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quinta-feira, novembro 29, 2012

Assembleia Geral da ONU concede status de 'Estado observador' aos palestinos

By on 29.11.12
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) modificou nesta quinta-feira (29) o status dos territórios palestinos, de “entidade observadora” para “Estado observador não-membro” na organização, no que significa um reconhecimento implicito da existência do Estado Palestino no Oriente Médio.
O pedido palestino foi aprovado por vasta maioria, de 138 votos a 9. Abstiveram-se da votação, ocorrida na sede das Nações Unidas em Nova York, 41 países.
O Brasil, que reconhece desde 2010 a existência do Estado Palestino, votou favoravelmente e foi um dos co-patrocinadores da resolução resolução A/67/L28, que deixa a Palestina com estatuto semelhante ao do Vaticano na ONU.
Em nota divulgada na noite desta quinta, o Itamaraty parabenizou a Palestina e apelou pela retomada do processo de paz com Israel.



Apesar de a mudança não alterar o funcionamento da organização, ela permite que a Palestina tenha acesso a agências da ONU, além de sua admissão no Tribunal Penal Internacional – que poderia ser acionado por autoridades do território contra Israel.

A petição foi apresentada pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pouco depois das 15h30 no horário de Nova York (18h30 de Brasília) desta quinta.
A aprovação foi uma grande vitória diplomática, mas que expõe as autoridades palestinas a represálias econômicas por parte de Estados Unidos e Israel, que votaram contra.
Discurso de Abbas
Abbas, que foi bastante aplaudido antes, durante e depois de sua fala de 22 minutos, disse que o povo palestino fez o pedido porque acredita na paz e precisa desesperadamente dela.
O presidente palestino lembrou que, há 65 anos, a Assembleia Geral havia adotado a resolução 181, que dividiu o que ele chamou de "a histórica terra palestina" em dois Estados e "se transformou na certidão de nascimento de Israel".
Ele pediu aos países da Assembleia que emitissem agora a "certidão de nascimento" do estado palestino, acrescentando que o reconhecimento era a "última tentativa" de salvar o processo de paz entre palestinos e israelenses.

Israel contra
Em seguida à fala de Abbas, o embaixador de Israel na ONU, Ron Prosor, apresentou as razões pelas quais seu país era contra a petição, que, segundo ele, é "tão unilateral, que afasta a possibilidade de paz" na região, em vez de a perseguir.
"Não há atalhos, não há soluções fáceis", disse Prosor. "A paz não pode ser imposta de fora."
Ele afirmou que a resolução "cria expectativas que não pode cumprir" e acusou os palestinos de "nunca terem reconhecido" o Estado de Israel.
Segundo ele, a resolução não contempla o problema da segurança de Israel.
Ban Ki-moon
Após a votação, o secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que o resultado da votação não substitui a importância das negociações.
Ele disse acreditar na legitimidade dos palestinos em deter o seu próprio Estado e apelou às partes que renovem o compromisso de paz.
EUA pedem negociação direta
A representante dos EUA na ONU, Susan Rice, ao justificar seu voto contrário, logo após a votação, pediu aos dois lados que retomem as negociações diretas de paz e advertiu contra ações unilaterais.
"Os Estados Unidos pedem a ambos os lados que retomem as negociações diretas de paz, sem condições prévias, e prometem estar lá para ajudar as partes vigorosamente nesses esforços", disse Rice.
"Os EUA vão continuar a pedir a todos os lados que evitem mais ações provocativas na região, em Nova York ou em qualquer lugar."
"Os grandes anúncios de hoje logo passarão e o povo palestino despertará amanhã vendo que pouco mudou em suas vidas, exceto pela redução das perspectivas de uma paz duradoura", disse Rice. "Esta resolução não estabelece que a Palestina é um Estado."
Palestinos celebram em Belém, na Cisjordânia, próximo à barreira de separação com Israel, a vitória diplomática desta quinta-feira (29) (Foto: AP)Palestinos celebram em Belém, na Cisjordânia, próximo à barreira de separação com Israel, a vitória diplomática desta quinta-feira (29) (Foto: AP)
EuropaPelo menos 17 países europeus votaram a favor da resolução, incluindo Áustria, França, Itália, Noruega e Espanha.
Abbas concentrou sua campanha na Europa, que fornece grande parte da ajuda da qual a Autoridade Palestina depende. Reino Unido, Alemanha e outros optaram por se abster.
A República Tcheca foi o único país na Europa que, junto a Estados Unidos, Israel, Canadá, Panamá e pequenos Estados insulares do Pacífico, como Nauru, Palau e Micronésia, votaram contra a medida.
Manifestações
A decisão da ONU foi recebida com festa nas ruas em Ramallah, no território palestino da Cisjordânia, com gente nas ruas e tiros disparados para o ar.
Como estado observador, a Palestina poderá assinar convenções da ONU sobre os direitos sociais e políticos e aderir a tratados abertos aos estados.
A resolução aprova "o status palestino de Estado Observador no sistema das Nações Unidas, sem prejuízo de direitos adquiridos, privilégios e do papel da Organização da Libertação da Palestina como representante do povo palestino", segundo o rascunho.
A resolução também pede "um arranjo pacífico no Oriente Médio que ponha fim à ocupação iniciada em 1967 e que considere a ideia de dois Estados; um Estado palestino independente, soberano, democrático, contíguo e viável, que viva ao lado de Israel em paz e em segurança, com base nas fronteiras de antes de 1967".
Os palestinos são, desde 1974, uma "entidade" observadora na ONU. Com isso, eles participam nas sessões da Assembleia Geral e nas conferências internacionais.
Virar estado observador, status semelhante ao que o Vaticano possui, é um reconhecimento implícito da existência do Estado palestino. Mas não dá direito a voto na Assembleia, nem de propor resoluções e nem de postular a cargos na ONU.
Mas os palestinos esperam que a mudança traga mais condições de pressionar por seu reconhecimento e por um território próprio.
No Tribunal de Haia, a Autoridade Palestina pretende conseguir com que Israel seja julgado por supostos crimes de guerra.
Conflito em Gaza
A votação ocorreu dias após o estabelecimento de um cessar-fogo que encerrou um conflito de oito dias entre palestinos e israelenses na Faixa de Gaza, que complicou ainda mais a retomada do travado processo de paz entre israeleses e palestinos, congelado há dois anos.
Durante os confrontos, pelo menos 166 palestinos e seis israelenses morreram.
No dia seguinte à morte de Jaabali, foguetes disparados de Gaza mataram três civis israelenses, aumentando a tensão e ampliando o revide aéreo de Israel. Os bombardeios dos últimos dias, que já atingiram a sede do governo do Hamas na operação chamada de "Pilar defensivo", são a mais intensa ofensiva contra Gaza desde a invasão realizada há quatro anos na região, que deixou 1.400 palestinos mortos e 13 israelenses.
Data contestada
Diversas autoridades afirmaram nas últimas semanas que o momento não era o adequado para a petição palestina, incluindo o secretário-geral Ban Ki-moon. “Nenhum de nós deve agir de forma a colocar as conversas em risco”, afirmou.
Mas os palestinos, após 44 anos de ocupação israelense, insistiram em que não tinham outra alternativa.
O presidente Abbas insiste em dizer que não fechou a porta para as negociações, mas com a condição de que Israel pare de construir assentamentos nas terras que os Palestinos clamam para seu futuro Estado.
Israel se recusa a fazer isso, afirmando que o futuro dos assentamentos será decidido só depois de um acordo sobre as fronteiras na região.
A data escolhida pelos palestinos para apresentar a petição teve um significado histórico importante.
Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral da ONU adotou uma resolução recomendando a implementação de um plano para dividir o que então era uma Palestina governada elos britânicos em estados árabe e judeus independentes. A comunidade judia na Palestina aceitou o plano, mas os líderes árabes, incluindo palestinos, a rejeitaram.
Na data, atualmente também é celebrado o Dia de Solidariedade ao Povo Palestino.
EUA e IsraelEstados Unidos e Israel deixaram claro que votariam contra, e afirmaram em diversas
ocasiões que este não era o momento para o tratamento do assunto.
Os dois países afirmam que um estado palestino somente pode ser estabelecido por meio de negociações. As conversas de paz se estancaram por causas da construção de assentamentos israelenses em terras que os palestinos reivindicam para seu futuro estado.
“A ideia de ir até a ONU e evitar negociações bilaterais com Israel é errada”, disse o embaixador de Israel na organização, Haim Waxman. “Toda a comunidade internacional deve observar o que aconteceu nas últimas semanas e pensar novamente, porque nós vimos uma autoridade palestina em Gaza.”
Israel chegou a estudar algumas medidas de retaliação – entre elas a anulação parcial ou total do Acordo de Oslo de 1993, que estabeleceu a Autoridade Palestina (o que poderia remover o presidente Abbas do poder), e o bloqueio da entrada de trabalhadores palestinos em Israel.
Nesta quinta, Yigal Palmor, porta-voz do ministério das Relações Exteriores, disse que os acordos já acertados não seriam anulados. "Não temos nenhuma intenção de anular o mínimo acordo concluído, em particular no campo econômico. Tudo o que faremos depois desta votação será aplicar estes acordos ao pé da letra", disse.
 


