Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

KT-1 para Filipinas ?

Postado por Vinna sábado, abril 30, 2011 0 comentários


KO-1 do ROKAF (foto: Defense Industry Daily)

O Chefe do Estado Maior da Força Aérea da Coréia do Sul Bakjongheon, visitou em em 26 de abril último a Força Aérea das Filipinas e se reuniu com sua contraparte daquele país o Comandante Oscar H. Rabena para discutir a cooperação militar bilateral entre as forças aéreas.

O General da Força Aérea das Filipinas está analisando a substituição dos aviões de reconhecimento OV-10 e a visita visava submeter as credenciais do KT-1 que ja é utilizado pela Indonésia e Turquia, alem da propria Força Aérea Sul Coreana.

By Vinna com informações do ROKAFIS
Autorizada a reprodução desde que citada a origem do texto

A intenção expressada pelo Super-Homem em sua última aventura nos quadrinhos de renunciar à cidadania americana deu origem a críticas nos Estados Unidos contra o personagem e a editora DC Comics, que é acusada de menosprezar o país.

As polêmicas declarações do Homem de Aço foram publicadas na edição número 900 das histórias do super-herói nos quadrinhos, lançada na quarta-feira, e não passaram despercebidas pelos fãs e setores mais tradicionais, que veem o personagem como um porta-estandarte de seus valores nacionais.

"Pretendo falar nas Nações Unidas amanhã e informar-lhes que renuncio à minha cidadania americana. Estou farto de que minhas ações sejam interpretadas como instrumentos da política dos EUA", assegurou o super-herói nos quadrinhos, depois de ser recriminado por participar de uma manifestação no Irã contra o presidente Mahmoud Ahmadinejad.


"Estou farto de que minhas ações sejam interpretadas como instrumentos da política dos EUA", disse o super-herói na edição nº 900

Publicações conservadoras e fãs do personagem atacaram a editora DC Comics, acusada de derrubar um "símbolo da força e da liberdade dos EUA". Em sua defesa, a editora argumentou que o plano do personagem a partir de agora é dar um "enfoque global a sua batalha interminável, embora sempre vá estar comprometido com sua família adotiva e suas raízes quando criança na fazenda no Kansas".

Segundo a The Hollywood Repórter, por trás das intenções do Super-Homem está a tentativa da editora e dos estúdios de cinema de consolidar o Homem de Aço como um personagem transnacional que atraia o maior número possível de audiência e de bilheteria em todo o mundo.

Desde seu início, em 1938, a história do super-herói esteve intimamente ligada aos EUA, com um traje que evoca as cores da bandeira do país. Em 1942, o personagem se tornou um símbolo do patriotismo em plena Segunda Guerra Mundial.

Fonte: Terra

Um equipamento que será transportado pelo ônibus espacial Endeavour nos próximos dias (o lançamento estava programado para hoje, 29 de abril, mas foi adiado) deverá fornecer aos cientistas as primeiras medições detalhadas sobre partículas eletricamente carregadas que viajam pelo Universo. Um dos objetivos primários do AMS (sigla que, em inglês, significa Espectrômetro Magnético Alfa) é tentar detectar e quantificar a matéria escura, até hoje não encontrada e supostamente abundante no Cosmos.

Os pesquisadores acreditam que o AMS poderá reformular a atual compreensão do Universo, comparando o equipamento, em potencial de descobertas, ao que o telescópio Hubble significou para a Astronomia. "Os raios cósmicos com carga são uma área da ciência praticamente inexplorada", disse o físico Samuel Ting, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).



Encontrar matéria escura não será uma tarefa simples. Todos os corpos celestes - estrelas, planetas, gás, poeira e outros fenômenos - juntos correspondem a menos de 10% da matéria que calcula-se estar presente no Universo. E para explicar o funcionamento deste, os restantes 90% têm que ser matéria escura ou algum outro tipo de material exótico. Teoricamente a matéria escura é indetectável diretamente, mas pode deixar rastros com a geração de uma partícula relativamente comum: pósitrons, uma espécie de eletron com carga invertida.

Esta será uma missão de grande responsabilidade para a despedida do ônibus espacial Endeavour, que estará fazendo seu último vôo. Este será, aliás, o penúltimo vôo de um ônibus espacial. A longeva, brilhante e trágica trajetória do programa de "Space Shuttles" terminará em junho, com a última missão da nave Atlantis e a aposentadoria definitiva dos ônibus espaciais.

