Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O novo supercomputador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desembarca no aeroporto de São José dos Campos (SP) na manhã da próxima segunda-feira (4/10), às 7 horas, num vôo fretado, proveniente de Miami, Estados Unidos. O supercomputador sairá no dia 2 de outubro de Chipewa Falls, Wisconsin, Estados Unidos, onde está localizada a fábrica e a unidade de Pesquisa e Desenvolvimento da Cray Inc. e embarcará no dia seguinte (3/10), às 22 horas (23 horas, em Brasília) do aeroporto de Miami.

Para o transporte rodoviário e aéreo, nos trechos dos Estados Unidos e Brasil, o supercomputador foi desmontado e acondicionado em 84 volumes. Cinco caminhões climatizados farão o transporte da carga entre Chippewa Falls, região norte dos Estados Unidos, até Miami, sudeste do país. No aeroporto, a carga será dividida e acoplada a 24 paletes para o transporte aéreo, num avião DC-10.


Logo após o desembarque no aeroporto de São José dos Campos, na manhã de segunda-feira (04/10), a carga passará pela inspeção da Receita Federal. Ainda não há previsão de quanto tempo será preciso para realizar todos os procedimentos de nacionalização da carga. Sete caminhões farão o transporte do supercomputador pela Rodovia Presidente Dutra até o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), do Inpe de Cachoeira Paulista, trajeto que deverá ser percorrido entre 2 e 3 horas.

Todo o transporte do supercomputador, desde o momento em que a carga for retirada da fábrica da Cray, nos Estados Unidos, até a chegada no Centro de Dados do Cptec/Inpe, será em ambiente climatizado, a uma temperatura média de 10ºC. Somente após um período de 24 horas no interior do prédio do Cptec, para uma nova fase de climatização, será iniciada a abertura dos volumes. A montagem e a instalação do supercomputador deverão ocorrer ao longo de duas semanas, aproximadamente.

Logo após a montagem, o supercomputador será ligado, passando por um processo de customização ao longo de mais quatro semanas, e envolverá a adaptação e instalação de softwares operacionais, monitorados pelo grupo de Operação e Suporte do CPTEC. Já o processo de migração dos modelos operacionais de previsão de tempo, clima e ambiental do Cptec, e daqueles relacionados às projeções de cenários de mudanças climáticas do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST), deverão ocorrer nos meses seguintes.

A expectativa é de que o novo supercomputador esteja processando diariamente os modelos operacionais de previsão meteorológica e ambiental no início do próximo ano.

O novo supercomputador

Adquirido com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o novo sistema de supercomputação será instalado no INPE de Cachoeira Paulista (SP) para utilização pelos Centros de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) e de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do próprio Instituto, além dos grupos de pesquisa, instituições e universidades integrantes da Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas (Rede Clima) do MCT, do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) para Mudanças Climáticas.

Este supercomputador permitirá gerar previsões de tempo mais confiáveis, com maior prazo de antecedência e de melhor qualidade, ampliando o nível de detalhamento para 5 km na América do Sul e 20 km para todo o globo. Será possível prever ainda eventos extremos com boa confiabilidade, como chuvas intensas, secas, geadas, ondas de calor, entre outros. As previsões ambientais e de qualidade do ar também serão beneficiadas, gerando prognósticos de maior resolução, de 15 quilômetros, com até seis dias de antecedência.

A nova máquina também será fundamental para o desenvolvimento e implementação do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global, que incorporará todos os elementos do Sistema Terrestre (atmosfera, oceanos, criosfera, vegetação, ciclos biogeoquímicos, etc), suas interações e como este sistema está sendo perturbado por ações antropogênicas (por exemplo, emissões de gases de efeito estufa, mudanças na vegetação, urbanização, etc.). Este esforço envolve um grande número de pesquisadores do Brasil e do exterior, provenientes de diversas instituições, o que se constitui num projeto interdisciplinar de desenvolvimento de modelagem climática sem precedentes entre países em desenvolvimento.

O novo supercomputador irá ampliar em mais de 50 vezes a capacidade de processamento no INPE. A atual infraestrutura computacional está operando no limite de sua capacidade, o que tem impedido a incorporação de avanços já desenvolvidos nas áreas de modelagem numérica, modelagem de mudanças climáticas, assimilação de dados, química e aerossóis, atmosfera, oceanos e vegetação, que deverão trazer melhorias às previsões de tempo e clima e às simulações de mudanças climáticas.

Fonte: INPE - Via Panorama Espacial

No início da década de 1960, o mundo mal tinha entrado na era do jato. Os Boeing 707 e Douglas DC-8 eram ainda quase novidade no mercado, e estavam revolucionando a aviação, pois praticamente duplicaram a velocidade dos voos comerciais quando foram introduzidos.

Mas uma nova revolução estava em curso. O próximo passo seria introduzir aviões supersônicos em serviço. Na aviação militar, os supersonicos já voavam há anos, e parecia mera questão de tempo para que os então novíssimos 707 e DC-8 fossem relegados ao transporte de carga, enquanto os passageiros cruzariam os céus duas vezes acima da velocidade do som.

A Boeing estudava o projeto de uma aeronave comercial supersônica desde 1952, e por volta de 1958, estabeleceu um comitê de engenharia que propôs uma grande variedade de configurações para o denominado Projeto 733. A configuração de asas em delta era a favorita, mas até mesmo uma asa de geometria variável, cujo enflechamento variava com a velocidade foi proposta.
Por volta de 1960, um milhão de dólares já tinham sido investidos em tal projeto.Entretanto, os estudos e pesquisas caminhavam calmamente, e não parecia haver intenção de produzir um grande supersônico comercial em futuro próximo.

Tudo isso mudou subitamente em 1962, quando se tornou evidente que a empresa britânica Bristol Aeroplane Company e a francesa Sud Aviation estavam formando um consórcio binacional para produzir o primeiro supersônico comercial. Em novembro desse ano, o consórcio anunciou que construiria uma aeronave denominada Concorde. Os americanos ficaram em pânico, pois todo mundo achava que, nas décadas seguintes, os aviões de passageiros seriam todos supersônicos, e os europeus estavam claramente disparando na frente.

Reagindo ao projeto europeu, em 5 de junho de 1963, o Presidente americano John F. Kennedy anunciou a criação do programa National Supersonic Transport, no qual o governo iria subsidiar em até 75 por cento os custos de desenvolvimento de uma aeronave supersônica comercial capaz de enfrentar a "ameaça" do Concorde.
Na verdade, os americanos eram mais ousados, e não pretendiam simplesmente oferecer um simples concorrente do Concorde: o supersônico americano deveria levar 250 passageiros , mais que o dobro da capacidade do Concorde, e voar entre Mach 2,5 e Mach 3, com um alcance de mais de 7 mil Km.


Os projetistas do Concorde limitaram deliberadamente a velocidade da aeronave a Mach 2,2, pois essa era a velocidade máxima suportada por uma aeronave construída em ligas de alumínio. Em velocidades supersônicas mais altas, o aquecimento dinâmico, resultante da compressibilidade e do atrito com o ar, poderia comprometer a resistência estrutural do alumínio, e construir a aeronave em ligas de aço inoxidável ou titânio, mesmo que tecnicamente viável, seria proibitivamente caro.

Os americanos, no entanto, tinham uma vantagem técnica nesse assunto. A North Americam tinha produzido um protótipo de bombardeiro capaz de atingir Mach 3, o XB-70 Valkyre, e que tinha o alcance de 7 mil Km voando a 77 mil pés. Esse avião utilizou-se largamente de ligas de aço inoxidável em sua construção, para superar as limitações das ligas de alumínio, e o mesmo poderia ser feito no novo supersônico comercial americano.

