Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

O acordo de fusão anunciado nesta quarta-feira (2) pela Oi e a Portugal Telecom pode ajudar a reduzir as dívidas da companhia e tornar a operadora brasileira mais competitiva. Por outro lado, a criação da multinacional CorpCo sepulta definitivamente o projeto de criar uma "supertele verde e amarela", com sócios majoritários brasileiros, segundo analistas do setor ouvidos pelo G1.
"O projeto como foi concebido inicialmente pelo governo, de uma tele puramente brasileira, 100% nacional, com ambições internacionais, isso foi enterrado hoje", avalia Ari Lopes, da Informa Consultoria. "O que vem no lugar, entretanto, é algo bem mais realista, factível e positivo, pois a Portugal Telecom é o único sócio do grupo de controle que é do ramo, e é uma empresa que conhece o Brasil e tem visão de longo prazo", completa.

Em 2008, a Oi (antiga Telemar), uniu-se à Brasil Telecom. Para que a operação fosse realizada, porém, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) precisou alterar o Plano Geral de Outorgas de Serviços de Telecomunicações (PGO). Além disso, o governo federal mobilizou bancos estatais e fundos de pensão, que ajudaram a financiar a reestruturação acionária da empresa, que tem como maiores acionistas nacionais, a Andrade Gutierrez e a La Fonte, de Carlos Jereissati.
Para o consultor de telecomunicação Virgilio Freire, ex-presidente de Vésper, a ideia de supertele começou a ruir em 2010, quando a Portugal Telecom adquiriu uma participação de 22,4% do capital da Oi, num negócio estimado em R$ 8,4 bilhões.

"Essa ideia que o Lula tinha de campeões nacionais foi literalmente para o brejo. A Oi nunca esteve bem e em condições de se internacionalizar. Não tem operação boa e está nas mãos de grupos privados que só entraram lá para ter lucro", critica o consultor.
Para Ari Lopes, a fusão deverá trazer mais estabilidade para a gestão da Oi e maior tranquilidade ao mercado. "Os sócios estavam ali basicamente querendo retorno sobre o investimento. Reflexo disso é que mesmo com a receita caindo e lucro baixo, a Oi nunca nunca mudou a política de pagamento de dividentos, o que é problematíco num setor que precisa investir capital intensivo", diz.
Setores do mercado já especulavam sobre a união das duas companhias, em apostas que foram reforçadas depois de de junho, quando o executivo Zeinal Bava deixou o comando da Portugal Telecom para presidir a Oi.
Empresa brasileira ou portuguesa?
O acordo anunciado nesta quarta prevê um aumento de capital de pelo menos R$ 13,1 bilhões na operadora brasileira e a criação de uma operadora multinacional com operações envolvendo uma população de 260 milhões de pessoas e mais de 100 milhões de clientes, incluindo Brasil, Portugal e países da África.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a maior parte do capital da nova empresa vai continuar na mão de investidores brasileiros. Os analistas consultados pelo G1, porém, afirmam que ainda há dúvidas sobre a divisão acionária da companhia.
"Como vai ter capital dos dois lados, não está claro. Mas eu diria que se vai ser uma empresa luso-brasileira", analisa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, destacando que o acordo de fusão prevê aumento de capital, o que pode diluir participação de alguns dos atuais acionistas. "O grande desafio da nova empresa será o mercado brasileiro, que é grande, exige altos investimentos, e a Oi tem um endividamento alto", completa.
O ex-ministro das Comunicações e sócio da Orion Consultores, Juarez Quadros, avalia que, por enquanto, a maior parcela de ações da futura nova empresa pende mais para o lado brasileiro. "Como a companhia será listada no segmento Novo Mercado da Bovespa, as ações serão muito pulverizadas. Mas eu diria que se trata agora de uma supertele luso-brasileira", afirma.
Para ele, o discurso em defesa de uma supertele nacional foi feito muito mais com o objetivo de garantir a fusão entre a Oi e a Brasil Telecom. "É impossível garantir uma empresa genuinamente nacional, exceto em países muito fechados", diz Quadros, que considerou a nova união positiva.
"A Oi passará a ter agora uma projeção multinacional, vai passar a operar além da fronteira e tem a seu favor o fato do Brasil ser a principal aposta para novos aportes e o mercado que a Portugal Telecom mais vê potencial de crescimento", avalia.
Capital pulverizado e gestão 'mais portuguesa'
As companhias afirmaram que os atuais acionistas da TelPart (Telemar Participações), controladora da Oi, e um veículo de investimento administrado e gerido pelo BTG Pactual, participarão da operação de aumento de capital com subscrição de cerca de R$ 2 bilhões. Ao final do processo, acionistas da Portugal Telecom terão 38,1% da CorpCo.
Para Ari Lopes, apesar da pulverização do capital, a gestão e direção estratégica da nova companhia deve acabar sendo definida pela parte portuguesa. "É preciso aguardar para ver como é que os parceiros e fundos de pensão vão se posicionar, mas se será mais brasileira ou mais portuguesa é mais ou menos como perguntar hoje se a InBev (empresa resultante da fusão entre a belga Interbrew e a brasileira AmBev) é brasileira", compara o consultor.
Em entrevista, Zeinal Bava, que será o CEO da CorpCo e suas subsidiárias, afirmou que foi identificado na operação de fusão "mais de R$ 5 bilhões em sinergias".
O consultor Virgilio Freire afirma ter dúvidas de que a união, mesmo após a reestruturação das companhias e provéveis cortes, resultará em aumenta da lucratividade. "É uma fusão do coxo com o manco, não pode dar uma boa coisa", opina.
Para Lopes, da Informa, além dos ganhos operacionais, a união também poderá ajudar as companhias na relação com os seus credores. "Os dois grupos estão com problemas de dívidas. Separados e endividados, poderiam seguir o caminho de uma Telecom Itália, com alguma gigante chegando para comprar os pedaços. Juntos, começam a dar uma resposta mais forte para o mercado e se começa a ter uma perspectiva de redução de custos", conclui.

