Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, encerrou na sexta-feira sua visita ao Brasil dizendo que já é hora de as duas maiores economias das Américas estreitarem suas relações comerciais, energéticas e de investimentos.
"Estamos prontos para uma relação mais profunda e mais ampla a respeito de tudo, dos militares à educação, comércio e investimento", disse Biden a jornalistas após se reunir com a presidente Dilma Rousseff.
A Casa Branca anunciou na quarta-feira que Dilma fará uma visita de Estado a Washington em 23 de outubro --a única recepção desse tipo oferecida pelo presidente Barack Obama a um líder estrangeiro neste ano, o que indica a importância que o governo dele confere à aproximação com o maior país da América Latina.
Biden elogiou o Brasil por ter recentemente perdoado 900 milhões de dólares em dívidas da África, e disse que isso mostra a emergência do Brasil como uma nação "responsável" no cenário mundial.
Durante sua visita de três dias, Biden também elogiou o Brasil por ter tirado milhões de pessoas da pobreza na última década, e por mostrar ao mundo que o desenvolvimento e a democracia não são incompatíveis. No entanto, ele pediu ao país que abra mais sua economia a empresas estrangeiras, e que se manifeste de forma mais incisiva na defesa da democracia e dos valores do livre mercado.
As relações entre Washington e Brasília melhoraram desde que Dilma assumiu o cargo, em 2011, adotando uma política externa menos ideológica do que a do seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que estabeleceu uma relação de amizade com o Irã e aproximou o Brasil do governo antiamericano da Venezuela, então sob o comando do líder socialista Hugo Chávez.
No campo econômico, a China substituiu na última década os EUA como principal parceiro comercial do Brasil, que se beneficiou da grande valorização de commodities como a soja e o minério de ferro.
Percebendo a melhora nas relações entre EUA e Brasil, empresas dos dois países estão agora pressionando ativamente por uma parceria estratégia que leve a regras mais flexíveis para os investimentos, a um tratado que elimine duplas taxações e a uma suspensão na exigência de vistos para turistas e executivos.
"O clima está melhorando rapidamente, em parte porque o Brasil adotou uma posição mais discreta a respeito de algumas questões políticas globais contenciosas, como a do Irã", disse Eric Farnsworth, vice-presidente do fórum empresarial Americas Society, que se dedica a promover as relações entre EUA e América Latina.
O Brasil também está começando a entender que a China e outras grandes economias emergentes ainda não têm condições de substituir os laços econômicos com os EUA. Embora os chamados países Brics tenham passado rapidamente a dominar uma maior parcela da economia global, eles ainda não são páreo para as empresas dos EUA em termos de fornecer os investimentos e a tecnologia dos quais o Brasil precisa, segundo Farnsworth.
"Parece haver uma crescente sensação de que os Estados Unidos podem desnecessariamente e gratuitamente terem sido afastados pelo governo anterior, particularmente porque a China está se desacelerando e os mercados das commodities estão perdendo força", afirmou.
POTÊNCIA EMERGENTE
Grande parte da futura relação com os EUA vai depender de o Brasil - cuja economia permanece relativamente protegida por tarifas elevadas e outras barreiras - conseguir facilitar o comércio, disse Biden em discurso no Rio.
Entre as muitas questões pendentes estão o antigo esforço para reduzir as exigências de vistos, e uma ofensiva das empresas dos EUA por proteção dos direitos de propriedade intelectual no mercado brasileiro, onde a pirataria de software é disseminada.
Empresas petrolíferas dos EUA estão ávidas por explorarem os enormes depósitos de petróleo brasileiro em alto mar, que podem fazer do país um grande produtor mundial.


Segundo o jornal 'Le Monde' Os aviões queridinhos de Dilma são os americanos da Boeing.

Os EUA também querem que o Brasil compre caças F-18 da Boeing, um negócio de vários bilhões de dólares que marcaria um salto significativo na relação estratégica e de segurança entre as duas nações.

 92.jpgO Brasil busca apoio dos EUA para uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. Washington diz que "aprecia" a ambição brasileira, mas não chegou a endossá-la diretamente.
Embora Biden tenha salientado o potencial de aproximação das duas economias - a maior e sétima maior do mundo -, um acordo de livre comércio não está em cogitação, porque o Brasil já faz parte do Mercosul. As regras do bloco sul-americano exigem que os participantes ajam em uníssono em questões comerciais.
Alguns observadores acham que tão cedo não será realista esperar nenhum movimento dramático na direção de uma parceria estratégica completa.
"O Brasil já alcançou uma estatura e um reconhecimento que desfruta hoje em parte por manter sua independência em relação aos Estados Unidos", disse Michael Shifter, da entidade Diálogo Interamericano, em Washington. "Ele vai manter alguma distância, ao mesmo tempo em que buscará tirar vantagem do que os EUA têm a oferecer."

Fonte: BBC

A Ministra da Defesa do Equador, María Fernanda Espinosa, reafirmou aos meios de comunicação do país que a busca por sistemas de radar continua, inclusive colocando sob análise equipamentos oriundos do Brasil, Espanha e França.
 O contrato que o Equador havia fechado com a China, para a aquisição de radares de vigilância aérea YLC 2 e YLC 18 da empresa CETC, foi cancelado no início de maio, depois do fiasco de tentar fazê-los funcionar desde 2009, sem sucesso.
Os quatro radares implicariam em uma venda de U$ 60 milhões, além da abertura de mercado para o nicho desse tipo de equipamento mas, em cinco anos de trabalho, não foram capazes de entrar em operação.

Segundo a Ministra, o Equador recuperou completamente o investimento, com a devolução dos pagamentos, e que, em cerca de um ano e meio, novos radares terão sido adquiridos.
Fonte: Tecnología Militar / Defensa.com - Via: VaeVictis


http://1.bp.blogspot.com/-GZpP6qblztA/UY7CfNSAbmI/AAAAAAAALfA/eV6g06WsqZA/s640/c_syria_chemical_weapons.jpegA princípio, um ataque químico ao front de Jobar, na entrada da capital síria, não se parecia com nada. Nada de impressionante. Nada, sobretudo, de detectável. Era esse o objetivo buscado: quando os combatentes do Exército Livre Sírio (ELS) mais avançados em Damasco perceberam que eles haviam acabado de ser expostos a produtos químicos pelas forças governamentais, era tarde demais. Independentemente do gás usado, ele já produzira seus efeitos, a poucas centenas de metros de moradias da capital síria.

No início, foi somente um barulho discreto, um choque metálico, quase um estalido. E em meio ao estrondo dos combates do dia no setor de "Bahra 1" do bairro de Jobar, isso a princípio não atraiu a atenção dos combatentes da brigada Tahrir al-Sham ("Libertação da Síria"). "Pensamos que era um projétil que não havia explodido, e ninguém realmente deu atenção", explica Omar Haidar, responsável operacional da brigada, que mantém esse setor avançado a menos de 500 metros da Praça dos Abássidas.

