Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Navio australiano procura caixas-pretas do voo MH370

Postado por Vinna segunda-feira, março 31, 2014 1 comentários

Um navio australiano, "Ocean Shield", equipado com material específico para detectar as "caixas-pretas" de aviões, zarpou nesta segunda-feira com o objetivo de tentar encontrar os equipamentos do voo MH370.
Especialistas, no entanto, advertiram que primeiro devem ser recuperados destroços da aeronave para delimitar a zona de busca.
A missão de busca de evidências físicas do Boeing 777 da Malaysia Airlines, que tinha 239 pessoas a bordo e caiu no Oceano Índico, não teve sucesso até o momento, apesar da grande operação, que conta com o apoio de sete países.
Satélites detectaram objetos flutuantes em uma vasta região marítima, mas os que foram recuperados até o momento eram material de pesca perdido ou simples peças de outra natureza.
A busca foi retomada nesta segunda-feira de forma intensiva em uma ampla região do Índico meridional, equivalente à superfície da Noruega, com 10 aviões dos países que participam nas tarefas (Austrália, China, Japão, Nova Zelândia, Malásia, Coreia do Sul e Estados Unidos).
Dez navios, a maioria chineses, também estão na região desolada, que praticamente não registra um tráfego marinho, localizada 1.850 km ao oeste de Perth (Austrália) em busca de elementos.
O "Ocean Shield" australiano, equipado com um sistema de busca especial de 'caixas-pretas' fornecido pelos Estados Unidos, conhecido como localizador Pinger, e um pequeno submarino autônomo que pode rastrear o fundo do mar com sensores eletrônicos, participam nas buscas.
O capitão Mark Matthews, da Marinha americana, disse que primeiro é necessário identificar o local aproximado do acidente para permitir a eficiência dos aparelhos.
"É muito importante que encontremos destroços na superfície do mar para poder delimitar a área da busca submarina", disse.

Do EM

A Marinha ucraniana mantém apenas um navio de guerra, uma lancha com artilharia e oito navios de apoio depois que 51 embarcações deste país com base na Crimeia passaram para o lado russo, informou nesta quarta-feira o chefe do Instituto de Pesquisas Político-Militares da Ucrânia, Dmitri Timchuk.

A fragata "Hetman Sahaidachny" e a lancha com artilharia "Skadovsk-U170" são as únicas embarcações de combate que conseguiram escapar a tempo da Crimeia, onde se encontrava a base da Armada da Ucrânia, para não serem tomados pelas tropas russas. Além das embarcações citadas, a frota militar ucraniana conservou mais cinco lanchas e outros três navios menores.

O restante dos navios de guerra passou ao lado russo em uma histórica tragédia para a Marinha ucraniana, que perdeu sua embarcação insígnia, seu único submarino, dois navios de desembarque, dois draga-minas, seis corvetas e dois navios de carga.

O draga-mina "Cherkassy", navio especializado na recolha e na desativação de minas, não pôde sair a mar aberto depois que as tropas russas afundassem três embarcações próprias para fechar uma via de escape em águas do lago Dozuzlav. Este foi navio de guerra ucraniano foi tomado no final da noite de ontem, após uma ação que durou mais de duas horas.
Após ter contornado várias tentativas de assalto e, inclusive, ter tentado atravessar o estreito corredor entre os navios russos submersos, o "Cherkassy" foi tomado na noite de ontem, embora tenha oferecido uma grande resistência às tropas russas.
A Rússia anunciou hoje que os militares ucranianos situados na Crimeia começarão a deixar a península ainda nesta quarta-feira. De acordo com as fontes militares, os oficiais retornaram ao país de trem e sem seu armamento e equipamentos.
A Ucrânia, que ordenou a retirada de suas tropas da Crimeia há dois dias, quando já havia perdido praticamente todas as suas unidades e navios na península, negociou até última hora a possibilidade de se retirar com armamento, veículos e equipamentos.
O ex-ministro ucraniano de Defesa Igor Teniukh assegurou ontem, antes de apresentar sua renúncia - aceita depois pelo parlamento -, que os 4 mil soldados ucranianos que desejam seguir a serviço da Ucrânia (de um total de quase 19 mil) deveriam sair da Crimeia com todo seu equipamento.
A maioria dos últimos destacamentos, bases e navios de guerra que seguiam leais a Kiev foram assaltados e tomados pelas forças russas desde o último sábado, no meio de uma absoluta inoperância da cúpula militar e política do país, denunciada como negligente por muitos oficiais ucranianos.
Pelo menos cinco oficiais ucranianos, entre eles o comandante adjunto da Armada da Ucrânia para a defesa do litoral, o general Igor Voronchenk, foram detidos pelas autoridades da Crimeia por resistirem aos russos.

Da Exame

Um dia depois de a Coreia do Norte ter levantado a possibilidade de realizar novos testes nucleares, as duas Coreias trocaram tiros perto da fronteira marítima disputada. Seul pediu aos habitantes de duas ilhas para se refugiarem nos abrigos.
Segundo a Coreia do Sul, Pyongyang lançou uma série de projécteis que caíram em águas sul-coreanas durante um exercício militar. As Forças Armadas de Seul dispararam de volta.
A Coreia do Norte avisara o vizinho que levaria a cabo exercícios com fogo real perto da fronteira marítima; Seul fez saber que responderia a qualquer disparo do seu lado da fronteira.  De acordo com o Governo sul-coreano, "o Norte efectuou quase 500 disparos (...) e 100 deles caíram em águas situadas ao sul da fronteira".
Para além de levar os habitantes das ilhas mais próximas para abrigos, a Coreia do Sul enviou aviões de combate F-15 para a zona, antecipando novos incidentes.
“A Coreia do Norte parece estar a tentar criar uma situação de crise, ao elevar a tensão na fronteira marítima”, descreveu o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Wi Yong-seop. "O objectivo deles é ameaçar-nos", disse.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hong Lei, já pediu "calma e contenção".
Este incidente acontece depois do Conselho de Segurança da ONU ter condenado o regime norte-coreano pelo lançamento de mísseis de médio alcance, a semana passada. No domingo, reagindo à condenação, Pyongyang ameaçara conduzir o que chamou “uma nova forma de teste nuclear” – o regime realizou três ensaios nucleares: em Outubro de 2006, Maio de 2008 e Fevereiro de 2013.
A Coreia do Norte justificou os testes de mísseis como uma reacção às manobras militares conjuntas que Seul e Washington realizam desde o fim de Fevereiro e que irão prolongar-se até 18 de Abril em território sul-coreano – para Pyongyang, trata-se de “um ensaio de invasão” do país.
Os disparos desta segunda-feira de manhã tiveram lugar perto da chamada Linha Limite Norte, no mar Amarelo, traçada no fim da guerra das Coreias (1950-53) e que Pyongyang não reconhece.
Foi aqui que em 2010, a Coreia do Norte disparou contra a ilha sul-coreana de Yeonpyeong, matando quatro pessoas, dois civis e dois militares. Meses antes, um torpedo afundou uma corveta sul-coreana, matando 46 marinheiros, num ataque que Seul atribui à Coreia do Norte.



