Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

J-10B para o Paquistão ?

Postado por Vinna domingo, julho 31, 2011 0 comentários

A China ofereceu equipar a Força Aérea do Paquistão com um esquadrão dos modernos caças multifuncionais J-10B em uma tentativa de incrementar o poder de dissuação do seu vizinho e aliado mais proximo.

A oferta ocorreu duranta a visita a China do General Comandante Geral do estado Maior, Tenente-General Waheed Arshad, que encerrou ontem um longa visita de uma semana a China.

O J-10B é a versão mais moderna e avançada do caça J-10 que muitos alcunham de cópia do F-16 americano. A nova versão alem de armamentos mais avançados possui melhoramentos aerodinâmicos e revestimento de material especial absorvente de sinais de radar.


By Vinna com informações do China Defense

O Comando da Aeronáutica recebe na Espanha, ao longo desta semana, o primeiro avião de patrulha marítima P-3AM modernizado. O grupo de técnicos e pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB) trabalha na Airbus Military, integrante do grupo EADS, contratada para revitalizar 9 aeronaves de um lote de 12. A empresa europeia fornece o novo sistema eletrônico, digital.

O valor do programa é estimado em US$ 500 milhões, cerca de R$ 1,3 bilhão pela cotação média do dólar em abril de 2005, quando o financiamento foi formalizado. O pacote total envolve 12 aeronaves. Nove serão operacionais e as outras três, utilizadas como reservas de peças e componentes. Há uma boa razão para isso. Os P-3 foram fabricados pela americana Lockheed entre os anos de 1964 e 1965. Há uma certa dificuldade em obter material de reposição.

Os aviões vão ficar em Salvador, operados pelo 1º/7º Grupo de Aviação - Esquadrão Orungan. Os especialistas em aviação de patrulha da FAB poderão levar a observação oceânica até o limite da África, expandindo consideravelmente a capacidade de busca e resgate.

Fonte: G1

a noite desta sexta-feira (29), o Senado dos Estados Unidos rejeitou o plano aprovado horas antes na Câmara dos Representantes para reduzir o déficit orçamentário do país e elevar o limite de endividamento do governo federal. O prazo para que republicanos e democratas cheguem a um acordo termina na próxima terça-feira (2) – data em que o governo federal pode começar a ficar sem recursos para pagar suas dívidas. Democratas e republicanos devem passar os próximos dias discutindo um possível acordo para evitar o calote – mas é dífícil prever o que irá ocorrer.

O G1 ouviu especialistas para analisar quais seriam os cenários possíveis e os principais desdobramentos – para os EUA e para a economia mundial – em três situações diferentes: caso os parlamentares consigam um acordo; caso o presidente Barack Obama eleve o teto da dívida à revelia do Congresso por meio de um decreto, ou, em última hipótese, se ocorrer um eventual calote.

1 – Acordo:
Uma das possibilidades para a solução do impasse é justamente o que tem causado o conflito no Congresso: um plano sobre o teto da dívida que seja aprovado tanto pelos republicanos quanto pelos democratas. Esse plano, além de aumentar o limite de endividamento do país, hoje em US$ 14,3 trilhões, precisaria possibilitar o reajuste das contas do governo dos EUA em longo prazo, explica o coordenador do curso de Negócios Internacionais e Comércio Exterior da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Evaldo Alves.

Impassse entre republicanos e democratas

Prazo
Os Estados Unidos têm até o dia 2 de agosto para aprovar um plano para elevar seu limite de endividamento, atualmente em US$ 14,3 trilhões. Caso contrário, o país não terá dinheiro suficiente para pagar suas dívidas.

Planos
Republicanos e democratas não conseguem fechar um projeto em comum. O presidente Barack Obama defende um plano bipartidário definitivo, que prevê cortes de gastos e põe fim a isenções de impostos aos mais ricos. Os republicanos, contudo, propõem um plano de cortes de gastos e aumento do teto da dívida em duas fases, o que o presidente não quer, já que seria necessário debater o assunto novamente em 2012, ano de eleições no país. O plano republicano foi aprovado na Câmara nesta sexta-feira, mas barrado em seguida pelo Senado, de maioria democrata.

Possíveis desdobramentos

Acordo
Com a aprovação de um plano aceito por republicanos e democratas, os EUA poderiam honrar suas dívidas e reajustar suas contas em longo prazo. Nesse caso, tanto a situação, oposição, ou ambos os lados precisariam ceder em algum ponto. A aprovação de um plano evitaria, ainda, repercussão negativa nos mercados pela dificuldade de negociação política no país, considerado o melhor pagador do mundo.

Calote
O calote da dívida colocaria em xeque a classificação do país de pagador mais seguro do mundo, provocando incertezas e um caos nos mercados financeiros. Sem o dinheiro para honrar todas suas dívidas, os EUA precisariam priorizar os pagamentos mais importantes. Além dos juros dos títulos da dívida, entram nas despesas gastos sociais, com idosos, saúde, com o Exército, entre outros.

Decreto
Obama só poderia elevar o teto da dívida arbitrariamente, com um decreto, em casos extremos, como o de uma guerra, afirmam especialistas. Para enquadrar a situação atual em emergência, contudo, Obama precisaria fazer uma “ginástica” que, além de vista como improvável por economistas, seria desgastante ao governo. A solução viria diante da impossibilidade do Congresso de chegar a um acordo. Mostraria que nem um dos lados soube ceder. Além disso, o decreto não evitaria a necessidade de aprovação de um plano de longo prazo.

“Em condições normais, o ideal seria chegar a um acordo e, como decorrência, a uma aprovação de um plano de contenção de gastos e aumento de impostos (...). Só que os EUA estão passando por uma época em que começa a existir um grande radicalismo político, nenhum lado quer abrir mão (...). É um diálogo entre surdos”, avalia o especialista. Os republicanos, por exemplo, não querem aumento dos impostos. O presidente Obama, por sua vez, defende alta dos tributos apenas aos mais ricos.

Para os especialistas, a aprovação de uma espécie de “plano bipartidário” seria a solução para a questão, ou seja, uma proposta que inclua apenas os itens em comum nos projetos de cada um dos lados, explica Antonio Carlos Alves dos Santos, coordenador do curso de Economia Internacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Existem dois planos em discussão atualmente. Um plano elaborado pelos republicanos foi aprovado nesta sexta-feira pela Câmara, onde o partido tem maioria, mas rejeitado pelo Senado. O outro, apoiado pelos democratas, por sua vez, tem maior facilidade de ser aprovado no Senado, onde têm a maior parte dos assentos. Republicanos ainda podem tentar uma nova versão do plano.

Acontece que os mesmos planos podem ser barrados quando forem discutidos nas casas opostas, explica o professor da PUC-SP. O próprio presidente Obama chegou a afirmar que, caso o plano dos republicanos passasse no Senado, ele o vetaria.

“Estou espantada de ver a incapacidade política do Congresso americano”, resume Cristina Helena Pinto de Mello, professora de Macroeconomia do curso de Administração de Empresas da ESPM. Para ela, será muito difícil que republicanos e democratas cheguem a um acordo até o dia 2 de agosto. Um dos problemas, na opinião da professora, é que os próprios republicanos estão “fragmentados”, o que dificulta a coordenação política.

“Em havendo uma aprovação, sai todo mundo muito desgastado politicamente”, destaca. “Não consigo acreditar que aprovem um aumento integral da dívida de forma a deixar o presidente Obama com margem de conforto [para governar].”