Sem cheiro, sem fumaça

Buscando palavras para descrever esse som estranho, ele o compara a "uma lata de Pepsi caindo no chão". Sem cheiro, sem fumaça, sem nem mesmo um silvo que indicasse a emanação de um gás tóxico. Depois surgiram os sintomas. Os homens tossiam violentamente. Os olhos ardiam, as pupilas se retraíam ao extremo, a visão se turvava. Em breve vieram as dificuldades respiratórias, às vezes agudas, e os vômitos, os desmaios. Era preciso evacuar os combatentes mais afetados antes que eles se sufocassem.

Esse fato foi testemunhado pelos enviados especiais do "Le Monde" por vários dias a fio nesse bairro na saída de Damasco, onde a rebelião penetrou em janeiro. Desde então, Jobar tem sido um ponto crucial tanto para o ELS quanto para o governo. Mas, ao longo de uma reportagem de dois meses nas cercanias da capital síria, nós reunimos elementos comparáveis, em um espectro muito mais amplo. A gravidade dos casos, sua multiplicação, a tática de emprego de armas como essas mostram que não se trata de simples gás lacrimogêneo sendo utilizado nos fronts, mas de produtos de outra categoria, bem mais tóxicos.

No confuso front de Jobar, onde as linhas inimigas estão tão próximas que às vezes se insulta tão facilmente quanto se mata, as cenas de ataque a gás apareceram pontualmente ao longo de abril.  Não é uma difusão maciça por quilômetros, mas sim um uso ocasional e localizado pelas forças governamentais, visando os pontos de contato mais duros com um inimigo rebelde muito próximo. O setor é o ponto de entrada para o interior de Damasco onde grupos do ELS entraram mais a fundo. Uma guerra impiedosa ocorre ali.

Primeiro ataque em abril

No setor "Bahra 1", um dos mais avançados na direção da grande praça estratégica dos Abássidas, uma das redes de segurança de Damasco, os homens de Abou Djihad, o chamado "Arguileh" (narguilé), sofreram seu primeiro ataque dessa natureza na noite de quinta-feira, 11 de abril. Inicialmente todos foram pegos de surpresa. Eles haviam ouvido falar dos "gases" utilizados em outros fronts, em outras regiões da Síria (sobretudo em Homs e na região de Aleppo) nos últimos meses, mas o que fazer, uma vez diante do fenômeno? Como se proteger sem abandonar o local e oferecer uma vitória fácil ao inimigo? "Alguns homens saíram, outros permaneceram paralisados pelo pânico. Mas a posição não foi abandonada. Ordenava-se aos soldados que subiam ao front para que usassem lenços molhados para proteger o rosto", explica um combatente.
Foram distribuídas algumas máscaras de gás, destinadas prioritariamente aos homens que mantinham posições fixas, onde às vezes um simples muro demarca o limite do território rebelde. Outros se contentaram com a proteção irrisória de máscaras cirúrgicas.
Os homens comandados por "Arguileh" não foram os únicos a sofrerem um ataque a gás na região. Mais perto do açougue vizinho, onde ficam estacionados os tanques do governo, as "forças especiais" dos rebeldes da Liwa Marawi al-Ghouta foram expostas a concentrações – provavelmente ainda maiores – de compostos químicos, a julgar pelos efeitos produzidos sobre os combatentes. Nós os encontramos horas depois nos hospitais, lutando para sobreviver.

http://4.bp.blogspot.com/-wucXpxC8dwk/UUiSKsF6voI/AAAAAAAAECE/v3bx65Vx9og/s1600/img_606X341_2407-syria-chemicals-weapons.jpgHomens usando macacões

Em Jobar, os combatentes não desertaram suas posições, mas aqueles que permaneceram nas linhas de frente, de pupilas contraídas, respiração ofegante, ficaram "aterrorizados e tentavam se acalmar com orações", admite Abou Atal, um dos combatentes de Tahrir al-Sham. Um homem de outra brigada morreu em um setor vizinho. Ele se chamava Ibrahim Darwish e morreu no dia 18 de abril.

Na parte norte de Jobar, também alvo de um ataque similar, o general Abou Mohammed al-Kurdi, comandante da 1a Divisão do ELS (que reúne cinco brigadas), afirma que seus homens viram militares governamentais deixarem suas posições, antes que surgissem homens "usando macacões de proteção química", os quais teriam em seguida colocado no chão "uma espécie de pequenas bombas, como minas", que teriam começado a espalhar um produto químico na atmosfera.
Ele afirma que seus homens teriam matado três desses técnicos. Onde estavam os macacões de proteção apreendidos com os cadáveres? Ninguém sabe... Os soldados expostos naquela noite falaram que houve um grande pânico, uma corrida desenfreada. Não são civis ou fontes independentes que podem desmentir ou corroborar essas afirmações: ninguém mais vive em Jobar, fora os combatentes imbricados em diferentes fronts do bairro.
Isso não impede que seja constatado o efeito devastador dos gases empregados pelo governo sírio nas portas de sua própria capital. Num dia de ataque químico a uma zona do front de Jobar, no dia 13 de abril, o fotógrafo do "Le Monde" viu os combatentes que guerreavam nessas casas em ruínas começando a tossir, depois colocando suas máscaras de gás, aparentemente sem pressa, mas na verdade já expostos. Homens se agachavam, se sufocavam, vomitavam. Era preciso fugir imediatamente de lá. O fotógrafo do "Le Monde" sofreu durante quatro dias distúrbios visuais e respiratórios. No entanto, naquele dia as emanações de gás haviam sido concentradas em um setor vizinho.

http://endtimeheadlines.files.wordpress.com/2013/01/ap11120511050.jpg?w=450Linha vermelha

Na falta de testemunhos independentes, inúmeras dúvidas pairam sobre a veracidade do uso de armas químicas, em geral, pelas forças governamentais, que possuem enormes estoques delas, sobretudo de gáses neurotóxicos, como o sarin. Vários países, como os Estados Unidos, a Turquia e Israel, declararam possuir elementos materiais que indicam a utilização de armas desse tipo, mas não comunicaram a natureza exata de suas provas, nem decidiram se, como havia prometido o presidente Obama em agosto de 2012, o uso de tais armas por parte do governo de Damasco constituiria a ultrapassagem de uma "linha vermelha" que pudesse levar a uma intervenção estrangeira na Síria contra o regime.

Já o governo acusa o ELS de também usar armas químicas, aumentando a confusão. Para se convencer da veracidade do emprego desses compostos por parte do Exército sírio em certos fronts, foi preciso então perguntar aos médicos que, no local, estão tentando tratar ou salvar os combatentes expostos a gases. No dia 8 de abril, no hospital Al-Fateh de Kafer Battna, o maior centro médico da região de Ghouta, largo bolsão rebelde a leste de Damasco, os médicos mostraram registros feitos com celulares de cenas de asfixia. Um pigarro terrível saía da garganta de um homem. Era o dia 14 de março, e, segundo a equipe médica, ele acabava de ser exposto a gases em Otaiba, uma cidade a leste de Ghouta, onde o governo sírio vinha conduzindo desde meados de março uma ampla operação para cercar as forças rebeldes e cortar sua principal rota de abastecimento.
Um desses médicos, o Dr. Hassan O.,descreve minuciosamente os sintomas desses pacientes: "As pessoas que chegam têm dificuldades para respirar. Elas têm as pupilas retraídas. Algumas vomitam. Eles não escutam mais nada, não falam mais, seus músculos respiratórios estão inertes. Se não forem tratadas com urgência, vão morrer." Essa descrição corresponde em todos os pontos àquelas feitas pelos outros médicos que encontramos no espaço de várias semanas nos arredores de Damasco, com algumas variações. Dependendo do lugar, os combatentes que foram vítimas afirmam que os produtos foram expelidos por simples projéteis, por foguetes, ou até uma forma de granada.
No front de Jobar, no quinto ataque desse tipo, no dia 18 de abril, os combatentes do ELS, comandados por Omar Haidar, dizem ter visto cair a seus pés um grande cilindro equipado de um dispositivo de abertura, com cerca de 20 centímetros de comprimento. Seriam armas químicas? E, nesse caso, emitindo que tipo de substâncias? Para responder com precisão a essa pergunta, seria preciso estabelecer um protocolo de investigação que as condições do conflito tornam difícil. Realizar tais amostragens em combatentes expostos às emanações a ponto de morrer ou serem hospitalizados, e depois enviá-los a laboratórios especializados no exterior. Um certo número delas foram realizadas e estão sendo analisadas.

