Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

TV chinesa: J-10 abate caça do filme "Top Gun"

Postado por Vinna domingo, janeiro 30, 2011 0 comentários


Vídeo do jornal americano The Wall Street Journal compara imagens do filme estrelado por Tom Cruise com reportagem exibida pela emissora estatal

A emissora de TV estatal China Central Television News (CCTN) não esperava tamanha atenção por parte de seus telespectadores. Durante a exibição de uma reportagem em que eram mostradas imagens de exercícios de treinamento do Exército de Libertação Popular das Forças Aéreas, militares chineses magicamente se transformaram em atores de Hollywood. A ficção foi apropriada pela emissora, que mostrou cenas de "Top Gun - Ases indomáveis", estrelado por Tom Cruise, como se fosse o exército chinês em ação.

Assim que a gafe foi descoberta, a CCTN retirou a reportagem de seu site. Mas o jornal americano The Wall Street Journal montou um vídeo comparando as imagens do filme e da reportagem, onde fica claro que a manobra em questão é de Tom Cruise, e não de um militar chinês. O constrangimento ainda não teve desfecho, já que uma porta-voz da emissora disse que a emissora ainda vai apurar o caso.



Fontes: Época - THE WALL STREET JOURNAL - Via: AIRKRANE

A Rússia desenvolveu uma tecnologia que permite que suas ogivas nucleares sejam capazes de burlar qualquer sistema de defesa anti-míssil, declarou hoje Yuri Solomonov, projetista chefe do Instituto de Termo-técnica de Moscou.

Solomonov, disse à agência de notícias Interfax que se trata de um “trabalho único”, realizado em 2010, uma vez que há 30 anos atrás essa tecnologia era tratada como "ficção científica” e “põe ponto final em todas discussões sobre como combater um virtual sistema de defesa anti-míssil de um inimigo hipotético”.

Salomonov precisou que “as ogivas de tipo balístico se integrarão com meio individuais de separação, no lugar do chamado ônibus (plataforma única)”, que é frequentemente utilizado nas cabeças MIRV (veículo de reentrada múltipla e independente).

“O míssil agora deixará de existir como um todo único, depois de concluído o trabalho da última etapa sustentadora”, declarou Solomonov, que é o criador do novíssimo míssil russo de Bulava.

“O chamado setor de separação nas ogivas é enorme, para que assim possam atingir vários alvos localizados a grandes distância um do outro. O importante agora, é adaptar a nova tecnologia aos mísseis já existentes. Esse processo é muito complexo e poderia levar alguns anos, disse. Salomonov disse também que as novas ogivas serão testadas nos mísseis experimentais Topol-E.



Fonte: O Informante

A renovação da frota da Marinha do Brasil não foi cancelada nem adiada pela presidente Dilma Rousseff. O negócio, envolvendo 11 navios e estimado entre 4 bilhões e 6 bilhões, continua em andamento. A fase atual é de consultas a empresas candidatas à parceria pretendida. "O tempo para execução é o tempo da pressão estratégica", diz o ministro da Defesa, Nelson Jobim.


Analistas ouvidos pelo Estado concordam que essa condição de ameaça é, atualmente, de baixa intensidade, mas lembram que "a curva é ascendente, se projetada para os próximos 20 a 25 anos", de acordo com o relatório Projeção 2025, feito em 2009 pela Secretaria de Assuntos Estratégicos. A escolha final, entre ofertas de Itália, Reino Unido, Alemanha, Coreia e França, deve sair até o fim do ano. A primeira fragata ficará pronta entre 2018 e 2019 - a entrega do navio patrulha ocorre 12 meses antes.

O contrato inicial, todavia, será firmado em 2012. Depois da seleção, a complexidade do processo exigirá um ano de discussões para ajuste da transferência de tecnologia, estabelecimento da rede de fornecedores e das compensações comerciais. Só então haverá o pagamento do adiantamento formal, cerca de R$ 100 milhões. É para o custeio da implementação da operação. Apenas seis meses mais tarde é que vence a primeira parcela semestral, referente aos juros do financiamento. O principal da dívida começa a ser abatido 180 dias depois, em meados de 2013.

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É a mesma arquitetura financeira aplicada na escolha dos novos caças de múltiplo emprego da Aeronáutica, a F-X2. Em nenhum dos dois casos existe a previsão de desembolso imediato. O ministro Jobim sustenta que a indicação do avião vencedor será anunciada até julho pela presidente Dilma. Em 2013 a Marinha vai adquirir 24 unidades da mesma aeronave, mas em versão embarcada para equipar um novo porta-aviões de 60 mil toneladas que planeja incorporar entre 2027 e 2031 - a nau capitânia da projetada 2.ª Frota, na foz do Amazonas.

Pacote. Em maio de 2010, a Marinha apresentou aos empresários do setor seu plano completo, abrangendo 61 navios de superfície, mais cinco submarinos, quatro de propulsão diesel-elétrica e um movido a energia nuclear. As encomendas vão até 2030.

O pacote prioritário, definido como Prosuper, abrange cinco fragatas de 6 mil toneladas com capacidade stealth, de escapar à detecção eletrônica, cinco navios escolta oceânicos, de 1,8 mil toneladas, e um navio de apoio, de 22 mil toneladas, para transporte e transferência em alto mar de todo tipo de suprimentos.

A intenção da Marinha é que apenas a primeira fragata e o primeiro patrulheiro sejam construídos fora do País, embora com acompanhamento de técnicos e engenheiros brasileiros. Há grupos diretamente interessados em participar desse empreendimento. A Odebrecht Defesa prepara os estaleiros da Enseada do Paraguaçu, na região metropolitana de Salvador, Bahia, para disputar o Prosuper. A empresa, associada à francesa DCNS, está construindo em Itaguaí, no Rio, uma nova base naval e mais as instalações industriais de onde sairão os cinco submarinos do Prosub, encomendados por 7,6 bilhões.

Outra prioridade da Marinha do Brasil, para ser cumprida em etapas ao longo de 15 anos, é o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, o SisgAAz. É uma espécie de Sivam - a rede de radares e sensores eletrônicos que controla o espaço aéreo da região amazônica - do mar. A área de cobertura do SisgAAz é imensa - cerca de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente à metade do território nacional, e tão grande quanto a Europa Ocidental. O aparato é destinado a vigiar e proteger um tesouro - na indústria da energia são 15,3 bilhões de barris de petróleo, 133 plataformas (86 fixas, 47 flutuantes) de processamento da Petrobrás, o patrimônio decorrente de investimentos da ordem de US$ 224 bilhões de 2010 até 2015. Mais que isso: estão sendo desenvolvidas pesquisas a respeito da biodiversidade exótica, encontrada nas fontes hidrotermais localizadas nas zonas de encontro das placas tectônicas. As características apuradas permitem garantir aproveitamento na indústria farmacêutica e de cosmésticos em escala bilionária. O oceano, na abrangência controlada pelo Brasil, abriga, ainda, 80 reservas de 100 materiais estratégicos. Mapeadas, não prospectadas.

Italianos. Até dezembro de 2010, a vantagem na análise preliminar das propostas era do consórcio italiano Fincantieri Cantieri Navali. O preço era bom, o modelo de transferência de conhecimento avançado foi considerado satisfatório e o tipo de fragata, da classe Freem, desenvolvido junto com a França, adequado às especificações. O clima desandou há três semanas, quando a deputada Fiamma Nirenstein, vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento da Itália, propôs o congelamento do acordo bilateral de cooperação em Defesa assinado por Nelson Jobim e seu colega de Roma, Ignazio de La Russa. O motivo alegado é o veto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à extradição do ex-ativista Cesare Battisti, condenado pela Justiça italiana por quatro homicídios. Dilma não gostou da atitude. A Fincantieri não é mais a favorita. Mas continua no páreo.