Ainda que o projeto XB-70 tivesse sido cancelado prematuramente devido ao desenvolvimento de eficientes sistemas de mísseis terra-ar, seus dois protótipos foram mantidos em serviço, como banco de testes para o desenvolvimento de aeronaves civis de alta velocidade, pela NASA. O Concorde parecia estar muito próximo de ser superado antes sequer que fizesse seu primeiro voo.

Na concorrência para o projeto National Supersonic Transport. participaram os fabricantes de aeronaves North American, Lockheed e Boeing, e os fabricantes de motores Curtiss-Wright, Pratt & Whitney e General Eletric. Os projetos preliminares foram apresentados ao FAA - Federal Aviation Administration, em 15 de janeiro de 1964. O projeto da North American consistia praticamente em um XB-70 ampliado e com fuselagem mais larga, e o da Lockheed em uma aeronave bastante similar ao Concorde, mas de maior tamanho. A North American e a Curtiss-Wright acabaram eliminadas da concorrência antes da apresentação final dos projetos.
O projeto da Boeing, o Model 733-197, também denominado Model 2707, apresentava asas de geometria variável. Quatro motores turbojatos com pós-combustores seriam montados abaixo das asas em naceles individuais. A designação 2707 ficou mais conhecida pelo público, embora a Boeing continuasse a se referir ao modelo como Model 733.

Com a eliminação da Curtiss-Wright, os fabricantes de células foram instruídos a selecionar um dos dois motores restantes na competição, e a Boeing aproveitou para dar um upgrade no seu projeto, pois a fuselagem foi ampliada e os motores foram reposicionados logo abaixo dos estabilizadores. As asas ficavam em tal posição que, em alta velocidade ,praticamente se juntavam aos estabilizadores horizontais, formando um desenho em delta. Tal modificação criou o modelo 733-290.
A FAA solicitou às empresas concorrentes que refinassem seus projetos para a seleção final, que aconteceu em setembro de 1966, e a Boeing apresentou nessa seleção um novo modelo, denominado 733-390, dessa vez com capacidade para 300 passageiros. A Boeing foi finalmente declarada vencedora da concorrência, em 31 de dezembro de 1966. Os motores selecionados foram os enormes General Eletric GE4/J5 (foto acima), com eixo único e pós combustores. Foram os mais poderosos motores do seu tempo, capazes de fornecer 50 mil libras-força de empuxo sem pós-combustão e 65 mil libras-força, com pós-combustão.

O Model 733-390 era um projeto muito interessante e inovador. Seria uma aeronave wide-body, de dois corredores, com poltronas dispostas em 7 fileiras em configuração 2-3-2, consideravelmente mais larga do que qualquer avião então em serviço, já que o Boeing 747 ainda não estava voando.

O avião teria refinamentos que somente seriam encontrados nos aviões décadas mais tarde. Os 247 passageiros da classe turística teriam telas de vídeo na razão de uma para cada seis assentos, logo abaixo dos bins, e os 30 passageiros da primeira classe seriam contemplados com uma tela de vídeo para cada dois assentos. Entretanto, como o avião voaria acima do FL 700, as janelas eram muito pequenas, apenas 6 polegadas, embora o painel interno tivesse 12 polegadas para dar a ilusão de maior tamanho..
A Boeing previa que, assim que o projeto fosse liberado, que poderia começar a construir os protótipos já no começo de 1967, e que o primeiro voo poderia ocorrer no início de 1970. A certificação e entrada em serviço estavam previstos para meados de 1974.

Tão logo os engenheiros começaram os trabalhos, apareceram os primeiros problemas. O sistema de geometria variável logo demonstrou ter peso inaceitável, e em outubro de 1968 a Boeing foi forçada a eliminar o sistema em favor de uma asa fixa em delta. A capacidade de passageiros foi reduzida para 234 assentos. O modelo resultante dessas alterações foi denominado Boeing 2707-300. A construção de um novo mock-up de madeira em escala integral e de dois protótipos foi iniciada em setembro de 1969. O projeto já estava com dois anos de atraso, e o Concorde franco-britânico, a essa altura, já tinha feito seu primeiro voo com sucesso, em 2 de março do mesmo ano.
O projeto do 2707 não ia bem. A Boeing fez um filme promocional, enfatizando que em pouco tempo o custo de produção seria absorvido, e que os novos aviões comerciais que então entraram em serviço, como o McDonnell-Douglas DC-10 e o 747, da própria Boeing, seria apenas modelos transitórios, antes da grande era supersônica.

Na verdade, os supersônicos sofreram grande oposição, especialmente por parte dos ambientalistas. O maior problema era o estrondo sônico, que resulta da onda de choque produzida pela aeronave quando a mesma ultrapassa a velocidade do som. Um "Manual do Boom Sônico", escrito por William Shurcliff, afirmava que um único vôo “deixaria uma zona de estrondo de 50 milhas de largura por 2.000 milhas de comprimento”, que causariam sérios problemas para a população e meio ambiente na área sobrevoada.

Outros ambientalistas afirmavam que os óxidos de nitrogênio emitidos pelos motores em grande altitude poderiam afetar a camada de ozônio da estratosfera. Moradores das imediações dos aeroportos se juntaram aos opositores do projeto, pois motores com pós-combustão são realmente ensurdecedores na decolagem.

Testes de voo supersônico sobre regiões habitadas dos Estados Unidos, com as aeronaves de pesquisa XB-70, confirmaram problemas para as áreas sobrevoadas. A cidade de Oklahoma City foi sobrevoada a grande altitude por um XB-70, em 1965, e nada menos que 9594 queixas foram registrada pelas autoridades contra o ruído produzido pelo avião.

Logo, voos supersônicos foram proibidos sobre todo o território dos Estados Unidos. Normas de limitação de ruído de aeronaves foram publicadas, o que praticamente inviabilizava a operação do Boeing SST em aeroportos americanos. O projeto parecia cada vez mais fadado ao fracasso.

No Congresso dos Estados Unidos, os parlamentares de esquerda também se opunham a projetos que subsidiavam empreitadas privadas com dinheio público. O projeto do SST precisava de mais dinheiro, mas as fontes estavam secando.

Finalmente, em 1971, embora o encerramento do projeto pudesse causar a demissão de mais de 13 mil empregados envolvidos diretamente no projeto, o Congresso votou contra novos subsídios necessários para a conclusão do SST, ainda que o governo Nixon apoiasse fortemente o programa. A votação foi apertada, 215 votos contra 204 a favor do SST. O SST americano estava morto.

A essa altura, 115 aeronaves SST já haviam sido encomendadas por 25 empresas aéreas, contra 74 aeronaves, por 16 empresas, que encomendaram o Concorde. A Boeing acabou demitindo, por conta do encerramento do projeto SST, outros contratos governamentais e redução da demanda comercial, mais de 60 mil trabalhadores. O SST ficou conhecido como "o avião que quase comeu Seattle".

Os dois protótipos em construção jamais foram terminados. O Boeing 2707 SST acabou virando, de certa forma, um tabu dentro da empresa. O Museu da Boeing possui uma seção de aeronaves supersônicas, mas a grande estrela do museu é justamente um Concorde, que está muito perto do edifício onde foi construído o mock-up do B2707 SST, que seria seu grande concorrente. No Museu, quase nada existe sobre o SST.

De certa forma, o fracasso do Boeing 2707 SST veio em boa hora. As aeronaves supersônicas de passageiros jamais foram viáveis economicamente. Os árabes, durante a Guerra do Yon Kippur, em 1973, impuseram o "Choque do Petróleo", evento que, por si só, determinaria a morte de qualquer sonho de voos supersônicos de passageiros pelo mundo afora. O jato russo Tupolev Tu-144 teve vida curta em serviço, e o Concorde, subsidiado pelos governos da França e do Reino Unido, permaneceu em serviço de 1976 a 2003, num serviço altamente restrito e de elite, e mais como um tributo à capacidade técnica européia do que como serviço comercial economicamente viável.

