Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O silencioso golpe militar que se apoderou de Washington

Postado por Vinna segunda-feira, setembro 30, 2013 0 comentários

Um ataque contra a Síria ou Irã ou contra qualquer outro demônio estadunidense se baseará em uma variante de moda, a “Responsabilidade de Proteger”, ou R2P, cujo fanático pregoeiro é o ex-ministro de Relações Exteriores australiano Gareth Evans, co-presidente de um “centro mundial” com base em Nova Iorque. Por John Pilger, do The Guardian

Na parede tenho exposta a primeira página do Daily Express de 5 de setembro de 1945 com as seguintes palavras: “Escrevo isto como uma advertência ao mundo”. Assim começava o relatório de Wilfred Burchett sobre Hiroshima. Foi a notícia bomba do século.
Com motivo da solitária e perigosa viagem com a qual desafiou as autoridades de ocupação estadunidenses, Burchett foi colocado na picota, sobretudo por parte de seus colegas. Avisou que um ato premeditado de assassinato em massa a uma escala épica acabava de dar o disparo de partida para uma nova era de terror.
Na atualidade, [a advertência de] Wilfred Buirchett está sendo reivindicada pelos fatos quase todos os dias. A criminalidade intrínseca da bomba atômica foi corroborada pelos Arquivos Nacionais dos EUA e pelas ulteriores décadas de militarismo camuflado como democracia. O psicodrama sírio é um exemplo disso. Uma vez mais somos reféns da perspectiva de um terrorismo cuja natureza e história continuam sendo negadas inclusive pelos críticos mais liberais. A grande verdade inominável é que o inimigo mais perigoso da humanidade está do outro lado do Atlântico.
A farsa de John Kerry e as piruetas de Barack Obama são temporais. O acordo de paz russo sobre armas químicas será tratado ao cabo do tempo com o desprezo que todos os militaristas reservam para a diplomacia. Com a al-Qaeda figurando agora entre seus aliados e com os golpistas armados pelos EUA solidamente instalados no Cairo, os EUA pretendem esmagar os últimos Estados independentes do Oriente Próximo: primeiro a Síria, depois o Irã. “Esta operação [na Síria]“, disse o ex-ministro de exterior francês Roland Dumas em junho, “vem de muito antes. Foi preparada, pré-concebida e planejada”.
Quando o público está “psicologicamente marcado”, como descreveu o repórter do Canal 4, Jonathan Rugman, a esmagadora oposição do povo britânico a um ataque contra a Síria, a supressão da verdade se converte em tarefa urgente. Seja ou não verdade que Bashar al-Assad ou os “rebeldes” utilizaram gás nos subúrbios de Damasco, são os EUA, não a Síria, o país do mundo que utiliza essas terríveis armas de forma mais prolífica.
Em 1970 o Senado informou: “Os EUA derramaram no Vietnã uma quantidade de substâncias químicas tóxicas (dioxinas) equivalente a 2,7 quilos por cabeça”. Aquela foi a denominada Operação Hades, mais tarde rebatizada mais amavelmente como Operação Ranch Hand, origem do que os médicos vietnamitas denominam “ciclo de catástrofe fetal”. Vi gerações inteiras de crianças afetadas por deformações familiares e monstruosas. John Kerry, cujo expediente militar escorre sangue, seguramente que os lembra. Também os vi no Iraque, onde os EUA utilizaram urânio empobrecido e fósforo branco, como o que fizeram os israelenses em Gaza. Para eles não houve as “linhas vermelhas” de Obama, nem o psicodrama de enfrentamento.
O repetitivo e estéril debate sobre se “nós” devemos “tomar medidas” contra ditadores selecionados (ou seja, se devemos aplaudir os EUA e seus acólitos em outra nova matança aérea) forma parte de nosso lavado de cérebro. Richard Falk, professor emérito de Direito Internacional e relator especial da ONU sobre a Palestina, o descreve como “uma máscara legal/moral unidirecional com anseios de superioridade moral e cheia de imagens positivas sobre os valores ocidentais e imagens de inocência ameaçada cujo fim é legitimar uma campanha de violência política sem restrições”. Isso “está tão amplamente aceito que é praticamente impossível de questionar”.
Se trata da maior mentira, parida por “realistas liberais” da política anglo-estadunidense e por acadêmicos e meios de comunicação auto proclamados gestores da crise mundial mais que como causantes dela. Eliminando o fator humanidade do estudo dos países e congelando seu discurso com uma linguagem a serviço dos desígnios das potências ocidentais, endossam a etiqueta de “falido”, “delinquente” ou malvado aos Estados aos que depois infligirão sua “intervenção humanitária”.
Um ataque contra a Síria ou Irã ou contra qualquer outro demônio estadunidense se baseará em uma variante de moda, a “Responsabilidade de Proteger”, ou R2P, cujo fanático pregoeiro é o ex-ministro de Relações Exteriores australiano Gareth Evans, co-presidente de um “centro mundial” com base em Nova Iorque. Evans e seus grupos de pressão generosamente financiados jogam um papel propagandístico vital instando a “comunidade internacional” a atacar os países sobre os quais “o Conselho de Segurança resiste aprovar alguma proposta ou que recusa abordá-la em um prazo razoável”.
O de Evans vem de longe. O personagem já apareceu em meu filme de 1994, Death of a Nation, que revelou a magnitude do genocídio no Timor Leste. O risonho homem de Canberra alça sua taça de champanhe para brindar por seu homólogo indonésio enquanto sobrevoam o Timor Leste em um avião australiano depois de haver firmado um tratado para piratear o petróleo e gás do devastado país em que o tirano Suharto assassinou ou matou de fome um terço da população.
Durante o mandato do “débil” Obama o militarismo cresceu talvez como nunca antes. Ainda que não haja nenhum tanque no gramado da Casa Branca, em Washington se produziu um golpe de Estado militar. Em 2008, enquanto seus devotos liberais enxugavam as lágrimas, Obama aceitou em sua totalidade o Pentágono que lhe legava seu predecessor George Bush, completo com todas suas guerras e crimes de guerra. Enquanto a Constituição vai sendo substituída por um incipiente Estado policial, os mesmos que destruíram o Iraque a base de comoção e pavor, que converteram o Afeganistão em uma pilha de escombros e que reduziram a Líbia a um pesadelo hobbesiano, esses mesmos são os que estão ascendendo na administração estadunidense. Por trás de sua amedalhada fachada, são mais os antigos soldados estadunidenses que estão se suicidando que os que morrem nos campos de batalha. No ano passado 6.500 veteranos tiraram suas vidas. A colocar mais bandeiras.
O historiador Norman Pollack chama isso de “liberal-fascismo”: “Em lugar de soldados marchando temos a aparentemente mais inofensiva militarização total da cultura. E em lugar do líder grandiloquente temos um reformista falido que trabalha alegremente no planejamento e execução de assassinatos sem deixar de sorrir um instante”. Todas as terças-feiras, o “humanitário” Obama supervisiona pessoalmente uma rede terrorista mundial de aviões não tripulados que reduz a mingau as pessoas, seus resgatadores e seus doentes. Nas zonas de conforto do Ocidente, o primeiro líder negro no país da escravidão ainda se sente bem, como se sua mera existência supusesse um avanço social, independentemente do rasto de sangue que vai deixando. Essa obediência a um símbolo destruiu praticamente o movimento estadunidense contra a guerra. Essa é a particular façanha de Obama.
Na Grã Bretanha as distrações derivadas da falsificação da imagem e da identidade políticas não triunfaram completamente. A agitação já começou, mas as pessoas de consciência deveriam apressar-se. Os juízes de Nuremberg foram sucintos: “Os cidadãos particulares têm a obrigação de violar as leis nacionais para impedir que se perpetrem crimes contra a paz e a humanidade”. As pessoas normais da Síria, e muito mais gente, como nossa própria autoestima, não se merecem menos nestes momentos.