Fonte: Portal Vigilia

O que vai acontecer se um dia Osama Bin Laden for capturado? A Al Qaeda fará detonar uma bomba nuclear. A alegação pertence ao dirigente da organização que esteve por detrás da organização dos atentados de 11 de setembro Khalid Sheikh Mohammed e corresponde a confessar que a organização terrorista tem – algures na Europa – um engenho nuclear (não necessariamente uma “bomba”) pronto a detonar. A informação foi obtida sob tortura, portanto, vale o que vale, mas não é de todo impossível que a Al Qaeda tenha obtido algum material radioativo no caos de segurança que é a ex-URSS e que tenha preparado uma “bomba suja” radioativa, isto é, um engenho que sem ativar uma reação de fissão nuclear espalha material radioativo numa determinada área, causando assim a morte e a destruição numa zona urbana recorrendo a tecnologia relativamente simples e fácil de dissimular.

A revelação surgiu nos Wikileaks e é acompanhada por outra que revela planos desta organização islâmica para fazer colidir um avião desviado sobre o aeroporto londrino de Heathrow.

Fonte: Defence Talk - Via Quintus

A decisão do presidente Barack Obama de colocar um chefe de inteligência na direção do Pentágono e um general de quatro estrelas na direção da Agência Central de Inteligência (CIA) é a mais recente evidência de uma mudança significativa na forma como os Estados Unidos travam suas batalhas na última década: diminuindo as fronteiras entre soldados e espiões em missões secretas americanas no exterior.

Nesta quinta-feira, Obama anunciou que Leon Panetta, o diretor da CIA, será o novo secretário da Defesa - substituindo Robert Gates - e que o general David Petraeus vai voltar do Afeganistão para aceitar o cargo de Panetta na CIA.

Como diretor da CIA, Panetta acelerou a transformação da agência de espionagem em uma organização paramilitar, coordenando uma forte escalada da campanha de bombardeios da CIA no Paquistão utilizando aeronaves não-tripuladas, e um aumento no número de bases e agentes secretos em partes remotas do Afeganistão.


O general David Petraeus e Leon Panetta, atual diretor da CIA que deve assumir o Pentágono

Petraeus, por outro lado, agressivamente posicionou os militares em território da CIA, usando tropas de Operações Especiais e empreiteiros de segurança privada para realizar missões secretas de inteligência. Como comandante do Comando Central dos Estados Unidos, em setembro de 2009, ele também assinou uma ordem confidencial que autorizava tropas de Operações Especiais americanas a coletar inteligência na Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros lugares fora das zonas de guerra tradicional.

O resultado disso é que os militares e agentes de inteligência dos Estados Unidos são muitas vezes indistinguíveis uns dos outros quando realizam operações confidenciais no Oriente Médio e na Ásia Central. Alguns membros do Congresso reclamam que essa nova forma de guerra permite pouco espaço para debate sobre a abrangência e dimensão das operações militares. Na verdade, agências militares e de espionagem americanas agora operam em tamanho sigilo que muitas vezes é difícil encontrar informações específicas sobre o papel dos Estados Unidos em missões importantes no Iraque, Afeganistão, Paquistão e agora Líbia e Iêmen.

As operações também têm criado tensões com aliados importantes como o Paquistão e provocam dúvidas sobre se os espiões e soldados merecem as mesmas proteções jurídicas.

Oficiais reconhecem que as diferenças entre soldados e espiões têm diminuído.

"É realmente irrelevante se você chama isso de uma ação de espionagem ou de uma operação militar especial", disse Dennis Blair, um almirante de quatro estrelas aposentado e ex-diretor nacional de inteligência. "Realmente não acho que haja qualquer distinção".

O fenômeno de a CIA estar cada vez mais como o Pentágono e vice-versa tem críticos dentro de ambas as organizações. Alguns dentro do serviço de espionagem acreditam que a campanha de ataques no Paquistão, que se tornou fundamental na estratégia do governo Obama contra o terrorismo, tem distorcido a missão histórica da CIA como uma agência de espionagem civil e a transformado em um braço do Departmento de Defesa.

Henry Crumpton, um oficial de carreira da CIA e ex-oficial de alto escalão contra o terrorismo do Departamento de Estado, elogiou Petraeus como "um dos mais sofisticados consumidores da inteligência". Mas Crumpton alertou de forma mais ampla contra a "militarização da inteligência", conforme oficiais antes uniformizados assumem altos postos de trabalho no aparato de inteligência cada vez maior dos Estados Unidos.

