Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Voa o Shenyang J-31

Postado por Alina Stewart quarta-feira, outubro 31, 2012 0 comentários




Na Internet, foram postadas novas fotos de um caça chinês, conhecido como Shenyang J-31. De acordo com Flightglobal, as fotografias aparentemente representam o primeiro voo da aeronave.

O J-31 passou cerca de dez minutos no ar, sendo que seus chassis ficaram largados. O exterior do Shenyang J-31 é parecido com os caças estadunidenses de quinta geração F-22 Raptor e F-35 Lightning II.

As primeiras imagens do novo caça chinês apareceram no meio de setembro. O governo chinês não declarou oficialmente o desenvolvimento de novas aeronaves nem referiu seus nomes.


Fonte: A Voz da Russia


No dia 31 de outubro, às 10:32 hora local, o J-31 (também conhecido como J-21/F60/Blackie), o segundo caça stealth de quinta geração da China, decolou com sucesso da base de testes da AVIC SAC (Shenyang Aircraft Corporation) e completou seu voo de ensaio, acompanhado por um caça J-11BS. O piloto de testes foi Li Guoen, que também é o piloto de testes da SAC nos jatos de combate J-15 e J-16.


O tempo de duração do vôo foi de cerca de 10 minutos. Às 10:41, o J-31 pousou de voltou na base, acionando o paraquedas de frenagem. Alguns funcionários da AVIC e da Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF) acompanharam o voo de teste. A Shenyang realizou o primeiro voo de testes apenas 19 meses depois que o primeiro Chengdu J-20 decolou pela primeira vez.

Fonte: CAVOK








As caixas-pretas do bombardeiro Su-24 que se despenhou recentemente na região de Cheliabinsk foram encontradas, mas estão em más condições. A probabilidade de obter informação útil é muito pequena.
http://1.bp.blogspot.com/_lw4_9eJOSXw/SlNl1qo9tFI/AAAAAAAAAIw/tZsVyVdDHS8/s400/su-24.jpeg

Os pilotos do bombardeiro conseguiram se catapultar e estão sendo interrogados. Os médicos consideram o estado deles como satisfatório.

O bombardeiro Su-24 acidentou na terça-feira à tarde quando realizava um voo de treinamento a 67 quilômetros da base aérea de Shagol. Ambos os pilotos sobreviveram. A queda do avião não levou a vítimas e danos, para além da perda da aeronave.

A causa preliminar do acidente foi separação da carenagem do avião.

Nos últimos 14 meses, a Embraer deu um grande salto em sua estratégia de se tornar uma empresa brasileira global. No período, a companhia inaugurou novas unidades de produção em Melbourne, nos Estados Unidos, e em Évora, Portugal, onde também aumentou a sua presença, com a compra da participação do grupo europeu EADS na Ogma, empresa de manutenção e reparo de aeronaves.

http://3.bp.blogspot.com/_JSnmvYrb_F4/SVUOBhGZMkI/AAAAAAAAHq0/cf3oZ2KSuXk/s400/Aerolineas+-+Embraer.jpgA internacionalização da fabricante brasileira de aviões também evoluiu com a retomada da produção da fábrica da Embraer em Harbin, a partir do acordo feito com a Avic (Aviation Industry Corporation of China), para implementar uma linha de produção dos jatos executivos Legacy 600/650. Antes do acordo, a Embraer não sabia se a unidade da China, inaugurada em 2003, seria fechada, pois a produção do ERJ-145 foi encerrada no primeiro semestre do ano.

O primeiro grande contrato para a retomada da produção da unidade aconteceu em junho, com a venda de 20 Legacy 650 para a ICBC Financial Leasing, maior instituição de leasing da China e a cliente lançadora do jato da Embraer no país. A ICBC, com capital registrado de US$ 1,27 bilhão, é a primeira a fazer leasing estruturado de aeronaves em zona franca na China.

As aeronaves serão produzidas na Harbin Embraer Aircraft Industry Co., Ltd (Heai), joint venture entre a Embraer e a Avic. As primeiras unidades, segundo a Embraer, começam a ser entregues no final de 2013. A fábrica da China terá uma capacidade inicial de seis aviões por ano, podendo chegar a 24 aeronaves.

O pedido eleva a carteira de jatos executivos da ICBC para 70 aeronaves. As encomendas da Embraer na China totalizam 159 jatos executivos e comerciais.
"Estamos em processo de construção da nova linha em Harbin, o que inclui novo layout, treinamento de funcionários e questões administrativas", diz o vice-presidente de Relações Institucionais da Embraer, Jackson Schneider. Segundo dados da Embraer, a China precisará nos próximos 20 anos de 1005 jatos na categoria de 30 a 120 assentos (15% da demanda mundial) e, em dez anos, de 635 jatos executivos - 33% do porte do Legacy 600/650.

Em Portugal, a Embraer investiu 177 milhões de euros na construção de duas unidades destinadas à fabricação de estruturas de fuselagem e componentes. A fábrica da Ogma em Alverca atua em manutenção de aeronaves civis e militares e na fabricação de partes e peças aeronáuticas. "Além de estratégica para a internacionalização, com capacidade para apoiar clientes em diversas regiões, a Ogma permite que a Embraer explore mais oportunidades no mercado de serviços pós-venda", diz Schneider.

Fonte: Valor - Via Porto Gente

Se os F-16 atrasarem, o Iraque ventila o MiG-29

Postado por Alina Stewart terça-feira, outubro 30, 2012 0 comentários

O Iraque pode estar considerando a compra caças russos MiG-29 como forma de tentar reforçar suas defesa aérea, de acordo com relatos da imprensa de Bagdá.

Ventila-se que nas discussões entre o primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki, com o seu homólogo russo, Dmitry Medvedev, que cuminaram com o acerto da venda dos helicópterosde ataque  Mi-28 e do sistema anti aéreo Pantsir-S1 para o Iraque que teriam sido firmadas as bases para uma eventual aquisição pelo Iraque de um grande lote de caças russos MiG-29, juntamente com armamento moderno que a priori não será fornecido pelos norte americanos.

O Iraque já firmou a compra 18 caças Lockheed Martin F-16 e firmou a intenção de um segundo lote de aeronaves18 aeronaves. O Iraque ja operou 24 caças MiG-29, antes da invasão dos EUA em 1991.

Mais de 1600 MiG-29 são operados pela força aérea russa e outros 25 países, de acordo com o site russo Aircraft Corporation.

Texto By Vinna com informações do Defense News

O general-de-brigada da Força Aérea síria Abdullah al Jaledi foi assassinado nesta segunda-feira, 30, no bairro de Roqn el Din, em Damasco, por supostos grupos terroristas, informou a televisão síria.
 