Do G1

O museu do Holocausto de Jerusalém declarou, pela primeira vez, "justo entre as nações" um cidadão árabe, um médico que ajudou a salvar judeus durante o regime nazi de Adolf Hitler, informou hoje a entidade em comunicado.

Mohamed Helmy era um médico egípcio que viveu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e que, com a ajuda de uma mulher alemã que também recebeu o mesmo título, ajudou a salvar uma família judaica do Holocausto.

Nasceu em Cartum em 1901 e morreu em Berlim em 1982 e é o primeiro árabe a receber o título com o qual o povo judeu homenageia pessoas de outras nacionalidades que prestaram auxílio aos judeus durante esse período de perseguição e genocídio.
Mohamed Helmy -um árabe agora " Justo entre as Nações"
De acordo com o comunicado, Helmy chegou à Alemanha em 1922 para estudar medicina, e depois trabalhou num instituto médico berlinense até 1937, ano em que foi despedido por ser árabe.

Perseguido pelo regime nazi e discriminado - não pode trabalhar no serviço médico alemão -, Helmy levantou a voz contra as políticas racistas nazis e acolheu uma família de judeus desde que começaram as perseguições em Berlim até ao fim da guerra.

"Era um bom amigo da família e escondeu-me numa cabana que tinha no bairro de Buch, em Berlim (...) a [polícia política] Gestapo sabia que Helmy era nosso médico (...) ele conseguiu eludir todos os interrogatórios e quando era preciso levava-me para a casa de amigos, onde podia ficar, apresentando-me como uma prima de Dresden", escreveu depois da guerra Ana Gutman, uma das pessoas que beneficiou da ajuda.

O médico também contribuiu para salvar outras três pessoas da família de Gutman, oferecendo assistência médica e proteção de vários amigos.
 
Em 1944, um dos três judeus foi capturado pelos nazis e no interrogatório contou que Helmy era quem os ajudava e escondia Ana Gutman. Nesta ocasião, o médico conseguiu também escapar à polícia nazista.

O caso de Helmy e de Frieda Szturmann, a alemã que o ajudava, chegou ao museu do Holocausto através de umas cartas encontradas recentemente no Senado de Berlim, ao qual a família Gutman tinha escrito nos anos 1950 e 1960 para dar a conhecer os seus salvadores.

O museu vai expor a medalha e o diploma de reconhecimento de Helmy, até encontrar descendentes do médico.

Do Noticias ao minuto - Via A Vida no Front



Uma aeronave Kfir da Força Aérea Colombiana - FAC, se acidentou na base área de Palanquero base aérea na região do Médio Madalena no departamento de Cundinamarca. 

A Base de Palanquero em Bogotá está localizada no município de Puerto Salgar em uma área perto do rio Madalena, no noroeste do departamento de Cundinamarca. A Força Aérea confirmou que o avião biplace de treinamento FAC 3003 sofreu uma falha mecânica. Os dois tripulantes escaparam ilesos da aeronave após manobra de ejeção. Um deles é o Tenente Juan Carlos Pinilla, filho do general Tito Saúl Pinilla, que foi comandante da FAC. O Pessoal de segurança de voo da FAC foi ao local para determinar a causa do acidente.

Esta é a terceira aeronave Kfir, dos 24 que adquiriu a Força Aérea Colombiana, que se acidenta.

O primeiro caiu em 20 de julho de 2009 em Cartagena. Foi o 3004 Fac bombardeiro de lutador, que caiu ao tentar pousar no aeroporto da capital Nuñoz Rafael Bolivar. A tripulação estava ileso.