Sugestão: Lucena
Por John Pilger, Jornalista do The Guardian. Grã Bretanha. Em “Bitácora” do Uruguai.
Tradução: Liborio Júnior

O Exército brasileiro quer investir em pesquisa, especialmente no desenvolvimento de novas tecnologias de defesa. Até 2025, cerca de 1,2 bilhão de reais vão construir o Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (Pcteg), Rio de Janeiro. Uma das razões para o investimento é a defesa estratégica dos recursos naturais do país.
O general Sinclair Mayer, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, destaca que o espaço não vai servir apenas para a formação e pesquisa militar. Assim como ocorre na Escola Superior de Guerra, por exemplo, civis poderão estudar e pesquisar no complexo. "Temos hoje poucos peritos na área de defesa e temos o interesse de formar mais gente", adianta Mayer.
Os benefícios da pesquisa militar se aplicariam a outros campos. "Não se pode fazer um carro de guerra sem antes testar combustíveis", compara. Mas a preocupação com tecnologia não está restrita à produção de material bélico - também está relacionada à posição estratégica do país.
O modelo se assemelha ao usado pelo exército norte-americano, que além do desenvolvimento de armas, investe em áreas como logística, química e saúde.
Defesa de recursos
Para o pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Expedito Bastos, o Brasil precisa de investimentos na área de defesa, já que concentra recursos estratégicos privilegiados como grandes reservas minerais, petróleo e água doce. "O mundo tem por hábito buscar essas coisas quando precisa", argumenta o especialista. O general do exército reconhece a possibilidade, mas minimiza os riscos. "Existe preocupação com o futuro, mas a própria estratégia nacional de defesa prevê isso", afirma.
Para Bastos, uma melhora na defesa brasileira ainda não seria o bastante para fazer frente ao poderio militar de grandes potências, mas ajudaria a "diminuir a ânsia de que tentassem fazer alguma coisa contra nós". Outra preocupação é a situação fronteiriça, uma vez que alianças importantes de países vizinhos poderiam oferecer riscos ao Brasil.
Parcerias com outros países deve ir além da compra de equipamentos
Conhecimento centralizado
Os planos do Pcteg são de concentrar órgãos já existentes, como o Instituto Militar de Engenharia (IME) e outros braços técnicos, em um mesmo espaço, no estado do Rio de Janeiro, que já conta com cerca de 20% de toda a estrutura planejada.
O Exército tem parceiros no governo, mas planeja garantir o dinheiro por meio de parcerias público-privadas (PPPs). O primeiro investidor é o Ministério da Educação. O órgão não confirma o montante, mas diz que o investimento vai triplicar o número de vagas do IME.
A concepção do projeto é da década de 1980, quando a área militar de 25 quilômetros quadrados recebeu as primeiras instalações. Por lá já funcionam o Centro Tecnológico e o Centro de Avaliações do Exército. Além do IME, o espaço deve receber ainda o Instituto Militar de Tecnologia (IMT), o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), o Centro de Desenvolvimento Industrial (CDI), a Agência de Gestão da Inovação (AGI), o Instituto de Pesquisa Tecnológica Avançada (IPTA), uma Incubadora de Empresas de Defesa (IED), o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro (AGR), uma base administrativa e um batalhão de comando.
Conhecimento desperdiçado
Apesar de aprovar a iniciativa do Exército de investir em tecnologia, o estudioso de assuntos militares não acredita em uma mudança da situação. Ele cita que o Brasil passou por ciclos de investimento e sucateamento dessa força. Em cada uma dessas oportunidades, a descontinuação das pesquisas provocou a perda do conhecimento gerado e anos de trabalho foram perdidos, aponta Bastos. A culpa disso seria o planejamento em curto prazo - a visão para um governo ou dois - e não a montagem de uma estratégia mantida a longo dos anos.
Outra crítica de Bastos é quanto às parcerias internacionais, que trazem tecnologia externa, mas não fazem a transferência do conhecimento prevista nos contratos. Para ele, essa tentativa de troca é inválida se as duas partes não estiverem no mesmo patamar de desenvolvimento. Em casos assim, uma das partes vai ser meramente usuária do recurso. "É o que está acontecendo conosco", avalia.
Para o especialista, a virada depende não apenas de investimentos militares, mas da solução de problemas básicos do país, com educação de qualidade desde a base. Além disso, ele vê com ceticismo a garantia de recursos para a conclusão do projeto, uma vez que o Ministério da Defesa costuma ser penalizado em cada ajuste do orçamento da União. Este ano, a pasta foi a que mais perdeu no ajuste de contas. Dos 18,7 bilhões de reais inicialmente previstos, foram mantidos 14,2 bilhões no orçamento deste ano, incluindo a folha de pagamentos, previdência e a própria manutenção das estruturas já existentes.
Fonte: Deutsche Welle p/Ivana Ebel - Via Portal de Guaratiba

O presidente do Líbano, Michel Suleiman, negou neste sábado que tenham entrado em seu país armas químicas do arsenal sírio e insistiu que o grupo xiita Hezbollah, envolvido na guerra na Síria, também descarta esta possibilidade.
"Não se infiltraram armas químicas sírias no Líbano e não existem provas de sua presença no país", disse em entrevista publicada hoje pelo jornal árabe internacional "Al-Hayat".
Suleiman rejeitou que suas relações com o grupo xiita sejam tensas, mas ressaltou que o Hezbollah conhece sua opinião contrária à participação nos combates na Síria.
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, assegurou há cinco dias que o regime sírio não entregou a seu grupo parte de seu arsenal químico. "Nunca pedimos a nossos irmãos sírios essas armas e também não faremos isso no futuro", destacou.
A oposição síria acusou o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, de repassar armas químicas a seus aliados regionais, Hezbollah e Irã, uma possibilidade que também foi levantada por Estados Unidos e Israel.
http://4.bp.blogspot.com/-XrRKk73sVd8/TuirGV7VhHI/AAAAAAAAB68/AiVkJKuU0WE/s1600/1+dia+de+blog4.jpgO Conselho de Segurança da ONU aprovou ontem por unanimidade uma resolução que condena o uso de armas químicas na Síria e adverte o regime de Damasco de que haverá "consequência" se descumprir seus compromissos internacionais.
Sobre o Irã, Suleiman afirmou que esse país "não permitirá a utilização de armas de destruição em massa". "O presidente (iraniano) Hassan Rohani apoia que o Líbano se mantenha afastado dos eventos regionais e de suas repercussões", declarou.
Perguntado se as relações com Assad estão estremecidas, respondeu que só estão suspensas desde a detenção do ex-ministro de Informação libanês, Michel Samaha, em agosto de 2012 após ser acusado de elaborar um plano para cometer atentados no Líbano.
A guerra na Síria teve uma forte repercussão no Líbano, onde a população está polarizada entre partidários e críticos do regime de Damasco, e já ocorreram enfrentamentos, atentados e sequestros.