A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA), que coordena as buscas pelo avião da Malaysia Airlines no Oceano Índico, confirmou neste domingo que os objetos recuperados em frente à costa da Austrália Ocidental não pertencem à aeronave desaparecida no último dia 8.

A AMSA explicou ser mais provável que estes objetos, recuperados no sábado por um navio chinês, sejam lixo ou artigos de pesca.
A busca pelo avião da Malaysia Airlines, em uma área de 319 mil quilômetros quadrados, continuará hoje enquanto as condições meteorológicas permitirem, pois estão previstas chuvas leves e céu encoberto.
Na área já estão uma embarcação australiana e outros três navios da China. Outras seis embarcações devem chegar ao ponto para buscar e recuperar os objetos avistados pelos aviões há dois dias, informou a AMSA.

Outra embarcação australiana, Toowomba, partiu ontem de Perth e deve chegar em três dias à área, e o Ocean Shield, que leva um detector de caixas-pretas e um veículo submarino não-tripulado, sairá da capital da Austrália Ocidental.

O ex-chefe das Forças Armadas da Austrália, Angus Houston, dirigirá em Perth o Centro de Coordenação de Agências Conjuntas, criado recentemente para resgatar o avião, embora a Malásia continue a ser a responsável pela busca de acordo com as leis internacionais.

"Na medida em que nossas responsabilidades aumentam com o tempo, não há pessoa melhor que Angus para coordenar e se relacionar com a grande quantidade de países que participam desta busca", disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, em Sydney.

O voo MH370 decolou de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo na madrugada de 8 de março com destino a Pequim e desapareceu dos radares civis da Malásia cerca de 40 minutos após a decolagem.
 

Do Terra

As autoridades das Filipinas apresentaram na ONU provas do seu direito a ilhas coralinas em litígio no mar da China Meridional.A China disputa o direito de soberania sobre estas ilhas.
As Filipinas afirmam que as reivindicações da China não correspondem à Convenção da ONU sobre o Direito do Mar. A parte chinesa recusou-se a participar do processo e advertiu Filipinas que isso pode resultar no agravamento das relações bilaterais.
Em janeiro as Filipinas apelaram à Câmara Permanente do Tribunal Arbitral junto à ONU com o pedido de examinar este litígio territorial. Todavia, espera-se que a decisão relativa a este pleito não será promulgada antes do fim do ano de 2015.


Nota: As Ilhas Carolinas são um arquipélago no Oceano Pacífico ocidental localizadas a nordeste da Nova Guiné. Fazem parte da grande região da Micronésia e encontram-se divididas entre os Estados Federados da Micronésia e a República de Palau.

O explorador português Diego da Rocha, que foi o primeiro europeu a visitar estas ilhas em 1527, chamou-as de Ilhas Sequeira, mas os navegadores espanhóis que as conheceram a partir de 1543 chamaram-lhes “Novas Filipinas”, até que o almirante Francisco Lazeano lhes deu o nome de Carolinas, em homenagem ao rei Carlos II de Espanha, em 1686. No entanto, só em 1875 a coroa espanhola declarou suas estas terras, fazendo algumas tentativas para fazer valer o seu “direito” contra a Alemanha, que tinha ocupado Yap e pediu a arbitragem do Papa Leão XIII em 1885, que decidiu a favor da Espanha, mas permitindo aos alemães direitos de comércio livre. Só então Espanha começou a ocupar aquelas ilhas, em 1886.

Pelo Tratado Germano-Espanhol de 1899, depois da Guerra Hispano-Americana, a Espanha vendeu as ilhas à Alemanha. O Japão ocupou as ilhas em 1914 e administrou-as por mandato da Liga das Nações a partir de 1920, mas depois da sua derrota na Segunda Guerra Mundial, as ilhas passaram a ser administradas pelos Estados Unidos, como parte do Protectorado das Ilhas do Pacífico das Nações Unidas, até à independência dos dois actuais países, em 1986 e 1994.

Do Wikipédia


Nos últimos meses têm surgido mais imagens do carro blindado ligeiro chinês de nova geração, as quais revelam que ele já está sendo fornecido em quantidades consideráveis às unidades chinesas estacionadas nas regiões montanhosas do oeste da China. 
Até este momento os especialistas ainda pouco sabem sobre esse novo carro blindado chinês. Nem se sabe sequer o nome oficial do novo tanque ligeiro. Segundo uma das versões, se trata do tanque ligeiro tipo 99A2, o que permite que ele seja facilmente confundido com a última versão do tanque de combate principal chinês do tipo 99. Se supõe que ele esteja equipado com um canhão de 105 mm, tem uma forte blindagem combinada da parte frontal do corpo e da torre, parcialmente copiada do tanque básico do tipo 99, e que o seu peso atinge as 30 toneladas.

Estamos falando do único no mundo tanque ligeiro não-anfíbio de série que se destina a ser usado como carro de combate principal em regiões de terreno acidentado. O novo tanque deverá substituir os antigos tanques ligeiros não-anfíbios chineses do tipo 62, que eram carros blindados simples e baratos com blindagem e armamento fracos. O novo tanque, pelo contrário, tem uma concepção bastante complexa e original. O seu chassi, por exemplo, é completamente original e não se encontra nos outros modelos de veículos chineses. Ele possui uma distância variável do solo ao chassi e é provavelmente bastante complexo e dispendioso. Na sua totalidade o custo desse veículo pode ser comparável ao de um tanque de combate básico. O seu desenvolvimento deve ter consumido tempo e recursos consideráveis.
Surge a questão: porque decidiu a China realizar este projeto inédito em todo o mundo? O tanque ligeiro dificilmente supera em princípio pelo seu armamento o veículo blindado de infantaria motorizada WZ502G. Sem dúvida que ele tem uma melhor proteção, mas essa vantagem será tão importante que justifique os custos de desenvolvimento de um novo modelo de veículo? Com um peso de cerca de 30 toneladas, contra as 50 toneladas dos tanques de combate básicos, ele terá sempre uma blindagem inferior. Os ataques com mísseis antitanque da infantaria, com artilharia ou com meios aéreos irão afetá-lo tal como aos tanques básicos usados em terrenos planos. Devemos recordar que a tentativa de uso generalizado de tanques do tipo 62 na guerra de 1979 contra o Vietnã resultou em grandes perdas, depois do que a China abandonou temporariamente o desenvolvimento de novos tipos de tanques ligeiros.
Por outro lado, sabemos que a Índia também está ponderando a possibilidade de adquirir tanques ligeiros para as suas tropas de montanha, tendo no passado falhado no desenvolvimento de tanques desses usando chassis do veículo BMP-1. Talvez esse tenha sido o motivo para o desenvolvimento de um novo carro de combate por parte dos engenheiros chineses.
Na Rússia o veículo mais próximo desse tanque chinês é o canhão antitanque autopropulsado Sprut-SD de 125 mm, que é fabricado em pequenas quantidades desde 2005 (foram produzidas cerca de 40 unidades). Comparando o canhão autopropulsado Sprut-SD com o seu análogo chinês, este possui um armamento mais potente e um peso inferior (18 toneladas). Ele é capaz de superar cursos de água e ser aerotransportado. É evidente que a blindagem do Sprut-SD é muito mais fraca que a do veículo chinês e a sua classificação como “peça antitanque autopropulsada” também indica a sua diferente utilização. O Sprut-SD usa um chassi modificado dos veículos de combate BMD das tropas aerotransportadas.
A China usou anteriormente o chassi dos tanques ligeiros dos tipos 62 e 63 num vasto leque de veículos especializados: veículos de engenharia e de apoio técnico e reboque, peças de artilharia, blindados de transporte, etc. O desenvolvimento de um tipo novo de chassi exige um grande esforço, e usá-lo para apenas um modelo de veículo especializado é surpreendente.
De qualquer forma será interessante seguir a evolução desse novo e original tipo de veículo militar chinês.