Fonte: Estadão


“Jornais italianos divulgaram trechos de uma carta que o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou à presidente brasileira Dilma Rousseff, propondo que esta modifique uma decisão rigorosamente legal do ex-presidente Lula, tomada com estrita observância das normas jurídicas nacionais e internacionais aplicáveis ao caso, alegando que tal decisão não foi do agrado dos italianos.

Por Dalmo Dallari para o Jornal do Brasil

Imagine-se agora a presidenta brasileira escrevendo uma carta ao governo da Itália, propondo a mudança da decisão [italiana] que manda tratar como criminosos os sem-teto por serem potencialmente perigosos, dizendo que tal decisão causou desilusão e amargura no Brasil, sobretudo entre os que lutam por justiça social e pelo respeito à dignidade de todos os seres humanos. Certamente haveria reações indignadas na Itália, por considerarem que tal proposta configurava uma interferência indevida na soberania italiana.

A verdadeira razão da carta do presidente italiano nada tem a ver com desilusão e amargura dos italianos, mas faz parte de uma tentativa de criar um fato político espetaculoso, que desvie a atenção do povo italiano das manobras imorais, ilegais e antidemocráticas que foram realizadas recentemente e continuam sendo elaboradas visando impedir que seja processado criminalmente o primeiro-ministro, Sílvio Berlusconi, pela prática de crimes financeiros, corrupção de testemunhas, compra de meninas pobres para a promoção de bacanais, crimes que já são do conhecimento público e que ameaçam a perda da maioria do governo do Parlamento.

A Itália adota o parlamentarismo, e a perda da maioria acarretará a queda do governo, com a perda dos privilégios e da garantia de impunidade não só de Berlusconi, mas de todos os políticos e corruptos de várias espécies que integram o sistema liderado por Berlusconi.

Ainda de acordo com os jornais italianos, a carta do presidente Napolitano é patética e evidentemente demagógica, dizendo que a entrega de Cesare Battisti à Itália vai aliviar o sofrimento causado por todo o derramamento de sangue dos anos 70.

Na realidade, aquela época é conhecida como “anos de chumbo”, período em que ocorreram confrontos extremamente violentos, havendo mortos de várias facções, de direita e de esquerda. E segundo o presidente italiano, a punição severa de Battisti, tomado como símbolo, daria alívio a todo o povo. Pode-se bem imaginar a espetacular encenação que seria feita e toda a violência que seria usada contra Battisti, para mostrar que, afinal, os mortos estavam sendo vingados. E com isso a crise política ficaria em plano secundário.

Para que não haja qualquer dúvida quanto à farsa, basta assinalar que, como noticia a imprensa italiana, na lamentável carta o presidente diz que Battisti foi condenado à pena de prisão perpétua por ter assassinado quatro pessoas. E hoje qualquer pessoa razoavelmente informada sobre o caso sabe que esses quatro assassinatos, que deram base à condenação, incluem a morte de duas pessoas, no mesmo dia e praticamente na mesma hora, tendo ocorrido um na cidade de Milão e outro em Veneza Mestre, locais que estão separados por uma distância de mais de trezentos quilômetros. Seria praticamente impossível a mesma pessoa cometer aqueles crimes, e isso não foi levado em conta no simulacro de julgamento de Battisti. Só alguém com algum tipo de comprometimento ou sob alguma forte influência poderá tomar conhecimento desses fatos e fingir que eles são irrelevantes para o direito e a justiça.

Por tudo isso, a lamentável carta do presidente Giorgio Napolitano, se realmente chegou a ser enviada, deve ser simplesmente ignorada, para que o Brasil não seja usado numa farsa política e para que não se dê qualquer possibilidade de interferência antijurídica e antiética nas decisões soberanas das autoridades brasileiras.”

FONTE: escrito por Dalmo Dallari, professor e jurista. Publicado no Jornal do Brasil e transcrito no portal “Vermelho” (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=146413&id_secao=1) [imagem do Google adicionada por este blog]

COMPLEMENTAÇÃO DESTE BLOG:

CARTA DA PRESIDENTA DILMA AO PRESIDENTE NAPOLITANO


FONTE DA CARTA RESPOSTA: publicada no blog do jornalista Luis Nassif (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/carta-de-dilma-a-napolitano).

Materia Via: Democracia & Politica


O INFORMANTE recebeu a informação de que as autoridades turcas estão em busca de parceiros para o desenvolvimento de um caça de 5ª geração e o Brasil e a Itália são os países preferidos, as informações são do site DefenseNews. As autoridades turcas em breve iniciarão conversas com a empresa brasileira Embraer e a italiana Alenia Aeronautica.

Os turcos, esperam iniciar as negociações com os dois países ainda esse ano e quem conduzirá as negociações será a empresa Turkish Aerospace Industries (TAI), uma vez que o governo turco depositou toda confiança na empresa. Uma fonte precisou que em 2012, as autoridades turcas já saberão quem realmente irá aderir ao projeto.

A empresa aeroespacial turca mencionada acima, recebeu do governo turco, mais precisamente do escritório nacional de compras, ou da Subsecretaria da Indústria de Defesa (SSM), a bagatela de US$ 20 milhões para o ‘design conceitual’ do caça, cuja a expectativa de construção seja de 9 anos (2020).

A Turquia cada vez mais conduz seus próprios programas para a criação de armas top de linha, e isso é mais visível no âmbito naval e armas de infantaria. Mas a mentalidade turca também vem mudando na área especial, vide o programa que o país leva a cabo para a construção de veículos aéreos não-tripulados (UAVs) de alta tecnologia. Especialistas sugerem que os esforços no programa FX (nome do programa para a construção do caça de 5ª geração) visam a independência tecnológica do país, onde os turcos se afastariam cada vez mais a dependência das tecnologias americanas. O país ultimamente vem dando declarações que não medirá esforços para ampliar o seu poderio aéreo.

Em dezembro passado, o ministro da Defesa Nacional da Turquia, o senhor Vecdi Gönül, já havia salientado que o seu país iria desenvolver e fabricar seu próximo caça, com ou sem a ajuda de parceiros estrangeiros.

Gönül disse que o seu país também poderia cooperar com a Coréia do Sul, mas a chance é remota, uma vez a Coréia do Sul exigiu ser dona de grande parte do projeto.

Opinião: Os Borgs e a Comissão da Verdade

Postado por Vinna sábado, janeiro 29, 2011 1 comentários

Sou um admirador das séries de "Star Trek". Suas edições refletem muito a história da humanidade. Os Borgs são um povo de humanos robotizados e respondem a um comando central único, que pretende ""assimilar" todos os povos do universo. Assimilar é fazer com que pensem rigorosamente como eles e obedeçam como uma só unidade. Senão, são mortos.

Os Borgs representam as ditaduras ideológicas, que não admitem contestação e que procuram dominar os povos, eliminando as oposições e as verdadeiras democracias. Se a 1ª Guerra Mundial foi um embate pela realocação de poderes na Europa, a 2ª Guerra já foi uma guerra entre as democracias e os regimes totalitários (alemão, italiano e russo, visto que, no início, Stálin apoiou Hitler na invasão à Polônia).

A vitória de princípios democráticos naquele conflito, que gerou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 10/12/1948, nem por isso eliminou essa luta permanente entre ideologias totalitárias, que não admitem contestação e que continuam poluindo a convivência das nações e das democracias.