Do Terra

O ministro das Relações Exteriores do Irã disse neste domingo (29) que o direito de enriquecimento nuclear de urânio para fins pacíficos não um ponto a ser negociado nas conversas com os Estados Unidos, mas também afirmou que não há necessidade de enriquecer urânio a níveis necessários para uso militar.

http://1.bp.blogspot.com/-Tb2MTKVvv8Y/TpUYwPLJsHI/AAAAAAAABGk/zMHjE9Wuaas/s1600/iran-usa.jpg O chanceler Mohammad Javad Zarif afirmou que o Irã deseja abrir suas instalações nucleares para inspeções internacionais, mas acrescentou que os EUA precisam suspender as sanções econômicas em contrapartida a qualquer acordo que envolva o programa nuclear iraniano.
Em meio a uma intensificação dos esforços para resolver a disputa em torno do programa nuclear, Zarif disse enxergar uma "chance real" de acordo com os norte-americanos.
"As negociações estão postas na mesa para discutir vários aspectos do programa de enriquecimento do Irã. Nosso direito de enriquecer não é negociáveis", disse Zarif ao programa "This Week", da ABC.
Pelo telefone
Nesta sexta-feira (27), o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou ter falado pelo telefone com seu colega iraniano, Hassan Rohani, em uma histórica aproximação entre os dois países, o primeiro contato entre líderes das duas nações desde a revolução islâmica de 1979. A presidência iraniana confirmou o telefonema.
O Irã tem defendido seu direito de enriquecer urânio como parte de um programa civil de energia e medicina, mas os EUA e seus aliados têm procurado encerrar o enriquecimento de urânio em alto grau, pois classificam os esforços uma etapa para a produção de armas.

Do G1


Quando esteve no Brasil em 2012, ainda secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta falou na Escola Superior de Guerra e deixou claro qual seria a estratégia americana pós-Guerra Fria: construir alianças regionais sólidas, tendo o Brasil como forte opção no continente. A América do Sul, de seu lado, reage criando um instrumento coletivo, a União dos Países da América do Sul, a Unasul.

A mesma estratégia, de alianças regionais, sendo o Brasil primeira opção na América Latina, foi também a escolha de Kissinger quando secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional. Ele chegou a discuti-la com o nosso ministro do Exterior na época da ditadura militar, Azeredo da Silveira. Mas não foi adiante e é agora revivida com Kissinger, integrando um conselho de assessores do Departamento de Estado criado por Hillary Clinton, quando secretária de Estado.
http://3.bp.blogspot.com/-g1n7StSAWp0/UbAL_L8mhcI/AAAAAAAAebk/S59FGQVlrto/s320/LatuffPreSal.jpgMas a opção da América Latina é de fortalecimento de organismos regionais. A Unasul passa por cima do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca, o Tiar, usado pelos Estados Unidos para justificar o golpe de 1964 na Guatemala, o primeiro da Guerra Fria em nosso continente. O país centro- americano estava, na época, na versão americana, sob riscos de “ameaça comunista”. O Conselho de Defesa da Unasul já adotou medidas nas áreas de “transparência em sistemas e gastos militares”, fortalecendo sua autonomia.

As alianças regionais, do ponto de vista americano, se encaixariam em doutrinas de guerra do Pentágono. A vigente já estaria se esgotando. Pode ser resumida na convicção de que os Estados Unidos devem estar preparados para enfrentar, ao mesmo tempo, duas guerras de larga escala, como a do Iraque, tida até em Washington como uma guerra estúpida, e a do Afeganistão. De agora em diante, os Estados Unidos devem preparar-se para enfrentar qualquer tipo de ameaça, venha de onde vier, com o Pentágono só ou com acompanhantes.

Os estrategistas americanos, em seus devaneios bélicos, partem do fato de que pequenas guerras acontecem em várias partes do universo, com os Estados Unidos concentrados “erradamente” no Iraque e no Afeganistão. Mas constatam que não é fácil trocar de manuais. O Pentágono projetou a criação de um Comando Africano, semelhante ao Comando Sul, a cargo da América Latina e quase em desuso por imposição de ditames regionais. Desistiu porque nenhum país africano “relevante” aceitou abrigá-lo. O Pentágono e os seus, no entanto, com a necessária bênção de Obama, concluíram que é mesmo hora de concretizar mudanças.

Já conseguem colocar em campo as chamadas guerras por procuração. Um exemplo de peso é o dos etíopes lutando na Somália. Mais recentemente, a erupção terrorista no Quênia, com presença de somalis, e a inteligência atuante, como um dos meios de inserção. Como pano de fundo, um orçamento gigantesco do Pentágono, já ultrapassando os US$ 700 bilhões. Obama talvez queira, com isso, desfazer acusações de inimigos conservadores, “à direita”, de que é mole e despreparado em questões de segurança. São canceladas fabricações de cruzadores, de aviões de maior uso em guerras de larga escala e de satélites espiões.

Mas o Pentágono continuaria em condições de travar várias guerras ao mesmo tempo, inclusive a partir de seu território. Talvez as guerras no Iraque e no Afeganistão ainda não tenham se esgotado de todo em seus manuais, tampouco se conhece totalmente as reações do complexo industrial-militar beneficiário de contratos bilionários de armamentos de guerras pesadas.

Do Correio Braziliense - Via: Noticia Final


http://1.bp.blogspot.com/-Tb2MTKVvv8Y/TpUYwPLJsHI/AAAAAAAABGk/zMHjE9Wuaas/s1600/iran-usa.jpg
O secretário de Estado americano, John Kerry, disse neste domingo (29) que um acordo sobre o programa nuclear do Irã pode ser fechado relativamente rápido. Isso se o governo de Teerã provar que o programa não está sendo usado para a fabricação de bombas atômicas.
Os países ocidentais insistem há tempos que o Irã desenvolve armas nucleares, enquanto o país retruca que a natureza de seu programa é inteiramente pacífica.
De acordo com o político americano, as negociações para resolver o impasse sobre o programa nuclear iraniano podem resultar em um acordo dentro do período de três a seis meses, de acordo com o desejo do presidente do Irã, Hasan Rowhani.
"É possível haver um acordo antes disso, dependendo do quão acessível e claro o Irã estiver preparado para ser", disse Kerry, em entrevista ao programa "60 Minutes", da CBS.
"Se for um programa pacífico e todos pudermos ver isso, se o mundo inteiro vir isso, a relação com o Irã pode mudar drasticamente para melhor e de forma rápida", acrescentou.
Os Estados Unidos não considerarão a suspensão de sanções contra o Irã até que se verifique que um "processo claro, verificável e responsável" está em curso, disse o diplomata.
Para Kerry, abrir as usinas de enriquecimento nuclear subterrâneas, nas montanhas próximas à cidade de Qom, para inspeção internacional demonstraria que o Irã não tem ambições de produzir armas nucleares.
"Eles poderiam permitir imediatamente a inspeção da usina de Fordow, uma usina secreta subterrânea nas montanhas", disse Kerry.
"Eles poderiam assinar imediatamente protocolos adicionais da comunidade internacional sobre inspeções. Poderiam parar, voluntariamente, com o enriquecimento a um certo nível, porque não há necessidade de um enriquecimento de alto nível para um programa pacífico."
Os comentários de Kerry foram feitos em um contexto de melhora das relações entre Washington e Teerã nos últimos meses, que culminou com uma ligação telefônica entre Rowhani e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na sexta-feira (27).