A disputa política pode trazer, entre as consequências, uma reclassificação da nota da dívida dos EUA, na opinião de Cristina. “Fundos que carregam os títulos vão sofrer um impacto. (...) Imagino que estes fundos estejam pressionando para a construção deste acordo.”

O professor Arthur Bernardes do Amaral, do Departamento de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), destaca que só será possível um acordo caso republicanos cedam em alguns pontos e democratas façam determinadas concessões. “A própria filosofia do Obama é o diálogo, ele é muito da construção em conjunto. O problema é quando o interlocutor não quer conversar”, diz.

A aposta do professor é que, no último momento, os republicanos se sensibilizem – e usem isso em benefício próprio. “Vão sair desta história dizendo: ‘flexibilizei em nome do interesse nacional’. Eles sairão como benevolentes e o Obama como desesperado.”

Não conseguir um acordo, porém, também seria “uma tremenda derrota para o Obama”, avalia Amaral, da PUC-RJ. “Seria uma derrota no voto, mas principalmente nas consequências, porque teria que rever uma série de programas, de impostos para a classe média, e isso seria um revés político”, diz.

Carlos Eduardo Stempniewski, professor do curso de Política e Economia das Faculdades Integradas Rio Branco, acha que há “uma possibilidade bastante boa que [democratas e republicanos] não cheguem a acordo nenhum”. “Se o Obama aceitar os cortes sociais e não aumentar impostos, fica em situação ruim com relação a suas propostas. Se elevar o teto da dívida, fica ruim para a turma de republicanos.”

Para ele, um dos grandes problemas – que, inclusive está dificultando um acordo – é a ignorância dos políticos em relação à economia. “A sensação que fica é que a maioria daqueles deputados não tem muita noção do impacto que isso traria para a economia mundial. Acho que há uma ignorância sobre o que é economia, como funciona”, critica.

Além disso, preocupa-o a radicalização, principalmente dos republicanos que integram o chamado “Tea Party”. “Além de não entender de economia, eles não querem discutir.”

Porém, na opinião de Stempniewski, não se tem certeza absoluta de que o dia 2 de agosto seja mesmo “o dia D”. Quando, porém, o prazo finalmente se esgotar, o professor acredita em um acordo que contemple, por exemplo, corte de gastos sociais e aumento de impostos, portanto, com os dois lados cedendo um pouco.

O professor diz que, de imediato, pode haver um pânico generalizado, com bolsas e dólar caindo, mas que, passado o “terrorismo”, os banqueiros pressionarão o Congresso, que poderá decidir a favor do Obama.

2 – Decreto:
Caso o Congresso não chegue a nenhum acordo até o dia 2 de agosto, uma possibilidade seria que o presidente Obama elevasse o teto da dívida por meio de um decreto, por exemplo. O professor Arthur Bernardes do Amaral, da PUC-RJ, explica, porém, que Obama só poderia tomar uma atitude arbitrária em casos extremos. “Só pode em caso de segurança nacional. Ele não poderia fazer isso ordinariamente, só extraordinariamente.”

Caso esta seja a escolha de Obama, Amaral diz que “as consequências políticas seriam muito graves”. “Ele seria acusado de arbitrariedade. (...) O país foi fundado em cima do princípio de combater a tirania. Se o Obama agir como um autocrata, vai passar por cima da divisão do poder.” Isso, na opinião do professor, poderia comprometer uma tentativa de reeleição em 2012.

Evaldo Alves, da FGV, diz que a legislação americana dá o poder do decreto ao presidente, mas também reforça que apenas em casos extremos, como o de uma guerra. “Se ele alegar que é situação de emergência, semelhante à guerra, ele pode fazer”, diz. O especialista avalia, contudo, que essa alternativa seria muito desgastante ao presidente, que precisaria fazer uma “ginástica” muito grande para enquadrar a atual situação do país em tamanha situação de emergência para fazer o decreto.

Alves dos Santos, da PUC-SP, avalia que a opção de decreto é sustentada, mas seria impopular até mesmo para os republicanos, já que a opção só aconteceria caso eles não tivessem cedido a um acordo. “A pressão cairia também sobre os republicanos (...). Todos estão em uma situação complicada”, diz.

Para Rodrigo Zeidan, professor de Economia e Finanças da Fundação Dom Cabral, Obama dificilmente chegaria ao ponto de tomar a decisão sozinho. “Ele não tem essa imagem (...). Nas propostas recusadas pelos republicanos ele fez concessões que até os democratas criticaram”, afirma. Ainda na opinião de Zeidan, o decreto poderia dar margem aos republicanos afirmarem que tentaram acertar o país e Obama não aceitou.

Os especialistas avaliam, contudo, que um decreto que apenas aumentasse o teto da dívida não resolveria o conflito econômico do país. A medida só postergaria novas negociações no Congresso, já que seria necessário um plano com outras ferramentas além do aumento do limite de endividamento.

Para Cristina, da ESPM, não há a possibilidade de resolver a questão via decreto. “Dá impeachment, não pode”, diz. “O que estão fazendo agora é tentar achar uma brecha na interpretação do texto jurídico. Não é fazer alteração jurídica.”

Cristina destaca, porém, que esta não seria uma boa solução. “O mais provável seria não correr o risco de um questionamento jurídico, que vai expor o presidente da República.”

Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, refuta a possibilidade de um decreto. Para ele, a oposição pode até tentar “empurrar Obama para uma decisão pela radicalização”. “Vão empurrar o Obama para uma decisão solitária, porque aí eles não têm responsabilidade. Obama vai fingir que não entendeu e vai ‘sentar em cima do caixa’ e pagar seletivamente”, avalia.

3 – Calote:
Apesar de considerada remota pelos especialistas, a possibilidade de calote da dívida americana coloca em cheque a classificação de pagador mais seguro do mundo.

“Nos mercados financeiros, já estaria o caos no dia seguinte (...). Isso sinalizaria a incapacidade dos Estados Unidos de fazer um acordo, o que, em longo prazo, é preciso. Um calote seria um sinal de que nem mais nos EUA a coisa acontece. Geraria uma incerteza, já que para todos os investidores do mundo inteiro, o título americano é o mais seguro do mundo”, afirma o professor de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Eduardo Soares Gonçalves.

O professor Evaldo Alves, da FGV, lembra que o calote, contudo, não aconteceria com todas as dívidas do país. Nesse caso, o governo iria priorizar quais pagamentos são os mais importantes. Ou seja, o país não terá condições de pagar algumas despesas, entre elas os gastos sociais, com idosos, saúde, com o Exército, entre outros.

O professor Zeidan, da Fundação Dom Cabral, diz que a primeira coisa que vai continuar a ser paga são os juros da dívida. “Pode haver atraso nos pagamentos de algumas contas, cheques de seguridade social, pensões, aposentadorias. (...) Provavelmente vai ser temporário, não é nada tão drástico”, afirmou.

Para Amaral, da PUC-RJ, na eventualidade de um calote, isso seria “o fim da era da credibilidade plena e automática por parte dos Estados Unidos”, mas que, ainda assim, “não abalaria a economia do país de morte”. “Seria um choque, mas que seria um sinal dos tempos, de que os Estados Unidos não são mais invulneráveis, existem outros atores emergindo e ele será mais um. Seria o indício de que o país não é imune a tudo. Não deixaria de ser a principal economia do mundo, mas teria um choque de credibilidade”, analisa.

Para a economia mundial, ele acredita que haveria “reverberações nos mercados de capitais”, mas não a longo prazo. “No pior dos mundos, pode ocorrer uma desvalorização maior do dólar por uma semana, depois começaria a acertar os ponteiros e veria as consequências reais.”

