Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O repórter da BBC Wyre Davies visitou uma fábrica de alimentos enlatados nos arredores de Trípoli, na Líbia, e descobriu que ela estava sendo usada também como um depósito de armas. A maior parte do armamento é de origem russa, mas o jornalista também encontrou centenas de pistolas brasileiras.

Para os rebeldes, esse é um exemplo do tipo de tática de Muammar Kaddafi. O coronel usava locais civis para abrigar armas e artilharia pesada, o que dificultava o trabalho da aliança militar Otan, que tinha como missão bombardear os estoques do antigo regime.

O temor do novo governo agora é que pessoas em diversas partes do país encontrem por acaso depósitos como este. Nesta fábrica, a maior parte das armas já foi saqueada, e sobraram poucas peças. Os insurgentes estão fazendo um apelo para que aqueles que se apropriaram de armamentos devolvam tudo que foi encontrado.

Rebeldes líbios cercam cidade natal de Kaddafi

Forças rebeldes líbias avançam nesta quarta-feira em direção a Sirte, cidade natal do líder líbio foragido, Muammar Kaddafi.

Um repórter da BBC que se encontra nas proximidades diz que os rebeldes abriram uma terceira frente ao sul de Sirte, com a finalidade de estabelecer um cerco à cidade. Tiros estão sendo disparados de dentro da cidade.

Sirte é um dos últimos redutos do país que continua nas mãos do regime de Kaddafi. Os líderes rebeldes do Conselho Nacional de Transição (CNT) deram um ultimato às forças leais ao coronel, ameaçando com uma ofensiva militar se não houver rendição até sábado.

Entretanto, um porta-voz de Kaddafi disse que não aceita nenhum ultimato do que descreveu como "cães armados".

Boa parte da família do líder líbio está refugiada na Argélia desde segunda-feira, incluindo sua mulher e três de seus filhos.

O paradeiro de Kaddafi permanece desconhecido. Há boatos de que ele estaria em Sirte, em Bani Walid ou em Sabha, ambas a sudoeste de Trípoli.

Segundo o vice-líder do CNT, Ali Tarhouni, os rebeldes desconfiam de onde Kaddafi esteja e estão confiantes de que vão capturá-lo.
Presença internacional

Na terça-feira, a liderança interina rebelde rejeitou qualquer participação militar internacional no país, incluindo a presença de observadores desarmados.

"Está claro que os líbios querem evitar qualquer tipo de presença militar da ONU ou de outras organizações", disse o enviado especial da ONU à Líbia, Ian Martin.

O enviado especial da ONU à Líbia afirmou, no entanto, esperar que os rebeldes peçam ajuda para a criação de uma força policial e para a organização de eleições, que estariam previstas para acontecer 240 dias depois que for declarada a libertação do país.


"É preciso lembrar que não há nenhuma memória de eleições, não há um maquinário eleitoral, não há comissão eleitoral, nenhuma história de partidos políticos, não há sociedade civil independente, e a mídia independente só começou a surgir muito recentemente", disse Martin.

"Será um grande desafio organizacional e está claro que o CNT quer que a ONU tenha um papel importante no processo."
E a Anistia Internacional disse temer que combatentes leais a Kaddafi presos pelos rebeldes sofram maus tratos.

A Anisita disse que até mesmo pessoas que estavam internadas em hospitais foram tiradas de seus leitos e presas.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse que a crescente demanda por suprimentos na Líbia exige a liberação urgente de financiamentos para a liderança interina.

Apesar de estoques de suprimentos médicos e alimentos escondidos pelo governo terem sido encontrados no fim de semana, ainda há falta de água no país.

"Estima-se que 60% da população de Trípoli esteja sem água e saneamento", disse Ban Ki-Moon.

Fonte: BBC/UOL




Nota1: E dai se o Brasil vendeu armas a Libia... Será que o Kadafi não comprou nada da Inglaterra?

A Aviação Militar Bolivariana (Força Aérea da Venezuela - FAV) começará a receber no próximo ano oito aviões de transporte tático de fabricação chinesa Shaanxi Y-8 recentemente encomendados.

Para se adaptar ao novo equipamento, mais de 50 técnicos de manutenção e cerca de 20 pilotos da FAV estão na China para os treinamentos de capacitação operacional, informou o coronel Hernán David Garcia Perozo, comandante do Grupo Aéreo de Transporte nº 6, unidade estabelecida na Base Aérea El Libertador, em Palo Negro, Estado de Aragua.

Perozo informou que os Y-8 virão para apoiar a frota de seis Lockheed C-130H Hercules que entraram em serviço na FAV a partir de 1971 e estão passando por dificuldades operacionais por força da insuficiência logística decorrente da proibição do governo de Whashington em transferir para a Venezuela qualquer material para uso militar de origem estadunidense. Mesmo nessas condições, os C-130H da FAV seguirão operando até 2020.

O quadrimotor turboélice Shaanxi Y-8 é uma variante chinesa do Antonov An-12 fabricado aos milhares na extinta União Soviética. Possui capacidade de transportar 20 toneladas de carga, 96 soldados ou 82 paraquedistas.

A FAV solicitou à fabricante Shaanxi Aircraft Co. modificações nos exemplares encomendados, entre elas, alterações nos painéis de comando da cabine de pilotagem, na aviônica, iluminação e distribuição de energia elétrica.

Fonte: Tecnologia & Defesa

L-39 Lituano colide com Mirage 2000 Francês

Postado por Vinna terça-feira, agosto 30, 2011 0 comentários

Dois aviões, um lituano e um francês, ao serviço na NATO, colidiram em voo, esta terça-feira, na Lituânia, sem fazer vítimas.

"Um avião militar lituano L-39 colidiu em voo com um Mirage 2000 francês. Os dois pilotos, lituanos, conseguiram ejectar-se e foram resgatados sãos e salvos. O aparelho francês conseguiu aterrar", declarou Ieva Gulbiniene, responsável da base da NATO em Siauliai, no norte da Lituânia, à agência AFP.

O ministro lituano da Defesa, Rasa Jukneviciene, acrescentou em comunicado que a colisão entre um L-39 Albatros e um Mirage 2000 aconteceu durante um exercício.

Mirage 2000 D - foto 2 Armee de lair

O aparelho lituano foi "encontrado num pântano", sem ter "atingido qualquer edifício, sem causar estragos e sem fazer vítimas".

O aparelho francês, embora com danos, conseguiu regressar à base de Siauliai.

"Não conhecemos as circunstâncias [da colisão]. Foi aberto um inquérito", indicou o primeiro-ministro lituano Andrius Kubilius, lamentando o incidente.

Fonte: JN

Novo acidente interno no porta-aviões São Paulo está tirando o sono de familiares dos militares a bordo. “Pior que ele ocorre para piorar um clima interno que já não está bom há muito tempo”, conta militar ouvido pela Coluna.

O acidente aconteceu quando o São Paulo estava em uma nova etapa de adestramentos e preparação do porta-aviões para voltar à ativa. A embarcação suspendeu âncora segunda-feira passada com previsão de retorno para a tarde de ontem. Na quarta-feira de manhã, porém já estava de volta.