O maior problema para Israel seria ver a entrada da Palestina no tribunal internacional. Sua admissão não seria automática e sim submetida à aprovação da Assembleia dos Estados presentes, ou seja, dos países que assinaram o Estatuto de Roma, tratado fundador do TPI.
O TPI, encarregado desde 2002 de julgar crimes de guerra e crimes contra a humanidade, é independente da ONU, mesmo quando coopera com a entidade. Sua competência se estende apenas aos estados. Israel e Estados Unidos não fazem parte dessa corte.

No ano passado, a certeza de um veto dos EUA impediu que o pedido da Autoridade Palestina de se tornar membro total da ONU fosse levado ao Conselho de Segurança da Organização.
A proposta deste ano, entretanto, era menos ambiciosa, e não requeria a  aprovação do conselho.
Apesar disso, o Departamento do Estado americano indicou nesta semana que, se a resolução fosse aceita, não se deveria "contar com uma resposta favorável do Congresso" dos EUA sobre a libertação de US$ 200 milhões de ajuda prometida por Washington à Autoridade Nacional Palestina, confrontada com a sua pior crise orçamentária desde sua criação, em 1993.
Washington cortou também o financiamento para a Unesco quando a agência da ONU para a Cultura acolheu a Palestina, em outubro de 2011.
A legislação americana proíbe o financiamento de uma agência especializada das Nações Unidas que aceite os palestinos como membros.

Fonte: G1

Nebulosa Cabeça de Cavalo é uma grande reserva de "petróleo espacial"

By on 29.11.12
Astrônomos do Instituto Max Planck, da Alemanha, detectaram uma reserva de petróleo a cerca de 1.400 anos-luz de distância da Terra. Usando o radiotelescópio de 30 metros do Instituto de Radioastronomia Milimétrica, na Espanha, a equipe fez um estudo químico completo da Nebulosa Cabeça do Cavalo, que fica na constelação de Órion.
Um dos objetos mais fotografados do Cosmos por ser visível nos céus noturnos, a nebulosa também passa a ser reconhecida como uma grande refinaria cósmica. Isso porque o grupo identificou, pela primeira vez, moléculas interestelares de C3H+, que integra a família dos hidrocarbonetos, no centro da nebulosa. Os hidrocarbonetos são partículas fundamentais na composição do petróleo e do gás natural. 
"A nebulosa contém 200 vezes mais hidrocarbonetos do que a quantidade total de água na Terra", relata o estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics.
Uma das explicações para os níveis “inesperadamente elevados” de hidrocarbonetos na nebulosa é a proximidade do objeto com uma estrela maciça, que brilha intensamente na região.
É que, de acordo com a pesquisa, o “petróleo espacial” surge da fragmentação de moléculas gigantes, os chamados PAHs (hidrocarbonos policíclicos aromáticos). Essas grandes partículas sofrem erosão com a radiação ultra-violeta e se desintegram, criando uma grande quantidade de pequenos hidrocarbonetos. 

Fonte: UOL

Unasul projeta desenvolvimento de aviões não tripulados

By on 29.11.12
O Conselho de Defesa Sul-Americano aprovou nesta quarta-feira, como parte do seu Plano de Ação para 2013, o desenvolvimento e a produção regional de um avião de treinamento básico, além da elaboração de um projeto conjunto para tirar do papel um sistema de aviões não tripulados. Os ministros da Defesa da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) realizaram em Lima sua quarta reunião ordinária para aprovar o plano de ação em torno de políticas de defesa, cooperação militar e ações humanitárias.

Na Declaração de Lima, assinada ao término do encontro, foi aprovada a viabilidade do desenho, desenvolvimento e produção regional de um avião de treinamento primário básico sul-americano. Além disso, ficou acordada a promoção do grupo de trabalho de especialistas, coordenado pelo Brasil, para elaborar um estudo do projeto para a produção regional de um sistema de aviões não tripulados.

