GeoEstratégia, Aviação, Defesa, História, Conflitos, dentre outras coisas...

terça-feira, janeiro 31, 2012

US$ 12 bi: 126 Rafale para a India

By on 31.1.12
O grupo de defesa francês Dassault fechou um contrato para vender 126 caças Rafale à Índia, indicaram nesta terça-feira fontes do governo francês e indiano.

A Dassault venderá pela primeira vez seus aviões Rafale para o exterior, depois de superar o consórcio Eurofighter por este contrato colossal, estimado em 12 bilhões de dólares.

"Está confirmado que a Dassault ganhou o contrato", disse uma fonte do governo indiano à AFP, explicando que o grupo francês fez uma oferta melhor.

Pouco depois, o secretário de Estado francês para Comércio Exterior, Pierre Lellouche confirmou: "Ganhamos o contrato", considerando que "algumas coisas ainda devem ser concluídas".

A licitação, aberta em 2007, é uma das maiores já lançadas pela terceira maior potência econômica da Ásia, e uma das maiores do momento no setor de defesa aérea.

A licitação atraiu as gigantes mundiais do setor em uma competição acirrada. O Rafale e o Typhoon, da Eurofighter, foram pré-selecionados em abril, deixando fora de jogo as americanas Boeing e Lockheed Martin, a sueca Saab Gripen e a russa MiG.

Na Índia, o candidato que oferece o menor preço geralmente leva o contrato.

O contrato estipula que a Índia comprará diretamente 18 aviões, enquanto que os outros 108 serão construídos no país asiático.

A ação do grupo Dassault disparou cerca de 20% na Bolsa de Paris após o anúncio do contrato.

Em dezembro do ano passado, o ministro francês da Defesa, Gérard Longuet, chegou a afirmar que a produção do caça Rafale seria interrompida caso não houvesse pedidos estrangeiros.

Alguns meses antes, em setembro, a presidente brasileira, Dilma Rousseff, havia dito ao seu colega francês Nicolas Sarkozy, durante um encontro entre ambos em Nova York, que o Brasil "não estava em condições de se comprometer com a compra de aviões de guerra".

O Rafale disputa com o americano F-18 E/F, da Boeing, e o Gripen NG, da Saab, uma licitação pela compra por parte do governo brasileiro de 36 caças para substituir a atual frota da Força Aérea Brasileira (FAB) a partir de 2016.

O contrato para a venda dos caças pode chegar a R$ 6,7 bilhões.

Dos três concorrentes do F-X2, o Rafale foi o único a ter oferecido uma proposta de transferência de tecnologia irrestrita ao Brasil e às empresas envolvidas na fabricação.

A licitação foi aberta durante o governo Lula. O ex-presidente chegou a manifestar a sua preferência pela aeronave francesa.

Fonte: AFP

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Persian Cat Iraniano se acidenta

By on 27.1.12
Um avião militar iraniano caiu na manhã desta quinta-feira próximo à costa do golfo Pérsico, no sul do país, informou a agência de notícias Fars. O piloto e o copiloto da aeronave morreram. De acordo com a Fars, o governador provincial Mohammad Hussein Jahanbakhsh confirmou o acidente com um caça F-14, de fabricação americana, próximo à cidade de Bushehr, onde fica localizada a primeira usina nuclear iraniana.

A autoridade afirma que o caça caiu após uma falha técnica e as autoridades recuperaram os destroços. O Irã possui diversos aviões F-14, que foram comprados dos Estados Unidos antes da Revolução Islâmica, em 1979, pelo xá Mohammad Reza Pahlavi.

Fonte: Jornal Agora

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Videos em Destaque: De Michel Teló a Mangá de combate aéreo...

By on 26.1.12
U2 Canta Michel Teló! (charge)





Avibrás Renassce e Recontrata...






Dogfight - Spitfire x Messerschmitt Bf 109: (Sugestão: Guarini Jefferson Schultz)



Hilário: Soldados Israelenses dançam Michel Teló!

Helicoptero Necessidade: Aguias da Polícia de São Paulo já atendem 22 chamados por dia

By on 26.1.12
Perseguições policiais com helicópteros estão se tornando cada vez mais rotineiras no Estado. Em 2011, as 30 aeronaves Águia da Polícia Militar (24 helicópteros e seis aviões) foram acionadas 8.070 vezes para ir atrás de criminosos, média de 22 chamadas por dia. Isso representa um aumento de 43% em comparação com o ano anterior, quando foram 5.620 acionamentos. Segundo a PM, 70% dos atendimentos do helicóptero da PM foram na capital paulista.

O número de operações bem-sucedidas do Grupamento de Radiopatrulha Aérea, ou seja, que resultaram na prisão de criminosos, cresceu praticamente na mesma proporção: de 967 em 2010 para 1.374 no ano passado, alta de 42%. Os casos envolvem roubos de residência, arrastões em prédios, assaltos a banco, lotéricas e sequestros relâmpagos. "O helicóptero permite uma ação de acerto dos policiais em terra, agiliza o atendimento da ocorrência e, principalmente, salva a vida da população com agilidade", diz o especialista em segurança Felipe Gonçalves.

Se não fosse o helicóptero, uma quadrilha que invadiu uma casa no Jardim Paulista, zona sul de São Paulo, não seria capturada. No último dia 12, o bando invadiu a residência e amarrou o proprietário, um bancário de 30 anos. Os criminosos levaram vários objetos de valor e colocaram tudo no carro da vítima. Na saída, o bando foi seguido por terra por viaturas da PM e por ar pelo Águia. Com o apoio aéreo, a polícia conseguiu prender três assaltantes em flagrante. Com eles foram encontrados telefones, relógios de grife, joias e o carro do bancário.

O tenente Rui Galetti, oficial de relações públicas do Grupamento Aéreo, explica que, em algumas ocorrências, o próprio piloto se aproxima dos suspeitos no solo e os prende. "Aconteceu isso uma vez, os tripulantes se aproximaram bem dos ladrões e deram voz de prisão para criminosos que estavam escondidos em uma região de mata."

Helicóptero Águia 4 da Polícia Militar pousa no centro de São Paulo, onde um prédio pegou fogo

A PM diz que o acionamento do Águia pode ser feito pelo policial da rua que está na ocorrência, por meio de rádio. Outra forma é o pedido do próprio operador do telefone 190. Se ele analisar que o caso é grave ou precisaria de uma aeronave, ele mesmo faz a solicitação.

Emergências. Em meio a tantos crimes, os pilotos e suas equipes também relatam casos dramáticos de salvamento na água ou resgates de fogo e acidentes. No dia 22 de dezembro, a Favela do Moinho, nos Campos Elísios, região central de São Paulo, ficou em chamas. Onze pessoas foram resgatadas em cestos pelo Águia. O dia de trabalho intenso deixou reflexos no corpo do capitão Marcelo César Cancian, 12 anos no Grupamento de Radiopatrulha Aérea e 25 de PM. "Estava com tensão muscular, travado e com os dedos duros."

Fonte: Estadão

2012: Tempestade solar já chegou ao nosso planeta

By on 26.1.12

HOJE! Tempestade solar atingirá a Terra e afetará comunicação Na noite de ontem, dia 24, a Terra recebeu ondas de radiação provenientes de explosões solares, que haviam sido diagnosticadas pelos cientistas. Essas explosões que ocorrem no Sol, são chamadas de ejeções de massa coronal, na qual, acabam lançando partículas no espaço.

