Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Governo dos EUA rejeita controle da internet pela ONU

Postado por Vinna quinta-feira, maio 31, 2012 0 comentários

Representantes eleitos e funcionários do governo dos Estados Unidos manifestaram nesta quinta-feira (31) sua firme oposição ao controle da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a internet, como é exigido por vários países.
"Em todas as reuniões e encontros bilaterais de que participamos, nós nos opomos vigorosamente a qualquer tentativa de estender o controle do governo sobre a internet", insistiu Philip Verveer, um funcionário do Departamento de Estado, encarregado da coordenação de tecnologia da informação, em uma audiência no Congresso.
http://3.bp.blogspot.com/-g0_a9z5OXDQ/TVvKJprjWYI/AAAAAAAAAcE/ZMnzLhmnwEI/s1600/Blog_BandaLarga2.jpg Agir desta forma, "sufocaria fatalmente o dinamismo da internet", acrescentou.
Em nota, o Comitê de Energia e Comércio da Câmara de Deputados, onde decorreu a audição, considera que passar o controle da internet para a ONU "poderia comprometer a sua rapidez, além dos benefícios econômicos e sociais que beneficiam o planeta".
Em uma reunião da União Internacional das Telecomunicações (UIT), a ser realizada em dezembro de 2011, alguns países devem se pronunciar sobre a possibilidade deste órgão da ONU se responsabilizar pelo controle da rede.
Rússia e China lamentam o fato de os Estados Unidos, de acordo com eles, terem forte domínio sobre a internet, e querem que mais poder seja concedido às Nações Unidas para dar maior peso aos países em desenvolvimento.

Fonte:  G1

De acordo com F. Michael Maloof, um ex-analista sênior de políticas do Pentágono, a Força Aérea de Israel está equipada com o mesmo helicóptero stealth utilizado na ação coordenada pelas forças de operações especiais da Marinha norte-americana (Navy SEAL) que culminou com a execução do terrorista mais procurado da história, Osama Bin Laden.
No episódio de 2 de maio do ano passado, um dos helicópteros utilizados na operação se acidentou próximo a residência onde estava Bin Laden, revelando o emprego de uma aeronave até então desconhecida de todo o mundo. Dos destroços, a única parte divulgada é a seção traseira de fuselagem, evidenciando o rotor de cauda e o design típico de uma aeronave stealth.
Especialistas acreditam que o helicóptero, um projeto exclusivo desenvolvido nos EUA, também seja extremamente silencioso e que pode ter sido usado por Israel para infiltrar dissidentes iranianos para levantar informações quanto a programa nuclear de Teerã.  

Fonte: C&R

França divulga circunstâncias da queda do AF 447; veja como foi (Editoria de arte/G1) Familiares das 228 vítimas do voo AF-447 receberam na véspera do terceiro aniversário da tragédia - lembrado nesta quinta-feira, 31 - uma boa notícia: entre 30 de junho e 5 de julho, os relatórios finais do acidente serão, enfim, apresentados. O problema é que as duas investigações paralelas, da Justiça e do Escritório de Investigação e Análise para a Aviação Civil (BEA), serão contraditórias. 
 
Enquanto a primeira deve reforçar as suspeitas de negligências da Air France e da Airbus, já indiciadas por homicídio culposo; a segunda insistirá em responsabilizar os pilotos. Durante os três primeiros anos de investigação, todas as atenções da imprensa e das famílias das 228 vítimas - 58 brasileiras - se concentravam no trabalho dos peritos do BEA, que realizaram as buscas em alto-mar à procura dos destroços do Airbus A330 e das caixas-pretas. O último relatório parcial dos técnicos, de julho de 2011, deixa claro que o escritório apontará falhas de pilotagem como o principal fator para a queda.
Segundo essa lógica, o comandante da aeronave, Marc Dubois, de 58 anos, e seus copilotos, David Robert, de 37, e Pierre-Cedric Bonin, de 32, reagiram de forma inadequada ao congelamento das sondas pitot. Esses sensores medem a velocidade de um avião e orientam todo o sistema de navegação de um Airbus. Com a pane desses sistemas, a quatro minutos da queda, um dos copilotos, Bonin, com o apoio de Robert, levou o avião a ganhar altitude excessiva, até a perda de sustentação, que levaria ao choque com o Atlântico. 

Em seu relatório, a ser divulgado em 5 de julho, o BEA deverá recomendar que os pilotos sejam melhor treinados para enfrentar essa pane. Nesta quarta-feira, 30, Martine Del Bono, porta-voz do escritório, informou à Radio France International (RFI) que o BEA também recomendará à Agência Europeia para Segurança Aérea (Easa) que aperfeiçoe o funcionamento do alarme de perda de sustentação, para que ele não deixe de funcionar com precisão em caso de erro na indicação de velocidade. Ainda assim, na visão do BEA, a maior responsabilidade cabe aos pilotos.
Essa conclusão não satisfaz especialistas independentes e familiares de vítimas. "O BEA não é um organismo independente. Ele depende do Estado francês, que é acionista da Air France e da Airbus", criticou Yassine Bouzrou, advogado das famílias.
Justiça. Com as dúvidas que pesam sobre o BEA, a investigação da Justiça da França cresceu em importância. Comandada pela juíza de instrução Sylvie Zimmerman, a apuração já tinha resultado no indiciamento das duas companhias, Air France e Airbus, por homicídio culposo, em março de 2011. Agora, toda a expectativa gira em torno do relatório dos cinco experts independentes, que será publicado em 30 de junho.
Embora o processo corra em segredo de Justiça, o Estado obteve alguns elementos do que deve ser apontando por esse relatório. A primeira conclusão é de que ele inverterá o raciocínio do BEA: na visão dos peritos independentes, a eventual falha dos pilotos teria sido induzida por lacunas de treinamento - o que responsabilizaria Air France e Airbus - e por falhas eletrônicas que tornam a pilotagem de um A330 muito complexa em determinadas situações adversas, como as enfrentadas pelo voo AF-447. O erro dos pilotos, segundo essa lógica, seria uma consequência que contribuiria para o acidente.
Por outro lado, a Justiça não deve apontar a falha das sondas pitot como a causa essencial do acidente. Especialistas franceses como Gérard Arnoux e Henri Marnet-Cornus advertem que desde que os sensores da marca francesa Thales foram substituídos pelos de outra fabricante, a americana Goodrich, a Air France nunca mais registrou casos de pane desses equipamentos. Sylvie Zimermman, porém, não parece convencida dessa tese. Se o fato se confirmar no relatório judicial, o grau de responsabilidade da Airbus no acidente pode ser reduzido.
O Estado contatou nesta quarta as duas companhias, Air France e Airbus. Ambas se negaram a fazer comentários sobre as informações, alegando que as investigações estão em curso.