Por exemplo, James R. Clapper Jr., um general da Força Aérea aposentado, é o atual diretor nacional de inteligência, principal assessor de Obama na questão. O major-general Michael Flynn, ex-oficial de inteligência no Afeganistão, em breve se tornará um dos principais assistentes de Clapper.

"Se a comunidade de inteligência for tomada por oficiais militares, eles compreensivelmente irão refletir as suas experiências", disse Crumpton.

No Pentágono, os novos papéis criam questões legais. Quanto mais os soldados são usados para operações de espionagem no exterior, mais eles correm o risco de serem presos e terem negadas as proteções da Convenção de Genebra, caso sejam capturados por governos hostis.

Ainda assim, poucos acreditam que a tendência possa ser revertida. Uma sucessão de guerras gerou tensão entre os agentes tanto do Pentágono quanto da CIA, e os Estados Unidos passaram a acreditar que muitos de seus inimigos atuais podem ser combatidos de maneira mais eficaz fazendo uso de informações de inteligência ao invés de poder de fogo.

Esses fatores aproximaram as operações militares e de inteligência nos anos seguintes aos ataques de 11 de setembro de 2001.

"Na prática, há uma indefinição nas missões", disse o senador Jack Reed, democrata de Rhode Island e integrante do Comitê de Serviços Armados, que serviu como oficial da 82 ª Divisão Aérea. "As operações militares podem poupar tempo na reconstrução das forças de segurança locais, mas a inteligência é a chave para essas operações e para antecipar as ações de seu adversário".

Autoridades americanas afirmam que as tensões e ressentimentos são agora muito menores do que quando o secretário da Defesa Donald Rumsfeld expandiu as operações de coleta de informações do Pentágono para se tornar menos dependente da CIA.


A "Ordem de Execução" sigilosa assinada por Petraeus em setembro de 2009 autorizou tropas de Operações Especiais dos Estados Unidos a realizar missões de reconhecimento e a construção de redes de inteligência - em todo o Oriente Médio e na Ásia Central - a fim de "penetrar, interromper, derrotar e destruir" grupos militantes e "preparar o ambiente" para futuros ataques militares americanos. Mas essa ordem que ampliou o papel dos militares na espionagem foi elaborada em conjunto com a CIA, segundo oficiais do governo.

Petraeus tem trabalhado em estreita colaboração com a CIA desde a missão na Bósnia nos anos 1990, um relacionamento que cresceu durante suas turnês de comando no Iraque e Afeganistão. Na realidade, algumas das missões que ele supervisionou parecem ter sido mais parecidas com operações clandestinas do que missões militares tradicionais.

Mesmo antes de Petraeus assumir como chefe do Comando Central dos militares supervisionando as operações no Oriente Médio, há quase três anos, ele encomendou um estudo sobre a ameaça representada por militantes em um país no qual poucos políticos americanos haviam se concentrado – o Iêmen. O braço da Al-Qaeda no Iêmen é considerado a ameaça mais imediata para os Estados Unidos.

A relação do generalal com o presidente do Iêmen Ali Abdullah Saleh foi bem documentada nos dossiês diplomáticos divulgados pelo WikiLeaks no ano passado. E as operações militares no país, começando com ataques aéreos em dezembro de 2009, estão envoltas em um sigilo ainda maior do que os ataques aéreos da CIA no Paquistão.

Saleh, no entanto, impôs um limite no pedido de Petraeus de enviar consultores americanos para acompanhar os soldados iemenitas em operações de contraterrorismo.

Agora, com o governo Saleh ameaçado de cair, Petraeus irá assumir o controle da CIA – e voltará a ser parte da guerra secreta dos Estados Unidos no Iêmen.

Fonte: IG

Auxiliary Power Unit (APU) do voo 447 localizada

Postado por Vinna sexta-feira, abril 29, 2011 0 comentários

O robô Remora 6000 encontrou novas peças do voo 447, da Air France, segundo informações divulgadas, nesta sexta-feira, pelo Escritório de Análises e Investigações da França (BEA, na sigla em francês). Uma das peças foi identificada como o , que é uma pequena turbina localizada na parte traseira da aeronave.