Ao longo desta quarta-feira, dia 25, a radiação continuará chegando ao nosso planeta. No último domingo o fenômeno começou a ser percebido após uma explosão central no Sol a qual causou uma tempestade de ondas solares, que viajaram a uma velocidade de 6,4 milhões de quilômetros por hora.

Apesar de ser considerado o maior evento solar desde 2005, os danos não serão percebidos pela maioria da população. De acordo com a Administração Nacional de oceanos e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos, o maior dano poderá ocorrer nos satélites de comunicação que orbitam o planeta.

Fonte:

O Motor movido a oxigenio liquido (motor sem emissões?)

By on 26.1.12

A empresa Dearman Engine Company está a desenvolver um novo tipo de propulsor, mas desta feita alimentado a, admire-se, ar líquido!

Partindo de uma reinterpretação da fusão a frio, os pistões são empurrados pela pressão do ar presente no cilindro. Esta expansão do ar líquido, inicialmente armazenado à temperatura de -160º C (-256º F) acontece de forma rápida e quase imediata. Segundo a Dearman, o ar é puxado para os cilindros do motor através de um fluido permutador de calor. Esta reinvenção da fusão a frio pode ser explicada fisicamente com a mudança de estado do ar, de líquido a sólido, quando atinge a temperatura ambiente, acontecendo consequentemente a expansão da matéria gasosa, neste caso o ar.

Em termos de emissões, o balanço final é de zero emissões, já que através das válvulas de escape deste revolucionário motor sai apenas ar.

Segundo o site da Dearman, esta nova tecnologia, ainda em desenvolvimento, tem um potencial de viabilidade superior a outras soluções com produtos já no mercado, caso do hidrogénio e das novas tecnologias de baterias. Este novo motor da Dearman não utiliza materiais exóticos ou raros e pode ser produzido através de infraestruturas já existentes, sem necessidade de avultados investimentos.

O ar líquido funciona não tanto como um combustível, mas meramente como um transportador de energia, existindo apenas a necessidade de efectuar a compressão do ar através da redução da temperatura a que ele se encontra, e depois colocá-lo num depósito com isolamento térmico. Ao contrário das baterias, o rebastecimento do ar líquido, tal como a tecnologia de hidrogénio, demora apenas alguns minutos. O ar líquido conta ainda com outro benefício, em comparação com o hidrogénio, já que é armazenado com pressão atmosférica normal.

Apesar de armazenado num depósito isolado termicamente, a evaporação do ar líquido é lenta, tal como o hidrogénio ao longo do tempo, o que significa que só após um longo período de inactividade um depósito perca a sua carga.

O motor Dearman está agora com os peritos independentes da Ricardo Engineering para avaliação da viabilidade desta nova tecnologia que poderá trazer novos paradigmas pertinentes à mobilidade sem emissões.

Fonte: +Motores

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Barrichello testará na Indy na segunda e na terça

By on 25.1.12
Apesar da assessoria de Rubens Barrichello e da equipe KV, da Fórmula Indy, negarem a informação de que o piloto fará um teste pelo time, o fato realmente será concretizado. O rumor foi lançado pela agência de notícias “Associated Press”, informando que o brasileiro testará pelo time onde corre o amigo Tony Kanaan, no circuito de Sebring, nos Estados Unidos, na próxima semana.

O blog “Papo Sem Censura” conversou com uma pessoa próxima ao piloto, que foi direta: “Vai acontecer um teste, sim”. Porém, sobre a oportunidade do piloto disputar a temporada da categoria norte-americana em 2012, a fonte preferiu desconversar. “Ele vai testar!”, resumiu novamente. A agência “Associated Press” garante que o piloto já esteve na fábrica da KV e fez um molde do banco.

Pelo Twitter, Tony Kanaan confirmou que Barrichello testará pela KV: “Bom, galera, já que não conseguimos guardar segredo para a surpresa, vai ser um prazer ter o Rubens Barrichello testando para nós.”

O brasileiro fará dois dias de testes, na segunda e na terça-feira da próxima semana.

Ao longo de sua carreira, Barrichello sempre negou correr na Indy e sempre afirmou que essa era uma promessa feita à esposa Silvana.

Na última semana, enquanto curtia as férias em Orlando, nos EUA, Barrichello foi informado ter perdido a vaga na Williams para o compatriota Bruno Senna. Depois de 19 temporadas, Rubinho está fora da Fórmula 1.

Em tempo: Durante a transmissão de Corinthians e Guaratinguetá, pelo campeonato Paulista, na TV Band, o narrador Téo José, ligado ao automobilismo, reforçou que o piloto pode ser inclusive uma das atrações na etapa da Indy em São Paulo.

Fonte: F1 Mania

Senna testou na Indy no final de 1992

By on 25.1.12

Ayrton Senna em 92 vinha penando com o desempenho abaixo do esperado de sua McLaren, e também com a superioridade das Williams. Isso foi um estopim para que tudo começasse.

Emerson Fittipaldi, que era atual piloto da Penske, chamou Senna para um jantar em São Paulo ao final da temporada de 92. Lá conversaram muito sobre sua atual situação, Senna disse que tinha muito a mostrar, era novo e com muita vontade de correr em uma equipe que lhe desse resultados.

“Se eu achar que não vou ser competitivo no ano que vem, paro. O único prazer que tenho é ser competitivo e lutar por vitórias, pois ainda sou jovem e tenho condições de parar temporariamente e aguardar a oportunidade adequada para voltar a lutar por vitórias”.

Nessa época Senna não falava em mudar de categoria, mas, aproveitando que um dos diretores da Globo estava neste restaurante, Emerson brincou com ele:

“O Ayrton vai assinar com a Penske e vai para a tela do SBT“, brincou ele, que logo emendeu e perguntou a Senna: “Ayrton, porque não testa meu carro? Vou andar com ele em Phoenix antes do Natal, você não quer dar umas voltas?”


Fonte: Motor Passion


Uma categoria que viveu seu auge no final dos anos 80, começo dos 90 e que por um breve momento ameaçou o reinado da Fórmula 1, atraindo para suas pistas estrelas como Nigel Mansell e Emerson Fittipaldi. Ayrton Senna, maior expoente do automobilismo mundial na época, ameaçou uma mudança para os Estados Unidos no final de 1992, insatisfeito com a saída da Honda da F1 e sem uma perspectiva real de mudar-se para a Williams, que no ano seguinte seria um feudo Prostiano.

Na prática, o brasileiro não pretendia deixar a F1, mas fez uma série de ameaças como tirar um ano sabático ou competir nos EUA apenas para exercer pressão política sobre Bernie Ecclestone, Ron Dennis e Frank Williams. No final das contas, deu certo. Conseguiu vaga na Williams para 1994 e correu pela McLaren em 1993 recebendo bem mais do que Ron pretendia pagar.

A foto de hoje ilustra o teste de Senna com a Penske, que ocorreu em dezembro de 1992, no circuito misto de Firebird em Phoneix, Estados Unidos. Ao contrário do que muitos acreditam, Ayrton não chegou a testar no traçado oval.