Segundo a televisão, os terroristas - como o regime de Damasco denomina os rebeldes - mataram Jaledi dentro de sua campanha de ataques dirigidos contra os "interesses nacionais".
O general de brigada assassinado era um "especialista em sua disciplina", era casado e tinha quatro filhos, acrescentou o canal governamental sírio.
Por sua vez, o Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou a morte de Jaledi no citado bairro de Damasco, onde hoje as forças do regime foram desdobradas.
O assassinato do general aconteceu no final da trégua de quatro dias decretada por ocasião da festa muçulmana do Sacrifício e proposta pelo enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi.

Fonte: Estadão

O general-de-brigada da Força Aérea síria Abdullah al Jaledi foi assassinado nesta segunda-feira, 30, no bairro de Roqn el Din, em Damasco, por supostos grupos terroristas, informou a televisão síria.

Aviões de combate sírios bombardearam um reduto rebelde em um subúrbio de Damasco nesta segunda-feira, 29, o último dia de um cessar-fogo que foi quebrado por ataques aéreos e combates entre os dois lados ao redor do país, disseram ativistas da oposição.

Caças sírios atacaram Harat al-Shwam, uma área residencial a poucos quilômetros a leste da capital, que já tinha sido alvo de uma ofensiva das forças do presidente Bashar al-Assad na semana passada, disseram ativistas.
"Tanques estão posicionados ao redor de Harat al-Shwam, mas não conseguiram entrar. Eles tentaram uma semana atrás e fracassaram", disse um ativista que vive perto da região e pediu para não ser identificado.
O grupo ativista Sham News Network disse que caças do governo sírio também sobrevoaram áreas rurais adjacenetes ao norte de Damasco e a cidade de Deir al-Zor, no leste da Síria.
O cessar-fogo, proposto pelo enviado internacional para a Síria, Lakhdar Brahimi, estava previsto para entrar em vigor na sexta-feira e durar os quatro dias do feriado islâmico Eid al-Adha.

Fonte: Estadão


O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, e a procuradoria militar desmentiram nesta terça-feira que tenham encontrado marcas de explosivos nos restos do avião presidencial polonês acidentado em 2010 em Smolensk, onde seus 96 ocupantes morreram, entre eles o então presidente da República, Lech Kaczynski. 

Desta forma, Tusk desmente as informações divulgadas pelo jornal local 'Rzeczpospolita', que, em sua edição de hoje, assegurou que analistas teriam encontrado restos de materiais explosivos, como trinitrotolueno (TNT) e nitroglicerina, em 30 assentos e outras partes do avião acidentado.

A informação publicada pelo jornal citado serviu de base para os líderes do partido nacionalista-conservador Lei e Justiça - a principal força da oposição - justificar sua teoria de que o acidente foi realmente um atentado.

O responsável pelo partido Lei e Justiça, Jaroslaw Kaczynski, irmão gêmeo do então chefe de Estado polonês, afirmou hoje que os novos indícios confirmam que a tragédia não foi casual, mas um 'crime atroz'. 

'Exigimos a renúncia do Governo de Donald Tusk. Não pode ser que a Polônia esteja governada por pessoas que durante 30 meses ocultaram o que agora podemos dizer que foi um crime atroz', assegurou Jaroslaw Kaczynski.

Antes, a Procuradoria Geral encarregada de investigar o acidente já tinha negado as informações divulgadas pelo jornal 'Rzeczpospolita' e desmentido que qualquer rastro de explosivos tenha sido encontrado nos destroços do avião.

Posteriormente, Donald Tusk compareceu perante a imprensa para desmentir as informações publicadas pelo jornal e também pedir serenidade à sociedade polonesa.

Segundo o 'Rzeczpospolita', os analistas poloneses não tinham como determinar a origem do material explosivo encontrado nos destroços do avião, embora algumas hipóteses apontam que esses explosivos poderiam ser procedentes de artefatos da Segunda Guerra Mundial enterrados na região.

O acidente aconteceu em abril de 2010, quando o avião presidencial da Polônia, um Tupolev 154 de fabricação russa, caiu próximo ao aeroporto russo de Smolensk, no meio de um intenso nevoeiro.

Além da morte do então chefe de Estado e de sua esposa, outras importantes figuras também perderam suas vidas no acidente, entre civis, políticos, militares e religiosos da Polônia, muitos ligados à partida nacionalista-conservador Lei e Justiça.

O relatório russo sobre o acidente culpou à tripulação e os pilotos poloneses pelo acidente, já que o mesmo decidiu seguir viagem mesmo com as péssimas condições meteorológicas e as advertências da torre de controle do aeroporto.

Fonte: EFE via Noticias Sobre Aviação

O governo chinês denunciou nesta segunda-feira, 29, que islamitas chineses da região separatista de Xinjiang (Turcomenistão do Leste) estão se juntando aos insurgentes sírios que tentam derrubar o governo do presidente Bashar Assad. Segundo o diário estatal chinês Global Times, radicais islâmicos dos uigures, uma etnia sino-turca de Xinjiang, estão viajando até a Turquia desde maio, onde atravessam a fronteira para a Síria e se juntam aos rebeldes. 

O jornal citou autoridades chinesas que lutam contra o terrorismo. As autoridades teriam dito que os extremistas estão financiando suas atividades com crimes, como o tráfico de armas e drogas, sequestros e roubos.
"Após receberem ordens da rede terrorista Al-Qaeda, os terroristas da China vão à Síria para se encontrar com os jihadistas que já atuam no local, antes de partirem para a frente de batalha", disse a reportagem do Global Times, que citou fontes não identificadas. O governo chinês é aliado do presidente sírio Bashar Assad e reprime seus próprios separatistas, sejam tibetanos, uigures ou mongóis.
A presença de combatentes estrangeiros entre os rebeldes sírios tem sido denunciada pelo governo de Damasco, mas geralmente esses combatentes são líbios, magrebinos, sudaneses, turcos, azeris. É a primeira vez que chineses são incluídos entre os insurgentes sírios.
O Global Times afirma que dois grupos de separatistas uigures estão enviando combatentes à Síria: o Movimento Islâmico do Turcomenistão do Leste e a Associação de Solidariedade do Turcomenistão do Leste, ambos localizados na Turquia. A China afirma que os dois grupos são organizações terroristas.
Durante o final do período imperial na China, os uigures conseguiram montar uma república independente na região de Xinjiang, em grande parte desértica, mas após 1949 ela foi incorporada à China. Hoje a maioria da população é de chineses Han, imigrados do leste do país para a província, onde fica o deserto de Gobi.
Os nacionalistas uigures, contudo, não aceitam a soberania chinesa. Em 2009, violentos protestos em Urunchi, a capital da província, deixaram pelo menos 200 mortos.
O especialista chinês em terror Li Wei disse que os combatentes uigures lutaram em conflitos na Chechênia e no Afeganistão, e mantém uma presença ativa em países de maioria muçulmana, do Sudeste Asiático ao Oriente Médio. "Se eles estão na Síria, é algo que precisa ser verificado no local, mas o histórico sugere que existe essa possibilidade", disse Li, diretor de pesquisas sobre o terrorismo no Instituto Chinês de Relações Internacionais Contemporâneas, um think tank estatal em Pequim.

