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quarta-feira, junho 12, 2013

Depois de usar Mirage III até o 'osso' Argentina pode ir de Mirage F-1 & Python 5.

By on 12.6.13
O Ministério da Defesa argentina solicitou a FAA contato com a Jordânia a fim de possível aquisição de seus caças Mirage F1.
O ex-ministro da Defesa argentino e atual chefe do Ministério da Previdência, Arturo Puricelli, recebeu antes de deixar a pasta da defesa, a aprovação técnica e operacional da Força Aérea Argentina (FAA) sobre os caças Mirage F.1 que serão desativados pela Espanha. Puricelli disse que concorda com as conclusões da Força e ainda teria dito que a operação seria um fato concreto. Também foi solicitado que a FAA fosse pedir cotação para outro Mirage F-1, de origem jordaniana, obtendo assim um número maior de máquinas.
De acordo com fontes da Força Aérea Argentina, o Mirage F-1 disponibilizados são: 6 pronta entrega e prontos para voar. Oito células preservadas e oito outros, que incluem dois biplaces e o restante seriam para peças de reposição. As aeronaves têm uma vida útil remanescente de cerca de 1.300 horas de vôo, cada uma, antes de grandes manutenções e reparos de porte. Os números são modestos para substituir os 22 Deltas que ainda operam.
Para a FAA essa compra é, além de necessária, benéfica por inúmeras razões:
  • Alguma semelhança com os equipamentos já em serviço no país;
  • Infraestrutura na Argentina para realizar grandes manutenções;
  • Motorização conhecida e de fácil manutenção no país;
  • Possibilidade de reabastecimento em voo;
  • Aviônica adequada para as necessidades da FAA;
  • Vida útil remanescente por um período de uma década.
  • Grande estoque de peças de reposição e acessórios
Na base aérea de Tandil, oito pilotos já estão prontos para ir para a Espanha, iniciar o treinamento. Os passaportes e toda a papelada pronta.

FONTE: Defensa – Via: CAVOK

A Espanha está prestes a retirar do serviço os últimos Mirage F-1. O ministério da Defesa deseja obter algum ganho financeiro com a ‘aposentadoria’ dos caças e a Argentina é o país mais bem cotado para comprá-los.
O dinheiro seria um “extra”  necessário. No total são oito Mirage F-1, atualmente em serviço na Ala 14, com sede em Los Llanos (Albacete), além de outros quatro (para servirem como fonte de peças de reposição).
A Argentina enviou uma delegação para a base em Albacete para verificar as condições dos caças, cuja a unidade em breve deve chegar as 200 mil horas de voo. De acordo com fontes da Força Aérea, os recursos desta transferência “são essenciais para cobrir determinadas emergências”, mas se recusam a comentar um valor estimado para o contrato.
Alguns militares expressaram relutância para com este contrato em potencial com a Argentina, pois existem rancores e mágoas com o governo argentino, como por exemplo o caso da expropriação da YPF.
O Mirage F-1 serviu por 38 anos com a força aérea espanhola e os últimos oito aviões serão desativados ainda este mês, durante um show aéreo, previsto para o dia 23 de junho.

FONTE: elconfidencialdigital Via: CAVOK

Fontes internacionais afirmam que a Força Aérea Argentina (FAA) abriu negociações com fornecedores israelenses para a aquisição de mísseis ar-ar de curto alcance Python-5.
A compra incluiria o fornecimento de itens e materiais de instrução, treinamento, manutenção e operação do sistema para aviões de combate da FAA. Os mísseis serão destinados ao novo IA-63 Pampa, A4AR e Mirage. O  número de AAMs seria de 100 unidades.
Além de renovar a envelhecimento frota de caças, a FAA se depara com uma nova necessidade: sua frota de transporte. As capacidades de transporte estão muito deterioradas, por causa da idade e da crescente dificuldade em manter os Fokker F-27 e F-28.
A FAA visa poder substituir essas aeronaves em breve. A aeronave preferida seria o C-295, por suas capacidades e recursos, além de acesso a interoperabilidade com os países amigos que já têm um bom serviço com C-295, como o Chile e o Brasil. A Força Aérea solicitou formalmente acesso às informações técnicas e avaliações. Decisão foi para o novo ministro da Defesa argentino, Agustín Rossi. O transporte aéreo da FAA está chegando num limite perigoso.

Fonte: CAVOK


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