Introdução do 15E601 Perímetro“ em 1983
Adormecido em tempos de paz, sistema possibilita contra-ataque nuclear até mesmo em caso de destruição total dos pontos de comando e linhas de comunicação com a Força Estratégica de Mísseis (sigla em russo RVSN). Na Rússia recebeu o nome de “Perímetr”, mas ficou conhecido nos EUA como “Dead Hand” (“mão morta”, em tradução livre).
Silo de lançamentos e seus dispositivos/sensores e antena para recepção de sinal para disparo autônomo individual de cada silo/míssil.
O principal sistema de controle de mísseis estratégicos é o Kazbek, conhecido graças ao sistema portátil Cheguet (“maleta nuclear”). O Perímetr é um sistema alternativo de comando das forças nucleares da Rússia e está preparado para ser controlado automaticamente em caso de ataque nuclear maciço.
 O desenvolvimento de um sistema de contra-ataque começou no auge da Guerra Fria, quando ficou claro que os meios de guerra eletrônica em constante evolução seriam, em um futuro próximo, capazes de bloquear os canais regulares de comando das forças nucleares estratégicas. Era preciso criar um método de backup de comunicação que garantisse o envio do comando aos dispositivos de lançamento.
 
Foi então que surgiu a ideia de usar um foguete de comando equipado com um poderoso dispositivo transmissor de rádio como meio de comunicação. Ao sobrevoar a União Soviética, esse míssil iria transmitir a ordem de lançamento dos mísseis não só aos pontos de comando da RVSN, mas também diretamente aos dispositivos de lançamento.
Em agosto de 1974, por ação de um decreto governamental, a empresa de projetos Iujnoe (KB Iujnoe), em Dnepropetrovsk, que criava mísseis balísticos intercontinentais, ficou encarregada da construção de tal sistema.
A base de trabalho era o míssil UR-100UTTH, conhecido na classificação da Otan como Spanker. Os testes de voo começaram em 1979 e o primeiro lançamento com transmissor foi realizado com sucesso em dezembro do mesmo ano. As provas confirmaram a interação de todos os componentes do sistema Perímetr, bem como a capacidade da ogiva de manter a trajetória pré-definida.
Em novembro de 1984, o míssil de comando lançado de Polotsk transmitiu a ordem ao dispositivo de lançamento no silo subterrâneo de mísseis balísticos RS-20 (SS -18 Satan), em Baikonur. O Satan foi lançado e, depois de trabalhadas todas as fases, foi registrado a queda da ogiva em um determinado quadrado no campo de teste Kura, em Kamtchatka.
Antena receptora do sinal do míssil de comando.
No ano seguinte, o Perímetr foi incorporado ao serviço do Exército. Desde então, foi modificado várias vezes e, atualmente, os modernos mísseis balísticos intercontinentais são usados como mísseis de comando.
Carregamento em silo de míssil ICBM 5 ª geração PT 2PM2 Topol-M”
Quatro verificações
A base do sistema são os mísseis balísticos de comando. Eles não são lançados contra o agressor, mas antes sobrevoam várias regiões da Rússia e, em vez de cargas termonucleares, suas ogivas transportam poderosos emissores que enviam sinais de controle a todos os sistemas de mísseis de combate disponíveis, instalados em silos, aviões, submarinos e outros sistemas móveis com base em terra. O sistema é totalmente automatizado.
A decisão de lançar os mísseis de comando é feita por um sistema autônomo de controle – um complexo sistema de inteligência artificial que analisa os variados dados recebidos: a atividade sísmica e radioativa, a pressão atmosférica, a intensidade do tráfego de sinais de rádio das frequências de rádio militares, além de controlar a telemetria a partir dos postos de monitoramento das RVSN e os dados do sistema de alerta de mísseis.
Conjunto de sensores ao lado do silo
Ao detectar, por exemplo, várias fontes pontuais de radiação eletromagnética e ionizante, e depois de as comparar com os dados sobre abalos sísmicos daquelas mesmas coordenadas, o sistema identifica a possível existência de um ataque nuclear em grande escala. Nesse caso, o Perímetr pode iniciar uma retaliação, mesmo passando ao lado do Kazbek.
Outra variante é que, ao receber do Sistema de Aviso de Ataque de Mísseis (SAAM), a informação de um lançamento de mísseis efetuado em território fora das suas fronteiras, os dirigentes do país colocam o Perímetr em “modo de combate”. Se passado algum tempo não chegar a ordem de desligamento do sinal de alerta, o sistema dará início ao lançamento dos mísseis. Essa solução permite eliminar o fator humano e assegurar um contra-ataque, mesmo em caso de morte de todos os comandantes políticos e militares ou de destruição completa dos dados de lançamento.
Em tempos de paz, o Perímetr fica “adormecido”, sem deixar, no entanto, de analisar e processar as informações recebidas. Ao passar para o modo de combate ou ao receber o sinal de alarme do SAAM, do RVSN e de outros sistemas, ele ativa o monitoramento da rede de transmissores para detectar sinais de explosões nucleares.
A liderança da Federação Russa já por várias vezes assegurou aos Estados estrangeiros a inexistência de risco de lançamento acidental ou não autorizado de mísseis. Antes de executar o algoritmo de retaliação, o Perímetr deve cumprir quatro condições. Primeiramente, a existência comprovada de um ataque nuclear contra a Rússia. Em seguida checa a existência de comunicação com o Estado-Maior – em caso de ligação o sistema é desligado. Se o Estado-Maior não responder, o Perímetr envia um pedido para o Kazbek. Se o Kazbek também não responder, a inteligência artificial transmite o direito de tomar a decisão para qualquer pessoa que se encontre no bunker de comando. E só depois disso é que entra em ação.
Publicado originalmente pela Rossiyskaya Gazeta

Sumiço como do voo MH370 poderia acontecer no Brasil?