Do UOL

FX-2: Saab tem nesete momento a sua melhor chance

Postado por Alina Stewart domingo, setembro 29, 2013 1 comentários

A possibilidade de adiamento da compra de 36 caças de combate para a Força Aérea Brasileira (FAB), programa conhecido como F-X2, pode reduzir as oportunidades oferecidas pela sueca Saab para desenvolver em conjunto a nova geração de seus caças Gripen.
Segundo o diretor da Saab no Brasil, Bengt Janer, a produção será iniciada em 2014, a partir de uma encomenda de 82 aeronaves feita pelos governos da Suécia e da Suíça. “Este é o momento ideal para a decisão de compra dos caças pelo Brasil, pois nos próximos dois anos a produção do Gripen NG estará a todo vapor”, afirmou. A proposta da Saab para o programa F-X2 prevê que 40% do caça e até 80% da sua estrutura sejam feitos no Brasil.
Já Jean-Marc Merialdo, representante do Consórcio Rafale Internacional no Brasil, formado pelas companhias francesas Dassault Aviation, Thales e Snecma, disse que se houver o adiamento de dois anos da compra de novos caças de combate, a empresa aproveitará este tempo para firmar novas parcerias estratégicas com empresas Brasileiras e ampliar a oferta de transferência de tecnologia.
O consórcio francês participa do programa F-X2 da FAB com o caça Rafale. O executivo disse desconhecer a possibilidade de adiamento da concorrência e que no próximo dia 30 termina o prazo de validade das propostas enviadas pelas três empresas que participam do programa F-X2.
“O pedido de extensão da validade das propostas, feito a cada seis meses, normalmente acontece dias antes do vencimento do prazo”, disse. Até o momento, segundo o executivo, a FAB ainda não teria feito o pedido. ”Não vemos problemas nisso”, disse.
Sobre as informações de que existem dificuldades nas negociações com os franceses quando o assunto envolve transferência de tecnologia, fator de maior peso na avaliação das propostas, Merialdo afirma que o consórcio francês oferece transferência de tecnologia abrangente e irrestrita e com garantias do governo da França. “Não precisamos de autorização de outros países para repassar nossas tecnologias”. O executivo ainda minimizou a proximidade entre a americana Boeing e a Brasileira Embraer. “Não vejo reflexos disso na compra dos caças”.
A diretora de comunicação da Boeing no Brasil, Ana Paula Ferreira, disse que a oferta da empresa americana para o programa mantém-se competitiva independentemente do cenário político. Trata-se, segundo a executiva, de uma questão a ser resolvida entre governos, sem nenhuma participação da Boeing.
FONTE: Valor Econômico - Via NOTIMP


O J-10 é um caça de terceira geração totalmente fabricado na China, mas ainda não foi exportado, devido à falta de licença emitida pelas autoridades chinesas.
Ma Zhiping, vice-presidente da estatal China National Aero-Technology Import & Export Corporation, comentou, em resposta a relatos da mídia exterior, que apenas um J-10 foi exportado para o Paquistão. Segundo ele “A obtenção de uma autorização nacional antes de exportá-lo é prioridade”.
O J-10 começou a ser projetado em 1984. Quatorze anos depois voava o primeiro protótipo. O jato entrou oficialmente em serviço em 2006.
“Podemos antecipar boas perspectivas de exportação, já que muitos potenciais clientes têm demonstrado grande interesse nele e no seu preço. Muitos asiáticos, Africanos e países da América Latina, que incluem usuários de caças chineses, da Era soviética e francesa, formam um uma clientela enorme”, disse Ma.
Há chances de que a exportação (do avião) será permitida e que certamente serão significativas. A exportação melhoraria a competitividade de mercado da China no comércio internacional de armas. Como os EUA e a Rússia estão ansiosos para promover seus jatos de terceira geração (F-15, F16, Su-27 e Su-30) em todo o mundo, enquanto os clientes da China, em contrapartida, ainda estão usando a segunda geração (J-7 ou J-8), disse Zhongping Song, um analista militar.
“A China tem agora aviões mais avançados (J-11 e J-11B) e está desenvolvendo a quarta geração (J-20 e J-31). Exportar nossa tecnologia não levará a qualquer vazamento”, observou Song, acrescentando que também seria eficiente para testar a maturidade da tecnologia e produtos através da exportação.
FONTE: Global Times – Via: CAVOK

Cerca de 170 militares desembarcaram na manhã desta segunda-feira, 23/9, na praia de Itaocá, no Espírito Santo. Eles participam da “Operação Felino”, exercício militar realizado pelo Ministério da Defesa brasileiro, em conjunto com países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
A operação, que ocorre até o próximo dia 26 no litoral capixaba, é comandada pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). O objetivo é treinar as Forças Armadas da CPLP para operações de paz e assistência humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU).
Oito Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf) foram utilizados hoje para o desembarque das tropas. De acordo com o comandante do Navio de Desembarque de Carro de Combate (NDCC) Almirante Saboia, Gilberto Santos Kerr, o objetivo é “realizar a projeção de veículos anfíbios para o treinamento dos militares” para a instalação de bases operacionais para servir como pontos de ajuda humanitária no cenário dos exercícios. Em solo, os exercícios fictícios seguem dando suporte ao desembarque como tomadas de locais estratégicos como aeroportos e rodovias.
Ao todo, participam do exercício cerca de 1.000 militares da Marinha, Exército e Força Aérea brasileira. Também contribuem integrantes de Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor Leste e Portugal da Força Tarefa Conjunta Combinada (FTCC).
Do MD

 A Marinha do Brasil já conta com o terceiro e último dos navios-patrulha oceânicos (NPaOc) adquiridos junto à BAE Systems, no Reino Unido. Nos últimos dias, a embarcação batizada de “Araguari” chegou à cidade do Rio de Janeiro – destino final da travessia. Durante um mês e meio, o navio passou por países africanos, onde foram realizados exercícios conjuntos de treinamento de ações antipirataria com as Forças Navais de nações-amigas.
Incorporado à Marinha em 21 de junho deste ano, em Portsmouth, na Inglaterra, o navio iniciou viagem em direção ao Brasil em 3 de agosto. Nesse período, foram feitas escalas em Lisboa (Portugal); e nos portos africanos de Mindelo (Cabo Verde), Lagos (Nigéria), Douala (Camarões), Malabo (Guiné Equatorial) e São Tomé (São Tomé e Príncipe).
O objetivo das visitas foi aproximar os países na troca de informações e na obtenção de sinergias para o reforço do controle e fiscalização das águas territoriais. A política de defesa brasileira enfatiza a importância do Atlântico Sul, alvo de cooperação para que a região continue sendo pacífica.
Agora, a embarcação está subordinada ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste. Junto com o “Amazonas” e o “Apa”, será usada para a proteção da chamada Amazônia Azul – área marítima de 4,5 milhões de quilômetros quadrados que corresponde, em tamanho, à Amazônia terrestre.
A principal característica desses meios é a flexibilidade, o que torna possível a utilização em tarefas como patrulha naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão às atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica.