Fonte: Blog do Capelli

Poder Aéreo mudou acentuadamente durante o longo conflito no Afeganistão

By on 25.1.12
O comandante Layne McDowell olhou por cima de seu ombro esquerdo, de dentro da cabine de um caça F/A-18 da Marinha, observando um cânion na província de Kandahar, no Afeganistão, que ficava 2,8 mil metros abaixo. Uma companhia da infantaria dos Estados Unidos encontrava-se no local.

Os soldados foram deixados lá por helicópteros. Agora, um controlador de solo queria que os três caças de ataque que circulavam a zona aérea da região enviassem um sinal para possíveis insurgentes do Taleban que estivessem abaixo.

McDowell alinhou o bico de seu caça à extremidade nordeste do cânion. Então, ele seguiu o exemplo de seu parceiro e mergulhou para uma altura de 1,5 mil metros atingindo uma velocidade de 997 km/h, e quando estava mais perto das tropas, deu sinal de sua proximidade com um ronco do motor.

Na linguagem do apoio aéreo, sua manobra foi considerada uma "demonstração de presença" – uma exibição em baixa altitude e não-letal destinada a tranquilizar as tropas terrestres e também a sinalizar ao Taleban que os soldados não estão sozinhos. Essa manobra também reflete uma mudança na maneira como os Estados Unidos utilizam sua força aérea, tirando o foco do uso de uma violência avassaladora a favor de manobras que muitas vezes não exigem confronto.

O uso do poder aéreo mudou acentuadamente durante o longo conflito no Afeganistão, refletindo os custos políticos e a sensibilização com vítimas civis de ataques indiscriminados ou errantes, e o aumento do uso de ataques de aviões não tripulados, que podem vigiar potenciais alvos por longos períodos de tempo sem risco para pilotos ou aviões mais caros.

Caças tripulados por pilotos, no entanto, continuam a ser um componente essencial da guerra, em parte porque pouco no arsenal dos aliados ele é considerado tão versátil ou imponente, mas também por causa de melhorias feitas nos sensores das aeronaves.

A carreira de McDowell acompanhou essas mudanças. No início da guerra, em 2001, aviões americanos muitas vezes atacavam da melhor maneira para maximizar a violência, incluindo bombardeios e ataques com munições teleguiadas.

Decolando em um esquadrão de F-14s do porta-aviões USS Enterprise, McDowell usou quase 27 mil quilos de munições na primeira semana da guerra, destruindo aeronaves e veículos Taleban em Herat e atacando campos de treinamento e quartéis na província de Kandahar.

Ele já tinha voado dois anos em Kosovo e no Iraque, onde em 32 missões de combate usou quase 15 mil quilos de munições teleguiadas, inclusive contra quartéis generais que foram atingidos quando havia um grande número de soldados no local.

"Nossa cultura é muito focada apenas em matar", disse. "É assim que nós treinamos, e naquela época a mentalidade era: conseguir maior matar o maior número de inimigos, ter o maior número de bombas no convés, para conseguir um maior efeito psicológico."

Isso foi antes. Quase uma década depois, sua missão mais comum é o que chama de "sobrevoar", ou escanear digitalmente o terreno através em busca de sensores infravermelhos e informar as tropas em terra pelo rádio sobre o que vê lá de cima.

Em 953 missões aéreas de apoio realizadas pelos caças 44 F/A-18 Super Hornets a bordo do porta-aviões USS John C. Stennis, de onde McDowell agora faz suas decolagens, as aeronaves bombardearam alvos apenas 17 vezes. Por outro lado, elas realizaram voos baixos ou de média-elevação mais de 115 vezes.

As mudanças nas missões e táticas, em parte, refletem as adaptações feitas pelo Taleban. Mas guiadas por regras complexas de combate e por uma doutrina de proporcionalidade e moderação, também refletem o que McDowell chama de "uma mentalidade diferente".

Hoje em dia, o esforço para ter uma seleção de alvos mais precisa e minimizar as vítimas civis tornou-se uma prática padrão. Projetar seu poder sem necessariamente ter que atacar também é uma prática rotineira. Lançar bombas não é.

"Tanta coisa mudou desde quando eu estive aqui pela primeira vez", disse, olhando para o Afeganistão em um voo de seis horas no início da semana passada. "Se for possível completar a missão de outra maneira, eu prefiro fazer isso do que ter que bombardear".

Durante uma hora, um dos jatos usou seus sensores infravermelhos para observar edifícios e o cânion, acompanhando o movimento dos soldados. Os Talebans não apareceram.

Uma nova mentalidade

Após terem reabastecido pela segunda vez, os jatos entraram em contato com um controlador de solo perto do rio Arghandab, região que no final de 2010 fazia parte de uma ofensiva de ataques para desalojar o Taleban.

Antes dessa estratégia ofensiva, a presença americana ao longo do rio era pouca. Agora, do ar, o mapeamento da região se tornou mais fácil. O rio tinha uma rede de postos e bases com altos muros, muitos deles vigiado por câmaras instaladas em dirigíveis parecidos com balões.

Se existe um local que pudesse demonstrar a maneira com a qual o papel de McDowell no campo de batalha mudou ao longo de sua carreira, este era ele mesmo. McDowell fez uma curva lenta à esquerda, apontando para uma área onde, vários dias antes, uma patrulha de infantaria havia se deparado com atiradores afegãos.

Os homens armados tinham disparado de um campo não muito longe da Base Avançada Wilson e depois se escondido em um conjunto de edifícios de paredes de barro. McDowell chegou ao local em minutos. O que aconteceu depois demonstrou o contraste entre as velhas práticas e as novas.

A infantaria o direcionou até o prédio. Em seguida, eles marcaram o local atirando uma granada de fumaça em suas paredes. Acima, McDowell fixou seu sensor infravermelho no complexo, compartilhando sua visão por vídeo com um controlador de solo, que confirmou que ele estava olhando para o lugar certo. O que fazer?

Em 1999, no final da guerra em Kosovo, McDowell disse que nessa situação os pilotos teriam simplesmente matado os insurgentes.

Quase uma década depois, ele sobrevoava uma casa onde pelo menos dois combatentes do Taleban tinham se abrigado após terem aberto fogo contra um pelotão dos Estados Unidos. Mas ele não sabia quem mais poderia estar lá dentro. Nem ele nem os soldados solicitaram uma autorização para um ataque aéreo.

"E se nós bombardeássemos a casa e matássemos os dois indivíduos armados lá dentro, mas também oito crianças?" questionou.

Voando alto sobre o rio Arghandab, ele apenas deu uma olhada para a casa que as novas regras tinham poupado.

Indicando o painel de mira dentro da cabine, ele mostrou a proximidade daquela casa com outras casas e descreveu os limites do que reconhecia como "padrões de vida" – ou, o ritmo da atividade humana no local onde os combatentes Talebans se esconderam.

"Eu não pensava à respeito dessas coisas na guerra do Kosovo", disse ele.