Fonte: Estadão

 

Na quinta-feira 22 de março, um avião do Exército chileno realizava uma operação noturna perto da cidade de Copiapó. O exercício consistia no lançamento de paraquedistas a 11.000 pés, ou aproximadamente 3.352 metros de altura. Durante a operação os pilotos observaram no oeste, uma "estrela" um pouco diferente no tamanho e na cor.

 
"Esta observação foi feita às 22:03hs locais e os três na cabine discutiram e começaram a analisar cuidadosamente sua forma estranha. Depois de um minuto, essa suposta estrela originalmente branca ficou vermelha com tons de laranja e aumentou de tamanho duas ou três vezes, mudando a sua cor de branco para vermelho, laranja e vermelho, retornando definitivamente a ser branca amarelada ", disse o Major e piloto Militar, Rodrigo Bravo.
 
O piloto disse que inicialmente chamaram na frequência 128,30 do radar de Santiago, que controla a Região de Informação de Voo (FIR STGO) de Copiapó para Temuco, para verificar o tráfego na área de Atacama, com a resposta negativa.
 
"Ao aumentar de tamanho, nós pensamos no início, que era uma outra aeronave, obviamente maior e voando na direção oposta à nossa, mas imediatamente a frente. Com base no tipo de operação que estávamos fazendo e como é complexo ter o tráfego a frente em sentido contrário, a chamada foi feita, dada a mudança no tamanho do observado, ou seja, todo o tempo se pensava que era outra aeronave", disse o major Rodrigo Bravo, que juntamente com o investigador Juan Castillo é o autor do livro "Ufologia Aeronáutica".
 
Aumenta o tamanho
 
Depois disso, esta luz se manteve estacionária vertical ao aeródromo de Atacama a 17 milhas da  posição do avião militar, no entanto, aumentou o tamanho de duas ou três vezes da primeira observação.
"Os paraquedistas foram lançados e começamos a ligar as luzes de aterrissagem, para este suposto tráfego que se encontrava imediatamente a nossa frente, para a dar a conhecer a nossa posição exata. Esta luz pulsava ampliando e reduzindo o seu tamanho, acompanhado por mudanças de cor, que variavam entre o vermelho, laranja e branco, vermelho predominando no seu contorno. Seu tamanho inicial, permitia a comparação com uma estrela, mas com o aumento do tamanho em 2 a 3 vezes, poderíamos compará-la com uma luz de aterrissagem de uma aeronave pesada ", disse Bravo.
 
Na segunda mudança de luz efetuada, o fenômeno ficou definitivamente vermelho, diminuiu ligeiramente de tamanho e começou a se mover para o norte em declínio e ficou novamente estacionário vertical com a cidade de Caldera. Depois disso, a luz apagou e desapareceu completamente.
 
Durante todo o restante do vôo, foi comentário obrigatório da tripulação. Posteriormente relataram por frequência o incidente e preencheram o relatório do Comitê de Estudo de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA) no Escritório de Operações do aeroporto do Deserto de Atacama.
 
EXPERIÊNCIA

"Eu considero esta observação muito importante, já que eu e o major analisamos muitos casos de pilotos, mas vindo dele a observação direta, isso tem um valor especial, porque ele não só tem experiência em voo, mas também no estudo do fenômeno aéreo anômalo", disse o pesquisador, Juan Castillo.

Castillo também salientou que "como membros do CEFAA, e dadas as pautas de observação, horas de vôo e treinamento, eu sei que meu amigo fez uma observação segura, ele não daria a conhecer um fato desta natureza se não tivesse certeza do que viu, e depois de descartar uma série de fenômenos, balões, aviões e etc. Se atreveu a fazer consultas ao radar. Espero que essas conversas tenham sido gravadas, para avaliar o grau de estresse e tensão do momento ".

Finalmente, o pesquisador disse que "o objeto observado poderia constituir um eventual perigo para a operação que se estava sendo feita, já que isso distraiu o pessoal que realizava o lançamento dos paraquedistas".



Tradução: Carlos de Castro - Via Arquivos do Insólito


Por volta das 15:30hs dessa quarta-feira, dia 30 de maio, um jato de treinamento T-45 Goshawk da Marinha dos EUA caiu durante um voo de treinamento próximo a Encino, no Texas. Ambos pilotos conseguiram ejetar em segurança. A aeronave pertencia ao Esquadrão de Treinamento 22 baseado em Kingsville.
Uma equipe de resgate da Estação Naval de Kingsville foi acionada e conseguiu resgatar os dois tripulantes, a cerca de 45 quilômetros a sudoeste da base. Ambos tripulantes estão agora em um hospital para exames.
A Marinha dos EUA não divulgou maiores informações, e já está analisando as causas do acidente.
Desde 2000, 11 aeronaves da Estação Naval em Kingsville foram perdidas em acidentes. Em novembro de 2011, um T-45 sofreu um acidente quando chegava para pouso na base. O jato T-45 custa aproximadamente US$ 17,2 milhões.

Fonte: Cavok




O Ministro da Defesa da Romênia, Corneliu Dobritoiu disse após uma reunião com os militares da reserva que uma equipe de especialistas irá para a Holanda e Portugal para avaliar a condição técnica das aeronaves F-16 que a Romênia pretende adquirir para sua Força Aérea.
“Vamos avaliar os jatos, para ver se eles atendem tecnicamente nossos requisitos, as suas necessidades de reparação, o custo, e se vamos conseguir pagar ou não. As avaliações serão feitas em Portugal e na Holanda”, disse Dobritoiu.
Ele admitiu que a Romênia poderá comprar caças F-16 de Portugal ou da Holanda, argumentando que o objetivo estratégico da Romênia é de adquirir jatos de quinta geração “com investimentos mínimos”.
“De qualquer forma não temos dinheiro para fazer a transição para novos jatos. E então essa decisão teria um efeito num intervalo de tempo de 40 a 50, ou até 55 anos, já que num novo jato de quinta geração o ciclo de vida é de até 35-40 anos, explicou o ministro da Defesa.
Inicialmente, a Romênia anunciou a sua intenção de adquirir caças F-16 usados da Força Aérea dos EUA, mas agora considera a aquisição do mesmo tipo de aeronave, mas de outros países.
“Tudo é possível. Todas as opções permanecem abertas. Buscamos a opção mais benéfica em termos de relação qualidade-preço para um jato de quinta geração”, disse o ministro da Defesa.
Mark Gitenstein, o embaixador dos EUA em Bucareste, disse no dia 18 de maio, que o exército romeno deve passar para uma nova geração de aeronaves. Ele disse que os governos dos dois países, de forma constante, discutem sobre a aquisição da Romênia de aeronaves F-16, e um obstáculo a este respeito é o custo muito elevado, acrescentando que não é a necessidade de ser um novo avião, mas sim atualizado. Ele ressaltou que a demanda inicial considerava que os EUA venderiam os aviões a Romênia e o Governo romeno e então atualizaria as aeronaves. Questionado se as negociações sobre os contratos do F-16 estão “congelados”, o funcionário dos EUA respondeu que as negociações sobre o assunto foram realizadas durante todo seu mandato.
Ao mesmo tempo, o chefe de Estado recordou que no dia 16 de dezembro, na reunião do Conselho Supremo de Defesa Nacional (CSAT), que em 2015 os aviões de combate da Força Aérea da Romênia estaria sem recursos e a aquisição de um número de 48 jatos é necessária, já que o país precisa contribuir com a OTAN, além da defesa do próprio território.