Cristina, da ESPM, descarta a possibilidade de um calote total, mas não a de um “calote negociado”. “O governo arrecada recursos todos os dias. (...) Talvez o Tesouro americano possa, de alguma forma, selecionar o que vai ser pago. Aí não se pode questionar o presidente. Ele pode atrasar pagamentos que interessem a seus oponentes políticos, por exemplo”, descreve.

“Uma suspensão de pagamento é como se fosse um calote. Pode usar o eufemismo de dizer que é um calote negociado.” Cristina não acredita que governo e oposição cheguem a um acordo a tempo e aposta que o que pode ocorrer é justamente um atraso no pagamento.

“Todo o sistema financeiro internacional está assentado sobre a moeda de reserva, que é a norte-americana, mas principalmente sobre os títulos. Essa situação merece muita atenção. Não temos alternativa, mas isso vai mudar a composição das reservas. A China tem furiosamente dado declarações com relação a isso. E a última vez que a China fez recomposição [das reservas] quase causou um tsunami na economia mundial.”

Para Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, se for obrigado a tomar uma decisão solitária, Obama poderá fazer uma “gestão seletiva de recursos”. “Como a base dele é muito voltada ao social, não acredito que deixe de pagar pensões, aposentadorias. Vai cortar fornecedor do Pentágono, gasto de militares. Vai fazer uma gestão seletiva de recursos, não no social, mas principalmente na indústria de guerra e de banco”, avalia.

Para o professor, o pagamento seletivo pode ser considerado uma espécie de “pré-calote”. A consequência imediata de um não-pagamento seria o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos pelas agências de classificação de risco.

Análise
Para falar da tentativa de um acordo entre governo e oposição – e de um eventual fracasso – o professor Carlos Eduardo Stempniewski, das Faculdades Integradas Rio Branco, destaca que é preciso entender toda a questão de três pontos de vista diferentes: histórico, econômico e político.

“Grande parte deste problema vem de situações criadas pelos republicanos no passado: Segunda Guerra Mundial, guerra da Coréia, do Vietnã, do Iraque e, agora, do Afeganistão, fora outras confusões localizadas que foram protagonizando”, diz. “O histórico republicano de acumular déficits em cima da máquina de guerra é o grande responsável por esta situação que está aí hoje, é a origem do problema.”

“Quando a gente olha a questão econômica pura e simples envolvida, existe uma situação muito clara: os Estados Unidos gastam mais do que conseguem produzir ou guardar ou ter em reservas. Portanto, é obrigado a se endividar eternamente”, explica. “Os Estados Unidos hoje precisam reduzir despesas, como a máquina de guerra; cortar despesas internamente, como programas sociais. (...) Tecnicamente não existe nenhuma saída que não contemple cortar gastos e aumentar impostos.”

Do ponto de vista político, Stempniewski lembra que não se pode perder de vista a eleição de 2012. “O que o Obama quer? Quer criar uma situação que prejudique os republicanos e qualquer candidato deles. E os republicanos querem criar uma situação que prejudique a figura do Obama e a torne inviável para a reeleição no ano que vem. Isso é como briga de marido e mulher: é ódio, ressentimento, uma série de questões muito pessoais que leva as pessoas a fazerem os maiores absurdos possíveis”, conclui.

Fonte: G1

O governo dos Estados Unidos está correndo contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até o dia 2 de agosto o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA podem ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, há risco de calote - que seria o primeiro da história americana.

A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios.

Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões, que é o valor máximo estabelecido por lei.

Isso porque, nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.

Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou em pronunciamento na Casa Branca que a falta de um acordo que permita elevar o teto da dívida do país trará problemas sérios à economia. (Assista, no video ao lado, o comentário de Miriam Leitão sobre a situação econômica dos EUA)

Um eventual calote do país que é considerado o pagador mais seguro do mundo teria efeitos também para o Brasil: por exemplo, encareceria o custo de financiamento para bancos e empresas brasileiras, valorizaria o dólar e aumentaria o preço dos importados, o que geraria inflação.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que espera “sensatez” do governo e de políticos norte-americanos para solucionar o impasse sobre a negociação da dívida dos EUA

Entenda os pontos mais importantes das negociações.

Debate e negociações

presidente Barack Obama e os demais representantes do governo têm lutado nos últimos dias para convencer o Congresso a ampliar o limite de endividamento permitido ao governo.

Cinco rodadas de conversações na Casa Branca não produziram nenhum acordo, mas geraram disputas partidárias. As negociações devem ser retomadas no fim de semana.

Essa negociação é comum no Congresso americano, onde ocorre de forma periódica desde 1917 (data em que foi estabelecido um limite legal para o endividamento do país). Desta vez, no entanto, a renegociação do teto da dívida enfrenta um impasse.

O que é a dívida dos EUA

Assim como outros países - inclusive o Brasil - o Tesouro norte-americano emite no mercado financeiro papéis respaldados pelo governo para financiar as atividades do governo federal, como pagamento de funcionários e fundos de previdência.

No caso dos EUA, os títulos são conhecidos como Treasuries, comprados por investidores do mercado financeiro que são remunerados com juros: os títulos americanos são considerados os mais seguros do mundo e, por isso, atraem tantos investidores interessados em comprar seus papéis.

Para quem os EUA devem

Brasil, China, Japão, Reino Unido e os países exportadores de petróleo estão entre os maiores credores estrangeiros que detêm 32% dos títulos da dívida pública dos Estados Unidos.

Segundo os números do Departamento do Tesouro, a dívida pendente dos EUA somava, no último dia 30 de junho, US$ 14,3 trilhões, dos quais US$ 4,6 trilhões eram "pastas intergovernamentais" e US$ 9,7 trilhões eram dívidas nas mãos do público.

Os EUA devem somente ao Brasil a quantia de US$ 187 bilhões. O maior credor do país é a China, com US$ 1,1 trilhão, seguida pelo Japão com US$ 882,3 bilhões, o Reino Unido com US$ 272,1 bilhões e os exportadores de petróleo com US$ 211,9 bilhões.

Outros grandes detentores de bônus e títulos da dívida americana são os bancos radicados no Caribe, que acumulam títulos no valor de US$ 169 bilhões, Taiwan com US$ 155 bilhões, Rússia com US$ 151 bilhões, Hong Kong com US$ 135 bilhões e Suíça com US$ 107 bilhões

Por que a dívida está tão alta

O alto nível de endividamento dos EUA ainda reflete, entre outros fatores, efeitos da "ressaca" da crise financeira desencadeada em 2008 pela quebra do banco Lehman Brothers. Isso porque, em tempos de recessão, um país precisa de mais dinheiro para estimular a economia.

No caso dos EUA, o país emitiu mais papéis para ter dinheiro para evitar a falência de empresas e bancos em dificuldades, isentar e reduzir alguns impostos, e pagar benefícios sociais como seguro-desemprego, mais necessários em épocas de demissões e cortes de pessoal.

A decisão de socorrer setores da economia que estavam em risco de falência endividou não só os EUA, mas de outros países que hoje enfrentam problemas com a dívida: Grécia, Irlanda e Itália, por exemplo.

Antes disso, os EUA já haviam gastado muito dinheiro ao longo dos anos para financiar guerras e ações militares. Iniciadas há quase dez anos, após os atentados de 11 de setembro de 2001, as operações norte-americanas no Afeganistão custam atualmente mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 3,1 bilhões) por semana aos cofres americanos, o que tem despertado cada vez mais críticas, tanto de republicanos quanto de democratas.

