Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

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A Excelente Revista Asas disponibiliza em seu site, na seção “Conteúdo Exclusivo”, imagens inéditas dos Mi-35 da Força Aérea Brasileira que entraram em operação no Esquadrão 'Poti', Baseado em Rondônia e instalado na Base Aérea de Porto Velho.

O AH-2 Sabre (Designação e nome que o Mi-35 "ganhou ao ser incorporado pela FAB) é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizada em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres. A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.

Veja as fotos e visite o site da Revista Asas AQUI

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Em uma estrada vicinal, a 130 quilômetros de São Paulo, seguem em ritmo acelerado as obras da terceira usina nuclear brasileira, programada para 2014.Essa central, que está em desenvolvimento pela Marinha do Brasil no Centro Experimental de Aramar (CEA), Município de Iperó (SP), faz parte do seu programa nuclear, cujo objetivo é desenvolver o sistema de propulsão do primeiro submarino nuclear brasileiro, previsto para 2020.

Enquanto isso, o Ministério Público Federal discute com a Eletronuclear e com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) a paralisação das obras de Angra 3 (prevista para 2015).


A central de Iperó é uma miniusina que terá como função simular o funcionamento, em escala real, do reator que equipará esse "vetor de patrulhamento", conforme classifica o coordenador do Programa Propulsão Nuclear, comandante André Luís Ferreira Marques.

A etapa da construção civil das 11 edificações que em 2014 irão compor a central termonuclear começa a tomar forma. O prédio central, que abrigará este reator, já está em fase avançada e, em paralelo, os operários trabalham nas fundações dos demais edifícios que devem suportar, segundo explicou o coordenador, do impacto de pequenas aeronaves a tempestades mais severas, como tornados, fenômenos estes não muito raros no interior do Estado de São Paulo.

É uma verdadeira usina que poderia ser chamada de Iperó-1, ou, como preferiu referir-se Ferreira Marques, "Eu diria a você Brasil-Marinha-Iperó-1".

A construção desta central nuclear se deu pela necessidade de realizar testes intensivos no reator que equipará o futuro submarino que, de acordo com o capitão, é uma verdadeira usina que se desloca. Inclusive o coração dessa usina utiliza a mesma tecnologia empregada nas centrais termonucleares de Angra, a PWR, com água pressurizada para geração de energia.

Início

Esse projeto começou na década de 1970, em São José dos Campos (SP). A meta de desenvolver um projeto de propulsão movido a energia nuclear pela Marinha se deu em função da inexistência de uma indústria nacional que detivesse a tecnologia para o seu desenvolvimento. "Naquela época, havia necessidade de criar toda uma infraestrutura que não existia no Brasil, por isso a Marinha teve de se envolver em pesquisas para sua aplicação na defesa da soberania nas águas nacionais", explicou o oficial, que é capitão-de-mar-e-guerra. Com esse objetivo em foco, uma área de oito milhões de metros quadrados (pertencente à Fazenda Ipanema), localizada no limite da pequena cidade, próxima de Sorocaba, foi a escolhida para receber o centro da Marinha. Ferreira Marques enumerou diversas vantagens que levaram à escolha

. A Marinha já estava atrás de uma área que reunisse as condições encontradas aqui, entre elas a que disponibilizasse uma linha de transmissão - e neste local passa justamente a linha da usina hidroelétrica de Itaipu, que corta o terreno do Centro.

"Precisamos de abastecimento de um grande volume de energia para as atividades de Aramar, não somente para receber essa energia, mas para realizar o escoamento da produção do reator", comentou ele. Além disso, destacou a característica inóspita da área, a proximidade aos maiores centros urbanos do País e o isolamento obtido para contornar qualquer incidente ou emergência, seja de caráter físico ou nuclear, que possa ocorrer.

Abastecimento

A fase mais adiantada de implantação é a de conversão do concentrado de urânio (yellow cake) em hexafluoreto de urânio (UF6), atividade que é realizada no Canadá no caso de atendimento das centrais nucleares de Angra dos Reis. As ultracentífugas que realizam o enriquecimento do urânio e os equipamentos para sua conversão em pastilhas já estão em operação.

"Um dos desafios para a operação do submarino é o fornecimento de combustível, pois ninguém vai vender esse produto, já que a meta é aplicação em defesa; há uma restrição das outras nações em fazer a venda. Encaramos o fato como uma medida natural. Por questão de soberania, uma nação não contribui com a defesa da outra", explicou.

Aramar está a poucos meses de iniciar esse processo de conversão do concentrado de urânio para UF6. A previsão é de a Usexa, unidade responsável pela atividade, operar em 2011. Ferreira Marques não indicou uma data específica de inauguração. Atualmente, a unidade, que pode ser vista da rodovia que dá acesso ao complexo da Marinha, passa por testes nos sistemas de segurança.

Quando entrar em operação, o CEA terá capacidade instalada de 40 toneladas de UF6 por ano e atenderá todas as necessidades da Marinha. O excedente ainda será insuficiente para atender as usinas de Angra dos Reis. Segundo o capitão, essa demanda será suprida pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que construirá com o auxílio da própria Marinha, uma planta cerca de 30 vezes maior que a de Aramar. "Atendemos prioritariamente o nosso programa nuclear e, de forma secundária, a matriz energética nacional. Aqui é apenas o catalisador da pesquisa que é utilizado para evitarmos erros e aplicarmos esse conhecimento em escalas maiores com total segurança", acrescentou. Mesmo com a proximidade das operações para as quais foi projetado, Ferreira Marques afirma que Aramar nunca será finalizado. "Sempre teremos um projeto novo para pesquisa e isso impede que possamos afirmar que o CEA está terminado."

A 130 quilômetros da cidade de São Paulo, seguem em ritmo acelerado as obras da terceira usina nuclear brasileira, programada para começar a operar em 2014. Essa central, que está em desenvolvimento pela Marinha no Centro Experimental de Aramar (CEA), no município paulista de Iperó, faz parte do seu programa nuclear, cujo objetivo é desenvolver o sistema de propulsão do primeiro submarino nuclear nacional, previsto para 2020.

A central é uma miniusina que terá como função simular o funcionamento, em escala real, do reator que equipará esse "vetor de patrulhamento", conforme classifica o coordenador do Programa Propulsão Nuclear, comandante André Luís Ferreira Marques.

A fase mais adiantada de implantação é a de conversão do concentrado de urânio (yellow cake) em hexafluoreto de urânio (UF6), atividade que é realizada no Canadá para atender as centrais nucleares de Angra dos Reis. As ultracentrífugas que realizam o enriquecimento do urânio e os equipamentos para sua conversão em pastilhas já estão em operação.

Aramar está a poucos meses de iniciar esse processo de conversão do concentrado de urânio para UF6. A previsão é de a Usexa, unidade responsável pela atividade, operar em 2011. Atualmente, a unidade passa por testes nos sistemas de segurança.

Quando entrar em operação, o CEA terá capacidade instalada de 40 toneladas de UF6 por ano e atenderá a todas as necessidades da Marinha. O excedente ainda será insuficiente para atender as usinas de Angra dos Reis.