Os ministros também viram com bons olhos a iniciativa de criar a Escola Sul-Americana de Defesa e incluíram na declaração a ideia da incorporação da mulher no âmbito da defesa.

Fonte: Terra

EUA violou espaço aéreo do Irã oito vezes em outubro

By on 29.11.12
O espaço aéreo iraniano foi violado em oito ocasiões diferentes por aviões dos Estados Unidos em outubro, de acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Ramin Mehmanparast, que afirmou também que queixas oficiais já foram encaminhadas à Organização das Nações Unidas (ONU).

"Qualquer país que violar nosso território enfrentará uma séria reação do Irã", alertou Mehmanparast em um comunicado divulgado pela mídia nesta quarta-feira.

Ele disse que o caso mais recente, o único a se tornar público até agora, aconteceu no dia 1 de novembro, quando um avião não tripulado dos EUA foi atacado por dois caças iranianos sobre o Golfo Pérsico. Teerã havia declarado que as aeronaves abriram fogo enquanto o avião norte-americano fazia uma missão de reconhecimento sobre o principal terminal de petróleo da ilha de Kharg. Washington insiste que seu equipamento estava em espaço aéreo internacional, a 13 quilômetros de distância das fronteiras do Irã. 

Fonte: A Tarde

quarta-feira, novembro 28, 2012

Mil Mi-17 sírio é derrubado por rebeldes com missil terra ar

By on 28.11.12
Os rebeldes derrubaram nesta terça-feira, 27, pela primeira vez, um helicóptero sírio com um míssil terra-ar, perto de Aleppo, a principal cidade do norte da Síria, em torno da qual os insurgentes apertaram o cerco contra as forças do regime.

O helicóptero foi atingido no momento em que bombardeava os arredores da base militar de Xeque Suleimane, 25 km a noroeste de Aleppo, que os rebeldes tentam tomar para ter o controle sobre todo o norte do país, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

"É a primeira vez que os rebeldes conseguem abater um helicóptero com um míssil terra-ar", declarou à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do OSDH.Um vídeo postado no Youtube pela Brigada Nureddin Zinki mostra um helicóptero sobrevoando a área. Em seguida, é possível ouvir o barulho de uma explosão e uma voz que grita em árabe "Saroukh" (míssil). O helicóptero se transforma em uma bola de fogo e outras pessoas gritam: "Ele foi atingido. Allah Akbar (Deus é grande)".

Segundo o OSDH, os rebeldes receberam recentemente dezenas de mísseis deste tipo. Se esse ataque bem-sucedido for confirmado, o curso da guerra poderá mudar porque os rebeldes terão condições de ameaçar a supremacia aérea das tropas do regime.


Em outra frente, após várias horas de combates, os rebeldes afirmaram que haviam tomado uma posição militar na cidade de Al-Mintar, perto de Al-Sfirem, 15 km a sudoeste de Aleppo, segundo os insurgentes e o OSDH.
A operação foi efetuada pelo grupo islamita Ahrar al-Sham e por unidades do Exército Sírio Livre (ESL), principal força da oposição armada, e 70 militares teriam sido mortos ou capturados na ação.

Seis canhões de 23 mm, baterias lança-foguetes, armas e munições foram apreendidas pelos rebeldes, que sofreram nove baixas fatais.
O OSDH confirmou esta conquista, afirmando que seis rebeldes foram mortos e armas foram apreendidas. Esta derrota do Exército ocorre uma semana após a tomada da Base 46, um dos últimos redutos do Exército no noroeste do país.

A Força Aérea causou pelo menos cinco mortes e feriu 30 outras pessoas em um ataque a 2 km da cidade de Idleb (noroeste), em uma estrada que leva à aldeia de Ain Chib, de acordo com o OSDH. Os Comitês Locais de Coordenação (CLC), que organizam a contestação pacífica, relataram 20 mortos e dezenas de feridos.

Em um sinal do aumento da tensão entre os rebeldes e a comunidade curda, em Efrine, região de Aleppo, um ataque teve como alvo o carro de um oficial curdo, que não ficou ferido, e no caminho para o aeroporto de Aleppo, uma mulher curda foi morta. No sul de Damasco, uma criança e uma mulher foram mortas, a primeira atingida por um disparo de morteiro que caiu no campo de refugiados palestinos de Yarmouk, e a segunda, em confrontos no distrito de al-Qaboune, segundo o OSDH.

Nos subúrbios ao sul da capital, onde o Exército mantém suas ações contra os rebeldes, um atentado com carro-bomba "contra uma barreira de policiais militares em Jdeidet Artouz" matou pelo menos dois soldados, de acordo com o OSDH. Nas regiões em torno da capital, combates foram registrados em duas cidades conquistadas pela rebelião, Mouadamiya al-Sham e Deraya, de acordo com a oposição.

No total, 111 pessoas foram mortas nos confrontos desta terça-feira, sendo 46 civis, 29 rebeldes e 36 militares, de acordo com o OSDH. Mais de 40.000 pessoas morreram desde o início do conflito, de acordo com a ONG.

China imprime mapa com território estendido em passaporte.

By on 28.11.12

Contorno do território da China impresso no novo passaporte do país inclui Taiwan e o todo o Mar da China Meridional. Partes das águas são reivindicadas pelas Filipinas, Vietnã, Taiwan, Brunei e Malásia (Foto: AFP - ao lado)
A China irritou algumas nações vizinhas ao imprimir em seus passaportes um mapa em que contesta o território de todo o Mar da China Meridional e até Taiwan.
O país começou a emitir novas versões de seus passaportes para incluir chips eletrônicos em 15 de maio, mas as críticas surgiram apenas nesta semana.
Dentro dos novos documentos, um contorno do território China impresso no canto superior esquerdo inclui Taiwan e o mar. A mudança destaca a reivindicação de longa data da China ao Mar da China Meridional, em sua totalidade, apesar de partes das águas também serem reivindicadas pelas Filipinas, Vietnã, Taiwan, Brunei e Malásia.
A mudança destaca reivindicação de longa data da China no Mar da China Meridional, em sua totalidade, apesar de partes das águas também são reivindicados pelas Filipinas, Vietnã, Taiwan, Brunei e Malásia.