Rawls, em dois de seus livros, "Uma Teoria da Justiça" e "Direito e Democracia", mostra que a democracia só pode ser vivida se as teorias políticas não forem abrangentes em demasia e possam conviver, em suas diversidades, com outras maneiras de pensar. Teorias abrangentes provocam a eliminação dos opositores ou a "assimilação", no estilo dos Borgs da "Star Trek", daqueles que vivem sob seu jugo.
Estamos no início de um novo governo, tendo a presidente sinalizado, mais de uma vez, que quer fazer um governo de união, mas com respeito aos opositores.

Não creio que a Comissão da Verdade venha auxiliar muito esse seu projeto, na medida em que, sobre relembrar fantasmas do passado e rememorar dolorosos momentos de história em que militares e guerrilheiros torturaram e mataram, tende a abrir feridas e a acirrar ânimos.

Como ex-conselheiro da seccional de São Paulo da OAB, durante seis anos no período de exceção, estou convencido de que com a arma da palavra fizemos muito mais pela redemocratização do que os guerrilheiros com suas armas, que, a meu ver, só atrasaram tal processo.
À evidência, sou favorável a que os historiadores -e não os políticos- examinem, pela perspectiva do tempo, o ocorrido naquele período, pois não são os políticos que contam a história, mas, sim, aqueles que se preparam para estudá-la e examinam-na sem preconceitos ou espírito de vingança.

Apoio, entretanto, o entendimento do ministro Nelson Jobim de que, se for instalada Comissão da Verdade, ela deve refletir o pensamento dos dois lados do conflito.

Tenho fundados receios de que uma pequena ala de radicais, a título de defender "direitos humanos" por um único e distorcido enfoque -e os vocábulos permitem uma flexibilização infinita para todos os gostos-, pretenderá "assimilar", à maneira dos Borgs na "Star Trek", todos os que não pensem da mesma maneira, transformando uma Comissão da Verdade em Comissão da Vingança.

Pessoalmente, como combati o regime de então -sofri em 1969, inclusive, pedido de confisco de meus bens e abertura de um IPM (Inquérito Policial Militar), processos felizmente arquivados- e participei da Anistia Internacional, enquanto tinha um ramo no Brasil, por ser visceralmente contra a tortura, sinto-me à vontade para criticar a "ideologização" dos fatos passados, a meu ver enterrados com a Lei da Anistia, de 1979.

Que os historiadores imparciais -e não os ideólogos- contem a verdadeira história da época, pois são para isso os mais habilitados.

IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 75, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio. - Via Blog Lages

“Era esperado com interesse o discurso do presidente sobre o assunto, depois de suas palavras em 12 de janeiro na Universidade de Tucson, Arizona, sobre o massacre que havia ocorrido naquela cidade quatro dias antes.

Por Fidel Castro, em “Cuba Debate”

Seis pessoas morreram e 14 ficaram feridas, incluindo a jovem congressista democrata Gabrielle Giffords, eleita pela terceira vez para o Congresso dos Estados Unidos, e que se opôs à lei anti-imigrante daquele Estado, que foi parte do território arrebatado do México na injusta guerra de 1848.

O Tea Party, a direita fascista do Partido Republicano, tinha conseguido um notável êxito entre os eleitores que se preocuparam em exercer o direito de voto nas eleições desse país. A população do Arizona, como a do resto dos Estados Unidos, reagiu com indignação. Sua conduta foi, sem dúvida, correta, e expressei isso.

Nunca duvidei dos fatores éticos que parecem ser características dos povos, independentemente da política e dos governos.

Se aquele discurso de Obama foi omisso quanto à incrível mostra de primitivismo que reflete o uso generalizado e, praticamente irrestrito, de mortíferas armas de fogo, a mensagem sobre o Estado da União merece uma análise política e ética, já que os EUA são uma superpotência da qual, independentemente do presidente e do Congresso, depende, entre outros fatores importantes, o destino da espécie humana.

Nenhum país isolado tem ou pode ter uma resposta para os problemas que o mundo enfrenta hoje.

Obama, em primeiro lugar, está envolvido em um processo eleitoral. Tem que falar com os democratas e republicanos, os que votam e os que não votam, os milionários e os mendigos, os protestantes e os católicos, cristãos e muçulmanos, crentes e não crentes, negros e brancos, aqueles que apóiam e os que não suportam a pesquisa com células tronco, homossexuais e heterossexuais, cada cidadão e o seu oposto, para terminar clamando que todos eles são americanos, como se os 95,5%, ou seja, 6,9 bilhões de habitantes do resto do planeta, não existissem.

Nas primeiras páginas de seu discurso de uma hora, passou a afirmar:

"Neste momento, o que está em jogo não é quem vai ganhar a próxima eleição [...] O que está em jogo é se serão criados novos empregos e indústrias [...] se podemos manter a liderança que fez dos EUA não apenas um ponto no mapa, mas uma luz no mundo."

"Estamos prontos para o progresso. [...] a bolsa recuperou-se com fervor. Os lucros das empresas são maiores. A economia está crescendo novamente. "

Imediatamente após essas palavras, trata de nos comover com uma passagem que parece tirada de um conhecido filme norte-americano, que as pessoas da minha geração recordam: "E o vento levou", relacionado com a terrível guerra civil entre o norte industrial e o sul escravagista e agrário nos anos do homem excepcional que foi Abraham Lincoln.

"O mundo mudou. E para muitos, a mudança tem sido dolorosa", disse Obama."Vi nas janelas tapadas de fábricas outrora prósperas e nas vitrines vazias em ruas principais antes concorridas. Ouvi a frustração de estadunidenses que viram o declínio de seus salários ou o desaparecimento de seus empregos; homens e mulheres orgulhosas de seu trabalho que pensam que mudaram as regras no meio do jogo".

"As siderúrgicas, que chegaram a precisar de mil trabalhadores, agora podem fazer o mesmo trabalho com cem."

"Enquanto isso, países como a China e a Índia perceberam que, com algumas mudanças, podiam competir neste novo mundo. [...] Recentemente, a China se tornou a sede da maior unidade privada de pesquisa solar no mundo e do computador mais rápido do mundo."

"Mas os EUA ainda têm a maior e mais próspera economia do mundo."

"Sabemos o que é preciso para competir por empregos e indústrias dos nossos tempos. Precisamos de mais inovação, educar melhor e construir mais que o resto do mundo. Devemos fazer dos Estados Unidos o melhor lugar do mundo para fazer negócios. [...] E esta noite gostaria de falar sobre como chegar lá."

Obama não fala nunca das grandes empresas monopólicas que hoje controlam e saqueiam os recursos do planeta. Não menciona jamais o acordo de Bretton Woods, o sistema imposto a um mundo devastado pela guerra, no qual os Estados Unidos assumiram o controle das instituições financeiras e do Fundo Monetário Internacional, onde detêm ferreamente o poder de veto.

Jamais disse uma palavra sobre a colossal fraude de Nixon em 1971, quando suspendeu unilateralmente a conversão do dólar em ouro, imprimiu notas norte-americanas sem limite algum e adquiriu incontáveis bens e riqueza no mundo, que pagou principalmente com papéis, cujo valor, em 40 anos, foi reduzido para 2,5% do que era então.

Obama gosta de narrar, no entanto, histórias líricas sobre pequenos empresários que supostamente deslumbram, cativam e comovem os ouvintes que não estão cientes da realidade. Sua oratória, seu estilo e seu tom parecem desenhados para que se escutem, como crianças disciplinadas, suas histórias comoventes.