Fonte: Act Media Romenia Press – Via: Cavok

Seria possível uma Enterprise no século XXI?

Postado por Alina Stewart quarta-feira, maio 30, 2012 0 comentários

 Pela cronologia ficcional de Jornada, a nave estelar Enterprise do capitão Kirk foi construída em 2245. Mas a pergunta que todo o trekker faz é sobre a possibilidade de se construir uma igual ainda no nosso século, com a tecnologia atual. Ao que parece, tem um engenheiro que acredita nisso. Veja também alguns paralelos interessantes da tecnologia dos tempos de hoje com a do século 23.

BuildTheEnterprise é um site criado exclusivamente para descrever como construir uma nave igual a USS Enterprise, com base em tecnologias ao nosso alcance, ao longo dos próximos vinte anos. Seria apenas um sonho de trekker? Segundo o dono do site “não”.
“Temos o alcance tecnológico para construir a primeira geração da nave conhecida como USS Enterprise – então vamos fazê-la”, afirma alguém que se intitula no twitter como Dan BTE que se diz analista de sistemas, engenheiro elétrico e que trabalhou para a empresa Fortune 500 nos últimos 30 anos.

Dan BTE propôs e descreveu em detalhes a construção dessa famosa nave em full-size, na versão íon-powered (motores iônicos) com gravidade de 1G a bordo.
Mas seu projeto não almeja atingir outros sistemas estelares e sim o nosso próprio, “A Enterprise Gen1 pode chegar a Marte no prazo de 90 dias ao deixar a órbita terrestre. Isso é derivado de várias análises patrocinadas pela Nasa que mostram que com a massa e com as taxas de potência do motor ao nosso alcance, uma viagem de 90 dias é possível.”
Ainda de acordo com Dan, “Esta nave seria construída inteiramente no espaço, teria uma seção gravidade girando dentro do disco, e semelhante em tamanho”. Mas sua funcionalidade não ficaria limitada a de uma espaçonave apenas. Ela poderia ser três coisas em uma: uma nave espacial, uma estação espacial e um espaçoporto,onde mil pessoas poderiam estar a bordo de uma vez – como membros da tripulação ou como visitantes.

A nave não vai viajar a uma velocidade da luz ou de dobra. Com um motor de propulsão iônica alimentado por um reator nuclear de 1.5GW, ele poderia viajar a uma aceleração constante, para que pudesse facilmente chegar aos principais pontos de interesse em nosso sistema solar em um tempo mais curto que se usasse motores de propelente  químico. Três adicionais reatores nucleares (de fissão?) criariam toda a energia necessária para o funcionamento. A seção disco seria de 536 metros de diâmetro rotativo, rodando magneticamente suspensa que criaria 1G de gravidade. Veja esse video no youtube.
Mas quanto seria um custo de uma nave estelar desse tipo? Não mais de um trilhão de dólares de gastos diluídos em 20 anos, de acordo com Dan-BTE. Ele ainda propõe não apenas uma nave, mas várias, das quais poderiam ser construídas a cada 33 anos – uma vez por geração – dando três naves novas por século, disse o visionário que acha o valor pequeno perto do que é gasto com impostos, e na indústria de guerra.
É claro que ele não é nenhum expert em engenharia espacial e gestão administrativa, e até o momento nenhuma empresa se mostrou interessada na sua ideia, mas Dan não acha que isso seja problema para concretização de seus planos, “os únicos obstáculos para nós não fazermos isso são as limitações que colocamos em nosso imaginário coletivo”.
Independentemente de estarem ou não de acordo com sua ideia, parece que os planos empresariais de Dan vêm recebendo muita atenção na internet. Desde que foi criado seu blog o tráfego do site saltou de 100 visitantes para mais de 100.000 visitantes.
A Enterprise ainda continua sendo um sonho distante, mas algumas tecnologias atuais se aproximam do século 23 de Jornada.
O Google recentemente lançou o “Knowledge Graph”, uma nova ferramenta implementada no motor de busca da Google que promete fornecer resultados de pesquisa altamente relevantes e em profundidade. Como o Google vai conseguir isso? Ao transformar seu motor de busca em um mecanismo de conhecimento. O Knowledge Graph sabe que as palavras têm significado para além de consultas de simples pesquisa, que realmente se aplicam ao mundo real, que fazem parte de uma teia de conhecimento.
Muitas empresas vêm tentando desenvolver dispositivos inspirados em Jornada. O tradutor universal é um exemplo real. Os militares tem um óbvio interesse nesta tecnologia, que permitiria que os soldados se comunicassem com os habitantes locais em qualquer lugar do mundo sem a necessidade de tradutores. Bem, esta tecnologia pode ser uma realidade em breve, segundo a FoxNews.com “TransTalk” é um dispositivo de tradução portátil bidirecional que promete traduzir automaticamente conversas entre os idiomas inglês e vários, incluindo árabe, pashto, e persa.
Um novo estudo propôs um projeto conceitual para um sistema de propulsão de antimatéria que poderia ser criado com a tecnologia de hoje e iria gerar velocidades de mais de 2/3 da velocidade da luz. Reações matéria/antimatéria são uma ótima maneira de servirem para combustível de um foguete, uma vez que a produção de energia é 10 milhões de vezes mais do que um motor químico convencional. Infelizmente, a antimatéria é extremamente difícil de segurar, e os cientistas só podem estudar o material, criado em aceleradores de partículas como o CERN.
O GPS funciona muito bem para nos levar de um lugar para outro aqui em terra firme, mas como nós esperamos ser capazes de navegar através do espaço interestelar? Em Jornada existem as cartas estelares. Bem, os cientistas agora acreditam que os pulsares, estrelas densas e brilhntees que existem em todo o universo, podem ser a chave para nos ajudar a navegar pelo cosmos. Os pulsares giram muito rapidamente. E enviam raios-x para o espaço a taxas tão estáveis ​​quanto os rivais relógios atômicos. O prof Werner Becker, do Instituto Max-Planck de Física Extraterrestre, explicou à BBC que, se uma nave espacial tivesse meios para detectar os pulsos poderia comparar seus tempos de chegada com aqueles previstos em um local de referência. Isso permitiria determinar a sua posição com uma precisão de apenas cinco quilômetros em qualquer lugar da galáxia.
Pesquisadores na China teletransportaram com sucesso um fóton por uma distância de 60 milhas, 6 vezes mais longe do seu recorde anterior estabelecido em 2010. Agora, o teletransporte quântico não é realmente a mesma coisa que o transporte de Jornada, mas é um avanço para novos tipos de intercâmbio de informação e comunicação. O emaranhamento quântico, que Einstein chamou de ”ação fantasmagórica à distância”, é o processo de “enredar” dois objetos (neste caso, os fótons, ou partículas de luz). Quando duas partículas tornam-se emaranhadas, eles agem exatamente iguais, memso estando muito longe uma da outra. É como tirar um fóton na posição A, duplicando-o e levando-o na posição B. Peritos dizem que esta tecnologia irá levar ao satélite dados baseados em criptografia quântica, um método ultra-seguro para transmitir informações ao redor do globo. Enviar uma mensagem criptografada para o subespaço, uma prioridade.
Se você souber de mais alguma invenção que tenha relação com Jornada dê a sua colaboração.