A segunda, a Fac 3005, caiu 30 de setembro de 2010, em área rural de Santa Helena del Opon, em Santander, tinha descido Fac 3005, durante a realização de operações de reconhecimento. Felizmente, a tripulação ejetou e escapou ilesa.

O Kfir é um caça bombardeiro supersônico multifunção produzido em Israel, tomando por base o Mirage Francês. O Kfir, no entanto, não é uma mera cópia. O projeto evoluiu e possui diversas melhorias em relação os Mirage originais. Estas incluem os novos aviônicos de fabricação israelense e de propulsão para uma versão do motor General Electric J79 ao invés do motor SNECMA Atar 09C da Mirage. Tanto Israel como os Estados Unidos utilizaram o Kfir, mas hoje somente Colômbia, Equador e Sri Lanka o utilizam.

Em 1989, o governo colombiano comprou 12 Kfir C.2 e um Kfir TC.7 segunda mão, anteriormente operado pela Força Aérea de Israel, que foram recebidos entre abril de 1989 e 1990. Em Janeiro de 1990, todos foram modernizados Kfir C.2 para C.7 standard, proporcionando-lhes a capacidade de reabastecimento em voo capacidade. Capacidade esta somente utilizada após a aquisição em novembro de 1991 de um avião-tanque Boeing 707.

Em fevereiro de 2008, o ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, fechou com Israel um contrato de aquisição de 13 aviões Kfir C.10 e a atualização dos 11 existentes ao padrão C.10 padrão. A Colômbia ficou assim dotada de uma frota de 24 caças Kfir C.10.

By Vinna com informações de O Caracol, El Tiempo e Radio Santa Fé

Com massa menor que 10 quilos o primeiro microssatélite gaúcho e brasileiro já tem data para ser conhecido.
Nesta sexta-feira, em Porto Alegre, o modelo do Microssatélite Militar Multimissão (MMM-1) será a estrela da Mostra de Equipamentos Aeroespaciais/Espaciais e de Defesa, organizada pela AEL Sistemas, empresa âncora do projeto do Polo Espacial do Rio Grande do Sul, que reúne o governo do Estado, universidades e iniciativa privada.
O evento marca também a inauguração, na capital, do Centro de Desenvolvimento e Industrialização de Equipamentos Aeroespaciais da AEL.
De acordo com a empresa, o MMM-1 poderá ser usado para fins de comunicação e monitoramento (sensoriamento remoto), entre outras missões, com previsão de lançamento para dezembro de 2015.
Integram ainda a Mostra equipamentos de última geração, como Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), simuladores de voo e de missão, subsistemas espaciais, tecnologia de propulsão MEMS, o blindado Guarani, entre outros equipamentos.

Do Diário de Canoas - Via Plano Brasil

A340 para a Fuerza Aérea Argentina?

Postado por Vinna quinta-feira, outubro 03, 2013 0 comentários

http://1.bp.blogspot.com/_v16w7iMbVg0/SzNB2hkheFI/AAAAAAAAAdA/QqwAQzhZ2Q4/s320/Spotada_191209_1200pxl_020.jpgEm razão da aposentadoria dos quatro Airbus A340-211 da Aerolineas Argentinas, a Fuerza Aérea Argentina estuda a alternativa de incorporá-los à sua frota.

Para tanto seriam necessários os “checks” já vencidos ou convertê-los (alguns) para transporte de carga, e pelo menos um deles para transporte presidencial.
Existe também a possibilidade de que sejam convertidos para reabastecimento aéreo, o que porém, poderia seria um pouco mais complexo (e dispendioso para o momento). 
As aeronaves sobre as quais recai o interesse são as seguintes, a saber: LV-ZPO (c/n 074, visto na foto da Aerolineas Argentinas), LV-ZPJ (c/n 063), LV-ZPX (c/n 080) e LV-ZRA (c/n 085). A Fuerza Aérea Argentina perdeu a capacidade de transporte estratégico há anos, em face da baixa dos seus derradeiros Boeing 707. 