"Robert e Gary Allen são irmãos que têm uma pequena empresa de construção, em Michigan. Depois de 11 de setembro, ofereceram seus melhores funcionários para ajudarem a reparar o Pentágono. Mas a recessão os afetou muito, e sua fábrica estava operando com metade da capacidade. Hoje, com a ajuda de um empréstimo do governo, este espaço está sendo usado para fabricação de telhas fotovoltaicas que estão sendo vendidas em todo o país. Nas palavras de Robert, "nos reinventamos."

"Estamos lançando um desafio. Estamos dizendo para cientistas e engenheiros dos EUA que se constituírem equipes são os melhores cérebros em sua área e, se concentrarem nos problemas mais difíceis de energia limpa, financiaremos os projetos Apollo da nossa era."

Imediatamente, nos deixa sem respiração:

"No Instituto de Tecnologia da Califórnia estão desenvolvendo uma maneira de converter energia solar e água em combustível para nossos veículos."

Salvou-se o planeta! Ou pelo menos ele não morrerá por excesso de CO2 ou por falta de energia. Me traz à mente uma história de mais de 40 anos, quando um grupo empreendedor de jovens cientistas me falou com grande entusiasmo dessa mesma ideia, a partir de princípios teóricos, e, em minha fé cega na ciência, tratei de conseguir tudo o que solicitaram, incluindo uma instalação isolada, onde passaram anos com tal ânimo que até explodiram um motor que quase matou um grupo deles, e ainda assim continuaram a tarefa.

Não nego nada, muito menos a um superinstituto da Califórnia, mas, por favor, senhor presidente, informe ao mundo sobre essa possibilidade para que muitos outros cientistas trabalhem nessa mesma direção. Não se trata de lucro, a humanidade estará disposta a pagar tudo o que os seus cientistas queiram, e eu tenho certeza que até Michael Moore aplaudiria que lhe concedessem 10 prêmios Nobel.

Imediatamente, e após outro comentário encorajador sobre ‘Oak Ridge National Laboratory’, e supercomputadores para que instalações nucleares produzam mais energia, o presidente nos garante: "Com mais pesquisas e incentivos, podemos acabar com nossa dependência do petróleo, com os biocombustíveis, e nos converter no primeiro país a ter um milhão de veículos elétricos em marcha em 2015. (Aplausos) "

Destemido, o presidente continua:

"Coloquem-se a pensar. Nos próximos dez anos, quase metade de todos os novos empregos exigirão educação superior, não apenas estudos secundários. No entanto, até um quarto dos nossos estudantes não estão sequer terminando o colegial. A qualidade do nosso ensino de matemática e ciência é inferior à de muitos outros países. Os Estados Unidos se tornou o nono em termos da proporção de jovens com um diploma universitário. Portanto, a pergunta é se nós, como cidadãos e como os pais, estamos dispostos a fazer o que é necessário para dar a cada criança a oportunidade de ter sucesso."

"Alcançaremos a meta que tracei, há dois anos: que, para fins desta década, os Estados Unidos tenham a mais alta proporção de graduados do mundo. (Aplausos)"

"Outros vêm do exterior para estudar em nossas escolas e universidades. Mas apenas obtêm seu título, nós os enviamos de volta ao seu país para que possam competir contra nós. Não faz nenhum sentido."

Claro que esse roubo insólito e confesso de cérebros, que a nosso amigo Obama nem sequer interessa dissimular, devemos desculpar em consideração à sua paixão pela ciência e pela competição saudável.

"O terceiro passo para conquistarmos o futuro é reconstruir os Estados Unidos. Para atrair novos negócios para as nossas costas, precisamos das vias mais rápidas para transportar pessoas, mercadorias e informações, desde trens de alta velocidade até Internet de alta velocidade."

"Nossa infraestrutura parecia ser a melhor, mas já não somos os primeiros. As casas da Coreia do Sul agora têm melhor acesso à Internet que as nossas. A Rússia e os países europeus investem mais em suas estradas e ferrovias que nós. A China constrói trens mais rápidos e aeroportos mais novos.
"

"Nos últimos dois anos, começamos a reconstruir para o século XXI um projeto que tem gerado milhares de empregos bem remunerados no gravemente afetado setor da construção. E esta noite proponho redobrar esses esforços".

"Nos próximos 25 anos, nosso objetivo é dar a 80% dos americanos acesso aos trens de alta velocidade."

"Nos próximos cinco anos, faremos o possível para que as empresas façam chegar a próxima geração de tecnologia de alta velocidade sem fios a 98% dos americanos. [...] Isso significa que, a partir de uma comunidade rural do Iowa ou Alabama, os trabalhadores e as pequenas empresas poderão vender seus produtos em todo o mundo."

"Farão com que os Estados Unidos sejam um lugar melhor para se fazer negócios e criar empregos."

"Um exército de lobistas fez com que o código tributário favoreça determinadas empresas e indústrias."

"Nos colocamos uma meta de duplicar as nossas exportações para 2014, porque quanto mais nós exportamos, mais empregos são criados no país. [...] Recentemente, assinamos acordos com a Índia e a China que vão respaldar mais de 250 mil empregos aqui nos Estados Unidos."

"Deixei claro que [...] só subscreveria acordos que beneficiem os trabalhadores americanos e promovam emprego nos Estados Unidos. [...] É o que eu pretendo fazer ao buscar acordos com o Panamá e a Colômbia ... "

Algumas das coisas que Obama narra dão uma ideia dos dramáticos sofrimentos que, em pleno século XXI, têm que suportar os mais pobres no seu próprio país. Por exemplo, ele nos diz:

"Não estou disposto a dizer a James Howard, paciente do Texas com câncer no cérebro, que é possível que seu tratamento não seja coberto."

"Vivemos com um legado de gasto em déficit que começou há quase uma década. E depois da crise financeira, algo disso era necessário para manter o fluxo de crédito, para preservar os empregos e colocar dinheiro nos bolsos das pessoas".

"Esta noite proponho que, a partir deste ano, congelemos o gasto nacional anual durante os próximos cinco anos".

"O secretário de Defesa também concordou em cortar dezenas de bilhões de dólares em despesas que ele e seus generais acreditam que podem prescindir."

"E se realmente nos importa o nosso déficit, simplesmente não podemos nos darmos ao luxo de uma extensão permanente de recortes tributários para os 2% mais ricos dos norte-americanos. Antes de tomar o dinheiro de nossas escolas ou bolsas de estudo para os alunos, temos que exigir que os milionários renunciem a seu corte de impostos."

"Já que vocês merecem saber quando seus funcionários públicos se encontram com lobistas, vou pedir ao Congresso para fazer o que a Casa Branca já fez: colocar essa informação na internet"

Eu acho que a mera presença de um exército de lobistas trabalhando e negociando com os membros do Congresso é um fato vergonhoso para qualquer país civilizado.

"O exemplo moral dos Estados Unidos deve brilhar sempre para todos aqueles que anseiam por liberdade, justiça e dignidade", disse Obama, e, imediatamente, passou para um outro tópico.

"Considerem o Iraque, onde cerca de 100 mil de nossos bravos homens e mulheres têm saído de cabeças erguidas".

Missão cumprida, recordei.

"Graças à aprovação por republicanos e democratas do Novo Tratado START, continuou Obama-, serão colocadas muito menos armas e lançadores nucleares."

"Devido a um esforço diplomático de insistir para que o Irã cumpra as suas obrigações, o governo do Irã tem agora de enfrentar sanções mais duras, sanções mais rigorosas que nunca. E na península coreana, apoiamos nosso aliado Coreia do Sul e insistir que a Coreia do Norte cumpra seu compromisso de abandonar as armas nucleares."

