Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Cai um Mil Mi-17-IV de resgate na India

Postado por Vinna quarta-feira, junho 26, 2013 0 comentários


A queda de um helicóptero que realizava trabalhos de resgate na região afetada pelas inundações no norte da Índia deixou pelo menos 20 mortos, informou nesta quarta-feira (26) a agência local "Ians".
Em um primeiro momento, as Forças Aéreas Indianas (IAF) informaram que tinham morrido oito pessoas no acidente que ocorreu na terça (25), mas o subdiretor da Autoridade Nacional de Manejo de Desastres (NDMA), M. Shashidhar Reddy, elevou o número de mortos para 20.
Um integrante da IAF disse à Ians que, quando os trabalhos de busca dos corpos do acidente foram suspensos, já tinham sido contabilizados 11 cadáveres.
Os motivos concretos do acidente ainda não foram informados.
O aparelho, um Mi-17 de fabricação russa, caiu quando retornava da cidade de Kedarnath, o principal foco das inundações que causaram 882 mortes até o momento no estado indiano de Uttarakhand.
As autoridades indianas mobilizaram até agora 45 aeronaves militares para realizar os trabalhos de resgate na maior operação até o momento e que também inclui cerca de 10 mil tropas.
Por enquanto, 90 mil pessoas foram resgatadas, mas estima-se que 3.500 continuam presas e outras 2 mil permanecem desaparecidas.
As inundações são frequentes durante a temporada das monções na Índia, mas as chuvas deste ano no norte do país foram muito mais fortes e começaram antes do período habitual.
A Índia depende das precipitações das monções para sustentar seu setor agrícola, que emprega, direta ou indiretamente, dois terços dos trabalhadores indianos.

Fonte: G1




FBI usa nos EUA drones para ações de vigilância

Postado por Vinna terça-feira, junho 25, 2013 0 comentários

O diretor do FBI (polícia federal americana), Robert Mueller, reconheceu ontem que os drones, aeronaves não tripuladas usadas para matar suspeitos de terrorismo em países como Paquistão e Iêmen, também têm sido aproveitados em missões de vigilância dentro dos EUA.
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A confirmação do uso doméstico dos drones deve ampliar as críticas a Barack Obama, cuja popularidade dentro e fora do país já recuou em razão das revelações sobre a espionagem praticada pelo governo americano em telefones e na internet.
Os aviões não tripulados já são utilizados por agências federais para vigiar fronteiras ao norte e ao sul do país. Mas segundo o FBI, também atuaram com forças policiais para monitorar cidadãos em questões domésticas. Não foram dados detalhes.
"Usamos em uma escala, muito, muito pequena, muito raramente", minimizou o diretor do FBI, depois de ouvir a pergunta em uma audiência no Senado.
O uso de drones é questionado politicamente há anos, e entidades de direitos humanos criticam a ausência de regras claras de privacidade, que ganharam relevância desde que o ex-técnico da CIA Edward Snowden revelou o sistema de grampo da NSA (Agência de Segurança Nacional) no início deste mês.
Quando a democrata Dianne Feinstein o questionou sobre garantias de privacidade em relação ao uso doméstico dos drones, Mueller se esquivou e apenas repetiu que o emprego do avião "limita-se a casos muito particulares".
Pressionado por Feinstein, defensora da criação de um tribunal especial para avaliar as diretrizes sobre o uso desse tipo de avião, Mueller não explicou como o FBI lida com as imagens feitas por eles.
"Há diversas questões com relação aos drones que terão de ser debatidas", disse o diretor da agência, que está prestes a se aposentar. 

Fonte: Folha

Uma guerra sem disparos já começou: a ciberguerra promete trazer empresas, nações e usuários comuns para o campo de uma batalhar virtual. Um artigo publicado pela revista norte-americana Vanity Fair explica como esses conflitos estão acontecendo e questiona as implicações desse “jogo perigoso”, ainda sem regras definidas.

“Silent War” (Guerra silenciosa, em tradução livre), escrito por Michael Joseph Gross, aborda de forma detalhada os ataques e invasões recentes que trazem governos e companhias privadas para a área de conflito.
Empresas contra Estados contra Hackers

Jornalista e escritor, Gross levanta questionamentos que ainda não foram esclarecidos dentro do novo conceito de guerra virtual. Entre elas, se destacam duas perguntas pertinentes:  “O governo dos Estados Unidos deveria explorar brechas no Windows e lidar com o potencial dano à imagem da Microsoft ao fazê-lo?” e “Quem deve pagar a conta quando os bancos dos Estados Unidos sofrem ataques?”.

Enquanto descreve a ciberguerra, o jornalista ilustra diversas situações em que o conflito entre Estados pode atingir companhias privadas. O vírus Flame é um dos exemplos. O malware teria se espalhado em várias redes no Irã e em outros países do Oriente Médio ao se disfarçar como o Windows Update, solução da Microsoft para atualização de seu sistema operacional.

Isso não chega a ser algo surpreendente, a não ser pelo fato de que o Irã acusa os Estados Unidos e Israel pela criação do Flame.
Pior do que uma bomba atômica?

Gross retrata o início do conflito e seu desenvolvimento e aponta que a proposta dos Estados Unidos para impedir a proliferação nuclear pode ter desencadeado uma ameaça ainda maior. “Não há nenhum disparo, apenas cliques. O conflito cibernético entre os Estados Unidos (e seus aliados) e o Irã (e seus aliados) está mudando a definição de guerra”, comenta o jornalista.

Gross ainda reporta casos em que os hackers estão refinando técnicas primitivas, como os ataques DDoS. “[O ataque] DDoS de Qassam foi especialmente eficaz e, para suas vítimas, extremamente prejudicial, porque ele sequestrou data centers inteiros cheios de servidores para fazer o seu trabalho, gerando dez vezes mais tráfego do que os maiores ataques DDoS hacktivistas realizados anteriormente”, comenta.

O artigo, na íntegra, está disponível no site da Vanity Fair (conteúdo em inglês).

Fonte: Vanity Fair, Kaspersky - Via TecMundo

Seguem os testes do J-15 no porta-aviões "Liaoning"

Postado por Vinna segunda-feira, junho 24, 2013 0 comentários

A China realizou com sucesso exercícios de decolagem e aterrissagem de aviões de caça J-15 no primeiro porta-aviões do país, o "Liaoning", nesta quarta-feira.
Esta é a segunda ocasião em que o país realiza esse tipo de treinamento depois da primeira manobra de aterrissagem ter sido concluida com sucesso no convés do porta-aviões, em novembro do ano passado.
O "Liaoning", que teve seu primeiro teste no mar no dia nove de junho deste ano, realizou uma série de manobras e treinamento de aeronaves relacionadas com o porta-aviões.
O J-15 é o primeiro avião de caça de porta aviões, para usos múltiplos, de primeira geração, da China. 