Fonte: Trek Movie - Trek Brasilis

Modelo construído em parceria com a NASA rompe conceitos de aerodinâmica e promete 70% de eficiência energética
Segundo os pesquisadores, a ideia é ter uma fuselagem mais larga para ganhar maior sustentação
Um projeto que radicaliza os conceitos atuais da aviação está sendo gestado no laboratório MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos. Ele atende pelo nome de D8, mas também tem apelido: o avião Double Bubble ou “Bolha Dupla”. 
A aeronave, concebida em parceria entre a Universidade e um time de pesquisadores da NASA, promete voar com apenas 30% do combustível utilizado por um avião de grande porte. 
O principal trunfo do projeto está na inovação que rompe com a aerodinâmica tradicional, e se torna responsável por 50% da eficiência energética. 
Além do uso de combustível, a equipe também decidiu aumentar a eficiência verde da aeronave
Segundo os pesquisadores, a ideia é ter uma fuselagem mais larga para ganhar maior sustentação. A cabine de passageiros duplica de tamanho (daí a dupla bolha); já as asas ficam mais finas e o nariz praticamente some, diminuindo o peso e o arrasto da aeronave. 
O D8 também traz motores não sob as asas, mas na base da sua traseira. Isso minimiza a resistência do ar por jogar a saída dos motores para trás, no rastro do voo. Além do uso de combustível, a equipe também decidiu aumentar a eficiência verde da aeronave, diminuindo seu impacto ambiental: o barulho foi reduzido 71 decibéis abaixo da norma atual de ruído e a emissão dos óxidos de nitrogênio é 75% menor. 
Em entrevista à Aviation Week, Mark Drela, um dos responsáveis pelo projeto, afirmou que a NASA e o MIT testarão um modelo da “bolha dupla” em escala menor em um túnel subsônico de ar ainda em 2012.
Fonte: Mirela Portugal (Exame.com) - Fotos: Divulgação/MIT - Via Noticias Sobre Aviação


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Dividido entre o discurso de presentear o próprio pai e a intenção de torná-lo um carro comercializável, o empresário William Denis Rosset apresentou nesta segunda-feira (28) o superesportivo brasileiro DoniRosset – nome inspirado, justamente, no do pai, Donino.
1007 cavalos
Com a ideia definida em agosto de 2007, Rosset entregou o projeto ao designer Fernando Morita (ex-Volkswagen), dono da Amoritz GT, empresa especializada em desenho automotivo. Quatro anos mais tarde, o DoniRosset estava pronto. Ou quase: o protótipo funcional rodará só daqui a quatro meses.
Caso seja produzido, DoniRosset custará cerca de R$ 2 milhões (Foto: Divulgação)Caso seja produzido, DoniRosset custará cerca de R$ 2 milhões (Foto: Divulgação)
O DoniRosset é equipado com um motor 8.4 litros V10, emprestado do Dodge Viper, de 1.007 cavalos – potência alcançada com o uso de dois turbos e etanol como combustível. Sua produção, no entanto, não está confirmada: “Cumpri minha missão. Queria presentear meu pai e aí está o carro. Produzi-lo é outro passo. Agora estou procurando uma cidade serrana, com clima europeu, para montar um ateliê. Quero que a fábrica seja um ponto turístico, onde as pessoas observem a criação de uma obra de arte”, sonha Rosset. “Isso definido, vamos atrás de investidores”, afirma o empresário, que diz ter ao menos cinco encomendas.
DoniRosset leva motor de Dodge Viper, com 1.007 cavalos e movido a etanol (Foto: Divulgação)DoniRosset leva motor de Dodge Viper, com 1.007 cavalos e movido a etanol (Foto: Divulgação)
Caso venha a ser produzido, o superesportivo custará cerca de R$ 2 milhões, segundo as estimativas dos idealizadores. Será possível personalizá-lo, com cores distintas e bancos diferenciados. Tudo, no entanto, terá que passar pelo crivo da Amoritz GT, avisa Rosset. Para ele, o público comprador do modelo será formado por milionários que já possuem suas Ferraris, Lamborghinis e Porsches, e agora querem um modelo exclusivo, que não “exteriorize sua riqueza”. Rosset também não soube informar o tempo de entrega do carro, caso seja fabricado.
DoniRosset foi projetado pela Amoritz GT (Foto: Divulgação)DoniRosset foi projetado pela Amoritz GT (Foto: Divulgação)
DoniRosset x Vorax
Fala-se do DoniRosset desde novembro de 2010, quando a Amoritz GT, empresa responsável pelo design e construção do modelo, revelou seus primeiros esboços. À época, outro superesportivo brasileiro fora uma das estrelas do Salão do Automóvel de São Paulo: o Rossin-Bertin Vorax, fruto da parceria do empresário Natalino Bertin Júnior e o designer Fharys Rossin (ex-General Motors).
Motorista vai em posição central no DoniRosset (Foto: Divulgação)Motorista vai em posição central no DoniRosset (Foto: Divulgação)
Com motor emprestado da BMW – um 5.0 litros V10 de 570 cavalos, podendo chegar a 750 cv quando sobrealimentado – o Vorax tinha preço estimado de R$ 700 mil, ou R$ 1,4 milhão na versão conversível. Com 19 encomendas (inclusive internacionais, segundo seus idealizadores) e testes avançados junto à EuroNCAP (entidade europeia que avalia o índice de segurança dos carros), o superesportivo parecia que, enfim, seria uma bem-sucedida investida numa marca genuinamente brasileira.
Vorax (Foto: Raul Zito/ G1)Rossin-Bertin Vorax no Salão do Automóvel de São Paulo em 2010 (Foto: Raul Zito/ G1)
No entanto, as notícias sobre o progresso do carro – assim como o seus idealizadores – foram sumindo: ex-dono da importadora Platinuss, focada em carros exclusivos, Natalino Bertin Júnior desistiu do ramo automotivo.
Questionado sobre os exemplos não muito bem-sucedidos dos esportivos de marcas nacionais, Rosset se defende com o desejo de presentear o pai: “Não temos o compromisso de vender o carro. Se isso acontecer, ótimo. Senão, minha missão está cumprida”.