Uma estranha rotina

Desde então, máscaras de gás passaram a ser distribuídas em Jobar, assim como seringas e ampolas de atropina, um produto injetável que anula os efeitos dos neurotóxicos como o gás sarin. Os médicos de Ghouta desconfiam que tenha sido usado esse neurotóxico inodoro e incolor cujo efeito coincide com as observações feitas no local. Segundo uma fonte ocidental informada, isso não impede que o governo sírio tenha recorrido a misturas de produtos, sobretudo com gases usados para conter tumultos (lacrimogêneo), para confundir as pistas e a observação dos sintomas.
Isso porque, caso seja provada a utilização de armas químicas pelas tropas de Bashar al-Assad, trata-se de uma questão grave. Portanto, é imprescindível dissimular. O uso de gases nos fronts é feito de maneira pontual, evitando o espalhamento maciço que constituiria facilmente um conjunto de provas irrefutáveis. Mas o fenômeno vem se repetindo: na quinta-feira (23), os rebeldes afirmaram que um novo ataque de armas químicas havia ocorrido em Adra, zona de confrontos muito duros entre o governo e os rebeldes ao nordeste de Damasco.
Na segunda metade de abril, os ataques a gás se tornaram quase que uma estranha rotina em Jobar. Nas linhas de frente, os rebeldes do ELS cuidadosamente adotaram o hábito de manter próximas suas máscaras, organizando sessões regulares de lavagem dos olhos, com seringas cheias de soro fisiológico. O efeito buscado por esses ataques parecia essencialmente tático, correspondendo a uma tentativa de desestabilização das unidades rebeldes em bairros onde os soldados do governo não conseguiram expulsá-los, sendo ao mesmo tempo um teste. Se as forças armadas sírias ousam usar armas químicas dessa forma em sua própria capital, sem desencadear uma reação internacional séria, isso não seria um convite para continuar com o experimento de forma mais ampla?

Até aqui, os casos de utilização de gás não foram isolados. O único oftalmologista da região, formado no exterior, atende em um pequeno hospital de Sabha cuja localização exata ele prefere não divulgar. Ele sozinho contou 150 pessoas atingidas no espaço de duas semanas. Perto das zonas atingidas pelos gases, ele organizou duchas para que os combatentes expostos aos produtos químicos pudessem se lavar e trocar de roupa para evitar que em seguida os funcionários das clínicas fossem contaminados.

Remédio de cavalo

Para salvar os soldados cujos problemas respiratórios sejam mais graves, é preciso levá-los pelo longo labirinto através de casas cujos muros foram perfurados, passar por trincheiras e túneis escavados para evitar os atiradores inimigos, até chegar a uma ambulância improvisada, estacionada em uma parcela um pouco recuada, e atacar ruas expostas a balas e projéteis, e pé na tábua para chegar até um hospital do front antes que os combatentes morram asfixiados.
No hospital islâmico de Hammouriya, instalado em um discreto galpão, o médico garantiu, no dia 14 de abril, ter recebido duas horas antes um combatente do front de Jobar, com grandes dificuldades respiratórias, e um ritmo cardíaco "enlouquecido". Para salvá-lo, ele diz ter efetuado quinze injeções seguidas de atropina, bem como hidrocortisona. Um remédio de cavalo, para um caso desesperador.
Na noite da véspera, uma das ambulâncias que tentava retirar homens intoxicados foi atingida pelos tiros de um sniper. O motorista ficou ferido. Na manhã seguinte, os socorristas conseguiram passar pela estrada em velocidade máxima, sob mira de um tanque, e chegaram a essa zona do front, onde uma nova leva de produtos químicos acabara de ser espalhada. "Quando chegamos, encontramos todos no chão", conta um enfermeiro de um outro centro hospitalar de Kaffer Batna, que não pode dar seu nome por medo de represálias contra sua família, que se encontra em zona governamental.
No decorrer da manhã, no corredor desse hospital instalado em um estacionamento subterrâneo para se proteger dos tiros de Mig ou da artilharia governamental, o caos dominava. Os soldados se encontravam estirados ao lado de cinco auxiliares de enfermagem, que por sua vez foram contaminados pelo contato. Ainda não haviam terminado a contagem de soldados, que iam chegando transferidos a partir do front, e já eram quinze no total. Correria até salas improvisadas, para distribuir oxigênio e dar injeções.

http://1.bp.blogspot.com/-9u-glx0CUS8/UYAjTu4pvUI/AAAAAAAAHN0/uh-CjK0ZxcM/s1600/iran_iraq_war_chemical_mask_soldier2.jpgMedicamentos cada vez mais raros

O Dr. Hassan, responsável pelo hospital, está deitado em seu minúsculo escritório com uma máscara de oxigênio, enquanto lhe administram atropina. Ele fazia procedimentos de emergência há uma hora, quando perdeu a consciência e começou a se asfixiar. Esse homem vem lutando há meses para manter em atividade seu centro médico, ajudado por voluntários – alguns deles simples estudantes – sendo que o bloqueio da região pelas forças governamentais acaba tornando os medicamentos cada vez mais raros. Faltam anestésicos, e os cirurgiões improvisados são obrigados a usar produtos veterinários, como a cetamina. A morfina sumiu. E os estoques de atropina não devem durar por muito tempo. O médico retirou algumas amostras que saíram clandestinamente da região, atravessando inúmeras dificuldades. Serão necessárias ainda algumas semanas para saber o resultado da análise.

Os enviados especiais do "Le Monde" foram até oito centros médicos da parte leste de Ghouta, e só encontraram dois estabelecimentos cujos responsáveis médicos declararam não ter recebido combatentes ou civis atingidos por ataques de gás. Em Sahibiyya, os médicos receberam até sessenta casos em um único dia, provenientes do front de Otaiba, no dia 18 de março. A modesta estrutura não tinha condições de enfrentar esse fluxo, especialmente por causa da falta de oxigênio. Houve cinco mortes por asfixia. Alguns dias mais tarde, cientes da gravidade da situação, os médicos mandaram exumar os restos mortais dessas vítimas na presença de autoridades locais e religiosas e retiraram amostras de tecido que tentaram enviar para um país vizinho. Algumas dessas amostras foram entregues a um pequeno grupo de combatentes que tentaram romper o bloqueio da região pelas forças governamentais. Nesse dia, os médicos de Nashibiyya diziam ignorar se as amostras haviam chegado ao destino certo.