Fonte: Agência Xinhua - VIA CRI

A Otan procura acalmar a polêmica provocada na América Latina pelo anúncio pela Colômbia de uma aproximação com a Aliança Atlântica, afirmando que a adesão deste país era impossível devido à sua distância geográfica.
A Colômbia "não cumpre os critérios de adesão" para a Otan, cujo tratado estabelece que a organização "está aberta a países da região do Atlântico Norte", indicou um funcionário da Otan.
O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, havia declarado no sábado que "em junho, a Otan vai assinar um acordo com o governo da Colômbia (...) para iniciar um processo de aproximação com esta organização". Este anúncio provocou fortes reações de vários líderes esquerdistas latino-americanos.
"Não há planos imediatos para um acordo de parceria entre a Aliança e a Colômbia", indicou o funcionário em Bruxelas. "Mas analisamos a possibilidade de realizar atividades específicas em conjunto", acrescentou, citando um acordo para troca de informações.
'Este acordo seria um precursor para uma possível futura cooperação com a Colômbia que os Aliados estabeleceriam através da Otan', explicou.
A Otan conta atualmente com 28 países membros na Europa e na América do Norte. Ela desenvolveu parcerias com vários países, alguns tão distantes como Austrália e Mongólia, mas nenhum com a América Latina.

Fonte: G1

 O "Araguari", o terceiro dos três navios de patrulha oceânicos construídos pela BAE Systems, será entregue oficialmente hoje à Marinha do Brasil, em uma cerimônia na Base Naval de Portsmouth.

De acordo com Mick Ord, diretor executivo da unidade de Navios de Marinha da BAE Systems Maritime: "Temos um grande orgulho em entregar o ARAGUARI.  Trata-se de um navio de grande capacidade e, com os demais de sua classe, constituirá um importante ativo da Marinha do Brasil. Com ele escrevemos mais um importante capítulo na história das relações entre a BAE Systems e a Marinha do Rrasil e aguardamos, com otimismo, a oportunidade de dar continuidade à nossa parceria nos próximos anos".

O Vice-Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia Naval da Marinha do Brasil tem uma visão semelhante. "Os três navios da classe Amazonas são uma importante contribuição à nossa capacidade de prover segurança e proteção às nossas águas yurisdicionais e à concretização dos compromissos que assumimos com a Autoridade Marítima Brasileira. 

O ARAGUARI (foto ao Lado) e seus irmãos são um ativos fundamentais para o patrimônio da Marinha do Brasil, assim como uma clara indicação da ótima relação que temos com a BAE Systems".

O primeiro de sua classe, o AMAZONAS (foto no topo), foi entregue à Marinha do Brasil, em junho de 2012.  O segundo navio, o APA, foi concluído, em novembro do ano passado. Durante a preparação dos três navios, Portsmouth recepcionou 250 efetivos brasileiros que receberam um extenso treinamento e preparação para a tomada de posse dos novos navios.

O roubo de dados sensíveis do projeto sensíveis por hackers que visam programas como o F-35 Joint Strike Fighter tira uma grande vantagem dos EUA, permitindo que os rivais possam acelerar o desenvolvimento de sua própria aeronave furtiva, disse nessa quarta-feira um oficial do Pentágono.
O chefe de aquisições de defesa Frank Kendall disse numa audiência no Senado que estava razoavelmente confiante de que as informações secretas relacionados com o desenvolvimento do F-35 estavam bem protegidas.
J-31
F-35

“Mas eu não estou totalmente confiante de que nossa informação não secreta esteja tão bem protegida”, disse ele.
“Um monte de que está sendo roubado agora é um grande problema para nós”, disse Kendall numa audiência no Senado sobre o desenvolvimento do caça da Lockheed Martin, uma aeronave de quinta geração capaz de evitar os radares e sistemas de defesa aérea integrados.
O F-35 é o programa de armas mais caro da história dos EUA. Os Estados Unidos estão construindo ele junto com oito parceiros internacionais e pretende adquirir cerca de 2.450 das aeronaves a um custo de quase US$ 400 bilhões.
Respondendo a perguntas de senadores preocupados se o roubo cibernético havia deixado o F-35 vulnerável a ataques, Kendall disse que sua principal preocupação era que o design e a produção de ponta foi perdida para potenciais concorrentes.
“O que isso faz é reduzir os custos e tomar tempo dos nossos adversários ao fazer seus próprios desenhos, por isso dá um vantagem substancial”, disse Kendall.
“É a quantidade de tempo e esforço que vão ter de colocar ao começar seu próximo projeto e ficar com a gente”, acrescentou. “E como você provavelmente está bem ciente, pelo menos duas nações estão seguindo bem no desenvolvendo de aeronaves de quinta geração neste momento, então isso é uma preocupação.”
Kendall não citou países específicos, mas China e Rússia estão entre os países desenvolvendo caças de quinta geração.
O chefe disse que estava trabalhando em etapas que resultam em sanções mais fortes contra empreiteiros da defesa que não conseguem fazer um trabalho melhor para proteger seus sistemas de informações sensíveis.
RELATÓRIO CHINÊS
As observações por parte do chefe de aquisições vieram um mês depois do Pentágono informar em seu relatório anual da China que Pequim estava usando espionagem cibernética para adquirir tecnologias avançadas para abastecer seu programa de modernização militar em ritmo acelerado.
O relatório, pela primeira vez cobrou que as intrusões cibernéticas em sistemas de computadores do governo dos EUA pareciam estar diretamente atribuídos ao governo e militares chineses, acrescentando que o principal objetivo era beneficiar suas indústrias de defesa.
O secretário de Defesa Chuck Hagel levantou essas preocupações neste mês, no Encontro Shangri-La em Cingapura, um evento multinacional de segurança na Ásia que incluiu uma delegação militar chinesa de alto nível.
O presidente dos EUA, Barack Obama discutiu a questão com o presidente chinês, Xi Jinping no seu encontro na Califórnia alguns dias depois, avisando que, se as invasões não foram abordadas elas se tornariam um grande problema nas relações econômicas bilaterais.
A China realizou um teste de voo de seu caça furtivo J-20 em janeiro de 2011, poucas horas antes do então secretário de Defesa, Robert Gates, se reunir com o então presidente Hu Jintao durante uma visita a Pequim. O teste foi visto como uma demonstração de força por parte dos militares chineses.
O segundo caça furtivo chinês, o J-31, fez seu vôo inaugural no ano passado. Um analista de segurança disse que a produção de um segundo projeto furtivo chinês em tantos anos sugeriu um “nível impressionante de desenvolvimento técnico”.
Oficiais do Pentágono minimizaram os avanços nas aeronaves chinesas, dizendo que Pequim ainda estava anos de distância de ser capaz de colocar em campo uma aeronave furtiva, apesar dos protótipos.
A China é suspeita de estar por trás de supostas invasões cibernético em 2009, que resultaram no roubo de uma enorme quantidade de dados de projeto e eletrônica do F-35. O Pentágono e a Lockheed Martin disseram que nenhuma informação confidencial foi roubada.