“Saímos dia 15 (segunda-feira) e no mesmo dia aconteceu o primeiro incêndio na caldeira. No dia seguinte, outro incêndio ocorreu na chaminé. Na quarta, ficamos sabendo através de pessoas que trabalham diretamente nas máquinas que outros dois incêndios aconteceram, mas não foram divulgados à tripulação”, relata um militar que estava embarcado na missão dessa semana. Versão repetida à Coluna por outros dois militares e um familiar.

Os incidentes apavoram a tripulação do porta-aviões São Paulo porque trazem à memória o trágico acidente ocorrido em maio de 2005, quando vazamento de vapor causou a morte de um terceiro-sargento e feriu dez militares. Desde então a embarcação passa por reparos. O local do vazamento de vapor, a catapulta responsável pelo lançamento das aeronaves, foi totalmente reparado, mas, como dizem os militares, outros setores ainda requerem maior atenção.

Fonte: O DIA

Durante o planeamento para a invasão ao Iraque em 2003, o Grupo da CIA para as Operações no Iraque avançou com algumas ideias para desacreditar Saddam Hussein aos olhos do seu povo.

Uma delas era criar um vídeo que supostamente revelaria o ditador iraquiano a ter relações sexuais com um adolescente, de acordo um dois ex-agentes da CIA que estavam familiarizados com o projecto.

"Pareceria ter sido filmado por uma camera escondida," afirmou um dos ex-agentes. "Com muita interferência, como se se tratasse de uma filmagem secreta de uma sessão de sexo."

A ideia era posteriormente "inundar o Iraque com essas filmagens," disse o ex-agente.

Outra ideia era interromper a programação da televisão iraquiana com um boletim de notícias especiais falsas. Um actor que faria de Saddam, anunciaria que iria deixar o cargo, deixando-o para o seu filho, o muito criticado Uday.

"Estou certo que irão dar o vosso apoio à sua Excelência Uday," diria o falso Saddam Hussein.

O escritório de Serviços Técnicos da Agência de Espionagem colaborou nas ideias, que também incluíam a inserção de falsas mensagens no parte inferior do ecrã em noticiários iraquianos.

A agência chegou mesmo a produzir um vídeo que supostamente mostra Osama Bin Laden e seus companheiros sentados ao redor de uma fogueira a darem uns tragos em garrafas de bebida alcoólica e a partilharem as suas conquistas com os rapazes, recorda-se um dos ex-agentes da CIA, rindo-se dessa memória. Os actores fomos "alguns de nós, aqueles que tinham a pele mais escura", afirmou o ex-agente.

Eventualmente, "as coisas chegaram a um impasse," afirmou o ex-agente, porque ninguém conseguia chegar a um acordo sobre os projectos.

Eles também enfrentaram uma forte oposição por parte de James Pavitt, o chefe da Divisão de Operações da agência, e o seu vice, Hugh Turner, que "continuava a atacar os projectos."

As ideias foram evidentemente ridículas, disse o outro ex-agente.

"Os projectos vieram de pessoas cujas carreiras foram feitas na América Latina ou na Ásia Oriental" e não compreendem as nuances culturais da região.

"Saddam a brincar com rapazes não teria efeito no Médio Oriente - ninguém se importaria," concordou um terceiro ex-agente da CIA com uma vasta experiência na região. "Tentar montar um campanha do género revelaria uma incompreensão total dos objectivos. Confundimos sempre os nossos próprios tabus, considerando-os universais quando, na realidade, são apenas nossos."

Uma autoridade norte-americana, falando sob condição de anonimato, recusou-se a confirmar ou a negar os projectos.

"Apesar de não conseguir confirmar esses projectos, se essas ideias chegaram alguma vez a passar pela cabeça de alguém, não iriam no entanto, claramente, a lado nenhum," afirmou a autoridade.

A realidade - afirmou o ex-agente - é que a agência não tinha fundos e experiência suficientes para conseguir realizar os projectos.

"Os militares ficaram com eles," disse um dos ex-agentes. "Eles tinham um espólio em guerra psicológica em Forte Bragg," no centro especial de guerra do exército.

"A agência livrou-se da maioria das suas operações secretas não-paramilitares nos anos 80, após Bill Casey ter falecido," afirmou o terceiro ex-agente. "Ele era um grande fã das operações secretas, mas nem o seu sucessor, Bob Gates, nem ninguém nenhum outro director posterior da CIA, quis ter algo a ver com isso."

"Aconteceram uma enxurrada de actividades durante a Primeira Guerra do Golfo," acrescentou a autoridade norte-americana, "mas [General Norman] Schwarzkopf tornou claro que tudo teria de ser aprovado por ele, e basicamente nada aprovou, excepto, embora relutantemente ao inicio, a distribuição de panfletos. No final dos anos 90, sobravam muito poucas pessoas com conhecimentos de operações secretas ou como desenvolvê-las."

Os panfletos também tiveram "consequências não intencionais," acrescentou a autoridade norte-americana.

"Na pervertida lógica do Iraque, os soldados iraquianos decidiram que tinham de ter um panfleto para entregar, então lutavam connosco para consegui-los."

De acordo com a história da invasão de 2003, o único e mais eficaz projecto de "guerra de informação", que teve origem no Pentágono, era enviar faxes e e-mails para os comandantes de unidades iraquianas no inicio da batalha, a avisá-los que a sua situação era desesperante, e para prepararem os seus tanques, a sua artilharia e os seus homens, e irem para casa."

Muitos fizeram-no.

O Iraque não representava "uma ameaça" para o Reino Unido antes de o então primeiro-ministro, Tony Blair, ter envolvido o país no conflito de 2003, afirmou nesta segunda-feira Eliza Manningham-Buller, ex-chefe do serviço de contraespionagem britânico MI5.

Em declarações à emissora britânica Radio Times, Manningham-Buller disse que o MI5 alertou que a invasão ao país árabe provavelmente aumentaria a ameaça terrorista no Reino Unido e desviaria a busca de membros da Al-Qaeda.

No entanto, ela afirmou que "cabia a outros decidirem" se a Guerra do Iraque, iniciada com o pretexto de achar supostas armas de destruição em massa e derrubar o regime do ditador iraquiano Saddam Hussein, foi um erro.

Mannigham-Buller, que foi chefe do MI5 entre 2002 e 2007, quando se afastou, defendeu o serviço de inteligência britânico diante das insinuações de que poderia ter evitado os ataques terroristas contra Londres cometidos em 7 de julho de 2005 além de "assumir" que o Reino Unido voltará a ser alvo de atos terroristas.

A ex-chefe do MI5 avaliou como "lamentável" a situação gerada na Líbia pelo ex-ditador líbio Muammar Kadafi, que continua desaparecido.

"É muito difícil. Vamos ficar apenas vendo o povo ser morto?", questionou, em relação às intervenções militares das forças da Otan para ajudar os rebeldes contra o regime kadafista.

Fonte: Terra

O rebeldes líbios dizem que Khamis Khadadi, filho de Muammar Khadafi, foi «morto num ataque aéreo», a 60 quilómetros a sul de Trípoli.