Do S&D


A diretora da Sauber, Monisha Kaltenborn, confirmou nesta quinta-feira o interesse na contratação de Rubens Barrichello, afastado da F1 desde o fim de 2011, para a próxima temporada.
A possibilidade do retorno do brasileiro foi comentada pela revista alemã “Auto Motor und Sport” na semana passada. Segundo a publicação, o veterano teria um bom pacote financeiro – fala-se em cerca de 10 milhões de euros (R$ 30 mi) – para oferecer à equipe de Hinwil, que até então tem apenas o jovem russo Sergey Sirotkin, 18, como titular confirmado para o ano que vem.
A experiência de Barrichello também é vista pela equipe como um trunfo na fase de transição para o regulamento técnico de 2014, quando a F1 voltará a permitir motores turbocomprimidos na categoria. A dupla atual do time, formada por Nico Hulkenberg e Esteban Gutiérrez, não deve se repetir no ano que vem: o alemão é um dos candidatos a assinar com a Lotus, enquanto o mexicano, que estreou neste ano, não é considerado suficientemente prático para liderar o projeto de Hinwil na próxima temporada.
http://1.bp.blogspot.com/-QctSzACNz9U/UkWie-ynfBI/AAAAAAAAKIE/r4kIOdavYSU/s1600/barrichello_na_sauber_boato.png
“Vamos anunciar nossa dupla de pilotos no seu devido tempo”, disse Kaltenborn, quando questionada sobre as chances de Barrichello, em entrevista ao blog do jornalista Adam Cooper. “Há uma porção de alternativas. Sabemos o que ele tem [para oferecer], sua experiência, sabemos que ele gostaria de voltar, então temos que analisar”, completou.
Em contrapartida, a dirigente negou que Barrichello tenha chances de correr pela Sauber no GP do Brasil, em novembro. A informação foi veiculada pelo jornal “O Estado de São Paulo”, na semana passada. “Não vejo nenhuma possibilidade disso, pois não temos nenhum motivo para mudar nossa dupla para esta prova”, declarou Kaltenborn.
Aos 41 anos, Barrichello é o piloto com maior número de GPs disputados na F1 – 322. Estreando na categoria máxima em 1993, o paulistano defendeu seis equipes – Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams – e obteve 11 vitórias, 14 poles e 68 pódios. O paulista deixou o esporte no fim de 2011, quando foi dispensado pela Williams para dar lugar ao conterrâneo Bruno Senna. Atualmente, ele defende a equipe Medley Full Time na Stock Car.
 
Do UOL

Israel Gutman
Um dos mais importantes historiadores do Holocausto e sobrevivente dos campos de concentração nazis, Israel Gutman, morreu, esta terça-feira, aos 90 anos em Jerusalém, informou o Yad Vachem, o Museu do Holocausto israelita.

Nascido em Varsóvia em 1923, Israel Gutman participou na revolta do gueto da capital polaca contra os nazis, em 1943, antes de ser deportado para o campo de extermínio de Auschwitz.

Em 1946 imigrou para a Palestina sob mandato britânico e iniciou os estudos de história, tendo realizado o doutoramento sobre a resistência judaica no gueto de Varsóvia.

Testemunha no julgamento de Adolf Eichmann (conhecido como o arquiteto da 'solução final') em 1961, em Jerusalém, Gutman foi diretor do Centro Internacional de Estudos sobre o 'Shoah' no Yad Vachem, conselheiro do governo polaco para as questões judaicas e membro da direção do Museu do Holocausto de Washington.

Israel Gutman foi autor de uma enciclopédia sobre o Holocausto e marcou a historiografia deste período.


"Reconhecido internacionalmente como investigador, Gutman contribuiu para o conhecimento a nível mundial dos horrores da Shoah enquanto testemunha, professor e historiador", disse o diretor do Yad Vachem, Avner Shalev, num comunicado citado pela agência France Presse.

O drone é uma das tecnologias que mais tem chamado a atenção nos últimos meses. Equipados para resistir a trabalhos pesados e ambientes hostis, esses equipamentos podem ter diversas utilidades. No entanto, se você ainda tem dúvidas sobre o que é um drone e para que eles servem, não se preocupe. O TechTudo reuniu as principais informações sobre esta tecnologia.


Dones são equipamentos que podem ser usados para multiplas funções (Foto: AFP)
 
- O que é um drone?
A associação mais simples para entender o que são drones, e mesmo para que servem, é lembrar de brinquedos de controle remoto. O conceito é simples: com um controle via rádio, você pode manobrar um drone sem tocar nele. No geral, estes aparelhos são concebidos para realizar tarefas arriscadas ao ser humano ou ferramentas para trabalhos que ninguém quer realizar.
Essas características ajudam a entender como esses equipamentos se tornaram muito comuns entre aparatos militares e de vigilância. No entanto, há aplicações mais pacíficas, como no uso profissional de fotógrafos, resgates e limpeza de lixo tóxico. Conheça melhor algumas utilidades:
- Profissional audiovisual

Storm Drone 4 foi criado para funcionar com uma GoPro e custa aproximadamente R$ 2300 no Brasil (Foto: Divulgação)

Os drones tem sido muito adotados por fotógrafos e cinegrafistas como suporte para câmeras com o objetivo de fazer imagens aéreas de casamentos, atividades esportivas e outras festividades. No Brasil, é possível comprar alguns modelos em lojas específicas por valores que partem dos R$ 2 mil. Muito leves, esses aparelhos costumam ter baterias bem pequenas, o que reduz sua autonomia de voo para poucos minutos.
- Trabalho sujo
Quando grandes volumes de material radioativo são liberados na natureza, é necessário coletá-los rapidamente. No entanto, como essas substâncias são altamente nocivas, drones podem ser empregados nesse tipo de trabalho. No Japão, por exemplo, o acidente de Fukushima desencadeou o desenvolvimento de diversas unidades para trabalhar em acidentes radioativos. Infelizmente, os primeiros protótipos só ficaram prontos quando o vazamento já estava fora de controle, mas isso não impediu o uso dos aparelhos.