Do G1


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O violento terremoto seguido por tsunami que atingiu o norte do Japão em março de 2011 afetou também os céus, perturbando os elétrons no topo da atmosfera, segundo a Nasa. 

A onda de energia do fenômeno sísmico alcançou a ionosfera, camada mais alta e fina da atmosfera, entre 80 e 805 quilômetros acima da superfície terrestre.
É nessa camada que a radiação ultravioleta solar decompõe as moléculas e cria uma névoa de elétrons e íons.
Em imagens divulgadas pela Nasa, é possível ver como as perturbações terrenas do terremoto e do tsunami ecoaram no movimento de elétrons muito distantes. Esse movimento foi monitorado por meio dos sinais de GPS trocados entre satélites e receptores em terra.
Cientistas já haviam visto esse fenômeno antes, em tsunamis ocorridos em Samoa (2009) e Chile (2010). O episódio japonês, no entanto, ocorreu em uma região mais monitorada por uma densa rede de receptores de GPS, segundo nota da Nasa.
O mesmo tsunami causou um grave acidente nuclear na usina de Fukushima.
Imagens estáticas da perturbação na ionosfera estão disponíveis no site http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA14430
Há um vídeo em http://www.nasa.gov/multimedia/videogallery/index.html?media_id= 144582391 

Fonte: Estadão


O BA 330 da Bigelow Aerospace (http://www.bigelowaerospace.com)
O BA 330 da Bigelow Aerospace (http://www.bigelowaerospace.com)
A SpaceX e a Bigelow Aerospace estabeleceram uma parceria para oferecer viagens turísticas ao Espaço usando cápsulas Dragon e o lançador Falcon. O conjunto será depois usado para colocar esses turistas no hotel orbital da Bigelow.
Este hotel será o BA 330 e irá disponibilizar um total de 330 metros cúbicos com a capacidade para albergar até sete pessoas. O hotel poderá ligar-se a outros módulos idênticos, prevendo-se que até três módulos poderão estar ligados.
Fonte: spaceref.com - Via Quintus

A Polícia Militar apreendeu na manhã desta quarta-feira, 30, um aeromodelo, que seria usado para infiltrar telefones celulares na Penitenciária 2, de Presidente Venceslau, onde estão detidos os líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC). O aparelho foi encontrado por trabalhadores que cortavam o mato às margens do quilômetro 622 da rodovia Raposo Tavares (SP- 270) a 70 metros da muralha do presídio. Em Pirajuí agentes apreenderam mais um pombo com aparelho celular preso ao corpo. Somente em maio, dois pombos foram capturados quando tentavam entrar nas dependências da Penitenciária levando celulares.
Com sete hélices e estrutura de metal, o aeromodelo importado (é usado para fazer imagens em lugares de difícil acesso, é o drone-cóptero) deveria levar uma sacola com sete celulares, três carregadores, adaptador, fone de ouvido e quatro serras de aço, que possivelmente seriam usadas para serrar as grades. Os peritos constataram que o aparelho tinha uma microcâmera acoplada e seria operado por controle remoto. O delegado assistente de Seccional Sthefano Rabecini disse que foi a primeira vez que apreenderam um aparelho como este.
"Já tivemos aqui a apreensão de um mini-helicóptero, desses usados em aeromodelismo; de arco e flecha e até de uma besta, todos eles seriam usados para infiltrar celulares na penitenciária", contou. Segundo o delegado, quatro pessoas foram presas. "Desta vez, não prendemos ninguém e nem sabemos ao certo se o aparelho seria usado hoje ou já estava lá há mais tempo", contou. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) vai investigar o caso. Os aparelhos celulares passarão por perícia para apurar o cadastro dos números e chips e para análise do conteúdo das agendas, torpedos e ligações. "A partir daí poderemos chegar aos suspeitos", disse.
Em Pirajuí, o delegado César Ricardo do Nascimento contou que um dos pombos foi capturado na semana passada, já morto, depois de bater contra o vidro de proteção da janela de uma das celas do pavilhão 3. "A ave estava com um telefone celular com bateria e um chip dentro de uma pequena mochila presa no dorso", contou o delegado. O outro caso ocorreu no início do mês. Os agentes perceberam quando a ave estava com dificuldades para voar e conseguiram capturá-la, mas neste caso o pombo trazia partes de celulares e nenhum chip. Nascimento disse que está à espera do pedido de quebra de sigilo feito à Justiça. "Assim que a Justiça nos fornecer o cadastro do telefone e o CPF do chip, poderemos chegar a possíveis suspeitos e também analisar o conteúdo das ligações", disse.
Para o delegado, os pombos não são treinados para infiltrar os celulares. "Eles têm ninhos nas dependências da penitenciária e de algum modo são levados para fora e depois soltos, com os celulares, para voltar aos ninhos", diz. Apesar dos dois inquéritos abertos, Nascimento diz que, embora seja crime previsto no artigo 349 do Código Penal, a pena para quem infiltra celulares nos presídios é de apenas três meses a um ano de prisão. "Mas geralmente o infrator não fica preso, acaba pagando com serviços prestados", diz.