Do MD

http://3.bp.blogspot.com/-O5rx2Eek-F0/Tno9WzdIMzI/AAAAAAAAADA/1uJQfVImquA/s1600/2011588963.jpgCarlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza. Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.
Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:
Do ponto de vista de Washington, o governo brasileiro não é exatamente amigável. Por definição e história, o Brasil é um país amigo que ficou do nosso lado durante a II Guerra Mundial e na Coréia, mas seu atual governo não é.
O embaixador pediu para não ter seu nome revelado, pois isso iria gerar um grande problema para ele. Mas autorizou que o jornalista, de quem é amigo, transcrevesse a conversa, sem citar a fonte. O embaixador conhece mais o nosso governo do que nossa imprensa, pelo visto. Diz ele (tradução livre):
Tudo que você tem a fazer é ler os registros do Foro de São Paulo e observar a conduta do governo brasileiro. Os amigos de Luis Inácio Lula da Silva, de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores são os inimigos dos Estados Unidos: a Venezuela chavista, pela primeira vez com (Hugo) Chávez e agora com (Nicolás) Maduro; Cuba de Raúl Castro, Irã, a Bolívia de Evo Morales, Líbia nos tempos de Kadafi; Síria de Bashar Assad.
Em quase todos os conflitos, o governo brasileiro concorda com as linhas políticas da Rússia e da China, em oposição à perspectiva do Departamento de Estado dos EUA e da Casa Branca. Sua família ideológica mais parecida é a dos BRICS, com quem ele tenta conciliar sua política externa.
A grande nação sul-americana não tem nem manifesta a menor vontade de defender os princípios democráticos que são sistematicamente violados em Cuba. Pelo contrário, o ex-presidente Lula da Silva, muitas vezes leva os investidores a ilha para fortalecer a ditadura dos Castros. O dinheiro investido pelos brasileiros no desenvolvimento do super-porto de Mariel, próximo a Havana, é estimado em US $ 1 bilhão.
A influência cubana no Brasil é secreta, mas muito intensa. José Dirceu, ex-chefe de gabinete e o ministro mais influente de Lula da Silva, tinha sido um agente dos serviços de inteligência cubanos. No exílio em Cuba, ele teve o rosto cirurgicamente alterado. Ele voltou para o Brasil com uma nova identidade e funcionou nessa condição até que a democracia foi restaurada. De mãos dadas com Lula, ele colocou o Brasil entre os principais colaboradores com a ditadura cubana. Ele caiu em desgraça porque ele era corrupto, mas nunca recuou um centímetro de suas preferências ideológicas e de sua cumplicidade com Havana.
Algo semelhante está acontecendo com o profesor Marco Aurélio Garcia, atual assessor de política externa de Dilma Rousseff. Ele é um contumaz anti-ianque, pior do que Dirceu mesmo, porque ele é mais inteligente e teve uma melhor formação. Ele fará tudo o que puder para frustrar os Estados Unidos.
Mas isso não é tudo. Há outras duas questões sobre as quais os Estados Unidos querem ser informados sobre tudo o que acontece no Brasil, pois, de uma forma ou de outra, elas afetam a segurança dos Estados Unidos: a corrupção e as drogas.
O Brasil é um país notoriamente corrupto e tais práticas afetam as leis dos Estados Unidos de duas maneiras: quando os brasileiros utilizam o sistema financeiro americano e quando eles competem de forma desleal com empresas norte-americanas, recorrendo a subornos ou comissões ilegais.
A questão das drogas é diferente. A produção de coca boliviana se multiplicou cinco vezes desde que Evo Morales assumiu a presidência, e a saída para essa substância é o Brasil. Quase tudo acaba na Europa, e os nossos aliados nos pediram para obter informações. Essa informação, por vezes, está nas mãos de políticos brasileiros.
A pergunta final feita por Montaner foi se o governo americano continuaria espionando o brasileiro. A resposta do embaixador não poderia ser mais objetiva: “Claro, é nossa responsabilidade para com a sociedade americana”.

De Veja 


A Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, em inglês) cruza dados de telefones, redes sociais, contas bancárias e do sistema de posicionamento global (GPS) permitindo que se trace o perfil dos usuários de internet, informou o jornal americano "The New York Times" neste sábado.
A publicação obteve mais uma série de documentos do ex-prestador de serviços Edward Snowden, que desde junho revela detalhes sobre a espionagem exercida pelo governo americano. A descoberta do monitoramento causou constrangimento interno e crise diplomática com alguns países, dentre eles o Brasil.

De acordo com os documentos obtidos pelo jornal, a NSA fez um programa que permite estabelecer 94 perfis de indivíduos e 164 tipos de relacionamento, a partir do cruzamento de metadados de telefones, contas de e-mail, endereços IP, redes sociais, registros bancários e de pagamento de impostos, além do GPS.

Compilando essas informações, a agência consegue identificar os padrões de comportamento dos usuários pesquisados, como os amigos e pessoas relacionadas, laços a entidades políticas ou religiosas, além de monitorar os movimentos.

As informações são obtidas por outros programas usados pela NSA e combinadas no Mainway, que junta os chamados metadados (registros de ligações e conexões) feitos por fibra ótica, parceiros empresariais (como empresas de internet) e hackeando computadores e servidores.

Segundo o documento, o Mainway foi criado em 2009, com a capacidade de compilar dados de 700 milhões de ligações telefônicas por dia. Em agosto de 2011, esse sistema foi reforçado e pôde captar mais 1,1 bilhão de dados diários dos celulares americanos.

No entanto, a intenção da NSA é alcançar 20 bilhões dos "eventos de gravação", como são denominados os metadados usados na pesquisa. A informação está em um documento secreto entregue à Comissão de Orçamento do Congresso americano para que fosse aprovada a verba para a agência.

Americanos

Segundo a agência, o sistema contribuiu para a investigação de cidadãos americanos sem que fosse ferida a Constituição, que garante o sigilo ao conteúdo das comunicações. Fontes dos serviços de inteligência afirmam que os agentes ficavam frustrados quando espiavam um estrangeiro e e encontravam elo com um americano.

Com o Mainway e outras ferramentas de metadados, eles puderam traçar o perfil do americano procurado sem precisar violar o conteúdo de suas comunicações. Isso facilitou as investigações de casos de terrorismo e está previsto no chamado Ato Patriótico, desde que seja feito após decisão judicial.

Não há informações, no entanto, se esse sistema investigou americanos que não tinha envolvimento com o terrorismo, assim como outros programas da NSA. A reportagem do "New York Times" não menciona o alcance do monitoramento em relação aos estrangeiros.

Crise diplomática

A espionagem de dados de internet provocou constrangimento interno ao presidente Barack Obama e uma série de crises diplomáticas. O mandatário cancelou uma visita a Moscou porque o presidente Vladimir Putin concedeu asilo temporário a Edward Snowden, que delatou o monitoramento.

As relações de Washington com a União Europeia também foram abaladas, especialmente com a chanceler alemã, Angela Merkel, que manifestou sua contrariedade durante a visita de Obama a Berlim. No Brasil, a presidente Dilma Rousseff cancelou a visita que faria aos EUA por causa da espionagem a ela e à Petrobras.

Na última terça , Dilma pediu na Assembleia-Geral da ONU chamou a espionagem de "uma grave violação dos direitos humanos e das liberdades civis; de invasão e captura de informações sigilosas relativas a atividades empresariais e, sobretudo, de desrespeito à soberania nacional".