O T-Hawk (à esquerda) foi usado em Fukushima para registrar imagens dos reatores danificados. No futuro, drones poderão ser usado na limpeza de material tóxico (Fotos: Engadget/CNN)
 
Na época do desastre, os japoneses mandaram um T-Hawk, drone equipado com câmeras, para capturar imagens do interior dos reatores danificados e estimar danos e estratégias de contenção dos vazamentos. Esse tipo de imagem seria impossível de se obter sem um drone, já que seres humanos não sobreviveriam a uma viagem até a área para informar os estragos e estimar caminhos de ação.
- No ar 
Há ainda drones com uso mais ofensivo, armados para bombardear alvos militares. Assim como os modelos de vigilância, eles voam para áreas pré-determinadas, onde soltam bombas sobre os alvos. No geral, são aviões mais simples e a perda dessas máquinas, em virtude da defesa do inimigo, não representam grandes perdas. Afinal, o custo de uma aeronave não tripulada é muito inferior ao de aviões convencionais e a sua queda não representa custo humano.

É comum associar drones com suas aplicações militares e de vigilância (Foto: Reprodução/Wired.com)

 Para se ter uma ideia, um drone da Força Aérea Norte-americana pode custar entre 800 mil e US$ 1 milhão (Entre R$ 1,8 milhão e R$ 2,2 milhões). Enquanto isso, um caça pode chegar a US$ 65 milhões (cerca de R$ 145 milhões).
Em grandes eventos, como na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, há a promessa das autoridades brasileiras de que equipamentos semelhantes serão utilizados para vigilância e segurança.
- Outras aplicações
Em certo sentido, satélites e sondas espaciais também podem ser considerados drones: são aparelhos com funções complexas, desenvolvidos para operar em ambiente hostil ao homem e controlados remotamente. Há, também, drones submarinos, que podem submergir a profundidades impraticáveis para submarinos tripulados.

Do TechTudo - Por Felipe Garrett

Adrian Newey é um gênio quando se trata de criar carros de Fórmula 1. Atualmente na Red Bull, equipe na qual está prestes a conquistar o quarto título mundial consecutivo de pilotos e construtores, o projetista trabalhava na Williams em 1994, ano do fatídico acidente de Ayrton Senna em Ímola. E admite que até hoje a morte do brasileiro o assombra.

“O que aconteceu naquele dia, o que causou o acidente, ainda me assombra até hoje”, afirmou Newey em entrevista à emissora britânica BBC. Para ele, “ninguém nunca saberá” se a batida foi causada por uma quebra na barra de direção do carro ou por um erro de Senna.

“A quebra da coluna de direção: foi a causa ou isso aconteceu com o acidente?”, questionou o projetista. “Não há dúvidas de que estava quebrada. Da mesma forma, todos os dados, todas as câmeras do circuito, a câmera do carro de Michael Schumacher que o estava seguindo, nada disso parece dar consistência a uma quebra da coluna de direção”, completou.
Newey comparou a batida de Senna na curva Tamburello com as que costumam acontecer em circuitos ovais nos Estados Unidos.
 “A primeira coisa que aconteceu foi o carro sair de traseira, muito parecido com você verá nos ovais nos Estados Unidos. O carro perde a traseira, o piloto corrige e depois ele vai reto e bate no muro, o que não parece ser consistente com uma quebra na coluna de direção”, explicou o ex-projetista da Williams.
O profissional lamentou ainda que não ter conseguido dar a Senna um carro capaz de brigar por vitórias no início daquela temporada. A equipe tinha o melhor equipamento em 1992 e 1993, mas o mesmo não se repetiu no ano seguinte devido à proibição de alguns recursos eletrônicos, como controle de tração e suspensão ativa.
Apesar de ter anotado poles nas três corridas que disputou em 1994, o brasileiro abandonou todas elas. San Marino foi a terceira etapa do campeonato (Brasil e Pacífico, em Aida, foram as outras).
"Havia uma aura sobre ele, algo difícil de descrever. Ele com certeza tinha presença. Acho que uma coisa que sempre vai me assombrar é que ele veio para a Williams porque tínhamos feitos carros bons nos últimos anos e ele queria estar no time que pensava ter construído o melhor carro. E, infelizmente, o carro de 1994 não era bom", falou Newey.
"Ayrton tinha talento puro e determinação. Ele tentava levar aquele carro adiante e fazer coisas que não era capaz. É uma pena, e tão injusto, que ele estivesse nessa posição. E, claro, no momento em que corrigimos o carro, ele não estava mais conosco", finalizou o projetista.