"Os doentes enlouqueceram"

A uma dezena de quilômetros de lá, no hospital de Duma, controlado pela brigada Al-Islam, os médicos dizem ter recebido 39 pacientes após o ataque químico do dia 24 de março na cidade de Adra. Dois homens morreram no local. Um dos médicos observa que ao final de dois dias "os doentes enlouqueceram". Marwane, um combatente presente nas instalações do ataque de Adra, afirma ter visto "foguetes chegando ao front e soltando uma luz laranja", e que durante sua própria transferência até o hospital, ele viu "três homens morrerem nos veículos na estrada". No contexto de caos que reina na região de Ghouta, civis e militares muitas vezes morrem antes de conseguirem chegar a um centro médico.
Adra, Otaiba e Jobar são os três pontos onde o uso de gás foi descrito pelas fontes locais desde o mês de março na região de Damasco. Mas surgiu uma diferença: em Jobar, os produtos foram utilizados de maneira mais prudente e mais localizada. Em compensação, nos fronts mais afastados, como Adra e Otaiba, as quantidades estimadas em relação ao número de casos ocorridos simultaneamente nos hospitais foram maiores.
Mas atender vítimas de ataques químicos não é a única atividade dos hospitais da região. Duas horas antes da chegada dos enviados especiais do "Le Monde", quatro crianças de corpos dilacerados, despedaçados por bombas de Mig haviam sido levadas em urgência até Duma. Mal foram estabilizadas, tiveram de deixar o hospital sem esperança de serem retiradas da Síria. Provavelmente como muitos outros, elas morreram no caminho. Os enfermeiros filmaram esses corpos sofridos, esses berros de dor. "Isso acontece todos os dias, e para nós é ainda mais grave que os ataques químicos: chegamos a esse ponto", comenta, com um olhar arrasado, o médico que tampouco pode dizer seu nome.
Fonte: UOL
 
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A Grã-Bretanha informou na semana passada a ONU sobre "novos incidentes" de uso evidente de armas químicas na Síria, afirmaram fontes diplomáticas nesta quarta-feira (29).
Londres enviou uma carta às Nações Unidas que incluiu "detalhes de novos casos desde abril', afirmou um diplomata ocidental sobre o último de uma série de relatórios a respeito do uso de armas químicas no conflito sírio, que dura mais de dois anos.
Grã-Bretanha e França já haviam enviado em abril três cartas à ONU para denunciar supostos casos de utilização de armas químicas no conflito sírio, fundamentalmente na região de Homs em dezembro de 2012, e pedir uma investigação.
O sueco Ake Sellstrom coordena a equipe de investigadores designada pela ONU, mas ainda não conseguiu entrar no país.
"Continuamos informando o secretário-geral da ONU [Ban Ki-moon] e o sr. Sellstrom sobre nossas informações a respeito do suposto uso de armas químicas na Síria", declarou o embaixador britânico Mark Lyall Grant.
Uma fonte da ONU revelou na semana passada "informações cada vez mais numerosas" sobre a utilização deste tipo de armas no conflito sírio.
O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, citou na segunda-feira um "suposto uso de armas químicas cada vez mais firme" na Síria.

Fonte: G1

O ex-líder bósnio-croata Jadranko Prlic foi condenado a 25 anos de prisão nesta quarta-feira por conduzir uma "limpeza étnica", que incluiu assassinatos, estupros e a expulsão de muçulmanos da Bósnia durante a dissolução da Iugoslávia, na década de 1990.

O Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia, em Haia, também condenou outros cinco acusados, incluindo Slobodan Praljak, ex-ministro-assistente da Defesa croata, a penas de 10 a 20 anos de prisão.
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Os juízes disseram que a Croácia, que em 1o de julho vai se tornar a segunda ex-república iugoslava a ingressar na União Europeia, estava envolvida no plano, e que o então presidente Franjo Tudjman acreditava que a limpeza étnica era necessária para criar um Estado etnicamente puro que poderia se juntar à Croácia.
Lendo o resumo de uma sentença com mais de 2.600 páginas, o juiz presidente, Jean-Claude Antonetti, disse que assassinatos, estupros e deportações foram cometidos pelas Forças Armadas do auto-proclamado Estado de Herceg-Bosna, de etnia croata.
"Os crimes não foram atos de alguns soldados indisciplinados", disse ele. "Foram resultado de um plano... para remover permanentemente a população muçulmana de Herceg-Bosna".
Os seis também foram responsabilizados pela destruição da Ponte Velha de Mostar, da era otomana, cujo bombardeio tornou-se símbolo da devastação causada no conflito da Bósnia entre 1992 e 1995.

Fonte: UOL

A Petrobras concedeu a Toyo-Setal, filial da empresa Toyo Engineering, a construção de uma usina de hidrogênio que será erguida na cidade de Itaboraí, no Rio de Janeiro, anunciou a companhia japonesa nesta quinta-feira em comunicado.
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O projeto, avaliado em cerca de R$ 1,2 bilhão, deverá ser finalizado somente em meados de 2016 e fará parte do complexo petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), atualmente em construção.

Sob o acordo, a Toyo-Setal anunciou que se encarregará do desenho do projeto, do equipamento, dos materiais, da instalação da usina de hidrogênio.

O complexo COMPERJ é um dos projetos mais importantes da Petrobras e está destinado a cobrir a crescente demanda de produtos petroquímicos e óleos ligeiros, detalhou o comunicado.

O complexo petroquímico também terá duas refinarias com capacidade para gerar até 165 mil barris diários, enquanto a usina de hidrogênio japonesa terá capacidade de 250 mil metros cúbicos por hora.

Durante os últimos 15 anos, a Toyo participou de 30 projetos no Brasil, tanto em alto-mar como em continente, relacionados com a construção de usinas energéticas ou de tratamento de água. 