Segundo o capitão, essa demanda será suprida pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que com o auxílio da Marinha construirá uma planta cerca de 30 vezes maior que a de Aramar. "Atendemos prioritariamente o nosso programa nuclear e, de forma secundária, a matriz energética brasileira. Aqui é apenas o catalisador da pesquisa, que é utilizado para evitar erros e aplicar esse conhecimento em escalas maiores com total segurança", acrescentou. Mesmo com a proximidade do início da operação, Marques afirma que Aramar sempre terá um projeto novo.

Na sexta-feira, a Eletronuclear informou que a Usina Angra 1 teve de ser desligada. A empresa garantiu que os equipamentos que apresentaram problema não têm contato com a área onde está a radioatividade.

Fonte: DCI

O Irã estabeleceu o ano de 2020 como meta para o desenvolvimento de seu primeiro reator experimental de fusão nuclear, façanha até hoje nunca alcançada por nenhum país, informou a agência de notícias Isna.

A agência semioficial de notícias citou Asghar Sediqzadeh, diretor do recém-criado centro de pesquisa de fusão nuclear da república islâmica, para informar a meta. Segundo Sediqzadeh, a agência contará com cerca de cem especialistas.

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Photos: Iranian Students News Agency
Até agora, a fusão nuclear, processo que alimenta o Sol e as estrelas em geral, só funcionou em armas, como nas explosões termonucleares de bombas de hidrogênio. A fusão nuclear nunca foi usada para geração de energia elétrica.

Fonte: Estadão

O Financial Times reportou que o governo da Islândia está considerando alugar parte da Base Aérea de Keflavik para uma empresa privada que propõe estabelecer uma unidade de treinamento militar no estilo “Top Gun” para as forças aéreas ocidentais. A empresa contratante está apenas aguardando o aval do governo islandês para iniciar as operações.

A empresa, ECA Program, foi criada em 2007 por dois empresários holandeses com o “obejtivo de desenvolver o primeiro contratante do mundo a oferecer um apoio de Treinamento Integrado para operações militares”. Ela possui termos de acordo com a autoridade de exportação militar da Bielorússia, a Beltechexport, para adquirir até 33 caças Sukhoi Su-27 Flanker num acordo avaliado em aproximadamente €1,2 bilhão (US$ 1,5 bilhão), incluindo sistemas de radares no solo, unidades de comando e controle e unidades de mísseis de defesa terra-ar. As primeiras entregas deve ocorrer em setembro e serão completadas antes do final de 2012, informa a ECA. O treinamento de pilotos e operadores está planejado para começar em breve para permitir que as primeiras operações estejam sendo executadas antes do final de 2010. A decisão de utilizar uma base na Islândia veio após uma tentativa fracassada de negociação com o governo canadense.

Caça Su-27 Flanker devem em breve começar a operar numa base na Islândia, num treinamento "estilo Top Gun" para países do leste europeu.


A fonte do caças Flankers ainda não está confirmada uma vez que o Corpo de Defesa Aérea & Força Aérea da Bielorrússia provavelmente não queira vender sua pequena força de 18 aeronaves Su-27P. A ECA informa que as aeronaves são de fabricação russa e serão remanufaturadas pela Beltechexport, e que está recrutando pilotos através de anúncios na revista Flight International, detalhando “destacamentos na União Europeia e no Oriente Médio”, e oferecendo salários de até €160.000 anuais. A ECA ainda informa que nenhum treinamento será realizado no espaço aéreo da Islândia e três Localidades Operacionais internacionais deverão ser utilizadas juntamente com duas bases operacionais principais, com Keflavik sendo uma delas, na península Reykjanes, sudoeste da Islândia.

Fonte: CAVOK

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Vista da Exposição Nero Moura 100 AnosEm comemoração ao Centenário de Nascimento do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça Brasileira,o Comando da Aeronáutica abriu ao público, no dia 27 de agosto, a exposição Nero Moura 100 Anos, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Antônio Carlos Jobim. A mostra itinerante fica no local até o dia 12 de setembro e depois segue para Recife.

Com produção executiva do Museu Aeroespacial e pesquisa do Centro de Documentação da Aeronáutica , a exposição temporária possui painéis iluminados, maquete de P-47 Thunderbolt, vitrines com réplicas, além da exibição de vídeo inédito sobre a trajetória de Nero Moura com destaque para sua participação na Segunda Guerra Mundial.


A solenidade de abertura contou com as presenças do Brigadeiro-do-Ar Márcio Bhering Cardoso, Diretor do Museu Aeroespacial, e do Superintendente do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, André Luis Marques de Barros.

carreira

Nero Moura nasceu na Cidade de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, em 30 de janeiro de 1910. Filho de fazendeiros de arroz, fez o curso primário no próprio município indo depois cursar o Colégio Militar de Porto Alegre.

Em 1927, foi admitido como Cadete na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte escolheu a Arma de Aviação sendo transferido para Escola de Aviação Militar (E.A.M.), no Campo dos Afonsos, onde completou os estudos de Oficial Aviador do Exército. Foi declarado Aspirante em 22 de novembro de 1930 e em janeiro de 1931 promovido a Segundo Tenente. Suas primeiras missões foram no Correio Aéreo Militar.Vista da Exposição Nero Moura 100 Anos

Advindo a Revolução de 1932, Nero Moura participou do lado das forças legais executando voo de reconhecimento, bombardeio e ataque ao solo na região do Vale do Paraíba. Chegou a completar 100 horas de voo em missões reais.

Passada a Revolução foi convocado para ser instrutor de voo na E.A.M. Sua promoção a Primeiro-Tenente ocorreu em 1933 e, em 1934, deixou a Escola de Aviação para fazer o curso de aperfeiçoamento na França.

Logo ao regressar, participou do combate à Intentona Comunista de 1937, onde vários de seus colegas foram assassinados a sangue frio no Campo dos Afonsos. No dia 28 de novembro, realizou uma missão real de bombardeio ao Terceiro Regimento de Infantaria na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Após a promoção a Capitão em 1937, foi designado Subcomandante e Comandante substituto do Terceiro Regimento de Aviação em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Tinha ordens de, se necessário, combater um possível levante do governo estadual.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira em 1941, Nero Moura participou de sua organização já como Major-Aviador, tendo sido instrutor do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

Em 28 de dezembro de 1943, foi designado Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça com a missão de organizá-lo para combater na Segunda Guerra Mundial. Seu desempenho como comandante foi excepcional e, apesar de inúmeras dificuldades, conseguiu que o seu Grupo fosse um dos mais eficientes e destacados no teatro de operações do centro sul europeu.

Nero Moura cumpriu sessenta e duas missões de combate na Itália e várias outras de patrulha no Atlântico Sul. Pelos seus feitos na guerra recebeu as seguintes condecorações: Medalha da Campanha da Itália, Medalha da Campanha do Atlântico Sul, Cruz de Aviação fita "A" com três estrelas, Distiguished Fying Cross (E.U.A.), Air Medal With Two Stars (E.U.A.), Legion du Merit (França), Croix de Guerre Avec Palm (França), Order of the British Empire (Inglaterra).

Em setembro de 1945, como Tenente Coronel, foi designado Comandante do Primeiro Regimento de Aviação em Santa Cruz. Esta função, à época, era mais abrangente do que um comando de Base Aérea.

Seus feitos em combate, durante toda a sua carreira de Oficial, permitiram computar legalmente o tempo de serviço necessário à passagem para a reserva, com todos os direitos assegurados e uma experiência de mais de cinco mil horas de voo. Nero Moura, com trinta e cinco anos de vida, dedicou-se então à Aviação Civil, tendo sido fundador e organizador da Aerovias Brasil e do Loyde Aéreo.