Fonte: The New York Times - IG

Eurocopter quer Brasil como fabricante global

By on 25.1.12

O plano de voo está traçado e é ambicioso: a Eurocopter - maior fabricante mundial de helicópteros civis e que atua também na área militar - quer transformar sua filial brasileira, a Helibras, em um ator internacional desse mercado até meados da próxima década. O objetivo da empresa europeia é desenvolver e produzir totalmente no Brasil aeronaves que serão exportadas para o mundo todo, disse ao Valor o presidente da Eurocopter, Lutz Bertling.

Dessa forma, o Brasil passará de quinto maior mercado global da companhia, atualmente, para terceiro em meados da próxima década, atrás apenas da França e da Alemanha e à frente dos Estados Unidos e da Austrália.

"O desenvolvimento de um helicóptero leva no mínimo dez anos. Em 2023 ou 2025 começaremos a ter modelos com design realizado no Brasil, fabricados no país e que serão vendidos ao mercado mundial", afirma o alemão. Hoje, a concepção dos aparelhos é feita na Europa, onde também são fabricadas as peças. A unidade brasileira, em Itajubá (MG), realiza a montagem dos helicópteros Esquilo.

O Brasil é o único país dos BRICS, grupo integrado também pela Rússia, Índia, China e África do Sul, que não possui uma indústria de helicópteros, diz o presidente. A Eurocopter - que reúne capital francês, alemão e espanhol e é uma divisão do consórcio europeu EADS (controladora da Airbus) - "quer se tornar o fabricante nacional" de helicópteros no Brasil, diz Lutz.

Parte desse processo de nacionalização da produção começará a ser posto em prática em breve. A inauguração da nova fábrica em Itajubá, um investimento de € 186 milhões (R$ 426 milhões) está prevista para fevereiro ou março e o início das atividades deve ocorrer no final deste semestre.

O projeto de expansão da unidade mineira é resultado do contrato de venda de 50 helicópteros EC725 para as Forças Armadas do Brasil, concluído em 2008. O acordo prevê que as 16 primeiras aeronaves serão fabricadas na França (três já foram entregues) e as demais serão feitas no Brasil. O primeiro helicóptero EC725 totalmente montado no país poderá ser entregue no final deste ano.

O cronograma de entregas irá cumprir uma escala gradativa de nacionalização de componentes, como circuitos eletrônicos e parte da fuselagem, até atingir 50% de equipamentos nacionais em 2015. Até esse prazo, o número de empregados da filial brasileira deverá passar dos atuais 600 para mil. A Eurocopter também planeja reforçar a cooperação com os fornecedores brasileiros para o desenvolvimento de componentes no Brasil, fator essencial da estratégia de produzir modelos no país.

O futuro do mercado brasileiro é promissor para a Eurocopter. A empresa vê no país grandes negócios potenciais: a polícia (que anunciou o projeto de compra de mais de 100 helicópteros) e outros serviços públicos, como também o setor privado (canais de TV, por exemplo), estão investindo na compra de aeronaves em razão da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, afirma Bertling.

"Mesmo sem esses grandes eventos, o Brasil é um dos mercados de helicópteros com crescimento mais rápido no mundo", diz ele, acrescentando que o excelente desempenho no Brasil se refere ao número de aeronaves vendidas. "Em termos de percentual de crescimento, alguns países asiáticos registram taxas maiores, mas a frota desses países ainda é muito pequena.".

Os resultados da Eurocopter no Brasil só serão divulgados em fevereiro. A companhia, que possui 30 filiais e participações em 21 países, anunciou ontem, em Paris, um faturamento recorde no ano passado: € 5,4 bilhões, com crescimento de 12,5% das vendas.

A empresa entregou menos helicópteros (503 contra 527 em 2010), mas as encomendas (457 unidades em 2011), registraram aumento de 32% em relação ao ano anterior. Em 2012, a empresa prevê crescimento de 7% a 7,5% do faturamento, média dos últimos cinco anos. Até 2017, as vendas de helicópteros civis na Ásia deverão crescer 40% e, na América Latina, 35%, prevê Bertling.

A Eurocopter afirma que em 2011 passou a deter 43% do mercado mundial de helicópteros civis, onde é líder, e 21,5% do mercado militar desse tipo de aeronave.

Fonte: Valor Econômico

SEALS entram na Somália e resgata 2 reféns.

By on 25.1.12

Dois voluntários de uma ONG dinamarquesa, sequestrados há três meses no norte da Somália, foram libertados nesta madrugada em uma ação de resgate de forças especiais dos Estados Unidos, segundo informou o canal NBC, que citou fontes oficiais americanas.

A ONG Dansk Flygtningehjælp (DFH, Ajuda Dinamarquesa aos Refugiados) anunciou em comunicado a libertação de seus dois voluntários, o dinamarquês Poul Hagen Thisted, 60 anos, e a americana Jessica Buchanan, 32 anos.

Segundo a NBC, os dois foram resgatados pelas forças especiais americanas, os Navy Seals, que com dois helicópteros atacaram de surpresa o local onde as vítimas estavam. Ambos os voluntários estão "ilesos e em um lugar seguro", indicou o comunicado da DFH, que não forneceu mais informações sobre a ação armada.

A emissora americana não detalhou para onde os voluntários foram levados, embora a missão internacional contra a pirataria na região tenha uma de suas principais bases em Djibuti. No confronto armado, vários sequestradores foram mortos, segundo as fontes americanas do canal, que não informou sobre baixas entre os militares dos EUA.

Os dois voluntários foram sequestrados em 25 de outubro na localidade de Galkayo, no norte da Somália, e trabalhavam para o Danish Demining Group, uma seção da ONG dedicada à desativação de minas.

Segundo informou na ocasião o site Somalia Report ", especializado em informações sobre o país africano, os sequestradores eram ao menos dez homens armados a bordo de dois veículos que interceptaram os voluntários quando se dirigiam ao aeroporto de Galkayo para pegar um voo noturno rumo a Nairóbi.

A ONG dinamarquesa, fundada em 1956 e presente em mais de 30 países, trabalha na Somália desde 1998.

Fonte: Terra

"Caveiras" de Roraima treinam guerrilha no Chile para a Copa de 2014

By on 25.1.12
"Valente, voraz, destemidos, caveiras de força, coragem e união, avencemos com força e honra e fazendo ecoar a grande vitória do ser Caveira!". É ao som desta canção militar que os alunos do Curso de Operações Especiais da Polícia Militar de Roraima se prepararam para embarcar para o Chile, onde vão fazer treinamento de guerrilha.

São cinco meses e 1.100 horas correndo quilômetros, rastejando na lama, mergulhando, descendo de rapel, dormindo pouco sem demonstrar cansaço, treinando no sol e na madrugada. Quinze horas de treinamento diário e sem reclamar. Não é para qualquer um.

Na seleção, dos 46 concorrentes só 28 foram aprovados. Destes, 10 já desistiram do curso. Mas os que sobreviverem, sem pedirem para sair, se tornam "Caveiras", especialistas em resgates na mata e ações de risco, incursões em favelas dominadas e terrorismo.

O curso tornou-se um dos melhores do País, pois vai levar seus integrantes para fazer especializações em varias cidades e em polícias especializadas da América Latina, como a do Chile. Tudo para se preparar para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo o vice-governador Chico Rodrigues, a preocupação é formar profissionais de segurança pública para atuar em grandes eventos que serão realizados no Brasil. "Estes homens deverão ser solicitados para atuar na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016. Deverão integrar as forças que farão a segurança desses eventos", afirmou.