Postado por Vinna sábado, março 29, 2014 0 comentários


O desaparecimento misterioso de uma aeronave como o Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, que caiu no oceano Índico com 239 pessoas a bordo, pode acontecer em território brasileiro.

A informação é do Decea (Departamento de Controle de Espaço Aéreo), órgão que controla o tráfego aéreo no Brasil. Segundo o órgão, aeronaves que voem abaixo dos 30 mil pés (9,1 mil metros) com o transponder desligado podem ficar indetectáveis da mesma forma que voo MH370.

O voo MH-370 desapareceu dos radares no último dia 8 de março, aproximadamente 40 minutos depois de decolar do aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China. A princípio, as buscas se concentraram na região que envolvia o mar do sul da China e partes da costa da Malásia, Vietnã e Índia.



Posteriormente, descobriu-se que o avião havia desligado o transponder e mudado sua rota sem informar as torres de controle. O transponder é um dispositivo que permite o que o avião seja detectado durante sua trajetória onde houver cobertura por radar.

No último dia 24, o governo da Malásia anunciou que, com base em dados de satélite, o avião da Malaysia Airlines caiu no oceano Índico a aproximadamente 2.500 quilômetros da cidade australiana de Perth, no sul do oceano Índico.

Até a última quinta-feira (27), porém, nenhum destroço confirmado da aeronave havia sido encontrado.

Desde o desaparecimento do voo MH370, uma das perguntas que mais intrigam as autoridades que investigam o caso é: como o avião voou durante tanto tempo sem ser detectado?

De acordo com o Decea, na faixa de altitude dos 30 mil pés (9,1 mil metros), onde voam as aeronaves comerciais de grande porte (como os jatos da Boeing, Airbus e Embraer), o Brasil tem 100% de cobertura por radar. O problema, no entanto, começa quando a altitude é mais baixa.



De acordo com o Decea, abaixo da faixa de 30 mil pés, há áreas em que aeronaves que não estejam voando com o transponder ligado podem ficar indetectáveis.

"Se eu tiver um avião voando abaixo do nível 300, com o transponder desligado, ele poderá não ser detectado", informou serviço de comunicação social do Decea.

O órgão explica que o controle de voo no Brasil é feito com base em radares primários e secundários. Os primários enviam feixes de ondas eletromagnéticas que, ao atingirem aeronaves, retornam à base e indicam a existência da aeronave.

Os secundários, mais sofisticados, permitem que as aeronaves possam ser identificadas e suas altitudes registradas por meio da captação dos sinais enviados pelo transponder dos aviões.

O Decea explica que, quando a tripulação desliga o transponder, o avião continua sendo detectado pelos radares primários, desde que ele esteja voando na faixa de 30 mil pés. Se a aeronave voar abaixo disso, em algumas áreas do país, o avião poderá ficar indetectável.

"Normalmente, o alcance de uma antena dessas é de 240 milhas. Se o avião estiver voando além do alcance de uma dessas antenas e não estiver sendo detectado ainda pela antena seguinte, eu vou ficar sem a detecção dele.

Se o avião estiver mais baixo, essa distância (alcance) em milhas vai diminuindo, porque o radar não acompanha a curvatura da terra. Na medida em que o sujeito vai se afastando (da antena), ele vai perdendo a detecção", afirma  o Decea.

De acordo com o Ministério da Defesa, o controle do espaço aéreo brasileiro é dividido em quatro regiões e composto por 77 bases em todo o território, inclusive em Fernando de Noronha.

O Decea não informou, contudo, quantos radares fazem o controle de tráfego aéreo no Brasil e nem a idade média dos aparelhos.

Falhas no sistema de controle aéreo brasileiros foram levantadas em 2006, após o acidente em que um Boeing da Gol, que voava de Manaus para o Rio de Janeiro, se chocou com um jato Legacy em pleno ar enquanto sobrevoavam a floresta amazônica, e setembro daquele ano.

O Boeing perdeu parte da asa e caiu no norte de Mato Grosso matando 154 pessoas. À época, foi apurado que o Legacy voava com o transponder desligado, o que impediu que o Boeing o detectasse.

Outro caso que mostra como aviões podem desaparecer no espaço aéreo brasileiro sem serem detectados é a queda de um bi-motor na semana passada no Estado do Pará. O avião decolou de Itaituba em direção a Jacareacanga.

Uma das passageiras, a técnica em enfermagem Rayline Sabrina Brito Campos, chegou a mandar uma mensagem de texto para o seu tio informando sobre uma pane no motor antes do avião cair.

Desde o dia 18, equipes de resgate atuam na área em busca dos destroços e possíveis sobreviventes, mas, até a última quinta-feira (27), nada havia sido encontrado.

Do BOL

Dois aviões da Avianca realizaram pousos de emergência na tarde desta sexta-feira (28), um em Brasília (DF) e outro em Fortaleza (CE). Nos dois casos, dados preliminares indicam que não houve vítimas ou feridos.
O pouso no Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek ocorreu às 17h43 e a pista continuava interditada no início da noite. A assessoria de imprensa do aeroporto (que recentemente foi concedido à Inframérica) informa que todos os passageiros já foram retirados da aeronave e os procedimentos de segurança foram adotados. Bombeiros foram acionados e foi lançada espuma na pista, como medida de segurança.

À bordo da aeronave estavam 44 passageiros e 5 tripulantes.  Mas ainda não há informações se há feridos. O voo era oriundo de Petrolina (PE) e enfrentou problemas no trem de pouso. Como o aeroporto de Brasília tem duas pistas aptas para pousos e decolagens, as operações estão sendo realizadas na pista que está desobstruída. O fluxo de chegadas e saídas de aeronaves não teria sido prejudicado.
O avião teve uma pane no trem de pouso dianteiro e ao pousar raspou a fuselagem da frente na pista. No entanto, não houve impacto na pista, de acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira). 
No caso de Fortaleza, foi solicitado que o aeroporto se preparasse para uma situação de emergência, mas a aeronave conseguiu pousar normalmente às 15h46, informa a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o terminal. Não havia passageiros nesse voo, apenas tripulação que estava sendo deslocada para a capital cearense.
Sobre o acidente em Brasília, o presidente da Avianca, José Efromovich, disse, em entrevista à "Globo News", que a aeronave estava com a manutenção em dia. "Vamos verificar o que pode ter causado o problema no trem de pouso", afirmou.


Do UOL

Um avião de carga Hércules C-130J da Força Aérea indiana caiu, nesta sexta-feira (28), durante uma missão de treinamento rotineira, matando todos os cinco tripulantes a bordo. A aeronave caiu 115 quilômetros a oeste da base aérea de Gwalior, no centro da Índia. A causa do acidente era desconhecida, segundo o capitão da Força Aérea Gerard Galway.
Equipes da Força Aérea, da polícia e dos Bombeiros já chegaram ao local da queda, perto da aldeia de Karauli, no Estado de Madhya. A caixa-preta da aeronave foi recuperada e uma investigação foi aberta para desvendar a causa do acidente.