Obama X oposição

Por trás da discussão em torno dos números da dívida, há uma disputa política entre parlamentares do governo e da oposição, como explica o economista Miguel Daoud, da Global Financial Advisor.

A oposição republicana, adversária política de Obama, exige que o aumento do limite seja vinculado a cortes maiores no orçamento americano dos que os desejados pelo governo democrata, com medidas como aumento de impostos e corte de benefícios sociais, que poderiam afetar a vida do cidadão americano comum.

"Como o Obama está prestes a começar uma campanha para reeleição, a oposição está exigindo cortes em setores da economia que vão afetar a popularidade do presidente", avalia Daoud. A popularidade de Obama está baixa nos EUA, embora tenha tido um fôlego temporário com a morte de Osama Bin Laden.

O presidente norte-americano, por outro lado, quer sair do impasse sem frear ainda mais a economia. Obama disse concordar com maiores cortes de gastos e quer que os republicanos aceitem algum aumento de impostos sobre os norte-americanos mais ricos. Eles recusam.

E se o teto da dívida não for elevado?
Segundo uma pesquisa do centro de estudos Bipartisan Policy Center (BPC), os gastos federais podem ter que ser reduzidos em até 44% em agosto. O governo federal tem cerca de US$ 306,7 bilhões em obrigações a pagar no mês, a partir do dia 3. No mesmo período, a estimativa é de que a arrecadação seja de US$ 172,4 bilhões, o que obrigaria o governo a priorizar pagamentos.

O estudo mostra que os recursos arrecadados seriam suficientes apenas para pagar os juros da dívida, os planos de assistência médica Medicare e Medicaid, a previdência social, seguro desemprego e contratos de defesa. Sem cortes nesses setores, não haverá dinheiro para manter as próprias estruturas de governo, como departamentos de Justiça, Comércio e Trabalho; pagar salários, exército, programas educacionais e de moradia para as classes mais baixas.

Fama em risco
A agência classificadora de risco Moody's anunciou nesta quarta-feira (13) que considera baixar a nota da dívida dos Estados Unidos, que atualmente se encontra no melhor patamar possível, em "Aaa". O mesmo aviso foi dado pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P).

Na prática, isso significaria aos EUA , que atualmente são referência de pagamento seguro no mundo, e têm, na avaliação das agências de classificação, risco praticamente nulo de calote.

Reclamação da China

A China, maior credor dos EUA com US$ 1,1 trilhão em bônus, pediu que os Estados Unidos adotem medidas mais responsáveis a fim de proteger os interesses dos investidores nos títulos do Tesouro americano (Treasuries).

"Nós esperamos que o governo norte-americano adote políticas responsáveis para proteger os interesses dos investidores", disse Hong Lei, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China.


O que isso tem a ver com o Brasil

Na avaliação do economista Miguel Daoud, da consultoria Global Financial Advisor, um eventual calote dos EUA teria impactos econômicos no Brasil, que vive momento de dólar baixo e forte consumo de importados.

Encareceria o custo de financiamento para bancos e empresas brasileiras, que precisam captar dinheiro no exterior; valorizaria o dólar e aumentaria o preço dos importados, o que geraria inflação; causaria também, consequentemente, a necessidade de se aumentar ainda mais os juros para controlar os preços.

"Geraria inflação com o importados, resultaria em aumento juros e aumentaria a proporção dívida/PIB", estima Daoud que, embora não descarte essa hipótese, considera improvável que um acordo entre governo dos EUA e Congresso não seja alcançado.

Com informações da Reuters, da BBC, da AFP e de agências internacionais - Via G1

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu neste domingo (31) que o presidente da Síria, Bashar al Assad, interrompa a ofensiva militar contra os manifestantes, a qual deixou cerca de 140 mortos somente neste domingo. "O secretário-geral está muito preocupado com as informações da Síria de que centenas de manifestantes foram assassinados em Hama (centro) e em outros povoados e cidades do país", disse o porta-voz da ONU, Martin Nesirky.


Ao menos 100 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas durante uma ofensiva do Exército em Hama, cidade rebelde do centro da Síria, em um dos "dias mais sangrentos" desde o início da revolta contra o regime, segundo ativistas.

Segundo o porta-voz da ONU, Ban "condena com firmeza o uso da força contra a população civil e pede ao governo da Síria que detenha a violenta ofensiva de uma vez".

Mais cedo, o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, também já havia condenado o ataque do regime sírio, pedindo que Damasco começasse uma transição do poder. "Condeno a intervenção militar em Hama e em outras cidades (...). A matança deve cessar agora e o regime deve começar a transferir o poder", afirmou Buzek em comunicado.
"A utilização de armas pesadas e a matança de civis inocentes não pode se justificar. O regime sírio e a hierarquia militar tem que compreender isso", completou.
O presidente do Parlamento Europeu é o primeiro responsável das instituições da UE a reagir.
Repressão
Ao menos cem pessoas morreram neste domingo (31) e dezenas de outras ficaram feridas, segundo militantes dos direitos humanos, em uma importante ofensiva do exército em Hama, cidade rebelde do centro da Síria que o regime do presidente Bashar al Assad tenta derrotar há várias semanas.
O exército ainda teria matado três manifestantes próximo à principal mesquita da cidade de Deraa neste domingo (30), de acordo com relatos de ativistas ouvidos pela agência Reuters. Eles protestavam contra o ataque a civis em Hama.
Centenas de pessoas estavam reunidas em Deraa, no sul do país, em apoio aos moradores de Hama, quando foram reprimidas pelas forças de segurança.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que está espantado com o uso de violência, pelo governo da Síria. Obama também prometeu trabalhar para isolar o presidente sírio, Bashar al Assad.
"Os relatos vindos de Hama são horripilantes e demonstram o real caráter do regime sírio", disse Obama em comunicado divulgado pela Casa Branca.
"A Síria vai ser um lugar melhor quando uma transição democrática for realizada. Nos próximos dias, os EUA vão continuar aumentando a pressão sobre o regime sírio, e trabalhando com outros ao redor do mundo para isolar o governo Assad e garantir o povo sírio."
Fonte: G1

Um avião da Caribbean Airlines com 163 pessoas a bordo caiu e se partiu em dois ao pousar em Georgetown, na Guiana, neste sábado. Quatro passageiros foram hospitalizados com ferimentos graves e cerca de 100 receberam atendimento médico, mas ninguém morreu no acidente.O avião decolou em Nova York e saiu da pista ao pousar no aeroporto Cheddi Jagan. A bordo da aeronave estavam 157 passageiros e seis tripulantes. A companhia enviou uma equipe para investigar as causas do acidente. A passageira Geeta Ramsingh, 41 anos, disse que todos estavam aplaudindo o pouso do piloto quando, de repente, começaram a gritar. Ela se agarrou à asa do avião e depois pulou para uma estrada de terra ao lado da pista, ferindo-se nos braços e nos joelhos. Segundo Geeta, as equipes de resgate tiveram dificuldades e demoraram para retirar os feridos do local. Um taxista apareceu na estrada e cobrou US$ 20 para levá-la até o terminal. "Tive que pagar, mesmo na emergência", afirmou ela à Associated Press.

A aeronave, um Boeing 737-800, quebrou-se em duas após sair da pista e deslizar por uma encosta.

O aeroporto ficou fechado temporariamente para pousos e decolagens.















Fotos Via Direto da Pista


“O ‘Escritório de Investigações de Análises’ (BEA-França) divulgou na sexta-feira o terceiro relatório oficial sobre as causas do acidente com o voo AF 447. O documento revela, entre outras coisas, que a tragédia ocorreu após uma série de manobras erradas tomadas pela tripulação, que os pilotos não compreenderam que o Airbus A330 estava caindo e subestimaram o alarme de perda de sustentação de voo, que indica que a aeronave está prestes a cair. Além disso, a tripulação não informou aos passageiros sobre a situação, nem emitiu qualquer alerta de socorro.