Fonte: Reuters – Via: Cavok

A Rússia poderá utilizar os mísseis balísticos intercontinentais SS-18 Satan, da antiga União Soviética, para destruir asteroides que venham a ameaçar a Terra. A revelação foi feita neste domingo por um cientista russo, quatro meses após a queda do chamado meteorito de Cheliabinsky, na região dos Montes Urais. O míssil Voyevoda (SS-18 Satan) entrou em serviço em 1967.
“Os foguetes criados a partir dos mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) como os da classe Voyevoda, os mísseis Satan, que usam combustível líquido à base de hidrazina, são bem apropriados ao combate de pequenos corpos espaciais que se aproximem rápida e inesperadamenete”, garantiu Sabit Saitgarayev, pesquisador-sênior do Centro Estatal de Projetos de Foguetes, da cidade de Miass, na região de Cheliabinsky. “Esses mísseis ainda terão uma vida útil de mais de dez anos”, acrescentou o cientista.
Segundo Saitgarayev, os mísseis Satan podem ser utilizados para destruir objetos aéreos ou espaciais com diâmetro de até 100 metros e que ameacem a Terra. Eles estariam prontos para atingir o alvo cinco a seis horas antes do momento calculado para a colisão do corpo celeste com a Terra. O Satan, ainda de acordo com o cientista, poderia ser disparado de 10 a 20 minutos depois do aviso de alerta.  

As forças afegãs assumiram nesta terça-feira (18) oficialmente o controle da segurança do país, que estava nas mãos da Otan desde a queda dos talibãs no fim de 2001, anunciou o presidente afegão Hamid Karzai.
O processo, que começou em julho de 2011, acabou nesta terça-feira com a transferência da Otan aos afegãos dos últimos distritos que ainda eram controlados pela Aliança Atlântica.
A grande maioria dos quase 100 mil soldados da Otan no Afeganistão devem abandonar o país até o fim de 2014.
"A partir de agora nossas corajosas tropas terão a responsabilidade da segurança e realizarão as operações", disse Karzai em um discurso.
Em tese, a Força Internacional da Otan no Afeganistão (Isaf) terá a partir de agora um papel de apoio, principalmente em caso de ataque aéreo, e de formação dos quase 350 mil membros das forças de segurança afegãs, que incluem soldados, policiais e paramilitares.
Analistas, no entanto, têm sérias dúvidas sobre a capacidade das forças afegãs, sobretudo depois de 2014, para lutar contra a rebelião talibã, expulsa do poder em 2001, mas que ganhou terreno nos últimos meses.
Pouco antes do anúncio de Karzai, três civis morreram e 24 pessoas ficaram feridas em um atentado contra Mohamed Mohaqiq, um líder da minoria hazara e aliado do presidente do país.
Mohaqiq escapou ileso do ataque em Cabul, provocado por uma bomba de fabricação caseira.
Qatar
O Alto Conselho da Paz do Afeganistão vai viajar ao qatar para discutir as negociações de paz com o Talibã, também disse Karzai.
"Esperamos que nossos irmãos do Talibã também entendam que o processo irá avançar em breve para o nosso país", disse Karzai. O Taliban não se manifestou sobre o anúncio.
Karzai disse que três princípios foram estabelecidos para orientar as discussões que elas sejam transferidas para o Afeganistão imediatamente depois do seu início no Qatar; que elas tragam o fim da violência; e que não se tornem uma ferramenta para que terceiros países explorem o Afeganistão.
No mês passado, Karzai conclamou o Talibã a combater os verdadeiros inimigos do Paquistão, no que foi visto como uma indireta ao Paquistão, dias depois de um confronto entre as forças de segurança dos dois países na região da fronteira.
Não houve manifestação imediata por parte do Paquistão, que na década de 1990 ajudou o Talibã a assumir o poder no Afeganistão, e que agora também enfrenta uma insurgência do Talibã paquistanês.
Muitos líderes afegãos dizem que o Paquistão continua ajudando militantes no Afeganistão, vendo-os como uma ferramenta para se contrapor à influência da Índia, tradicional rival de Islamabad.
O Talibã paquistanês é uma entidade separada do Talibã afegão, mas ambos são aliados.
Uma fonte diplomática afegã no Qatar disse que o Talibã afegão planeja inaugurar um escritório no país árabe ainda na terça-feira. Isso ajudará a reiniciar as discussões de paz, afirmou a fonte.

Fonte: G1


A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) informou nesta segunda-feira (3) que está preparando um acordo com a Colômbia que “permitiria a troca de informações secretas entre a Aliança e a Colômbia”. No entanto, esclareceu que o país não cumpre com os critérios geográficos para entrar na organização. Presidentes latino-americanos condenam a intenção do país.

O acordo seria precursor para qualquer cooperação futura possível com a Colômbia que os aliados desenvolvam por meio da Otan”, sublinhou uma fonte da Organização às agências internacionais. A mesma fonte declarou à TeleSUR que “não há um plano imediato para estabelecer uma associação formal”.
O funcionário esclareceu que apesar de a Otan estar interessada em impulsionar a cooperação com a Colômbia, a nação não cumpre com os critérios geográficos para entrar no futuro na Aliança porque ela é exclusiva aos países da Europa e América do Norte.

As declarações foram dadas após o presidente Juan Manuel Santos ter anunciado neste sábado (31) que seu país assinará ainda este mês um acordo de cooperação com a Otan para negociar a entrada na organização internacional.

Repercussão:

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou que com esta atitude, a Colômbia "quer colocar dinamite na medula das conquistas na união da América Latina, do Caribe, da América do Sul”.

“Justamente quando a região procura uma maior unidade através da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), é preocupante que estejam sendo tomadas iniciativas para buscar dividir e debilitar o processo”, afirmou, por sua vez, o presidente da Nicarágua Daniel Ortega.

O mandatário boliviano, Evo Morales, também se pronunciou e pediu pronta ação da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) para evitar que tal cooperação prospere: “Não podemos permitir que a Otan interceda na América Latina. Ter a Otan é uma ameaça para o nosso continente”, advertiu.

Fonte: TeleSUR - Via Vermelho
 
O governo colombiano e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) poderão assinar na próxima terça-feira (25) um acordo de cooperação em matéria de defesa, segundo informou a imprensa colombiana, nesta sexta (21).