O chefe da Força Aérea indiana, marechal do ar Arup Raha, disse que o avião vinha sendo usado em situações difíceis ao longo dos últimos três anos, como para resgatar pessoas em enchentes no pé do Himalaia ou pousar em terreno inóspito na fronteira entre Índia e China.
Os aviões foram comprados há três anos da empresa norte-americana Lockheed-Martin. Ao todo, o governo indiano havia adquirido seis C-130J, a um custo de US$ 1,1 bilhão.


Um satélite da Tailândia detectou cerca de 300 objetos flutuando no Oceano Índico perto da área de busca pelo avião da Malaysian Airlines desaparecido desde o dia 8 de março, informa a agência Associated Press.

Anond Snidvongs, diretor da agência de desenvolvimento e tecnologia espacial, disse nesta quinta-feira (27) que as imagens registradas pelo satélite mostram “300 objetos de vários tamanhos” no sul do Oceano Índico a aproximadamente 2.700 quilômetros a sudoeste de Perth, na Austrália.

Ele disse que as imagens foram feitas nesta segunda, levaram dois dias para serem processadas e foram enviadas às autoridades da Malásia nesta quarta.

Anond disse que os objetos estavam a cerca de 200 quilômetros da área em que um satélite francês detectou 122 objetos no domingo. Ainda é incerto se os objetos são do Boeing 777-200 que levava 239 pessoas Kuala Lumpur a Pequim.

Autoridades australianas informaram nesta quinta que as buscas pelos destroços do avião foram suspensas por causa das condições meteorológicas.
“As operações tiveram que ser suspensas por causa do mau tempo. Todos os aviões estão voltando a Perth e os barcos deixaram a região de buscas”, informou a Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA).

Do G1



Técnicas matemáticas inspiradas em um clérigo britânico do século 18 já ajudaram nas buscas por aeronaves acidentadas no mar. Será que poderão ajudar nos esforços para encontrar o voo MH370? Na segunda-feira, o premiê malaio, Najib Razak, afirmou que o voo 'terminou no mar' e que não deixou sobreviventes.
No entanto, a busca pelos restos do avião e sua caixa-preta continua, ela pode dar pistas sobre as circunstâncias que levaram a seu desaparecimento.
A Autoridade Marítima Australiana afirmou, na quarta-feira (noite de terça no Brasil) que as buscas foram retomadas após as condições meteorológicas terem melhorado no sul do oceano Índico, onde acredita-se que o avião tenha se acidentado. Segundo a Austrália, 12 aeronaves participam da operação.
No caso do voo AF 447, da Air France, que se acidentou no Atlântico em 2009 na rota Rio de Janeiro-Paris, destroços foram encontrados flutuando no oceano cinco dias após a tragédia, mas o mistério ao redor do tema não poderia ser resolvido sem que se encontrasse a caixa-preta com as gravações da cabine.
E, por conta das correntes marítimas, as partes do avião podem se distanciar muito do local do acidente.
A guarda-costeira americana frequentemente usa diferentes tipos de software para simular possíveis movimentos dos destroços após o impacto inicial. Mas esses programas não serviam no caso do AF 447 por causa da imprevisibilidade que caracteriza a faixa equatorial, sobretudo na época do ano em que a tragédia ocorreu.
Estatísticos
Navios e submarinos de Estados Unidos, Brasil e França continuaram as buscas, sem resultados. A autoridade francesa de investigação de acidentes (BEA, na sigla em francês) decidiu então pedir ajuda a um grupo de especialistas em estatísticas dos Estados Unidos, com experiência na localização de objetos perdidos no mar.
Foi por isso que Colleen Keller foi à França para colaborar com as buscas. Para transformar em números e probabilidades as teorias da BEA quanto aos possíveis locais do acidente, Keller e sua equipe da empresa Metron Inc se basearam no chamado Teorema de Bayes, desenvolvido pelo estatístico e clérigo presbiteriano britânico Thomas Bayes, morto em 1761.
A técnica criada por Bayes permite avaliar ao mesmo tempo vários cenários, inclusive contraditórios, para encontrar a opção de maior probabilidade. Keller e seus colegas avaliaram o grau de incerteza de cada dado disponível para determinar o local mais provável da localização do avião.
Daí dividiram a área de busca em quadrados e usaram cifras para calcular, em cada seção, a chance de que os destroços estivessem ali. Essas cifras vieram da análise de diferentes teorias sobre as causas do acidente - por exemplo, avaliações de diferentes falhas mecânicas possíveis levaram a diferentes graus de probabilidade de cada cenário.
Os investigadores americanos estudaram então dados históricos de acidentes prévios e determinaram, por exemplo, que os aviões foram encontrados frequentemente muito perto de sua última posição conhecida. Por fim, Keller reduziu a probabilidade dos locais onde já haviam sido realizadas buscas infrutíferas. 'Há dois componentes que fazem da matemática de Bayes algo único', explicou Keller. 'Por um lado, permite considerar toda a informação incluindo diferentes graus de incerteza e combinar dados, até mesmo probabilidades excludentes.'
'No caso do voo MH370, se considerava uma possível trajetória ao norte e outra ao sul da última posição conhecida. O avião foi para um lado ou outro, mas o teorema permite avaliar todas as teorias.'
Além disso, a técnica desenvolvida por Bayes é flexível, diz Keller. Se houver novos dados, eles são incorporados, e o mapa de probabilidades se atualiza.
Hipótese errada
No caso do voo da Air France, havia certeza de que o avião caíra em um raio de 40 milhas da última localização transmitida pelo sistema de segurança da aeronave. Mas a área da busca era tão grande que os investigadores não sabiam por onde começar. O mapa de probabilidades desenhado por Keller permitiu limitar essa área, mas mesmo assim os destroços não foram encontrados.
Vários meses depois, Keller foi chamada pela Air France para uma nova tentativa de análise de dados. Então, Keller e seus colegas questionaram uma hipótese presumida a princípio. Dados históricos indicavam que, após a queda de um avião, a caixa-preta seguia emitindo sinal em 90% dos casos. Imediatamente depois do desaparecimento do voo AF 447, as equipes de busca passaram dias varrendo com radares as áreas próximas da última localização conhecida, tentando detectar sinais dos gravadores de voz da caixa-preta.
Como nenhum sinal foi detectado, Keller e sua equipe haviam concluído que a chance de se encontrar o avião nessas áreas era muito baixa. Mas e se nem a caixa-preta ou os gravadores estivessem emitindo sinais?
Os analistas da Metron adaptaram seu modelo para incluir essa possibilidade e determinaram novas áreas de alta probabilidade. Os novos dados permitiram a localização do avião.
'Áreas imensas'
A caixa-preta e o gravador indicaram uma combinação de erros humanos e falhas técnicas por trás da queda do voo, que resultou na morte de 228 pessoas. Para Keller, foi um 'milagre' que os restos do avião tenham sido encontrados. 'Estavam no fundo do mar, em uma zona arenosa.'
Ela não tem certeza de que os destroços do voo da Malaysia Airlines sejam achados algum dia - porque, mesmo que sejam encontradas algumas peças, não significa que o restante da aeronave seja fácil de se encontrar.
'Se passaram tantos dias desde o desaparecimento que não acho que encontrar algum objeto possa ser muito útil', prosseguiu Keller. 'São áreas imensas. Sei que muitos podem pensar: como é possível não encontrar um Boeing 777? Mas, se estiver no fundo do oceano Índico, infelizmente talvez não seja encontrado.'