Fonte: Estadão

Investigadores poloneses encontraram traços de explosivos nos destroços do avião presidencial que caiu há dois anos na Rússia, matando o presidente da Polônia e 95 outras pessoas, disse o jornal Rzeczpospolita na terça-feira.

Sem citar fontes, o jornal disse que promotores e especialistas em explosivos que examinaram os restos do avião na Rússia encontraram sinais de dinamite e nitroglicerina nas asas e na cabine, inclusive em 30 assentos.
Traços de explosivos foram detectados também na área onde o avião, modelo Tu-154, caiu a 10 de abril de 2010, quando se aproximava de um pequeno aeroporto na localidade russa de Smolensk, segundo o jornal.
O Ministério Público Militar da Polônia disse, por intermédio de um porta-voz, que irá comentar na terça-feira as revelações do jornal.
Investigadores russos atribuíram o acidente a uma falha dos pilotos poloneses, por tentarem pousar em meio a um forte nevoeiro. Já os responsáveis pela investigação polonesa disseram que os controladores de tráfego aéreo russos não deveriam ter autorizado o avião a tentar a aproximação.
Alguns grupos direitistas poloneses, inclusive o partido Lei e Justiça, o principal da oposição, rejeitaram as conclusões dos russos e insinuaram que o avião pode ter sofrido um atentado. A bordo estavam o presidente Lech Kaczynski e diversas autoridades políticas e militares que participariam de uma cerimônia em homenagem a mortos na Segunda Guerra Mundial.
Em seus relatórios oficiais citados pelo Rzeczpospolita, os investigadores dizem não ter provas do envolvimento de terceiros. Eles tampouco descartam que os explosivos sejam oriundos de bombas da Segunda Guerra Mundial que permaneceram na área sem terem explodido, segundo o jornal.

Fonte: Estadão


O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica (GRI) declarou hoje que o drone do movimento Hezbollah, que penetrou no território israelense, é uma cópia do drone estadunidense fabricada no Irã.



O Irã abateu em dezembro de 2011 o drone estadunidense RQ-170 Sentinel. Segundo o porta-voz da GRI, Hezbollah lançou mais de uma vez tais aparelhos a Israel, com o objetivo de efetuar observações e recolher de informações.





Imagem divulgada pelo Exército de Israel mostra momento em que um avião F-16 abate um drone não tripulado

Paralelamente, Ahmad Vahidi, ministro da Defesa do Irã, declarou que o drone que penetrara em Israel, não foi o modelo mais sofisticado desenhado por engenheiros iranianos.

Fonte: A voz da Russia

Um sistema que permitirá aos submarinos ter uma significativa capacidade de autodefesa contra ameaças aéreas está sendo desenvolvido em conjunto pela DCNS e pela MBDA. Um mastro retrátil seria instalado na popa do submarino, e em sua extremidade uma torreta contendo vários mísseis antiaéreos Mistral. Outro sistema (visto na foto da DCNS) seria um veículo não tripulado subaquático contendo um míssil Mica lançado a partir dos tubos de torpedos do submarino. Esse armamento seria integrado ao sistema de combate Subtics.

Fonte: S&D
 
 A Direction Généralde de l’Armement (DGA) da França realizou o primeiro tiro completo do MdCN (Missile de Croisière Naval, ou Míssil Naval de Cruzeiro), sua variante lançada de submarino. Esse foi o quarto tiro da fase de desenvolvimento desse míssil da MBDA, e o lançamento foi feito a partir de uma plataforma submersa que simulava um submarino (Foto: MBDA), ao sul da França, em 24 de outubro de 2012. Todos os objetivos do teste foram alcançados, inclusive a validação do guiamento por GPS na fase terminal. O modo de guiamento por infravermelho já havia sido validado no lançamento anterior, realizado em 9 de julho. O MdCN equipará as fragatas “FREMM” da marinha francesa a partir de 2013 e os submarinos “Barracuda” a partir de 2017. 

Fonte: S&D


Segundo as previsões do Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas (CACMA), no período de 2012 a 2015, o Vietnã ocupará o terceiro lugar na estrutura das exportações militares russas depois da Índia e da Venezuela. No quadriênio anterior, os segundo e terceiro lugares eram ocupados pela Argélia e pela China, respetivamente.
Só nos últimos anos, o Vietnã comprou da Rússia 20 caças Su-30MK2, várias divisões de sistemas de mísseis antiaéreos S-300, um sistema de mísseis móvel costeiro Bastion com míssil anti-navio supersônico de pontaria automática Yakhont e um sistema de mísseis antiaéreos Igla.
Graças às armas russas, o Vietnã está também a reforçar a sua marinha de guerra, o que para o país é muito importante atualmente, num período de agravamento da situação no Mar da China Meridional, disse o responsável pelo CACMA Igor Korotchenko:
“Nos últimos anos, o Vietnã comprou 12 lanchas porta-mísseis Molniya que dispõem de um grande poder de combate e de ataque. A Rússia irá fornecer 2 lanchas e 10 serão fabricadas no Vietnã sob licença. O contrato de fornecimento de 6 submarinos a diesel da classe Kilo-636 tornará o Vietnã num dos líderes na região no que respeita às capacidades da frota de submarinos. Outro contrato marcante foi a assinatura de um acordo sobre a criação de uma empresa mista para a fabricação de mísseis anti-navio do tipo Uran.”
Uma das áreas importantes da cooperação técnica militar russo-vietnamita é a modernização do enorme arsenal de armamento soviético que equipa neste momento o exército vietnamita. Com a modernização, o seu prazo de vida útil pode ser aumentado em 10-15 anos, o que interessa muito o Vietnã.
O Vietnã também tem de modernizar o seu sistema de defesa antiaérea, o que significa que temos pela frente contratos bilionários para o fornecimento de sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e aviões de combate, considera Igor Korotchenko:
“Tudo isso torna o Vietnã nosso parceiro estável e previsivel. É importante sublinhar que o Vietnã paga por todo o armamento comprado à Rússia com dinheiro vivo, não utilizando quaisquer esquemas de trocas diretas ou de crédito.”
Para o Vietnã é importante receber o melhor armamento russo. Ele está recebendo-o agora e há de receber no futuro.