Conforme a brasileira, o Brasil "fez saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão".

A Avibrás, de São José dos Campos, formalizou há poucos dias, em Jacarta, na Indonésia, um contrato avaliado em R$ 900 milhões para fornecer lançadores Astros II de foguetes de saturação ao exército do País. A encomenda, cobre 36 veículos blindados disparadores, unidades de apoio e suprimentos. As entregas serão feitas em etapas até 2016. O protocolo inicial foi assinado dia último dia 8 de novembro de 2012 com grande festa -todavia, depois disso, o negócio passou por nove meses críticos, tempo gasto para a obtenção da carta de fiança para o processamento do crédito e de certidões específicas. Houve dificuldades nessa etapa porque a Avi-brás ainda se está em recuperação judicial Embora tenha lastreado a demanda com o próprio contrato, além de itens patrimoniais, a avaliação do procedimento foi longa; O presidente da empresa, Sami Hassuani, diz que "atualmente, existe apoio decisivo dos Ministérios da Defesa e da Fazenda. Ainda na obtenção das garantias de contrato, não obstante a legislação do setor precise ser atualizada para dar a rapidez da atualidade às transações". Para Hassuani, também o custo, uma espécie de prêmio que se paga pelas cartas de abonamento, deve ser reduzido. "Esse valor, no Brasil, é ao menos quatro vezes mais caro que o praticado no mercado e demora de quatro a cinco meses para ser obtido, ante uma semana apenas no meio internacional". A Indonésia está levando para sua força terrestre, a versão Mk-6, a mais avançada do lançador de foguetes Astros-2, Vai equipar com ela dois batalhões especializados do Exército. 
O contrato é amplo: cobre as carretas lançadoras e os blindados que abrigam as centrais de comunicações, comando e controle, mais viaturas para o radar de coordenação, junto das unidades de meteorologia. O sistema emprega os foguetes da família AV, com alcances entre 9 e 100 quilômetros. Os modelos maiores, os AV-SS e AV-SS-80, podem receber ogivas múltiplas, levando até 70 pequenas granadas que são dispersadas sobre o alvo no momento do ataque. A configuração escolhida pelos indonésios ainda não é a série 2020, definida como estratégíca pelo Exército brasileiro, e que utilizará mísseis de cruzeiro para atingir objetivos a 300 quilômetros. O projeto considera um novo foguete guiado com possibilidade variada de configuração. O programa é prioritário no Ministério da Defesa, incluído no PAC-Equipamentos. pela presidente Dilma Rousseff. Foram liberados R$ 45,3 milhões para a fase inicial o custo total é de R$ 1,09 bilhão. O Astros da Indonésia sairá da fábrica com pesada carga eletrônica. Isso permitirá a futura incorporação da nova munição inteligente que cumpre atualmente as etapas de certificação - é o caso do míssil, por exemplo. O ministro da Defesa, Celso Amorim, sustenta que "a Indonésia tem grande importância no contexto mundial e é um parceiro do Brasil que anteriormente comprou aviões Super Tucano da Embraer. A aviação.de Jacarta adquiriu o turboélices, no arranjo de ataque leve, vigilância eletrônica e apoio à tropa terrestre. 

Para cumprir o contrato, a Avibrás instalou um time técnico na capital indonésia. E o segundo escritório da empresa na região. O primeiro é o de Kuala Lumpur, na Malásia, onde o Astros faz parte de um comando estratégico desde 2010. A encomenda do exército malaio bateu em R$ 500 mílhões. A concorrência na Indonésia foi muito pesada, diz o presidente da empresa, Sami Hassuanl A negociação começou em 2008 e exigiu "agilidade e prova de capacidade o tempo todo". O contrato de US$ 405 milhões era disputado por fabricantes da Rússia e da Turquia. Hassuani acredita que o relacionamento com cliente será longo: "Nossa convivência é baseada em interesses comuns, e vai se estender por 30 anos A Esse tempo, no entendimento do mercado de equipamento militar, é dedicado ao aperfeiçoamento tecnológico, encomendas suplementares e sobretudo ao atendimento de novas parcerias. O impacto da encomenda indonésia será grande no polo industrial de São José dos Campos. Na Avibrás serão criadas 300 empregos diretos e outros na cadeia dos fornecedores, quase todos da região do Vale do Paraíba. 

Do: Defesanet - Via VAE VICTIS


“Às vésperas do leilão de ‘Libra’, a estatal presidida por Graça Foster mostra força e credibilidade. Nova bacia pode conter 3 bilhões de barris "in situ" ou mais. Com as taxas médias de recuperação do Brasil, o campo poderia produzir 1 bilhão de barris, disse um especialista do setor petrolífero à agência Reuters. A notícia já corre o mundo. A descoberta é muito grande e, caso seja desenvolvida, poderia transformar a economia não apenas do nosso Estado, mas de toda região", disse o subsecretário de Desenvolvimento Energético do governo de Sergipe, José de Oliveira Júnior. A Petrobras aumenta reservas e cacife”.

Por Jeb Blount, da agência norte-americana de notícias “Reuters”

“Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de um bilhão de barris de petróleo, disseram à Reuters fontes do governo e da indústria, reforçando esperanças de que a região se tornará em breve a maior nova fronteira petrolífera do país.

A Petrobras e a “IBV Brasil”, uma joint venture igualmente dividida entre as indianas “Bharat Petroleum” (BPCL) e a “Videocon Industries”, avaliaram que o bloco marítimo de exploração SEAL-11 contém grandes quantidades de gás natural e petróleo leve de alta qualidade, segundo cinco fontes do governo e da indústria com conhecimento direto sobre os resultados da perfuração.

O bloco SEAL-11 e suas áreas adjacentes, a 100 quilômetros da costa do Estado de Sergipe, podem conter mais de 3 bilhões de barris de petróleo "in situ", segundo duas das fontes. Se confirmada, a descoberta seria uma das maiores do ano no mundo. A Petrobras detém 60 por cento do SEAL-11, enquanto a IBV possui 40 por cento.

A Petrobras tem apostado, desde que comprou os direitos de perfurar a área há uma década, que as águas de Sergipe possuem grandes quantidades de petróleo e gás. Como operadora do bloco, a Petrobras registrou descobertas na área junto à “Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis” (ANP) nos últimos anos, conforme é exigido por lei, mas ainda tem que anunciar suas estimativas sobre o tamanho potencial da reserva. A última perfuração deixa claro o quão grande a descoberta pode ser, disseram as fontes.

A área, onde a Petrobras está agora perfurando poços de avaliação, também oferece a oportunidade de aumentar a produção brasileira, com reservas de perfuração mais fácil e barata do que no pré-sal, gigantesca reserva em águas profundas, no litoral do Sudeste brasileiro. A primeira produção em SEAL-11 e suas áreas adjacentes é esperada para 2018, disse a Petrobras em nota.

"Sergipe, sem dúvidas, tem um grande potencial e excelentes perspectivas", disse à Reuters uma fonte do governo brasileiro com conhecimento direto sobre as descobertas da Petrobras e da IBV e de seus planos de desenvolvimento. "Eu diria que Sergipe é a melhor área do Brasil em termos de perspectiva depois do pré-sal."
Pré-sal é o nome dado a uma série de reservas de petróleo preso muito abaixo do leito marinho, sob uma camada de sal, nas Bacias de Campos e Santos.