O projeto do SST deixou um importante legado técnico à Boeing e à aviação como um todo, especialmente suas asas de perfil supercrítico, hoje usadas amplamente na aviação civil. Seattle sobreviveu ao SST, pois a Boeing logo se recuperou, na esteira do sucesso dos Boeing 747 e 737, dois dos maiores sucessos da aviação comercial na história. O Concorde também deixou seu legado, pois do projeto binacional nasceu o grupo Airbus, hoje o principal concorrente da Boeing.

Um dos mock-ups de madeira do 2707 ficou exposto em Kissimmee, na Flórida, entre 1973 a 1981. Atualmente está em exposição no museu da aviação Hiller, em San Carlos, Califórnia. Os protótipos inacabados viraram sucata.

O voo comercial supersônico hoje parece muito distante, devido às implicações ambientais e ao seu próprio custo, hoje quase proibitivo. O Boeing 2707 SST seria uma aeronave fascinante, e é realmente uma pena que nunca tenha voado, sequer como protótipo. O Concorde, quando deixou de voar definitivamente em 2003, deixou no ar uma impressão de retrocesso tecnológico, pois há poucos anos atrás era possível sair de Londres no começo da noite para jantar em Nova York, e hoje isso não passa de um sonho.



Desenvolvido pela Universidade de Cranfield, BAE Systems e nove outras universidades do Reino Unido, O Demon é único na utilização do ar que circula sobre as asas para controle, ao invés dos tradicionais ailerons e flaps. Os sistema sem flap, desenvolvido através do conceito chamado de “controle de voo fluídico”, é o resultado de um trabalho colaborativo entre as universidades de Manchester e Cranfield juntamente com o Centro de Tecnologia Avançada da BAE Systems.

BAE Systems Demon UAV.

Embora o protótipo de 200 libras, com envergadura de 2,5 metros, possua um sistema de flap convencional, o mesmo foi desativado durante o voo de teste. O Professor John Fielding, engenheiro chefe e líder da equipa do demonstrador de tecnologia Demon da Universidade de Cranfield, disse: “Para colocar uma aeronave em voo e manobrar ela em segurança sem o uso de superfícies de controle convencionais já é uma conquista por si só; fazer isso enquanto ao mesmo tempo trazemos junto novas técnicas de construção e novos mecanismos de controle poderia ser considerada como muito ambicioso – mas nós conseguimos. O Demon foi desenvolvido como um programa de pesquisa mas é um uma aeronave de alta tecnologia, complexa e representativa. Obter a aprovação do CAA e voar com sucesso exigiu grande perícia, dedicação e paciência pela equipe e eles devem estar muito orgulhosos por este feito.”

O Veículo Aéreo Não-Tripulado (UAV) Demon da BAE Systems efetuou seu primeiro voo a partir de Walney Island, em Cumbria, no dia 17 de setembro, conforme informado nessa terça-feira para companhia. A seguir segue o vídeo do primeiro voo do Demon, que consegue voar sem a utilização de flaps e ailerons.

Fonte: CAVOK

A policia do pensamento imaginada em muitos filmes está cada vez mais perto da realidade.

Durante um simpósio em Hamburgo, , um subúrbio da cidade de Buffalo, Nova Iorque, foi apresentado um avançado programa de computador que supostamente poderá localizar um criminoso antes deste cometer um ato de terrorismo.

Um professor suíço trabalhando no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que dirige o Projeto Máquina da Mente, descreveu como este programa funciona através da digitalização de chamadas telefônicas e mensagens eletrônicas enviadas através de e-mail ou redes sociais.

"Suponha que você sabe que há uma ameaça para o presidente quando ele está visitando, por exemplo, o Texas. Através de informações obtidas pela Agência de Segurança Nacional (NSA), temos as ferramentas para analisar enormes
quantidades de dados obtidos desta forma", disse o professor Mathieu Guidere da Universidade de Genebra.

Como? "O software detecta ressentimento em conversas através de medições em decibéis e da biometria da outra voz", disse ele. "Ele detecta obsessão enquanto o indivíduo volta ao mesmo tópico várias vezes, medindo crescendos da voz".

Quanto à transmissão de mensagens escritas analisadas pelo programa de computador, ele pode detectar o mesmo padrão de fixação sobre temas especificados, disse Guidere, que trabalhou por anos com rastreio de dados de massa envolvendo radicalização e de doutrinação ideológica.

Usando traços de caráter que foram identificados através de perfis psicológicos realizados em terroristas na sequência dos atentados de 11 de setembro de 2001, Guidere disse que ele e seus colegas desenvolveram programas que isolam os sinais que apontam para um potencial terrorista.

Ele disse que os terroristas solitários, em particular, não são doentes mentais, mas guardam ódio e profundo ressentimento em relação ao governo. Seus picos emocionais, Guidere explicou, pode ser identificada pelo programa de computador.

O lado prático é que uma vez que o indivíduo tenha sido identificado, a informação pode ser repassada às autoridades para que a vigilância possa começar, ele disse.

Atualmente, o programa de computador pode rever 10.000 vozes ou outras transmissões eletrônicas em uma hora. O objetivo, disse o professor, é aumentar a capacidade para 100 mil por hora.

Do lado civil, o programa pode ser usado por psicólogos e outros profissionais de saúde mental que trabalham com veteranos de guerra, policiais e outros, para medir seu progresso na recuperação.

"Ao gravar a voz do paciente, o programa pode medir o nível de negatividade e positividade em relação à taxa de depressão e outros distúrbios emocionais", disse Guidere, que está trabalhando com o Dr. Newton Howard, diretor do Projeto Máquina da Mente do MIT.

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Não é a primeira vez que vemos a tecnologia sendo utilizada para tentar prever crimes, nos moldes do filme Minority Report. Vimos alguns meses atrás a tecnologia israelense que supostamente permitiria ler as mentes em aeroportos e achar potenciais terroristas.

Interessante que o programa foca em pessoas com ressentimento contra o governo. Para quem abriu seus olhos para a verdade e tem conhecimento da corrupção a nível mundial, fica difícil não guardar ressentimento contra os governantes, que permitem que corporações e a elite financeira façam gato e sapato da população, que trabalha cada vez mais para ter um mesmo nível social cada vez menor.

Além do aumento óbvio do controle sobre todos os aspectos de nossa vida e do estabelecimento do pré-crime como algo aceitável, outra conclusão que podemos tirar deste artigo é a difamação e demonização daqueles que não concordam com as políticas governamentais, praticamente igualando-os a perigosos terroristas.

Quem deveria ser perseguido e preso são estes cientistas loucos, que vão pouco a pouco criando a cena perfeita para a implantação de um estado policial autoritário e absoluto, requisito principal para a nova ordem mundial. Da mesma forma como os cientistas que deturpam a ciência para justificar o aquecimento global antropogênico, não passam de mercenários sem coração.

Vimos os body-scanners que foram cedidos gratuitamente de forma tão generosa pelos EUA. Quando será que veremos este software implementado no Brasil?

Fontes:
Projeto Máquina da Mente
Buffalo News: Technology identifies troubled individuals
Hilbert College: Challenges Faced by Returning Soldiers to be Addressed at Symposium
Página de Mathieu Guidère
Página de Newton Howard

Via: A Nova Ordem Mundial

O porta-aviões nuclear Charles de Gaulle deixará Toulon dentro de quinze dias para uma missão de quatro meses no Oceano Índico, sendo seis semanas ao largo do Paquistão, em apoio à coalizão que opera no Afeganistão, afirmou nesta quinta-feira a Marinha Nacional Francesa.