Aviões de vigilância de fabricação iraniana fizeram dezenas de voos sobre o espaço aéreo israelense nos últimos anos sem qualquer detecção do Estado judeu. A informação foi divulgada na terça-feira, dia 16 de outubro, sob condição de anonimato por um oficial militar sênior do Irã. 

Segundo a imprensa norte-americana, iraniano não revelou mais detalhes sobre as missões das aeronaves, mas informou que os voos de espionagem ocorrem desde 2006.

Autoridades israelenses rejeitaram as alegações iranianas.

Na última semana, um avião não tripulado do Hezbollah foi derrubado pela força aérea de Israel. De acordo com a BBC, o avião do grupo libanês teria fotografado instalações militares israelenses.

Fonte: IAnotícia

http://3.bp.blogspot.com/_AvTLXu1ezvs/TTzGtmceWyI/AAAAAAAAA44/KAZueR_kEWw/s320/ciberguerra.jpg Um dos principais especialistas em segurança cibernética dos Estados Unidos, Richard Clarke, que trabalhou nos governos Bill Clinton e George W. Bush, disse ao Valor que o mundo já vive o que se pode chamar de guerra cibernética, envolvendo tanto governos quanto empresas. O especialista veio ao Brasil para se reunir com empresários e autoridades, na semana passada, a convite da empresa brasileira Módulo, especializada em segurança cibernética.

Para as companhias, a maior ameaça é o roubo de informações sigilosas, por meio de espionagem industrial. Segundo Clarke, as ameaças vêm de gangues de hackers de países como Romênia, Bielorrússia, China e Rússia.

Clarke acusa as empresas chinesas de serem as que mais financiam essas organizações, com o objetivo de obter informações de concorrentes do mundo todo.

Para ele, mesmo as companhias brasileiras não estão imunes. "Tudo pode ser valioso, desde informações sobre fusões e aquisições, até número de clientes ou quanto uma empresa vai oferecer por uma área de exploração de óleo em outro país, por exemplo", disse o especialista. "Quanto mais desenvolvido o país, maior o risco." As empresas mais vulneráveis são bancos, companhias de petróleo e gás, além de indústrias farmacêuticas e químicas.

Já houve casos notórios de espionagem industrial via internet. Clarke acusa uma petroleira estatal chinesa de ter se valido de hackers para descobrir quanto as concorrentes ofereceriam por áreas de exploração de petróleo no Iraque. "Empresas chinesas contratam esses cartéis para ajudá-las. Em alguns casos, o próprio governo faz isso", disse Clarke, que foi chefe de cibersegurança no mandato de Bush, tendo abandonado o governo por não concordar com a invasão do Iraque em 2003.

Para o executivo, que hoje trabalha em uma consultoria de segurança, as empresas não estão gastando quanto poderiam para se proteger de ataques cibernéticos. "Mas não basta gastar dinheiro, é necessário ter uma estratégia, entender o risco e proteger o que importa", disse. "Os tempos em que dava para proteger toda a rede ficaram para trás", afirmou.

O Brasil é um dos países emergentes mais desenvolvidos tecnologicamente, segundo Sérgio Thompson Flores, presidente da Módulo. "Apesar de o Brasil usar muito TI, nossas empresas estão começando agora a investir em segurança cibernética, enquanto as empresas americanas o fizeram uma década atrás", afirmou Flores.

Além das questões envolvendo as empresas mundiais, Clarke vê a escalada de uma guerra cibernética envolvendo os Estados Unidos e Israel, de um lado, e o Irã de outro. Segundo ele, o governo americano já "promoveu sabotagem" contra as instalações nucleares iranianas. Ele se refere ao caso Stuxnet, vírus usado contra usinas nucleares de Natanz dois anos atrás. O governo americano não confirma nem nega ter sido o autor desse ataque.

"Os Estados Unidos e Israel estão planejando uma guerra camuflada contra o Irã, e o Irã está respondendo. Acho que isso pode fugir do controle", alertou.

Nas últimas semanas, grandes instituições financeiras dos Estados Unidos sofreram ataques de hackers que tiraram seus sites do ar. Para Clarke, tratou-se de uma retaliação iraniana. "Os ataques cibernéticos podem ser tão graves quanto ataques militares. É possível descarrilar trens, explodir tubulações de gás, sem estar no país, só usando um computador", afirmou.

Os críticos aos teóricos da segurança na internet alegam que existe certo exagero quando se fala em guerra cibernética, e que essas teses têm como único objetivo ampliar o controle da rede. Questionado sobre isso, Clarke se declarou como um defensor da liberdade na internet. "Mas não acho que exista liberdade sem segurança", afirmou. "Conheço 23 países que criaram centros militares de proteção cibernética. Só o centro americano tem cerca de 25 mil pessoas trabalhando. Os Estados Unidos gastam bilhões nesse setor todos os anos. Quem quiser acreditar que não é um grande problema, corra o risco", provocou.


Fonte: Valor - Via DefesaNet

O governo do Irã tem imagens de locais estratégicos de Israel, feitas por um avião teleguiado de fabricação iraniana que pertence ao grupo radical Hezbollah libanês, afirmou Esmail Kossari, presidente da comissão de Defesa do Parlamento iraniano.
"Este drone (avião teleguiado) enviou imagens em tempo real e temos imagens de zonas proibidas de Israel", disse Kossari ao canal de televisão em língua árabe Al-Alam. "Também temos a capacidade de produzir drones de ataque. É por isto que afirmamos que se Israel desejar executar a mínima ação contra nós, responderemos contra o território deste regime", ameaçou.
No dia 6 de outubro, um drone iraniano, denominado Ayub, foi enviado pelo grupo radical Hezbollah ao espaço aéreo de Israel próximo da Faixa de Gaza. O aparelho foi destruído por um caça israelense quando estava ao norte do deserto de Neguev, onde ficam as instalações nucleares israelenses.
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, declarou na época que o drone iraniano, "montado no Líbano", havia percorrido "centenas de quilômetros antes cruzar as linhas inimigas e entrar na Palestina ocupada". De acordo com Nasrallah, o drone "sobrevoou as instalações sensíveis e importantes até que o inimigo o detectou perto de Dimona", uma central nuclear.
O Irã alega ter drones muito mais desenvolvidos que o enviado pelo Hezbollah.

Fonte: Terra

Drones: esperanças cautelosas

Postado por Alina Stewart segunda-feira, outubro 29, 2012 0 comentários

Veículos aéreos não tripulados (VANT ou drones) já foram anunciados por muitos como quase a principal arma das guerras modernas, mas esperanças excessivas em relação a este tipo de armamentos podem se transformar em uma séria decepção.
As capacidades de drones não se devem negar: seu surgimento realmente introduziu mudanças revolucionárias na organização de combates, reduzindo até poucos segundos o intervalo entre a descoberta e a destruição do alvo. Mas não se pode esquecer que se o adversário aprender a quebrar a ligação do veículo aéreo com o centro de comando, uma brigada, ou até mesmo um grupo inteiro do exército, pode perder uma grande parte da informação do campo de batalha.