Segundo informações do  jornal bogotano El Tiempo, o documento – que a princípio será denominado de “Acordo de cooperação e defesa” – será rubricado pelo ministro de Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón e o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen e, possivelmente, terá um segundo capítulo nos próximos meses.

O acordo, que deverá ser ratificado pelo Congresso e passará pelo filtro da Corte Constitucional, será feito em Bruxelas (Bélgica), sede da Aliança do Atlântico, onde é esperada a presença de Pinzón nos próximos dias.

Após a Força Aérea Colombiana realizar exercícios de treinamento, em maio deste ano, com aviões da Otan no Canadá, este é o primeiro convênio oficial com a aliança, que neste momento tem frontes abertos no Afeganistão e Iraque.

Apesar da adesão da Colômbia na Otan ser inviável , porque o país “não cumpre os critérios geográficos” o governo colombiano insiste em converter-se em um “sócio em matéria de cooperação” da aliança. 
Na véspera, o ministro de Defesa sustentou que a aproximação da Colômbia com a Otan se sustenta só “em um acordo de cooperação em assuntos de segurança, porque a Colômbia terá a possibilidade de expor experiências nestes temas”. "Estamos interessados em receber experiências de outros países, pois queremos alcançar outros padrões de segurança na luta contra ameaças transnacionais”, agregou.

Por sua vez, os Estados Unidos expressaram seu apoio ao anúncio do mandatário colombiano, de que a Colômbia inicie uma “aproximação” com Otan tendo em vista um possível ingresso nesta organização defensiva e o considerou um reflexo da “capacidade” das Forças Armadas da Colômbia.

Pinzón comentou que os militares colombianos “são convidados para o exterior para ministrarem cursos,  contar suas experiências e também militares de outros países chegam para treinar; é uma atividade que está ocorrendo há muito tempo”.

O Exército da Colômbia, no entanto, tem um longo histórico de denúncias por violações de direitos humanos e os chamados “falsos positivos”, como se sabe o assassinato de civis inocentes por dos militares para apresentá-los como guerrilheiros mortos em combate e ganhar privilégios.

Os governos da América Latina, como a Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua, rechaçam a determinação da Colômbia por considerar que viola os tratados de paz da União das Nações Sul-americanas (Unasul) e implica em um perigo de intervenção militar para as nações da América Latina e Caribe.

Fonte: TeleSUR - Via Vermelho

Os enormes protestos de rua que estão varrendo o Brasil nesta semana pegaram quase todos de surpresa. Mas, talvez não deveriam.
Para todas as realizações do Brasil ao longo dos últimas décadas - uma economia mais forte, as eleições democráticas, mais dinheiro e atenção voltadas para as necessidades dos pobres - ainda há uma enorme distância entre as promessas dos governantes de esquerda do Brasil e as duras realidades do dia-a-dia fora da elite política e empresarial.
O Banco Mundial lista o Brasil como a sétima maior economia do mundo, mas o coloca nos últimos 10% em igualdade de renda. Seus adolescentes de 15 anos de idade estão próximos da parte inferior dos rankings globais de habilidades de leitura e de matemática. Uma sucessão de seus principais políticos têm sido implicados em esquemas flagrantes de propina e outros desvios de dinheiro público.
 
Não é à toa que a tarifa de transporte público aumenta a indignação provocada pelos pobres e a classe média, que estão sobrecarregados por um sistema tributário asfixiante. Não é de se admirar os gastos luxuosos em estádios da Copa do Mundo de futebol, enquanto a educação pública continua gravemente subfinanciada, o que tornou-se um grito de guerra. Contando a seu favor, a presidente Dilma Rousseff tentou ser ágil com os manifestantes. Ela declarou que acolhe o desejo de mudança, e que vai responder a ele. As autoridades locais reverteram os aumentos de tarifas de transporte público que provocaram os protestos.

Mas as marchas e manifestações desta semana revelaram uma indignação pública em relação às prioridades de gastos distorcidas e às falhas na educação e em outros serviços sociais, bem como apresentaram um amplo eleitorado para a mudança. Na cidade de Fortaleza, na quarta-feira (19), os fãs de futebol que estavam no estádio recentemente construído e os craques em campo sinalizaram  apoio aos manifestantes que estavam do lado de fora.

A maioria silenciosa  do Brasil parece estar encontrando sua voz política. Dilma, que vai tentar a reeleição no próximo ano, terá de enfrentar as novas demandas com substância, bem como com solidariedade.

Fonte: NYT/UOL - Tradução: Thiago Varella

Os drones voadores acabaram de ganhar mais uma utilidade. O jornal Folha de S. Paulo publicou um vídeo no YouTube feito apenas com imagens capturadas por um drone nos protestos que acontecem em São Paulo, além de dezenas de outras cidades brasileiras.

Como você confere no vídeo, é possível apreciar imagens feitas com o equipamento bem próximo das multidões e outras capturadas bem mais de longe, que possibilitam ver a dimensão do movimento nas vias da capital paulista. Um dos locais que aparecem no clipe é a Ponte Octávio Frias de Oliveira, a ponte estaiada da cidade. 



 
Fonte: Folha - YouTube - Via TecMundo

Primeiro homem a viajar ao espaço, Yuri Alekseievitch Gagarin, herói da extinta União das Republicas Socialistas Soviéticas (URSS), atualmente Federação Russa, morreu aos 37 anos, em 27 de março de 1968, vítima de um acidente aéreo causado pela passagem em alta velocidade de outro avião perto do qual ele estava.

Quando subiu a bordo da cápsula Vostok 1 em abril de 1961, Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem no espaço e foi alçado à condição de herói da antiga URSS, a personificação do triunfo da ciência da superpotência comunista sobre seus rivais do Ocidente.

Assim, as circunstâncias da sua morte em um acidente aéreo em março de 1968 permaneceram décadas envoltas em mistério, mesmo após a extinção da URSS.

Agora, no entanto, elas foram reveladas por seu colega cosmonauta Aleksey Leonov, o primeiro homem a fazer uma caminhada espacial, em 1965.

Leonov passou os últimos 20 anos batalhando com as autoridades russas pela divulgação dos detalhes da investigação sobre o acidente, da qual fez parte. Na versão oficial divulgada então, Gagarin e o experiente instrutor Vladimir Seryogin caíram com o MiG-15UTI após se desviarem de um objeto voador não identificado - um balão ou um pássaro. A manobra fez com que seu avião entrasse em parafuso e os dois morreram no impacto com a terra.

"Esta conclusão é verossímil para um civil, mas não para um profissional", afirmou Leonov em entrevista à rede de TV Russia Today (RT). De fato, tudo aconteceu diferente.