De acordo com a Sky News, Khamis seguiria num Toyota Land Cruiser quando terá sido atingido por um míssil disparado por um helicóptero Apache, ao serviço da NATO.

A cadeia televisiva britânica, que tem um correspondente no local, salienta que o veículo ficou completamente destruído e que que a morte de Khamis, garantida pelos rebeldes, foi confirmada por um homem que diz ser um dos guarda-costas do filho de Khadafi. (foto dos restos abaixo)




Esta informação surge numa altura em que os rebeldes pediram à Argélia a extradição de uma das mulheres do líder líbio, assim como de uma filha sua e de dois filhos.

Fonte: TVI24Hs

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Nota: As Informações foram prestadas a Sky News pelo Coronel Al-Mahdi Al-Haragi, encarregado da Brigada de Trípoli do Exército rebelde. O coronel disse que o filho do ex-ditador foi levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e foi enterrado no local. Khamis (foto acima) foi ferido em um ataque norte-americano em Trípoli, em 1986, ordenado pelo presidente Ronald Reagan. Porém, ele seguiu uma carreira militar como comandante da 32a Brigada, uma das formações mais bem equipadas do exército que teve um papel importante na campanha do governo contra a insurgência.

Em 1973 o Instituto de Fomento Industrial do Centro Técnico Aerospacial iniciou uma série de gestões visando à implantação de uma indústria de helicópteros no país. O projeto previa a constituição de uma joint venture entre uma empresa estatal brasileira e uma empresa estrangeira, cabendo à última fornecer a tecnologia. A empresa estrangeira permaneceria em condições minoritárias de capital e a empresa a ser criada não poderia apresentar déficit na balança de divisas.

Naquele momento, o mercado brasileiro apresentava dimensões relativamente reduzidas e o mercado militar se afigurava como sendo fundamental para viabilizar uma indústria de helicópteros no país. Dados de 1982 revelavam que cerca de 55% dos helicópteros em operação no mundo 23.000 em 38.000 eram militares. Por outro lado, a frota brasileira não ultrapassava a modesta casa de 130 aparelhos. No mesmo ano, voavam na França cerca de 1500 aeronaves de asa rotativa. (1)

Diversas empresas foram instadas a apresentar projetos de fabricação de helicópteros no país. As negociações prolongaram-se por 1974 e 1975. Em 1976, finalmente, a empresa estatal francesa Aeroespatiale apresentou um projeto detalhado de fabricação. Em 1977, o projeto era analisado no âmbito do CDI para o fim de concessão de incentivos fiscais.

Nessa mesma ocasião, a empresa francesa procurava um parceiro estatal, conforme exigência do Ministério da Aeronáutica, e o encontrou no Governo de Minas Gerais. O então governador Aureliano Chaves desenvolvia uma política de incentivos à criação de pólos industriais no Estado. A participação do Governo de Minas no capital de uma fábrica de helicópteros inseria-se nesse política.

Ao mesmo tempo, a Aeroespatiale obtinha a concordância dos Serviços Aerofotogamétricos Cruzeiros do Sul em participar com 10% do capital inicial.

Em abril de 1978 era constituída a Helibrás - Helicópteros do Brasil S.A., com a tendo a Societé Nationale Industrielle Aeroespatiale 45%do capital, a Cia. de Distritos Industriais de Minas Gerais e Minas Gerais Participações com 22,5% cada; a Serviços Aerofotogamétricos Cruzeiro Do Sul com 10%, totalizando 62 milhões de cruzeiros. O projeto previa a fabricação de 200 helicópteros em dez anos, chegando a 57% de índice de nacionalização, em valor, no final do período.

O CDI concedeu à Helibrás 80% de isenção de impostos de importação em julho de 1978. A extensão dos benefícios fiscais ao teto de 100% dependia de autorização do Presidente da República. Ao longo de mais de um ano o projeto permaneceu na Presidência sem solução face à oposição manifestada pelo Departamento de Pesquisa do Ministério da Aeronáutica, órgão ao qual se subordina o CTA.

O Departamento de Pesquisa alegava não estar previsto o desenvolvimento de tecnologia no país em momento algum do projeto, que se limitava à montagem no Brasil do helicóptero francês Ecureil. Além, disso o Departamento de Pesquisa pronunciava-se contra cláusulas do acordo de acionistas que julgavam inaceitáveis. Um dos pontos de discussão era o fato de o contrato admitir o voto de qualidade, ou seja, as decisões deveriam ser tomadas por unanimidade, o que equivalia a conferir ao sócio estrangeiro o poder do veto, tornando sem efeito o controle acionário nacional.

De fato o projeto da Helibrás previa a fabricação no país do Ecureil francês, com gradativa nacionalização de partes e peças, exceto as turbinas e os componentes de rádio-navegação. Não estava previsto, ainda que a longo prazo, a industrialização de aeronaves de projeto nacional ou mesmo de projeto conjunto com a empresa francesa.

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do CTA também se manifestava contrário ao projeto e aspirava trilhar novamente o caminho bem-sucedido do Bandeirante.

Em agosto de 1979, o projeto começava a sair do papel, quando o presidente da Republica assinou decreto concedendo 100% de isenção de pagamento de impostos sobre a importação de máquinas, equipamentos, partes, peças e turbinas para a produção de 200 helicópteros em dez anos.

A exposição de motivos vinha assinada pelos ministro da área econômica, João Camilo Penna, da Indústria e do Comercio, Mário Henrique Simonsen, do Planejamento, e Karlos Rischbieter, da Fazenda. Nela, os ministros afirmavam que a empresa tinha controle nacional, a nível de 55% do capital, investimento fixo de 125 milhões de cruzeiros, a preços de 1976, dos quais 49% a serem cobertos com recursos próprios da empresa, que o projeto visava à produção de 250 aparelhos Ecureil e mais 30 aeronaves Lama, que no quinto ano de operação se atingiria 57% de índice de nacionalização em valor do produto e que esse índice poderia chegar a 65,5% com a nacionalização da parte da turbina, cujo projeto se procuraria viabilizar.

O balanço global de divisas no período apresentaria saldo líquido positivo, para cuja garantia a Aeroespatiale assinara contrato com a Helibrás. O documento referia-se ainda à concessão de 80% de isenção de impostos de importação levada a efeito pelo CDI, lembrando que o representante do Ministério da Aeronáutica havia se manifestado favoravelmente. Por fim, argumentava que o projeto por seu 'valor tecnológico deveria ter apoio total do Governo'. (2)

Na verdade o projeto inicial sofreu muitas modificações e adiamentos em função dos obstáculos que se interpuseram. Originalmente a Aeroespatiale pretendia fabricar no Brasil o aparelho Lama, um helicóptero antigo cujo projeto datava dos anos 50. Durante as negociações, contudo, concordou em fabricar o Eureil, seu modelo mais recente de helicóptero leve, que voara pela primeira vez na França em 1976, entrando em série cerca de um ano mais tarde.

Definido o Ecureil, batizado Esquilo, como produto básico da Helibrás, restava definir o local da fábrica. Seria naturalmente em Minas Gerais, e o mais próximo possível de São José dos Campos, o centro da indústria aeronáutica brasileira. A escolha sobre recaiu sobre Itajubá, no Sul de Minas, próxima dos dois estados.