VEJA A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO:


INVESTIGAÇÃO DE SEGURANÇA SOBRE O ACIDENTE OCORRIDO EM 01 DE JUNHO DE 2009 COM O AIRBUS A330-203, VOO AF447

Le Bourget, 29 de julho de 2011

“No domingo, 31 de maio de 2009, o Airbus A330-203 matrícula F-GZCP, operado pela empresa Air France, decolou às 22h29 para efetuar o voo regular AF447 entre Rio de Janeiro (Galeão) e Paris (Charles de Gaulle). Doze membros da tripulação (3 PNT, 9 PNC) e 216 passageiros estavam a bordo.

INTRODUÇÃO

O relatório da etapa nº 3 pôde ser emitido graças à leitura completa dos registradores de bordo, recuperados no início de maio de 2011, após várias incursões de pesquisadores submarinos.

Até então, as informações disponíveis não permitiam compreensão das circunstâncias do acidente. Ainda assim, com base nessas informações, várias recomendações de segurança já haviam sido emitidas pelo BEA: elas aparecem no relatório da etapa nº 2.

Nas últimas semanas, a análise dos dados do registrador de dados e do registrador de voz deram contribuição decisiva para a investigação. Eles permitiram conhecer as circunstâncias exatas do acidente, ter elementos de análise sobre a evolução do voo, estabelecer novos fatos e emitir recomendações de segurança, que figuram neste relatório.

A investigação prosseguiu em direção a uma análise mais aprofundada para determinar as causas do acidente, que serão incluídas no relatório final do BEA [a ser emitido em 2012].

DESENROLAR DO VOO E NOVOS FATOS ESTABELECIDOS

Le vol a été décomposé en trois phases” (O voo foi dividido em três fases):

Fase 1: do início da gravação do CVR até a desconexão do piloto automático;

Fase 2: da desconexão do Piloto Automático até o disparo do alarme de estol;

Fase 3: do disparo do alarme de estol até o fim do voo.

FASE 1 : DO INÍCIO DA GRAVAÇÃO DO CVR ATÉ A DESCONEXÃO DO PILOTO AUTOMÁTICO

No início do CVR, pouco depois da meia-noite, o avião está em cruzeiro ao nível do voo 350. O piloto automático 2 e a autopropulsão estão engajados. O voo é tranquilo. A tripulação está em contato VHF com o centro de controle de Recife.

A tripulação discute a alta temperatura (padrão mais onze) e constata que as condições meteorológicas não representam problema.

O Comandante de bordo propõe ao copiloto que descanse um pouco por causa do cumprimento de seu turno. Este último respondeu que não queria dormir.

Às 01h 35min 15s, a tripulação informou o controlador ATLÂNTICO que passou o ponto INTOL, e anuncia as seguintes estimativas: SALPU às 01h48 e ORARO às 02h00. Ela também transmite o seu código SELCAL e um teste é realizado com sucesso.

Às 01h 35min 46s, o controlador pediu que ele mantenha FL350 e informe sua estimativa para o ponto TASIL.

Entre 1h 35min 53s e 1h 36min 14s, o controlador pede mais três vezes a estimativa para o ponto TASIL, sem resposta da tripulação. Não haverá mais contato entre a tripulação e os órgãos de controle.

Às 1h55, o comandante de bordo desperta o segundo copiloto e diz "... vá assumir o meu lugar".

Entre 1h 59min 32s e 2h 01min 46s, o comandante de bordo assiste à reunião entre os dois copilotos, onde PF disse, principalmente, que "o pouco de turbulência que você acabou de ver ... devemos encontrar outras mais à frente ... estamos na camada, infelizmente não podemos subir muito mais agora porque a temperatura está diminuindo menos rapidamente do que o esperado" e que "o acesso com Dakar falhou". O comandante de bordo deixou a cabine.

FATOS ESTABELECIDOS:

A saída do comandante de bordo é feita sem recomendações operacionais claras.

A composição da tripulação estava em conformidade com os procedimentos da operadora.

Não havia repartição explícita das tarefas entre os dois copilotos.

O avião se aproxima do ponto ORARO. Ele voa em nível de voo 350 e à velocidade Mach de 0,82; a inclinação longitudinal é de cerca de 2,5 graus. O peso e o centro de gravidade do avião são de cerca de 205 toneladas e 29%. O piloto automático 2 e autoimpulsão estão engajados.

O peso e o centro de gravidade do avião estavam dentro dos limites operacionais.

Às 2h 06min 04s, PF chamou os PNC e lhes disse que "em dois minutos devemos atacar uma área onde deve haver um pouco mais de turbulência que agora e devemos tomar cuidado" e acrescenta "eu lhe lembrarei logo que sairmos de lá".

A 2h 08min 07s, PNF propõe "você pode, possivelmente, levar um pouco para a esquerda ...". O avião começou ligeira virada para a esquerda; o desvio em relação à rota inicialmente seguida é de cerca de 12 graus. O nível de turbulências aumenta ligeiramente e eles decidem reduzir a velocidade para Mach 0,8.

A tripulação havia identificado os ecos em seu radar meteorológico.

A tripulação executou uma alteração na direção de 12° à esquerda de sua rota.

FASE 2 : DA DESCONEXÃO DO PILOTO AUTOMÁTICO ATÉ O DISPARO DO ALARME DE ESTOL

Às 2h 10min 05s, o piloto automático e a autoimplusão são desativados e PF anuncia "eu tenho os comandos". A aeronave rolou para a direita e PF exerce ação à esquerda e de elevação do nariz. O alarme de estol dispara duas vezes imediatamente. Os parâmetros registrados mostraram queda brutal de cerca de 275 kt para 60 kt da velocidade mostrada do lado esquerdo; poucos momentos depois, a velocidade é mostrada no instrumento de resgate (ISIS).

O piloto automático foi desativado quando o avião estava operando na camada superior de nuvens ligeiramente turbulenta.

Houve incoerência entre as velocidades medidas, presumivelmente como resultado da obstrução das sondas Pitot em ambiente de cristais de gelo.

No momento da desconexão do piloto automático, o comandante de bordo estava descansando.

Às 2h 10min 16s, PNF disse "perdemos as velocidades" e "alternate law protections".

A inclinação da aeronave aumenta gradualmente para acima de 10 graus e leva a uma trajetória ascendente.

Apesar de ter identificado e anunciado a perda das indicações de velocidade, nenhum dos dois copilotos recorreu ao procedimento "IAS questionável".

Os copilotos não tinham recebido treinamento para alta altitude do procedimento "IAS questionável" e sobre pilotagem manual.

Nenhum anúncio padrão de desvio em relação às atitudes e à velocidade vertical foi realizado.

PF exerce ações de pique e, alternadamente, da direita para a esquerda. A velocidade de subida, que atingiu 7.000 pés/min, diminuiu para 700 pés/min e a rolagem variou entre 12 graus à direita e 10 graus à esquerda. A velocidade mostrada à esquerda aumentou brutalmente para 215 kt (Mach 0,68).

A deficiência da velocidade mostrada no PFD esquerdo durou 29 segundos.

A aeronave se encontra, então, a uma altitude de cerca de 37.500 pés e a incidência registrada foi de cerca de 4 graus.

A partir de 2h 10min 50s, PNF tentou, por várias vezes, chamar o comandante de bordo.