Fonte: UOL

Atentados como o que deixou três mortos durante a maratona de Boston, nos EUA, podem ser evitados no Brasil durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo?
O governo federal afirma que sim e que a prevenção pode ser feita em caminhões.
Chamados de CiCCM (Centros de Integração de Comando de Controle Móveis), esses veículos estão equipados com computadores de última geração, câmeras, captadores de áudios e softwares capazes de integrar a base de dados das polícias Civil, Militar e Federal, além dos bombeiros e do Samu e acioná-los com mais eficiência.
Os operadores que atuarem dentro desses caminhões, que ficarão no entorno dos estádios, poderão ajudar a prevenir de atentados terroristas, tumultos entre torcedores e venda de produtos piratas.
O sistema de monitoramento também possibilita identificar veículos estacionados irregularmente.
Cada veículo custará de R$ 3 milhões a R$ 3,5 milhões. Ao menos 12 serão usados na Copa das Confederações, sendo um deles operacional e um tático, em cada cidade-sede. Os dois primeiros serão entregues nesta sexta no Rio.
No total, devem ser gastos R$ 92 milhões --até a Copa do Mundo serão 27 caminhões em funcionamento. 
O processo de licitação envolveu três empresas brasileiras, e o vencedor foi um consórcio liderado pela Rontan Eletro Metalúrgica.
O governo vetou a participação de empresas estrangeiras, alegando preocupação em diminuir os custos de manutenção e transferência da tecnologia.
"Dependendo do acontecimento, cada polícia sabe o que fazer, assim como os bombeiros, o Samu e as outras instituições que estarão presentes nesses eventos", diz José Monteiro, diretor de operação da Sesge (Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos), do Ministério da Justiça.
"A grande vantagem é que o centro móvel pode se deslocar para qualquer ponto onde esteja a ocorrência, no aeroporto, no estádio, num hotel, além de poder gerenciá-la de forma autônoma", afirma Ricardo Max, da equipe técnica da Sesge.
O especialista em tecnologia e segurança pública João Vasco Furtado corrobora sobre a eficiência de uma base móvel, porém afirma que boa parte dos Estados que receberão os veículos não possuem um sistema de informação integrada.
"Se eu não tenho uma infraestrutura de dados integradas, a deficiência continuará do mesmo jeito. A questão a ser levantada é se conseguiremos usar todos os benefícios dessa base móvel."
Além de serem usados para os eventos esportivos, cada Estado poderá utilizar os caminhões em agendas como a Virada Cultural, em São Paulo, e o Carnaval de rua. 

Fonte: UOL

 Apesar de afirmar que não há nenhum indício de que algum atentado terrorista possa acontecer durante a Copa das Confederações, que acontecerá entre os dias 15 e 30 de junho, o general  do Exército, José Alberto da Costa Abreu, afirmou, na manhã desta terça-feira (28), que o principal desafio durante o evento é o terrorismo internacional.

“Existe as análises de riscos que estão sendo feitas, acompanhamento de inteligência e nada indica que vai acontecer alguma coisa, mas evidentemente para a Copa das Confederações é a maior preocupação. E para a Jornada Mundial da Juventude é a presença do Papa entre nós, que é uma celebridade mundial, claro que implica numa preocupação maior em relação a isso”, declarou em solenidade de apresentação das Forças Armadas, órgãos de Segurança Pública e outras instituições envolvidas na segurança dos eventos, na Vila Militar de Deodoro, Zona Oeste do Rio.

Equipe do Comando de Operações Especiais estará no Rio durante a Copa das Confederações (Foto: Cristiane Cardoso/G1)

O general informou ainda que para a Copa das Confederações, uma equipe do Comando de Operações Especiais, que fica situado em Goiânia, estará no Rio de Janeiro. Entretanto, durante a Jornada Mundial da Juventude, todo o efetivo, com 1200 homens das forças especializadas em ações antiterror e contra terror, atuará com elementos de operações também especiais da Marinha, PM, Polícia Civil, Polícia Federal e Força Aérea.

“Vamos estabelecer um centro de operações táticas integradas para atuar em ações de risco e contra terror”, afirmou o general, que acrescentou ainda que as Forças Armadas terão um efetivo maior na Jornada Mundial da Juventude devido à grandiosidade do evento.

“Isso dará a certeza que o evento será coroado de sucesso. A Força estará com 7.400 homens na Copa das Confederações e na JMJ será cerca de 9 mil, só das Forças Armadas, fora a coordenação de outros órgão de ordem pública, tendo em vista a grandiosidade da missão e particularmente por estarmos atuando em Guaratiba”, informou.
 
Militares não atuarão nas ruas
Segundo o general Abreu, os militares não atuarão nas ruas durante a Copa das Confederações, ao contrário do que acontecerá na Jornada Mundial da Juventude. “Não haverá militares das ruas, mas vamos estar aquartelados, acompanhando a vida da cidade dos eventos, estaremos montados no Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio, acompanhando tudo o que possa acontecer”, declarou.

O general informou ainda que a primeira atuação dentro dos estádio na Copa das Confederações será de uma empresa de segurança privada. “Caso alguma coisa aconteça, que extrapole a capacidade dessa empresa de segurança, a Polícia Militar vai atuar e por último as Forças Armadas, mas também, independente dos jogos, as Forças Armadas farão a segurança de 14 pontos estratégicos selecionados, para o reforço da contenção dessas áreas, por isso que digo que vamos estar em reserva”, explicou.

Ainda de acordo com o general, o Exército vai atuar fora dos estádios. “Porque dentro dos estádio a Polícia Militar vai reforçar se houver necessidade. Fora dos estádio, em caso de tumulto, incidente de grandes proporções ou alguma coisa que perca o controle das coordenação é que nós podemos ser utilizados. Dentro do estádio, vai ser em último caso, não vislumbramos que isso possa acontecer dentro dos estádio, mais fora mesmo. Mas estaremos próximos dos eventos para se houver alguma coisa, intervir”, concluiu.
Na Jornada Mundial da Juventude, entretanto, o general informou que as Forças Armadas atuarão nas ruas na região de Guaratiba. Segundo ele, cerca de 5 mil homens estarão no entorno. “Vamos controlar o acesso de pessoas na região”. Em relação ao policiamento das Comunidades Pacificadas, a segurança ficará a cargo da Segurança Pública.

http://4.bp.blogspot.com/-c1OwRp9cO_k/T75mYQXJvvI/AAAAAAAAHFQ/73EWs-7N19A/s1600/GEPARD+Gepard_1a2_sideview.jpg
Artilharia antiaérea
Ainda de acordo com o general, os blindados de artilharia antiaérea, adquiridos recentemente pelo Brasil, segundo ele, serão utilizados na Copa das Confederações e JMJ.  “E muito uso de munição não letal e também equipamento especializado de defesa cibernética, de guerra química e proteção radiológica e material mais especializado”, acrescentou.

Laboratório móvel será utilizado para a análise de amostras possivelmente colhidas durante os grandes eventos (Foto: Cristiane Cardoso/G1)

Um laboratório móvel será utilizado para a análise de amostras possivelmente  colhidas durante os grandes eventos, possivelmente contaminadas por agentes químicos ou biológicos, conforme informou a tenente Fernanda. “É um laboratório químico biológico do exército. Ele foi adquirido com o objetivo de atuar nesses grandes eventos. O nosso foco é analise de amostras possivelmente contaminadas por agentes químicos ou biológicos”, explicou.