Em 1981, a Helibrás procurou novamente o CDI, argumentando não ser possível cumprir o cronograma de nacionalização previsto no projeto original. O CDI acedeu e estabeleceu um novo cronograma de nacionalização. O ano zero deixava de ser 1979, momento da concessão de 100% de isenção de impostos de importação, e passava a ser 1981.

Até então a Helibrás apenas montava 'kits' totalmente importados, segundo a primeira fase do cronograma. Em 1982, a previsão era de somente em 1991 seriam nacionalizadas as partes nobres do helicópteros, incluindo-se as pás, as caixas de redução e a cabeça do rotor, três componentes tecnologicamente complexos de um helicópteros. Continuaram sendo importadas as turbinas e os instrumentos.

O Esquilo, aeronave produzida pela Helibrás, é um helicóptero de vocação civil, o que dificultou ainda mais sua penetração no mercado militar. Sem o apoio político do Ministério da Aeronáutica, a Helibrás não conseguiu nenhuma medida protecionista, sequer de natureza alfandegária, que pudesse conferir aos seus produtos alguma vantagem com relação aos similares importados. Essas circunstâncias limitaram sua participação no mercado.

Em maio de 1987, a Helibrás havia produzido 91 aparelhos, além de um aparelho “Lama” em 1980 e três em 1981, representando uma produção total de 95 aparelhos. Naquele ano o índice de nacionalização atingia apenas 29% do valor dos aparelhos.

A Helibrás resumiu-se a um projeto de montagem de helicópteros no país. Não prevendo projetos de helicópteros no Brasil, a empresa não contou com o apoio do Ministério da Aeronáutica, através de sua política de compras e de outros mecanismos de fomento.

NOTAS:

(1) CANDAU, Jean François. Helicópteros militares. Defesa Latina, 2, (15), março/abril, 1982.
(2) Diário Oficial da União, de 20 de Julho de 1979.

NOTA DO Blog Piloto Policia:

Atualizando o artigo, nesses 35 anos de operação, 464 helicópteros Esquilo foram produzidos somente no Brasil, e 22 outros estão em fase de produção. O primeiro Esquilo produzido e entregue pela Helibras foi um HB350B para a Diretoria de Aeronáutica da Marinha, em novembro de 1979. Atualmente, 363 aeronaves Esquilo somam mais de 1.240.000 horas de voo, em operação nos segmentos civil, governamental e militar brasileiro.

Em todo o mundo já foram entregues 4.890 unidades dessa família de helicópteros, para 1.601 clientes, em 110 países. Atualmente, 4.225 aeronaves Esquilo estão em operação e foram voadas mais de 22,116 milhões de horas por toda essa frota.


Cinco caças F-16 Fighting Falcons que eram da Real Força Aérea da Holanda partiram hoje da Base Aérea de Volkel, Holanda, e estão seguindo para o Chile. A Força Aérea do Chile (FACh) assinou um contrato em 2009 para 18 caças Falcons, dos quais 6 já foram entregues em novembro de 2010 e outro lote de seis em abril de 2011.

Embora a missão de hoje devesse também conter seis aeronaves F-16s, uma das aeronaves foi mantida no solo devido a problemas mecânicos. Essa aeronave vai partir no dia 30 de agosto.

As aeronaves voarão até Gando e de Gando para o Brasil. A chegada no Chile deve ocorrer no dia 2 de setembro, na Base Aérea de Antofagasta.

Fonte: CAVOK

Nota: Ao completar a encomenda de 18 aeronaves, o Chile contará com uma frota de 46 jatos F-16

As primeiras usinas de energia nuclear para os futuros assentamentos na Lua e em Marte já estão a caminho, anunciou o responsável pelo projeto no último domingo (28), durante o encontro anual da Sociedade Americana de Química, em Denver (EUA).

James Werners, diretor do Laboratório Nacional de Idaho, do DOE (Departamento
de Energia, na sigla em inglês), e equipe devem finalizar uma demonstração da tecnologia no início do ano que vem.

A construção das usinas serviria para produzir a eletricidade necessária para as bases permanentes --habitadas ou não-- na Lua, em Marte e em outros planetas.

Trata-se de um projeto conjunto entre o DOE e a Nasa (agência espacial americana), que estabeleceu como metas chegar a um asteroide em 2025 e a Marte em 2030.

Segundo explicou Werner, as novas tecnologias de fissão para a aplicação de energia a esse tipo de superfícies são muito diferentes das estações de energia nuclear na Terra, que necessitam de espaços amplos por suas dimensões e suas grandes estruturas, como as torres de refrigeração.

O cientista explicou que o sistema, que não necessitaria de torres de refrigeração, poderia ter
aproximadamente 30,5 centímetros de largura por 61 de altura. "Aproximadamente o tamanho de uma mala de mão", comentou.

"Um sistema de energia de fissão é uma unidade compacta, confiável e segura, que pode ser fundamental para a criação de bases em outros planetas", disse Werner.

Cientistas propõem viagem sem volta a Marte
A colonização de Marte exigirá o retorno o espírito explorador e do ethos de assumir riscos do período das grandes explorações na Terra.


APOSTA

Até agora, as missões espaciais tiveram as células fotovoltaicas e o combustível como pilares para a geração de eletricidade. Apesar da energia solar funcionar bem em órbitas terrestres, os especialistas garantem que a energia nuclear oferece algumas características únicas.

Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de reatores solar e nuclear é que o segundo pode gerar energia em qualquer ambiente, salientou Werner. Além disso, é capaz de produzir quantidades constantes de energia durante a noite.

Como exemplo, o cientista citou que um sistema de energia de fissão na Lua poderia gerar 40 quilowatts ou mais de energia elétrica --aproximadamente a mesma quantidade necessária para alimentar oito casas na Terra.

Fonte: AFP/UOL

O Ministério da Defesa da Hungria acaba de colocar a venda oito de seus 24 caças MiG-29 para ajudar o governo a levantar verba para manter as aeronaves restantes. Os interessados devem enviar as propostas, para compra de oito aeronaves e 20 motores, até o dia 15 de setembro. A venda será realizada através de um leilão público em outubro desse ano.

A Hungria recebeu 28 caças MiG-29 em 1993, jatos supersônicos de caça fabricados na Rússia, como compensação da dívida com a Rússia. Os aviões logo se tornaram os favoritos pelo pilotos húngaros, devido à excelente manobrabilidade.

No entanto, haviam também desvantagens. Os MiG são bem conhecidos por seu alto custo de manutenção e alto consumo de combustível. Alguns aviões na frota, na verdade precisaram ser desmontados, a fim de conseguir peças de reposição para reparar os outros.

Além disso, quando a Hungria tornou-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte ou OTAN, em 1999, tornou-se evidente que não haveria problemas de compatibilidade. Em vez de tentar prolongar a vida operacional dos MiGs e atualizar seus sistemas, o governo decidiu substituí-los por caças Gripens fabricados pela sueca Saab.