Esta missão, denominada “Agapanthe 10″, foi apresentada na conferência de imprensa do Ministério da Defesa pelo Contra-Almirante Jean-Louis Kerignard, comandante da Força Aeronaval de Reação Rápida. Durante este deslocamento, previsto de meados de outubro a 21 de fevereiro, o grupo aeronaval formado ao redor do Charles de Gaulle incluirá duas fragatas (Forbin e Tourville), um navio-tanque de reabastecimento (Meuse) e um submarino ataque de nuclear (Améthyste). O grupo aéreo a bordo do porta-aviões terá 12 Super Etendard Modernizados, 10 Rafale, dois aviões radar Hawkeye e helicópteros.

O grupo de batalha estará em operação no Oceano Índico por seis semanas (de meados de novembro até fins de dezembro), ao largo do Paquistão, em apoio às operações aéreas no Afeganistão, disse o Contra-Almirante Kerignard. O Super-Etendard e o Rafale, equipados com um novo pod de reconhecimento poderão estar engajados nos céus do Afeganistão operando a partir do porta-aviões. “Os aviões do Charles de Gaulle vão participar nas operações da ISAF (Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão) sob o controle operacional do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Almirante Edouard Guillaud”, disse o Contra-Almirante Kerignard.

Durante essas seis semanas, disse o oficial, o grupo aeronaval francês poderá proporcionar para a ISAF “uma dúzia” de surtidas por dia e trabalhará “em cooperação” com o grupo aeronaval americano que opera na área. Desde que entrou em serviço em 2001, o Charles de Gaulle fez quatro grandes operações militares no conflito afegão, operando ao largo do Paquistão em 2001/2002, 2004, 2006 e 2007, por períodos de quatro a sete meses . O Afeganistão não tem fronteira marítima, mas os aviões operando no Charles de Gaulle podem alcançá-lo desde o Oceano Índico. Mais de 140.000 militares das forças internacionais, dos quais dois terços são americanos, estão destacados no Afeganistão, onde a insurgência do Talibã está ganhando terreno. Em nove meses, 2010 já é o ano mais letal para as forças internacionais, com 541 mortos.

Fonte: Lefigaro - Via: Plano Brasil

A Eurocopter entregou em 22/10/2010 um AS350 B3 para a Polícia da Namíbia durante uma cerimônia na exposição Africa Aerospace & Defence (AAD).


Este é o segundo helicóptero da polícia da Namíbia. A Unidade Aérea da Polícia da Namíbia foi criada em 2009 e voa com sucesso seu primeiro AS350 em apoio a prevenção da criminalidade e em operações policiais em todo o país.

Em discurso na AAD, o Inspector-Geral da Polícia da Namíbia, Tenente-General Haitota Sebastian Ndeitunga disse: “namibianos, assim como milhões de pessoas de outros países ao redor do mundo, estão colhendo os benefícios desse investimento em modernas e eficiente de ferramentas de combate ao crime, tais como nossos helicópteros AS350.”

Fabrice Cagnat, CEO da Eurocopter África Austral, disse: “Estamos orgulhosos de que a Eurocopter e o helicóptero AS350 foram selecionados para apoiar a Polícia da Namíbia Airwing cumprindo os críticos requerimentos e exigências de equipamento para atuação na aviação policial de prevenção da criminalidade.”

Além disso, a Eurocopter África Austral Ltd tem facilitado a formação profissional de asa rotativa de dois pilotos policiais da unidade aérea da Namíbia na Starlight Aviation, em Durban, e conduziu a formação de conversão de tipo para dois pilotos experientes na Namíbia. A Eurocopter tem também patrocinado a formação pela Carl Zeiss Optronics para dois operadores de sistema LEO. O sistema LEO incorpora um conjunto sensores ópticos e câmeras dia/noite, permitindo que a tripulação do helicóptero realize vigilância, rastreie e intercepte suspeitos de dia/noite.

No âmbito de um pacote de apoio, a Eurocopter está fornecendo um conjunto completo de ferramentas personalizadas e peças customizadas para as aeronaves da Namíbia para garantir a disponibilidade de vôo do AS350.

A unidade aérea da Polícia da Namíbia se junta à unidades semelhantes na região, como África do Sul, Botswana e Angola, que também operam aeronaves AS350.

O AS350 foi selecionado para o seu desempenho incomparável e eficiência em condições tipicamente quentes e elevada altitude da Namíbia. Seu motor Turbomeca Arriel 2B1 gera maior potência, permitindo que o helicóptero transporte cargas pesadas e de maneira versátil (incluindo a capacidade de carga sling) e voe a uma velocidade de cruzeiro superior, em comparação com outras máquinas de tamanho similar.

Incluindo a Namíbia, mais de 368 destes helicópteros são operados por 120 polícias em 22 países ao redor do mundo. Além disso, cerca de 82 AS355 bimotores são operados por 35 forças policiais em 21 países.

O Irã sofreu ontem o que, a se confirmar, seria o maior ataque cibernético da história. Os sistemas de controle da central nuclear de Bushehr, assim como os de outras indústrias, foram afetados por um vírus de potência sem precedentes, chamado Stuxnet.

Especialistas israelenses afirmam que o Stuxnet foi desenhado para tentar frear o programa nuclear iraniano. Dada a sua complexidade sem precendentes, é impossível que tenha sido criado por um hacker solitário. Tudo aponta para uma equipe de profissionais que teve meios e dinheiro suficiente e, pelo menos, seis meses de tempo para prepará-lo. Fontes afirmam que apenas Israel e Estados Unidos dispõem dos recursos necessários para criar um vírus tão agressivo e complexo como o Stuxnet.

"Esta é uma guerra de nova geração e os serviços de inteligência israelenses levam anos melhorando sua capacidade ofensiva e defensiva", disse um especialista que pediu para ficar no anonimato.

Teerã confirmou no domingo que o ataque havia afetado os computadores da equipe da central de Bushehr, incluindo o de seu diretor, mas não os sistemas-chave de funcionamento. É possível que o vírus tenha alcançado também a Natanz, onde o Irã enriquece urânio, e a outros 30 mil computadores em todo o país.

http://chattahbox.com/images/2009/12/cyber-warfare.jpg

Um especialista consultado pelo La Vanguardia, antigo assessor do ministério da Defesa de Israel, crê que o Stuxnet pode ser obra da unidade 8 200 de espionagem militar e do Mossad. O Irã, de fato, acusou Israel e Estados Unidos pelo ataque. Os dois governos se mantêm em
silêncio.

Os especialistas consideram que o Stuxnet é o primeiro vírus capaz de penetrar nos sistemas automáticos de controle de infraestruturas públicas como centrais elétricas e nucleares, represas e indústrias químicas

Sessenta por cento dos computadores iranianos poderiam ter sido infectados, assim como 20% dos computadores na Indonésia e 8% na Índia. A central de Bushehr, apesar do ataque, mantém seu calendário de abertura para novembro.

O Stuxnet "é um vírus que se converte em agente silencioso e pode ser acionado à distância no momento em que seu criador quiser, sem que o usuário saiba disso", explica o jornalista Yossi Melman, correspondente para assuntos militares e de inteligência do jornal Haaretz, de Jerusalém. As autoridades israelenses afirmam que ele muda com rapidez.

"Tínhamos previsto eliminá-lo em dois meses, mas ele é muito instável. Três novas versões apareceram desde que começamos a atacá-lo", afirmou Hamid Alipur, da sociedade estatal de informática, à agência oficial iraniana Irna. "O Stuxnet funciona como uma arma cibernética e provocará uma nova corrida armamentista", disse a companhia alemã Kepersky Labs em um comunicado.

Fonte: Veja



A Força Aérea do Chile (FACh) está prestes a receber os seis primeiros de um lote de 18 aviões de combate F-16AM/BM MLU (Mid-Life Upgrade – Modernização de Meia Vida) comprados de segunda mão da Holanda.