Mapas oficiais da China incluem Taiwan e o Mar como território chinês há muito tempo, mas o ato de incluir a divisão em seus passaportes poderia ser visto como uma provocação, pois exigiria que outras nações endossassem tacitamente essas reivindicações ao colocar seus selos oficiais nos documentos.

Reação
Tanto o partido do governo como parlamentares da oposição condenaram a inclusão de Taiwan, uma ilha auto-governada que se separou da China depois de uma guerra civil em 1949. Eles disseram que a atitude poderia prejudicar a melhora progressiva da relação que os rivais históricos têm desfrutado desde que Ma Ying-jeou se tornou presidente da zona, há quatro anos e meio.
"Isto é total desconhecimento da realidade e só provoca disputas", disse o Conselho de Assuntos do Continente em Taiwan, a entidade responsável por laços com Pequim. O órgão disse que o governo taiwanês não aceita o mapa.
O secretário de Relações Exteriores das Filipinas Albert del Rosario disse a repórteres em Manila que ele enviou uma nota à embaixada chinesa afirmando que seu país "contesta veementemente" a imagem. Ele disse que as alegações da China incluem uma área que é "parte claramente do território e domínio marítimo das Filipinas".
O governo vietnamita anunciou que também enviou uma nota diplomática para a embaixada da China em Hanói, exigindo que Pequim remova o "conteúdo errôneo" impresso no passaporte.
Resposta chinesa
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores disse que o novo passaporte foi emitido com base em normas internacionais.
A definição dos "limites do mapa da China no passaporte não são dirigidos contra nenhum país em particular", disse a porta-voz da chancelaria chinesa Hua Chunying nesta quinta-feira (22).
Mas ainda não está claro se e quando a China vai se sentar com pretendentes rivais para redigir tal pacto de não-agressão juridicamente vinculativo.
As Filipinas, Brunei, Malásia e Vietnã devem se reunir para discutir em 12 de dezembro reivindicações no Mar da China Meridional e o papel da China no assunto.

Fonte: G1

terça-feira, novembro 27, 2012

Cientistas estudam risco de máquinas inteligentes atacarem humanos

By on 27.11.12


Pesquisadores criaram centro para estudo de Riscos à Existência.
 
 
Será que os computadores um dia ficarão mais inteligentes do que os humanos e dominarão o mundo ou isso só acontece em filmes de ficção científica?


Filósofos e cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, acham que a questão merece atenção, e anunciaram no domingo a criação do Centro para estudo de Riscos à Existência, segundo o Huffington Post.


"No caso da inteligência artificial, parece razoável prever que em algum momento neste século ou no próximo a inteligência vai escapar das restrições biológicas", aponta o professor de filosofia de Cambridge Huw Price. "(Então) não seremos mais as coisas mais inteligentes por aqui", completa.


Ele não pensa em computadores malvados, mas ressalva que as máquinas inteligentes teriam "interesses que não nos incluem".


Price sabe que algumas pessoas acreditam que a preocupação é fora de proporção, mas alerta que "como não se sabe quão sérios são os riscos, não se tem uma previsão temporal, esquecer a ideia é perigoso".


O professor explica que é difícil prever que tipo de riscos as máquinas inteligentes podem representar, mas exemplifica que os computadores poderiam começar a usar recursos para o próprio benefício, desconsiderando as preocupações humanas.


Ele compara a situação ao domínio do homem sobre o planeta, que ao se espalhar para outras terras começou a consumir para o próprio bem recursos que eram essenciais à vida de outros animais.


O Centro para estudo de Riscos à Existência é uma iniciativa de Price com Martin Rees, docente de cosmologia e astrofísica, e Jann Tallinn, de computação. A inauguração, segundo a universidade, está planejada para o próximo ano.



Fonte: JB - Via Arquivos do Insólito

Boeing X-47B será finalmente testado em Porta Aviões

By on 27.11.12
Os EUA realizarão, pela primeira vez, os testes dum drone de combate pesado X-47B, lançando-o de um porta-aviões.

Para os testes, o “drone” foi levado ao porta-aviões Harry Truman estacionado na base de Norfolk (Estado de Virginia).

A envergadura das asas do drone é superior a 19 metros, maior que a do caça Super Hornet, da Armada estadunidense.

O drone será comandado no vôo por um operador, mediante um painel portátil com tela.

Os testes do “drone” a bordo do Harry Truman durarão três semanas.

Mig-21 Bison da India se acidenta

By on 27.11.12
Um caça Mig-21 da força Aérea da Índia caiu hoje no estado de Guzarate, oeste da Índia. O piloto conseguiu se ejetar, informa a mídia eletrônica.

As razões do incidente estão sendo estabelecidas.

Antes, tinha sido relatado que a Força Aérea da Índia pretendia começar em 2014 a retirar de serviço os MiG-21 que começaram a ser utilizados a partir do fim da década de 60. A retirada deve ser concluída até o fim de 2017. Os caças MiG-21 serão substituídos por caças da quinta geração FGFA e da quarta geração Dassault Rafale.

A decisão de retirar do serviço os caças MiG-21 foi tomada porque o maior número de acidentes e catástrofes na Força Aérea da Índia é associado a esse tipo de caça, além disso o modelo já está obsoleto.

segunda-feira, novembro 26, 2012

Consórcio da Embraer fecha contrato de R$ 839 milhões com Exército

By on 26.11.12
Um consórcio de empresas controladas pela área de defesa e segurança da Embraer assinou contrato de R$ 839 milhões com o Exército brasileiro para a primeira etapa do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) do Brasil.
O contrato foi assinado pelo consórcio Tepro, formado por Savis Tecnologia e Sistemas e OrbiSat Indústria e Aerolevantamento. A primeira fase do Sisfron contemplará o monitoramento de aproximadamente 650 quilômetros de fronteira terrestre na faixa que acompanha a divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraguai e com a Bolívia.
Segundo a Embraer, no total, o Sisfron compreende a vigilância e proteção de fronteiras terrestres em uma faixa de 16.886 quilômetros que separa o Brasil de 11 países vizinhos e se estende por 10 estados e 27% do território nacional.
"A nossa visão é entregar o Sisfron ao Exército brasileiro para, posteriormente, exportar este modelo", afirmou em comunicado o presidente da Savis, Marcus Tollendal.
Mais cedo, o jornal "O Estado de S.Paulo" publicou entrevista com o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, afirmando que a empresa anunciaria o contrato nesta segunda-feira. No texto, o executivo afirmou ainda que a companhia tem planos para entrar em construção de navios.
As ações da Embraer operam em queda nesta segunda-feira.