Com todas as possíveis vulnerabilidades dos drones, é necessário tê-los. A Rússia, até recentemente, estava para trás no desenvolvimento deste tipo de tecnologia, mas informações sobre aquisições de novos armamentos por países ocidentais levou os líderes militares a retomar o financiamento de desenvolvimentos.

Os primeiros veículos russos não passaram os testes. Então, para conhecer as tecnologias e os princípios de utilização desses sistemas, foi decidido comprar máquinas israelenses. Finalmente, o aumento da concorrência no mercado doméstico levou ao surgimento de veículos aéreos, potencialmente adequados para produção em massa.

Tais fortes atores não-estatais, como, por exemplo, a Tranzas de São Petersburgo, podem colocar a Rússia no grupo de países líderes em desenvolvimento de drones. É só uma questão de tempo necessário para a acumulação de respectiva competência e, é claro, de presença de demanda interna. Sobre esta última, no entanto, não há dúvida – com todas as desvantagens destes aparelhos, as suas capacidades são necessárias ao exército russo, e a liderança do estabelecimento militar, em primeiro lugar, entende isso, e em segundo lugar – têm fundos suficientes.

Após utilizar o mesmo esquema de pintura desde que entraram em serviço a partir de 1974 (a não ser os que foram pintados de forma improvisada durante o conflito das Malvinas), os Pucará da Fuerza Aérea Argentina estão recebendo cores diferentes. A partir de agora as aeronaves receberão um esquema camuflado, como mostra a foto do A-568 (Foto: Hernán Longoni), que irá sendo aplicado à medida que os aviões sejam submetidos a manutenção de grande porte.

Fonte: S&D

O Irã está disposto a comprar armas e equipamentos militares da Rússia no valor de US$ 11 bilhões a US$ 13 bilhões num futuro próximo. A informação é do Chefe do Centro de Análise Comércio Mundial de Armas russo, Igor Korochenko. O Presidente Vladimir Putin afirmou, na quarta-feira, 17, que a competição neste mercado é extremamente alta, por isso a Rússia deveria estar pronta para usar abordagens novas e flexibilidade para ser eficiente.
Putin afirmou que a Rússia irá aprofundar a cooperação na área técnico-militar com os parceiros do BRICS e com o Vietnã. Korochenko, por sua vez, afirma que além do grupo e do país asiático, o Irã deve se tornar um parceiro russo no setor. Ele disse que as sanções impostas à República Islâmica não impõem nenhuma restrição às exportações de sistemas defensivos para Teerã. Portanto, a questão sobre a retomada da cooperação com o Irã em segmentos individuais e categorias não proibidas de fornecimento de armas para o país, segundo o Chefe do Centro de Análise Comércio Mundial de Armas, diz respeito a uma questão de decisão soberana da própria Rússia.
Segundo os dados disponíveis, até 1° de outubro, a Rússia exportou armas e equipamentos militares na soma de US$ 10,7 bilhões.

O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim negou ontem, em entrevista ao jornal italiano "La Stampa", a acusação de que teria negociado o recebimento de uma comissão para que o Brasil comprasse navios de fabricação italiana.
A acusação foi feita por Lorenzo Borgoni, ex-funcionário da Finmeccanica (que fabricaria os navios). Segundo ele, a negociação ocorreu entre Claudio Scajola, então ministro de Silvio Berlusconi, e Jobim: "Se fechasse essa venda de 11 embarcações por um total de uns 5 bilhões euros, aproximadamente 11% deste valor seria destinado a Scajola, Massimo Nicolucci e inclusive a Jobim".
Jobim contestou a acusação: "Nunca chegamos a falar de um tema como esse". Segundo ele, o projeto ProSuper, que previa a aquisição de navios com transferência de tecnologia foi cancelado porque não havia recursos no Orçamento.
"Você acha que se eu tivesse recebido algo como 225 milhões de euros eu passaria meus dias entre papeladas e tribunais?", questionou Jobim, que voltou a trabalhar como advogado. Ele disse que não foi assinado "nenhum acordo com a Itália sobre fragatas e que, sobre a comissão nunca se falou nada da nossa parte".
Scajola e Jobim admitiram ter se reunido para discutir a compra, mas negam ter falado sobre propinas: "Na Itália havia crise e tentei vender as embarcações. Era meu dever ajudar o Fincantieri [estaleiros da Finmeccania]", disse Scajola.
 
Fonte: JL/Folha

O cão labrador Boss entrou na lista negra do tráfico de drogas do complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, depois de ajudar a localizar mais de 300 kg de maconha, neste domingo (28). O animal, um dos 69 cães que fazem parte do BAC (Batalhão de Ações com Cães), recebeu ameaças identificadas pela escuta da PM, que monitora os radiotransmissores utilizados pelos criminosos. A ordem seria a de "mirar no marrom" (em referência à cor de Boss). Desde o início do processo de pacificação na região, Boss e seus companheiros já localizaram cerca de 470 kg de entorpecentes. De acordo com o subcomandante do BAC, major Vítor Valle, cada patrulha do canil da PM conta com dois cães e nove policiais responsáveis especificamente pela segurança dos animais. "A gente encara isso como uma situação normal. O risco é para todo mundo. Ele é ameaçado como qualquer policial, que está sujeito a esse tipo de situação quando enfrenta o tráfico de drogas. O cão também será ameaçado, principalmente se considerarmos os resultados do BAC. Nossos cães já ajudaram a encontrar mais de uma tonelada e meia de drogas nos últimos anos", afirmou o oficial. No entanto, o major ressalta que esta é a primeira vez em que um dos cães do BAC recebe ameaças diretas por parte do tráfico de drogas. "Desde 1955, quando surgiu o canil da PM, nunca tivemos um caso como esse. Nunca tivemos nem sequer um cão ferido durante operações policiais", disse. Segundo o subcomandante, o trabalho de Boss sempre foi considerado "excelente", sendo ele um dos cães que mais se destacam no batalhão. "Há alguns outros cães que se destacam também, mas ele [Boss] virou alvo em função da repercussão sobre a apreensão de domingo", afirmou. Questionado se a rotina do animal poderia ser alterada em razão das ameaças, o major afirmou que "nada vai mudar". Para ele, a função exercida por Boss não é tida pelo animal como um "trabalho, e sim como diversão". "Ele vai continuar se divertindo", finalizou.