Do G1

Durante muito tempo, EUA e Europa nutriram ilusões sobre a Rússia de Vladimir Putin - ilusões que agora foram despedaçadas na Península da Crimeia. Eles poderiam (e deveriam) saber: desde seu primeiro mandato como presidente russo, o objetivo estratégico de Putin foi reconstruir o status da Rússia como potência global.
Para tanto, Putin usou as exportações de energia da Rússia para recuperar gradualmente os territórios perdidos quando a União Soviética desmoronou, uma geração atrás. A Ucrânia estava no coração dessa estratégia porque, sem ela, o objetivo de uma Rússia revivida é inalcançável. Assim, a Crimeia é apenas o primeiro alvo - o próximo será o leste da Ucrânia e a persistente desestabilização do país como um todo.

Diante de nossos olhos, o sistema internacional pós-soviético na Europa Oriental, Cáucaso e Ásia Central está sendo derrubado. Conceitos da ordem internacional do século 19, que têm como base considerações de equilíbrios de poder de soma zero e esferas de interesse, estão ameaçando desbancar as normas modernas de autodeterminação nacional, inviolabilidade de fronteiras, o estado de direito e os princípios fundamentais da democracia.
Como consequência, essa reviravolta terá um impacto profundo na Europa e nas suas relações com a Rússia, uma vez que determinará se os europeus vivem segundo as regras do século 21. Os que acreditam que europeus e americanos podem se adaptar ao comportamento de Putin, como os apologistas ocidentais do presidente sugerem, arriscam-se a contribuir para uma nova escalda estratégica, porque uma atitude branda só fortalecerá o Kremlin.
Aliás, quer seus líderes saibam ou não, a União Europeia está em conflito direto com a Rússia sobre sua política de ampliação desde o fim da Guerra Fria. É por isso que o ressurgimento da Rússia como potência global requer não somente a reintegração de territórios soviéticos perdidos, mas também acesso direto à Europa e um papel dominante ali, especialmente na Europa Oriental. Dessa maneira, uma luta estratégica fundamental agora é um dado.
De uma perspectiva ocidental, um confronto deliberado faz pouco sentido porque União Europeia e Rússia são e continuarão sendo vizinhas. No futuro, a Rússia precisará do bloco ainda mais do que vice-versa, porque em seu extremo leste e na Ásia Central, a China está surgindo como uma rival de dimensões inteiramente diferentes.
Além disso, o rápido declínio demográfico e o enorme déficit de modernização da Rússia significam a necessidade de um futuro conjunto com a Europa, mas agarrar essa oportunidade só será possível com base no estado de direito - e não da força - e precisa ser norteado pelos princípios da democracia e da autodeterminação, não de políticas de grande potência.
Em vez disso, Putin desencadeou uma crise duradoura. A reposta de europeus e americanos será uma nova política de contenção, tomando a forma principalmente de medidas econômicas e diplomáticas. A Europa reduzirá sua dependência energética da Rússia, revisará seu alinhamento e suas prioridades estratégicas e reduzirá o investimento e a cooperação bilateral.
No curto prazo, Putin parece ter uma influência maior, mas a fraqueza de sua posição em breve se tornará visível. A Rússia é totalmente dependente, econômica e politicamente, de suas exportações de commodities e de energia, que vão principalmente para a Europa. Uma demanda europeia e um preço do petróleo menores que já não sejam suficientes para sustentar o orçamento da Rússia podem prejudicar o Kremlin muito rapidamente.
Aliás, há motivos para acreditar que Putin pode ter forçado a mão. O colapso da União Soviética, no início dos anos 90, não foi provocado pelas potências ocidentais, mas por uma onda de secessão, quando nacionalidades e minorias, vendo o Estado partidário enfraquecido, agarraram a oportunidade para se libertar.
A Rússia atual não tem a força econômica nem a política para recuperar e integrar os territórios soviéticos perdidos. Qualquer tentativa de Putin para prosseguir com seu plano empobreceria seu povo e conduziria a novas desintegrações - uma perspectiva sombria.
Segurança nacional. Os europeus têm razão de se preocupar. Eles agora enfrentam o fato de que a União Europeia não é apenas um mercado comum - uma mera comunidade econômica -, mas um ator global, uma unidade política coesa com valores e interesses de segurança compartilhados. Os interesses estratégicos e normativos da Europa ressurgiram, pois, com uma vingança.
De fato, Putin conseguiu, quase sozinho, revigorar a Otan com um novo senso de propósito.
A União Europeia terá de compreender que não está agindo num vácuo em sua vizinhança oriental e meridional e, pelo bem de seus próprios interesses de segurança, os pontos conflitantes de outras potências ali não podem ser simplesmente ignorados ou, pior, aceitos. A política de ampliação da UE não é um mero aborrecimento caro e dispensável - é um componente vital da segurança e da projeção de poder para fora dos limites do bloco, A segurança tem um preço.
Agora, haverá talvez uma reavaliação na Grã-Bretanha dos custos de uma eventual saída da União Europeia. E haverá talvez uma percepção no continente de que a unificação europeia precisa avançar mais rapidamente porque o mundo - e a vizinhança da Europa, em particular - se mostrou não tão pacífico como muitos, sobretudo os alemães, achavam que era.
O projeto de paz da União Europeia - o móvel inicial da integração europeia - pode ter funcionado muito bem. Após mais de seis décadas de sucesso, ele veio a ser considerado irremediavelmente datado. Putin proporcionou um teste de realidade. A questão da paz no continente voltou e precisa ser respondida por uma União Europeia forte e unida.
 
Por: Joschka Fischer* - O Estado de S.Paulo/Project Syndicate - Joschka Fischer foi ministro das Relações Exteriores e vice-chanceler da Alemanha entre 1998 e 2005. - TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

Imagens de satélite mostraram mais de cem objetos boiando no sul do Oceano Índico. E a área acabou se tornando o alvo principal das buscas de destroços do boeing da Malaysia Airlines.

As imagens mostram 122 objetos, alguns com até 23 metros de comprimento. Elas foram registradas no último domingo (23) por um satélite francês.

Nesse dia, os objetos estavam boiando no sul do Oceano Índico, a 2.500 quilômetros da cidade de Perth, na Austrália.