Getulio Vargas ao ser eleito para Presidente da República, o convidou para ser Ministro da Aeronáutica em 1951.

Nero Moura com sua personalidade congregadora e perfil profissional invejável, conseguiu fazer uma administração excelente, apesar do fato inusitado de ser o Oficial-General mais moderno e mais jovem da Força Aérea.

Neste período, a Aviação de Caça recebeu os aviões Gloster Meteor, tornando a uma das mais bem equipadas e profissionais forças aéreas da época. Em agosto de 1954, pediu demissão do Ministério da Aeronáutica e voltou a dedicar se às atividades civis.

Nero Moura sempre manteve estreita ligação de amizade com todos os seus subordinados da Campanha da Itália, sem qualquer distinção. Após a Revolução de 1964, em solidariedade a alguns desses subordinados que foram proibidos de entrar em unidades militares, Nero Moura não compareceu mais a nenhuma festividade cívico-militar até o ano de 1979.

Sua reprovação silenciosa teve grande influência na revogação deste ato. No dia 22 de abril de 1979, o então Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica foi a sua casa e pessoalmente o convidou e o conduziu à Base Aérea de Santa Cruz onde, junto com todos os seus companheiros, foi reverenciado e assistiu às solenidades do Dia da Caça.

As tradicionais e concorridas reuniões mensais em sua residência no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, continuaram acontecendo até o fim de sua vida.

Nero Moura faleceu aos 84 anos, no dia 17 de dezembro de 1994, e permanece, em espirito, junto a todos os caçadores brasileiros.

Fonte: Agência Força Aérea/MUSAL

Pousou ontem em Fortaleza por volta das 13:50LT um C-235-300MPA matrícula ARC 803 pertencente a Armada Colombiana. Esta aeronave está realizando um voo de translado (Espanha-Colombia) e já efetuou as seguintes pernas:

SVQ-ACE 28/08
ACE-SID 29/08
SID-FOR 30/08

Próxima perna:
FOR-MAO 31/08
A decolagem está prevista para a manhã desta terça-feira, dia 31/08.


Fonte: TMA Forteleza - Foto: Divulgação


Presos em flagrante em dezembro de 2007, três homens tentavam tirar da Bulgária um antigo Panzer IV, para vendê-lo no mercado negro, onde seu preço facilmente excede 100 mil euros. Dois deles eram alemães, que trabalham colecionadores cada vez mais famintos por relíquias históricas, e o último era Alexei Petrov, major do Exército Búlgaro.

Hoje, Petrov é réu num julgamento, sob a acusação de formação de quadrilha e podendo ser condenado a 15 anos de cadeia.

Naquela época, cerca de 80 tanques e canhões de assalto alemães ainda estavam semi-enterrados na fronteira búlgara com a Turquia, como parte da “Linha Krali Marko”, que visava proteger o país de uma invasão durante a Guerra Fria.

Dois meses antes do grupo ser pego, o lendário Tsaritsa – um canhão de assalto Sturmgeschütz III Ausf. G fabricado em 1943 – desapareceu da área próxima ao vilarejo de Fakia. Dizem que o veículo foi um presente pessoal de Hitler para a rainha-mãe Yoana, daí seu apelido. Acredita-se que foi carregado em um caminhão e levado para a Alemanha, onde foi vendido.

A história é curiosa não apenas por ser o primeiro roubo de um tanque do Exército Búlgaro, mas por ter causado o início de uma série de medidas para impedir a perda de um dos maiores tesouros militares nacionais, a chamada Coleção de Tanques do Ministério da Defesa.

Contudo, muitos argumentam que o trio não poderia ter agido sozinho, e que teriam que ter proteção de alguém dentro do Estado-Maior Búlgaro. Se não fosse pela prisão de Petrov, até hoje tanques poderiam estar desaparecendo do país.

Ninguém sabe exatamente como funcionava o esquema e quem participava. Logo após o escândalo, um general deixou o Estado-Maior. O Major Alexei Petrov nunca recebeu uma ordem escrita, mas foi 100% ordenado a ajudar os alemães. Ele estava cumprindo uma ordem verbal, que nunca poderá ser provada”, disse Kaloyan Matev, historiador búlgaro que pesquisa os tanques na fronteira.

Após a notícia da prisão, o Ministério da Defesa ordenou que todos os tanques fossem removidos da fronteira e levados para Yambol, onde jazem hoje em um pátio.

Os antigamente temidos panzers agora merecem pena – inteiramente cobertos de ferrugem e com muitas peças faltando, enquanto alguns têm buracos de onde partes foram cortadas para venda. Entre eles está um Panzer IV Ausf. F, apelidado de “cabriolet”, porque sua torre inteira foi roubada, certamente vendida como ferro-velho.

No mesmo pátio está o Panzer IV que seria roubado da Bulgária. O caso ainda está em andamento no tribunal militar de Sliven.

O curioso é que uma semana após sua prisão, os alemães foram liberados por fiança, mas tiveram seus passaportes confiscados e foram proibidos de deixar o país. Contudo, em abril de 2010 foram flagrados em sua cidade natal na Alemanha, dando entrevistas para a mídia local e explicando como cruzaram a fronteira com a Grécia a pé.

A opinião predominante é que devem receber sentenças simbólicas. Do contrário, poderiam ir a público e revelar nomes de oficiais-generais do Estado-Maior envolvidos no caso.

Fonte: The Sofia Echo, 6 de agosto de 2010. - Via Sala de Guerra

Coberto de ferrugem, um Panzer IV Ausf. J, fabricado em 1944.

Russian Helicopters entregou dois helicópteros Ka-32A Kamov para o Ministério de Situações de Emergência do Azerbaijão.

Nos termos de um contrato assinado em 2008, a Kumertau Aviation Production Enterprise construiu os Ka-32As, que foram entregues no início de maio/2010.

O Ka-32A, com dois rotores coaxiais , podem transportar até 13 passageiros, graças a seus motores TV3-117VMA.

KA-32A utilizado pela empresa Heliswiss do mesmo modelo dos adquiridos pelo Azerbaijão

Os helicópteros são multifunções e podem ser usados em EMS, transporte de carga ou passageiros, construção civil, busca e salvamento, patrulha / vigilância e combate a incêndios.


Fonte : Rotorcraft Report de junho 2010 - Via Piloto Policial

Para começo de conversa, é preciso dizer que o embarque num A380 não foi planejado. Tal qual um "turista acidental", só me dei conta de que estava diante do gigante dos ares quando, já no check-in, estranhei aquela quantidade de gente tirando fotos de um avião. E aqui vai uma constatação: o A380, e isso deve acontecer em qualquer aeroporto do mundo, rouba mesmo a cena, e faz os olhinhos de quem curte aviação brilharem. Impossível não notar o fascínio das pessoas diante dessa poderosa máquina construída pela Airbus, que carrega o aposto de "maior avião comercial da História" e faz outras aeronaves parecerem brinquedinho.

Admito: fiquei ali tentando entender o que passava pela cabeça daquelas pessoas todas com câmeras em punho e acabei não fazendo foto alguma. Mas também pode ter sido só para ser diferente, e não mais um na multidão que esperava para entrar no voo AF 1980, que parte às 10h05m de Paris para Londres. A Air France, que usa o A380 em seus voos para Johannesburgo, está extraordinariamente operando o grandão nesse trechinho europeu. Começou no dia 12 de junho e vai até o dia 30. Aqui vão cinco (o.k., seis) impressões dele.