Fonte: Estadão

A Marinha Iraniana trouxe de volta ao serviço ativo um submarino de origem russa depois de uma grande modernização, afirmou nesta terça-feira a rádio estatal iraniana, IRIB.
Submarino iraniano "Yunes"

Cerca de 18 mil componentes, incluindo hélices e radares foram substituídos no submarino Tareq (classe Project 877EKM Paltus), um dos três submarinos iranianos da classe Kilo. O submarino que entrou em operação 1992, agora tem mais de 90% de seus componentes de origem iraniana.

Os outros dois submarinos iranianos dessa classe são o Nooh (1993) e oYunes (1997).



O fuzil de assalto mais famoso da história, o AK-47, tornou-se sinônimo de guerra no século passado. Mas agora, a Izhmash, fabricante do lendário fuzil, luta por um lugar ao sol e tenta evitar a falência por completo.

O AK-47, também conhecido como fuzil Kalashnikov, teve seu processo de desenvolvimento finalizado pouco depois da Segunda Guerra Mundial, em 1947 para ser mais preciso. No entanto, o fuzil continua em uso em mais de 70 exércitos no mundo. Em alguns países, principalmente os africanos, o AK-47 pode ser comprado a preço de banana, enquanto em outros países o fuzil é superestimado a ponto de ilustrar bandeiras e brasão de armas de alguns países, caso de Moçambique, Zimbábue e Burkina Faso. O fuzil se faz presente nas bandeiras do Hizbollah e outros grupos de resistência islâmica, bem como da Guarda Revolucionária Iraniana.

O fuzil deu fama mundial as armas russas por sua simplicidade, rusticidade e fiabilidade. A arma ganhou tamanha fama internacional que se estima que foram produzidas 70 milhões de unidades do AK-47 e mais 30 milhões de variantes. Apesar da fama mundial do seu produto mais conhecido, a Izhmash encontra-se em estado deplorável depois que uma recente auditoria revelou que a mesma tem uma dívida de US$ 650 milhões.  Com um sistema de gestão complicado em vários níveis, instalações obsoletas e baixa capacidade de produção, a empresa se tornou inútil.

Mas a Izhmash não tem a intenção de cruzar os braços. A nova gestão pretende mudar essa situação, através de uma nova entidade jurídica através dos ativos da empresa falida.

“O modelo que tomei é da General Motors, que passou por uma reestruturação em um caso de falência e com a criação de uma nova empresa, ela ficou com os ativos bons e vendeu os ruins”, disse Maxim Kizuk, presidente da Izhmash.

“Estamos lidando com a quebra de todos os ativos atuais, uma empresa nova foi criada, a divida foi consolida e agora estão transferindo os negócios da empresa antiga para a nova”, disse Kizuk.

A Izhmash irá gastar cerca de US$ 70 milhões ao longo dos próximos 3 anos para modernizar suas instalações, isso inclui a modernização da linha de produção. Kizuk disse que a Izhmash vai arrecadar fundos em ativos com sua própria produção, com sistemas de financiamento e com a ajuda direta do Estado Russo.

A Izhmash pretende finalizar sua reestruturação no começo de 2013 e espera desenvolver 10 novos produtos no próximo ano.

“Todo este negócio trata-se de novos produtos. Neste momento, a demanda do mercado exige muitos novos produtos com um volume muito menor. Precisamos mudar a eficiência da produção”, salienta Kizuk. “Teremos lucro já nesse ano”, complementa.

A empresa planeja aumentar sua exportação para a Ásia e América Latina. A Izhmash também está de olho no mercado civil americano, que corresponde por cerca de dois terços do mercado global de produção civil.

A produção civil atualmente corresponde a 50% da produção da Izhmash.

Fonte: Russia Today Via O Informante.


A Rússia e a Índia firmaram um acordo para o desenvolvimento conjunto de um avião de transporte militar, comunicou uma fonte vinculada ao setor industrial militar da Rússia. 
Os países haviam criado a empresa mista Multirole Transport Aircraft, encarregada da produção da aeronave, que terá capacidade de transportar de 15 a 20 toneladas e será utilizada para levar carga ou equipes militares. 

Está prevista a produção de pelo menos 205 aviões deste tipo: 100 para a Força Aérea russa, 45 para a Força Aérea da Índia e 60 para vender a outros países.

Fonte: Diário da Rússia - Fotos: Divulgação - Noticias Sobre Aviação

Acidente aéreo deixou 228 mortos em 1º de junho de 2009.
Texto preliminar identificava erros da tripulação do avião da Air France. 
O órgão francês que investiga o acidente do voo 447 anunciou nesta quarta-feira (30) que o relatório final sobre o casa vai ser apresentado em 5 de julho. 
O relatório segue-se à publicação de um texto preliminar em 29 de julho de 2011, que identificava erros da tripulação no acidente, ocorrido em 1º de junho de 2009 sobre o Oceano Atlântico, provocando 228 mortes. 
Na época, os investigadores consideraram que os pilotos não souberam enfrentar os incidentes registrados nos últimos minutos de voo. 
Eles apontaram, em particular, respostas inadequadas à perda dos indicadores de velocidade provocada pelo congelamento dos sensores Pitot, situação para a qual os pilotos não estavam treinados, e o descontrole da aeronave, que aparentemente não foi detectado pela tripulação. 
O texto, cuja divulgação estava prevista inicialmente para junho, deve identificar as causas do acidente e também emitir recomendações de segurança. 
As conclusões também devem servir como base para estabelecer eventuais responsabilidades penais, já que corre na Justiça da França um processo por conta do acidente, no qual estão acusados a empresa aérea Air France e a fabricante Airbus.
Fonte: G1, com agências internacionais - Noticias Sobre Aviação

O grupo britânico de bebidas Diageo, produtor do uísque Johnnie Walker e da vodca Smirnoff, anunciou nesta segunda-feira (28) um acordo para comprar a marca Ypióca de sua família controladora, além de parte dos ativos de produção e distribuição da cachaça, num negócio de cerca de 300 milhões de libras (cerca de R$ 900 milhões).
Com isso, o grupo britânico espera ter metade das suas vendas em mercados emergentes até 2015.
Assim como outros grupos internacionais de bebida, a Diageo tenta se fazer presente em países emergentes para compensar a demanda instável na Europa.  