De acordo com um relatório finalmente liberado pelo governo russo após os insistentes pedidos de Leonov, um jato SU-15 passou perigosamente perto do avião de Gagarin em um vôo não autorizado, precipitando-o rumo ao chão. O ex-cosmonauta contou que naquele fatídico dia 27 de março de 1968 era o responsável pelos treinamentos de saltos de paraquedas.

O clima estava ruim, com muita chuva, vento e neve, o que tornava impossíveis os exercícios. Enquanto esperava o cancelamento oficial do treinamento, ele ouviu o barulho de um avião rompendo a barreira do som, seguido de uma explosão um ou dois segundos depois, e então soube que algo tinha dado errado.
 
"Sabíamos que o SU-15 estava previsto para ser testado naquele dia, mas ele deveria estar voando a uma altitude de 10 mil metros ou mais, e não 450-500 metros. Foi uma violação dos procedimentos de vôo", disse Leonov.

Depois que realizou a pós-combustão (necessária para levá-lo à velocidade supersônica) o avião (SU-15) passou perto de Gagarin, virando seu avião e assim jogando-o em parafuso, uma espiral, para ser mais preciso, a uma velocidade de 750 km/h.

Leonov lembra que recebeu ordens de voltar para a base de Chkalovsky, onde soube que o avião de Gagarin deveria ter esgotado seu combustível há 45 minutos. E suas suspeitas de que um acidente tinha ocorrido foram confirmadas após informações de que um local de impacto foi encontrado perto da vila de Novoselovo.

"Enviamos uma equipe que encontrou os destroços do avião e os restos mortais de Seryogin. Não foram encontrados os restos de Gagarin, só seu mapa e uma bolsa, então a princípio pensamos que ele tinha conseguido se ejetar. Enviamos um batalhão de soldados que procurou por ele na floresta a noite inteira, mas tudo que encontraram foram os restos de um balão. Só no dia seguinte encontramos o corpo de Gagarin. Consegui identificá-lo por uma mancha escura no pescoço que só tinha notado três dias antes", disse à RT.
 
Encontrados os restos de Gagarin, foram tomadas medidas para que não fosse revelado que ele tinha morrido por falha humana de outro piloto soviético. Quando conseguiu colocar as mãos no relatório décadas depois, Leonov encontrou várias falhas, mas a principal no seu próprio relato, que tinha seu nome, mas foi escrito por outra pessoa com os fatos mudados.

"Quando vi a cópia, de repente notei que ela colocou o intervalo entre os sons entre 15 e 20 segundos no lugar dos dois segundos que relatei. Isso sugeriria que os dois caças estavam separados por não menos de 50 quilômetros", disse Leonov.

Com a ajuda de computadores, simulações conseguiram então mostrar como o avião de Gagarin entrou em uma espiral mortal em alta velocidade. Segundo Leonov, a passagem de um avião maior e mais pesado pelas proximidades fez com que o MiG-15 virasse de cabeça para baixo. O nome do piloto do SU-15, hoje com 80 anos e saúde frágil, não foi revelado como condição para a entrevista do ex-cosmonauta. "Ele era um bom piloto de testes e isso não vai consertar nada", justificou Leonov.

Fonte: PRAVDA.RU. - Por: ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional 

França discute fornecimento do Rafale ao Qatar

Postado por Vinna domingo, junho 23, 2013 0 comentários

Empresas francesas fizeram ofertas de fornecimento de equipamentos militares para o Qatar, incluindo equipar sua força aérea com aviões de combate Rafale, Fabricados pela Dassault, disse o presidente François Hollande, no domingo.

http://1.bp.blogspot.com/_BpmH5yP3HKI/TEtVkJBnxtI/AAAAAAAAAZ4/GCNFzNI4rQs/s1600/Rafale.jpgA França é o principal fornecedor militar do estado do Golfo e Hollande disse que tinha discutido futuros fornecimentos de equipamento militar com as autoridades do Qatar.
"As empresas que me acompanharam explicaram a qualidade de seus produtos e, em particular, sobre o Rafale, haveria oportunidade de o Qatar comprar esses aviões", disse ele em uma coletiva de imprensa na capital do Qatar, Doha.
Ele disse que as negociações estavam em andamento e não deu mais detalhes.
O Qatar disse em 2011 que queria substituir sua frota de 12 caças Mirage, possivelmente com a compra de 24 a 36 novas aeronaves e, além Rafale, estava considerando o Eurofighter Typhoon e diversas aeronaves rivais dos EUA.

Fonte: Terra

Nota: A rodada de negociações acontece depois que informamos que o Iraque pode estar interessado em um lote de Mirage 2000 do Qatar

MI-17 se acidenta na Nicaragua. Dez militares morrem

Postado por Vinna sexta-feira, junho 21, 2013 0 comentários

O chefe de Estado maior da Força Aérea da Nicarágua, coronel Manuel López, e outros nove militares morreram esta quinta-feira na queda de um helicóptero MI-17 no qual viajavam quando cumpriam uma missão de trabalho no noroeste do país, informaram fontes oficiais.
Entre os mortos também está o chefe de contrainteligência da Força Aérea, coronel Chester Vargas; o chefe de Defesa antiaérea, tenente coronel Aldo Herrera; e o chefe da brigada de manutenção aérea, coronel Mario Jirón, informou a pró-governista Radio Ya, ao fazer a leitura de uma lista oficial.
Segundo o informe divulgado pela emissora, na tragédia, considerada uma das piores da força aérea nicaraguense nos últimos tempos, também perderam a vida outros seis militares de patente menor.
Esta versão, no entanto, ainda não foi confirmada pelo exército, que anunciou que oferecerá nas próximas horas durante entrevista coletiva.
Moradores da comarca Cuatro Palos, do município La Paz Centro - 50 km a noroeste de Manágua - informaram pela manhã às autoridades que viram "cair um helicóptero" militar na zona, informou o secretário político do partido de governo na região, Everth Delgadillo, ao Canal 4, governista.
Segundo o porta-voz do exército, coronel Orlando Palacios, o piloto da aeronave fez uma ligação de emergência à Força Naval para avisar que "tinha ocorrido uma situação" anormal quando sobrevoavam perto da base militar de adestramento Papalonal, nos arredores do vulcão Momotombo, departamento de León, a noroeste da capital.
De acordo com informes preliminares, minutos depois de o helicóptero levantar voo rumo a Manágua, pegou fogo e explodiu no ar.
Efetivos do exército estão na zona do acidente para tentar resgatar os corpos dos militares que ficaram destroçados e espalhados no solo e no lago Xolotlán, que está perto da região onde aconteceu o acidente.
Segundo informações preliminares, o helicóptero caiu de 1.500 metros de altura.
A primeira-dama e porta-voz oficial, Rosario Murillo, disse a meios da situação que os militares estavam fazendo "uma missão de trabalho" na região.
As vítimas eram em sua maioria ex-guerrilheiros sandinistas que depois da vitória da Revolução de 1979 ajudaram a fundar o exército da Nicarágua.