Contudo, o BEA ressalta que a busca pelos dados das caixas-pretas continua e nada foi encontrado, até o momento. Na terça-feira (26), o primeiro dia de buscas, o chassi que protege os dados gravados de uma das caixas-pretas foi localizado, mas sem a memória. Isso, na prática, significa que apenas a “carcaça” da caixa-preta foi encontrada, mas sem o componente que contém os dados técnicos do voo.

O BEA afirma, na nota desta sexta-feira, que as partes da frente e de trás do avião estão "quebradas e misturadas", o que torna as buscas mais demoradas e sistemáticas.



BEA divulga foto do Auxiliary Power Unit (APU) do voo 447

Em 31 de maio de 2009, o voo AF 447 caiu no oceano Atlântico, após decolar do Rio de Janeiro com destino a Paris, matando todas 228 pessoas a bordo.

Mesmo se as memórias das caixas-pretas forem localizadas, os investigadores ainda não sabem se elas poderão ser analisadas. Isso porque os destroços do avião estão há quase dois anos submersos a 3,9 mil metros de profundidade.

Pouco antes de embarcar no navio em Dacar, o responsável pela investigação do acidente da Air France, Alain Bouillard, disse que "é um desafio para o BEA poder analisar o conteúdo das caixas-pretas".

"Se tudo der certo, serão necessários vários dias de preparativos para ler o conteúdo delas e talvez várias semanas, se estiverem danificadas", afirmou.

Fonte: IG


Os Correios foram autorizados a ampliar sua atuação. A autarquia pode oferecer serviços como telefonia, internet, logística integrada, serviços bancários e ter participação em companhias aéreas. A alteração foi possível por uma medida provisória (MP) publicada nesta sexta-feira, 29/4, no Diário Oficial da União, estabelecendo mudanças no estatuto da empresa.

A MP também permite a atuação dos Correios em outros países, a participação societária em empresas e a constituição de subsidiárias. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, explicou que as medidas são para modernizar a empresa, já que o estatuto tem 42 anos.

“Queremos que os Correios sejam uma empresa moderna, com serviços da melhor qualidade. Provavelmente, é a única empresa que atua em todos os municípios do Brasil, então tem de atender bem”.

A empresa também deve aumentar a hospedagem de lojas de comércio pela internet, além de atividades como certificação digital, e-mail registrado, entrega de mensagens de forma sigilosa e segura e o serviço de correio híbrido, no qual é possível enviar uma correspondência eletrônica para ser impressa pela empresa antes de chegar ao destinatário.sa moderna, com serviços da melhor qualidade.
Na área de serviços eletrônicos, os Correios poderão oferecer o serviço de telefonia como operador virtual (Mobile Virtual Network Operator- MVNO), que permite alugar parte da rede de grandes empresas e oferecer linhas aos consumidores.

A empresa também pode entrar no setor de aviação. Ela poderá participar como sócia minoritária de uma companhia já existente, constituir sua própria empresa ou aumentar o tempo de validade dos contratos com as empresas aéreas, que hoje é de um ano, podendo ser renovado por mais cinco. Segundo Bernardo, os Correios gastam por ano cerca de R$ 300 milhões com serviços aéreos.

Os Correios também estão autorizados a oferecer serviços bancários. Hoje, a empresa tem o Banco Postal, que oferece os serviços de apenas um banco, definido por licitação. O ministro ressaltou que esse serviço tem hoje cerca de 11 milhões de contas e mais da metade são clientes com renda de até dois salários mínimos.
Com a MP, os Correios ficam autorizados a entrar como sócio do Trem de Alta Velocidade. Mas Paulo Bernardo disse que a empresa não vai disputar o leilão. O novo estatuto dos Correios vai permitir a ampliação da sua atuação no exterior, com a abertura de agências próprias. Hoje, as encomendas que são enviadas para fora do País passam por outras organizações, por meio de acordos de cooperação.

No novo formato, poderá ainda entregar diretamente objetos no exterior. Outra mudança é a obrigatoriedade de publicação anual dos balanços da empresa e a participação de um representante dos trabalhadores no conselho de administração.

Para que as mudanças entrem em vigor, um novo decreto com as mudanças no estatuto terá de ser assinado pela Presidência da República, o que poderá ser feito na próxima segunda-feira.