Fonte: BOL
O cão labrador Boss entrou na lista negra do tráfico de drogas do complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, depois de ajudar a localizar mais de 300 kg de maconha, neste domingo (28). O animal, um dos 69 cães que fazem parte do BAC (Batalhão de Ações com Cães), recebeu ameaças identificadas pela escuta da PM, que monitora os radiotransmissores utilizados pelos criminosos. A ordem seria a de "mirar no marrom" (em referência à cor de Boss). Desde o início do processo de pacificação na região, Boss e seus companheiros já localizaram cerca de 470 kg de entorpecentes. De acordo com o subcomandante do BAC, major Vítor Valle, cada patrulha do canil da PM conta com dois cães e nove policiais responsáveis especificamente pela segurança dos animais. "A gente encara isso como uma situação normal. O risco é para todo mundo. Ele é ameaçado como qualquer policial, que está sujeito a esse tipo de situação quando enfrenta o tráfico de drogas. O cão também será ameaçado, principalmente se considerarmos os resultados do BAC. Nossos cães já ajudaram a encontrar mais de uma tonelada e meia de drogas nos últimos anos", afirmou o oficial. No entanto, o major ressalta que esta é a primeira vez em que um dos cães do BAC recebe ameaças diretas por parte do tráfico de drogas. "Desde 1955, quando surgiu o canil da PM, nunca tivemos um caso como esse. Nunca tivemos nem sequer um cão ferido durante operações policiais", disse. Segundo o subcomandante, o trabalho de Boss sempre foi considerado "excelente", sendo ele um dos cães que mais se destacam no batalhão. "Há alguns outros cães que se destacam também, mas ele [Boss] virou alvo em função da repercussão sobre a apreensão de domingo", afirmou. Questionado se a rotina do animal poderia ser alterada em razão das ameaças, o major afirmou que "nada vai mudar". Para ele, a função exercida por Boss não é tida pelo animal como um "trabalho, e sim como diversão". "Ele vai continuar se divertindo", finalizou.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/10/29/cao-labrador-da-pm-do-rio-e-ameacado-por-traficantes-apos-encontrar-drogas-em-favela-ocupada.jhtm
O cão labrador Boss entrou na lista negra do tráfico de drogas do complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, depois de ajudar a localizar mais de 300 kg de maconha, neste domingo (28). O animal, um dos 69 cães que fazem parte do BAC (Batalhão de Ações com Cães), recebeu ameaças identificadas pela escuta da PM, que monitora os radiotransmissores utilizados pelos criminosos. A ordem seria a de "mirar no marrom" (em referência à cor de Boss). Desde o início do processo de pacificação na região, Boss e seus companheiros já localizaram cerca de 470 kg de entorpecentes. De acordo com o subcomandante do BAC, major Vítor Valle, cada patrulha do canil da PM conta com dois cães e nove policiais responsáveis especificamente pela segurança dos animais. "A gente encara isso como uma situação normal. O risco é para todo mundo. Ele é ameaçado como qualquer policial, que está sujeito a esse tipo de situação quando enfrenta o tráfico de drogas. O cão também será ameaçado, principalmente se considerarmos os resultados do BAC. Nossos cães já ajudaram a encontrar mais de uma tonelada e meia de drogas nos últimos anos", afirmou o oficial. No entanto, o major ressalta que esta é a primeira vez em que um dos cães do BAC recebe ameaças diretas por parte do tráfico de drogas. "Desde 1955, quando surgiu o canil da PM, nunca tivemos um caso como esse. Nunca tivemos nem sequer um cão ferido durante operações policiais", disse. Segundo o subcomandante, o trabalho de Boss sempre foi considerado "excelente", sendo ele um dos cães que mais se destacam no batalhão. "Há alguns outros cães que se destacam também, mas ele [Boss] virou alvo em função da repercussão sobre a apreensão de domingo", afirmou. Questionado se a rotina do animal poderia ser alterada em razão das ameaças, o major afirmou que "nada vai mudar". Para ele, a função exercida por Boss não é tida pelo animal como um "trabalho, e sim como diversão". "Ele vai continuar se divertindo", finalizou.

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Como o Trek Brrasilis já havia noticiado anteriormente, em 2011, a NASA mostrou-se interessada no projeto de construção de uma espécie de raio trator. Na ficção de Jornada, os raios tratores são capazes de desviar um asteroide em rota de colisão ou capturar naves espaciais, com uma espécie de força repulsiva ou atrativa. Agora, pesquisadores da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, dizem que conseguiram pela primeira vez construir um dispositivo que puxa partículas não importando sua composição.
Presente há anos na ficção científica, aos poucos o conceito de um raio capaz de puxar materiais sem contato começou a ser testado nos laboratórios de nanotecnologia, já sendo uma realidade para as nanopartículas.
O avanço nesta tecnologia foi significativamente suficiente para chamar a atenção da NASA, que formou uma equipe no Goddard Space Flight, com financiamento da agência, para estudar o conceito de captura de partículas no espaço (através de asteróides e cometas) ou da atmosfera e entregá-las a um veículo robótico ou em uma sonda para análise, evitando as complicadas manobras de pousar nesses corpos celestes para coletar amostras.
“Apesar de ser um esteio na ficção científica, e de Jornada nas Estrelas, em particular, a interceptação baseada em laser não é fantasiosa ou além do nosso atual know-how tecnológico”, disse Paul Stysley, um dos pesquisadores da NASA. A equipe identificou três abordagens diferentes para as partículas serem transportadas, bem como moléculas simples, vírus, ácido ribonucleico, e células em pleno funcionamento, utilizando a energia da luz.

“O pensamento original era de que poderíamos usar raios tratores para limpar detritos orbitais”, disse Stysley. “Mas puxar algo grande seria quase impossível – pelo menos no momento”, alertou o pesquisador,já que muito mais energia seria necessária para isso e que muita energia aplicada poderia destruir o objeto.
Mas o interessante desse estudo é que a NASA não está só nessa busca pelo “raio trator”.  Em 2010, uma equipe australiana demonstrou pela primeira vez a possibilidade de capturar e mover partículas por longas distâncias usando um raio trator óptico.
Agora, David Ruffner e David Grier, da Universidade de Nova Iorque (e que não são fãs de Jornada) usaram um laser especial, que produz um tipo de luz chamada feixe de Bessel, no qual os fótons são disparados em anéis concêntricos. O feixe de luz funciona como uma correia transportadora, levando continuamente a partícula em direção à fonte.
Tudo ainda funciona no reino da nanotecnologia – o raio trator é capaz de puxar microesferas de sílica.
Mas há dois avanços essenciais.

O primeiro é que o raio trator a laser não depende de uma segunda fonte de luz do “outro lado”, podendo ser emitido de uma fonte única, a partir de um único ponto.
O segundo é que, ao contrário do primeiro nano-raio trator verdadeiro, criado há menos um ano, o sistema independe das propriedades físicas da partícula a ser transportada.
Ao contrário do que pensa a NASA, os pesquisadores disseram que apesar de conseguir puxar apenas micropartículas na Terra, no espaço a força do raio trator pode ser suficiente para deslocar objetos de maior massa.
É esperar para ver.