FASE 3 : DO DISPARO DO ALARME DE ESTOL ATÉ O FIM DO VOO

Às 2h 10min 51s, o alarme de estol soa novamente. As alavancas de controle de impulso são colocados no entalhe TO/GA e PF mantém sua ordem de elevar o nariz. A incidência registrada, de cerca de 6 graus, no disparo do alarme de estol, continua a aumentar. O estabilizador horizontal regulável passa de 3 para 13 graus ao levantar o nariz, em 1 minuto aproximadamente; ele permanecerá nessa posição até o fim do voo.

A abordagem do estol foi caracterizada pela ativação do alarme seguida do aparecimento do 'Buffet'.

Pouco depois da ativação do alarme de estol, PF aplicou impulso TO/GA e exerceu a ação de elevar o nariz.

Em menos de um minuto após a desativação do piloto automático, o avião sai de seu domínio de voo como resultado das ações de pilotagem manual, predominantemente de elevar o nariz.

Até a saída do domínio de voo, os movimentos longitudinais do avião foram coerentes com a posição dos comandos.

Nenhum dos pilotos faz referência ao alarme de estol.

Nenhum dos pilotos identificou formalmente a situação de estol.

Quinze segundos depois, a velocidade mostrada no ISIS aumenta abruptamente para 185 kt.

A deficiência da velocidade mostrada no ISIS durou 54 segundos.

Ela é consistente com a outra velocidade registrada. PF continua a dar ordens de elevar o nariz. A altitude da aeronave atinge o seu máximo de cerca de 38 mil pés, sua inclinação e sua incidência são de 16 graus.

Às 2h 11min 45s, o comandante de bordo retorna à cabine. Em poucos segundos, todas as velocidades registradas se tornam inválidas e o alarme de estol para.

O comandante de bordo entra na cabine cerca de 1min 30s após a desativação do piloto automático.

A incidência é o parâmetro que permite ativar o alarme de estol; se os valores de incidências forem inválidos, o alarme para.

Pelo projeto, quando as medições de velocidade forem inferiores a 60 kts, os valores de incidência são considerados inválidos.

Cada vez que o alarme de estol é ativado, a incidência supera o valor de seu limite teórico de ativação.

O alarme de estol foi acionado de maneira contínua durante 54 s.

A altitude está, então, em cerca de 35.000 pés, a incidência ultrapassa a 40 graus e a velocidade vertical é de aproximadamente -10.000 pés/min. A inclinação da aeronave não excede a 15 graus e os N1 dos motores estão perto de 100%. O avião sofre oscilações de rolagem que chegam perto de 40 graus. PF exerce ação no manche, no limite para a esquerda, e de levantar o nariz, que dura cerca de 30 segundos.

A incidência do avião não é apresentada diretamente aos pilotos.

A 2h 12min 02s, PF disse "eu já não tenho nenhuma indicação", e PNF disse "não há nenhuma indicação que seja válida". Neste ponto, as alavancas de comando de impulsão estão no encaixe IDLE, os N1 dos motores estão em 55%. Quinze segundos depois, PF faz ações de pique. Nos instantes que se seguem é constatada diminuição da incidência, as velocidades tornam-se novamente válidas e o alarme de estol é reativado.

Às 2h 13min 32s, PF disse "vamos chegar ao nível cem". Cerca de quinze segundos depois, ações simultâneas dos dois pilotos nos minimanches são registradas e PF diz "vamos lá, vocês têm os comandos".

A incidência, quando é válida, ainda está acima de 35 graus.

Durante o voo, os movimentos dos comandos de profundidade e do PHR estavam coerentes com as ações do piloto.

Os motores funcionaram e sempre responderam aos comandos da tripulação.

Nenhum anúncio foi feito aos passageiros.

Os registros param às 2h 14min 28s. Os últimos valores registrados são velocidade vertical de -10.912 pés/min, velocidade de solo de 107 kt, inclinação de 16,2 graus de elevação do nariz, rolagem de 5,3 graus à esquerda e rumo magnético de 270 graus.

Não há nenhuma mensagem de socorro emitido pela tripulação. Os destroços foram encontrados a 3.900 m de profundidade em 3 de abril de 2011, a 6,5 milhas náuticas e a norte-nordeste da última posição emitida pelo avião.”

FONTE: portal Terra. Transcrito no site “DefesaNet” (http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/2135/Veja-na-integra-relatorio-que-aponta-causas-da-queda-do-AF-447). Via Democracia & Politica

Enquanto as superpotências espaciais -Estados Unidos e Rússia- e boa parte dos países ricos uniram esforços para criar a ISS (Estação Espacial Internacional), a China vai na contramão. O país está decidido a ter um cantinho só seu em órbita.

O objetivo é ter uma estação espacial completa por volta de 2022. Enquanto isso, no entanto, o país deverá lançar cápsulas menores para testar os sistemas e as tecnologias que serão utilizadas.


O primeiro passo do projeto bilionário -mas sem cifras confirmadas oficialmente por Pequim- é o lançamento de um módulo científico até o fim deste ano.



Batizado de Tiangong-1, ("Palácio Celestial", em chinês), ele funcionará como uma miniestação espacial e passará dois anos em órbita.

Com cerca de 8,5 toneladas, o módulo deverá ser visitado inicialmente pela nave não tripulada Shenzhou-8. A acoplagem será a primeira feita em órbita pela China.


No ano que vem, uma nave levando três taikonautas (como são chamados os astronautas do país) também deve se acoplar ao módulo, que conta com um pequeno laboratório de experimentos.


Até 2015, outros dois módulos muito parecidos deverão ser lançados. O último deles, Tiangong-3, terá capacidade para abrigar três taikonautas por até 40 dias.


PRÓXIMO PASSO

Após os módulos Tiangong, a China espera lançar entre 2020 e 2022 sua estação espacial completa.

De acordo com a Xinhua, a agência de notícias estatal chinesa, a nave será composta de um módulo principal e de dois anexos, projetados para receber diferentes tipos de experimentos científicos.


No entanto, mesmo com três módulos e aproximadamente 60 toneladas, a nova estação será uma nanica perto da ISS, de 471 toneladas. Até a já aposentada estação russa Mir era maior do que o projeto chinês, com suas 130 toneladas.


Em um simpósio na França, em março, Jiang Guohua, engenheiro-chefe do Centro de Pesquisa e Treinamento em Astronáutica de Pequim, destacou que o China não pretende se isolar em seu cantinho no espaço.


"Nós vamos manter a política de nos abrirmos para o mundo", disse ele.


Muita gente, no entanto, duvida que isso vá acontecer. A começar por uma questão básica: o sistema de acoplamento da futura estação.


Embora Jiang tenha afirmado que o projeto seguirá o modelo padrão da ISS, outras autoridades já sinalizam o contrário. A realidade estaria mais próxima de um sistema fechado chinês, uma espécie de Macintosh do espaço.


A principal declaração foi de Yang Liwei, que em 2003 se tornou o primeiro chinês no espaço e atualmente é o vice-diretor do programa tripulado do país.


Em uma audiência transmitida pela internet, ele afirmou que problemas técnicos "estão dificultando a adoção do sistema de acoplamento padrão da ISS".


Representantes da Nasa já elogiaram publicamente o programa espacial chinês. Mas, questionada pela reportagem sobre o envio de astronautas para a futura estação, a agência espacial americana não se manifestou.