As estimativas e perspectivas sobre Sergipe às quais a Reuters teve acesso se baseiam em, pelo menos, dez indícios de petróleo e gás em sete poços, conforme comunicados enviados à ANP desde 16 de junho de 2011.

Em respostas enviadas por email, a Petrobras declinou dizer quanto petróleo estima haver em SEAL-11 e seus blocos adjacentes, mas disse que 16 poços perfurados desde 2008 na região de águas profundas de Sergipe encontraram vários acúmulos de petróleo, "que compõem uma nova província de petróleo na região".

O número exato somente será conhecido quando os planos de avaliação forem concluídos em algum momento de 2015, disse uma fonte da BPCL na Índia sob condição de anonimato. Alguns especialistas da indústria acreditam que os testes podem demorar mais, pelo fato de a Petrobras estar atualmente sobrecarregada com outros investimentos gigantescos e estar enfrentando dificuldades para levantar fundos.

A fonte da BPCL disse que o SEAL-11, provavelmente, possui entre 1 e 2 bilhões de barris de "petróleo in situ", um termo que inclui reservas impossíveis de recuperar e aquelas que podem ser economicamente produzidas. O volume pode aumentar quando as reservas nos blocos subjacentes forem incluídas.

Se a área revelar possuir 3 bilhões de barris "in situ" ou mais, ela seria capaz de produzir 1 bilhão de barris, com base nas taxas de recuperação do Brasil, de 25 a 30 por cento do petróleo existente, disse um especialista do setor petrolífero com conhecimento direto sobre o programa de perfuração.

A Petrobras e seus parceiros continuam a perfurar a área e solicitaram que a ANP aprove 8 planos de avaliação de descoberta para a região marítima, último passo antes do campo ser declarado comercialmente viável.

GIGANTE OU SUPER GIGANTE?

Além de SEAL-11, a Petrobras fez, pelo menos, mais oito descobertas no bloco vizinho SEAL-10, que é 100 por cento de propriedade da estatal brasileira, e mais duas descobertas no bloco SEAL-4, com 75 por cento detidos pela Petrobras e 25 por cento pela indiana “Oil & Natural Gas Corp” (ONGC), segundo dados da ANP.

As descobertas não indicam, necessariamente, que há petróleo ou gás em quantidades comerciais. Todo óleo e gás encontrados durante perfurações, por mais insignificantes, devem ser comunicados à ANP.

A relutância da Petrobras para estimar as reservas no campo de Sergipe não é incomum na indústria do petróleo, onde muitas empresas só confirmam as estimativas de reservas após extensas perfurações.

Tal atitude, no entanto, contrasta com a avidez das autoridades brasileiras em enaltecer a área super gigante de “Libra”, no pré-sal da Bacia de Santos. Em maio, a ANP disse que “Libra” possui de 8 a 12 bilhões de barris de óleo recuperável, com base na perfuração de um único poço. O governo planeja leiloar os direitos de produção em “Libra”, maior descoberta petrolífera do Brasil, em 21 de outubro.

Caso a descoberta de Sergipe seja confirmada, o petróleo e o gás encontrados em SEAL-11 podem se tornar a primeira descoberta brasileira "super gigante" (na casa dos bilhões de barris) fora da região do pré-sal, onde “Libra” está localizada.

Recentes perfurações também sugerem que um campo gigante de gás natural pode se estender para muito além de SEAL-11, com gás suficiente para suprir todas as necessidades atuais do Brasil "durante décadas", disse uma das fontes.

Mesmo que o volume recuperável em Sergipe fique na categoria "gigante", ou seja, na faixa das centenas de milhões de barris, a área ainda seria a primeira grande descoberta marítima no Nordeste do Brasil, uma das regiões mais pobres do país.

"A descoberta é muito grande e, caso seja desenvolvida, poderia transformar a economia do nosso Estado e da nossa região", disse à Reuters o subsecretário de Desenvolvimento Energético do governo de Sergipe, José de Oliveira Júnior.

Oliveira Júnior disse que não poderia dar uma estimativa do tamanho das reservas em SEAL-11, mas que elas são tão grandes que a Petrobras teria dito ao governo que, provavelmente, não será capaz de considerar o desenvolvimento da área por cerca de seis anos.

Autoridades em Sergipe estão ansiosas para desenvolver a área rapidamente. Petróleo, há muito tempo, tem sido produzido no Estado, principalmente em terra, mas os volumes são pequenos. A produção mensal em Sergipe é menor do que os maiores campos brasileiros produzem em uma questão de horas.

Os frutos da descoberta, no entanto, podem levar anos para chegar até aos acionistas e residentes de Sergipe, apesar de sua proximidade da costa, da qualidade do óleo e de os reservatórios de menor complexidade sugerirem que seria mais barata para desenvolver do que os campos gigantes do pré-sal, disseram as fontes.

Situada em áreas com rochas mais porosas e permeáveis, o óleo leve poderia ser relativamente mais fácil de ser extraído em relação ao petróleo do pré-sal, mais pesado e preso em rochas mais compactas, disse uma fonte da indústria no Brasil.

FONTE:
escrito por Jeb Blount, da agência norte-americana de notícias “Reuters”. Reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro, Prashant Mehra em Mumbai e Nidhi Verma em Nova Délhi. Transrito no jornal online “Brasil 247”  (http://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/116058/Petrobras-descobre-3-bi-de-barris-em-Sergipe.htm).

COMPLEMENTAÇÃO (do blog “Fatos e DadOS” da Petrobras:

BACIA SERGIPE-ALAGOAS: RESPOSTA À IMPRENSA


Leia o posicionamento enviado aos veículos de imprensa sobre exploração na Bacia de Sergipe-Alagoas/SEAL-11:

“A campanha de exploração em Sergipe, iniciada em 2008, apresentou 16 poços perfurados na área, sendo 13 portadores de hidrocarbonetos. Atualmente, as descobertas se encontram em fase de delimitação.

As recentes descobertas de petróleo leve em águas ultraprofundas – com destaque para as acumulações de “Moita Bonita”, “Barra”, “Farfan” e “Muriú” – se configuram como uma nova província petrolífera na região.

Com o objetivo de tornar viável o primeiro óleo dessa província, previsto para 2018, os consórcios, liderados pela Petrobras, elaboraram os “Planos de Avaliação das Descobertas” (PAD) para cada uma das novas acumulações identificadas na Bacia Sergipe-Alagoas.
Foram encaminhados 8 “Planos de Avaliação de Descoberta” para a “Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis” (ANP), sendo que já foi declarada a comercialidade do “Campo de Piranema” e três PAD já estão em execução.

Os “Planos de Avaliação de Descobertas” aprovados até o momento são os de “Papangu”, “Moita Bonita”, que já tem seu primeiro poço de extensão em perfuração, e “Barra” (1-SES-158), que teve as expectativa iniciais comprovadas com a perfuração de dois poços de extensão.”