Quem tiver interesse em desembolsar pelo menos 3,46 bilhões de florins (US$ 18,3 milhões), o montante mínimo que ministério vai aceitar para o pacote, está aí uma oportunidade. Mas as ofertas estão sujeitas à aprovação do fabricante.

Fonte: CAVOK

Caças canadenses estiveram no ar novamente esta semana, atacando tanques e artilharia do regime de Kadhafi, parte da contribuição surpreendentemente substancial deste país para a campanha de bombardeio da OTAN na Líbia que já dura cinco meses.

Como uma das três nações a realizar a maior parte da guerra aérea, por vezes controversa, o Canadá com o seus antigos caças CF-18 Hornet tem dado uma contribuição claramente desproporcional ao tamanho compacto da sua força aérea, segundo fontes da aliança e acadêmicas.

Enquanto a Grã-Bretanha e a França têm cerca de três vezes mais caças-bombardeiros na operação do que o Canadá e normalmente ganham o crédito da maioria dos combates, o Canadá vem logo depois no desempenho das tarefas de ataque, disse um oficial da OTAN, falando sob condição de anonimato.

O Canadá destacou seis caças CF-18 (CF-188) Hornets para a missão sobre a Líbia.

O Canadá também enviou três aeronaves de reabastecimento aéreo e dois aviões de reconhecimento, estando todas as equipes baseadas na ilha italiana da Sicília. O Canadá está entre um punhado de membros da OTAN que assumiu a maior parte da missão depois que os EUA retiraram seus 50 ou mais aviões de combate no início da campanha.

“O ônus das surtidas de ataque caiu sobre os ombros predominantemente dos canadenses, dos britânicos e dos franceses”, disse o funcionário da OTAN. ”Devo dizer que, o Canadá, em particular, sendo a menor das três forças aéreas, mais uma vez está lutando com uma carga bem acima de seu peso.”

A OTAN, mantendo a sua campanha na quinta-feira, bombardeou Sirte, cidade natal do coronel Kadhafi. Enquanto isso, a luta continuava constante sobre a cidade de Trípoli com os líderes rebeldes, que acreditam estar no controle de grande parte da capital, dizendo que a guerra duraria até quando o líder líbio, agora fugitivo, fosse encontrado, “vivo ou morto.”

O apoio para a operação entre os canadenses tem sido uma mistura de opiniões, em meio a acusações de missões sem razão e controvérsia sobre vítimas civis, mas parece claro, no entanto, que para melhor ou pior que este país tem excedido largamente o papel periférico que muitos observadores esperava que o país fosse desempenhar.

Os seis caças CF-18 Hornets – apoiados por uma aeronave de reposição – registraram 733 missões de bombardeio acima da nação norte-africana, enquanto os aviões de reabastecimento e reconhecimento do Canadá foram acionados uma centenas a mais de vôos.

“As pessoas que estão voando, estão voando direto, e eles estão voando um ritmo elevado de operações”, disse o brigadeiro-general Derek Joyce, comandante da Task Force Libeccio, como a equipe canadense com sede na Itália está sendo chamada.”Estou muito, muito orgulhoso do que já se realizou.”

É difícil obter uma imagem precisa de quem está contribuindo com o que para a campanha, disse o professor Michael Clarke, diretor do Royal United Services Institute, um centro de análise e estudos de defesa no Reino Unido.

No entanto, “os canadenses estão realizando um monte de surtidas”, disse Clarke. ”Só Canadá, França e Reino Unido, entre os aliados, têm mantido um ritmo constantemente alto dos ataques terrestres. Os outros cinco que fizeram alguns ataques foram mais variáveis. Além disso, o Canadá tem a aeronave certa para o papel e tem sistemas mais adequados para lançar armas do que alguns outros aliados. ”

A missão começou como o coronel Kadhafi ameaçando uma vingança sangrenta direto sobre os adversários, com a emissão da Resolução 1973 das Nações Unidas que autoriza os países membros a tomar medidas para proteger os civis. Os críticos se queixam de que a campanha se transformou em uma tentativa de derrubar o regime de Kadhafi, com os alvos crescendo para incluir compostos da família do governante em Tripoli, e com vários membros de sua família sendo mortos pelas bombas da OTAN.

O caça canadense CF-18 Hornet realiza dois tipos de missões – ataque de interdição aérea planejada à infra-estrutura militar estática, incluindo edifícios utilizados para comando e controle, além de “vigilância, coordenação e reconhecimento” missões onde os pilotos de caça atacam os tanques e outros equipamentos móveis do governo com uso de bombas guiadas, disse o General Brigadeiro Joyce a partir de seu quartel-general em Nápoles. Havia um sentido inicial de “euforia” entre os canadenses nesta semana, quando os rebeldes começaram a entrar em Tripoli, mas os pilotos continuaram seus voos de ataques, e ficou claro o regime ainda estava vivo, disparando artilharia e foguetes em Trípoli e em outras cidades, disse o comandante.

Autoridades da OTAN e canadenses insistem que muitas vezes eles alteram seu destino para tentar evitar vítimas civis, criando uma guerra de bombardeio de “precisão sem precedentes.” Entre aqueles que acusam sobre os alvos dos pilotos canadenses está um advogado de Defesa Nacional, disse o Gen. Brig. Joyce.

Vítimas civis têm repetidamente gerado preocupação, com a Itália num ponto de chamar para uma pausa no bombardeio. Investigadores da organização Human Rights Watch passaram uma semana na Líbia neste mês, visitando sites de bombardeio com inspetores do governo, disse o chefe do grupo Fred Abrahams.

Alguns locais haviam claramente sido adulterados, como evidenciado por mamadeiras impecávelmente espalhadas numa cratera onde cada outro objeto estava coberto de poeira, disse ele, mas em outros lugares, os civis definitivamente morreram. Eles incluíram um ataque recente em Majer, onde o regime disse que 85 foram mortos. A Human Rights Watch e jornalistas encontraram evidências de 19 ou 20 corpos, disse ele.

“A evidência sugere que a OTAN realmente se importava, mas ainda existem dúvidas sobre algumas das escolhas”, disse Abrahams. ”A responsabilidade recai sobre eles para explicar esses casos.”

Steven Staples do esquerdista Rideau Institute, geralmente um crítico duro da política externa do Canadá nas missões militares, disse na quinta-feira que estava preocupado com as baixas civis. Ele parou, porém, de condenar o envolvimento do Canadá na operação Líbia, dizendo que tinha uma obrigação especial para apoiar a oposição, dado que as empresas canadenses tinham sido fortemente envolvidas com o regime de Kadhafi.

Fonte: National Post - Via: Cavok

Preocupado com o crescimento do tráfego aéreo no país e as falhas nos mecanismos de segurança, o Planalto voltou a negociar com os controladores de voo. Na quinta-feira, o ministro da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, conversou por três horas com representantes da categoria, reabrindo as discussões sobre a desmilitarização do setor.

Os controladores apresentaram ao ministro uma radiografia do sistema. Entre os participantes da reunião, estavam militares afastados das funções e que respondem a processo no Superior Tribunal Militar pelo motim de 2007.
Link

Foi mais um passo nessa reaproximação. Na segunda-feira passada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já havia prestado depoimento em defesa dos 51 réus da greve branca que paralisou os principais aeroportos do país naquele ano.