Fontes: FOLHA DE S PAULO - Agências - Via Airkrane


Talvez nenhum líder político nascido no século XVIII tenha tanta presença em nossos dias quanto Simón Bolívar, nascido em 1783 em Caracas, na Venezuela, e morto em 1830, há 181 anos, em Santa Marta, na Colômbia. O homem que é a inspiração de Hugo Chávez foi notícia recente e não apenas por seu aniversário, transcorrido no último domingo (24), mas pela exumação de seu cadáver. Na Venezuela bolivariana persiste a discussão sobre se Bolívar teria sido assassinado – hipótese defendida por Hugo Chávez – ou não. Os últimos estudos não chegaram a uma conclusão sobre a causa da morte.


Grafite a cores na Venezuela retratando Simón Bolívar | Foto: Reprodução



“Os resultados obtidos não permitem conhecer as causas da morte e, menos ainda, respaldar as teorias de assassinato, ainda que a possibilidade de envenenamento por arsênico ou cantaridina tenha ficado em aberto”, declarou o próprio vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Elías Jaua. Seus restos foram exumados por ordem do 19° Tribunal de Controle de Caracas e a televisão venezuelana transmitiu a abertura do túmulo. Ou seja, Bolívar é assunto de debate permanente no país.



O novo mundo deve estar constituído por nações livres e independentes, unidas entre si por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos.
Simón Bolívar
A citação acima é um das mais caras a Hugo Chávez e ao bolivarismo atual – ela fala de nações livres, fora da influência das metrópoles da época; também fala em nações independentes politica e economicamente; além disso refere-se a uma união entre elas, como os atuais blocos econômicos.


O historiador Alberto Garrido – considerado o maior especialista em “Revolução Bolivariana”, autor de 12 livros sobre o tema e falecido em 2007 -, dizia que o novo bolivarismo buscava conciliar uma democracia participativa com um partido civil-militar de esquerda e que esta era uma ligação ou reinterpretação muito própria dos fatos e das intenções de Simón Bolívar, herói das guerras de independência da Venezuela, Colômbia, Panamá, Equador, Peru e Bolívia (assim nomeada em sua homenagem).


Bolívar: sonho da Grande Colômbia sucumbiu no ano de sua morte | Foto: Reprodução

Segundo os bolivaristas, El Libertador teria sido não somente um líder militar como um visionário e revolucionário. Seu sonho era o de transformar a América Latina numa confederação de países livres, unidos entre si por um corpo de leis comuns com a finalidade de tratar do comércio e de uma política externa comum. Em síntese, sua ideia era a de construir, no hemisfério sul, uma espécie de Estados Unidos da América do Sul. O mais perto que chegou disso foi a criação da Grande Colômbia, país estabelecido pelo Congresso de Angostura e existente entre os anos de 1819 a 1830. O país era constituído pelos territórios das atuais Venezuela, Colômbia, Panamá e Equador, além de territórios que hoje pertencem ao Brasil, à Costa Rica, ao Peru e à Guiana.


O ponto de contato buscado por Hugo Chávez com Bolívar é basicamente o desejo de uma América Latina “livre e independente do domínio dos EUA”. Se ele não busca uma outra Grande Colômbia, busca parceiros, tendo chegado a presentear os presidentes Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Daniel Ortega (Nicarágua) réplicas da espada de Simón Bolívar.


O Prof. Dr. Jair Antunes, da UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná) critica as lideranças latino-americanas de esquerda que se colocam “sob o manto de Bolívar na perspectiva de um retorno continental da Revolução Bolivariana”. Para apontar a incoerência da esquerda, ele começa por citar o ensaio Bolívar e Ponte (1858), de Karl Marx. Para Marx, Bolívar é um falso símbolo da luta antiimperialista latino-americana. “Suas ações consistiam basicamente em proclamar a libertação nacional dos povos oprimidos contra o imperialismo sem, no entanto, alterar fundamentalmente as relações entre as classes sociais, quer dizer, sem alterar a estrutura sócio-econômica”.


Extremamente hostil, Marx ataca mesmo a abolição da escravatura no formato proposto por Bolívar. Ela não estaria relacionada a “uma consciência humanista do herói”, diz com ironia, “mas sim ao medo instalado na burguesia de uma possível revolta popular”. Marx cita uma carta de próprio punho que Bolívar endereçou a seu principal general, Santander, em 20 de abril de 1820. Na carta, Bolívar esclarece que a liberdade concedida aos negros que se alistassem no exército nacional não estaria vinculada à necessidade de aumento do efetivo do exército, mas sim “à necessidade de diminuição de seu perigoso número”. Assim, o recrutamento dos negros às fileiras do exército serviria para eliminá-los em combate.


O professor Jair Antunes afirma que nem mesmo Marx foi suficiente para que, no século XXI, a esquerda latino-americana abandonasse a e idolatria a Bolívar. “Ao contrário, essa esquerda o transformou em uma referência para a classe trabalhadora latino-americana, passando a inventar um Bolivarismo diferente, símbolo de toda uma suposta luta antiimperialista latino-americana”.Leia a matéria na íntegra

FX-2: Processo de compra de caças completará 12 anos sem definição

Postado por Alina Stewart quinta-feira, julho 28, 2011 0 comentários

http://3.bp.blogspot.com/-OWfKPKPRW1E/TWw_tS2bk4I/AAAAAAAAFLc/NaWss7v0tbA/s400/fx2.png
Em julho de 2000, o então presidente Fernando Henrique Cardoso deu o primeiro passo para a compra de uma esquadrilha de caças para o governo. Naquele mês nascia o projeto FX, que previa gasto de US$ 700 milhões para a aquisição de até 24 aeronaves.

A ideia original era substituir a antiga frota de F-103 Mirage, que continua a ser usada em operações da Força Aérea Brasileira (FAB). A compra dos caças era parte do Programa de Fortalecimento do Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, com orçamento da ordem de US$ 3,3 bilhões.

Hoje, passados onze anos, o governo ainda discute a compra dos caças, tendo como prazo mais próximo para uma nova definição o ano de 2012. Entre idas e vindas, o projeto agora se chama F-X2, prevê a compra de 36 aeronaves multiuso e tem custo entre R$ 10 bilhões e R$ 25 bilhões.

À medida que as cifras e o número de aviões subiu, cresceu também a competição entre os concorrentes. O favorito iniciante, a Rússia, perdeu espaço no páreo e ficou desclassificado perante os finalistas Dassault (da França), Saab (da Suécia) e Boeing (dos EUA).

Aliás, na Rússia, em 2002, FHC já dera o tom da disposição brasileira em comprar as aeronaves: "Nós não estamos com pressa para comprar aviões pois não há ameaça de guerra neste momento ", declarou a uma agência de notícias do país.

Anos mais tarde, a Dassault chegou a ser declarada vencedora pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em conversa com o colega francês Nicolas Sarkozy. De novo, porém, não houve decisão final tomada formalmente.

No começo deste ano, era grande a expectativa de que Dilma Rousseff tomasse a decisão final sobre o caso, mas ela resolveu prorrogar qualquer nova decisão para 2012, tendo em vista a falta de clima para compras bilionárias em meio a um drástico corte de gastos do governo.

http://3.bp.blogspot.com/_Kkp1PrzZ8Bg/TGw6CEfyAXI/AAAAAAAAAJs/BPrOzyMUUWM/s1600/F-X2-uma-terapia-de-grupo-charge-Nun%C3%A3o.jpg

O iG conversou com as três empresas finalistas nesse concorrência que se alonga por mais de uma década. Descobriu ironias, autoelogios e uma verdadeira guerra sendo travada entre as fabricantes de armas que tentam garantir a venda de suas aeronaves.