O ministro dos Transportes da Malásia disse que esta nova pista vai direcionar as investigações. Segundo autoridades australianas, outros três objetos foram vistos por um avião civil e outro militar, mas as equipes voltaram para a base sem nenhum sinal dos destroços.

Nesta quarta-feira (26), equipamentos americanos chegaram à costa oeste australiana para ajudar nas buscas, entre eles um sistema que consegue captar sinais emitidos pela caixa-preta do avião.

Um escritório de advocacia de Chicago, que representa parentes de um dos passageiros desaparecidos, entrou na justiça com um pedido de explicações sobre o que pode ter acontecido.

Segundo os advogados, este foi o primeiro passo para uma ação multimilionária contra a Malaysian Airlines e a Boeing, fabricante do avião.

Do G1

FAB compra Hermes 900 para ajudar na segurança

Postado por Vinna quarta-feira, março 26, 2014 0 comentários

A israelense Elbit Systems Ltd. anunciou hoje ter fechado um contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para fornecer, nos próximos dois meses, sistemas aéreos não tripulados (também chamados “drones”) do tipo Hermes 900. A empresa não divulgou nem a quantidade nem o valor do contrato.
De acordo com nota distribuída pela Elbit, o Hermes 900 será equipado com um novo e avançado sistema de inteligência e será operado pela FAB em missões combinadas com a frota Hermes 450, já em uso operacional. Ambas frotas serão usadas em missões de segurança durante a Copa do Mundo, disse a empresa.
Segundo Elad Aharonson, gerente geral da divisão de sistemas não tripulados da companhia israelense, esses equipamentos são utilizados em missões de inteligência, proteção das fronteiras, controle de perímetro de infraestrutura e de locais críticos, bem como na segurança de cidades e eventos de grande escala.
O Hermes 900 é também usado pela Força Aérea de Israel e de outros países.
A AEL, subsidiária da Elbit Systems no Brasil, fornecerá apoio técnico e de engenharia à FAB, bem como serviços de logística e manutenção. A empresa, sediada Porto Alegre tem cerca de 200 funcionários e está envolvida em projetos de defesa do Brasil, tanto para FAB e para o Exército, nas áreas de atualizações de plataforma e apoio logístico e técnico.

O chefe do Estado-Maior da Rússia, Valeri Gerasimov, anunciou que os militares ucranianos alocados na Crimeia começarão a deixar a península nesta quarta-feira (26) e o farão em um trem, sem seus armamentos e equipamentos.
"Em virtude de um acordo entre os ministérios da Defesa da Rússia e da Ucrânia, os efetivos das Forças Armadas da Ucrânia e membros de suas famílias sairão da Crimeia em transporte ferroviário", disse o general russo.
Gerasimov esclareceu que "todos os militares que manifestaram seu desejo de continuar a servir nas Forças Armadas ucranianas estão fora de suas unidades, depois que entregaram suas armas, e se preparam para deixar a Crimeia junto com suas famílias e pertences pessoais".
A Ucrânia, que ordenou a retirada de suas tropas da Crimeia há dois dias, quando já tinha perdido praticamente todas as suas unidades e navios na península, negociou até o último momento a possibilidade de sair com seus armamentos, veículos e equipamentos.



A vice-secretária do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia, Victoria Siumar, explicou na terça-feira (25) que os efetivos da Marinha serão recuados até o porto de Odessa, com destino à região de Kherson, enquanto o restante dos militares continuará o serviço nas regiões de fronteira.
O ex-ministro da Defesa ucraniano, Igor Teniukh, disse na terça-feira, antes de apresentar sua renúncia, que os 4 mil soldados do país (de um total de quase 19 mil) que desejam continuar a serviço da pátria deixariam a Crimeia com todo o seu equipamento.
Após um fim de semana dramático para as Forças Armadas ucranianas, que perdeu todos os seus navios, armamentos e equipamentos na Crimeia, as 203 unidades do país na península já hastearam a bandeira russa e quase 80% dos soldados ucranianos mudaram de lado, colocando-se às ordens da Rússia, ou abandonaram o Exército.
A maior parte dos destacamentos, bases e navios de guerra que se mantiveram leais a Kiev foram invadidos e tomados pelas forças russas desde o último sábado (22), em meio a uma absoluta inoperância da cúpula militar e política da Ucrânia, denunciada como negligente por muitos oficiais ucranianos.
Pelo menos cinco oficiais ucranianos, entre eles o general Igor Voronchenk, comandante-adjunto da Marinha para a defesa do litoral, foram detidos pelas autoridades da Crimeia por oferecerem resistência aos russos.

Do G1

Há um mês, muitos americanos não conseguiriam encontrar a Crimeia no mapa. A anexação rápida da península por Moscou, porém, reformulou bruscamente o atlas geopolítico e pode ter encerrado 25 anos de relações muitas vezes tumultuadas, mas também construtivas.
Desde a queda do Muro de Berlim, em 1989, Washington e Moscou estavam empenhados em substituir a antiga rivalidade da Guerra Fria por uma nova parceria, testada em várias crises. Depois de cada ruptura, seja no caso de Kosovo, Iraque ou Geórgia, houve uma retomada de relações com as duas potências encontrando novamente um desconfortável equilíbrio.
A decisão do presidente Vladimir Putin de arrebatar a Crimeia da Ucrânia pode ser o início de uma nova era, mais perigosa. Se não se tratar de uma nova Guerra Fria, como alguns temem, provavelmente, entraremos num período prolongado de confronto e hostilidades difícil de superar.
Na terça-feira, na Casa Branca, o presidente Barack Obama delineou uma resposta com novas sanções para castigar a Rússia por sua ação que, como afirmou o vice-presidente Joe Biden, em Varsóvia, "nada mais é do que uma apropriação de terras". A chance de arrancar a Crimeia da Rússia é mínima e a questão de fato é se o Ocidente conseguirá impedir Putin de desestabilizar ou tentar se apropriar do leste da Ucrânia.
A integração firme da Rússia na comunidade internacional, que culminou com seu ingresso, em 2012, na Organização Mundial do Comércio (OMC), com ajuda de Obama, sofreu um retrocesso quando EUA e outras potências decidiram fazer seu encontro na próxima semana como G-7, pondo fim ao G-8, como era desde que os russos ingressaram, em 1998.
Estão em risco todas as áreas em que EUA e Rússia cooperam. Os dois países mantêm estreita colaboração no campo da exploração espacial e o acesso dos EUA à Estação Espacial Internacional depende inteiramente de lançamentos de foguetes russos. Tropas americanas que vão e vêm do Afeganistão sobrevoam o espaço aéreo russo. Agências de inteligência compartilham informações sobre organizações terroristas, mesmo que não todas. Especialistas americanos ajudam os russos a desmontar suas armas nucleares.
Mesmo que Obama e Putin troquem farpas, seus governos trabalham para diminuir os estragos. Diplomatas dos EUA e da Rússia mantiveram contato para se certificar de que ainda trabalharão juntos nas negociações com o Irã sobre seu programa nuclear.
Depois de ameaçar barrar inspetores nucleares dos EUA com base no tratado New Start, assinado por Obama, as autoridades russas informaram que as inspeções continuarão. "Temos cooperado mesmo existindo algumas diferenças, e sérias, em outros temas", disse o secretário de Estado, John Kerry. "Essa é a tragédia que ocorreu na Crimeia."
A relação foi retomada depois da guerra da Rússia com a Geórgia, em 2008. Obama, recém-empossado, estabeleceu como prioridade reatar os vínculos com os russos e muitos no Ocidente estavam dispostos a virar a página, em parte porque entendiam que o presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, havia provocado Moscou.
Mas, muito antes de as tropas russas ocuparem a Crimeia, a relação já estava se deteriorando, particularmente desde que Putin assumiu a presidência, em 2012. Ele e Obama não se respeitam muito e o russo culpou os EUA pelos protestos em Moscou. Além disso, rechaçou tentativas de Obama para retomar conversas sobre redução de armas nucleares e recebeu Edward Snowden, ex-técnico da Agência de Segurança Nacional (NSA), responsável pela divulgação de escutas ilegais. Obama declarou uma "pausa" na relação e cancelou uma viagem a Moscou.
Para especialistas, não haverá uma nova Guerra Fria, uma disputa global capitalismo vs. comunismo. Putin é o líder do sentimento antiamericano, mas está mais enraizado no nacionalismo russo do que na filosofia marxista e mais concentrado na sua vizinhança.
*Peter Baker é colunista.
TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO - Do Estadão