Fonte: Terra

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse neste sábado que qualquer tentativa de impor uma zona de exclusão aérea sobre a Síria usando jatos F-16 e mísseis Patriot da Jordânia seria violar o direito internacional.
A Rússia, que tem protegido o presidente sírio, Bashar al-Assad de três resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) destinadas a pressioná-lo para acabar com a violência, se opõe veementemente a qualquer intervenção militar estrangeira no conflito sírio.
"Tem havido notícias de meios de comunicação ocidentais de que está sendo seriamente considerada a criação de uma zona de exclusão aérea sobre a Síria através da implantação de mísseis antiaéreos Patriot e jatos F-16 na Jordânia", disse Lavrov, falando em uma conferência de imprensa. "Você não precisa ser um grande especialista para entender que isso vai violar o direito internacional", acrescentou ele.
Os Estados Unidos deslocaram mísseis Patriot e caças para a Jordânia, oficialmente como parte de um exercício anual na semana passada, mas deixando claro que os meios militares poderiam ficar.

Fonte: Terra

A Embraer não está interessada na TAP Manutenção e Engenharia, braço comprado pela companhia aérea portuguesa da Varig em 2006. Quem assegurou foi o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, contrariando declarações de Paulo Cesar de Souza e Silva veiculadas pela imprensa de Portugal.
 "Nós, meses atrás, talvez anos atrás, olhamos a TAP Manutenção e, pelo menos para nós, não houve um encaixe", disse Curado, classificando a informação como "obsoleta".

O "desinteresse", porém, pode ser momentâneo. Caso a TAP seja de fato privatizada e a TAP Manutenção seja desmembrada da empresa principal, a compra pode voltar à pauta.

"Nós olharíamos, se fosse separado. Mas não tem nada de concreto. No estado atual, nós não estamos em negociações", afirmou, mas abrindo uma porta: "Nós também estamos no negócio de manutenção de aviões. No futuro, é esperar para ver".

Fonte: Exame

Os Estados Unidos vão manter as baterias de mísseis Patriot e aviões de combate F-16 na Jordânia após a realização de exercícios militares conjuntos este mês, em meio à crise na vizinha Síria, informou o Pentágono neste sábado.
O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, "aprovou um pedido do Reino da Jordânia por destacamento de F-16 e mísseis Patriot para permanecer na Jordânia, após a conclusão do exercício Eager Lion na próxima semana", disse o porta-voz do Pentágono, George Little, em comunicado.
"Todos os outros funcionários norte-americanos destinados à Jordânia sairão no final do exercício. Os Estados Unidos têm uma parceria de longa data com a Jordânia e está comprometida com a sua defesa", acrescentou Little.
Forças do presidente sírio Bashar al-Assad estão lutando contra os insurgentes em uma guerra civil que já dura dois anos.
Mísseis Patriot podem ser usados para proteger a Jordânia, aliada dos EUA, contra qualquer possível ataque, com a guerra síria ameaçando se expandir mais. A Jordânia e outros vizinhos da Síria estão cada vez mais nervosos com a possibilidade de a guerra civil síria ultrapassar as fronteiras.
A decisão de enviar mísseis Patriot para a Jordânia tem sido particularmente controverso para a Rússia, principal aliado global de Assad, que acredita que os mísseis poderiam ser usados pelos Estados Unidos e seus aliados para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Síria.

Fonte: Terra


O anúncio da reformulação da série E-Jet feito nesta segunda-feira pela Embraer na França enterra por "vários anos" os planos da companhia de lançar um avião de maior capacidade, destinado a competir no mercado de "corredor único", hoje nas mãos de Airbus e Boeing, cuja demanda é estimada em 24 mil aparelhos. O objetivo prioritário da empresa brasileira é consolidar a vantagem sobre a japonesa Mitsubishi Regional Jet e a canadense Bombardier.
http://1.bp.blogspot.com/-4UmYaFh6X7s/Ub9-sHWNOgI/AAAAAAAASVU/KMI5GXQr_Bc/s1600/size_590_embraer1.jpgÀs vésperas da 50.ª edição do Paris Air Show, em Le Bourget, a questão sobre quem seria o eventual "terceiro player" do mercado, além de Airbus e Boeing, estava no centro das preocupações de muitos analistas. Até mesmo o presidente da Divisão de Aviões Comerciais da Boeing, Ray Conner, se manifestou sobre o assunto, afirmando que "há espaço para um terceiro ator neste mercado". "Com os CSeries, Bombardier ocupará a parte de baixo do mercado, com aviões de 120 a 140 lugares. A Embraer virá juntar-se à Bombardier neste segmento?", questionou, antes do anúncio realizado pela empresa brasileira.
"Nossa resposta está dada. Pelo menos pelos próximos muitos anos vamos ficar nisso aqui", disse o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, referindo-se à nova família de E-Jets E2. "Na aviação, os ciclos são longos. Tudo é possível lá na frente, mas a decisão de agora é ficar nesse segmento. Pode até ter espaço. Mas nós não enxergamos a Embraer em condição de ocupá-lo."
Ainda assim, Curado abriu a porta para eventuais ajustes na gama de produtos no futuro, por discordar que o mercado não comporte mais segmentos ou novos tamanhos de fuselagens. "Eu diria que é muito cedo para se concluir isso. É uma teoria possível. Mas eu não tenho tanta convicção de que isso é verdade. Há saltos tecnológicos que podem levar a repensar", afirmou.
De acordo com ele, "foi muito fácil para a Embraer decidir" permanecer nos mercados em que está posicionada. "O 195 um pouquinho maior nos dá uma cobertura maior, sem entrar em competição direta com Boeing e Airbus", afirmou. Questionado sobre se é impossível competir com as gigantes americana e europeia, Curado disse entender que não. "Tudo é possível, mas nesse segmento não achamos que seja uma estratégia adequada - nem para nós, nem para ninguém."
Sobre a concorrência com a rival canadense Bombardier, o diretor-presidente da Embraer se mostrou tranquilo. A fabricante canadense chega ao Paris Air Show com 177 encomendas ou opções de aparelhos da CSeries, de 110 a 130 lugares. Já a Embraer anunciou até aqui 365 compras firmes e opções, além de cartas de intenções para a aquisição de mais 65 aviões. Questionado sobre se os números das duas empresas falam por si, Curado concordou. "Isso mostra que o grau de certeza que o mercado tem sobre nossa capacidade de fazer esses aviões é muito alto."

Fonte: A Tarde

Wega 180 impressiona!