1) Como não escolho voos por tipo de aeronave, mas por critérios como horário e duração, não tinha mesmo a menor ideia de que um A380 entraria no meu roteiro. O destino final era a capital inglesa e, como teria tempo de sobra para curtir Paris antes da volta ao Brasil, tudo o que eu mais queria era passar rapidinho pelo Charles de Gaulle, desembarcar em Heathrow e depois almoçar num restaurante reservado há semanas (se me permitem, uma dica: o Maze - Gordon Ramsay, no 10-13 Grosvenor Square; www.gor donramsay.com/maze/).

E aqui mais uma certeza: nada é rapidinho em se tratando de um A380. Com aqueles dois andares e capacidade para carregar uma população que vai de cerca de 550 a 800 passageiros, imagine como é o embarque numa coisa dessas. Não é suposição: levou mais tempo para acomodar todo mundo do que decolar e aterrissar em Londres.

2) Se o A380 tem poltronas-camas tão luxuosas como as que a gente cansou de ver nas fotos promocionais da Airbus, não vi. Estava na classe econômica, e o que me foi permitido observar na cabine principal foi aquele mar de poltronas, numa disposição que, se não me engano, era três-quatro-três. No upper deck, dizem que a coisa é diferente. Falando especificamente da poltrona, ela pode ser um pouquinho mais confortável do que em outros Boeings e Airbuses da vida, mas acho que tive essa sensação apenas porque tudo era, de fato, novinho.

3) Depois de instalado em meu assento, preciso dizer, parodiando vítima de acidente, que "foi tudo muito rápido". Mal tive tempo de experimentar todas as possibilidades daquele monitor individual e do controle remoto que, logo de cara, deixaram-me curiosíssimo. Telinha particular na sua frente não chega a ser novidade, mas a do A380 tem ótima definição e um cardápio que vai de filmes, seriados e games às imagens capturadas por câmeras instaladas em três pontos da aeronave: no bico, na parte inferior da "barriga" e na cauda. Até "Brothers and sisters" perde diante da possibilidade de assistir ao que se passa lá fora, mesmo quando as nuvens embaçam tudo. Na aterrissagem, então, torci para a "programação" não sair do ar.

4) Seja na aterrissagem ou na decolagem, não senti o peso de um bicho tão grande. Até achei que o processo todo foi "suave", se é que a gente pode chamar assim.

5) O desembarque também é lento, mas não se compara ao embarque. E, ao final da jornada, outra surpresa, esta para deixar os amigos morrendo de inveja: um certificado da Air France dizendo que tem a honra de atestar que seu dono voou num A380.

Uma funcionária, com uma plaquinha, orientava os passageiros que voltariam dali a pouco para Paris, e só estavam viajando para conhecer o A380. Acho que eles só queriam mesmo o tal certificado.

6) Ah, sim, a companhia parece tratar tão bem sua nova aquisição que quer poupá-la. Para que desperdiçar espaço e energia com bobagens, como bagagem? Pois é, a mala não chegou, só veio em outro voo, mais tarde. Vai que aqueles contêineres arranham o A380?

Fonte: Marcelo Balbio (O Globo) - Imagens: Divulgação - Noticias Sobre Aviação

Um avião de vigilância não tripulado iniciará seus voos nos Estados Unidos nesta quarta-feira, em Corpus Christi (Texas), com o quê toda a fronteira do México passará a ser coberta, informou nesta segunda-feira a secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano.

A aeronave utilizada será o MQ-9 Predator B da U.S. Customs and Border Protection's (foto acima).

"Os voos começarão na quarta-feira. Com a mobilização no Texas, a partir de agora estaremos em condições de cobrir a fronteira do sudoeste, do setor de El Centro, na Califórnia, até o Golfo, no Texas", disse Napolitano a jornalistas, em teleconferência.

Corpus Christi está a cerca de 210 quilômetros ao norte da fronteira com o México.

A Patrulha Fronteiriça americana dispõe de três aviões não patrilhados que fazem a vigilância da fronteira atualmente. Além da aeronave que entrará em atividade em 1º de setembro, o governo conta com fundos aprovados para mais dois aparelhos, explicou Napolitano.

Esses aviões fornecerão "assistência aérea crítica para o pessoal em terra", disse a secretária.

Os Estados Unidos, que veem com inquietação a guerra ao narcotráfico no país vizinho, aumentou em 1.500 agentes e 1.200 soldados da Guarda Nacional a mobilização de efetivos na fronteira comum nas últimas semanas, de acordo com um plano aprovado pelo Congresso.

Fonte: AFP - Foto: Reuters/Department of Defense/Senior Master Sgt. David H. Lipp/Handout - Noticias Sobre Aviação

Exercício Operacional BOL-BRA I Termina!

Postado por Alina Stewart segunda-feira, agosto 30, 2010 0 comentários

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Pilotos da Bolívia e Brasil concluíram hoje cinco dias de treinamento conjunto para combater o trânsito fronteiriço de aeronaves envolvidas em crimes como o narcotráfico, informou newsta sexta-feira um porta-voz da Força Aérea boliviana.

A fonte disse à Agência Efe que o Primeiro Exercício Operacional BOL-BRA I, para lutar contra as "atividades ilícitas transnacionais", terminou de forma positiva no departamento (estado) de Santa Cruz, na fronteira com o Brasil.

A fronteira entre os dois países, de mais de três mil quilômetros de extensão, é cruzado por pequenos aviões de narcotraficantes que exportam a cocaína produzida na Bolívia para o mercado brasileiro.

Segundo dados das autoridades brasileiras, 59% da cocaína confiscada neste ano no Brasil vem de território boliviano.

O presidente boliviano, Evo Morales, também líder dos sindicatos de plantadores de coca, ordenou em maio reforçar as fronteiras com o Brasil e Paraguai para combater as drogas, o tráfico de armas e a exploração ilegal de recursos naturais.

Morales também autorizou o investimento de US$ 58 milhões em seis aviões K-8 de fabricação chinesa que chegarão à Bolívia em fevereiro de 2011 e serão destinados a capturar ou derrubar "narcoaviões", segundo as autoridades.

O Governo Morales, que atualmente depende de aeronaves emprestadas pelos Estados Unidos para lutar contra as drogas, também negocia com a Rússia a compra de helicópteros para usá-los no combate ao narcotráfico e na atenção a desastres naturais.

Para os exercícios realizados nesta semana em Santa Cruz, a Força Aérea Brasileira levou para a Bolívia um A-29 Super Tucano, um Embraer P-99 e o C-105. Os bolivianos utilizaram aeronaves dos modelos T-33, Pilatus PC-7, Cessna 210 e helicópteros UH-1H.

Fonte: EPA

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Rajadas de vento com velocidade de 11 metros por segundos, portanto, acima do limite de 10 m/s suportável para o tamanho do artefato, adiaram o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB), que tinha previsão para subir às 15h30 de ontem. A suspensão do lançamento ocorreu às 16h43, depois que os técnicos do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) lançaram, no decorrer da tarde, seis balões para avaliar as condições do vento.