Os policiais estão no Rio de Janeiro aprendendo noções de combate em favelas com o Bope e aproximação de pontos críticos com os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil. Depois seguirão para Brasília, onde vão treinar ações com explosivos e agentes químicos com a PM e regaste de reféns com a Polícia Federal.

Na Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), os participantes treinarão combate ao terrorismo. Já em Goiás, os alunos vão aprender invasão tática com uso de explosivos. Com a polícia de Santiago, no Chile, vão combater sequestro e terrorismo com os carabineiros, um grupo especial da polícia chilena.

Na volta ao Brasil , eles fazem treinamentos no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), no Batalhão de Operações Ribeirinhas e no Grupamento Aéreo do Amazonas. "Buscamos o que tinha de melhor para oferecer um curso completo aos nossos profissionais e o que mais interessa para nossa região para nos tornarmos a melhor policia do Brasil", destacou o coordenador do curso, tenente Paulo Cezar.

Fonte: Terra

Rússia negocia venda de armas para o Brasil, Argentina e Chile

By on 25.1.12
A Rússia procura fechar contratos para vender armamentos a uma série de países latino-americanos, em particular a Brasil, Argentina e Chile, declarou nesta quarta-feira o diretor da corporação estatal russa Rostekhnologii, Sergei Chemezov. "Temos possibilidade de assinar contratos no âmbito da cooperação técnico-militar com Brasil e Argentina. Estamos trabalhando ativamente no Chile", disse Chemezov em uma entrevista à agência Interfax.

Leia também: Amorim diz esperar decisão sobre caças ainda no 1º semestre de 2011

Quanto à Venezuela, o principal comprador latino-americano de armamentos russos, o diretor da Rosteknologii indicou que "não são esperados novos contratos para breve". Segundo distintas fontes, desde 2005 a Rússia vendeu à Venezuela cerca de US$ 5 bilhões em armas. Chemezov assinalou que no ano passado a Rússia exportou quase US$ 12 bilhões em armamentos, montante que deverá ser superado em 2012.

Fonte: IG

terça-feira, janeiro 24, 2012

Eads procura aquisições; Brasil está entre os alvos

By on 24.1.12


Depois de gastar cerca de US$ 2 bilhões com aquisições no ano passado, a European Aeronautic Defence & Space (Eads) continua à caça de boas compras, diante de suas tentativas de reduzir a exposição ao dólar e a dependência na Airbus, sua subsidiária de aviões comerciais em forte expansão.

"É certo que estamos em modo de aquisição", disse Marwan Lahoud, diretor de marketing e estratégia da gigante aeroespacial, numa entrevista ao The Wall Street Journal.

Antes, a Eads estava à caça de aquisições de até US$ 2 bilhões. Mas agora está de olho num alvo maior.

"Nosso balanço melhorou e a capacidade de aquisição da empresa aumentou", disse Lahoud. "Não tenho um limite determinado para informar, porque analiso cada caso individualmente. Não posso dizer se é de dois, três, quatro ou cinco bilhões."

"A [aquisição] perfeita para nós seria uma fabricante de aviões não comerciais, mas não ligamos se for em serviços para aviões comerciais", disse Lahoud.

A Eads está com o caixa recheado graças ao crescimento dos pedidos da Airbus nos últimos anos, que geraram bilhões em depósitos sem reembolso pagos pelas companhias aéreas quando encomendam aviões. A Eads tinha quase 12 bilhões de euros em caixa (US$ 15,62 bilhões) no fim de 2010, mas o saldo provavelmente aumentou por causa do recorde de pedidos recebidos pela Eads no ano passado.

A pressão para a EADS encontrar um destino lucrativo para o dinheiro está aumentando, diante dos juros europeus baixíssimos e que provavelmente se manterão nesse nível enquanto ainda existir alguma ameaça de recessão.

Como a produção da Airbus está crescendo rapidamente — a consultoria Bernstein Research calcula que a receita subiu 6,9% em 2011 e vai crescer mais 12% este ano —, a filial está ultrapassando o resto do grupo e responde atualmente por dois terços da receita da EADS, que pode chegar a 48 bilhões de euros este ano.

A diretoria da Eads, num reconhecimento do perigo de depender demais da aviação civil — mesmo com a fila de espera da Airbus chegando a oito anos de produção à capacidade atual — estabeleceu a meta de reduzir a fatia da Airbus no conglomerado para 50% até 2020. Com as filiais de defesa, segurança, espaço e helicópteros da Eads crescendo mais lentamente, qualquer reequilíbrio dependerá principalmente de crescimento externo.

O outro dilema da Eads é que a maior parte da receita da Airbus é em dólar, o que a torna vulnerável às oscilações na cotação do euro. A Eads tem um programa de hedge cambial, mas a diretoria quer obter um hedge natural com produção, compra ou operações fora dos países em que a empresa se baseia — França, Alemanha, Espanha e Reino Unido.

O grupo quer comprar empresas que ajudem a expandir a receita e os lucros com defesa, segurança ou serviços, disse Lahoud. Entre os países na mira estão Estados Unidos, Brasil, Índia e Coreia do Sul. "A China é difícil, mas também está na lista", disse Lahoud.

Lahoud reconhece que ficou mais complicado realizar aquisições nos EUA, o maior mercado aéreo e de defesa do mundo, devido à tendência protecionista do governo americano para empresas em áreas sensíveis como segurança e defesa. "É mais [difícil] que antes — há mais perguntas, mais exigências — mas isso não coíbe nossa capacidade de fazer negócio nos EUA", disse ele.

Para expandir sua oferta de serviços, a Eads comprou quatro empresas de médio porte e outras duas menores no ano passado, por um valor total de 2 bilhões de euros. O maior acordo, por 673 milhões de euros em dinheiro, foi a aquisição da Vizada, uma empresa de serviços para satélites de comunicação, que foi englobada pela Astrium, a divisão de tecnologia espacial da Eads.

Fonte: WSJ


Autorizada a segunda frota da Marinha Brasileira

By on 24.1.12


Na reunião setorial sobre assuntos de Defesa Nacional, ontem, a presidente Dilma autorizou o ministro Celso Amorim a criar um grupo de trabalho com o objetivo de constituir a Segunda Armada da Marinha.

Essa é uma reivindicação do comandante da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto, visando a proteger as reservas de petróleo do pré-sal na plataforma continental do Brasil.

Fonte: Noticias de Defesa

Coréia do Sul & Israel: T-50 Golden Eagle pelo Sistema Iron Dome

By on 24.1.12
Na onda de recomendações de Israel para compra de jatos de treinamento italianos, a Coreia do Sul apresenta uma nova contra proposta, se oferecendo para comprar uma quantidade significativa de armas fabricadas em Israel, incluindo o sistemas de defesa anti-mísseis “Iron Dome”, caso Israel se comprometa a adquirir aviões de combate sul-coreanos.

A Força Aérea de Israel está à procura de substitutos para a sua frota de jatos de fabricação americana A-4 Skyhawk, que são usados para treinar pilotos de caça. Duas alternativas estão sendo consideradas: o sul coreano T-50 Golden Eagle e o M-346 Master da Itália.