Postado por Alina Stewart segunda-feira, junho 17, 2013 0 comentários

  Reconhecido pela diversidade de sua indústria, o Estado de Santa Catarina está apostando no desenvolvimento de um novo polo: o aeronáutico. O pioneirismo fica por conta da Wega, sediada em Palhoça, na região metropolitana de Florianópolis, que começou suas atividades em meados da década passada e produziu três unidades de um modelo para dois passageiros, com planos de chegar a 30 unidades por ano ainda nesta década.
Mais recentemente, a Novaer, sediada em São José dos Campos (SP), anunciou a instalação de uma fábrica em Lages, na serra catarinense, além de um centro de engenharia em Florianópolis – projetos que têm como sócia a SC Participações e Parcerias (SCPAR), empresa de economia mista criada para fomentar investimentos no Estado. A previsão é de que a produção da Novaer comece no final de 2014.

Além do interesse do governo catarinense em fomentar o setor, os empreendedores estão recebendo também o apoio da Federação das Indústrias (Fiesc), que criou um comitê específico para tratar do tema. O coordenador do comitê é Cesar Olsen, dono de uma fábrica de equipamentos médicos e odontológicos que se tornou um dos principais investidores da Wega. “Temos todas as condições de colocar no mercado produtos competitivos e de alta qualidade”, diz.

A Wega é a materialização do sonho de vida do empreendedor Jocelito Wildner, que, depois de se formar em robótica e trabalhar como mecânico na Varig, passou a se concentrar no desenvolvimento de projetos próprios. “Comecei com planadores, mas logo ficou claro que existia uma lacuna no mercado nacional para aviões como os que estamos fazendo”, descreve. Para bancar os mais de R$ 1,5 milhão investidos no processo até agora, ele conquistou o apoio de empresários como Olsen e seu próprio irmão, Ênio Wildner, dono de uma metalúrgica em Porto Alegre. Os dois foram comprando cotas da empresa e ganharam o direito de desfrutar dos primeiros aviões produzidos.

Projeto

O projeto começou a ser desenvolvido em 2005. No ano seguinte, Wildner já estava fabricando os moldes e as formas dos gabaritos. Em 2010, o primeiro avião ficou pronto. “Usamos os melhores materiais e equipamentos disponíveis no mundo. Comparando com o mercado automobilístico, é como se estivéssemos fazendo Ferraris ou Lamborghinis”, diz. O primeiro modelo fabricado pela empresa tem motor de 180 HP, chega a 350 km/h, consome 34 litros de combustível por hora de voo e tem autonomia de voo de seis horas e meia. Custa US$ 180 mil, valor que pode aumentar em pelo menos US$ 50 mil com a instalação de opcionais como GPS duplo.
 

Além do chamado Wega 180, a empresa passará a produzir um modelo mais barato – será oferecido por cerca de US$ 140 mil -, que se enquadra na categoria LSA. Também tem capacidade para duas pessoas, mas o motor é menos potente – 100 HP -, o que resulta em velocidade máxima menor, 220 km/h, mas permite que o modelo pese 550 quilos, 230 quilos a menos que o outro. Um modelo para quatro passageiros também está nos planos.

A Wega tem uma estrutura enxuta, com oito funcionários. Mas a mão de obra para a ampliação projetada não chega a ser uma preocupação, já que o Senai de Santa Catarina aderiu ao esforço pelo desenvolvimento do polo e criou três cursos de formação voltados à área. Esses cursos já estão fornecendo profissionais para outras partes do país.

Assim, o maior desafio para cumprir as metas de crescimento é mesmo encontrar investidores e conquistar clientes. Um passo nessa direção será dado a partir deste domingo, quando se iniciará uma aventura que lembra os tempos românticos da aviação. Dois dos aviões feitos pela Wega partirão rumo aos EUA, para participar de uma feira especializada, a Sun & Fun, em Lakeland, na Florida. O espaço na feira está sendo patrocinado por uma série de apoiadores, incluindo a Fiesc e a Apex, agência federal de fomento às exportações, que também se interessou pelo projeto.

O voo partirá do Aeroclube de Santa Catarina, em São José, outra cidade próxima a Florianópolis, e seguirá por mais de 7,5 mil quilômetros – serão oito escalas até chegar ao destino. O próprio Jocelito estará no comando de um dos aviões, compartilhado com o empresário João Batista Lemos, mais um investidor do projeto, enquanto seu irmão Ênio dividirá a pilotagem do outro avião com um comandante da aviação civil, Ciro Paraíso. “Será ao mesmo tempo um passeio e uma viagem de negócios, bem no espírito de tudo o que um avião desses proporciona aos seus donos”, diz Jocelito.

Fonte: O Estado de S. Paulo - Via: Café Noticias.



O interesse dos visitantes da Sun'n Fun, segunda maior feira aeronáutica do mundo, pelo avião catarinense Wega 180 foi tanto que nos dias que seguiram ao evento o fabricante Jocelito Wildner recebeu em torno de 300 e-mails com pedidos de informações técnicas. Além disso, dois empresários do Sul do Brasil formalizaram o pedido de seus monomotores. Com esses, a Wega Aircraft, instalada em Palhoça, na Grande Florianópolis, alcança o número de cinco unidades vendidas.

O Wega atraiu a atenção da mídia e dos visitantes da feira, em Lakeland, na Flórida, pela beleza e desempenho e também pela ousadia do fabricante. Wildner, um irmão e dois amigos levaram os aviões voando aos Estados Unidos. A viagem de quase oito mil quilômetros teve nove escalas na ida e outras tantas no retorno, com voos de quatro horas. O monomotor ganhou destaque na mídia geral e especializada, incluindo as revistas Flap, da AOPA (Aircraft Owners and Pilots Association) e da revista Experimenter publicada pela EAA (Experimental Aircraft Association), que publicou uma foto de duas páginas do Wega 180 (veja em aqui).

A Wega é a primeira fabricante de aeronaves instalada em Santa Catarina e o embrião de um pólo aeronáutico que está surgindo com o apoio do Sistema FIESC e do governo do Estado. Outra indústria, a Novaer Craft projeta instalar uma fábrica em Lages e um centro de engenharia na Grande Florianópolis. A participação na Sun´n Fun, que teve o estímulo da Apex, foi um passo para fomentar o crescimento das empresas. As vendas e projeção dos aviões no mercado internacional podem ser citadas como resultados positivos.

"Teremos no Estado o segundo polo aeronáutico da América Latina", salienta o empresário Cesar Olsen, entusiasta da aviação e coordenador do comitê criado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) para estimular o setor aeronáutico. "A FIESC está fazendo um grande esforço no sentido de agregar valor à boa produção industrial do Estado, estamos estimulando investimentos nas áreas de tecnologia, inovação, pesquisa e design", afirma o presidente da Federação, Glauco José Côrte. "Estamos abrindo um novo caminho importante para a economia de Santa Catarina", disse.