Fonte: G1

sexta-feira, novembro 23, 2012

Governo do Amapá recupera avião Bandeirante abandonado em São Paulo desde 2009

By on 23.11.12
Pousou às 13h desta quarta-feira, 21, no Aeroporto Internacional de Macapá, o avião Bandeirante que pertence ao Governo do Estado do Amapá (GEA) e que estava abandonado desde 2009, na oficina da Embraer, em Gavião Peixoto, São Paulo.

A aeronave foi enviada para manutenção, mas não houve nenhum empenho da gestão anterior para buscar o patrimônio, o que ocorreu somente em 2011, quando o governador Camilo Capiberibe determinou ao chefe de Divisão de Transportes Aéreos da Secretaria de Estado dos Transportes, Victor Jr., que tomasse todas as medidas necessárias para buscar o avião.

“Pagamos uma dívida da aeronave desde 2006 no valor de R$ 809 mil, fizemos uma licitação para a reforma e recuperação e agora o avião volta novamente a ficar à disposição do Estado”, comentou o diretor Victor Jr.
Embraer EMB-110P1 Bandeirante, prefixo PP-EIX, do Governo do Amapá
 
O chefe de Divisão de Transportes Aéreos disse que na oficina da Embraer um cidadão inglês pediu para entrar na aeronave e ficou maravilhado pelas condições do avião. “É o mais conservado do mundo, dito pelo próprio fabricante da aeronave, a Embraer”, comentou Victor Jr., explicando que o avião é um Embraer E110 P1, modelo Bandeirante versão Executiva, para dois tripulantes e dez passageiros, comprado pelo Governo do Amapá em 1989.

Mais do que devolver o patrimônio ao Estado, o retorno da aeronave também significa economia para os cofres públicos. Ano passado, só transportando doentes do interior para a capital, o governo pagou mais de R$ 1 milhão.

Fonte: www.correaneto.com.br - Foto: Antonio Sena via Agência Amapá  - Via Aviaton News

Antonov An-26 do Iemen se acidenta

By on 23.11.12

Um avião militar do Iêmen caiu na manhã desta quarta-feira durante uma missão de treinamento sobre a capital Sanaa, matando as dez pessoas que estavam a bordo, disseram oficiais da Força Aérea iemenita.

O avião, um modelo russo Antonov AN-26, despencou e atingiu um mercado vazio no bairro de Al-Hassaba, bem no centro da capital do Iêmen. Várias lojas foram destruídas mas o mercado estava vazio no momento do desastre e ninguém ficou ferido em solo. O mercado foi parcialmente abandonado no ano passado durante confrontos entre beduínos e soldados do governo.
 
Os oficiais disseram que o piloto percebeu que o avião estava com problemas e avisou o controlador de tráfego aéreo que tentaria um pouso de emergência após um dos motores parar e pegar fogo. Entre as vítimas estão o piloto, o co-piloto e a tripulação. Segundo os oficiais, não existem indícios de sabotagem.


Operadora brasileira de turismo lança pacote de viagens ao espaço

By on 23.11.12
Uma operadora brasileira de turismo começou a oferecer nesta semana viagens ao espaço em parceria com a holandesa Space Expedition Curaçao (SXC), que já vende este pacote em países como Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Reino Unido.
'Destinos Especiais e Espaciais' é o nome do pacote que a agência de viagens Sanchat Tour, com sede em São Paulo, começou a oferecer pela internet a um preço de US$ 107 mil por uma viagem de 60 minutos a bordo da nave espacial Lynx.
A primeira decolagem comercial da Liynx, projetada pela empresa americana XCor Aerospace e com capacidade para duas pessoas, o piloto e o turista, está prevista para março de 2014.
 

quinta-feira, novembro 22, 2012

Avibrás faz parceria com a MBDA

By on 22.11.12
A Avibrás Aeroespacial - que acaba de fechar um amplo compromisso comercial com o Exército da Indonésia para o fornecimento de baterias completas do lançador de foguetes Astros-2 - também será a parceira do grupo europeu MBDA, fabricante de mísseis, em projetos militares especiais. Um deles é a motorização e integração dos novos Exocet-39 do tipo ar-superfície, que a Marinha do Brasil está comprando para armar os helicópteros de combate da Força. O negócio com a Indonésia é estimado em US$ 400 milhões e será cumprido até 2015.
Ontem, um diplomata especialista no pacto Asean-Associação das Nações do Sudeste Asiático, disse ao Estado, que a venda de equipamento militar para o país líder da entidade, "abre grandes e extraordinárias possibilidades" no mercado. O presidente Susilo Bambang acompanhou as negociações pessoalmente e foi conhecer o sistema Astros em exposição na feira Expo Defense, há duas semanas.
O comércio bilateral tem sido, na média dos últimos três anos, da ordem de US$ 2,5 bilhões. As aquisições de 16 aviões Super Tucano de ataque leve da Embraer, e a do lançador múltiplo de foguetes na versão mais avançada, "podem fazer essa conta crescer significativamente", afirma o especialista, lembrando que "o Ministério da Defesa indonésio revelou interesse em outros produtos, como mísseis antirradar e radares de campo".
As Forças Armadas de Jacarta estão cumprindo um ambicioso programa de modernização e de reequipamento. A primeira fase termina em 2014.
Mísseis. O acordo com a MBDA "é parceria comercial, de mercado", explica Sami Hassuani, presidente da Avibrás, que vê no procedimento uma forma rápida de acesso às novas tecnologias controladas. A empresa, em parceria com outra corporação privada do setor, a Mectron, e mais a área técnica da Marinha, testou em 18 de abril o Exocet da série revitalizada. O investimento da Força Naval no programa é de US$ 75 milhões.
A estimativa é de que haja cerca de 900 mísseis do mesmo tipo, MM-40 (superfície-superfície), estocados em 15 países, 13 dos quais já revelaram a intenção de prolongar a vida operacional do equipamento em estoque.
O procedimento cobre a instalação de um novo motor, de combustível sólido, uma revisão integral da fuselagem, partes móveis e da carga eletrônica - custa US$ 1 milhão. O míssil novo, na versão Block 3 oferecida pela MBDA, pode sair por até US$ 6 milhões. A revitalização abre caminho para o ManSup, o míssil antinavio de superfície brasileiro.
O desempenho deverá permitir alcance na faixa dos 180 quilômetros (a configuração modernizada chega a 70 km), com a guiagem digital. O primeiro voo do protótipo está previsto para 2017. As entregas, entre 2018 e 2019. A Marinha destinou, em dezembro de 2011, US$ 50 milhões ao projeto.
Para o ministro da Defesa, Celso Amorim, o ManSup deve atender necessidades da esquadra, "e também permitir que a indústria nacional seja competitiva nas disputas pelo mercado internacional". Empresários do setor trabalham com a projeção de demanda, na virada da década, de 3,5 mil mísseis com as características do modelo brasileiro.
A curto prazo, todavia, a meta da Avibrás no trabalho com a MBDA é um míssil antiaéreo capaz de atingir invasores a 30 km, na altitude de até 15 mil metros. É prioridade da Defesa para a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Fonte: MSN

Rússia planeja novo míssil intercontinental para 2014

By on 22.11.12
A Rússia irá implementar seu mais novo míssil balístico intercontinental de combustível sólido e peso médio em 2014.