O diretor do CLBI, tenente coronel aviador Luíz Guilherme Silveira de Medeiros disse que, no decorrer dessas duas semanas, vai se reunir com os técnicos para avaliar as condições meteorológicas e decidir sobre a nova data de lançamento do foguete, que, se tivesse alçado vôo ontem, levaria três minutos para cair no mar, a 16 quilômetros da costa do RN.

Antes da hora prevista para o lançamento do foguete, o diretor da CLBI fez uma exposição sobre a operação para uma plateia que incluía pelo menos 150 pessoas, entre jornalistas, familiares, autoridades e convidados, como 40 alunos e 15 professores do Departamento de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

“O convite foi para que eles conhecessem a operação e começasse uma convivência com a comunidade científica”, disse Medeiros, o qual informou para a assistência, que por questão de segurança, relacionada à expansão urbana próximo à Barreira do Inferno, lá só se faz lançamento de foguetes de pequeno e médio portes.

O professor do Departamento de Ciência e Tecnologia da UFRN, Marcos Almeida, disse que apesar de não ter ocorrido o lançamento do foguete, esta é uma oportunidade de os estudantes terem uma experiência valiosa. O estudante Fabrício Medeiros cursa o terceiro período da Faculdade de Ciência e Tecnologia e acha que o convite para assistir ao lançamento de um foguete “é interessante”, porque podem ver, na prática, o que viram na teoria.

Fonte: Tribuna do Norte

Putin inaugura último trecho russo de oleoduto com a China

Postado por Alina Stewart domingo, agosto 29, 2010 0 comentários

http://diariodopresal.files.wordpress.com/2009/10/geopolitica-dos-oleodutos-asia-central-russia-e-china.jpg

O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, inaugurou hoje o último lance em território russo do oleoduto que levará entre 30 e 50 milhões de toneladas de petróleo russo até o litoral chinês do Pacífico.

Putin, que realiza uma viagem pelo Extremo Oriente russo e hoje estava na localidade de Skovorodino, lembrou que ainda faltam 930 quilômetros de encanamentos para a parte chinesa.

"Mas estou absolutamente convencido de que já este ano o petróleo russo começará a chegar à China", asseverou o primeiro-ministro, citado pelas agências russas.

O oleoduto transportará 30 milhões de toneladas de petróleo e sua posterior ampliação aumentará a provisão para 50 milhões de toneladas.

"Para nós é um projeto muito importante, já que diversificará a exportação de nossa matéria-prima estratégica", disse Putin.

Até agora as principais exportações de petróleo russo eram voltadas para a Europa, que recebe entre 120 e 130 milhões de toneladas de petróleo.

Fonte: G1

Com o futuro incerto no país comunista, a Embraer enfrenta o drama do primeiro grande acidente com jato de sua fabricação

Uma intensa neblina foi a última imagem que 42 passageiros e tripulantes da Henan Airlines puderam ver antes do acidente aéreo que tirou suas vidas na terça-feira 24, na cidade chinesa de Yichun, no nordeste do país.

Queda em Yichun: aeronave da Henan Airlines deixa 42 mortos e 54 sobreviventes,
na terça-feira 24. Três dias depois, outro avião idêntico sai da pista

Para outras 54 pessoas sobreviventes, a fumaça espessa e o fogo marcaram o começo de uma nova vida. As causas da tragédia ainda estão sendo investigadas pelas autoridades chinesas. Suas consequências podem atingir uma empresa brasileira, a Embraer, fabricante da aeronave que se partiu em dois ao pousar antes da pista do aeroporto.

Foi o primeiro acidente grave envolvendo a família de jatos da Embraer. Também foi o primeiro desastre aéreo com vítimas na China desde novembro de 2004, quando um CRJ-200, fabricado pela canadense Bombardier e comprado pela China Eastern Airlines, caiu num parque de Baotou, no norte do país. Depois de investir bilhões na construção e modernização dos aeroportos, a China viveu seis anos de acidente-zero, numa tranquilidade contrastante com seu tamanho e sua pujança econômica. Após a queda do Embraer 190, o governo de Pequim ordenou uma inspeção em toda a frota aérea e a revisão das condições de segurança – no caso da Embraer, o mais grave é que, três dias depois, outro avião idêntico saiu da pista em Nanning, no sul da China, mas desta vez sem vítimas.

Para a empresa brasileira, há duas questões importantes em jogo: a sua imagem e as negociações com os chineses para a continuidade dos investimentos da empresa naquele país.

No primeiro caso, a grande dúvida é até que ponto fatalidades aéreas afetam a imagem dos fabricantes. Geralmente, o dano na marca é contido quando se comprova falha humana, mas é certeiro quando surgem problemas de origem mecânica.

Em 1996, um defeito no reversor da turbina de um Fokker 100 da TAM vitimou 99 pessoas em São Paulo e praticamente acabou com a carreira do jato. Pelo sim, pelo não, na terça-feira as ações ordinárias da Embraer caíram 3,87% na Bovespa, recuperando-se parcialmente nos dias seguintes.

Até agora, o Embraer 190 é visto como uma aeronave avançada e segura. “É o melhor avião do mundo em sua categoria”, diz Gianfranco Beting, diretor de comunicação, marca e produto da Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A companhia tem 21 aeronaves Embraer em operação e diz que segue confiante na marca.

“Não é porque uma Ferrari capota na estrada que vamos perder a confiança no veículo”, compara. Há 30 jatos Embraer 190 voando na China. São 290 em operação em 39 países. As companhias aéreas internacionais já compraram e receberam 652 aeronaves da família dos E-jets da Embraer.

Para não deixar perguntas incômodas pairando no ar, a empresa de São José dos Campos (SP) enviou uma equipe de técnicos em segurança de voo para Yichun, na quarta-feira, para ajudar nas investigações.

No mesmo dia, outro time de emergência viajou para Vitória da Conquista, na Bahia, depois que um ERJ-145 utilizado pela companhia Passaredo pousou de barriga no aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo. Não houve vítimas. Segundo informações internas da Embraer, as duas aeronaves funcionavam normalmente antes dos acidentes.

Procurada pela 'IstoÉ Dinheiro', a empresa diz que só irá se manifestar publicamente sobre os acidentes após a conclusão das investigações. Os resultados podem interferir numa questão delicada: sua própria presença na China.

A Embraer investe há dez anos no país, onde fabrica o ERJ-145, modelo destinado ao segmento de 30 a 60 assentos.

O avião sai da unidade da Harbin Embraer Aircraft Industry, uma joint venture com a chinesa Avic, sediada em Harbin. Fundada em 2003, foi a primeira fábrica da Embraer fora do Brasil.

Hoje, a empresa tem 300 funcionários em Harbin e Pequim. Depois de entregar 20 aeronaves, a fábrica tem apenas mais cinco unidades para montar até o primeiro trimestre de 2011. Não há mais pedidos em carteira. Segundo uma fonte da empresa, “não tem mais mercado para o ERJ-145”.

A sócia Avic desenvolveu um modelo próprio de 70 a 90 assentos, o que colocou em dúvida a sobrevivência da parceria. A estratégia de Frederico Curado, presidente da Embraer, é negociar com os chineses a fabricação local do Embraer 190, usado para competir na faixa de mercado de 91 a 120 assentos. Se não sair a autorização de Pequim para o negócio ir adiante, a fábrica de Harbin estará com os dias contados.