Fonte: G1

http://2.bp.blogspot.com/-TeWRLiIV2Q0/Tf-MyI1k0qI/AAAAAAAAExY/9iJMcfWtK_8/s1600/F-5EM-Python-4.jpgApós detectar um avião de médio porte "em atitude furtiva e hostil" voando sem identificação no espaço aéreo do Rio, próximo ao estádio do Maracanã, o sistema de defesa militar pôs no ar dois caças F-5M e deixou claro: se necessário, os jatos poderiam usar a força do canhão de bordo, um poderoso 20 milímetros de tiro rápido ou de mísseis ar-ar Piranha. A prioridade, porém, era obrigar o intruso a pousar. A operação foi rápida, de 20 minutos. O avião invasor desceu. O exercício da Força Aérea Brasileira (FAB) tinha sido um sucesso.
A aeronave turboélice "interceptada", um Emb-120 Brasília (C-97 na designação da Força), transportava jornalistas, chamados ontem pela FAB para acompanhar o exercício que integra o esquema de segurança do País para a Copa das Confederações, evento esportivo que começa no próximo dia 15.
Drones. A FAB também anunciou o uso de ao menos um drone, o veículo não tripulado, em Brasília, no dia 15 de junho, no esquema de vigilância do jogo de abertura da competição.
O modelo RQ-450, fabricado em Israel, é um dos quatro da frota da FAB. A aeronave estará em operação durante o período de restrição do espaço - uma hora antes e quatro horas depois do início do jogo - ao tráfego sobre o estádio Mané Garrincha.
O drone vai decolar da Base Aérea e cumprirá a missão de reconhecimento de toda a área de segurança estabelecida ao redor do complexo, com o cuidado de não interferir no trânsito aéreo fora do perímetro fechado. Está em análise a utilização de Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) na final, no Rio. Também não está definido o emprego das aeronaves na Jornada Mundial da Juventude, que ocorrerá de 23 a 28 de junho, no Rio.
Os RQ-450 da FAB, fabricados pela israelense Elbit Systems, são equipados com uma câmera colorida de alta resolução que envia os dados ao vivo por meio de um sistema de transmissão de dados. Também é possível obter imagens em preto e branco com o uso de um modo infravermelho, que permite identificar pessoas, veículos e movimento, mesmo à noite ou sob copas de árvores, por exemplo. O Vant brasileiro não opera armado. A autonomia é de 16 horas. Desta forma, se necessário, duas unidades podem manter a vigilância ininterruptamente. Os drones integram o Esquadrão Hórus, da Base de Santa Maria (RS).
Com 10,5 metros de envergadura e 6,1m de comprimento, os Vants são pintados de cinza claro como recurso de camuflagem. Podem atingir até 5.500 metros de altitude. Emitem pouco ruído. O RQ-450 é comandado por uma dupla de oficiais que permanece em uma cabine no solo, eventualmente instalada a quilômetros de distância da zona de atuação.
Exército e Marinha. O ensaio de ontem envolveu, também, um time do Exército, que simulou a tomada da estação de energia que abastece todo o Maracanã, ameaçada, em tese, de ocupação por um grupo radical. Em outro cenário, a Marinha inspecionou dezenas de embarcações na Baía da Guanabara. Os fuzileiros navais "resgataram" um atleta "sequestrado" por terroristas - ou traficantes.

Fonte: Estadão

http://2.bp.blogspot.com/-mGMJZlgHCCU/USpCL1eAQ0I/AAAAAAAAKCo/IcXmiGXzHjs/s640/drone.jpgUm ataque dos EUA com um avião não tripulado (drone) matou ontem o número 2 do Taleban paquistanês, Waliur Rehman, segundo funcionários da inteligência do Paquistão. O grupo, acusado de centenas de atentados no país, não confirmou a morte do comandante.
Os EUA haviam oferecido US$ 5 milhões por informações sobre o paradeiro do terrorista, apontado por Washington como o responsável pelo ataque suicida que matou sete funcionários da CIA em uma base militar no Afeganistão em 2009.
Mísseis atingiram uma casa em Miran Shah, no Waziristão do Norte, área tribal do Paquistão, matando cinco pessoas. Entre elas estava Rehman, segundo funcionários da inteligência que falaram sob a condição de anonimato. Seus informantes na região teriam visto o corpo de Rehman, enquanto as autoridades teriam interceptado conversas entre militantes dizendo que o comandante estava morto.
http://4.bp.blogspot.com/-fWqv2iNO0XI/UT4xmR-aP6I/AAAAAAAAHbM/eCo4XZWB1BQ/s1600/drone+RQ-4-Global-Hawk+-+prometheanpost+com.jpgA Casa Branca não confirmou a ação. Estrangeiros e jornalistas não têm acesso ao Waziristão do Norte, controlado por extremistas, o que dificulta a confirmação independente das informações.
Confissão. O sargento Robert Bales, acusado de matar 16 afegãos, entre eles 9 crianças, no que ficou conhecido como massacre de Kandahar, em 2012, concordou em se declarar culpado, em um acordo para evitar a pena de morte.

Fonte: Estadão

O presidente da Síria, Bashar al Assad, afirmou que seu país já recebeu um primeiro lote de mísseis provenientes da Rússia, em entrevista que será transmitida na noite desta quinta-feira pela televisão libanesa "Al-Manar" e que teve trechos divulgados hoje pelo jornal "Al Ajbar".
"A Síria recebeu o primeiro lote de mísseis russos S-300 e em breve receberá o resto", disse Al-Assad ao jornal, voz do grupo xiita libanês Hezbollah, aliado do regime de Damasco.

O líder assegurou que "Síria e o Hezbollah estão no mesmo próprio campo" e citou conquistas do regime contra os rebeldes e os países que os apoiam.

"O Exército sírio está realizando batalhas contra grupos armados e continuará até a eliminação dos terroristas", disse Assad, para quem a balança no terreno militar está inclinada a favor das Forças Armadas.
 
http://4.bp.blogspot.com/-_LnHYGelU8E/UYugTeSqW6I/AAAAAAAAHRs/s4E_N6tPq4Q/s1600/M%C3%ADssil+S-300+Licen%C3%A7a+Alguns+direitos+reservados+por+LuchezarS+on+flickr.jpgAlém disso, criticou os líderes da oposição no exterior e a Turquia, Arábia Saudita e Catar por apoiar e financiar os grupos armados, o que, na sua opinião, permitiu que mais de 100.000 combatentes árabes e estrangeiros entrassem em território sírio.
Assad afirmou ainda que o regime participará da Conferência de Genebra, prevista para junho, na qual se buscará uma saída política ao conflito.

Por outro lado, advertiu Israel de que o Exército sírio responderá a qualquer agressão em seu território.

"O governo não se oporá a nenhum grupo que queira participar da guerra para libertar o Golã", disse.

Há dois dias, a Rússia explicou que os mísseis antiaéreos S-300 que Moscou fornece ao regime sírio são um fator de contenção contra uma possível ingerência externa no país árabe.

"Consideramos que tais passos são em grande medida um fator de contenção para impedir que algumas cabeças quentes deem a este conflito um caráter internacional com participação de forças externas", afirmou Sergei Riabkov, vice-ministro das Relações Exteriores.

Fonte: UOL

Plano X: DARPA quer automatizar os ataques cibernéticos

Postado por Alina Stewart quarta-feira, maio 29, 2013 0 comentários

Graças a Hollywood, muitas pessoas têm uma imagem romantizada do que é realmente ser um hacker. No lugar de pessoas que passam horas em frente ao computador planejando ataques, entram rostos bonitos que simplesmente conectam um dispositivo a uma máquina qualquer para, em questão de instantes, obter qualquer informação protegida.

Ao menos se depender da DARPA, essa imagem típica da ficção logo deve ser incorporada por profissionais dedicados a fazer ataques cibernéticos inesperados. Através de um projeto batizado como “Plano X”, a agência norte-americana espera tornar o trabalho de um hacker tão fácil quanto o de um jogador de video game.
http://3.bp.blogspot.com/_HAB-GHdEbGs/TQai83r7myI/AAAAAAAAAGo/BPhuBwsi_yc/s1600/terminator_004.jpg
O especialista em cibersegurança Dan Roelker afirma que a ideia é tornar ferramentas de invasão tão fáceis de usar quanto um item em World of Warcraft. Segundo ele, da mesma forma como você não sabe como uma espada do game foi encantada e somente se preocupa em usá-la, um hacker do futuro não vai precisar dominar todos os detalhes técnicos que envolvem explorar as brechas de um sistema.