Fonte: IG

A Estação Espacial Internacional (ISS) voltará à Terra e será afundada no mar, ao final de seu ciclo de vida, após 2020, informou nesta quarta-feira o vice-diretor da Agência Espacial russa, Vitali Davydov, numa entrevista publicada no site da Roskosmos.

"Não concordamos com nossos parceiros de fazer explodir a estação, por volta de 2020. Ao mesmo tempo, não podemos deixá-la em órbita: é um objeto muito pesado e complexo que pode produzir muitos dejetos", acrescentou.

A ISS terá, então, o mesmo destino da estação orbital Mir, abandonada pelos russos em 2001, devido a sua deterioração pelo tempo, após ter sido o símbolo, desde 1986, do sucesso do setor espacial soviético.

Os russos se aliaram, em seguida, aos ocidentais, para construir, a partir de 1998, a ISS, a maior estrutura jamais colocada no espaço. Suas instalações (módulos, painéis solares) possuem cerca de 108 m de comprimento por 88 m de largura.

Dezesseis países participaram de sua construção, entre eles os Estados Unidos, a Rússia, o Japão, o Canadá e o Brasil, assim como 11 nações europeias, entre elas a França.

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Financiada em grande parte pelos Estados Unidos, a ISS é ocupada permanentemente desde novembro de 2000 por tripulações de várias nacionalidades, essencialmente russos e americanos, que se revezam a cada quatro ou seis meses.

A ISS está em órbita a 350 quilômetros da Terra e realiza uma volta completa ao planeta aos 90 minutos, à velocidade de 28.000 km/h.

Fonte: AFP

Diferentemente das concorrentes que participam da disputa pela venda dos 36 caças que irão renovar a frota da FAB – a sueca Saab e o consórcio francês Rafale Internacional – os americanos da Boeing não mantêm escritórios no Brasil nem fecharam parcerias com empresas e universidades brasileiras. Enquanto os rivais europeus selam acordos com empresários no interior de São Paulo e de Minas Gerias, os executivos da Boeing afirmam seguir na disputa com mais tranquilidade: “Os outros concorrentes não têm como alcançar o mesmo nível de qualidade que o nosso”, afirma Thomas C. DeWald, diretor regional da fabricante para América Latina.

A preferência declarada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao francês Rafale também não preocupa a empresa, afirma o americano. “Com a chegada da presidenta Dilma, e essa disposição dela de rever todos os processos, achamos que o jogo começou de novo. Está todo mundo competindo em pé de igualdade”, diz enquanto a decisão não sai.

Mas tanta “tranquilidade” não significa inércia. Diante das investidas rivais em busca do contrato para fornecer os caças ao programa F-X2, os executivos da empresa reagiram. Recentemente propôs à Embraer 100 mil horas de trabalho de engenharia em conjunto “para trabalhar a capacidade de desenvolver novas configurações e usos para o avião”.

http://1.bp.blogspot.com/_9fNKRyQxUNw/TSu4nxuob2I/AAAAAAAAIDM/GREREgRP6y8/s400/f-18+brasil.jpg

Saiba mais sobre o que diz Thomas C. DeWald sobre a proposta do F-18 Super Hornet.

iG: Até o fim da gestão do ex-presidente Lula, o governo brasileiro manifestou predileção pelo caça francês Rafale. Porém, há informações de que no relatório da FAB, os militares brasileiros teriam afirmado preferir o sueco Gripen. Como a Boeing se vê nessa disputa?
Thomas C. DeWald:
Claramente, no final do governo Lula, havia inclinação para a escolha do Rafale, muito em decorrência da relação do Lula com o Sarcozy. Mas com a chegada da presidenta Dilma, e essa disposição dela de rever todos os processos, achamos que o jogo começou de novo. Está todo mundo competindo em pé de igualdade. Estou certo de que a proposta da Boeing é a mais consistente não só pela capacidade da própria Boeing e do F-18 Super Hornet, mas pela tecnologia e pelo valor econômico. Ampliar a capacidade de desenvolvimento na área aeroespacial é de muito interesse do governo brasileiro.

iG: Qual o diferencial do F-18 Super Hornet em relação aos outros dois concorrentes?
DeWald:
O Super Hornet sempre foi a melhor aeronave para o governo brasileiro, se considerar custo-benefício. A principal vantagem é que o Super Hornet é bastante conhecido e tem diversas experiências em situações de combate, além de grande capacidade de produção e manutenção. Além disso, conta com todo apoio e infraestrutura da própria Boeing, que é uma empresa maior que as outras duas concorrentes juntas. É um caça que tem muito mais unidades produzidas que os outros dois. E a capacidade operacional da Boeing é sempre ressaltada, especialmente se comparada aos dois concorrentes.

iG: O senhor afirma que a proposta do F-18 Super Hornet é melhor sobretudo pelo custo-benefício? Qual o valor de venda do caça e o custo de operação por hora de voo?
DeWald:
Preço de venda do caça é uma questão estratégica na competição. Tenho certeza de que a nossa proposta é a mais consistente e a melhor. O custo de operação do Super Hornet é de US$ 3.200 incluindo combustível e manutenção. É um custo bastante baixo. E é o único comprovado, não é estimativa. O Gripen sequer foi construído e o Rafale está experimentando situações de combate pela primeira vez agora, na Líbia. O F-18 tem milhares de horas de voo e milhares de unidades produzidas.

iG: Em relação à transferência e ao compartilhamento de tecnologia, a proposta americana é integral?
DeWald:
A transferência de tecnologia foi completamente aprovada pelo governo norte-americano, tem apoio do presidente Barack Obama, do Congresso e do Departamento de Defesa. Nós oferecemos à Embraer a possibilidade de fazer a montagem final no Brasil, além de uma série de transferências tecnológicas dentro da área de engenharia e montagem e manutenção. A Boeing também propôs à Embraer 100 mil horas de trabalho de engenharia em conjunto para trabalhar a capacidade de desenvolver novas configurações e usos para o avião. O Brasil é totalmente capaz de desenvolver novas características para esse.

iG: O consórcio Rafale afirma que tem o caça mais moderno nesta competição e os suecos defendem que o Gripen NG, que eles propõem desenvolver conjuntamente com o Brasil, será mais barato e melhor que os adversários. Como o senhor avalia as afirmações dos concorrentes?
DeWald:
Quando você olha para todo o pacote que a Boeing tem para oferecer ao governo brasileiro, inclusive na área de defesa, e, economicamente falando, os outros concorrentes não tem como alcançar o mesmo nível de qualidade. Se for analisar a avaliação de risco, o Super Hornet é comprovadamente o que mais foi testado e o que tem mais unidades produzidas. Os EUA vão usar essa aeronave até 2035, são pelo menos mais 20 anos de produção contínua de peças, que vai acompanhar o pacote que envolve o avião. Dependendo da demanda e de novas ameaças que possam vir a surgir, há espaço para inovações tecnológicas.

iG: O presidente Barack Obama visitou há pouco o Brasil. Houve algum indicativo sobre a decisão final da compra sobre o F-X2?
DeWald: O governo tem nos dito que a decisão será tomada até o fim deste ano, mas não haverá pagamento até 2012. Encaramos essa fase atual como uma boa oportunidade para estreitar os laços com parceiros anteriores ao processo e para conhecer melhor o mercado brasileiro sua capacidade produtiva e de manutenção. Podem surgir oportunidades de parcerias. Há diversos contatos com universidades brasileiras, por meio de uma unidade chamada Boeing Research Tecnology (Boeing Pesquisa e Tecnologia). Há conversas bastante adiantadas na área de biocombustível.

Fonte: IG

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