Fonte: Agência Brasil - Via Terror do Nordeste

Forças fiéis ao líder líbio Muammar Kadhafi adentraram a vizinha Tunísia e travaram um combate armado com tropas tunisianas em uma cidade fronteiriça nesta sexta-feira (29), à medida que o conflito na Líbia se espalha para além de seus limites.

Forças pró-Kadhafi dispararam projéteis contra a cidade de Dehiba, danificando edifícios e ferindo pelo menos um morador, e um grupo deles entrou na cidade em um caminhão, disseram residentes no local.

Soldados tunisianos cercam carro capotado após de forças leais a Kadhafi após combate em Dehiba, perto da fronteira com a Líbia (Foto: Zoubei Souissi / Reuters)

As tropas do governo líbio buscavam rebeldes anti-Kadhafi da irrequieta região das Montanhas do Oeste, que fugiram para a Tunísia nos últimos dias depois que as forças de Kadhafi retomaram os postos de controle anteriormente tomados pelos rebeldes.

"Houve muitos confrontos na cidade esta manhã. Muitos disparos. Os militares tunisianos se chocaram com as forças de Kadhafi... alguns apoiadores de Kadhafi foram mortos", disse Zoubeir Souissi, fotógrafo da Reuters em Dehiba.

"Há muita gente de Kadhafi ferida. Estão no hospital de Dehiba", disse ele.

Dois moradores também disseram que projéteis caíram sobre a cidade vindos de posições pró-Kadhafi na fronteira da Líbia.

"Cartuchos dos bombardeios estão caindo sobre as casas... uma tunisiana foi morta", disse um dos moradores, chamado Ali, por telefone.

Mais tarde ele afirmou que os combates e disparos haviam parado. "O Exército tunisiano está passando um pente fino na cidade. Não temos ideia do que aconteceu com as forças de Kadhafi lá porque o Exército tunisiano fechou os portões de acesso à cidade e ninguém pode entrar."

Misrata
Os combates entre os rebeldes e as forças leais a Kadhafi tentam assegurar o controle da fronteira com a Tunísia e do aeroporto de Misrata, após intensos bombardeios noturnos da Otan contra Trípoli.

Desde que as forças pró-Kadhafi foram expulsas na segunda-feira de Misrata, a grande cidade costeira a 200 km a leste de Trípoli, os combates prossiguem nos subúrbios da cidade.

Aproveitando sua vantagem, os rebeldes tentam fazer os aliados de Kadhafi retroceder mais ainda.

O ponto estratégico continua sendo a zona do aeroporto, controlado pelas forças do ditador. Em outras saídas, as forças regulares recuaram de 20 a 30 km, segundo os rebeldes, apoiados pelos ataques da Otan.

Fonte: G1

A Coréia do Sul e Espanha, acabaram de firmar um acordo de cooperação militar que visa a troca de peças de reposição e a compra destas em conjunto no intuito de reduzir o custo de aquisição destas e majorar o custo de manutenção de antigos caças. A Princípio a Força Aérea Espanhola vai fornecer peças para o F-4 Phantom da Força Aérea da Coréia do Sul, que retribuirá enviando a Espanha peças dos caças F-5.

A Espanha 'desarticulou' em 2002 seus esquadrões de caças F-4 e por isso possui um excedente de peças do modelo. Já a Coréia do Sul deve começar a aposentar seus esquadrões de F-5, em razão da entrada em operação do T-50. O ministério da Defesa sul-coreano espera economizar 1,3 bilhões de won ($ 1,2 milhões) com o negócio.

By Vinna com informações da Aviation Week e Yonhap.
Autorizada a reprodução desde que citada a origem do texto

Os estaleiros, que desejarem obter ou manter contratos da Marinha dos EUA deveriam olhar para o programa Littoral Combat Ship (LCS) como inspiração, disse o Secretário da Marinha Ray Mabus.

"Temos que construir com arquitetura aberta," Mabus disse a um grupo de jornalistas de defesa em Washington em 27 de abril. "Temos que construir navios modulares como o LCS, desta maneira não será necessário mudar o casco a cada nova mudança tecnológica".

Para fazer desta estratégia bem sucedida, Mabus reconhece, a Marinha também tem que mudar suas práticas de construção naval. "Nós devemos a indústria de projetos mais estáveis", diz ele, acrescentando que a Marinha não pode projetar em paralelo com a construção dos navios. "Devemos à indústria tecnologias mais maduras."

