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sexta-feira, agosto 21, 2015

Governo autoriza investimento de até R$ 850 milhões para compra do Gripen NG

By on 21.8.15
 Na contramão da crise econômica e do esforço para aprovar medidas de ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, autorizou operação de crédito externo de até 245,3 milhões de dólares (R$ 853,7 milhões) para financiar a compra de 36 caças Gripen, aeronaves de combate fabricadas pela sueca Saab e requisitadas pela FAB (Força Aérea Brasileira).

O investimento faz parte do projeto F-X, e a transação é objeto de contrato firmado entre Brasil e o banco sueco AB SEK (Swedish Export Credit Corporation). O empréstimo foi aprovado por meio de despacho publicado no Diário Oficial da União.

De acordo com o documento, o Tesouro Nacional será representado pelo Comando da Aeronáutica, com vínculo ao Ministério da Defesa, em todos os atos relacionados ao desembolso dos recursos da operação. O empréstimo já havia sido aprovado pelo Senado no início deste mês.

As negociações entre as partes começaram durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2001, e continuaram no governo do PT --oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e os dois mandatos da presidente Dilma Rousseff (desde 2011). Porém, somente agora, na versão do governo, as condições se tornaram mais favoráveis ao país.

 Houve uma redução das taxas de juros de 2,54% para 2,19% no financiamento de 100% do projeto, acordo este firmado entre a indústria sueca e o Ministério da Defesa, em julho. Com isso, em comparação com as cifras iniciais, a compra dos caças Gripen ficou R$ 600 milhões mais barata para o governo brasileiro.
Ajuste fiscal

Desde que assumiu seu segundo mandato, no começo do ano, Dilma tenta cortar gastos para equilibrar as contas da União. O Ministério da Fazenda esperava economizar, somente neste ano, R$ 18 bilhões.

O pacote de ajustes fiscais sugerido pelo governo prevê bloqueio de gastos de R$ 1,9 bilhão por mês, além de redução de benefícios (R$ 28 bilhões), redução de despesas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outras metas. O plano também muda regras para pagamento de seguro-desemprego e abono salarial. 

Do UOL

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