Fonte: Milton Gamez (IstoÉ Dinheiro) - Fotos: STR / AFP / CCTV - Noticias Sobre Aviação

Mais um Mi-17 Venezuelano se acidenta. 10 militares morrem

Postado por Alina Stewart sábado, agosto 28, 2010 1 comentários

http://2.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/Sf5c3ePUZAI/AAAAAAAACEo/CjYX68oqHT0/s400/Mi-17V-5+venezuela.jpg
Dez militares venezuelanos morreram na queda de um helicóptero no qual viajavam em meio a uma operação antidrogas no sudoeste da Venezuela, informou hoje o comandante geral da Guarda Nacional Bolivariana, Luis Motta.

Em entrevista por telefone à TV estatal "VTV", o chefe militar explicou que o fato ocorreu na sexta-feira à tarde no estado habitante das planícies de Apresse, na fronteira com a Colômbia.

O fato ocorreu quando o helicóptero fazia buscas a um grupo de narcotraficantes em um setor de Apure, disse o chefe militar.

"Após deixar em terra uma patrulha militar, o helicóptero sofreu acidente quando decolava", assinalou Motta.

"Morreram três oficiais e sete soldados da Guarda Nacional", acrescentou o chefe militar.

O helicóptero acidentado era um MI-17 de fabricação russa.

Fonte: G1


O falso mapa de livro didático que circula desde o ano 2000 com boato sobre internacionalização da Amazônia

O falso mapa de livro didático que circula desde o ano
2000 com boato sobre internacionalização da
Amazônia (Foto: Reprodução)

Na origem de um longo debate em que os brasileiros acham que os Estados Unidos querem invadir a Amazônia, e os americanos acham que o Brasil é paranoico está uma lenda urbana de mais de uma década, espalhada pela internet e reciclada periodicamente com popularidade surpreendente. Trata-se da história de que escolas dos EUA usam livros didáticos de geografia com um mapa da América do Sul adulterado, em que a região a amazônica aparece como “território internacional”. Por mais que a história já tenha sido desmentida oficialmente uma dúzia de vezes, muitos brasileiros ainda mencionam este caso sem saber exatamente se era verdade ou não, e até políticos brasileiros volta e meia pedem explicações oficiais do Ministério das Relações Exteriores sobre o assunto.

Desde as primeiras menções ao caso, ainda no ano 2000, representantes diplomáticos brasileiros nos Estados Unidos começaram a investigar as origens do que aparecia como mais um boato, uma lenda da internet. O diplomata Paulo Roberto de Almeida, que então trabalhava como ministro conselheiro na Embaixada do Brasil em Washington, averiguou rapidamente que a história circulava em listas universitárias de discussão, mas que suas bases factuais eram frágeis, praticamente inexistentes. Logo em seguida, ao pesquisar em bases de dados e examinar os materiais disponíveis, concluiu por uma montagem feita no próprio Brasil.”"Esta 'notícia' aparentemente tão alarmante não tem base", diz, em um longo dossiê que publicou sobre os boatos. "Posso, sem hesitar, afirmar que os Estados Unidos não querem amputar um pedaço da nossa geografia nas escolas do país e que os supostos mapas simplesmente não existem."

Em entrevista concedida nesta semana ao G1, direto de Shangai, na China, Almeida confirma o que já tinha constatado anos atrás: reiterou que os boatos lançados a esse respeito sempre foram nacionais, criados inteiramente no Brasil. Segundo ele, os americanos nunca tiveram nada a ver com o caso e, de certa forma, foram vítimas dele, tanto quanto os milhares de brasileiros enganados. “É preciso deixar claro que o mapa não é uma questão estrangeira. Ele foi feito por brasileiros e para brasileiros”, disse. “É uma construção, uma mentira deliberada”, completou. Segundo ele, que investigou o caso enquanto viveu nos Estados Unidos, é possível traçar a origem desses rumores a grupos de extrema direita militar no Brasil, interessados em preservar a soberania brasileira sobre a Amazônia, "supostamente ameaçada por alguma invasão estrangeira. Neste caso, recorreram à fraude deliberada para reforçar seu intento", explicou. Curiosamente, disse, a causa acabou abraçada pela extrema esquerda antiamericana, e a histórica cresceu com a ajuda da internet.
É preciso deixar claro que o mapa não é uma questão estrangeira. Ele foi feito por brasileiros e para brasileiros. É uma construção, uma mentira deliberada"
Paulo R. de Almeida, diplomata brasileiro

Almeida é doutor em Ciências Sociais, mestre em Planejamento Econômico e diplomata, autor de mais de uma dúzia de livros sobre o Brasil e relações internacionais, como "Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas". Em sua página pessoal na internet, ele reproduz seu dossiê sobre o caso, trazendo inclusive trechos da comunicação formal do então embaixador Rubens Antonio Barbosa negando a existência do mapa, que havia sido publicada no boletim da "Ciência Hoje" em maio do mesmo ano. A carta do embaixador, de junho de 2000, acusa um site brasileiro de criar a história. "Tudo parece ter originado, não de uma suposta 'conspiração americana' de desmembrar a floresta tropical amazônica, mas de desinformação 'made in Brazil' por setores ainda não identificados."

Repercussão
A negativa oficial não foi suficiente, e o caso continuou crescendo e chegou até mesmo ao Congresso Brasileiro. Primeiro foi a Câmara de Deputados, que em junho de 2000 fez um requerimento formal pedindo ao ministro das Relações Exteriores, Luiz Felipe Lampreia, informações a respeito da "matéria veiculada na internet na qual o Brasil aparece em mapas dividido." Depois disso, em 2001, foi no Senado. A página na internet do Senado traz um pronunciamento do senador Mozarildo Cavalcanti, do PFL de Roraima, de 29 de novembro de 2001, em que chama a internacionalização da Amazônia de "processo inteligentemente armado para anestesiar as camadas formadoras de opinião e evitar reação". Depois de ler todo o texto da denúncia que circulava pela internet, o senador apelou ao ministro das Relações Exteriores para que investigasse a fundo o assunto o "atentado à soberania do país".

A ideia é tão hilária que me sinto bobo de falar sobre ela."
Anthony Harrington, ex-embaixador dos EUA no Brasil

Segundo o diplomata brasileiro ouvido pelo G1, o mapa se transformou em um refúgio para quem busca teorias da conspiração. "Quem quer acreditar, acredita em qualquer coisa", disse Paulo R. Almeida, explicando o porquê de o caso continuar tão popular mesmo depois de ser rebatido com fatos. "Os americanos nem deram atenção ao caso, foram pegos de surpresa e de forma involuntária. Só o Brasil dá importância a esta invenção."

Resposta americana
Logo que o caso surgiu, no ano 2000, Anthony Harrington, então novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, tentou dar uma resposta oficial e final ao assunto. "Existem aqueles no Brasil que acreditam que os Estados Unidos querem dominar o mundo. Eles vêm o Tio Sam como o grande abusador. Típico desta forma de pensar é a crença de que os Estados Unidos têm um plano secreto de invadir a Amazônia em nome de salvar a Floresta Tropical. A ideia é tão hilária que me sinto bobo de falar sobre ela. Mas em nome de seguir adiante, de permitir que americanos e brasileiros possam passar aos assuntos sérios que enfrentamos juntos, deixe-me deixar isso claro: A Amazônia pertence ao Brasil. Sempre vai pertencer. E o mito de que os Estados Unidos invadiria é simplesmente ridículo. Ponto Final."