Anteriormente, o comandante das Forças de Mísseis Estratégicos, Sergei Karakayev, havia dito que o artefato só estaria disponível em 2015.

O equipamento é parte do projeto desenvolvido em resposta ao programa de defesa de mísseis dos Estados Unidos.

Em outubro passado as Forças de Mísseis Estratégicos da Rússia testou um protótipo da arma, que só será formalmente aceita após uma série de estudos controlados. Ela será primariamente baseada em lançadores móveis e terá um alcance intercontinental de mais de 5,5 mil quilômetros.

Passageiro ajuda a aterrar Boeing 747

By on 22.11.12
 Um passageiro de um voo da Lufthansa tornou-se um herói ao substituir o co-piloto do Boeing 747, que tinha adoecido, numa aterragem de emergência em Dublin. O passageiro alemão era também piloto, mas encontrava-se de folga.

O voo LH403 viajava de Newark, nos EUA, com destino a Frankfurt, na Alermanha. De acordo com The Guardian, quando o Boeing 747 se encontrava a sobrevoar o Atlântico, a tripulação anunciou que o avião iria mudar de rota. O passageiro perguntou porquê e ao saber que o co-piloto estava doente ofereceu-se para ajudar, garantindo que era um piloto qualificado.

O alemão ajudou numa aterragem de emergência no aeroporto de Dublin, na Irlanda, por volta das 5.30 da manhã de segunda-feira.

Uma porta-voz da Lufthansa explicou que o passageiro estava perfeitamente habilitado a pilotar um 747 e só por isso a sua ajuda foi aceite."Nestas circunstâncias é absolutamente normal o piloto, o comandante, continuar a operar o avião", disse. "Além disso, o a tripulação de cabine também está treinada para ajudar o piloto. Estão previstos procedimentos para essa eventualidade. Mas a ajuda de um piloto, que estava de folga, foi certamente apreciada", disse a porta-voz.

O incidente está agora a ser investigado pela Unidade Irlandesa de Investigações de Acidentes Aéreos.

Fonte: DN

Argentina recorre à Justiça após retenção de fragata em Gana

By on 22.11.12
O governo da Argentina recorreu nesta quarta-feira ao Tribunal Marítimo, com sede em Hamburgo (Alemanha), para exigir que Gana libere a fragata Libertad, retida nesse país africano desde o dia 2 de outubro por um embargo judicial.

 Em entrevista coletiva, o chanceler argentino, Héctor Timerman, destacou ainda que pediu a Gana que indenize à Argentina pelos danos ocasionados.

Ontem venceu o prazo para que o governo do país africano suspendesse o embargo sobre a embarcação ditado pela Justiça ganesa por conta de uma demanda por falta de pagamentos da dívida soberana argentina.

"Tendo vencido esse prazo no dia de ontem sem que o embargo tenha sido suspenso, o governo argentino ficou habilitado para realizar a apresentação que acaba de acontecer perante o Tribunal de Hamburgo", declarou Timerman.

A Justiça ganesa aceitou uma demanda de embargo interposta pelo fundo NML, que reivindica da Argentina uma dívida de US$ 284 milhões por bônus soberanos que entraram em moratória durante a crise econômica de 2001.

O governo argentino sustenta, no entanto, que as autoridades ganesas descumprem a Convenção de Viena ao não garantir a imunidade de uma embarcação da Marinha, como é a fragata Libertad, e se nega a pagar os US$ 20 milhões que o NML pede de fiança.

Fonte: Exame

Grã-Bretanha começará testes de novos porta-aviões em 2017

By on 22.11.12
Porta-aviões britânicos da nova geração Queen Elizabeth começarão testes de mar em 2017, e testes de voo da aviação de bordo terão lugar em 2018, disse o ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Philip Hammond.

“Estamos reconstruindo o nosso poder de porta-aviões, teremos os maiores porta-aviões que jamais estiveram em serviço da marinha britânica, bem como caças de quinta geração,” disse o ministro.

Atualmente, em estaleiros britânicos, estão em construção dois porta-aviões do tipo Queen Elizabeth.


Fonte: A  Voz da Russia

Irã acusado por Israel de ter fornecido aos palestinos mísseis Fajr-5

By on 22.11.12

O presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani, confirmou nesta quarta-feira (21) que o Irã concede uma ajuda "militar" ao movimento palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Mais de 140 pessoas morreram em uma semana de bombardeios na região.
"Temos orgulho de defender o povo palestino e o Hamas, (...) temos orgulho que nossa ajuda tenha sido financeira e militar", declarou Larijani ao site do Parlamento.
O Presidente do Parlamento não informou em que consiste a ajuda militar.
Teerã nunca fez mistério sobre sua contribuição material e financeira ao Hamas e à Jihad Islâmica palestina, que lutam contra Israel, mas sempre evitou expor ao mundo a ajuda militar.
Acusações
O Irã foi acusado nos últimos dias por Israel de também ter fornecido aos grupos palestinos mísseis Fajr-5, com alcance de 75 km, usados contra o Estado judaico após o começo da ofensiva israelense na faixa da Gaza em 14 de Novembro.
O chefe da Jihad Islâmica, Ramadan Abdullah Challah, reconheceu nesta terça-feira (20) à emissora Al-Jazeera que os grupos palestinos de Gaza usavam armas iranianas nos ataques contra Israel, mas não informou o tipo de armamento nem como foram entregues.
"Todo mundo sabe. Não é segredo. As armas da resistência na Palestina, diante da agressão (...) israelense, são essencialmente de origem iraniana: são armas iranianas ou compradas com financiamento iraniano", declarou.
O comandante dos Guardiões da Revolução, o general Mohammad Ali Jafari, afirmou nesta quarta-feira à agência Isna que Teerã "fornece ajuda técnica e tecnológica a todos os muçulmanos que lutam contra a 'arrogância mundial'", expressão consagrada pela retórica oficial iraniana para designar o Ocidente e Israel.
Contudo, continuou, "não podemos ajudar atualmente [a resistência palestina] porque Gaza está sitiada".
Ele afirmou também que os mísseis Fajr-5 lançados de Gaza contra Israel "não foram fornecidos pelo Irã, mas a tecnologia dos mísseis foi". "Esses mísseis podem ser produzidos rapidamente" pelos grupos palestinos, acrescentou.
Aiatolá faz críticas
O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, criticou por sua vez "os governos dos países islâmicos, principalmente árabes", que "não tiveram a atitude correta diante dos eventos em Gaza, alguns se contentando com poucas palavras e outros nem sequer condenando" os bombardeios israelenses.
"Os países islâmicos, principalmente os árabes, deveriam ajudar a população oprimida de Gaza quebrando o bloqueio desse território" por Israel, afirmou.
O aiatolá Khamenei fez questão de citar "os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França, que não mexeram um dedo contra o regime sionista cruel e brutal".
"Apoiando e encorajando esses criminosos, eles mostraram como os inimigos do Islã estão afastados de qualquer pingo de humanidade", completou o líder supremo iraniano.