No novo sistema, produtos como o Samsung SUR40 Touch Table podem ser usados para mostrar redes na forma de uma “constelação de estrelas”, o que permite selecionar rapidamente o alvo de um ataque. Segundo a Wired, ao escolher um local, surge um menu perguntando qual ação deve ser realizada, cada uma acompanhada por um custo específico.
Kit de desenvolvimento hacker

O site afirma que também é possível optar por “planos de combate” pré-estabelecidos, que tornam ainda mais mortais as ações realizadas. “É como (o jogo) Madden Football. Você pode pedir que um jogador que está correndo faça um passe, ou finja algo... Se fizermos os mesmos tipos de atividade, há uma maneira de construir um modelo e então permitir que alguém determine todas as jogadas que é possível fazer”, explica Roelker.

A Darpa planeja usar o software do “Plano X” como uma espécie de kit de desenvolvimento a partir do qual hackers podem criar suas próprias ferramentas. A ideia é que o sistema funcione de forma semelhante ao Google Play ou à App Store, criando uma verdadeira loja virtual para softwares capazes de causar grandes prejuízos ao mundo virtual.

Fonte: Wired - Via Tech Mundo

Três navios do governo chinês entraram neste domingo nas águas do arquipélago Senkaku/Diaoyu, cuja soberania é disputada pelo Japão e a China no Mar da China Oriental, informou a Guarda Costeira japonesa.
Os navios de vigilância marítima entraram às 10h00 (22h00 de sábado no horário de Brasília) na área de 12 milhas náuticas (pouco mais de 22 km) que cerca o arquipélago, reivindicado como Senkaku pelo Japão e Diaoyu pela China.
As embarcações deixaram a área algumas horas depois, de acordo com a mesma fonte.
A última incursão desse tipo ocorreu em 23 de maio. No final de abril, navios do governo chinês também cruzaram várias vezes todo o arquipélago, forçando o Japão a convocar o embaixador chinês em sinal de protesto.
http://2.bp.blogspot.com/-7CkyNzd8wBs/UE8JwFbHj7I/AAAAAAAAIbk/tsO2Eq_1Giw/s1600/Senkaku.gifA China envia regularmente navios e aviões para a área, desde que o governo japonês nacionalizou três das cinco ilhas do arquipélago em setembro passado ao comprá-las de seu proprietário privado japonês.
Esta decisão provocou uma semana de manifestações anti-japonesas, algumas violentas, em muitas cidades na China.
O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe declarou em abril que o Japão impediria "pela força" o desembarque chinês nas ilhas.

http://2.bp.blogspot.com/-xDMGTAL_RXE/UWRsjKi0q-I/AAAAAAAAFNM/GpTgx2aYJzA/s1600/F-18+Super+Hornet+01,0001.jpgFigura política de peso no governo americano, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, chega ao Brasil nesta quarta-feira com a missão de ampliar a sintonia entre os dois países, que têm vivido um período de reaproximação desde o início do governo de Dilma Rousseff.

O vice de Barack Obama deve impulsionar as discussões em temas como energia e ressaltar a importância do Brasil nas relações externas do seu país quando visitar o Rio e Brasília.

Biden, sublinham analistas, encabeçou no passado discussões importantes em temas domésticos, como a legislação de controle de armas, e carrega experiência em temas internacionais, por sua atuação, por exemplo, no envolvimento americano no Iraque, Afeganistão e Paquistão.

Portanto, sua escolha para uma visita que está sendo considerada "mais uma demonstração do compromisso americano com as nossas parcerias nas Américas", como disse a jornalistas em Washington um alto funcionário do governo americano, é mais que meramente simbólica.

"No passado, o vice-presidente tinha uma função muito mais cerimonial, mas desde Al Gore (vice de Bill Clinton) essa figura tem extrapolado as expectativas", disse à BBC Brasil o diretor do Instituto para o Estudo da Diplomacia na Universidade de Georgetown, em Washington, James Seevers.

"Recentemente, Gore, Cheney (Dick Cheney, vice de George W. Bush) e Biden se tornaram figuras muito importantes nos seus respectivos governos. Portanto, a visita do vice a um país estrangeiro transmite a mensagem de grande engajamento diplomático dos EUA", avaliou.
Cooperação energética

Biden começou na segunda-feira, em Bogotá, capital da Colômbia, uma visita de cinco dias a três países do hemisfério. Na terça-feira, ele estará em Trinidad e Tobago, onde aproveitará para se reunir com líderes de todo o Caribe.

No Brasil, ele visitará na quarta-feira uma unidade da Petrobras no Rio de Janeiro. A Casa Branca informou que o vice-presidente discutirá a cooperação no campo energético com autoridades e dirigentes da petroleira brasileira.

Também estão agendados uma palestra de Biden em um evento para o público e encontros com as autoridades locais para tratar de segurança e inclusão social.

Já em Brasília, ele será recebido pela presidente Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer, para, nas palavras do funcionário da Casa Branca, "discutir assuntos globais" e "a arquitetura da parceria que construímos juntos nos últimos quatro anos".

Embora vagas, as palavras evocam o diálogo político de alto nível que os dois países têm travado em consultas sobre temas que incluem desde a agenda bilateral à guerra civil na Síria.

Trata-se de um sinal, aponta a Casa Branca, da posição privilegiada do Brasil no esforço do governo do presidente Barack Obama para melhorar as relações com a América Latina e o Caribe no seu segundo mandato.

Obama fez no mês passado uma viagem a México e Costa Rica e receberá, nas próximas duas semanas, seus colegas do Chile e Peru em visitas de trabalho.

Mas uma das poucas visitas de Estado que a Casa Branca agenda por ano foi reservada para a presidente Dilma Rousseff, que virá a Washington em outubro.

"Do nosso ponto de vista já alcançamos muito com o Brasil, mas achamos que podemos fazer muito mais", disse o funcionário da Casa Branca.
'Clube de potências'

O ex-deputado, ex-conselheiro para Comércio nos governos de Obama e Bush e diretor da Escola de Política Aplicada da Universidade George Washington, Mark Kennedy, acredita que a visita de Biden será um "convite" do governo americano para que o Brasil se veja como uma "potência global engajada em eventos globais".

Mas ele ressalva que os EUA querem ver o Brasil se envolvendo nesses temas não como um ator independente, e sim como participante do "clube de potências globais" onde são discutidos os problemas geopolíticos da atualidade.

Um exemplo dessa tensão ocorreu depois que o Brasil, então governado por Luiz Inácio Lula da Silva, e a Turquia costuraram um acordo com o Irã para tentar solucionar o impasse em relação ao programa nuclear iraniano.

Mark Kennedy – que não fala pelo governo americano, mas expressa uma visão comum em Washington – avalia que o desentendimento em torno do programa iraniano exemplifica o tipo de iniciativa destinado a fracassar nas relações internacionais.