Segundo o embaixador, os americanos são fascinados pela floresta, tanto quanto a maioria das pessoas em todo o mundo, mas o interesse do país é apenas em colaboração com o Brasil, ajudando a desenvolver a região de uma maneira que seja inócua para o meio ambiente e faça justiça aos formidáveis recursos naturais que os brasileiros possuem. "A idéia de que tropas americanas possam intervir na Amazônia é ridícula. Sinceramente, não merece comentários."

Mesmo assim foi preciso voltar a tocar oficialmente no assunto, e a própria Embaixada Americana no Brasil manteve por algum tempo uma página de desmentido da história do mapa no ar. A página não existe mais no mesmo endereço. Entretanto, o site America.gov, que traz informações sobre política externa dos Estados Unidos e é produzido pelo Departamento de Estado, mantém no ar o texto do desmentido e os argumentos. A data da divulgação é de 2005, cinco anos depois do início da propagação do mito e três após a reportagem no principal jornal dos Estados Unidos.

Rebatendo o mito
A resposta oficial diz que o e-mail forjado surgiu em 2000. "Não há indicação de que tal livro exista. A Biblioteca do Congresso dos EUA, com mais de 29 milhões de livros e outros materiais impressos, não tem registro dele. O banco de dados online do centro de estudo WorldCat, o maior banco de dados de informação bibliográfica, com mais de 47 milhões de livros, não tem registro do livro. Tal livro também não é encontrado em buscas na internet na Amazon e no Google" .

O primeiro argumento usado para refutar a veracidade do livro é gramatical: "Muitos erros de grafia, gramática, tom inapropriado e linguagem" que são evidentes para um falante nativo de inglês. A resposta oficial do governo americano, apesar de ter demorado quase meia década, parte na mesma direção do embaixador brasileiro Rubens Antonio Barbosa, indicando que o trabalho aparenta ser uma invenção "made in Brazil" para criar "desinformação". O Birô Internacional de Programas de Informação continua seu texto apontando que "alguns dos erros de grafia nesta falsificação indicam que o falsificador era um falante nativo de português", diz, citando exemplo como a palavra "vegetal", que aparecia na mensagem original no lugar de "vegetable".

A criação da 'Prinfa' foi um presente para o mundo todo visto que a posse destas terras tão valiosas nas mãos de povos e países tão primitivos condenariam os pulmões do mundo ao desaparecimento e à total destruição em poucos anos"
Texto falso divulgado junto com lenda urbana sobre livro didático

O mapa
Esta duradoura mentira circula há anos pela rede trazendo a imagem de um suposto mapa de livro de geografia usado nas escolas dos Estados Unidos em que aparece um pedaço da Amazônia como sendo um território sob “responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas”. Esta área, que inclui partes do Brasil e de outros países da região, teria sido renomeada, ainda nos anos 1980, para Finraf (Former International Reserve of Amazon Forest), traduzida, na mensagem de alerta que dizia se tratar de uma história real, para Prinfa (Primeira Reserva Internacional da Floresta Amazônica).

A mensagem, que circulou por e-mails e blogs, é sempre a mesma. Um “alerta”, algo “para ficar indignado”, incluindo uma página copiada do suposto livro “An Introduction to Geography”, onde aparece o referido mapa do Brasil “amputado” e um texto sobre a “reserva internacional”.

O texto do livro é preconceituoso e ofensivo, e foi traduzido de um inglês pobre para um português cheio de erros de grafia e gramática: “Desde meados dos anos 80 a mais importante floresta do mundo passou a ser responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas. (...) Sua fundação [da reserva] se deu pelo fato de a Amazônia estar localizada na América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo e cercada por países irresponsáveis, cruéis e autoritários. Fazia parte de oito países diferentes e estranhos, os quais, em sua maioria, são reinos da violência, do tráfego de drogas [sic], da ignorância, e de um povo sem inteligência e primitivo. A criação da Prinfa foi apoiada por todas as nações do G-23 e foi realmente uma missão especial para nosso país e um presente para o mundo todo visto que a posse destas terras tão valiosas nas mãos de povos e países tão primitivos condenariam os pulmões do mundo ao desaparecimento e à total destruição em poucos anos” .

Para dar credibilidade à história, a mensagem alega que a fonte da informação foi um jornal, sem muitos detalhes sobre a publicação do caso. Mesmo sem uma base de informação mais forte, a história se espalhou pelo Brasil e ganhou atenção até nos próprios Estados Unidos, onde foi rechaçada repetidas vezes, como em 2002, quando foi ironizada pelo "New York Times" como "claro, pura imaginação. A imaginação brasileira" . O título da matéria era algo como "No fundo do Brasil, uma viagem de paranoia".

Ainda em 2010, o Google tem mais de 1.200 retornos para a busca internacional pela sigla Finraf. Traduzindo a sigla para Prinfa, são mais de 3.000 páginas registrando alguma informação a respeito dessa história. São dezenas de blogs pessoais, páginas de jornais de diferentes lugares do Brasil, perguntas em fóruns. Muitos já tratam o assunto como mito, lenda urbana, e dizem que o mapa se tornou apenas uma curiosidade na internet. Não faltam, entretanto, as páginas que ainda reproduzem o assunto (algumas com datas tão recentes quanto 2009) com tom indignado e alegando se tratar de uma denúncia real.

Fonte: G1

Preocupações financeiras e orçamentos encolhidos estão exigindo que a Força Aérea de Israel encontre inovadores mecanismos de investimentos enquanto deseja continuar a modernizar sua frota de antigas aeronaves.

O Ministro da Defesa Ehud Barak deu sua aprovação provisória na semana passada para aquisição de 20 caças stealth F-35 JSF (Joint Strike Fighters) e a Força Aérea de Israel está agora nos estágios finais de submeter uma oficial Requisição para Informações (RfI) para as aeronaves de treinamento da Coreia do Sul e da Itália as quais ela está avaliando para substituir sua legendária frota de jatos A-4 Skyhawks.

Conhecido em Israel como Ayit (Hawk), o primeiro Skyhawk chegou em Israel em 1967, após a Guerra dos Seis Dias e foi o primeiro caça a jato que os Estados Unidos concordaram em vender para Israel.

Ele operou proeminiente na Guerra do Yom Kippur em 1973 e na Primeira Guerra do Líbano em 1982.

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O jato de treinamento Alenia Aermacchi M-346 Master fabricado na Itália é um dos principais competidores para substituir a frota de treinadores Skyhawk da Força Aérea de Israel. (Foto: Alenia)

Após a guerra, a Força Aérea de Israel decidiu desativar os jatos do serviço operacional e começou a utilizar eles como treinadores avançados para os cadetes no curso de pilotos da Força Aérea de Israel após completado a fase de treinamento em voo inicial nas aeronaves Fougas, os quais foram recentemente substituídos pelas aeronaves turbohélices Beechcraft T-6 Texan.

A Força Aérea de Israel está avaliando seriamente dois candidatos para substituir os jatos Skyhawk. O primeiro é o subsônico italiano Alenia Aermacchi M-346 Master, escolhido pelas forças aéreas da Itália e Cingapura.