Quando a tecnologia mudar, a Marinha deve adiar sua introdução até a próxima revisão do projeto do navio, ou então até o próximo bloco de navios encomendados em vez de insistir que os contratados enxertem de qualquer maneira as melhorias nas embarcações em meio à construção, segundo Mabus. Finalmente, ele disse que, a Marinha deve transparência aos empreiteiros, sobre o número de navios que se deseja adquirir e sobre o valor que pretende pagar por eles.

O Congressional Budget Office (CBO), o US Government Accountability Office e Congressional Research Service todos questionaram o plano de construção naval da Marinha.

A Marinha, dizem eles, não tem como comprar todos os navios que diz que precisa nas próximas décadas com o orçamento que provavelmente lhe estará disponível.

Além disso, a CBO aponta que enquanto as autoridades da Marinha continuam a defender junto ao Congresso uma frota total de 313 navios durante o início deste século, o plano de construção e de compra realmente produzirá uma dúzia de navios a mais - o que poderia ser ainda mais difícil de suportarorçamentariamente. O CBO contabiliza navios de apoio e outras embarcações que a Marinha normalmente não inclui no seu número total de 313 navios.

E, enquanto o número de 313 navios é o objetivo declarado da Esquadra, Mabus reconhece que o plano atual da Marinha deve produzir um número de cerca de 325 navios na década de 2020.

À medida que a Marinha mantenha uma limitação nas inserções de nova tecnologia e oferecer melhor custo e os números da frota de navios para os fabricantes e construtores navais, eles, por sua vez, deverão a Marinha uma redução no custo e horas necessárias para construir os navios, disse Mabus. E os contratantes precisam se comprometer definitivamente com essa mudança aumentando o que eles estão dispostos a gastar em seus estaleiros. "Eles devem fazer os investimentos em infra-estrutura e da força de trabalho para que as numero de homens-hora possa cair", disse ele.

Fonte: Aviation Week - Tradução: Felipe Salles - Alide


O programa americano de escuta para captar eventuais emissões de civilizações extraterrestres foi cancelado no dia 15 de abril passado por falta de verba, após os cortes no orçamento federal.

O corte na verba para o SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), fundado em 1984, obrigou esta organização sem fins lucrativos e instalada na Califórnia a paralisar seus 42 radiotelescópios, conhecidos por ATA (Allen Telescope Array), a partir do dia 15 de abril.


O complexo está situado em Hat Creek, no nordeste da Califórnia, 500 km ao norte de San Francisco. O sistema "ATA está em hibernação devido à falta de verbas para seu funcionamento", informou o diretor do SETI, Tom Pierson, no site da instituição.

"A hibernação significa que (...) os equipamentos não estão mais disponíveis para as observações de rotina, mas sua manutenção será garantida por equipes fortemente reduzidas".


Fonte:
eBand - Via: Arquivos do
Insólito


Documento das Forças Armadas liberado após 41 anos de sigilo revela que, em 1970, aviões da FAB despejaram bombas em áreas civis na região do Vale do Ribeira, em São Paulo, durante cerco ao grupo do guerrilheiro Carlos Lamarca, da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária).

O papel confirma o que poderia antes parecer exagero dos relatos feitos pelos militantes de esquerda que participaram do conflito: "Aviões B-26, da FAB, bombardearam regiões suspeitas".

O ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, 69, hoje capitão da reserva do Exército e na época braço direito do ex-capitão do Exército Lamarca, confirmou ontem à Folha que durante dez dias viu aviões sobrevoando a região e ouviu explosões que ele julgou serem de bombas caindo na região de Jacupiranga, a cerca de 30 km de Registro.


"Eles escolhiam para bombardear as reentrâncias da serra do Mar, onde achavam que estávamos escondidos. Jogavam as bombas no início da manhã e à tarde."

"Para eles, não era só nos caçar, era também fazer exercício de guerra diferente."

Em fuga, Rodrigues, o "Leo", se escondeu na mata até ser preso, agredido e levado a São Paulo, onde foi submetido a torturas diárias.

Ele era um aliado de Lamarca desde os anos 60, quando deixou o Exército para seguir o capitão. Depois, exilou-se em Cuba até 1980.

A Folha também localizou o motorista de Lamarca, Joaquim dos Santos, o "Monteiro". Ele escapou da região e avisou outros membros da VPR, mas acabou preso pela Oban (Operação Bandeirante). Lá ouviu de policiais relatos sobre o bombardeio. "Eles falavam que tinha é que jogar bomba mesmo."