Do IG

O escritor best-seller Tom Clancy morreu aos 66 anos, segundo seu editor confirmou ao jornal "The New York Times". Ele faleceu em um hospital de Baltimore, nos Estados Unidos, na noite desta terça-feira (1º). A causa da morte não foi divulgada.
O autor norte-americano é conhecido por livros como "A caçada ao outubro vermelho", "A soma de todos os medos" e "Os dentes do tigre". "Ele era incrível de se trabalhar", declarou ao "NYT" Ivan Held, presidente do G.P. Putnam’s Sons. Suas obras ganharam versões cinematográficas como, por exemplo, "Caçada ao outubro vermelho" (1990), dirigido por John McTiernan e estrelado por Sean Connery; "Jogos patrióticos" (1992) e "Perigo real e imediato" (1994), ambos protagonizados por Harrison Ford.
Mais de 40 jogos baseados nas histórias e teorias de Tom Clancy foram lançados. Nos games, Clancy ficou conhecido por ter títulos baseados em seus livros e por ter sido consultor em séries famosas como  “Splinter Cell”, “Rainbow Six”, “Ghost Recon”, “EndWar” e “The Division", que será lançado para os videogames de nova geração, o PlayStation 4 e o Xbox One.
Clancy foi fundador do estúdio de games Red Storn Entertainment em 1996, que produziu os primeiros jogos baseados nas histórias do autor. A produtora Ubisoftx comprou o estúdio em 2000. O último jogo com o nome de Clancy foi “Splinter Cell: Blacklist”, lançado em agosto. No game de espionagem o jogador controla Sam Fisher, um superespião norte-americano que deve lutar contra o terrorismo.
Seu último livro, intitulado “Command Authority", tem lançamento previsto para 3 de dezembro nos Estados Unidos.

Do G1



O general José Carlos dos Santos, chefe do Centro de Defesa Cibernética do Comando do Exército, afirmou hoje aos parlamentares da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional que as vulnerabilidades verificadas hoje nos sistemas cibernéticos brasileiros têm como causa principal a dependência da tecnologia estrangeira – e não serão superadas de imediato. 
De qualquer forma, ele disse que a atuação colaborativa do governo com universidades e empresas, entre outros, já tem mostrado resultados, como a elaboração de um simulador de defesa cibernético e um antivírus. Mas o general defendeu a criação de uma agência nacional de segurança cibernética para regular e coordenar o setor.

O general José Carlos dos Santos defendeu ainda, enfaticamente, a aprovação do Marco Civil da Internet, em tramitação na Câmara. Ele disse também que a sociedade brasileira, de maneira geral, não se preocupa com a proteção dados sensíveis, pessoais ou não.

Abin: já existem soluções 
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Otávio Carlos da Silva, diretor do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), disse que o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para a Segurança da Comunicação já existe há mais de 30 anos e oferece várias soluções. O centro atuou, por exemplo, na Rio+20 e na Copa das Confederações, na segurança das redes interna e externa desses eventos.

A audiência é motivada pelas denúncias de espionagem de autoridades brasileiras pelo governo americano. 

Da: Agencia Câmara - Via: Jornal do Povo

Mirage F1 para a Argentina e outras "cositas mas..."

Postado por Alina Stewart quarta-feira, outubro 02, 2013 0 comentários


Segundo diversos jornais o Governo Argentino decidiu comprar um esquadrão de 16 caças Mirage F1 oferecidos pela Espanha . Essa aquisição está prevista na mensagem firmada pelo chefe de gabinete Juan Manuel Abal Medina, que acompanhou a apresentação do orçamento para o Congresso de 2014. As aeronaves foram utilizadas pela Espanha e desativadas em julho deste ano. 

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Desta forma serão finalmente desativados os derradeiros Mirage III da década de 1970. Além dos Mirage F1 Espanhóis foram analisados aviões do mesmo tipo de origem Jordâniana. As primeiras negociações remontam do ano de 2008. A idéia é que as aeronaves se mantenham operacionais por até 10 anos.

Segundo o El Confidencial Digitalo preço estipulado nenhum progresso, em torno de 160 milhões de dólares por todo o pacote, de 16 aviões, onde somente oito teriam capacidade de abastecimento em voo.
 Segundo o La Nación, o primeiro desembolso será de 715.954.000 pesos, a negociação vai envolver um total de 1.217.264 mil dólares , cerca de US $ S217 milhões à taxa oficial (Cambio Argentino).