O Presidente, como se pode ver, não menciona uma só palavra sobre o assassinato seletivo de cientistas iranianos realizado pelas agências de inteligência dos Estados Unidos e seus aliados, que ele conhece perfeitamente bem.

Em vez disso, nos amplia a informação:

"Estas são apenas algumas das maneiras com que nós estamos forjando um mundo que favorece a paz e a prosperidade. Com nossos aliados na Europa, revitalizamos a OTAN e aumentamos a nossa cooperação em tudo, desde o antiterrorismo até a defesa antimísseis.”

Naturalmente, o nosso ilustre amigo não diz uma só palavra sobre a necessidade urgente de evitar que o aquecimento global prossiga seu incremento acelerado, ou das chuvas catastróficas e das nevadas que acabam de golpear o mundo, nem da crise alimentar que ameaça agora 80 países do Terceiro Mundo e, claro, das dezenas de milhões de toneladas de milho e soja que as grandes empresas dos EUA estão a dedicar à produção de biocombustíveis, enquanto a população mundial, que já alcança 6,9 bilhões de habitantes, será equivalente a 7 bilhões em 18 meses.

"Em março viajarei para Brasil, Chile e El Salvador para forjar novas alianças em todo continente americano".

No Brasil, desde já, poderá apreciar os estragos e os mortos e desaparecidos provocados pelas chuvas sem precedentes que acabam de ter lugar no Rio de Janeiro e em São Paulo. Será, sem dúvida, ocasião propícia para uma autocrítica pelo fato de que os EUA se recusaram a assinar o acordo de Kyoto e impulsionaram, já sob seu próprio governo, a política suicida de Copenhague.

No Chile, a política agora se complica. É de supor que alguém deve prestar homenagem a Salvador Allende, e aos milhares de chilenos assassinados pela ditadura de Pinochet, que os Estados Unidos impuseram ao Chile. Essa situação é agravada pelo que explico mais adiante.

Outra situação constrangedora deve ocorrer em El Salvador, onde as armas fornecidas pelos Estados Unidos e as forças treinadas e educadas em escolas militares de contrainsurgência dos EUA torturaram e cometeram crimes horríveis contra os combatentes da FMLN, cujo partido obteve o voto da maioria em eleições recentes.

Apenas é possível acreditar no que se lê em seguida, quando o presidente diz:

"Em todo o mundo, estamos a apoiar aqueles que assumem responsabilidade, ajudando os agricultores a produzir mais alimentos; apoiando os médicos para que cuidem dos doentes ...."

Muitas pessoas sabem o que os Estados Unidos fizeram com os nossos médicos na Venezuela e outros países latino-americanos, construindo até planos para promover deserções e oferecendo vistos e dinheiro nos Estados Unidos para que abandonem sua dura e abnegada tarefa.

Ninguém ignora tampouco os acordos de livre-comércio e os enormes subsídios aos produtos agrícolas dos EUA para arruinar os produtores de cereais e grãos na América Latina. Com essas práticas, arruinaram a produção de milho e outros cereais no México, tornando-o dependente da agricultura dos EUA.

Em países tão pobres como o Haiti, que quase se autoabastecia de arroz, as transnacionais arruinaram a produção à base de excedentes subsidiados e impediram que o país se abastecesse dessa linha e oferecesse crescente emprego aos milhares de trabalhadores haitianos. Agora, de acordo com o discurso de Obama, os Estados Unidos são o campeão olímpico da assistência médica e da honradez administrativa do mundo. Estes temas são extensos e difíceis de abordar em uma única reflexão.

Queremos recordar que os países industrializados são os principais saqueadores de médicos e cientistas do Terceiro Mundo. O orçamento militar dos EUA ultrapassa o de todos os outros países juntos; suas exportações de armas são o dobro ou o triplo dos demais Estados; seus arsenais nucleares implantados somam mais de 5 mil armas estratégicas; suas bases militares no exterior superam 500; seus porta-aviões nucleares e frotas navais dominam os mares do planeta. Acaso o sonho americano pode ser modelo para o mundo? A quem pretende enganar o presidente dos Estados Unidos, com esse discurso?

Nas páginas finais de sua mensagem delirante, disse:

"É por esse sonho que estou diante de vocês esta noite. É por esse sonho que um garoto da classe trabalhadora de Scranton pode sentar-se atrás de mim. É por esse sonho que alguém que começou varrendo o chão do bar de seu pai em Cincinnati pode ser presidente da Câmara dos Representantes no país mais grandioso do mundo".

"E esse sonho é o caso de um pequeno empresário chamado Brandon Fisher".

"Brandon abriu uma empresa em Berlim, na Pensilvânia, que se especializa em um novo tipo de tecnologia de perfuração. E um dia no verão passado vi a notícia de que no outro lado do mundo, 33 homens foram presos em uma mina no Chile e que ninguém sabia como salvá-los".

"Mas Brandon pensou que sua empresa podia ajudar. E então, formulou um resgate que veio a ser conhecido como Plano B. Seus funcionários trabalharam dia e noite para fazer o equipamento de perfuração necessário. E Brandon partiu para o Chile."

"Junto com os outros, começou a perfurar no solo um buraco de 2 mil metros, trabalhando três ou quatro horas - três ou quatro dias às vezes sem dormir. Trinta e sete dias depois, o Plano B teve êxito, e os mineiros foram resgatados. (Aplausos) Mas, porque não queria toda essa atenção, Brandon não estava lá quando os mineiros saíram à superfície. Já havia retornado para casa para trabalhar em seu próximo projeto.

"E, mais tarde, um de seus empregados disse sobre o resgate: 'Provamos que Center Rock é uma empresa pequena, mas que fazemos grandes coisas'(Aplausos)."

Obama falou na noite de 25 para 26. Em 27 de janeiro, a agência de notícias norte-americana AP comunicou à imprensa mundial o que segue:

"O chefe da equipe de resgate que recuperou com vida os 33 mineiros, presos por 69 dias no fundo de uma mina no Chile, corrigiu o presidente Barack Obama sobre o papel dos EUA no resgate."

"Crer que foram eles unicamente os partícipes do êxito, acho que é exagerado. Não me parece correto', disse ao jornal El Mercurio, o engenheiro chileno Jorge Sougarret, que liderou o resgate dos mineiros, em outubro."

"Obama disse que Brandon Fisher "viu uma história que veio do outro lado do mundo, 33 homens foram presos em uma mina no Chile e que ninguém sabia como poderiam salvá-los."

"Fisher 'escolheu um projeto de resgate, conhecido como Plano B. Seus funcionários trabalharam dia e noite para fabricar o equipamento necessário para o salvamento. Trinta e sete dias depois, o Plano B teve êxito e os mineiros foram resgatados."

"Sougarret disse que Fisher não desenhou o plano de resgate, um dos três que foram usados para trazer à superfície os mineiros, mas que a sua empresa colocou os martelos usados pelas perfuradoras. E que lhe pagaram US$ 100 mil pelos martelos."

"O que eles fizeram foi colocar à nossa disposição uma técnica, como houve outras mais. Não foi exclusiva. Por isso se chamou Plano B. E o Plano A e C continuaram funcionando. Portanto, não é uma operação exclusiva o que eles fizeram. Não há dúvida de que a sua equipe completa teve participação que permitiu finalmente que chegássemos ao sucesso", disse Sougarret.