Um dia antes do encontro com os controladores, Bittencourt havia dito em entrevista a ZH que os problemas da categoria “estavam superados”. Na edição de domingo, ZH revelou como erros sucessivos no controle de tráfego aéreo quase resultaram em novos acidentes.

Fonte: Zero Hora

Nota: Vamos fazer como na Alemanha, Espanha e França e ficar a mercê de uma greve na copa!

Há cerca de 20 anos, às vésperas da Guerra do Golfo, Muamar Kadafi protestou quando um repórter que o visitava o comparou a Saddam Hussein, rejeitando a sugestão de que, ao invadir o Kuwait, Saddam suplantou Kadafi como um dos principais inimigos do Ocidente no mundo árabe.

"Saddam, o vilão número 1?", Kadafi questionou incrédulo. "Não! Não! Kadafi é o número 1. Só Kadafi!" Enquanto os rebeldes abriam caminho até Tripoli, nos últimos dias, as circunstâncias levaram novamente a comparar Kadafi a Saddam.

http://3.bp.blogspot.com/-y37soJXa-Uo/Tgq646Yb6cI/AAAAAAAAX68/6wjAGa2Pjmo/s1600/charge-aroeira-saddam-kadafi.jpg

Como o líder iraquiano em 2003, ele prometeu derrotar o inimigo às portas da capital, mas acabou descobrindo que suas defesas externas se desmantelaram sob os ataques dos rebeldes e as bombas da Otan.

Kadafi pareceu emular o ex-líder iraquiano também em outro aspecto. Em meio ao tumulto que tomava conta da capital, ele desapareceu. Enquanto os tanques americanos ocupavam o centro de Bagdá, Saddam, de pé em cima de um Passat diante de uma das principais mesquitas sunitas de Bagdá, prometeu ficar ao lado de seu povo.

Em seguida, desapareceu por oito meses, até reaparecer sob a custódia das tropas americanas que descobriram o buraco onde ele se escondia. No último discurso de Kadafi transmitido pelo rádio, ele menosprezou os rebeldes líbios, antes de também desaparecer.

No entanto, os intensos combates ao redor do complexo de comando do líder líbio, no centro de Trípoli, sugeriu outro paralelo com Saddam. Os comandantes das forças rebeldes em terra concluíram que Kadafi, depois de meses de bombardeios da Otan que destruíram quase tudo o que estava de pé no complexo, poderia ter se retirado para um enorme complexo subterrâneo debaixo das ruínas - um refúgio usado em caso extremo, semelhante àqueles que Saddam mandou construir sob seus palácios em Bagdá.

A Otan e os rebeldes, contudo, tinham de levar em conta outra possibilidade, considerando o que ocorreu em Bagdá: que Kadafi, imitando Saddam, permitisse que grande parte de sua capital fosse tomada rapidamente de acordo com um plano preliminar de retirada tática, para, em seguida, prender os rebeldes numa armadilha ou arrastá-los para um conflito prolongado, como o que evoluiu no movimento rebelde no Iraque, ainda não derrotado depois de mais de oito anos e dezenas de milhares de vítimas.

A essa possibilidade soma-se o pesadelo maior que obcecou líderes ocidentais, como o premiê britânico, David Cameron. Ou seja, tendo-se comprometido a derrubar Kadafi e fornecendo a ajuda militar crucial para cumprir a promessa, talvez tenham aberto uma caixa de Pandora de eventos ameaçadores.

Acaso a Líbia, como o Iraque, com a eliminação do seu ditador, se entregará a uma sangrenta guerra civil e fratricida? E o Ocidente, que procurou cuidadosamente limitar, pelo menos até o momento, o seu envolvimento militar a ataques aéreos, poderá ser atraído para o caos?

Cameron foi um dos líderes ocidentais que se apressou em diferenciar a rápida evolução dos acontecimentos em Trípoli da série de saques, vinganças sangrentas e violência sectária que se seguiu à invasão do Iraque. Ele disse que "os especialistas em estabilização" em Londres trabalharam durante meses com os rebeldes líbios para planejar uma transição tranquila em Trípoli.

Segundo Cameron, o futuro governo prometeu garantir que "todas as partes na Líbia compartilhem o futuro do país", significando que as tribos na parte oriental, que dominam o movimento rebelde, não punam as tribos do lado ocidental, que apoiaram Kadafi.

Os rebeldes pediram também que as instalações hospitalares, as redes de comunicação e o fornecimento de eletricidade, combustíveis e água sejam mantidos ou reparados - e também que seja apressada a entrega de outras formas de ajuda para que o país volte o mais rápido possível à normalidade.

A lista lembra uma série de normas elaboradas a partir dos erros que os críticos consideraram cruciais na experiência dos EUA no Iraque. Entretanto, alguns analistas argumentaram que, mesmo o plano de "construção de uma nação", depois da invasão de 2003 - que deveria entregar rapidamente o poder aos iraquianos, manter o Exército de Saddam intacto e garantir os empregos dos elementos leais ao Partido Baath que poderiam ajudar o governo a funcionar - não impediria o desencadear do caos.

Agora, a questão é saber se as boas intenções do Ocidente e dos líderes rebeldes bastarão para fazer frente à sede de poder na Líbia que poderá acabar com a euforia com a qual o povo recebeu as forças rebeldes e forçar o país para um futuro de lutas políticas, tribais e sectárias.

Fonte: Estadão

Empresa de segurança aplicou técnica para entender mudanças trazidas por correção e descobriu que consequências poderiam ser graves.

A empresa de segurança Qualys demonstrou nesta semana como aplicar engenharia reversa a uma correção da Microsoft para lançar um ataque de negação de serviço (DoS) contra servidores Windows DNS.

A prova de conceito mostra os passos que um hacker poderia seguir para atacar o Windows e põe em evidência a importância de aplicar as correções (patches) da Microsoft o mais rapidamente possível logo após a liberação do pacote mensal Patch Tuesday.

A correção utilizada pela Qualys resolvia duas brechas no Windows DNS Server e havia sido classificada como crítica, a mais alta dentro da escala da Microsoft.

A criadora do Windows afirmou não esperar que a vulnerabilidade fosse explorada este mês, mas a prova de conceito da Qualys mostra que isso seria possível.

“Nós fizemos a engenharia reversa do patch para entender melhor o mecanismo da vulnerabilidade e descobrimos que ela poderia ser explorada com alguns passos básicos”, escreveu, em blog, o engenheiro de segurança Bharat Jogi, da Qualys. “A prova de conceito descrita abaixo demonstra uma negação de serviço, mas cibercriminosos poderiam utilizar a falha para executar código remotamente.”

Comparação binária
A Qualys usou uma ferramenta de comparação binária de arquivos (“binary diffing”), chamada TurboDiff, para comparar as versões corrigidas e não corrigidas dos arquivos do DNS Server afetados. Isso ajudou os especialistas a “entender as mudanças que foram feitas para corrigir a vulnerabilidade”, mas também poderia ajudar pessoas mal-intencionadas a aprender como explorar a vulnerabilidade e usá-la contra os sistemas que ainda não receberam a atualização de segurança.