As indústrias de defesa da Coreia do Sul e Itália estão em uma competição acirrada para vencer o contrato, no valor de aproximadamente US$ 1 bilhão. Na semana passada, a Força Aérea de Israel recomendou a compra dos aviões italianos.

A decisão final, no entanto, será feita pelo Ministério da Defesa, e uma das considerações que será levada em conta é o valor de ofertas recíprocas (offsets) com a indústria de defesa de Israel.

A Itália propôs um acordo recíproco, em que iria comprar cerca de US$ 1 bilhão de equipamentos de defesa, incluindo satélites, a fabricados em Israel.

Em resposta, a Coréia propôs um acordo potencial de US$ 1,6 bilhões, que incluiria a compra de sistemas de radar de fabricação israelense, bem como os contratos para a atualização de helicópteros e aviões Hércules.

Nas últimas semanas, a Agência de Aquisição de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) fez uma oferta adicional. Enquanto a nova oferta não especifica um preço, ele inclui um número de negócios adicionais, incluindo o sistema Iron Dome.

A nova oferta também inclui a cooperação em uma série de outros projetos, incluindo a conversão de jatos de reabastecimento, o desenvolvimento de um caça coreano, helicópteros e satélites.

A decisão final sobre o negócio é esperado dentro das próximas semanas.

Fonte: Haaretz – Tradução: Symon - Via: Cavok

Pressão sobre Israel e suspeitas sobre seu arsenal nuclear de 200-300 armas

By on 24.1.12

Os Neocons em Israel e nos Estados Unidos estão aumentando sua retórica para ‘nos preparar para a guerra com o Irã’. Mesmo o infame John Yoo, o arquiteto da tortura ilegal e dos programas de espionagem durante o governo de George W. Bush, está convocando os candidatos presidenciais republicanos para “começar a preparar o caso para um ataque militar de destruição do programa nuclear iraniano.”

Sob o tratado de 1968 de Não-Proliferação Nuclear (TNP), o Irã tem o direito legal de produzir energia nuclear para fins pacíficos. A agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) das Nações Unidas não encontrou nenhuma evidência de que o Irã está desenvolvendo um programa de armas nucleares. O secretário de Defesa Leon Panetta, disse recentemente na CBS que o Irã não está tentando construir uma arma nuclear.


No entanto, os Estados Unidos e Israel estão montando uma campanha de agressão contra o Irã. Os Estados Unidos impuseram sanções punitivas contra o Irã que está atrapalhando a economia do país, e pressionam outros países e instituições financeiras do setor de armamentos para deixar de comprar petróleo do Irã, o terceiro maior exportador do mundo. A administração Obama está também a preparar novas medidas punitivas que visam o Banco Central do Irã. E a Câmara dos Representantes votou esmagadoramente para passar a Lei de Redução da Ameaça Iraniana de 2011, que iria proibir qualquer contato entre funcionários do governo dos EUA e algumas autoridades iranianas.

Há também evidências de que Israel, com a eventual colaboração dos Estados Unidos, tem orquestrado os assassinatos de pelo menos cinco cientistas nucleares iranianos ou engenheiros desde 2007. Publicado no New York Times: “A campanha, que os especialistas acreditam estar sendo realizada principalmente por parte de Israel, aparentemente fez sua última vítima em [11 de janeiro], quando uma bomba matou um cientista nuclear de 32 anos de idade na hora do ‘rush’ da manhã de Teerã.” Esses assassinatos constituem atos de terrorismo. Houve também cyber-ataques contra centrífugas do Irã e uma explosão em uma instalação de mísseis no ano passado, que matou um general sênior e 16 outras pessoas.


Estes atos de agressão são projetados para provocar o Irã a retaliar, incluindo, possivelmente, fechar o Estreito de Ormuz, que vai desencadear uma guerra que poderia se espalhar para todo o Oriente Médio.

Além disso, os Estados Unidos deslocou tropas de combate e navios de guerra ao Oriente Médio, e forneceram a Israel bombas destruidoras de bunker. Além disso, o presidente Barack Obama enviou 9.000 soldados dos EUA a Israel para participar ainda este ano com milhares de tropas israelenses em “jogos de guerra” para testar sistemas de defesa aérea americano-israelenses. Este exercício será o maior ‘jogo de guerra’ sempre em conjunto entre os dois países . Panetta disse que o exercício foi concebido “para fazer backup do nosso compromisso inabalável com a segurança de Israel”.

O Irã não é uma ameaça à segurança de Israel. O Irã não atacou qualquer país em cerca de 200 anos. Em 1953, a CIA armou um golpe que substituiu um governo democrático no Irã com o Xá vicioso. Ele governou o Irã com uma mão de ferro por 25 anos, causando tortura e terror sobre os iranianos, mantendo o Irã aberto ao investimento ocidental. Quando visitei o Irã em 1978 como um observador dos direitos humanos, havia dezenas de corporações dos EUA no centro de Teerã. Um ano depois, as galinhas vieram para casa, para o poleiro. A revolução iraniana derrubou o Xá, substituindo-o por uma teocracia tirânica que continua a violar os direitos do povo iraniano. Mas isso não significa que o Irã, se obtiver armas nucleares, vão atacar Israel. O governo iraniano sabe que Israel e os Estados Unidos iriam retaliar com força militar inimaginável a ponto de devastar o Irã e grande parte do Oriente Médio.


O Artigo 2 º da Carta das Nações Unidas exige a resolução pacífica de disputas internacionais entre o Irã e os Estados Unidos. Tanto os EUA e o Irã são signatários do Pacto de Paz Kellogg-Briand de 1928, que afirma: “As Altas Partes Contratantes concordam que a solução ou a solução de todas as disputas ou conflitos de qualquer natureza ou de qualquer origem que sejam, que possam surgir entre eles, nunca deve ser procurado senão por meios pacíficos. “No entanto, os Estados Unidos têm estado ilegalmente a ameaçar a guerra contra o Irã, que remonta ao governo do presidente George W. Bush.


A Resolução 687 do Conselho de Segurança, que encerrou a primeira Guerra do Golfo, requer uma zona livre de armas de destruição em massa no Oriente Médio. Israel, que alegadamente tem um arsenal de armas nucleares 200-300, ergue-se em violação da referida resolução. Israel se recusa a assinar o TNP, evitando assim inspecções por parte da AIEA. Como Shibley Telhami e o advogado Steven Kull em uma recente nota no Times, devemos trabalhar em direção a uma zona livre de armas nucleares no Oriente Médio, e isso inclui Israel. Eles citam uma pesquisa em que 65 por cento dos judeus israelenses pensam que seria melhor se nem Israel nem o Irã tenham a bomba, mesmo que isso signifique a Israel abrir mão de suas armas nucleares.

O AIPAC (American Israel Public Affairs Committee) – Comitê de Assuntos Públicos entre os dois países – o lobby de Israel nos Estados Unidos, tem grande apoio no Congresso dos EUA.