Essas aeronaves já estão ostentando o padrão de pintura usado pela FACh e sendo preparadas na Base Aérea de Leeuwarden, sendo que os voos de inspeção e avaliação iniciaram-se no dia 22 deste mês. A chegada no Chile está prevista para acontecer na primeira quinzena de novembro. O voo de translado será apoiado por aviões reabastecedores KC-10 da Força Aérea Holandesa.

A FACh já opera 28 caças F-16, dez da variante C e D Block 50 e 18 das versões AM/BM MLU, estes últimos também comprados da Holanda.

Como se sabe no último domingo dia 19 o ministro da Defesa, Nelson Jobim, se encontrou em Abu Dhabi, com o chefe das Forças Armadas dos Emirados Arabes Unidos, o tenente-general Mohammed Hamad Al Thani Rumaithi.

De acordo com informações publicadas pela agência de notícias oficial a Emirates News Agency - WAM, foi discutida a cooperação militar e meios para aumentar o intercâmbio na área de defesa até ai nada de mais se não fosse a noticia recém publicada no bem informado site infodefesa.com que da conta que o Brasil anunciará nos próximos dias a compra de um número ainda indeterminado de caças Mirage 2000-5 que estariam atualmente em processo de baixa na Força Aérea Francesa. O Site Espanhol, afirma que seria uma solução intermediária face o virtual cancelamento do programa FX.

Aqui fica claro que eles do infodefesa estão confundindo o FX (ja cancelado) com o FX-2 ainda em andamento e que "todos" dizem deverá ser anunciado depois do resultado das eleições dia 3 de outubro próximo.

Ao que me parece o programa FX-2 esta envolto na fase de "Silly Season" (similar aquela da F1) que quando não se tem noticia o pessoal inventa e quando a fofoca e as conversas de bastidores viram a tal da 'noticia'.


O Mirage 2000-9 é a variante de exportação do Mirage 2000 MK2, sendo juntamente com esta as versões mais modernas já produzidas dos Mirage

Pois bem, no meu modo de ver a coisa o infodefensa está 'confundindo Jesus com Genésio'. Assim... pode ser que:
No acordo firmado com os Emirados Arabes Unidos (há uma parte dele secreta que não é divulgada exatamente por envolver a segurança dos paises envolvidos) pode estar a possibilidade do Brasil adquirir como 'GAP' até a fabricação (que envolve preparação da EMBRAER) e entrada em operação dos Rafales a possibilidade de aquisição dos Mirage 2000-9 dos Emirados Arabes Unidos que em outras 'oportunidades' já afirmou que compraria o Rafale se a França arrumasse compradores para os "seus" Mirage 2000-9.

Portanto, fica aqui o meu exercício de 'futurolugia' e pura 'especulação' face a noticia do Infodefensa. O que vocês acham?

Vinicius Morais
"Vinna"

A Rosoboronexport da Rússia oficialmente entregou as três últimas aeronaves de caça Sukhoi Su-30MK2 para a Força Aérea da Indonésia, que foram recebidas pelo Ministro da Defesa Purnomo Yusgiantoro, durante cerimônia no Aeroporto Sultan Hasanuddin, em Makassar, nessa segunda-feira.

O Ministro da Defesa da Indonésia Purnomo Yusgiantoro (direita), junto do Embaixador da Rússia na Indonésia Alexander Ivanov (centro) e o Embaixador da Indonésia na Rússia Hamid Awaluddin, posam para jornalistas no cockpit de um dos novos caças Sukhoi recebidos na Base Aérea de Sultan Hasanuddin na segunda-feira, dia 27 de setembro. (Foto: Dicky Christanto / Jakarta Post)

“Nós não adquirimos as versões totalmente armadas da Sukhoi. No entanto, nós temos um fabricante para produzir as bombas e foguetes para a aeronave,” disse Purnomo, referindo-se a fabricante estatal de armas PT Pindad, localizada em Malang, leste de Java. As aeronaves fazem parte de um contrato avaliado em US$ 300 milhões assinado em agosto de 2007.

Três aeronaves de caça Sukhoi Su-30Mk2 chegaram na Indonésia nos dias 10 e 16 de setembro. A Indonésia agora possui 10 caças Sukhoi após as recentes compras, e o governo planeja adquirir outras seis unidades.

Fonte: CAVOK

Um avião de guerra vai adornar o canteiro central de uma praça que está sendo construída na avenida Guilherme Schell em Canoas. A aeronave do modelo Xavante – utilizada para treinamento avançado, reconhecimento e ataque no solo – está sendo içada em um pedestal pelo setor de engenharia do V comando Aéreo Regional (V Comar).

Segundo o major Steven, do Comar, o Xavante foi utilizado durante anos no treinamento de pilotos em missões de defesa e lançamentos de foguetes e bombas. Conforme o major, ainda restam 12 aeronaves do mesmo modelo em atividade no Brasil. Elas estão todas no Rio Grande do Norte e devem ser desativadas no próximo ano. O major, que foi instrutor e voou durante sete anos na aeronave, comemorou o fato de ela encerrar a carreira sendo homenageada.

Doação do V Comar, o avião atualmente está posicionado em área próxima ao pedestal. A aeronave é um AT-26 Xavante (foto acima) produzido pela Embraer em 1975 e que pertenceu a base aérea de Santa Maria, onde passou por reparos a fim de ser deslocada para Canoas.

A nova praça do avião em Canoas está sendo construída no espaço localizado junto à alça de acesso do viaduto da Augusto Severo, ao lado do Parque Esportivo Eduardo Gomes, e junto à entrada do V Comar.

– O espaço pertence à aeronáutica e a prefeitura vai fazer o trabalho de ajardinamento e urbanização do local, com a colocação de calçamento ao redor do pedestal onde será colocada a aeronave e bancos. Será muito vistoso, pois quem passa pela avenida Guilherme Schell irá enxergar a aeronave – disse o Coordenador de Integração Institucional da Prefeitura, Luiz Possebom.

Fonte: Zero Hora - Foto: Ronaldo Bernardi - Via Noticias Sobre Aviação

A principal corporação chinesa de energia nuclear está negociando a construção de uma usina nuclear de 1 gigawatt no Paquistão, disse um executivo nesta segunda-feira. A notícia que pode intensificar a inquietação internacional sobre o domínio nuclear chinês.

A China já ajudou o Paquistão a construir sua principal instalação nuclear, em Chashma (província do Punjab), onde um reator está funcionando e outro está quase concluído. O país tem contratos para construir mais dois reatores por lá, apesar das restrições de outros governos.

Qiu Jiangang, vice-presidente da Corporação Nacional Nuclear da China (CNNC), disse numa reunião em Pequim que a empresa já está olhando para além desses contratos, de olho em uma usina ainda maior.

"Ambos os lados estão em discussões sobre a exportação pela CNNC de uma usina nuclear de 1 gigawatt para o Paquistão", afirmou.

Qiu confirmou que os dois países já assinaram contratos para os reatores 3 e 4 de Chashma, de 300 megawatts cada.

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Ele não deu detalhes sobre quem participa das discussões sobre a nova usina, ou quanto avanço já ocorreu.

A ampliação da presença nuclear chinesa no Paquistão deve agravar a inquietação dos EUA, da Índia e de outros países. Aliado histórico da China, o Paquistão já possui armas nucleares e sofre com a crônica escassez de energia.

Fonte: O Globo

O Ministério da Defesa de Cingapura assinou o contrato com a Singapore Technologies Aerospace (ST Aerospace) para aquisição de 12 aeronaves M-346 Master e um sistema de treinamento baseado no solo para a Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) através do programa de substituição do Treinador a Jato Avançado (AJT). As aeronaves serão fornecidas pela Alenia Aermacchi, enquanto que o sistema de treinamento será fornecido pela Boeing. As doze aeronaves ficarão baseada em Cazaux, na França.