O estímulo ao surgimento do polo aeronáutico começou há quatro anos, quando o SENAI implantou os primeiros cursos técnicos de mecânica de aeronaves. Na sequencia, a instituição lançou também cursos teóricos de piloto privado.

 
Sonho de criança
A Wega é um sonho de criança de Jocelito Wildner. Já aos 12 anos, após ver programas de TV, ele e o irmão Ênio fabricaram duas asas delta e se lançaram da varanda de casa, em Ijuí, no Rio Grande do Sul. A paixão pela aviação persistiu e Jocelito acabou se tornando mecânico da Varig. Mais tarde, transferiu-se para Florianópolis, onde passou a fabricar planadores. Numa viagem à França para prestar assistência técnica, ele desenhou os primeiros esboços de um avião experimental, que se tornaria o Wega 180. Ênio também manteve a paixão. Empresário do setor mecânico em Porto Alegre, ele apostou na fábrica do irmão e adquiriu um dos primeiros aviões lá produzidos. É um dos que foram aos EUA e com o qual Ênio já tinha feito outra aventura com a mesma aeronave, voando para Ushuaia, a cinco mil quilômetros em direção ao extremo sul do continente, em condições adversas de clima.

O objetivo da Wega é fabricar kits de aeronaves leves usando técnicas e componentes de última geração, preenchendo assim uma lacuna no mercado brasileiro. Além de dois modelos de avião experimental, (180 e 210) a Wega também desenvolveu um aerobarco (barco movido a hélice, que navegar em águas rasas e pântano) e uma máquina para criar vento cenográfico. Os aviões fabricados pela Wega seguem normas e legislações internacionais de segurança, mas não são de uso comercial. As aeronaves têm um teto máximo de operação em 12 mil pés de 5.000 metros De acordo com Jocelito Wilder, as aeronaves serão construídas em composite, produzidas em carbono, vidro de alta tecnologia e resina de alta qualidade. A empresa fornece o kit e cabe a quem adquirir as peças montar sua própria aeronave. Na fábrica, em Palhoça, o avião já ganha formato com a fabricação dos moldes e gabaritos. Além do piloto, trabalham cinco técnicos e um engenheiro aeronáutico.
 


Descrição do modelo

Aeronave asa baixa; cabine para no máximo dois ocupantes lado a lado; construção em composite; motor aeronáutico de 180hp; hélice de velocidade constante; trem de pouso retrátil; velocidade de 300 km/h; sistema de combustível com dois tanques de 110 litros; autonomia máxima de 6 horas e meia de voo; envergadura de 7,87m; comprimento da fuselagem de 6,474m; altura máxima de 2,299m; peso vazio de 450kg; carga útil de 300kg; peso máximo de decolagem de 750 kg.

Fonte: FIESC

No dia 14 de junho, em cerimônia realizada no Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, (RJ), o Corpo de Fuzileiros Navais recebeu os primeiros sete exemplares da viatura M113 já na configuração modernizada, oficialmente designados VtrBldEsp SL M113MB1 (Viatura Blindada Especial Sobre Lagartas M113MB1).
A modernização está sendo feita nas dependências do CTecCFN, com o apoio de técnicos da IMI (Israel Military Industries). 
Entre outras mudanças, a nova configuração, M113 possui motor Caterpillar C7, de 300hp, caixa de transmissão Allison automática 3200SP, melhoras na suspensão e no sistema de arrefecimento, estação de armamento PLATT MR555 Mod2 (podendo receber metralhadoras de 7,62mm, 12,7mm ou lançadores de granada de 40mm), novas lagartas Diehl e tanques de combustível externos.

Fonte: S&D

 A Iveco inaugurou nesta quinta-feira (13) a primeira fábrica de veículos blindados militares sobre rodas do país, de olho em esforços do governo para incentivar uma retomada da indústria bélica nacional, que passou por forte declínio no final dos anos de 1980.
A fábrica, construída no complexo industrial da Iveco em Sete Lagoas (MG) onde a italiana já produz caminhões, foi inaugurada com capacidade para cerca de 120 veículos por ano, que poderá ser ampliada para 200 unidades anuais se a companhia conseguir fechar novos contratos com forças militares de outros países.
A unidade produz o blindado Guarani, desenvolvido em parceria com o Exército do Brasil. O veículo de seis rodas substituirá o Urutu, modelo também de seis rodas que era fabricado pela brasileira Engesa antes do colapso da companhia em 1993.
A Iveco, unidade da Fiat Industrial, atualmente está em negociações avançadas para a venda de lote de 14 Guaranis para o Exército da Argentina. O fechamento dos contratos depende da adoção em definitivo do veículo pelo exército brasileiro, algo que deve ocorrer entre setembro e outubro.
"O Exército argentino está pronto para fechar o negócio", disse o diretor geral da divisão de veículos especiais para América Latina da Fiat Industrial, Paolo Del Noce. "O valor será o mesmo do acertado no Brasil, cada veículo tem preço de R$ 2,6 milhões", acrescentou.
Segundo ele, a fábrica da Iveco em Sete Lagoas é a única da Iveco a produzir blindados militares de seis rodas no mundo e a intenção da companhia é tornar a unidade um polo exportador.
Além da Argentina, a Iveco também está conversando com governos do Chile e Colômbia e na África com Senegal e Angola.
"Angola e Senegal mostraram interesse e acho que vamos fazer novos encontros com eles, creio que ainda neste ano", disse o executivo.
A construção da fábrica, em que a Iveco investiu R$ 55 milhões, foi possível depois que a empresa acertou uma parceria com o Exército brasileiro em 2007 que culminou com pedido de 100 unidades anuais do Guarani com entregas previstas para os próximos 20 anos, num dos maiores contratos já obtidos pela Iveco no segmento militar. Um primeiro lote de 86 unidades deve ser entregue até março de 2014.
"Todos os países da América Latina estão se equipando e modernizando como o Brasil está fazendo. Uma potência econômica e industrial como o Brasil é claro que não quer ter momentos de confronto com outros países, mas tem que se preparar para se proteger. Além disso, tem também eventuais necessidades em operações de paz", disse o executivo.
Além do Guarani, a Iveco avalia possibilidade de começar a produzir também o caminhão militar Trakker e o jipe militar LMV em Sete Lagoas. Segundo Noce, o LMV e o Trakker estão sendo testados pelo Exército brasileiro no Rio de Janeiro.
"São dois veículos que consideramos interessantes para o Exército brasileiro e para a América Latina também. Se os testes forem bem sucedidos vamos ver se há possibilidade de vender e, nesse caso, vamos produzir aqui", afirmou. 

Fonte: Folha

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