O Primeiro Ministro Italiano Silvio Berlusconi tem feito lobbie para Israel adquirir os jatos da fabricante italiana e o essa parece ser a proposta que está liderando a competição pelos corredores diplomáticos devido aos fortes laços entre o Primeiro Ministro Israelense Binyamin Netanyahu com seu colega italiano.

O principal concorrente é o KAI T-50 Golden Eagle feita na Coreia do Sul em parceria com a norte americana Lockheed Martin. O jato é considerado um dos melhores treinadores do mundo. No ano passado os pilotos da Força Aérea de Israel voaram para Coreia do Sul para examinar o jato.

Próximo do acordo, no entanto, esse tem sido atrasado devido a restrições orçamentárias – particularmente devido ao acordo de compra dos caças JSF, os quais deverão custar para Força Aérea de Israel o equivalente a US$2,75 bilhões por 20 aeronaves que começarão a chegar em Israel em 2015.

No entanto, ao invés de pagar pelas aeronaves de treinamento, o Ministério da Defesa decidiu seguir com uma proposta da Elbit Systems e da Israel Aerospace Industries (IAI) as quais adquiririam as aeronaves de treinamento e posteriormente venderiam pacotes de horas de voo para Força Aérea de Israel.

Fonte: The Jerusalem Post – Via: Cavok

http://www.china-defense-mashup.com/wp-content/uploads/2009/10/jl-1.jpg

Similar aos mísseis balísticos Bulava russo que preocupa os estrategistas americanos, o último relatório do Pentágono sobre o poderio militar da China revela que os esforços chineses para desenvolver um novo míssil nuclear baseado em submarinos têm tido problemas. Outros desenvolvimentos na dissuassão nuclear descrita no relatório anual do Pentágono, destaca a evolução da República Popular da China, que inclue uma implantação lenta de novos mísseis móveis terrestres, comando nuclear e os desafios da cadeia de controle.

Programa Naval Nuclear

Enquanto o primeiro SSBN Type 094 da nova Classe “Jin” é lançado ao mar “parecendo pronto” e com mais quatro possivelmente construção, o desenvolvimento do míssil balístico Julang-2 de longo alcance para esta nova classe de submarinos Balísticos encontrou dificuldades.

O relatório revela que o novo míssil foi “falhou na última rodada de testes de vôo.”

O mais recente revés continua sendo os mesmos problemas que têm caracterizado programa naval nuclear na China ao longo dos anos. O primeiro SSBN (Type 092) produziu apenas um submarino, o Xia, que nunca navegou em uma patrulha de dissuasão. Mesmo após uma revisão longa recentemente, o Pentágono descreve o estado de funcionamento do sistema de mísseis Xia Julang-1 como “questionáveis”.

O programa do submarino nuclear de ataque também parece desafiador, com apenas dois submarinos da classe Shang (Type 093)operacionais, a mesma do ano passado e quatro antigos da classe Han (Type 091) ainda estão em serviço. Em vez disso, o foco do programa nuclear de submarinos de ataque parece ter-se deslocado para a construção de uma nova classe, o Type 095. O relatório do Pentágono aponta que até cinco Type 095 podem ser adicionados nos próximos anos.

Mísseis nucleares

A introdução de novos mísseis balísticos móveis continua, mas a um ritmo lento. O DF-31 parece estagnado com 10 mísseis, o mesmo que no ano passado. O número de mísseis intercontinentais DF-31AS aumentou de 10 no ano passado para 15 no relatório deste ano.

Provavelmente como resultado possível do atraso na implantação do novo DF-31, o número de antigos mísseis a combustível líquido DF-3A e DF-4 continuam os mesmos do ano passado.

Apesar de uma exibição forte na parada militar em Pequim no ano passado, o número de lançadores DF-21 não aumentou em comparação com o ano passado. O número de mísseis é um pouco maior, 85-90 mísseis contra 60-80, provavelmente refletindo as versões convencionais de DF-21C.

O relatório continua as previsões dos anos anteriores que um ICBM móvel novo pode estar em desenvolvimento, possivelmente uma referência ao esquivo DF-41 ou outro sistema. O novo míssil é descrito como “possivelmente capaz de transportar vários ogivas independentes no veículo de reentrada (MIRV).

Os relatórios precedentes relataram o desenvolvimento da tecnologia MIRV por muitos anos, mas sempre concluiu que a tecnologia de mísseis móveis MIRV seria muito difícil e cara. A referência a capacidade MIRV ICBM é nova, mas ela vem com uma série de advertências: “pode estar em desenvolvimento”, e “possivelmente capaz de realizar” MIRV.

Um sistema MIRV que, se implantado, representa uma mudança significativa na estratégia de emprego nuclear chinês. A Rússia e os Estados Unidos tem implantado sistemas MIRV para melhorar o direcionamento contra alvos militares. A razão secundária – para o Reino Unido foi provavelmente a principal razão – era surpreender as defesas contra mísseis.

Ao invés de uma maior concentração, a motivação para prosseguir o programa do MIRV chinês provavelmente é o aparecimento de sistemas de misséis balísticos mais avançados nos EUA e Rússia. Na fase 4 da administração Obama, Phased Adaptive Approach (PAA) inclui uma capacidade de defesa anti-mísseis balísticos contra mísseis balísticos intercontinentais em torno de 2020. Isso pode empurrar ainda mais a China no desenvolvimento de seu MIRV.


Comando e Controle Nuclear

Como era o caso em 2009, o relatório de 2010 sublinha o comando e questões de controle chineses. “A introdução de sistemas móveis criará um novo comando e controle, um novo desafio para a liderança da Chinesa, que agora enfrenta um conjunto diferente de variáveis relacionadas à implantação e as autoridades de liberação.”

Uma delas é a força emergente de SSBN, uma forma quase que inteiramente nova em implantação na postura nuclear chinesa. O relatório afirma que o CC tem apenas uma capacidade limitada para se comunicar com submarinos no mar, e a Marinha chinesa não tem experiência na gestão de uma frota SSBN que realize rondas estratégicas com ogivas nucleares em seus mísseis”.

O SSBN chinês nunca realizou uma patrulha de dissuasão estratégica (nenhuma foi realizada em 2009), e se a doutrina chinesa atual da qualquer indicação de que é duvidoso que os SSBNs irão implantar ogivas nucleares para mísseis em tempo de paz. Mas a ausência de experiência operacional e a capacidade de comunicação limitada levanta sérias questões sobre a proficiência o que pode criar problemas em uma crise.

O relatório levanta questões similares com a nova geração de mísseis terrestres móveis. Embora a China tenha operado mísseis móveis de médio alcance ao longo de décadas, a delegação da autoridade de lançamento em uma crise para unidades de pronta resposta suscita questões sobre o controle de uso, estabilidade de crise, e mal-entendidos.

E há “poucas provas”, segundo o Pentágono, que os líderes civis e militares da China já tenham pensado nos efeitos globais e sistêmicos que estariam associados com o emprego desses recursos estratégicos.”

Apesar destas questões e especulações nos relatórios anteriores do Pentágono e possíveis mudanças na doutrina nuclear da China, nomeadamente as condições para a sua política de não-utilização, o relatório de 2010 conclui que “não houve nenhuma indicação de que os líderes nacionais estão dispostos a atribuir tais nuances e ressalvas para a doutrina China de não primeiro uso.

Defense & Professional tradução: Angelo D. Nicolaci

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