A dotação financeira planeja despesas de militares para os próximos cinco anos. E envolve a cifras até então incomuns e não incluem despesas com logística militar,  que envolvem a compra de radares e aviões de treinamento. Uma vez aprovada a despesa essa será executada pelo executivo (Casa Rosada).

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A última compra de aeronaves de combate pela Argentina remonta de 1997 ainda durante o Governo de Carlos Menem , que comprou de segunda mão 36 caças bombardeiros A4-AR "Fightinghawk".

Hoje, inclusive muitas destas aeronaves estão sem condições de voar por falta de peças de reposição e compõem a V Brigada Aérea, baseados em Villa Reynolds. 

As despesas orçamentarias incluem a finalização da
construção do submarino Santa Fé, Classe TR1700, adquirida da Alemanha ainda nos anos 80 de de construção interrompida desde a década de 90.
Este é o submarino que a Argentina prepara para possuir propulsão nuclear e que inicialmente terá a sua disposição pelo menos US$ 100 milhões, em um plano que prevê despesas de $ 600,000,000 em cinco anos.Recebeu também dotação orçamentaria o Projeto SARA UAV - projeto Nacional, que teve o aporte de 208.185.932 pesos para 2014. Este plano foi concebido por um acordo com o Invap para fazer uma série de teste com drones de ataque de longo alcance que segundo projeções vai exigir uma despesa total de 2.180.740.168 pesos. Também foi incluído no orçamento o suporte e a modernização dos aviões de transporte Hércules com a inclusão de $ 82.170.000 em 2014. A aviação naval não foi esquecida e receberá um aporte de $ 870.593.538, para 2014.
http://2.bp.blogspot.com/-dyICV0IYQvE/TXj16XlCKCI/AAAAAAAAEXc/8G5qNxwdx9c/s1600/TAM%2Bcarro%2Bde%2Bcombate.jpg 
O Exercito seguirá o projeto de repotencialização dos tanques TAM ao custo de $ 82 milhões. A modernização da infantaria receberá um aporte de $ 62.720.873 em 2014.


By Vinna Com informações do El Confidencial Digital, IProfesional e Urgente24 hs.

 Pela segunda vez em um intervalo de seis dias, um helicóptero que transportaria a presidente Dilma Rousseff sofreu pane elétrica e não pôde decolar. Dilma seguiria para a Base Aérea de Brasília, de onde iria para o Rio Grande do Norte, mas teve de fazer o descolamento de carro. 
Segundo explicações da Força Aérea Brasileira (FAB), a aeronave, um  H-34 (Super Puma), “apresentou um problema no motor de partida durante o acionamento de um dos motores”.
“A aeronave não chegou a decolar e não houve qualquer risco à segurança dos ocupantes do H-34, que já se encontra novamente em operação, após ter passado pela devida manutenção”, afirma o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica por meio de nota.
Na quinta-feira da semana passada, outra falha elétrica frustrou a decolagem de um Super Puma com a presidente a bordo. A aeronave foi consertada no pátio do Palácio da Alvorada. A Aeronáutica não soube dizer se é o mesmo helicóptero que deu problema hoje.
A promessa do Planalto em 2012 era que no segundo semestre deste ano a presidente não usaria mais helicópteros Super Puma. A previsão era que as aeronaves usadas em Brasília seriam trocadas pelo modelo EC-725. O primeiro foi entregue em julho do ano passado e o segundo deveria ter sido entregue no meio de 2013.
O Grupo de Transportes Especiais da Aeronáutica dispõe de duasaeronaves VH-34 (Super Puma) e duas VH-35 (EC135). Toda a manutenção obedece, rigorosamente, aos critérios do fabricante.