A ST Aerospace executará o gerenciamento e manutenção de todos equipamentos do programa AJT. As 12 aeronaves M-346 e o sistema de treinamento devem ser entregues a partir de 2012.


A aquisição das aeronaves M-346 e do sistema de treinamento marcam uma significativa etapa no desenvolvimento da força da RSAF, aumentando as capacidades e prontidão operacional das Força Armadas de Cingapura.

Fonte: CAVOK


A Eurocopter testou nesta segunda-feira (27), no Sul da França, o modelo híbrido de alta velocidade X3, que reúne dois motores turbohélice para melhorar as performances de decolagem vertical e o desempenho de velocidade. O modelo produzido pela empresa possui tecnologia Alemã, espanhola e francesa e promete ser um diferencial em missões militares de combate, busca e salvamento em longas distâncias, operações de guarda e patrulha de fronteiras, além do transporte de passageiros e ponte aérea entre cidades. Após avaliações iniciais, o X3 fará nova temporada de voos com o objetivo de sustentar velocidades superiores a 220 nós (mais de 400 km por hora).

A fabricante de aeronaves americana Boeing informou nesta terça-feira ter fechado um contrato de 5,297 bilhões de dólares por três anos para fornecer aviões à Marinha americana.

Nos termos do contrato, a Boeing entregará de 2012 a 2015 à Marinha americana 66 caças-bombardeiros F/A-18E/F Super Hornets e 58 EA-18-G Growlers, uma aeronave de guerra eletrônica que substitui os EA-6B Prowler.


"Os homens e mulheres da Boeing estão honrados de fornecer o F18 Super Hornet, um avião de combate de múltipla função, e o EA-18G, uma aeronave de guerra eletrônica, para os soldados americanos servindo à nação", informou o vice-presidente da Boeing, Kory Mathews.

O Super Hornet é descrito como "capaz de realizar virtualmente toda missão no espectro tático". A Boeing informa já ter entregue mais de 430 aeronaves à Marinha.

O Growler, a "mais nova aeronave americana de combate, oferece amplo espectro de habilidades de ataque eletrônico, é altamente flexível e seu desenho permite sua operação tanto do ar como do solo".

O aparelho substitui o Prowler, que esteve em serviço na Marinha americana desde 1971, informou a Boeing.

Fonte: AFP


Os Estados Unidos solicitaram que o Brasil prestasse auxílio no caso dos três americanos presos desde no Irã, suspeitos de espionagem. Segundo informa reportagem da Folha de S.Paulo desta quarta-feira, a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, fez o pedido por telefone para o Ministro das Relações Internacionais, Celso Amorim. O governo brasileiro aceitou o pedido, realizado em maio deste ano, às vésperas da visita da comitiva brasileira ao Irã, encarregada de negociar o impasse nuclear vigente no Oriente Médio.

De acordo com a Folha, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o emissário de três cartas destinadas ao presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, apelando pela soltura dos três americanos, presos em solo persa em julho do ano passado. As cartas foram escritas, cada uma, por senadores americanos, pela mãe de um dos detidos e por um embaixador do Vatiano em Washington. Somente uma refém - Sarah Shourd - foi libertada até agora. Presente em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, Amorim afirmou, cauteloso, que Clinton agradeceu pela ajuda.

Fonte: Terra

A Organização das Nações Unidas nomeou uma astrofísica para representar a raça humana se e quando os extraterrestres fizerem contato. Suas atribuições seriam coordenar as comunicações com sensibilidade e diplomacia.

De acordo com o jornal Telegraph, do Reino Unido, a cientista Mazlan Othman, de 58 anos foi indicada por chefiar o quase desconhecido Office for Outer Space Affairs (UNOOSA), algo como “Instituto de Assuntos do Espaço Exterior”.

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A proposta do cargo foi motivada pela recente descoberta de centenas de planetas orbitando outras estrelas em constelações não muito distantes da nossa.

Acredita-se, portanto, que a existência de vida extraterrestre é muito mais provável do que se imaginava.

Em uma conversa recente com outros colegas cientistas, ela disse: “A busca contínua pela comunicação extraterrestre, por diversas entidades, sustenta a esperança de que algum dia a espécie humana vai recebeu sinais de extraterrestres.”

Segundo o professor Richard Crowther, um especialista em direito espacial da Agência Espacial do Reino Unido, afirmou que, basicamente, a ela seriam levados os visitantes quando requisitado o famoso “Leve-me ao seu líder”.

Na UNOOSA, as opiniões ainda estão divididas sobre como os futuros visitantes devem ser recebidos. O trabalho de Othman, portanto, já começa complicado.

Seus ideais de comunicação pacífica confrontam um tratado estabelecido em 1967, que prega a “esterilização” de qualquer espécie exótica oriunda do espaço, para evitar contaminação.

Os estudiosos estão apreensivos. Stephen Hawking, um dos professores que opinaram sobre a nomeação, disse que o assunto deve ser tratado com extrema cautela.

Para ele, caso a embaixadora adote uma abordagem mais tolerante, podemos ser atacados por grandes naves de seres que já esgotaram todos os recursos de seu planeta natal.

“Seria algo como quando Cristóvão Colombo desembarcou na América. O resultado não foi nada bom para os nativos…” – alertou Hawking, em tom de seriedade.

O que mais assusta, neste caso, é a ONU nomear uma senhora de 58 anos. Isto deixa claro que a instituição espera um contato imediato em, no máximo, 30 anos.

Fonte: Greek


Na última quarta-feira, 15, a praia do Cassino será cenário de uma simulação de guerra denominada “Operação Fênix”, realizada pela Artilharia Divisionária da 6ª Divisão de Exército (AD/6) com o apoio da Marinha do Brasil. O exercício tem o propósito de treinar os combatentes para a defesa antiaérea. Na cinemática da operação, alvos serão lançados, enquanto que a defesa antiaérea do exército realizará tiros de canhão e metralhadora para destruí-los.


A Corveta Imperial Marinheiro (foto acima) atuará na interdição da área marítima a fim de garantir a segurança da navegação, enquanto que helicópteros da Marinha farão voo de reconhecimento e a evacuação aeromédica, caso seja necessário. Os cerca de 500 militares envolvidos na operação ficarão acampados nas proximidades da praia, que foi escolhida como cenário por motivos de segurança.

Fonte: Jornal Agora

Vírus ataca computadores de usina nuclear iraniana

Postado por Alina Stewart terça-feira, setembro 28, 2010 0 comentários

Virus Stuxnet pode ser criação do Pentágono e do serviço secreto alemão ou de Israel para conseguir informações sobre possível enriquecimento de urânio para fins militares

Um vírus de computador chamado de Stuxnet – que a revista “Wired” acredita ser o mais potente da história – atacou computadores da usina nuclear iraniana de Bushehr. “O vírus foi concebido para transferir dados sobre as linhas de produção de nossas plantas industriais para locais fora do país”, afirma a agência de notícias estatal do país islâmico.

A usina nuclear atacada é acusada de enriquecer urânio para fins militares. O Pentágono e o serviço secreto alemão podem estar por trás dos ataques. Ambos não confirmam e nem negam qualquer envolvimento. Os computadores da usina são fabricados pela Siemens e o vírus foi criado exclusivamente para eles. Por isso a desconfiança de envolvimento alemão no ataque.

A BBC conversou com Sian John, especialista de segurança da Symantec sobre o vírus. Segundo ela, o malware tem o potencial de assumir o controle da usina nuclear.

Ataques de vírus são, atualmente, a principal forma de espionagem. Os principais ataques são oriundos da China, que tentam se infiltrar em computadores de segurança dos Estados Unidos.

Brasil
Nesta segunda-feira (27), a empresa de segurança Panda anunciou que irá treinar o exército brasileiro contra o cyber-terrorismo. A empresa também irá fornecer proteção a 37,500 computadores das Forças Armadas.