Fonte: G1


China decide construir porta-aviões

By on 22.11.12
Passados dois meses após a Marinha chinesa ter adotado o primeiro porta-aviões, o Variag,  comprado à Ucrânia, a China decidiu ela própria construir porta-aviões , anunciou na quarta-feira Hu Wenming, o presidente da China State Shipbuilding Corp (CSSC).

A construção deverá ser efetuada nos estaleiros da empresa, onde também foi realizado o reequipamento do cruzeiro lança-mísseis Variag.

"A China é o único dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que não tem porta-aviões construídos por si", - declarou Hu Wenming.

Fonte: A  Voz da Russia

Hsiung Feng III: Taiwan completa testes de míssil “assassino de porta-aviões”

By on 22.11.12
Taiwan completou os testes de uma nova versão do míssil supersônico de cruzeiro antinavio Hsiung Feng III de raio de ação aumentado.

O míssil atinge uma velocidade de Mach 3 e é capaz de atingir alvos a 400 km. Por comparação, os mísseis Hsiung Feng III da anterior geração têm um raio de ação de 150 km e atingem a velocidade de Mach 2.

Taiwan anunciou o arranque da versão de longo alcance do Hsiung Feng III pouco depois da China, que considera o estado insular como parte integrante do seu território, ter colocado ao serviço o seu primeiro porta-aviões. Os criadores do Hsiung Feng III chamam-no de "assassino de porta-aviões".

quarta-feira, novembro 21, 2012

MiG-21 cai no sul do Egito

By on 21.11.12
Um avião de treinamento MiG-21 da Força Aérea egípcia caiu no sul do país, na província de Aswan, informa na quarta-feira a mídia local.

O caça caiu pouco depois de ter decolado de um aeroporto militar, localizado a algumas dezenas de quilômetros da capital da província – a cidade de Aswan.

Segundo dados preliminares, o piloto perdeu a consciência durante a decolagem: durante vários minutos, foi perdido o contato com a aeronave. Além disso, de acordo com testemunhas, antes da queda, a bordo do caça houve uma forte explosão. O piloto da aeronave, o capitão da Força Aérea egípcia, morreu.

AVIC Wing Loong: o 'Reaper' Chinês com tamanho de 'Predator'

By on 21.11.12
A China apresentará nesta semana um novo modelo de "drone" (avião espião não-tripulado) de baixo custo de fabricação na feira aeronáutica que será aberta na terça-feira na província de Cantão, revelou neste domingo o jornal South China Morning Post. Com o modelo Wing Loong, fabricado pela Corporação de Aviação Industrial Chinesa, o gigante asiático entrará no mercado dos UAV (veículos aéreos não-tripulados, na sigla em inglês) com um preço muito abaixo de seus rivais americanos ou israelenses, os dois únicos países que atualmente contam com essa tecnologia.
Segundo o periódico, o avião tem uma grande semelhança com o MQ-9 Reaper, de fabricação americana, apesar de, quanto ao tamanho, se assemelhar mais ao MQ-1 Predator. O novo UAV espião chinês pesa 1,1 tonelada, mede 9 m de comprimento e 14 m de largura, pode ser usado para operações militares e civis, consegue chegar a uma altitude de 5.300 metros e tem um alcance de 4.000 quilômetros.
Um analista chinês em assuntos de defesa citado pelo South China Morning Post, Wong Dong, considera que o novo drone pode ter "muito êxito" no mercado internacional de armas por seu preço de menos de US$ 1 milhão cada. "À medida que o Wing Loong pode levar dois mísseis ar-terra, além de outras características dos UAV, como o tamanho pequeno e o fato de ser mais silencioso, dúzias de países, sobretudo os do terceiro mundo, terão um grande interesse em comprá-los", afirmou Wong.
Além de novo drone, espera-se que a China apresente na feira uma réplica de seu segundo caça, denominado J-31 e que se parece com o modelo F-35 americano. No evento, também serão exibidos vários foguetes de longo alcance capazes de atacar alvos em um raio de 400 quilômetros.
A China anunciou em setembro que desenvolverá o uso de drones para a vigilância de suas águas territoriais, em um momento de tensões com países vizinhos como Japão, Filipinas e Vietnã pela soberania de vários arquipélagos. O objetivo de Pequim é conseguir monitorar todo o seu litoral com o auxílio dessas aeronaves por volta de 2015.

Fonte: Terra

Eike Batista, IBM e Governo Federal anunciam fábrica de semicondutores no Brasil

By on 21.11.12
A fábrica de semicondutores brasileira foi finalmente anunciada nesta segunda (19). A Six Semicondutores é a mais nova empresa do grupo de Eike Batista e foi bancada pelo Governo Federal, através de uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que investiu R$ 1 bilhão, mais da metade de todo o investimento. A IBM atuará como sócia tecnológica.
A fábrica será construída em Ribeirão das Neves, município de Minas Gerais. Outro empurrão do governo veio na forma de financiamento da estatal Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que liberou à Six uma linha de empréstimo de R$ 202 milhões. Além de entrar com R$ 245 milhões para garantir uma fatia de 33% na sociedade, o banco ainda aprovou financiamento de R$ 267 milhões para a nova fábrica, como informa matéria da Agência Estado.