"O chefe da equipe de resgate, gerente de um dos cinco grandes depósitos de cobre de propriedade estatal, disse que a equipe técnica integrada pela estatal Codelco e duas grandes mineiras privadas decidiu a implementação do Plano B, que culminou com êxito em 13 de outubro, com o resgate por meio de uma sonda introduzida pela perfuração"

Depois de elogiar a proeza da pequena empresa Center Rock, independentemente dos méritos pessoais e da capacidade que possa ter o jovem Brandon Fisher, Obama, em sua desenfreada apologia que o levou nem sequer a mencionar os esforços dos resgatistas chilenos que levaram semanas trabalhando arduamente para salvar os mineiros presos, terminou seu incendiado discurso:

"A idéia dos Estados Unidos continua. Nosso destino segue sendo o que nós decidimos que seja. E esta noite, mais de dois séculos mais tarde, é graças à nossa gente que o nosso futuro está cheio de esperança, nossa travessia continua e o estado de nossa nação é sólido".

"Obrigado, que Deus abençoe vocês e que Deus abençoe os Estados Unidos da América. (Aplausos) "

É difícil que Deus possa abençoar tantas mentiras."

FONTE: escrito por Fidel Castro, publicado em “Cuba Debate” e transcrito no portal “Vermelho”. - Via: Democracia & Politica

A Alemanha ainda não recebeu, mas já anunciou que vai vender 13 dos 53 exemplares encomendados do futuro avião de transporte tático militar Airbus A400M, como forma de reduzir custos. O turboélice quadrimotor da Airbus deve substituir na Alemanha a frota de 83 veteranos Transall C-160, que estão em serviço naquele país desde 1967.

O projeto do A400M está atrasado em quatro anos e o custo total do desenvolvimento subiu muito nesses últimos anos, aproximadamente 25%, forçando várias nações a reduzirem os pedidos junto a Airbus. No caso da Alemanha, a compra inicial previa 60 aeronaves, tendo sido reduzido para 53 com opção para mais sete.

Agora, o país vai ficar apenas com 40 exemplares e vender o restante para algum cliente interessado neste quadrimotor. Além disso, a Alemanha abriu mão de alguns sistemas de bordo do A400M, para reduzir os custos, como foi o caso da aviônica que auxilia os pilotos em voos a baixa altura. O A400M é atualmente o concorrente dos modelos norte-americanos Lockheed C-130J Hercules e Boeing C-17 Globemaster III.

Fonte: Revista Asas


Uma vidente previu onde uma vítima de um serial killer seria encontrada, nove meses antes da polícia desenterrar o cadáver, e mais os corpos de outras três mulheres em uma praia de Long Island, disseram fontes policiais.

Em abril, a vidente, contratada pela família de Melissa Barthelemy, 24, de Buffalo, viu "o seu corpo enterrado em uma cova rasa, próxima da água", disse a fonte policial. A vidente também disse que "havia uma letra 'G' relacionada."



Uma das vítimas, Melissa Barthelemy

No mês passado, os policiais descobriram os esqueletos das vítimas envolvidos em sacos de estopa na Gilgo Beach em Long Island .

A família enlutada notificou a polícia logo depois da previsão, mas não deu em nada. Barthelemy, que se mudou para o Bronx, desapareceu em 12 de julho de 2009.

A polícia de Nova York confirmou que sua mãe e sua filha receberam três ligações de seu celular, possivelmente do serial killer, e o rastreamento indicou que se originaram de Midtown Manhattan.


Tradução: Carlos de Castro

Fonte: New York Post - Via: Arquivos do Insolito


“Sempre considerada uma das principais empresas de tecnologia do setor de defesa do Brasil a Mectron anuncia finalmente a abertura de negociações com uma empresa do setor.

Muitas empresas internacionais procuraram uma associação com a empresa de São José dos Campos (SP), mas sem sucesso. Entre essas estavam as seguintes empresas: Rafael e Elbit (ambas de Israel)e MBDA (consórcio Europeu). A Mectron também é presença constante nos programas de contrapartidas comerciais (off sets) dentro dos programas F-X1 e F-X2 e também participa do programa PROSUB.

Essa participação no programa de submarinos permitiu a aproximação com a empresa Odebrecht. Estão sendo realizados no momento ações de “Due Dilligence” para avaliação de seu patrimônio para futura composição entre as duas empresas.

A Odebrecht avança, assim, na área de defesa a passos largos. Após a participação no programa PROSUB com a francesa DCNS e a formação de uma sociedade com a européia CASSIDIAN (ex- EADS DS) a futura aquisição da MECTRON consolida a sua posição na área de defesa brasileira e internacional.
Míssil Ar-Ar Piranha MAA-1 no Xavante


MAR-1 Míssil Antirradiação

Os principais programas da MECTRON são:

- MAA1 Piranha Míssil ar-ar de curto alcance;
- MAA A-Darter em associação com a sul-africana Denel; desenvolvimento do míssil ar-ar de guiagem infravermelha de quinta geração, para a Força Aérea Brasileira e a Força Aérea da África do Sul;
- MAR – Míssil antirradiação, em desenvolvimento e já adquirido pelo Paquistão e, possivelmente, pela FAB;
-Diversos outros projetos como radares e sistemas embarcados para Forças Aéreas e aplicações civis.

NOTA OFICIAL DA MECTRON

São José dos Campos 27 de janeiro de 2011

A Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A. comunica que mantém negociações visando estabelecer uma parceria estratégica com algumas empresas do setor.

As negociações estão sendo realizadas em caráter privado, ainda sem definição e estarão sujeitas às aprovações necessárias.

Novas informações serão anunciadas oportunamente, de acordo com a evolução deste processo.

Sobre a Mectron:

Nascida em 1991, da associação de cinco engenheiros formados pelo ITA, a MECTRON atua como integradora de sistemas complexos para os mercados de defesa e aeroespacial, desenvolvendo e fabricando produtos de alta tecnologia e altíssimo valor agregado, tanto para uso civil como militar.”


FONTE: publicado no site “DefesaNet” em 27 Janeiro 2011 (http://www.defesanet.com.br/md1/mectron.htm) [imagens do Google adicionadas por este blog].

COMPLEMENTAÇÃO: REPORTAGEM DO JORNAL “VALOR ECONÔMICO”:


FABRICANTE DE MÍSSEIS É UMA DAS MAIS IMPORTANTES DO SETOR DO PAÍS

Odebrecht costura parceria ou a aquisição da Mectron

“O grupo Odebrecht está prestes a concluir um acordo de parceria estratégica com a Mectron Engenharia, uma das mais importantes empresas do setor de defesa brasileiro, fabricante de mísseis e produtos de alta tecnologia para o mercado aeroespacial. A Embraer, segundo fontes que acompanham o processo, também chegou a conversar com a Mectron, com vistas a uma possível parceria, mas a negociação não evoluiu. Procurada, a Embraer não comentou o assunto.

A Odebrecht confirmou que está avaliando a formação de uma parceria estratégica com a Mectron, mas não forneceu detalhes. Em nota, a empresa informou que acredita no bom andamento da negociação e, caso chegue a um acordo, informará os detalhes da operação oportunamente.

No começo da noite, a Mectron também enviou um comunicado, mas se limitou a dizer que mantém negociações visando estabelecer uma parceria com algumas empresas estratégicas do setor. "As negociações estão sendo realizadas em caráter privado, ainda sem definição e estarão sujeitas às aprovações necessárias", informou.

O acordo representa mais uma iniciativa do grupo Odebrecht dentro do objetivo anunciado anteriormente de ampliar sua atuação no mercado nacional e internacional de equipamentos e serviços militares.

Em meados do ano passado, a Odebrecht formou uma joint venture com a europeia Cassidian (antiga EADS Defense & Security), controlada pelo grupo EADS, dono da Airbus. A Odebrecht também estabeleceu uma sociedade de propósito específico (SPE) com a francesa DCNS, no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) para o governo brasileiro. A participação da empresa brasileira na SPE é de 59%.