O relatório que cita o bombardeio foi produzido pelo CIE (Centro de Informações do Exército), redistribuído pela Aeronáutica e integra o lote de 50 mil documentos entregues recentemente ao Arquivo Nacional de Brasília. O texto descreve a "Operação Registro", desencadeada pelo Exército, pela Aeronáutica e pela Polícia Militar de São Paulo entre 27 de abril de 5 de maio de 1970.

A partir das primeiras informações fornecidas sob tortura, por presos no Rio, o Exército chegou à região do grupo de 19 guerrilheiros liderados por Lamarca.

Ele, contudo, conseguiu romper o cerco militar e conseguiu chegar ao sertão da Bahia, onde foi cercado e morto no ano seguinte.

Fonte:UOL Via: O Informante

O protótipo da empresa Urban Aeronautics pode ser usado em operações de combate ou missões de salvamento


A companhia israelense Urban Aeronautics projetou um veículo voador que funciona sem a presença de um piloto.

O protótipo, apresentado nesta quinta-feira na sede da empresa, pode ser usado tanto em operações de combate quanto em missões de salvamento., voando bem perto do solo ou sobre terrenos acidentados.


Fonte: Folha.com - Via Arquivos do Insolito

HJT Sitara-36 se acidenta

Postado por Alina Stewart quinta-feira, abril 28, 2011 0 comentários

O protótipo do treinador avançado indiano Hindustan Aeronautics HJT-36 Sitara caiu durante um vôo de teste sobre uma área escassamente povoada, no estado indiano de Tamil Nadu, ao sul da India. Segundo os informes iniciais, a tripulação formada por dois pilotos de teste logrou ejetar em segurança. A aeronave não causou qualquer dano em solo após a queda. O Sitara foi concebido como substituto do já obsoleto HAL-Kiran. O Sitara é um projeto convencional subsônico de asa baixa baixa e cockpit biplace em tandem .


Inacreditável. O primeiro protótipo (S-3466), do treinador da Índia jato intermediário (HJT Sitara-36) caiu no sul da Índia, hoje cedo, mas ambos os pilotos ejetados segura. O HJT-36 pretende alcançar folga operacional inicial até ao final deste ano, e vem enfrentando atrasos na sequência de desafios em ensaios de rotação. Não tenho certeza se acidente de hoje teve alguma coisa a ver com isso. Isso é terrivelmente más notícias. Este foi o mesmo protótipo que foi severamente danificado em fevereiro de 2007, ano Aero Índia mostram isso. E agora ela se foi. É uma pena. - Foto Devnath © Rahul / Rakshak Bharat

O cronograma de desenvolvimento do HJT-36 Sitara já encontra-se atrasado em razão da substituição do motor Snecma Larzac 04H20 original por um NPO Saturn 55I. O programa também encontra-se em atraso por conta de um acidente com a mesma aeronave hora sinistrada que foi danificada durante a Aero Índia 2007.

By Vinna com informações do

Autorizada a reprodução desde que citada a origem do Texto

A proposta apresentada por Portugal, França, Reino Unido e Alemanha, que defende uma clara condenação internacional da violência na Síria e a investigação independente dos factos, esbarrou na oposição da Rússia e da China.

Os europeus fracassaram na sua tentativa de fazer com que o Conselho de Segurança das Nações Unidas emitisse uma declaração condenando a violência do regime sírio contra os manifestantes antigovernamentais.



Um rascunho de declaração apresentado pelos quatro países europeus no órgão – França, Reino Unido, Alemanha e Portugal – não encontrou apoio em Nova Iorque.

Com a declaração, procurava-se condenar a violência contra manifestantes pacíficos, pedir o fim imediato da repressão do governo e iniciar uma investigação independente dos recentes acontecimentos no país. Segundo activistas de direitos humanos, cerca de 400 pessoas já morreram devido à acção das forças de segurança na repressão aos protestos contrários ao regime.

A oposição à proposta europeia veio principalmente dos embaixadores da Rússia e da China na ONU, que afirmaram que a situação na Síria não pode ser considerada uma ameaça à paz e à segurança internacional. Por isso, descartaram uma declaração condenando a Síria e também uma investigação independente da situação no país. A Rússia alertou que uma interferência externa poderia iniciar uma guerra civil na Síria. Também o Líbano foi contra a proposta europeia.

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