“Temos cerca de 60 mil computadores em todo o país e nós sofremos uma média de 100 tentativas de invasão a cada dia através de nossos 12 centros de informática.Queremos proteger a integridade de nossos sistemas e estar preparados para qualquer situação potencialmente crítica”, afirmou o general Antonino dos Santos Guerra, em comunicado oficial da empresa.

Fonte: Abril

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A guerra computadorizada silenciosamente se tornou um dos pilares centrais do planejamento estratégico israelense, com uma nova unidade de inteligência militar estabelecida para incorporar táticas sofisticadas de invasão de sistemas de computação, disseram fontes dos serviços de segurança israelenses na terça-feira (28).

A busca de opções por Israel quanto à sabotagem dos sistemas centrais de computação de adversários como o Irã, e de mecanismos de proteção aos seus sistemas sensíveis, foi revelada no ano passado pelo major-general Amos Yadlin, chefe do serviço de inteligência militar.

O governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, desde então passou a atribuir prioridade nacional à guerra computadorizada, "em companhia da defesa contra mísseis e da preparação da frente interna para resistir a uma futura guerra de mísseis", disse uma fonte de alto escalão, sob a condição de que seu nome não fosse revelado.

Revelações de que um sofisticado worm, o Stuxnet, havia sido descoberto no reator nuclear iraniano em Bushehr e que o vírus pode ter atingido outras porções do programa nuclear iraniano levaram especialistas estrangeiros a sugerir possível responsabilidade israelense.

Israel se recusou a comentar sobre operações específicas. Os analistas dizem que capacidades de guerra computadorizada oferecem uma alternativa clandestina de ataque, em comparação aos ataques aéreos israelenses que muitos antecipam contra o Irã, mas que poderiam enfrentar imensas dificuldades operacionais bem como o risco de causar uma guerra regional.

De acordo com as forças de segurança, ao longo dos dois últimos anos o serviço de inteligência militar, que se especializa em escutas, observação via satélite e outras formas de espionagem eletrônica, estabeleceu uma unidade especial para a guerra de computação, formada por oficiais e soldados.

As fontes não informam que proporção do trabalho dessa unidade pode ser considerada ofensiva, mas apontam que as defesas de Israel contra ataques computadorizados são primordialmente responsabilidade do Shin Bet, o serviço de segurança interna.

Em qualquer caso, a defesa ou ataque de redes sensíveis são disciplinas interconectadas. As empresas de alta tecnologia de Israel frequentemente empregam veteranos de unidades militares de computação.

Forças de segurança afirmam que Israel despertou para a possibilidade de guerra cibernética no final dos anos de 1990, quando o Shin Bet invadiu sistemas de um depósito de combustível testar medidas de segurança e então percebeu que o sistema poderia ser reprogramado para travar ou mesmo causar explosões.

As prioridades defensivas de Israel sugerem que o país pode evitar uma confrontação aberta com os iranianos, cujas instalações nucleares são distantes, numerosas, dispersas e bem fortificadas.

Uma fonte do setor de segurança de Israel afirmou que os especialistas do Ministério da Defesa do país estão debatendo sobre os méritos da guerra cibernética.

"Ela pode ser negada, é potente e o estrago que produz é muito difícil de ser acompanhado e quantificado", disse a fonte.

Fonte: G1

Apesar de bem-sucedido, o esforço do governo Lula para elevar o status do Brasil no exterior deixará uma herança de "dilemas estratégicos", incluindo tensão com Washington, afirma análise da Escola de Guerra do Exército dos EUA.

Publicado em agosto, o estudo "Dilemas da Grande Estratégia Brasileira" afirma que poucos países tiveram melhora tão notável em sua "estatura internacional" na última década como o Brasil.

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Talvez fosse melhor o Brasil se comportar como um "dois de paus"?

Para o autor, o pesquisador Hal Brands, do Instituto de Análise em Defesa, isso foi obtido por meio de três estratégias: ação leve para contrabalançar o poderio americano; formação de coalizões para aumento do poder de negociação; e posicionamento como líder de uma América do Sul mais unida.


"Lula procurou transformar a crescente confiança nacional oriunda da consolidação democrática e da estabilidade econômica em uma diplomacia mais forte", escreveu Brands.

Ele aponta como ações principais da diplomacia nos últimos oito anos o papel mais ativo em missões de paz da ONU; a promoção de blocos como os Brics (com Rússia, Índia e China) e Ibas (com Índia e África do Sul); a tentativa de obter vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU; e a defesa da integração econômica da América do Sul.

Também é notada a emergência de novas instituições regionais como a Unasul (União de Nações Sul-Americanas) e o Conselho Sul-Americano de Defesa.

Brands afirma que essa estratégia de tentar reverter a antiga ordem internacional foi benéfica no curto prazo e que o sucessor de Lula terá nas mãos uma rede de opções comerciais e diplomáticas para escolher onde atuar.

Mas, segundo disse em entrevista à Folha, há quatro problemas que poderão obstruir a ascensão do país. "Primeiro, não está claro que o Brasil preparou bem os fundamentos para crescimento econômico e coesão social de longo prazo, que são necessários para uma política externa ambiciosa."

"Segundo, as relações com muitos vizinhos são tensas. Países como Bolívia e Paraguai veem o Brasil como uma potência dominadora, enquanto México, Argentina, Venezuela e Colômbia o veem como rival pela liderança regional", continua.

O terceiro ponto é que não está claro se Brics e Ibas são coesos o suficiente para atuar como grandes atores geopolíticos.

E, "finalmente, a política externa assertiva de Lula ocasionalmente leva a conflitos com os EUA".

Mesmo nas projeções mais otimistas, o Brasil não terá capacidade econômica ou militar para competir com outras potências (EUA, China e a União Europeia) por décadas se é que isso acontecerá algum dia.

Exatamente por isso, o país precisa abordar seus dilemas estratégicos. "Se o Brasil alcançará "impacto sistêmico" a habilidade de influenciar significativamente a ordem global terá de fazer isso não por meio da acumulação inexorável de peso geopolítico, mas pela qualidade de sua diplomacia."

Fonte: ClickPB

O espetáculo de uma minoria de diplomatas das Nações Unidas saindo em protesto durante um discurso do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, na qual ele questionou a versão oficial do 11 de setembro instantaneamente deturpado pela mídia corporativa como uma maneira de demonizar qualquer inquérito sobre os ataques terroristas.

Ahmadinejad afirmou que "a maioria do povo americano, assim como de outras nações e políticos concordam com a visão de que alguns segmentos dentro do governo dos EUA orquestraram o ataque para reverter o declínio da economia americana e colocar suas garras sobre o Oriente Médio, de modo a salvar também a sionista regime".

Os meios de comunicação fizeram uma promoção exagerada do evento como um grande protesto, embora a maioria dos diplomatas permaneceu sentados durante o discurso, e focaram
suas reportagens em torno de uma fingida indignação em um esforço para caracterizar o ceticismo da história oficial de 11 de setembrocomo extremista, uma ponto de vista fora da realidade de pessoas vulgares. De acordo com a CNS News, vários diplomatas até mesmo aplaudiram Ahmadinejad após o discurso.

Para tentar evitar maiores transtornos e tentar repudiar as afirmacões de Ahmadinejad, o presidente dos EUA Barack Obama deu uma entrevista a BBC para ser veiculada na BBC Pérsia no Iran, onde descreveu como "odiosa" e "ofensiva" a alegação do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que a maioria das pessoas acreditam que o governo dos EUA estava por trás do ataques de 11 de setembro.

Em seguida por sua vez, Ahmadinejad deu uma entrevista coletiva em uma hotel de Nova York, defendendo suas afirmacões, dizendo :"Eu não julguei, mas vocês não acham que chegou a hora de de uma uma comissão de inquérito que realmente descubra os fatos?".

