaliado em cerca de US$ 3,25 bilhões (Rs 15.000 coroas), para 42 novos caças Sukhoi Su-30MKI, que elevará o número dessas aeronaves na Força Aérea da Índia para 272.

Quando todos caças Sukhoi Su-30MKI, incluindo os 42 novos, forem entregues para a Força Aérea da Índia por volta de 2018, eles se tornarão o modelo de caça em maior número em operação, uma grande transformação tecnológica comparado aos caças MiG-21 em operação atualmente.

Segundo a HAL, a fabricação dessas 42 aeronaves está previsto para ser iniciada em 2014, e com um custo unitário avaliado em US$ 75 milhões, de acordo com as projeções atuais.

O novo pedido de caças Sukhoi Su-30MKI chega antes da escolha da nova aeronave de combate da Força Aérea da Índia, através do programa MMRCA (Medium Multi-Role Combat Aircraft) , que vai selecionar 126 novas aeronaves avaliadas em US$ 10 bilhões. Quando as novas aeronaves MMRCA entrarem em operação, serão os caças Su-30MKI que serão os atuais caças de superioridade aérea da Índia. E o contrato combinado de aeronaves Su-30MKI estará avaliado em mais do que o dobro do programa MMRCA.

O contrato original dos caças Su-30MKI foi assinado pela primeira vez em 1996, quando o complexo industrial-militar russo foi destruído após o fim da União Soviética. Seus projetos e capacidades no entanto, continuaram a impressionar as forças armadas do mundo todo.

O contrato inicial foi para 50 caças, avaliado em US$1,46 bilhão. Durante os anos seguintes, o número permaneceu em crescimento. Em 2000, o governo indiano contratou a produção sob licença para 140 caças do tipo, sendo esses fabricados pela Hindustan Aeronautics Limited. Posteriormente outras 40 aeronaves foram adicionadas ao contrato.

O atual pedido para 42 caças foi originalmente proposto para ser 40, mas um pedido adicional de duas aeronaves foi feito devido a queda de dois caças. A HAL deve finalizar a fabricação dessas aeronaves entrte 2016 e 2017.

A HAL vem mantendo a entrega das aeronaves Su-30MKI dentro dos prazos. Enquanto no ano passado ela entregou 23 caças, este ano espera-se produzir 28. A HAL já forneceu para Índia 74 caças Su-30MKI.

Fonte: Times of India – Fonte: Cavok

Um tripulante de um caça Tornado da RAF (Royal Air Force) foi fotografado em pleno voo com uma pequena placa com uma seta apontando para o piloto onde se lia "Eu estou com um estúpido" (I'm with stupid).

A aeronave havia partido da Base Aérea de Lossiemouth para um exercício de alta velocidade através dos montes de Snowdonia, no noroeste do País de Gales, no Reino Unido, que foi realizado na semana passada.

Um fotógrafo de aviação capturou a brincadeira do navegador. Um porta-voz da RAF disse que era um momento "alegre" e insistiu que a tripulação não havia posto em perigo a aeronave.

Fonte: BBC News via Notícias sobre Aviação

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O primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, disse na segunda-feira que uma proibição à entrada de aviões militares israelenses ao espaço aéreo turco está em vigor desde a operação de marines israelenses em um comboio que levava ajuda humanitária à Gaza em que nove turcos foram mortos.

Ele confirmou que a proibição está em vigor em resposta a relatos de que um avião que levava autoridades israelenses à Polônia foi forçado a refazer sua rota após ter sua entrada ao espaço aéreo turco recusada.

"Isto é algo que aconteceu após os eventos recentes. Isto já foi anunciado", disse Erdogan, citado pela agência estatal Anatolian.

Nove pró-ativistas palestinos turcos foram mortos quando comandos israelenses entraram em um navio com bandeira turca em 31 de maio como parte de uma operação para impedir que uma frota com ajuda humanitária furasse o bloqueio imposto à Faixa de Gaza.

Após o incidente, a Turquia retirou seu embaixador e cancelou exercícios militares conjuntos com Israel. Autoridades turcas disseram que o governo está revendo suas relações com o Estado judeu.

A imprensa israelense informou na segunda-feira que Erdogan afirmou estar fechando o espaço aéreo turco a aeronaves militares israelenses, e que, aparentemente, esta é a primeira ação de Ancara contra Israel desde a retirada de seu embaixador.

Israel não comentou oficialmente a informação.

Em coletiva de imprensa em seu retorno a Ancara, após participar de reunião do G20 em Toronto, Erdogan foi perguntado se em seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ele mudou sua posição em relação à disputa com Israel.

"Concordamos em todos os assuntos, seja a necessidade de desculpa, reparações a serem pagas -estes dois quesitos são entre a Turquia e Israel- e a suspensão do bloqebloqueioueio sendo imposto à Palestina", disse Erdogan.