Mesmo o sionista Thomas Friedman escreveu no Times no mês passado que a aclamação pública que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu tem no Congresso “foi comprada e paga pelo lobby israelense.” AIPAC também exerce uma pressão considerável sobre Obama para ser duro com o Irã. Quando o novo presidente do Joint Chiefs of Staff e o novo chefe do CENTCOM conversou com Obama no ano passado eles ficaram desapontados por que ele não estava firmemente contra um ataque israelense sobre o Irã, Obama respondeu que “não tinha nada a dizer sobre Israel” porque ” é um país soberano. “

Obama tem certamente uma palavra a dizer – uma forte a dizer – sobre Israel. Os Estados Unidos prometeu US$ 30 bilhões para Israel nos próximos 10 anos. Obama deve informar os seus homólogos em Israel que se lançarem um ataque militar ao Irã, os EUA vão suspender a ajuda externa a Israel. Embora se saiba que a pressão dos neocons para apoiar um ataque israelense ao Irã vai aumentar à medida que as eleições presidenciais se aproximam, Obama tem o dever legal de se abster de ações que levarão a uma guerra com o Irã.

Grécia: Não há austeridade para o exército

By on 24.1.12
Fragatas, blindados, caças-bombardeiros, submarinos… enquanto os cidadãos apertam os cintos, a Defesa escapa aos cortes orçamentais. Para grande satisfação dos Estados fornecedores – Alemanha e França à cabeça. Excertos.

O homem sabe de cor a lista das encomendas do Ministério da Defesa grego: cerca de 60 aviões de combate do tipo Eurofighter, que rondaram os 3,9 mil milhões de euros. Fragatas francesas por mais de quatro mil milhões, navios patrulha por 400 milhões; e a modernização necessária da frota helénica existente custará, mais ou menos, outro tanto. A isto se juntam as munições para os tanques pesados Leopard e também é preciso substituir dois helicópteros Apache de fabricação americana. Ah, sim, e também é preciso comprar submarinos alemães, por um preço total de dois mil milhões de euros.

O que o nosso homem debita, num café de Atenas, parece absurdo, mas tem bons contactos no Ministério da Defesa grego. Um Estado à beira da falência, que só sobrevive à custa de milhares de milhões de euros da União Europeia, vai fazer esta enorme compra de armamento? Vemos frequentemente o nosso interlocutor em fotografias, ao lado do ministro [da Defesa] ou de generais; telefona-lhes regularmente, por isso, sabe do que fala. Até mesmo ele diz que tais aquisições não são possíveis neste momento. Mas isso pode mudar muito rapidamente, afirma: “Se, em março, a Grécia receber o pagamento da próxima tranche de ajuda financeira, que deverá ultrapassar os 80 mil milhões de euros, é possível que sejam concluídos novos contratos”.

Verdadeiramente inacreditável. Na primavera saberemos se a Grécia se mantém na zona euro ou se volta ao dracma. Na própria manhã em que estes segredos nos eram revelados no café, os médicos atenienses atendiam apenas os casos urgentes, os motoristas de autocarros estavam em greve, as escolas continuavam sem livros e milhares de funcionários públicos manifestavam-se contra o seu despedimento programado. O Governo grego anuncia um novo pacote de medidas de austeridade que não poupará um único cidadão do país. A não ser que trabalhe no exército ou na indústria de armamento, dois setores que parecem ter conseguido escapar aos estragos causados por todas as campanhas de austeridade.

Alemanha é o principal beneficiado da política grega de armamento

Em 2010, o orçamento do exército grego representava cerca de sete mil milhões de euros. Ou seja, mais de 3% do PIB, um número que, no seio da NATO, só é ultrapassado pelos Estados Unidos. É verdade que, em 2011, o Ministério da Defesa reduziu as novas aquisições de material em 500 milhões de euros. Mas isso terá apenas como efeito aumentar as necessidades futuras, segundo um especialista na matéria.

Entre os parceiros da Grécia dentro da UE, são raros os que defendem abertamente uma paragem completa e duradoura dos projetos militares de Atenas. Como Daniel Cohn-Bendit, líder dos Verdes no Parlamento Europeu, que pensa que as hesitações europeias dissimulam sólidos interesses económicos.

Ora, o principal beneficiado com a política grega de armamento é, justamente, o grande pagador da União Europeia, a Alemanha. Segundo o Relatório sobre a Exportação de Armas em 2010, que acaba de ser publicado, a Grécia é, depois de Portugal – um outro país próximo da falência – o maior comprador de equipamento militar alemão. Os jornais espanhóis e gregos fizeram eco de um rumor segundo o qual Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, ainda no final do passado mês de outubro, convidaram, à margem de uma cimeira, o primeiro-ministro grego de então, Georges Papandreu a honrar os contratos de armamento existentes, e até mesmo a concluir contratos novos.

Isto é conciliável? Absolutamente não, afirma Hilmar Linnenkamp, um analista do setor: “É completamente irresponsável, no meio da enorme crise económica que a Grécia enfrenta, não levantar, pelo menos, a questão dos Eurofighter” [a Grécia encomendou 90 destes aparelhos em 1999]. Mas não se trata apenas desses aviões de combate. Segundo o último relatório sobre as exportações de armamento, em 2010, a Grécia terá importado da Alemanha 223 obuses automáticos e um submarino. Montante total da encomenda: 403 milhões de euros. Estes equipamentos desempenharam um papel considerável na explosão da dívida pública de Atenas.

Garantir a segurança das fronteiras do país

Dimitris Droutsas é um dos raros gregos a exprimir-se abertamente sobre estes números. Até junho de 2011 ocupou as funções de ministro dos Negócios Estrangeiros. “Não foi porque quiséssemos que gastámos tanto com a nossa defesa”, explica. É preciso garantir a segurança das fronteiras do país perante as correntes migratórias vindas do Norte de África e da Ásia, e as tensões com a Turquia são quase diárias. “Enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, todas as tardes recebia um boletim do Ministério da Defesa com a lista das violações do nosso espaço aéreo pelos turcos.” Além do mais, a Grécia seguiu com preocupação o aumento das atividades da marinha turca no Mar Egeu e viveu, há mais de 35 anos, “a invasão turca” de Chipre.

As autoridades gregas não temem a oposição do seu povo. Para as pessoas, o exército é sinónimo de segurança – e de empregos. É enorme, num país desprovido de verdadeira indústria nacional. As empresas alemãs de armamento perceberam-no já há muito tempo, e estão estreitamente ligadas às suas homólogas helénicas.

De resto, as pressões externas para pôr fim a esta escalada militar têm sido lentas. Consequência: nas medidas económicas supervisionadas pela troika de peritos do Fundo Monetário Internacional, do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia, o orçamento da defesa é apenas tido em conta. Já em 2010 tinha sido preconizado reduzir o orçamento das aquisições para apenas 0,2% do PIB, ou seja, 457 milhões de euros. O que pode parecer muito, mas no mesmo documento foi também proposto que as prestações sociais diminuíssem 1,8 mil milhões de euros. Em 2011, a Comissão Europeia recomendou “reduções das despesas militares”, mas até agora não houve nada de concreto.

O parlamento de Atenas foi rápido a tirar partido desta liberdade. No orçamento provisório para 2012, é proposto que as prestações sociais sejam reduzidas em 9%, isto é, cerca de dois mil milhões de euros. As contribuições para a NATO, por seu lado, devem aumentar 50%, atingindo os 60 milhões, enquanto as despesas correntes no orçamento da Defesa sobem 200 milhões, atingindo, de facto, 1,3 mil milhões: um aumento de 18,2%.