A não ser que haja uma reviravolta no escândalo de espionagem eletrônica protagonizado pelos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff está praticamente convencida a adiar para 2015 a compra de novos caças à Força Aérea Brasileira (FAB), deixando o capítulo final da novela em torno do projeto FX-2 para um eventual segundo mandato.
Segundo auxiliares diretos da presidente, a decisão já estava muito perto de ser tomada, a favor da americana Boeing. Mesmo com as manifestações de junho e com as dificuldades orçamentárias, Dilma ainda estava disposta a fechar negócio para adquirir um lote inicial de 36 caças F-18 Super Hornet, avaliado em pelo menos US$ 5 bilhões. A revelação de que ela teria sido alvo direto de espionagem pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos mudou completamente o humor de Dilma, que já confidenciou a assessores sua intenção de não assinar nenhum contrato nos próximos meses.
Nas palavras de um auxiliar, se o presidente Barack Obama “tivesse entregado uma pasta com todas as escutas e emails interceptados” de Dilma e da Petrobras, teria sido mantida a visita de Estado a Washington e ainda havia possibilidades reais de levar adiante o negócio. Apenas uma mudança radical de postura da Casa Branca seria capaz de reabrir imediatamente a última fresta para um acordo com a Boeing, mas a chance de avanços em 2014 é “zero” porque “não se anuncia compra de caças em ano eleitoral”, segundo fontes do Palácio do Planalto. Com isso, a decisão fica automaticamente para 2015, em um segundo mandato da petista ou cabendo a quem lhe suceder.
O novo cenário do FX-2, no entanto, não inverte a balança para o lado dos franceses. No governo Lula, a escolha dos caças Rafale chegou a ser cantada pelo ex-presidente brasileiro, quando recebeu o colega francês Nicolas Sarkozy no país, em 2009. De lá para cá, o favoritismo da Dassault – fabricante do jato – se esvaiu, diante da proximidade cada vez maior entre Boeing e Embraer.
O Palácio do Planalto recebeu relatos de que já houve um mal-estar entre a francesa DCNS e a Marinha envolvendo a transferência de tecnologia no contrato para a construção de quatro submarinos de propulsão convencional. O contrato abrange também a parte não nuclear – como o casco – do primeiro submarino nuclear brasileiro. A percepção de problemas recentes desestimula a equipe presidencial a apostar em uma nova parceria de longo prazo com a França, com os caças, numa encomenda inicial de 36 jatos, mas que pode chegar a 124 unidades no longo prazo.
Dilma também recebeu a informação de que o governo indiano, após um acordo para adquirir até 126 caças em um período de dez anos, enfrenta dificuldades na absorção de tecnologia pela Dassault. Essa foi a primeira venda dos caças Rafale a um país estrangeiro e a experiência da Índia é acompanhada com atenção pelos assessores presidenciais.
Os caças suecos Gripen, terceira opção entre os finalistas do FX-2, são vistos no Planalto como um “projeto” e ainda não convenceram o entorno político de Dilma. Até agora, a ofensiva da fabricante Saab não foi capaz de desfazer a percepção de que sua escolha seria uma espécie de tiro no escuro, embora o próprio governo da Suécia já tenha encomendado 60 unidades do Gripen NG (New Generation) – a Suíça adquiriu outros 22 jatos. Os caças têm entrega a partir de 2018.
A Saab busca usar a seu favor o fato de que o caça ainda está em desenvolvimento. Caso Dilma se decida pelo Gripen NG, a fabricante sueca promete a produção de 80% da estrutura do avião no país. Também oferece o financiamento integral para os equipamentos, de forma a aliviar o orçamento da FAB, com o início do pagamento seis meses após a entrega da última das 36 unidades – ou seja, daqui a cerca de 15 anos.
Um dos fatores citados no governo contra uma decisão imediata é a falta de espaço fiscal para encomenda desse porte. O financiamento a longo prazo resolve uma parte do problema, ao evitar desembolso da Aeronáutica nos próximos anos, mas pode ter efeito no cálculo da dívida.
As manifestações populares de junho são apontadas por alguns observadores como mais um complicador, que ajudaram no adiamento do leilão do trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas. O Planalto, entretanto, não aponta os protestos de rua como elemento-chave na decisão de Dilma sobre os caças.
O novo adiamento cria um problema concreto para a proteção do espaço aéreo: a FAB conseguiu prolongar a vida útil dos caças Mirage 2000 C/D usados que comprou da França, em 2005, mas o ciclo operacional dos jatos termina inevitavelmente no fim deste ano. Eles serão desativados, em definitivo, e não há mais nenhum caça de interceptação disponível na frota da Aeronáutica.
Para remediar o problema, a Embraer está modernizando e adaptando caças F-5, usados tradicionalmente para defesa aérea e ataque ao solo. Eles complementam, mas não eliminam a necessidade de compra dos novos aviões, que são de múltiplo emprego e de geração superior.
Em 2005, após sepultar a primeira versão do projeto FX, o governo Lula decidiu comprar um lote de 12 Mirage usados para não ficar unicamente na dependência dos caças F-5. É esse o dilema que reaparece agora, fazendo surgir novamente especulações em torno da compra de outro lote de aviões usado, como solução “tampão” até o desfecho da concorrência.
A compra dos novos caças se transformou numa novela que já dura mais de 13 anos e atravessou governos de três presidentes diferentes. Alegando que sua prioridade de gastos era com o Fome Zero, Lula extinguiu o primeiro processo de disputa, batizado como FX. Na época, a Dassault era favorita, oferecendo os caças Mirage 2000/BR. Corriam por fora os russos da Sukhoi.
O sepultamento da primeira concorrência foi até bem vista pelos militares, diante da constatação de que surgia uma nova geração de caças. Isso permitiu, na reabertura da disputa em 2008, quando passou a ser chamada de FX-2, a apresentação de propostas com aviões mais modernos.
Dilma, assim que assumiu, desacelerou o processo de decisão e evitou dar um desfecho nos dois primeiros anos de mandato. Nos últimos anos, havia grande expectativa de que finalmente o martelo fosse batido. Em agosto, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, o comandante da FAB, tenente-brigadeiro Juniti Saito, havia declarado que a decisão da presidente seria tomada “em curto prazo”.
O ministro da Defesa, Celso Amorim, também vinha dando indicações de que a escolha final estava prestes a ser feita. Depois do anúncio, ainda há negociações até a assinatura do contrato.

Do: Valor Econômico via CAVOK

Nota: Aqueles que acham que a espionagem americana é bobagem eu lhes convido a um breve exercício de imaginação: O que nos aconteceria se fôssemos nós os bisbilhoteiros?

Este Airbus A320-214 com a matricula de teste Axai (cn 5801) foi fotografado na ultima segunda-feira (23/09) no aeroporto de Hamburgo Finkenwerder, Alemanha (XFW). A aeronave realizou um vôo com a fuselagem sem pintura, e com a cauda revestida das cores da LAN, mas nas naceles do motor tem o nome "Brasil", no mesmo estilo usado pela TAM. Segundo o AeroHobby, este Airbus receberá o registro chileno CC-BFR.

A imagem surge em meio a informação que a companhia aérea LAN Argentina, subsidiária da Latam, obteve uma liminar da Justiça argentina, nesta sexta-feira (27/09), que suspende a resolução do Organismo Regulador do Sistema Nacional de Aeroportos (ORSNA) de retirá-la do hangar que ocupa em um dos aeroportos de Buenos Aires, o Aeroparque Metropolitano Jorge Newberry, distante apenas dois quilômetros do centro da capital. (aqui)

By Vinna Com informações do TODA LA AVIACION

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