Israel afirma que seu embargo à Gaza é necessário para evitar o fornecimento de armas aos militantes islâmicos do Hamas que controlam o território.

Obama e o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, devem se reunir em 6 de julho.

Fonte: Reuters (com reportagem adicional de Allyn Fisher-Ilan, em Jerusalém) via O Globo

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A Coreia do Norte assegurou nesta segunda-feira que reforçará seu poder dissuasório nuclear "com um novo desenvolvimento" e lembrou que os Estados Unidos estudaram o uso de armas nucleares contra Coreia do Norte no passado, informou a agência oficial norte-coreana "KCNA".

Um porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores norte-coreano disse à "KCNA" que documentos americanos desclassificados recentemente demonstram que o Governo de Washington estudou o uso de suas armas nucleares quando a Coreia do Norte derrubou um avião espião dos EUA em 1969, incidente no qual morreram 31 tripulantes americanos.

"O fato histórico demonstra que responder ao poder nuclear com o poder nuclear é a decisão correta", acrescentou o porta-voz norte-coreano em suas declarações.

O porta-voz alegou que isto é uma mostra mais de que os EUA tentam usar seu arsenal nuclear cada vez que se apresenta a ocasião à base de prosseguir com sua "política de poder" contra a Coreia do Norte e acrescentou que o atual Governo dos EUA não mudou de postura.

O regime de Kim Jong-il tem programas nucleares baseados em plutônio e urânio, segundo os especialistas.

Fonte: EFE via EPA

Equipes do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, trabalham, desde junho de 2009, no acompanhamento das obras do Sistema Plataforma de Lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) (Sisplat), uma construção constituída da mais alta tecnologia envolvendo plataformas de lançamento para veículos do porte do VLS-1.

O Complexo de Lançamento no CLA faz parte do Setor de Preparação e Lançamento (SPL) do CLA e se compõe de uma série de facilidades que se destinam a dar apoio à integração final do veículo desenvolvido pelo IAE, à ativação e ao controle final do mesmo. O Sisplat também é preparado para o lançamento de outros veículos de porte médio com propulsores a combustível sólido ou líquido, assegurando maior flexibilidade às instalações do CLA.

O Sisplat é constituído pela Torre Móvel de Integração (TMI), Torre de Umbilicais (TU), Mesa de Lançamento (ML), Torre e Túnel de Escape (TTE), Casa de Equipamentos e Apoio, Sala de Interfaces Eletrônicas (SI), Sistema de Pressurização e Refrigeração, Sistema de Detecção e Alarme Contra Incêndio (Sdaci), e Sistema de Proteção Contra Descargas atmosféricas (Spda) e Sistemas Elétricos e de Automação (SEA).

A TMI é constituída por uma estrutura metálica equipada com sistemas de rodagem sobre trilhos entre as posições de montagem, testes e lançamento. Atendendo à integração final do veículo na vertical, plataformas fixas e móveis dão acesso aos vários níveis de trabalho – as primeiras, destinadas ao acesso de pessoal às regiões periféricas internas e, as últimas, à intervenção de pessoal junto às interfaces do veículo, durante sua integração.

Ao lado da TMI está a TTE, uma torre em concreto ligada a um túnel de escape subterrâneo que dá o acesso a uma área distante dos gases em caso de acidente. Essa Torre é equipada com sistema de pressurização que impede a entrada de gases do veículo. Além disso, tubos metálicos, escorregadores verticais de duto elástico e escadas tipo marinheiro formam o conjunto que permite, em caso de emergência, a rápida evacuação das pessoas em atividade dentro da TMI.

Particularidades como o sistema de monitoramento e operação à distância, com transmissão de dados via fibra ótica para o acionamento de portas e plataformas, e para a movimentação da TMI, são possibilitadas pelo SEA. Os comandos são externos, realizados na Casa de Equipamentos e Apoio (Sala de Comando), a uma distância de cerca de 90 metros da Mesa de Lançamento.

Todas as etapas de construção, montagem e inspeção foram realizadas com o acompanhamento da equipe técnica do IAE, que se reveza na fiscalização da obra, nas inspeções de fabricação e nas diversas reuniões realizadas com engenheiros representantes do Consórcio Jaraguá/Lavitta. As obras civis e de montagem das estruturas metálicas serão concluídas em julho próximo, quando serão iniciadas as instalações elétricas e de automoção.

A equipe, formada de militares e engenheiros de diversas áreas de especialização, acompanha as atividades desde a especificação técnica do projeto e prosseguirá até a finalização das instalações, sempre priorizando a segurança e a confiabilidade dos técnicos usuários para o bom desempenho das atividades realizadas em períodos de campanhas de lançamento.

Fonte: ABN News - Foto: Divulgação/AEB - Noticias Sobre Aviação

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