Ypióca é líder no segmento premium de cachaça

A Ypióca é a terceira maior marca do mercado de cachaça e líder de um segmento de rápido crescimento dessa bebida, o premium. A cachaça responde por cerca de 80% da indústria brasileira de bebidas destiladas. 
Fundada em 1846 e com sede em Fortaleza, a Ypióca emprega cerca de 3.200 funcionários e tem cinco fábricas no país. 

Diageo aposta em mercados emergentes

"O Brasil é atrativo, um mercado de rápido crescimento para a Diageo, com demografia favorável e crescente renda disponível. A aquisição da Ypióca nos dá a marca premium líder na maior categoria local de bebidas destiladas", disse o presidente-executivo da Diageo, Paul Walsh.
O grupo Diageo há muito tempo negocia com a dona da Jose Cuervo para ter uma parte da marca líder de tequila, avaliada em mais de US$ 3 bilhões. Algumas fontes dizem que as negociações esfriaram por causa de problemas relacionados ao controle da marca.
A companhia londrina recentemente investiu em negócios como a Mey Icki (Turquia) e ShuiJingfang (China) para aumentar as vendas nos países emergentes, que atualmente respondem por quase 40% do total da Diageo. 

Negócio

A Diageo disse que a aquisição da Ypióca deve ser neutra para o lucro no primeiro ano de controle e cobrir o custo de capital até o quinto ano após a aquisição, o que analistas dizem estar em linha com os negócios recentes. O grupo britânico não deu números exatos de lucro para a companhia brasileira. 
"Nós consideramos positivo esse tipo de negócio em países emergentes, dando a liderança em marca premium local e sinergia em distribuição a médio prazo para as bebidas destiladas internacionais da Diageo", disse a analista do UBS, Melissa Earlam. 
Ela estima que a Diageo tenha pago 19 vezes o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) pelo negócio e estima uma margem Ebtida de 25% nas vendas anuais de 60 milhões de libras.  

Fonte: UOL

Vem ai o concorrente russo/Indiano do KC-390 da Embraer

Postado por Alina Stewart terça-feira, maio 29, 2012 0 comentários

A Hindustan Aeronautics Ltd (HAL) assinou hoje um contrato geral trilateral com a United Aircraft Corporation – Transport Aircraft (UAC-TA), sua parceira russo, e com a sua joint-venture, a Multirole Transport Aircraft Ltd (MTAL) para o desenvolvimento da Aeronave de Transporte Multimissão (MTA).
Através do contrato, a HAL vai realizar o projeto e desenvolvimento de sua participação no trabalho do MTA no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Aeronaves (ARDC), em Bangalore, enquanto sua divisão de Aeronaves de Transporte (TAD), em Kanpur, vai fabricar os protótipos. A produção em série vai ser feita em Kanpur, onde as dedicadas instalações estão sendo criadas. Outros Centros de P&D e divisões de fabricação da HAL irão compartilhar o desenvolvimento de sistemas & LRUs, e a fabricação de componentes, subconjuntos e estruturas compostas. A HAL irá apresentar sua experiência em design de aeronaves, bem como testes de sistemas, fabricação e testes de vôo enquanto estiver trabalhando em conjunto com a equipe russa em Moscou, assim como na Índia.
Os governos da Índia e da Rússia já havia assinado um Acordo Intergovernamental para articular a concepção, desenvolvimento e produção do MTA num regime 50:50 de partilha e decidiu formar uma joint venture entre a HAL, o UAC-TA e a Rosoboronexport para executar o projeto. O objetivo principal é alcançar a auto-suficiência em design e desenvolvimento e produção de aeronaves desse porte e também para gerir o programa com a colaboração internacional e um grande número de fornecedores globais.
A aeronave será projetada para os papéis de transporte de carga / tropas; lançamento de cargas e suprimentos em voo, incluindo o Sistema de Extração com Paraquedas em Baixa Altitude (LAPES). O esforço conjunto visa atender a um requisito de 100 aeronaves para a Força Aérea Russa, 45 aeronaves para a Força Aérea da Índia e 60 para exportação. A atual exigência total é de 205 aeronaves MTA.
A concepção do projeto preliminar MTA será iniciado imediatamente após a assinatura do contrato de acompanhamento preliminar do projeto na qual as discussões trilaterais foram concluídas.

Fonte: CAVOK


Após os EUA, a Rússia e a China, o Japão pode se tornar o quarto país a ter seu próprio caça de quinta geração. O novo caça, relativamente pequeno em tamanho e peso, será o primeiro avião de combate desenvolvido independentemente no Japão nas últimas sete décadas. 

A alternativa japonesa 
No início de maio, o Japão encomendou os primeiros quatro caças F-35 norte-americanos. Nesta década, o Japão pretende comprar 42 máquinas deste tipo, continuando após 2020, mas esses planos podem mudar em caso de êxito no desenvolvimento de seu próprio caça japonês, que promete superar o F-35 no conjunto de características. 
O novo avião japonês, desenvolvido no âmbito do programa ATD-X (Advanced Technology Demonstrator-X), é relativamente pouco conhecido, e até recentemente sua realização na prática era posta em questão.
O projeto de desenvolvimento foi iniciado em 2004, e ao mesmo tempo foi atribuído ao programa o código ATD-X: o novo avião era considerado um demonstrador de tecnologia, e não se falava da sua utilização prática. 
Os voos do novo caça russo T-50 em janeiro de 2010 e do chinês J-20 um ano depois, deram um novo impulso ao trabalho dos japoneses. A incapacidade de adquirir caças F-22 junto com as perspectivas indefinidas (até agora) do F-35 e as capacidades limitadas dessa máquina, levaram as autoridades japonesas a aumentar o financiamento do projeto ATD-X. 
Em março de 2012, a fábrica da Mitsubishi em Tobishima, perto da cidade de Nagoya, começou a montagem do primeiro protótipo do ATD-X para testes estáticos. No ano seguinte deve começar a construção de três protótipos voadores, e o primeiro voo do novo caça Mitsubishi, apelidado de Shinshin (a tradução mais próxima do sentido dos hieróglifos 心神 que compõem seu nome é “espírito divino”), é esperado em 2014. 
Como ultrapassar as limitações? 
O caça F-35A que o Japão pode (e planeja) comprar nos EUA tem algumas limitações significativas. Em particular, ele não tem alta capacidade de manobra, tem uma velocidade de cruzeiro subsônica, não tem radar lateral. Em conjunto, isso leva muitos especialistas a avaliar o potencial do F-35 como menor mesmo em comparação com as atuais máquinas de série da geração 4++, como o Su-30MKI e o Su-35S, e como significativamente menor que o F-22 e, potencialmente, o T-50. 
Entretanto, os adversários mais prováveis do Japão – a China e a Rússia – estão atualmente rearmado sua aviação com máquinas avançadas de quarta geração, e deverão receber aviões de quinta geração já nos próximos 10 anos. O potencial do projeto chinês J-20, por enquanto, é questionável, mas a probabilidade da força aérea chinesa de obter caças de quinta geração é uma ameaça bastante grande. 
Assim, o projeto ATD-X deve dar à força aérea japonesa um novo avião que não terá as limitações do F-35 causadas pelo desejo de construir uma plataforma versátil que atenda aos requisitos de todos os tipos de aviação. Restrições financeiras e tecnológicas não têm muita importância – o Japão é um país bastante rico para poder se permitir até mesmo um caça muito caro, e seu nível tecnológico torna possível desenvolver em um período razoável de tempo todo o equipamento necessário para as novas máquinas, incluindo o motor. 
Futuro provável 
Tendo em conta o tempo que todos os estados com aviação geralmente levam para desenvolver equipamento militar, o novo caça japonês, se o primeiro voo for realizado em 2014, entrará em série limitada não antes de 2017-18, e em produção em massa – mais próximo de 2020-21. Por esta altura, o Japão irá receber caças F-35 de combate, que entrarão em serviço da força aérea em 2016. Se as características do “Espírito divino” forem bastante altas, no futuro, o Japão poderá deixar de comprar F-35 em larga escala, fazendo uma aposta em sua própria indústria aeronáutica. 
Além disso, se o Japão conseguir desenvolver seu próprio motor e tornar o projeto totalmente independente do fornecimento de peças críticas, será possível também sua exportação – pelo menos para diminuir o preço de uma unidade com o aumento dos volumes de produção. 
Fonte: Ilya Kramnik (Voz da Rússia) - Fotos: Flickr.com/Bernat/cc-by-sa 3.0 / Reprodução - Noticias Sobre Aviação