Ahmadinejad pode ser um ditador mesquinho e um personagem abominável que dirige um regime de opressão e de desrespeito pelos direitos humanos, mas ele não invadiu e ocupou qualquer país e nem esteve envolvido nos assassinatos de mais de um milhão de pessoas inocentes, ao contrário de um certo Tony Blair, que após o recente lançamento de seu livro foi elogiado pela imprensa corporativa e é regularmente aplaudido pelos delegados da ONU quando faz discursos na frente de diplomatas.



Só porque Ahmadinejad discute um determinado tema não quer dizer que a base dessa questão seja imediatamente desacreditada.

Com efeito, apesar do fato de que os neo-cons estarem reivindicando que Ahmadinejad descaradamente afirmou que "11 de setembro foi um trabalho interno", em um esforço para demonizar Alex Jones, este termo real nunca foi usado e Ahmadinejad, na realidade, apenas listou os diferentes culpados que as pessoas ao redor do mundo acreditam ter realizado os ataques.

Na realidade, Ahmadinejad deu igual tempo a versão oficial do governo dos EUA sobre os acontecimentos e não aderiu especificamente a qualquer uma das explicações.

Os chamados adversários do "big government" como os republicanos adoram defender a santidade da história oficial de 11 de setembro, apesar do fato de que este foi utilizado para o triplicar do tamanho do governo e configurar o estado de polícia secreta que agora alvos americanos conservadores como terroristas domésticos.

Além disso, os agentes políticos que apóiam a administração de Obama disseram em púlico que um outro ataque terrorista seria perfeito para reverter a queda nas avaliações de aprovação de Obama e eliminar a sua oposição política - os conservadores e os membros Tea Party - então vamos parar de ser ingênuos e negar a fato de que os governos iriam explorar ou até mesmo provocar ataques de terrorismo como meio de influenciar as eleições - assim como Tom Ridge admitiu que foi o caso quando a Segurança Interna emitiu alertas de terror falso para fins políticos durante a administração Bush.

Mas a questão primordial da controvérsia de Ahmadinejad é o fato de que seja o que for que Mahmoud Ahmadinejad pensa sobre 11 de setembro, não faz, literalmente, que dezenas de inexplicáveis contradições sobre a história oficial simplesmente desapareca no ar.

Nenhuma quantidade de indignação fingida poderá calar a verdade sobre 11 de setembro.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde porque o Edifício WCT 7 desabou em apenas sete segundos da em sua própria base na tarde do dia 11/09, apesar de não ter sido atingido por um avião e ter sofrido danos mínimos.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde porque os sistemas de defesa aérea americano deixaram de seguir os procedimentos operacionais padrão para responder aos voos de passageiros desviados.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde porque os telefones celulares funcionaram a mais de 30.000 pés em 2001.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde porque as autoridades dos EUA não respondeu às dezenas de alertas de agências de inteligência estrangeiras, bem como os seu próprio programa "Able Danger" que estaria rastreando os seqüestradores antes dos ataques.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde porque Osama Bin Laden estava trabalhando diretamente para os EUA até 11 de setembro, conforme revelado pela tradutora do FBI Sibel Edmonds.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde por um número sem precedentes de opções de venda, especulações de que uma ação vai cair, que foram colocadas em ações de companhias aéreas, nos dias antes do 11 de setembro.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não explica porque não houve nenhuma acusação formal contra Bin Laden após nove anos depois, enquanto levou apenas três meses para acusá-lo dos atentados contra a embaixada de 1998.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não explica por que o governo dos EUA permitiu que toda família de Bin Laden voasse para fora do país sem sequer questioná-los, enquanto todo o tráfego aéreo iterrompido.

- Ahmadinejad falar sobre o 11 de setembro não responde a uma montanha de outras questões que indicam claramente a história oficial é impossível e que milhões de pessoas em todo o mundo reconhecem isto, e nenhuma quantidade de difamacao por associação vai eliminar milhares de indivíduos respeitados e denunciantes que se pronunciaram sobre o assunto.

Abaixo, para nao deixar dúvidas, a tradução do discurso de Ahmadinejad, na parte referente ao 11 de setembro:
.. O evento de 11 de Setembro de 2001, que afetou o mundo inteiro há quase uma década.

De repente, a notícia do ataque às torres gémeas foi transmitido usando footages numerosos do incidente.

Quase todos os governos e figuras conhecidas condenaram firmemente este incidente.

Mas, então, uma máquina de propaganda entrou em plena forca, implicando que o mundo inteiro foi exposto a um enorme perigo, nomeadamente o terrorismo, e que a única maneira de salvar o mundo seria enviando forças para o Afeganistão.

Eventualmente, Afeganistão, pouco depois Iraque foram ocupados.

Por favor, tome nota:

Dizia-se que cerca de três mil pessoas foram mortas no mês de setembro pelo o que estamos todos muito tristes. No entanto, até agora, no Afeganistão e no Iraque centenas de milhares de pessoas foram mortas, milhares retiradas de suas casas e feridas e o conflito ainda está em curso e em expansão.

Ao identificar os responsáveis pelo ataque, havia três pontos de vista:

1 - Que um grupo terrorista muito poderoso e complexo, capaz de atravessar com êxito todas as camadas da inteligência e segurança americana, realizou o ataque. Este é o ponto principal defendido pelos governantes americano.

2 - Que alguns segmentos dentro do governo dos EUA orquestraram o ataque para reverter o declínio da economia americana e suas garras sobre o Oriente Médio, a fim também de salvar o regime sionista.
A maioria do povo americano, assim como outras nações e políticos concordam com essa visão.

3 - Foi realizado por um grupo terrorista, mas o governo norte-americano apoiou e se aproveitou da situação.
Aparentemente, esse ponto de vista tem menos defensores.
A prova principal que liga o incidente foi alguns passaportes encontrados em grande volume de destroços e um vídeo de uma pessoa cujo local de domicílio era desconhecido mas foi anunciado que ele havia se envolvido em negócios de petróleo com alguns funcionários norte-americanos. Isto também foi encoberto e disseram que, devido à explosão e o incêndio nenhum vestígio dos terroristas suicidas foi encontrado.

Subsistem, no entanto, algumas perguntas devem ser respondidas:

1 - Não teria sido sensato que uma investigação minuciosa primeiro deveria ter sido realizado por grupos independentes para identificar os elementos envolvidos no ataque de forma conclusiva e em seguida traçar um plano racional para tomar medidas contra eles?

2 - Supondo o ponto de vista do governo americano, é racional para lançar uma guerra clássica através da implantação generalizada das tropas que levou à morte de centenas de milhares de pessoas para combater um grupo terrorista?

3 - Não teria sido possível agir da mesma maneira que o Irã rebateu ao grupo terrorista Riggi que matou e feriu 400 pessoas inocentes no Iran? Na operação iraniano nenhuma pessoa inocente foi ferido.

Propõe-se que as Nações Unidas crie um grupo de investigacao independente para os eventos de Setembro de modo que, no futuro, expressar opiniões sobre o assunto não seja proibido.

Gostaria de anunciar que no próximo ano, a República Islâmica do Iran irá sediar uma conferência para estudar o terrorismo e os meios para enfrentá-lo. Convido os funcionários, acadêmicos, pensadores, pesquisadores e institutos de investigação de todos os países para participar desta conferência.
Fontes:
Artigo no blog novo
Infowars: Establishment Feigns Outrage At Ahmadinejad’s 9/11 Rant
BBC: Barack Obama condemns Mahmoud Ahmadinejad's UN speech
Iran defends September 11 terrorist claims
CNS News: Majority of U.N. Member States Remained Seated As Ahmadinejad Accused U.S. of Orchestrating 9/11
IRNA: texto completo do discurso (em Ingles)

Fonte: A Nova Ordem Mundial

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