Segundo fonte do setor, mesmo havendo interesse de outras empresas estrangeiras na Mectron, a empresa decidiu se associar a um grupo nacional, tendo em vista orientação do próprio governo brasileiro. "O Ministério da Defesa está trabalhando em uma nova legislação, que cria a figura da empresa de defesa de interesse nacional, controlada por um grupo brasileiro forte e bem estruturado financeiramente".

Essa orientação, segundo a fonte, estaria alinhada ainda às diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, aprovada em dezembro de 2008, que prevê a reestruturação da indústria brasileira de material de defesa. "A maioria das pequenas e médias empresas brasileiras do setor, como a Mectron, não tem fôlego para atender as demandas do Plano Nacional de Defesa. O governo está incentivando a criação de blocos de empresas de defesa, com capacidade para fazer investimentos de risco no desenvolvimento de produtos estratégicos de interesse nacional", explicou.

Empresas como a Embraer e a Odebrecht estariam dentro desse perfil buscado pelo governo. "Elas têm tecnologia, capital e capacidade de gestão de grandes projetos. As pequenas e médias empresas não conseguem nem garantias para tomar empréstimos junto ao próprio governo", disse a fonte.

No fim de 2006, a Mectron recebeu aporte de R$ 15 milhões do BNDES, que passou a deter fatia de 27% na empresa. Ela foi criada em 1991, por um grupo de cinco engenheiros oriundos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que adquiriram conhecimento na área de mísseis através de uma experiência no Iraque.

Tornou-se estratégica para as Forças Armadas brasileiras, especialmente a Aeronáutica e o Exército, com o desenvolvimento de mísseis. Hoje, a Mectron trabalha no desenvolvimento conjunto do míssil A-Darter, feito em cooperação com as Forças Aéreas da África do Sul e participação de empresas brasileiras e sul-africanas.

Com cerca de 300 funcionários, a Mectron trabalha ainda no desenvolvimento de um míssil anti-radiação MAR-1, de defesa contra baterias antiaéreas, para a FAB e com fornecimento para o Paquistão. Esse país irá arcar com 50% dos investimentos previstos para a fase de industrialização e logística do míssil. A Mectron também fornece sistemas para satélites do programa espacial brasileiro e o radar de bordo da aeronave militar AMX.”

FONTE DA COMPLEMENTAÇÃO AO TEXTO: reportagem de Virgínia Silveira publicada ontem no jornal “Valor Econômico” e transcrita hoje no portal da FAB

Fonte do texto: Democracia & Politica.

Após a revolução na Tunísia, observadores estão se perguntando se governos em outros países do Norte da África também poderiam cair. Em uma entrevista para a “Spiegel”, o egípcio ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Mohamed ElBaradei, fala sobre as consequências para o regime no Cairo e sua esperança de que os egípcios possam seguir o exemplo dos tunisianos.

Spiegel: Sr. ElBaradei, a oposição no Egito convocou um “Dia da Raiva” para terça-feira. O senhor apoia os protestos?

ElBaradei:
Sim, apoio. Eu apoio qualquer exigência pacífica por mudanças. Meu pedido por reformas não foi ouvido pelo regime, o que deixa a tomada das ruas como única opção. Essas são pessoas jovens e impacientes que agora estão demonstrando sua determinação, e eu espero que os protestos não saiam de controle.

O senhor acredita que os protestos realmente levarão a uma mudança?

Eles marcam o início de um processo histórico. Os egípcios reconheceram que precisam tomar as rédeas de seu próprio destino. Pela primeira vez na história recente do país, eles estão realmente preparados para tomar as ruas. O cultura do medo cultivada pelo regime foi quebrada. Não há como voltar atrás agora. Os ativistas esperam as maiores manifestações em décadas. Esses protestos são uma bola de neve que pode se transformar em uma avalanche.

E o regime ficará simplesmente olhando, sem fazer nada?

Eu espero que as forças de segurança não usem violência contra os manifestantes. Eu apelo ao presidente (egípcio, Hosni) Mubarak que não permita uma escalada da situação. O regime deve respeitar o direito universal à liberdade de manifestação.

O senhor irá às ruas pessoalmente?

Não, eu não quero roubar a vitória das pessoas que convocaram os protestos. Mas eu as apoiarei de qualquer forma que puder. No momento, eu sou mais útil ao movimento de modo estratégico, mesmo que às vezes nem mesmo esteja no Egito, do que seria nas ruas.

Como um adversário potencial de Mubarak na futura eleição presidencial em setembro, o senhor deseja mudanças por meio de eleições. Não é tarde demais para isso agora?
É bem possível que meu país esteja enfrentando uma fase de instabilidade. A liberdade tem seu preço. Mas todos, dos marxistas à Irmandade Muçulmana, concordam que a estabilidade precisa ser nossa meta.

O senhor deseja um Egito moderno, democrático. Mas as pessoas nas ruas não estão pedindo apenas liberdade e dignidade –elas também querem pão.

Essas exigências são compreensíveis em um país no qual mais de 40% da população ganha menos de US$ 1 por dia. Em nosso caso, (os protestos) também giram em torno de necessidades básicas, o que torna o Egito diferente da Tunísia. Ela possui uma grande classe média, enquanto poderíamos enfrentar uma revolta dos pobres e frustrados.

A autoimolação de um verdureiro provocou a revolução em Túnis. Várias pessoas já se incendiaram no Egito, mas Mubarak parece inabalado.

Não se deixe enganar. Essa frieza é apenas fachada. Secretamente, ele está extremamente nervoso. Ele nunca deu ouvidos e também não está ouvindo agora. O regime não quer ver ou ouvir nada. Eu alertei Mubarak sobre essa possibilidade. Agora ele está recebendo o que merece.

Ele ainda pode impedir os protestos de se espalharem?

Para isso, Mubarak teria que não concorrer à reeleição e permitir uma Constituição democrática que torne possível eleições livres. E, naturalmente, a lei marcial que foi imposta ao país nos últimos 29 anos teria que ser suspensa. Sem essas concessões, o regime não sobreviverá.

Israel teme uma revolução no Egito. Muitas pessoas em Jerusalém acreditam que a Irmandade Muçulmana chegaria ao poder e declararia guerra ao Estado judeu.

Nós temos que parar de satanizar a Irmandade Muçulmana. É incorreto que nossa única opção seja entre a opressão sob Mubarak e o caos dos extremistas religiosos. Eu tenho muitas diferenças com a Irmandade Muçulmana. Mas ela não promoveu nenhum ato de violência em cinco décadas. Ela também deseja mudanças. Se quisermos democracia e liberdade, nós temos que incluí-la, e não marginalizá-la.

O senhor concorda com a teoria do “efeito dominó”, que diz que a revolução em Túnis é apenas o início?

Talvez estejamos atualmente experimentando os primeiros sinais de uma “Primavera Árabe” (isto é, semelhante à chamada Primavera de Praga de liberalização política na Tchecoslováquia, em 1968). Nossos vizinhos estão observando o Egito, que sempre exerceu um papel pioneiro. Eu espero que meu país seja o primeiro em que a liberdade e democracia florescerão. Nós egípcios também devemos conseguir o que os tunisianos conseguiram.

Instituto Nacional de Pesquisa em Aviação padronizou portfólio de compósitos com as soluções DS para mitigar disciplinas industriais.