Depois que as vulnerabilidades foram identificadas, a Qualys configurou dois servidores DNS em laboratório e derrubou um deles com uns poucos comandos. Como a execução do ataque exige apenas alguns passos, a Qualys recomendou que seus próprios clientes façam uma varredura com o software de segurança QualysGuard e “apliquem a atualização de segurança o mais rapidamente possível”.

A correção para o Windows DNS Server foi uma das duas atualizações críticas lançadas este mês pela Microsoft. A outra consertava sete brechas no Internet Explorer. Em relação ao patch para o IE, a Microsoft advertiu seus clientes de que “provavelmente veremos exploits desenvolvidos para esta brecha nos próximos 30 dias”. O especialista em segurança Paul Henry, da Lumension, vai mais longe ao dizer que “estamos trabalhando com uma janela de 24 horas [após a liberação dos patches] para que comecemos a ver códigos de exploit em campo”.

Em resumo: O dia seguinte ao da publicação do Patch Tuesday já dá oportunidade a hackers para atacar sistemas desprotegidos, por isso os responsáveis por sistemas Windows deveriam aplicar as atualizações de segurança assim que possível.

Fonte: IDG Now

O jatinho com membros da banda Asa de Águia escapou de um acidente no aeroporto de Caruaru (PE). O jato decolou no mesmo instante em que um avião monomotor acabava de pousar na mesma pista. Segundo jornal Folha de S. Paulo, o incidente, que teria ocorrido na manhã de domingo passado, é investigado pela Aeronáutica.

Segundo a Aeronáutica, uma série de desencontros quase teria provocado a colisão das duas aeronaves. O monomotor de uma escola pilotos, modelo Paulistinha, aterrissou na mesma pista em que estava o jato. Segundo relatório, o piloto presumiu que o jato o esperaria sair da pista. Mas o comandante do jato, que seguia a 150 km/h, disse não ter visto a aeronave a sua frente.

Aviões escaparam de bater por pouco; jatinho levava músicos da banda Asa de Águia

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o perceber que estava diante do Paulistinha, o jato, um Citation 550, decotou antes da hora, o que ameaçou a sustentação necessária para se manter no ar. Dentro do jatinho estavam dois pilotos e seis músicos do Asa de Águia que retornavam de um show.

Um piloto de ultraleve teria avisado ao jato, via rádio - já que o Paulistinha não possui um -, de que havia outra aeronave na pista.

Jatinho acelerou para não bater no monomotor no aeroporto de Caruaru (PE)

Fonte: Correio 24hs

Brasil fecha parceria com China para centro de nanotecnologia

Postado por Alina Stewart domingo, agosto 28, 2011 2 comentários

O governo brasileiro formalizou uma parceria com a China visando à criação de um centro binacional de nanotecnologia.

O Centro Brasil-China de Nanotecnologia terá como foco o desenvolvimento de dispositivos e processos de uso civil em escala nanométrica.

Inicialmente, o novo órgão funcionará por meio de uma rede virtual de pesquisadores e intercâmbios entre os dois países.


O uso de dois tipos diferentes de nanopartículas é uma técnica promissora para levar drogas potentes até as células cancerosas

Com um orçamento inicial de US$ 3 milhões – cerca de R$ 4,8 milhões –, o centro tem como membros a Academia Chinesa de Ciências (do lado chinês), o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) – localizado em Campinas (SP) e que funcionará como centro de operações e sede do órgão binacional –, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Carbono (INCT-Carbono) – sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) –, e o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

Fonte: Exame

A presidente Dilma Rousseff autorizou ontem um crédito suplementar, extra orçamentário, no valor de R$ 45 milhões, para dar início ao programa de desenvolvimento e aquisição do sistema Astros 2020, da Avibrás Aeroespacial, de São José dos Campos.

O equipamento é uma ampla e radical evolução do conjunto lançador de foguetes livres Astros II, o maior sucesso de vendas da empresa. Segundo o Palácio do Planalto, o ato presidencial "indica com clareza a disposição do governo de prestigiar a indústria nacional de material de Defesa".

No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM, e munições com maior poder de fogo, alcance e cabeças de guerra capazes de transportar dezenas de granadas, que são dispersadas sobre o alvo. Um míssil antiblindagem, o FOG, também passa a ser padrão do conjunto. O principal avanço, todavia, é na área eletrônica, toda digital.



Durante um ensaio realizado no dia 21 de julho, no Campo de Instrução de Formosa (GO), a 80 quilômetros de Brasília, foram empregados os blindados de comando e controle que serão parte da versão avançada, a 2020.

O investimento total no projeto está estimado em R$ 1,92 bilhão - valor distribuído ao longo de seis anos. Os recursos liberados pela presidente Dilma vão ajudar a resolver a situação financeira da Avibrás, atualmente sob regime de recuperação judicial. Isso será feito com a garantia da aquisição do sistema Astros 2020, pelo Exército. Outra medida em andamento é a capitalização por meio do refinanciamento de seus débitos, pelo governo, nos termos do Refis.

Sociedade. Outra providência faz da União sócia da empresa, na proporção de 15% a 25%. Não haverá aporte direto de dinheiro. Na forma prevista na Lei 11941/09, a presença dos recursos será efetivada pela conversão das dívidas da Avibrás. Segundo o presidente do grupo, engenheiro Sami Hassuani, "o processo de participação do governo tem tamanho - 1,2 mil páginas, a soma do texto principal e dos 12 documentos anexos."

A Avibrás entrou em recuperação judicial em julho de 2008. O valor do processo, cerca de R$ 500 milhões, foi superado pelo cumprimento de um rico contrato firmado com a Malásia, para fornecimento de baterias, munições e equipamentos de apoio da última geração do lançador de foguetes Astros-II, carro-chefe do grupo.

O sistema brasileiro é o principal recurso dissuasório da força terrestre malaia na região de tensão permanente no sudeste asiático. A encomenda foi entregue em dezembro de 2009.

A configuração da arma que interessa ao Exército brasileiro é formada por 49 viaturas. São 18 veículos lançadores, 18 remuniciadores, 3 unidades de monitoramento de tiro, 3 estações meteorológicas, 3 de veículos oficina, 3 blindados de comando e controle para cada bateria e um, integrado, de comando e controle de grupo.

Fonte: Estadão


A China lançará no início de setembro o módulo não tripulado Tiangong I, um protótipo de laboratório espacial que será o primeiro passo do país asiático para a criação de uma estação própria de pesquisas no espaço, informa o jornal Global Times.

O protótipo e seu foguete propulsor já estão sendo preparados no centro de lançamento de Jiuquan, no noroeste do país, à espera de condições meteorológicas favoráveis para o lançamento em poucos dias, embora a data exata não seja divulgada até a última hora.

O Tiangong ("Palácio Celestial", em mandarim) é um protótipo de oito toneladas que ficará em órbita durante dois anos.

