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quinta-feira, julho 19, 2012

Exército sírio enfrenta rebeldes em Damasco após atentado

By on 19.7.12

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Os rebeldes e o Exército da Síria travam combates nesta quinta-feira nos bairros de Al Midan e Al Mezzeh, no centro e sudoeste de Damasco, segundo a oposição, depois de o regime ter intensificado suas operações após o atentado de ontem contra a cúpula da Defesa.
A Comissão Geral da Revolução Síria destacou que os choques mais violentos acontecem em Al Mezzeh, onde há confrontos entre os insurgentes do Exército Livre Sírio (ELS) e as forças governamentais.
Vários moradores de Al Mezzeh estão se deslocando a bairros mais seguros por temer uma possível operação das forças governamentais, assinalou o Observatório Sírio de Direitos Humanos, que afirmou que ao amanhecer houve combates na zona de Al Basatin, nesse mesmo distrito.
A mesma organização apontou que pelo menos cinco membros das forças da ordem morreram nesses enfrentamentos, nos quais os rebeldes danificaram um helicóptero e destruíram três veículos blindados. Essas informações, no entanto, não foram confirmadas por nenhum outro grupo opositor.
O Observatório disse que pelo terceiro dia consecutivo prosseguem os enfrentamentos no bairro de Al Midan, no centro da capital, em torno da mesquita de Al Mayid.
No campo de refugiados palestinos de Yarmouk, ao sul da capital, há um grande deslocamento de pessoas depois dos intensos bombardeios da madrugada passada.
Também há combates em Kafr Susa, no sudoeste da cidade, e no subúrbio nortista de Al Qabun, que também são atacadas pela artilharia do regime.
As forças governamentais intensificaram suas operações um dia após a morte do ministro da Defesa, o general Dawoud Rajiha; o vice-ministro deste departamento, o general Assef Shawkat, cunhado do presidente Bashar al-Assad; e o assistente presidencial Hassan Turkmani em um atentado na capital.
Após a morte de Rajiha, o recém-nomeado ministro da Defesa, o general Fahd Jassim al Freich, assegurou que o atentado não dissuadirá o Exército de continuar sua luta contra os supostos terroristas.

Fonte: Exame

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