Fonte: PressEurop


Nota: Agora ta plenamente explicado porque estão quebrados!

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Mesmo em crise Grecia sai as compras... 420 blindados e 3 fragatas

By on 23.1.12



A mesmo sob severa crise a Grécia deverá comprar cerca de 400 M1A1 Abrams e pelo menos 20 veículos anfíbios AAV7A1, conforme o noticiado pelo "Defence Greece" a operação teria sido fechada nos últimos dias e envolve a cifra superior a um bilhão de Euros. Alem dos já aprovados 400 tanques Abrams à Grécia, o governo francês insiste em vender três fragatas , o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã.


By Vinna com informações do Spiegel e Libre Mercado

Chile quer comprar AAV7A1

By on 23.1.12


A Infantería de Marina do Chile está negociando a aquisição de 12 blindados anfíbios AAV7A1. As viaturas operariam a partir no novo navio de desembarque “Sargento Aldea” (ex-“Foudre”, da Marinha francesa).

Dez veículos serão de transporte, um de socorro e um de comando. No momento, está sendo treinado um grupo de mecânicos e motoristas, e as viaturas deverão chegar em meados de 2012, sendo imediatamente repassadas à FAMAE para que essa efetue as modificações necessárias para entrega ao setor operativo. Dessa forma, se reconstituirá a Brigada Anfíbia, que desde 1984 utiliza o LVTP5.


Fonte: S&D

ONU: EUA violam lei internacional em Guantánamo

By on 23.1.12

O Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos precisam fechar a prisão que mantém na base naval na baía de Guantánamo, em Cuba, como o presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu e não cumpriu. A chefe do Alto Comissariado, Navi Pillay, disse que "a prisão continua a funcionar e indivíduos permanecem arbitrariamente detidos - indefinidamente - em clara violação à lei internacional".

Pillay disse nesta segunda-feira - um dia antes do discurso "Estado da Nação" que Obama deverá fazer amanhã - que está profundamente desapontada com o fato de o governo americano "ter, ao invés de fechar a prisão, montado um sistema de detenções arbitrárias".

Pillay também se disse "preocupada com o fracasso na prestação de contas das sérias violações aos direitos humanos, incluída a tortura, que ocorreram" na prisão de Guantánamo.

Fonte: Estadão


Kadafistas controlam cidade na Líbia; combates matam quatro

By on 23.1.12
Partidários do líder líbio deposto Muamar Kadafi tomaram o controle da cidade de Bani Walid nesta segunda-feira, 23, depois de confrontos com uma milícia leal ao novo governo em que quatro pessoas morreram, disseram testemunhas.

Um morador de Bani Walid, situada cerca de 200 km a sudeste de Trípoli, disse que os dois lados lutaram com artilharia pesada, incluindo armas antitanque, e que 20 pessoas ficaram feridas.

Outra testemunha disse que o combate já havia parado, mas que os partidários de Kadafi controlavam o centro da cidade, onde agitavam bandeiras verdes, um símbolo de lealdade ao governo derrubado. "Eles controlam a cidade agora. Eles estão percorrendo a cidade", disse a testemunha, um combatente da milícia 28 de Maio que lutava contra os apoiadores do antigo regime.

Bani Walid, base da poderosa tribo Warfallah, foi uma das últimas cidades na Líbia a se render à rebelião contra Kadafi no ano passado. Muitas pessoas ali se opõem à nova liderança do país.

O levante em Bani Walid não poderia ter vindo em pior hora para o Conselho Nacional de Transição (CNT), atualmente no governo, que já está sofrendo com violentos protestos na cidade de Benghazi, no leste do país, e com a renúncia de seu segundo membro mais importante.

Uma autoridade da força aérea disse à Reuters que caças estavam sendo mobilizados para sobrevoar Bani Walid. Em Trípoli, havia sinais de que a segurança foi reforçada, disseram repórteres da Reuters na cidade.

Massacre


A violência em Bani Walid começou quando membros da milícia 28 de Maio prenderam alguns simpatizantes do ex-ditador. Isso fez com que outros partidários do ex-líder, que foi capturado e assassinado em outubro, atacassem a guarnição da milícia na cidade, disse o morador, pedindo anonimato. "Eles massacraram homens às portas do quartel-general da milícia", disse o morador.

Durante os nove meses de guerra civil na Líbia, rebeldes anti-Kadafi lutaram durante meses pelo controle de Bani Walid. Anciãos das tribos locais terminaram concordando em deixar os combatentes do Conselho entrarem na cidade, mas desde então a relação é apreensiva e há surtos ocasionais de violência.

Em novembro do ano passado, várias pessoas foram mortas em Bani Walid quando um grupo miliciano do distrito Souq al-Juma de Trípoli chegou à cidade para tentar prender alguns homens do local.

Retomar o controle da cidade será complicado porque ela tem defesas naturais. Qualquer pessoa que se aproximar pelo norte tem que descer para um vale profundo e então subir do outro lado, dando vantagem aos defensores.

Foi esse cenário, em parte, que evitou que as milícias anti-Gaddafi tomassem a cidade durante a guerra civil, apesar do fato de estarem fortemente armadas e em número superior.

Fonte: Estadão

24 Eurofighter para Omã?

By on 23.1.12

O Sultanato de Omã emitiu uma Requisição de Proposta (RFP) para a BAE Systems e o consórcio Eurofighter para adquirir cerca de 20 caças Typhoon. A RfP é um passo importante rumo a concretização do possível negócio que foi muito bem recebido pelas nações parceiras do consórcio.

Foi no Farnborough Airshow, em 2008, que pela primeira vez Omã manifestou interesse na aeronave Eurofighter,e em abril de 2010 o então primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou que um acordo havia sido feito. Não há confirmação clara sobre os números, embora acredita-se que poderia ser até 24 aviões na exigência, com 12 aeronaves sendo adquiridas de imediato.

Ainda não está claro se estes serão renovadas aeronaves Tranche 1 da RAF ou se serão incluidos pelo menos 12 caças Tranche 3 da ordem atual do Reino Unido. Segundo a BAE Systems, as aeronaves poderão ser entregues dentro de 36 meses.

No Dubai Airshow, em novembro do ano passado, houve uma maior especulação de que a Requisição de Propostas oficial poderia ser emitida, mas ao mesmo tempo, houve boatos de que a Força Aérea de Omã pudesse considerar alternativas norte americanas.

O consórcio Eurofighter permite que as nações parceiras Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido possam vender algumas de suas aeronaves de produção a terceiros, desde que tais operações não interfirem com suas própria campanhas de exportações do Typhoon. As aeronaves de Omã virão do Reino Unido.

“Isto representa um passo importante para o contrato”, disse um porta-voz do governo do Reino Unido. “Isso não é apenas mais um sinal da relação forte e duradoura entre os dois países, mas também apresenta uma nova oportunidade para ambos os governos e respectivos setores para trabalhar em conjunto para trazer benefícios econômicos, de treinamento e conhecimento para Omã.”

Os Emirados Árabes Unidos também está visando comprar Eurofighters tendo dito em novembro que o caça Rafale tem um proposta comercial impraticável.

Fonte: CAVOK

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