Do Terra

O jornalista do britânico The Guardian, Glenn Greenwald, afirmou que o Brasil e a Argentina deveriam ter uma internet própria para evitar a espionagem dos Estados Unidos. As declarações foram dadas em entrevista publicada neste domingo (29) pelo jornal argentino Página 12.
http://2.bp.blogspot.com/-havS2_sU7xA/Ubq5Y7gVUUI/AAAAAAAAGxE/kB038dEd8aQ/s320/internet_censorship_in_india.png "Há uma consciência real de que a Argentina e o Brasil estão construindo uma internet própria, assim como a União Europeia, algo que até agora só fez a China", afirmou Greenwald em entrevista concedida no Brasil, onde mora há vários anos.
O jornalista americano divulgou no Guardian informações sobre a espionagem de Washington repassadas por Edward Snowden, ex-consultor da Agência de Segurança Nacional (NSA), atualmente refugiado na Rússia.
"Creio que a solução seria criar um lobby entre os países, que os países se unam para ver como construir novas pontes para a internet que não permitam que um país domine completamente as comunicações", insistiu.
Para ele, o objetivo da Casa Branca é controlar a informação para aumentar seu poder no mundo.
Depois dos atentados das Torres Gêmeas em Nova York, os americanos querem "utilizar o terrorismo mundial para que as pessoas tenham medo e possam agir com as mãos livres", afirmou. "É uma boa desculpa para torturar, sequestrar e prender", disse ainda.
WikiLeaks
Greenwald defendeu o vazamento de informação feito por Snowden e anteriormente pelo Bradley Manning (atual Chelsea Manning), recentemente condenado a 35 anos de prisão por ter entregue documentos a Julian Assange, fundador do site WikiLeaks.
Para o jornalista, Assange (refugiado desde junho de 2012 na embaixada do Equador em Londres) "é um herói pelo trabalho que fez no WikiLeaks porque foi ele que plantou a ideia de que, na era digital, era muito difícil para os governos proteger seus segredos sem destruir outra privacidade".
Visita de Estado cancelada
No começo de setembro, o Fantástico mostrou que a presidente Dilma Rousseff e seus principais assessores eram alvo direto de espionagem da NSA, segundo documentos classificados como ultrassecretos pela agência (veja os documentos revelados). Também é espionada a comunicação dos assessores entre eles e com terceiros.
O Fantástico também mostrou que a Petrobras, quarta maior petroleira do mundo, também foi espionada.
Não há informações sobre a extensão da espionagem nem se a agência americana conseguiu acessar o conteúdo guardado nos computadores da empresa. Não há também informações a respeito sobre quais documentos a NSA buscava.
Depois das revelações de espionagem no Brasil, a chefe de Estado brasileira suspendeu a visita de Estado que faria a Washington em 23 de outubro.
Além disso, Dilma pronunciou um discurso muito crítico sobre o tema na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York na semana passada. Ela afirmou que as ações de espionagem dos Estados Unidos no Brasil “ferem” o direito internacional e “afrontam” os princípios que regem a relação entre os países
Em função da delicada situação, o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, reuniu-se na sexta-feira com o secretário de Estado americano, John Kerry, à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova York, em um encontro solicitado pelos EUA para aplacar a grave crise desencadeada pelo escândalo de espionagem.
Depois do escândalo, os chanceleres e ministros da Defesa do Brasil e Argentina também se reuniram em Buenos Aires e concordaram em enfrentar de maneira conjunta a questão da espionagem na região.

Do G1

Os peritos do Pentágono detetaram 363 falhas no projeto norte-americano do caça de quinta geração F-35. O relatório do inspetor-geral do Pentágono afirma que "essas falhas podem afetar as qualidades de voo desse veículo e sua fiabilidade, bem como levar a um aumento substancial do custo do programa". O programa de criação do caça de ataque F-35 é o projeto mais ambicioso do Ministério da Defesa dos EUA. O Pentágono espera encomendar mais de três mil desses aparelhos.


A Lockheed Martin resolveu muitos problemas de qualidade no programa de jatos de combate F-35, de 392 bilhões de dólares, desde uma preocupante auditoria do gabinete de inspeção geral do Pentágono no ano passado, afirmaram representantes graduados do governo e da indústria nesta segunda-feira.
Os representantes fizeram comentários a respeito de um relatório de avaliação anual, feito pelo inspetor geral, que foi concluído em dezembro de 2012, mas não havia sido liberado até esta segunda-feira.
O relatório disse que cada caça construído teve mais de 800 problemas de qualidade, em média, e culpou tanto o gabinete do Pentágono para o programa do F-35 quanto a Agência de Administração de Contratos de Defesa pela "inadequada" e "ineficaz" supervisão do programa de armas mais caro do Pentágono.
O relatório disse que as questões poderiam implicar "hardware não adequado, aeronaves menos confiáveis e aumento do custo", mas disse que o gabinete do programa do F-35 estava implementando ações corretivas.
Avaliações adicionais do programa estavam sendo planejadas, acrescentou o relatório.
"Esta foi uma chamada para que fôssemos mais rigorosos", afirmou Eric Branyan, vice-presidente da gestão do programa do F-35 da Lockheed, em uma entrevista à Reuters por telefone.
"Nós levamos isso muito a sério", disse ele, completando que a Lockheed adotará uma série de iniciativas específicas para dar foco à qualidade e também havia criado um conselho de qualidade mundial com seus 10 principais fornecedores.
O programa do F-35 registra anos de atraso a um custo 70 por cento mais alto que as estimativas iniciais, mas representantes do Pentágono disseram que ele teve progresso em testes de voo e nos custos operacionais e de produção no longo prazo. Eles também prometeram proteger o programa de cortes no orçamento para garantir que permanecesse no caminho certo.
A Lockheed está construindo três variantes do novo jato para os militares dos Estados Unidos e de oito países que financiaram seu desenvolvimento: Grã-Bretanha, Canadá, Austrália, Noruega, Itália, Turquia, Dinamarca e Holanda. Israel e Japão também fizeram encomendas.

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