Opinião: Quem realmente traiu Israel?

Postado por Vinna domingo, outubro 28, 2012 0 comentários

Segunda-feira (22), durante o último debate presidencial, Mitt Romney atacou o presidente Obama por gerar "tensão" e "conflito" com Israel e o censurou por ter "pulado Israel" durante suas viagens ao Oriente Médio. Durante toda a campanha Romney acusou Obama de ter "traído aliados como Israel".
Mas a história nos mostra uma realidade diferente. De fato, sempre que os Estados Unidos pressionaram os líderes de Israel de maneira séria e contínua — a partir dos anos 1950 — a medida partiu de presidentes republicanos, não democratas. Isso é especialmente verdadeiro em relação ao predecessor de Obama, George W. Bush.
http://2.bp.blogspot.com/-uFpOCDiCSa4/Tku5oNFu5kI/AAAAAAAAGgA/rC2wzLA6z6o/s1600/israel-nuclear1.jpg Apenas uma semana antes do início da guerra do Iraque, em março de 2003, Bush ainda tinha dificuldades para formar uma coalizão internacional para derrubar Saddam Hussein. Diferentemente da guerra do Golfo Pérsico, em 1991, a Rússia — membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas — optou pelo veto, impedindo as Nações Unidas de fornecerem legitimidade oficial à guerra contra Hussein. A Grã-Bretanha era a única a se alinhar com os Estados Unidos e o apoio do primeiro ministro Tony Blair era considerado fundamental para Washington.
No momento em que o Parlamento Britânico estava pronto para aprovar a empreitada, um grupo do Partido Trabalhista de Blair ameaçou se revoltar, exigindo concessões israelenses aos palestinos em troca do apoio à invasão de Israel. Essa exigência teria impedido a guerra e só havia uma forma de garantir o apoio britânico: Bush teria de declarar que o "mapa" para a paz no Oriente Médio — uma proposta que havia sido esboçada no início do governo — seria a política formal dos Estados Unidos.
O primeiro ministro de Israel na época, Ariel Sharon, havia feito uma oposição veemente ao "mapa", que continha diversas "linhas vermelhas" que ele se recusava a aceitar, incluindo a determinação de que o futuro status de Jerusalém seria determinado por uma "resolução negociada", levando em conta "as preocupações políticas e religiosas de ambos os lados". O texto implicava o possível fim da soberania sobre Jerusalém, que está sob controle israelense desde 1967.
No dia 13 de março de 2003, autoridades israelenses foram sumariamente informadas de que os Estados Unidos iria adotar publicamente o rascunho do "mapa" como sua política oficial. Washington deixou claro para nós que às vésperas da guerra, Israel não poderia criticar a política americana, além de garantir que os simpatizantes recebessem a mensagem.
Os Estados Unidos insistiam que o "mapa" deveria ser aprovado sem quaisquer modificações, afirmando que os interesses israelenses seriam abordados em outro momento. Durante um debate longo e tenso do qual participei em 2003, Sharon pedia relutantemente para que seus ministros aceitassem a exigência de Washington. Benjamin Netanyahu, que era ministro da fazenda na época, discordou e se absteve durante a votação da resolução do gabinete de cúpula, que acabou sendo aprovado.
A partir daquele momento, o "mapa" — incluindo os parágrafos sobre Jerusalém, tornou-se a bíblia política para Estados Unidos, Rússia, União Europeia e Nações Unidas. Israel não foi apenas dominada por um presidente republicano, mas também foi obrigada a aceitar em silêncio e engolir o amargo remédio.
Três anos mais tarde, o governo Bush pressionou Israel novamente para apoiar uma política que iria contra seus interesses soberanos. No início de 2006, o grupo terrorista Hamas apresentou candidatos para as eleições legislativas da Palestina. Israel afirmou que nenhum líder poderia fazer campanha com uma arma na cintura; o partido palestino Fatah também se opôs à participação do Hamas. Mas a Casa Branca não aceitou nada disso, forçando o Fatah a permitir que os candidatos do Hamas concorressem e pressionando Israel a permitir os votos no Hamas, até mesmo em Jerusalém Oriental.
Depois que o Hamas venceu por clara maioria de votos, Washington resolveu treinar as forças do Fatah para esmagá-lo militarmente na Faixa de Gaza. Entretanto, o Hamas previu o estratagema e tomou controle da Faixa em 2007, deixando palestinos divididos político e territorialmente.
A despeito da retórica de campanha do partido republicano a respeito de Israel, até hoje nenhum presidente democrata forçou o governo israelense a tomar decisões sobre questões de segurança nacional. Na crise do Canal de Suez, em 1956, foi o republicano Dwight D. Eisenhower que se juntou à União Soviética para forçar o fundador na nação israelense, David Ben-Gurion, a se retirar da Península de Sinai após o ataque franco-israelense-britânico ao Egito.
Em 1991, quando mísseis Scud iraquianos caíram sobre Tel Aviv, o governo do primeiro presidente Bush exigiu que Israel respondesse ao ataque, com o objetivo de preservar a coalizão de Estados árabes que lutavam contra o Iraque. O primeiro ministro Yitzhak Shamir resistiu à recomendação dos chefes de segurança para retaliar e se curvou às exigências americanas, enquanto os cidadãos israelenses caminhavam nas ruas com máscaras de gás.
Após a guerra, Shamir concordou em ir a Madri para uma conferência de paz do Oriente Médio organizada pelo Secretário de Estado James A. Baker III. Temendo que Shamir pudesse ser intransigente na mesa de negociação, a Casa Branca pressionou Israel ao segurar um empréstimo de 10 bilhões de dólares, causando-nos sérios problemas econômicos. O eventual resultado foi a queda política de Shamir. O homem que salvou a grande coalizão americana contra Saddam Hussein em 1991 foi traído pelos Estados Unidos.
Em todos esses casos, governos republicanos agiram de forma fria e calculista, sem importar-se com o orgulho nacional israelense, ou com os interesses estratégicos e as sensibilidades do país. É bom pensar nisso em outubro de 2012.
(Efraim Halevy foi diretor do Mossad de 1998 a 2002 e assessor de segurança nacional do primeiro ministro israelense, Ariel Sharon, de outubro de 2002 a junho de 2003.)

Fonte: R7

http://4.bp.blogspot.com/-xkoRmeY0PIE/T8EN-8UycuI/AAAAAAAAACg/KdUj8ETGhh0/s1600/iran-nuclear-iaea.jpgO Irã praticamente completou durante as últimas semanas a construção da usina subterrânea para enriquecimento de urânio, indica nesta quinta-feira (25) o jornal "New York Times", com base em declarações de autoridades da inteligência de diferentes países.