Em nota, empresa afirma que motor teve potencia muito baixa ou inexistente.

Aeronave da Polícia Civil de Goiás caiu em 8 de abril matando oito pessoas.


A fabricante Agusta Westland enviou uma carta a donos e operadores de aeronaves AW119, mesmo modelo do helicóptero da Polícia Civil de Goiás que caiu em Piranhas, sudoeste do estado. No texto, a empresa apresenta novas informações sobre a investigação do acidente aéreo e explica que o motor estava com potência muito baixa ou sem alimentação. A nota, no entanto, afirma que não foi identificada a causa do problema. 

Segundo a fabricante, verificou-se que houve queda na rotação da hélice do helicóptero antes do momento do impacto. No entanto, afirma a nota, não foram encontrados nos rotores, principal e de cauda, danos pré-existentes que teriam impedido a livre rotação dos sistemas. Na prática, significa que não havia defeitos nas peças capazes de atrapalhar o piloto a fazer uma manobra de pouso de emergência. 

Combustível

Para o mecânico e piloto Marcelino Oliveira, o documento levanta a hipótese que faltou combustível para o motor. "Significa que parou de chegar alimentação ou combustível para o motor", explica. Segundo ele, se confirmado, o fato sugere outras diversas hipóteses: "Tinha combustível ainda? A linha que liga o tanque ao motor foi interrompida, ou quebrou? As duas bombas responsáveis por mandar esse combustível do tanque para o motor entraram em falha?", questionou. 


No dia 8 de abril, o acidente com o helicóptero da Polícia Civil na cidade de Piranhas matou cinco delegados, dois peritos e o principal suspeito da chacina ocorrida em Doverlândia, Aparecido de Souza Alves, 22 anos. O grupo deixou a fazenda onde sete pessoas foram degoladas após a reconstituição do crime, por volta das 15h30. Minutos depois, no município de Piranhas, caiu matando todos os ocupantes.

Um dia após a tragédia, o secretário de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), João Furtado, chegou a descartar que teria faltado combustível. "Temos a informação preliminar que havia combustível suficiente", disse Furtado. Apesar de ser proprietária de dois outros helicópteros, a SSP-GO alega que não recebeu a carta da fabricante. 

A secretaria arquivou as investigações criminais sobre o acidente. Foi aberto um processo administrativo para averiguar o caso. Os motivos que poderiam ter causado a queda da aeronave estão a cargo apenas dos órgãos federais e o estudo pode levar meses para ser concluído. A investigação da queda da aeronave está sendo feita pela Agusta em conjunto com as autoridades brasileiras. O Centro Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa) preferiu não se pronunciar sobre o documento. 

Fonte: G1 GO, com informações da TV Anhanguera - Via Noticias Sobre Aviação

http://2.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/TOpdG3dq6II/AAAAAAAAE2M/40Cxe07BnEk/s400/jf-17_Venezuela.jpgA China está disposta a vender, nos próximos cinco anos, nada menos que 300 caças JF-17 Thunder, de fabricação sino-paquistanesa conjunta. Entre os compradores mais prováveis figuram a República Democrática do Congo, a Nigéria, Sri Lanka, Sudão, Venezuela, Turquia e Sérvia.
Até hoje, somente o Ministério da Defesa do Paquistão comprou estes aviões. Na totalidade, a Força Aérea deste país pretende ser equipada com 150 aparelhos destes. Não é de excluir também a possibilidade de a encomenda aumentar em mais 50 caças.
A Força Aérea da China contemplou antes a possibilidade de utilizar os JF-17 mas desistiu da idéia, preferindo aperfeiçoar a “família” dos caças J-11 que são uma versão modificada do caça russo Su-27.

A partir de 2015, a marinha norte-americana vai substituir seus porta-aviões Nimitz por uma nova classe de embarcações nucleares. E um dos primeiros a ficarem prontos deve ser o Gerald R. Ford, que já está nos estaleiros da Huntington Ingalls para a montagem. Várias peças já estão prontas e começam a ser instaladas, como é o caso da proa da embarcação.
acidadebranca:

Next-Generation Aircraft Carrier, CVN 78
via shaktiraj25.blogspot

LOVE

O porta-aviões, que conta com catapultas de lançamento eletromagnético de aviões militares, acabou de ter a proa (parte da frente) instalada. Como você pode ver na imagem postada no início desta notícia, o tamanho dela é surpreendente. Segundo revelado em nota oficial da fabricante, a proa possui mais de 18 metros de altura (pouco mais mais de 60 pés).
No vídeo você pode ver um pouco mais sobre o processo de montagem do porta-aviões, que deve ser mantido em operação por 50 anos.

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