Naves do modelo Shenzhou lançadas durante esse período realizarão, junto a este protótipo, os primeiros acoplamentos do programa espacial chinês (primeiro com veículos não tripulados e mais tarde com astronautas).

Segundo o programa espacial chinês, desenvolver as complicadas técnicas de acoplamento espacial é um passo vital para o sucesso da primeira estação espacial da China, que o país deseja ter em funcionamento até 2020 - uma resposta à rejeição de outros países a que Pequim se envolva mais na Estação Espacial Internacional (ISS).

Na semana passada, um satélite de última geração chinês foi perdido ao não entrar na órbita designada, o que semeou dúvidas sobre o futuro de todos esses projetos, mas responsáveis do programa espacial garantiram que o lançamento do Tiangong e as futuras Shenzhou seguirão os planos previstos.

Fonte: Estadão

Uma série de projetos de pesquisa iniciada em 1994, com apoio da FAPESP, tem conseguido avanços importantes na vacinação contra a doença de Chagas, culminando com a cura inédita de camundongos altamente suscetíveis por meio de uma tecnologia de vacina de DNA.

No entanto, de acordo com o coordenador dos projetos Maurício Martins Rodrigues, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ainda não há perspectiva para a realização de testes clínicos, devido à falta de interesse da indústria. A doença de Chagas é considerada uma doença negligenciada.

O protocolo de vacinação utilizado envolve a indução de células T do tipo CD8 contra um antígeno do Trypanosoma cruzi: uma proteína da superfície do amastigoto, que é o parasita em seu estágio intracelular. As células T são glóbulos brancos envolvidos com a resposta imune a tumores e agentes infecciosos.

Rodrigues apresentou o modelo nesta quinta-feira (25/08), durante a 26ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), no Rio de Janeiro.

Doença negligenciada

Segundo Rodrigues, os projetos de pesquisa têm gerado inúmeros trabalhos, teses, reagentes e patentes, que são importantes para o possível desenvolvimento para uma vacina contra a doença de Chagas. O problema é que, por ser uma doença negligenciada, não tem havido interesse explícito de nenhuma companhia em gerar um produto a partir daí.

“A atual situação é que geramos todos os vetores, as proteínas recombinantes de resultados experimentais em animais, obtivemos as patentes e precisávamos agora de algum tipo de contato

com empresas interessadas em produzir esse tipo de vacina. Nessa fase da pesquisa, esse interesse já teria se manifestado se não se tratasse de doença de Chagas”, disse à Agência FAPESP.

Rodrigues compara a situação dos projetos sobre doença de Chagas com seus próprios projetos que utilizam os mesmos modelos para estudar a malária. Ele coordena atualmente o Projeto Temático "Geração e análise da imunogenicidade de proteínas recombinantes baseadas nas diferentes formad do antígeno circumsporozoíta de Plasmodium vivax visando o desenvolvimento de uma vacina universal contra a malária", financiado pela FAPESP.

“Na área de vacinação contra a malária trabalhamos com a mesma estratégia, só que utilizamos uma proteína recombinante, em vez de DNA plasmodial. Nesse projeto, conseguimos uma patente internacional de alto nível para a vacina e estamos o tempo todo recebendo contatos de empresas com interesse em desenvolver algum tipo de produto. Isso jamais ocorreu com o projeto sobre a doença de Chagas”, disse.

Outras doenças

A produção de conhecimento sobre o tema da doença de Chagas, no entanto, é de extrema importância, ainda que a indústria não se interesse, segundo Rodrigues. “Tudo o que fazemos em doença de Chagas é absolutamente aplicável a outras doenças, inclusive malária, tuberculose ou o HIV”, afirmou.

De acordo com Rodrigues, os protocolos utilizados mostraram extrema eficiência. Segundo ele, ao ter contato com o Trypanosoma cruzi, o indivíduo infectado desenvolve parasitemia, que caracteriza a fase aguda da doença. À medida que os anticorpos começam a agir, a parasitemia diminui e a doença entra na fase crônica, que pode durar pelo resto da vida, em um equilíbrio que mantém vivos parasita e hospedeiro.

“Entretanto, alguns camundongos são altamente suscetíveis e não têm essa diminuição da parasitemia, morrendo ainda na fase aguda da doença. O protocolo que utilizamos induziu a uma imunidade de longa duração e conseguiu, pela primeira vez, curar esse tipo de animal da doença de Chagas”, explicou.

Fonte: Exame

Um relatório emitido pelo Pentágono destacou uma série de avanços que a Força Aérea da China (FAC) tem realizado nos últimos anos, em especial, no desenvolvimento do seu futuro jato de combate supersônico stealth Chengdu J-20.

Segundo o Pentágono, o J-20, que deverá ser utilizado como uma plataforma de ataque de longo alcance e não como caça, poderá alcançar o estágio operacional por volta de 2018, sendo que até então o principal desafio das equipes de projeto da China será o desenvolvimento de uma turbina capaz de garantir as características de invisibilidade ao radar.

Atualmente existem várias discussões quanto a qual será o exato emprego do J-20. Alguns especialistas afirmam que o jato de combate será um rival direto do Lockheed Martin F-35 Lightning II, enquanto outros acreditam que ele deverá ser usado para atacar porta-aviões e outros alvos fortemente defendidos.

Por outro lado, o relatório também trouxe outros dados relativos a rápida modernização que a FAc vem sofrendo nos últimos anos. Em 2000, apenas 2% dos aviões em serviço eram considerados modernos, número este que cresceu para 25% com a chegada de aeronaves mais avançadas como Sukhoi Su-27, Su-30 e o próprio Chengdu J-10.

Atualmente acredita-se que mais de 1.600 caças e 620 aviões de ataque e bombardeio façam parte do inventário da FAC.

Fonte: Revista Asas


A comunidade internacional poderá se ver obrigada a enviar rapidamente uma força policial à Líbia, onde circula um número elevado de armas de pequeno calibre, declarou nesta sexta-feira o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

Ban manifestou também seu desejo de que melhorassem as relações entre a União Africana (UA) e o Conselho Nacional de Transição (CNT), que representa a rebelião líbia. A UA mantém sua rejeição a reconhecer o CNT, cujos partidários controlam a maior parte do país e da capital, Trípoli, apesar de os combates ainda não terem cessado.

O secretário da ONU dirigiu-se à imprensa após ter participado de uma videoconferência sobre a Líbia junto a representantes da UA, da União Europeia, da Liga Árabe e da Organização da Conferência Islâmica.

"Há uma urgente necessidade de colocar fim ao conflito e de reestabelecer a ordem e a estabilidade. Estamos todos de acordo que se as autoridades líbias pedirem, devemos estar prontos para ajudá-las a organizar uma força policial, considerando que o país está cheio de armas de pequeno calibre", disse.

Indicou que o número de policiais necessários não tinha sido ainda decidido e que haverá outras discussões a esse respeito durante uma reunião sobre a Líbia prevista para 1º de setembro em Paris. Nessa ocasião, Ban se reunirá com o chefe do CNT, Mustafah Abdel Jalil.

Afirmou também que recomendará em breve ao Conselho de Segurança o envio "urgente" de uma missão da ONU na Líbia.

Fonte: AFP

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