Segundo essas informações, o país já teria instalado a última das 3.000 centrífugas que compõem a usina, situada sob uma montanha e dentro de uma base militar próxima à cidade santa de Qom.

O mesmo diário publicara com exclusividade no último fim de semana que Irã e Estados Unidos haviam firmado um acordo para manter negociações sobre o programa nuclear de Teerã depois das eleições americanas, em 6 de novembro, mas a Casa Branca apressou-se em desmentir a informação.

Os especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) averiguam há quase uma década as atividades nucleares do Irã, que durante 18 anos manteve em segredo seus avanços atômicos, o que gerou a desconfiança da comunidade internacional.

Desde 2006, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) ditou quatro rodadas de sanções comerciais, nucleares e diplomáticas contra o Irã perante sua recusa em cumprir as exigências da comunidade internacional, como a de suspender suas atividades atômicas mais delicadas.

Fonte: O NORTÃO

Em um revés para a política antiterror dos EUA, a ONU planeja criar no ano que vem em Genebra (Suíça) uma unidade dedicada a investigar a legalidade de ataques feito por drones, aeronaves não tripuladas, nos casos em que civis foram mortos.
A informação é do jornal britânico "The Guardian", que reportou declarações de Ben Emmerson, relator especial da ONU que monitora atividades antiterror.
Emmerson disse que, na ausência de um "mecanismo de monitoramento efetivo e independente" dos drones, a ONU vai agir.
"Junto com meu colega Christof Heyns [relator especial sobre execuções extrajudiciais], vou lançar uma unidade de investigação com base nos procedimentos especiais do Conselho de Direitos Humanos [da ONU] para analisar ataques individuais feitos por drones", afirmou ele na Escola de Direito da Universidade Harvard (EUA), segundo o "Guardian".
O relator disse endossar a visão de Heyns de que ataques americanos no Paquistão usando drones poderiam ser "crimes de guerra".
Afirmou que o paradigma da guerra ao terror (ações antiterror onde quer que os terroristas estejam) endossada pelo governo Barack Obama é "indefensável".
"[O paradigma] deu espúrias justificativas para uma gama de sérias violações dos direitos humanos e das leis humanitárias", disse.
Emmerson criticou o fato de que nem Obama nem seu rival nas eleições presidenciais de novembro, Mitt Romney, tenham discutido o tema na campanha.
Durante o governo Obama, ataques com drones aumentaram 500%. Estudo recém-publicado pelas universidades de Nova York e Stanford aponta que 98% dos mortos em ataques de drones são civis ou militantes do baixo escalão, e só 2% dos mortos são os "alvos de grande valor".
Em outro revés para o uso de drones, um advogado do governo britânico disse ontem à Corte Suprema do país que o Reino Unido pode ser questionado por ter compartilhado informações de inteligência usadas em ataques de drones no Paquistão. 

Fonte: Folha

Um avião da TAM que saiu de Aracaju com destino a Guarulhos (SP) na noite desta sexta-feira (26) foi interceptado por um caça F5 da Força Aérea Brasileira. Segundo a FAB, o voo do Airbus A-320 mudou a rota que estava programada.

A Força Aérea desconfiou que o airbus tinha sido sequestrado, já que estava há 50 minutos sem estabelecer contato. O caça seguiu o avião comercial de perto sem que o piloto e os passageiros percebessem a aproximação. O vôo chegou sem atraso ao Aeroporto de Guarulhos. Oficialmente a operação foi descrita pela FAB como procedimento de socorro em voo.

A assessoria de imprensa da TAM confirmou a falha na comunicação e afirmou que em nenhum momento houve risco à segurança. Informou ainda que a aeronave esteve todo o tempo identificada nas telas dos radares de Vigilância do Sistema Aéreo, voando em uma rota prevista nas cartas de navegação.

Fonte: G1

As Forças Armadas dos Estados Unidos estão testando uma nova aeronave que pode revolucionar o que conhecemos sobre velocidade. O X-51A Waverider da Boeing não é um avião comum, pois possui formas bem diferentes do que estamos acostumados.

Mais do que isso, ele atinge velocidades muito maiores do que qualquer pessoa já imaginou poder ser real.
Quer saber qual é a velocidade do X-51A Waverider? São mais de 7.350 km/h, o que significa seis vezes a velocidade do som — o que também pode ser chamado de “Mach 6”. Até agora, os testes já mostraram velocidades de até 5.880 km/h (Mach 4,8), mas novos ajustes ainda podem deixar o equipamento mais poderoso.
O problema é que ainda não existe muita estabilidade no sistema. Nos últimos testes realizados em agosto, a aeronave só conseguiu se manter no ar por 15 segundos antes de cair no oceano. Em breve, novos testes devem ser realizados para que os últimos ajustes sejam verificados. Vale dizer que não existem fotos do protótipo porque elas ainda não foram liberadas pela Força Aérea dos Estados Unidos.
Fonte: ABC News - Via Tecmundo

China eleva o tom em disputa com Japão por ilhas

Postado por Vinna sábado, outubro 27, 2012 0 comentários

Um vice-chanceler da China disse nesta sexta-feira, 26, que o país se reserva o direito de impor uma forte retaliação caso o Japão "crie incidentes" nas águas ao redor de ilhas disputadas no Mar do Leste da China. 

"Estamos observando muito atentamente qual ação o Japão poderia tomar a respeito das ilhas Diaoyu e suas águas adjacentes", disse Zhang Zhijun, em uma rara entrevista coletiva noturna. "A ação que o Japão adotar irá moldar as contramedidas da China." 
 
As relações sino-japonesas entraram em crise em setembro, depois que o governo japonês comprou as ilhas, chamadas de Senkaku pelo Japão e de Diaoyu pela China. Desabitadas, pertenciam a um proprietário particular japonês. A nacionalização motivou protestos violentos e propostas de boicote a produtos japoneses em toda o território chinês. 

"Se o Japão continuar no seu atual caminho errado, adotar mais ações errôneas, criar incidentes relativos às ilhas Diaoyu e desafiar a China, a China irá definitivamente tomar fortes medidas para reagir a isso", afirmou Zhang. "Não faltam contramedidas que a China poderia tomar em resposta", acrescentou. 

"Temos confiança e capacidade para manter a soberania e a integridade territorial do país. Não há ameaças ou pressões estrangeiras que abalem a resolução do governo e do povo chineses." 

Depois da nacionalização das ilhas, a China enviou uma patrulha pesqueira e embarcações de vigilância naval para águas próximas às ilhas, gerando temores de que um confronto contra navios japoneses de patrulha desencadeiem um embate mais amplo entre as duas maiores economias da Ásia.

Fonte: Estadão

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