O G7 está de volta depois que os países do países mais industrializados do mundo, agrupados no chamado G8, decidiram excluir a Rússia na última segunda-feira.

Sob a liderança do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, os presidentes do grupo - que também inclui Alemanha, Canadá, França, Japão, Itália e Reino Unido - se reuniram em Haia, na Holanda, sem a delegação russa, em represália à anexação da Crimeia por Moscou.

O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, assegurou que a decisão é uma "grande tragédia" para seu país.

Os acontecimentos na Ucrânia mudaram profundamente as percepções ocidentais em relação à Rússia, e é muito difícil imaginar uma volta rápida à normalidade.

Ao chegar à Holanda para a reunião, Obama disse que os EUA e a Europa haviam se unido na imposição de sanções que traria "consequências significativas para a economia russa".

O ex-embaixador da ONU em Moscou, Michael McFaul, escreveu que o presidente russo, Vladimir Putin, "se aproveita do embate com o Ocidente...(e) mudou sua estratégia".

Mesmo assim, o ministro das Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt, disse no Twitter que o prognóstico sombrio de McFaul subestima o problema já que o presidente russo estava "se baseando em ideias ortodoxas profundamente conservadoras".

Quando os responsáveis pelas boas relações entre Oriente e Ocidente falam dessa forma, não é um bom sinal.

Será que isso é uma segunda Guerra Fria ou apenas um reajuste na política mundial?

A resposta dependerá em boa parte das decisões que serão tomadas nos próximos dias: uma invasão do leste da Ucrânia poderia gerar uma grande guerra, mas a consolidação da mão firme russa na Crimeia, com ações secretas de apoio a grupos militares russos em Donetsk ou Jarkov, criaria um dilema ainda mais difícil para os governos ocidentais.


Clima de tensão
Mesmo assim, como o Kremlin parece não ter intenção de mudar de posição quanto à Crimeia e abriu a possibilidade de uma intervenção para apoiar os russos na Moldávia ou nas repúblicas do mar Báltico (que são membros da OTAN), é evidente que o novo clima de tensão não vai ser atenuado rapidamente e ainda pode se agravar.
Até agora, a percepção pública da dependência europeia em relação ao comércio com a Rússia levou muitas pessoas a considerarem improvável que sejam impostas sanções significativas.

Mas quem tem essa opinião pode estar subestimando o quanto os líderes europeus estão em acordo (até o momento de forma privada) sobre tomar medidas mais duras. Ou o quanto de culpa sentem por não ter agido com mais eficiência há anos.

As "medidas específicas" promulgadas até o momento pelos EUA e a União Europeia (UE) simplesmente penalizam alguns amigos de Putin e seus aliados políticos. As sanções que foram a princípio combinadas entre os líderes da UE na semana passada contra empresas russas poderiam levar a uma verdadeira guerra comercial.

Também na semana passada, a Comissão Europeia se comprometeu a intensificar seu esforço em reduzir a dependência energética em relação à Rússia. E é nesta área que os líderes europeus têm mostrado seu ressentimento por terem sido enganados por Putin e terem permitido que as coisas voltassem ao normal.

A interrupção do fornecimento de gás russo em 2006 e a guerra de 2008 com a Geórgia já havia levado a promessas de reduzir a dependência energética.

Mas, na época, muitos culparam a Geórgia por provocar os militares russos e queriam rapidamente voltar a fazer negócios com os países do bloco conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que estavam em seu auge.


A postura de Merkel
Agora, a possibilidade de reduzir as importações de gás russo vem sendo levada a sério, destacando-se a capacidade da Ucrânia de fazer o mesmo, e de tomar essas medidas antes da próxima movimentação russa, não depois.
Como disse o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, ao programa Newsnight da BBC no início do mês, uma guerra comercial pode ferir mais à Rússia que à UE.

A Rússia representa 7% das exportações europeias, mas o que o país importa do resto do continente representa 21% de seu comércio.

Angela Merkel é quem personifica mais essa sensação de querer evitar ser enganada de novo pelo Kremlin. Sua posição política se endureceu nos últimos dias.

Não está claro até onde vai isso, inclusive se medidas militares serão tomadas pela Rússia contra a Ucrânia ou a Moldávia.

Se o projeto da UE de reduzir sua dependência da Rússia der frutos, é possível que o recente crescimento do comércio que atravessa a antiga cortina de ferro retroceda.

Outros debates ainda dominarão as conversas dos líderes do G7 nos corredores do edifício Berlaymont, sede da Comissão Europeia e da OTAN: em que medida os compromissos diplomáticos firmados anteriormente com Putin agora são prejudiciais? Como é possível reforçar a aliança com a Ucrânia? A grande queda com gastos de defesa pela Europa deve ser revista?

Algumas das respostas são cada vez mais claras. Não haverá reunião do G8 em Sochi, já que a Rússia não faz mais parte desse clube exclusivo, que se tornou, assim, o novo G7.

Poderá haver novas medidas contra o círculo próximo de Putin e se manterá o aumento das forças levadas pela OTAN às repúblicas bálticas.

Mas existe muita incerteza, inclusive no patamar mais extremo dessas conjecturas, sobre se uma ação militar russa poderia levar a sanções em grande escala, a um aumento das tropas americanas na Europa e a uma nova era de gelo da diplomacia internacional.

Do Terra

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