Além de Eike e do BNDES, os outros sócios serão a IBM, o BDMG e os grupos Matec Investimentos e Tecnologia Infinita WS-Intecs. “Seu diferencial competitivo será a criação, o desenvolvimento e a produção de circuitos integrados especializados para esses dois nichos, o que lhe permitirá obter margens maiores de produção em massa de semicondutores”, diz um comunicado do governo de Minas Gerais. “A unidade industrial permitirá que o Brasil ingresse em um setor de alta tecnologia com forte demanda nacional e internacional e que assuma a praticamente inexistente oferta de componentes locais para o setor”.
O início das operações está previsto para 2014.
Silício é ouro
A produção de semicondutores no Brasi vai movimentar a indústria de eletro-eletrônicos, já que o material é base para diversos componentes presentes em rádios, computadores, tablets, circuitos integrados analógicos, baterias solares, telefones, câmeras digitais e outros produtos. 

Fonte: Mundo Bit

KC-390 Novamente testado em tunel de vento

By on 21.11.12
O cargueiro KC-390 da Embraer, que promete brigar por um mercado dominado pelo americano Hercules C-130, fará o primeiro voo teste em 2014. Mas, antes disso, são necessárias horas e horas de testes, que incluem visitas periódicas a túneis de vento na Inglaterra, França, EUA e Holanda, onde ocorreram os ensaios mais recentes.
A NLR (sigla em inglês para Laboratório Aeroespacial Nacional Holandês) e a DNW (abreviatura para Túneis de Vento Germânico-Holandeses) são as empresas responsáveis pela operação em Marnesse, cidade a 100 km de Amsterdã. O complexo demanda cerca de 3 MegaWatts, quantidade de energia suficiente para abastecer uma cidade de 15 mil habitantes.
O relacionamento com a fabricante brasileira vem desde os anos 1990, segundo explica Henri Vos, gerente de desenvolvimento de negócios da DNW. "Desde que a Fokker pediu concordata em 1996 a DNW tem buscado mais clientes ao redor do mundo", diz. Além do KC-390, já passaram pelas instalações holandesas embriões dos jatos comerciais brasileiros ERJ-170 e ERJ-190.
Modelos em escala 1:6 com indícios do futuro desenho do KC-390 são produzidos e analisados em túneis subsônicos, considerados de baixa velocidade (leia-se menor que Mach 1, ou 1225 km/h). Segundo o executivo, os testem incluem, por exemplo, simulação dos procedimentos de pouso e de decolagem em que a varredura de laser aponta áreas na fuselagem que podem sofrer avarias com turbulência.
Veja como acontece o teste em túnel de vento


Sem precisar números, Vos diz que fabricantes chegam a desembolsar 70 mil euros por dia para utilizar as instalações de vento que tem por objetivo mitigar erros de projeto antes da produção dos protótipos. "O computador diz que tal configuração é a ideal e então você realiza o teste com o modelo em escala e percebe que as projeções não estavam certas", explica.
Além da fabricante brasileira, nomes como a francesa Airbus também a norte-americana Boeing também estão entre clientes do centro aeroespacial holandês.
Em dos galpões da NLR, uma asa pertencente a um caça F-16 passa por análise. "Sacrifica-se um para saber se o lote pode continuar voando após um limite de horas de voo", afirma o engenheiro Marcelo Muller.
No caso da Airbus, uma dieta à base de fibras e alumínio foi capaz de emagrecer um de seus jatos em 1 tonelada. "Isso permite a cada avião levar um cinco mil passageiros a mais por ano", segundo Michel van Ierland, responsável pelo marketing da NLR. "Não sabemos como vamos voar no futuro, mas temos muitas ideias de como será", conclui.
Representantes da NLR e da DNW integram a missão comercial holandesa de 175 empresas,  institutos de pesquisa e universidades que acompanha  a visita oficial do Príncipe de Orange e da Princesa Máxima que vêm ao Brasil. 

Fonte: IG
  

MIOM 15M69: Rússia possui sistema emulador de lança mísseis

By on 21.11.12
Os complexos móveis de lançamento de mísseis passarão a ter um novo sistema que permite disfarçá-los. Veículos capazes de imitar complexos de lançamento chegarão às Tropas de Mísseis em 2013. Conforme explicou o Ministério da Defesa, as novas máquinas elevarão o grau de proteção do pessoal e dos armamentos contra ataques de um eventual inimigo.

Os novos veículos permitem disfarçar a deslocação de sistemas de mísseis pelas posições de campo. Estes veículos deturpam os sinais reais e emitem falsos sinais que levam a posições e estruturas fictícias. Na Internet já apareceram fotos dos novos equipamentos.

O MIOM 15M69, tripulado por sete pessoas, pode funcionar tanto em conjunto com sistemas de mísseis Yars e Topol M, como independentemente. Cada veículo tem equipamentos para emitir sinais falsos, assim como contentores que servem para imitar visual e termicamente complexos de lançamento de mísseis. Um MIOM pode imitar um grupo de seis sistemas de lançamento.

Devemos reconhecer que nem todos os peritos estão entusiasmados com os novos equipamentos. As dúvidas sobre a necessidade de financiar semelhantes projetos foram expressas, por exemplo, pelo coronel Viktor Baranets, observador militar do jornal Komsomolskaia Pravda:

“Duvido de sua necessidade no momento atual, quando devemos investir meios em primeiro lugar em mísseis reais. Temos sérios problemas ligados à produção de mísseis que devem substituir os modelos antiquados, cujos prazos de garantia já foram prorrogados três-quatro vezes”.

As dúvidas do perito poderão ter alguma razão. Não devemos esquecer, contudo, que os mísseis existentes devem ser disfarçados, afirma o redator responsável da edição Revista Militar Independente, Viktor Litovkin:

“No tratado START 3, é demarcado um setor destinado ao desdobramento de complexos móveis de mísseis de 50 quilómetros quadrados, mas não são indicadas suas coordenadas exatas. Por isso, os americanos estão desenvolvendo um sistema de ataque global rápido, já tendo mais de 4 mil mísseis sem ogivas nucleares. Não podemos excluir que os nossos sistemas possam ser sujeitos a tal ataque e, portanto, eles devem ser disfarçados”.

Atualmente, o Ministério da Defesa continua a reequipar as Tropas de Mísseis, tendo estas recebido cerca de 20 unidades de equipamentos de engenharia em 2012. Em setembro,  foram equipadas em 25% com modernos sistemas de mísseis Yars e Topol M.

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