A Dassault Systèmes, líder mundial em 3D e soluções Product Lifecycle Management (PLM), anunciou uma parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa em Aviação (NIAR) dos Estados Unidos, com o objetivo de sustentar a inovação e a utilização de materiais compósitos avançados na indústria aeroespacial.
http://2.bp.blogspot.com/_ImMI43uOQ1Y/S4bx6uLjmYI/AAAAAAAADd0/lF-2ToS4m8A/s400/dassault_systemes_logo.jpg

Hoje a indústria utiliza cada vez mais materiais compósitos em todos os projetos de novas aeronaves, transformando o cenário para as fabricantes do segmento. Essas mudanças colocam as empresas em outro nível, sendo fundamental elas utilizarem os mais avançados softwares e metodologias para explorar plenamente benefícios como durabilidade, economia de peso, eficiência no consumo de combustível e menor emissão de CO2 na atmosfera. O laboratório de CAD / CAM da NIAR apóia essa transição, capacitando os funcionários das fabricantes do setor aeroespacial e estudantes universitários com aulas práticas em uma única plataforma utilizando as soluções da Dassault Systèmes fim-a-fim.

“Por mais de um século, as peças de metal têm sido o padrão, de fato, na indústria aeroespacial. A mudança para compósitos revolucionou as possibilidades em um projeto aeroespacial, mas a transição de uma indústria inteira é uma tarefa gigantesca”, observa Shawn Ehrstein, diretor do Laboratório de CAD/CAM do Instituto. “Agora proporcionamos aos estudantes e profissionais do setor, a capacidade de aprender a dominar a tecnologia de compósitos e otimizar as práticas industriais com uma solução de ponta abrangente que combina CATIA, SIMULIA e DELMIA da Dassault Systèmes. Isso representa uma contribuição significativa para a evolução da indústria.”

Localizado na universidade do Estado de Wichita, EUA, o NIAR oferece pesquisa, desenvolvimento, teste e certificação de serviços para a indústria de aviação, para agências governamentais, para entidades educacionais, entre outros clientes. O Instituto tem fornecido treinamento em CATIA e em outras soluções da Dassault Systèmes desde meados da década de 1990 e ampliou suas ofertas para atender especificamente a demanda da indústria pelo conhecimento da engenharia de compósitos baseados. Soluções de compósitos tradicionais endereçam separadamente o design, a simulação e a fabricação, resultando em um procedimento lento e estritamente sequencial. A solução integrada da DS remove as barreiras entre as equipes e permite, em tempo real, engenharia colaborativa em todo o processo de compósitos para acelerar as atividades do núcleo, reduzir riscos e custos e melhorar a produtividade.

“A Dassault Systèmes é parte de uma comunidade global de compósitos. A construção de parcerias fortes com as principais instituições acadêmicas de compostos, centros de pesquisa e grupos da indústria é um foco importante para nos mantermos na vanguarda da inovação tecnológica e acompanhar os nossos clientes por meio de sua transformação de seus negócios”, destaca Philippe Savignard, líder do Domínio de Compósitos da DS. “Capacitação de atuais e futuros funcionários dos principais fabricantes do segmento em um único ambiente, que fornece a colaboração de ponta a ponta entre as equipes de análise de projetos e de produção, é crucial. Com suas atividades de pesquisa, formação e consultoria, a NIAR presta um enorme serviço para o setor. Estamos orgulhosos em desempenhar um papel ativo no seu sucesso.”

No Instituto, o treinamento é oferecido principalmente em softwares como CATIA para compósitos, uma solução que atende as necessidades únicas de design com materiais compostos, juntamente com as aulas sobre SIMULIA, para simulação realística. O NIAR planeja oferecer o módulo sobre DELMIA para produção digital, nos próximos meses.

Perfil- O Instituto Nacional de Pesquisa de Aviação Research (NIAR), uma divisão sem fins lucrativos da universidade do Estado de Wichita, renomado centro de referência em pesquisa aeroespacial, incluindo laboratório de desenvolvimento com alcance global e expertise em pesquisa, desenvolvimento, testes e certificação. Entre os clientes do Instituto estão muitos dos fabricantes mundiais do setor aeroespacial, NASA e a Federal Aviation Administration (FAA), é a entidade governamental dos Estados Unidos responsável pelos regulamentos e todos os aspectos da aviação civil do país. O NIAR é a maior instituição acadêmica em pesquisa e desenvolvimento em aviação nos Estados Unidos.| www.niar.wichita.edu.

Dassault Systèmes – Como líder mundial em soluções 3D e soluções PLM, a Dassault Systèmes oferece qualidade para mais de 115.000 clientes em 80 países. Pioneira no mercado de software 3D desde 1981, a Dassault Systèmes desenvolve e comercializa software e serviços de aplicação PLM, que oferecem suporte a processos industriais, proporcionando uma visão 3D completa do ciclo de vida dos produtos, desde a sua concepção até a sua manutenção e reciclagem. O portfólio da Dassault Systèmes está composto pelos softwares: CATIA para desenho do produto virtual, SolidWorks para desenho mecânico 3D, DELMIA para produção virtual, SIMULIA para avaliação virtual, ENOVIA para o gerenciamento global e colaborativo do ciclo de vida, e o 3DVIA para reais experiências em 3D online. A Dassault Systèmes possui ações nas bolsas Euronext Paris (#13065, DSY.PA) e os American Depositary Receipts (ADR) podem ser negociados no (DASTY) US Over-The-Counter (OTC).


Fonte: Portal Fator Brasil - Via Aviação.com



Há 25 anos, no dia 28 de janeiro de 1986, acontecia o primeiro acidente fatal em voo de uma missão tripulada do programa espacial dos Estados Unidos. Um defeito nos tanques de combustível da Challenger causou a explosão da nave, matando os sete tripulantes. O STS-51-L foi o 25º voo do programa do ônibus espacial dos EUA, realizado com a Challenger. O lançamento, marcado para o dia 28 de janeiro de 1986 depois de vários adiamentos, atraiu a atenção de todo o mundo devido à presença da professora Christa McAuliffe. Os outros tripulantes eram Michael Smith, Dick Scobee, Judith Resnik, Ronald McNair, Ellison Onizuka e Gregory Jarvin.

Seria o primeiro voo de um civil a bordo de um ônibus espacial na missão, que tinha como um dos objetivos lançar o satélite TDRS-2, assim como aulas do "Projeto Professor no Espaço" (Teacher in Space, em inglês). O lançamento também foi o primeiro de um ônibus espacial no Complexo de Lançamento 39-B (LC-39B ou Launch Complex 39-B, em inglês), as outras missões foram lançadas no LC-39A. Pouco mais de um minuto após a decolagem, a nave explodiu em pleno voo, matando todos os sete tripulantes. Uma semana após a tragédia, Ronald Reagan, então presidente dos Estados Unidos, realizou um comovente discurso no Salão Oval da Casa Branca.

Homenagens

O 25º aniversário da tragédia foi marcado por diversas cerimônias nesta sexta-feira, dia 28, nos Estados Unidos. Por conta da ocasião, a Nasa realiza diversos atos pelo país. O principal deles será no próprio Centro Espacial Kennedy, de onde partiu a nave.

O presidente dos EUA, Barack Obama, escreveu uma mensagem oficial no site da agência espacial americana (Nasa). "Ao longo da história, temos visto que a obtenção de grandes coisas às vezes tem um grande custo e lamentamos a morte dos bravos astronautas que fizeram um último sacrifício no apoio a missões da Nasa ao longo da história", disse.

Já o administrador da agência, Charles F. Bolden, relembrou a tragédia de uma forma construtiva. "Este ano marca o 25 º aniversário da perda do Challenger - uma tragédia que nos levou a repensar completamente os nossos sistemas e processos, para que possamos tornar as naves mais seguras", falou Bolden.




Fonte: Terra - Via: Aviação.com

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