Ele diz que o Brasil "botou o carro na frente dos bois, ao achar que era o único ator político, sem passar pela etapa de se juntar ao grupo coeso de países que regularmente se sentam à mesa e resolvem esses temas".

"Ter essa história de independência pode ser positiva para alcançar algumas coisas, mas não é saudável vê-la como algo marginal e sim central, com os grandes atores, não como um outsider", afirma.

"O Brasil por muito tempo se viu como um observador dos eventos globais, sentado na lateral e criticando o que outros atores estão fazendo”, sustenta o analista. “O convite de Biden é para que o Brasil se sente à mesa e pense no papel que pode assumir de forma construtiva."
Superar a desconfiança

De lá para cá, os dois países recolocaram a sua relação nos eixos, em parte dado o perfil mais discreto do governo Dilma no cenário externo, em parte porque os EUA estiveram “olhando para dentro”, nas palavras de Mark Kennedy, desde o início da crise econômica.

"Agora, o governo americano percebeu que precisa se envolver mais com seus parceiros cruciais, e o Brasil é um deles", afirma.

Porém, apesar das palavras cordiais que partem de ambos os lados, analistas ouvidos pela BBC Brasil acreditam que os dois países ainda carecem do tipo de sintonia política para criar uma relação bilateral especial.

A isso se somam disputas no campo do comércio e dos subsídios agrícolas e uma "falta generalizada de novas ideias" para refrescar o relacionamento, como costuma descrever o presidente emérito do Interamerican Dialogue, Michael Shifter.

A viagem de Biden, juntamente com a visita de de Dilma aos EUA, seria uma tentativa de reverter essa situação.

"Não há dúvida de que o governo brasileiro está ampliando mais e mais (a sua influência no mundo) e que a expansão econômica do Brasil, do poder econômico do Brasil, reforça a ideia de que a atuação do Brasil seja vista como uma norma, em vez de uma exceção", diz Mark Kennedy.

Fonte: BBC

Uma impressora 3D está prevista para chegar à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) no ano que vem, onde vai fabricar as primeiras peças já criadas por humanos foram da Terra. A empresa Made in Space fez uma parceria com a Nasa - a agência espacial americana - para testar a impressão em três dimensões na gravidade zero e dar início à capacidade de produzir fora do planeta itens talvez capazes de levar a humanidade para além do Sistema Solar. As informações são do portal Space.com.

"A experiência de impressão 3D com a Nasa é um passo à frente em direção ao futuro. A capacidade de imprimir peças e ferramentas em três dimensões sob demanda aumenta muito a confiabilidade e segurança de missões espaciais ao mesmo tempo em que reduz custos", afirmou em um comunicado o CEO da Made in Space, Aaron Kemmer.

O equipamento deve ser levado ao espaço em agosto de 2014, junto com uma missão privada de envio de carga pela empresa SpaceX.

O dispositivo vai construir objetos camada a camada a partir de polímeros e outros materiais, usando uma técnica de fabricação aditiva. Os projetos desses objetos serão carregados previamente em um computador a caminho do laboratório espacial e poderão ainda ser enviados a partir da Terra, informaram os representantes da Made in Space.

Os envolvidos na empreitada afirmam que a impressão 3D pode ajudar a tornar a vida no espaço mais fácil e mais barata. Durante uma apresentação no centro de pesquisas da Nasa, o cofundador da empresa, Jason Dunn, destacou que mais de 30% das peças individuais a bordo da ISS atualmente poderiam ser criadas com uma impressora 3D no espaço.

Fonte: Terra


 A Rússia pretende reforçar sua base militar aérea na república centro-asiática do Quirguistão. A afirmativa é do Vice-Ministro da Defesa russo, Anatoli Antonov. A decisão foi justificada devido à saída prevista para 2014 das tropas da coalizão internacional no Afeganistão. Moscou já expressou preocupação com a escalada da tensão nas províncias afegãs do norte e com o possível “transbordamento” do conflito para os países da Ásia Central, cenário que representaria uma ameaça para as fronteiras ao sul da Rússia.
Na base aérea do Quirguistão, estão estacionados aviões Su-25 e helicópteros do Exército russo. De acordo com informações divulgadas pela agência de notícias RIA Novosti, caças modernizados Su-27SM e bombardeiros Su-24 também foram deslocados para a base.


Desembarcam em meados de junho, no Suriname, os dois primeiros carros de combate revitalizados pelo Brasil para serem utilizados pelas Forças Armadas daquele país. A iniciativa, resultado do fortalecimento das relações bilaterais estabelecidas com os vizinhos de continente, é parte do compromisso assumido pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, em visita ao contraparte surinamês, Lamuré Latour, em setembro do ano passado, na capital Paramaribo.

Na viagem, Amorim sublinhou o interesse brasileiro em ampliar as oportunidades de cooperação militar com os países do cone norte, que classificou como parceiros importantes na construção de uma comunidade de segurança na América do Sul.

As viaturas brasileiras Urutu, fabricadas pela extinta Engesa, foram inteiramente recuperadas por empresa privada, sob supervisão da Diretoria de Material do Exército. Os veículos serão transportados ao país de destino por navio da Marinha do Brasil – mesma embarcação que realiza viagens de apoio logístico às tropas da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).
Além da modernização, a parceria prevê o apoio brasileiro à revitalização de dois blindados Cascavel surinameses, também produzidos pela Engesa, e capacitação para a autossuficiência do país vizinho em sustentabilidade logística. No caso dos Cascavel, a revitalização acontece no Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar, no Rio de Janeiro.

A modernização dos carros de combate (Urutu e Cascavel) tem um custo aproximado de R$ 2 milhões e é uma das ações com as quais o Brasil busca estimular a participação do Suriname no processo de integração em defesa na América do Sul.
 
Fonte: MD

O Pentágono confirmou nesta terça-feira que um avião não tripulado de propriedade dos EUA caiu na costa da Somália ontem, mas negou que o grupo Al Shabab, vinculado à rede terrorista Al Qaeda, esteja envolvido com o acidente.
"Durante o curso de uma missão de vigilância de rotina ao longo da costa da Somália em 27 de maio, um avião dirigido por controle remoto militar caiu em uma zona remota próxima do litoral de Mogadíscio", disse nesta terça um porta-voz de Defesa ao jornal "Político".
"Este já não será capaz de espionar os muçulmanos de novo. É muito para a retórica vazia no programa de aviões não tripulados!", escreveu em sua conta no Twitter o grupo radical, postando uma foto do "drone" destruído.
A causa do acidente com o "drone", cujo modelo o Pentágono se negou a revelar, está sob investigação.
O grupo Al Shabab está tentando se manter em território somali depois de ter sido expulso da capital, Mogadíscio, e realiza combates em algumas regiões isoladas do país africano.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assegurou na semana passada que o uso de aviões não tripulados na luta contra a Al Qaeda é necessário, embora tenha proposto restrições em sua utilização com relação aos ataques letais, mas não em caso de voos de reconhecimento.
O Comando da África americano intensificou sua presença no continente em matéria de aviões não tripulados para vigiar a presença extremista em países como a Somália e Iêmen.
O Departamento de Defesa americano assinou, além disso, recentemente um acordo com o Níger para poder operar com "drones" nesse país. 

Fonte: Terra

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