Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Portugal vai modernizar F-16

Postado por Vinna sexta-feira, abril 24, 2015 0 comentários

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma despesa de 16 milhões de euros até 2018 para a sustentação logística do sistema de armas dos caças F-16, da Força Aérea Portuguesa.
“O Conselho de Ministros autorizou a realização da despesa inerente à aquisição de bens e serviços relativos à sustentação logística do sistema de armas das aeronaves F-16. O fornecimento desses bens e serviços, bem como os respetivos pagamentos, repartem-se pelos anos de 2015 a 2018, totalizando 16 milhões de euros”, pode ler-se no comunicado.
Portugal tem atualmente 27 caças F-16, depois de no ano passado ter acertado a venda de 12 aeronaves ao Estado romeno.

Fonte: Observador 

A Corte de Apelação de Palermo confirmou nesta quarta-feira que o avião DC-9 da Itavia, que caiu em 1980, em Ustica, na região da Sicília, foi derrubado por um míssil disparado por um caça da marinha francesa. A sentença exclui que uma bomba tenha sido colocada a bordo ou que tenha existido algum problema técnico que causou a desintegração da aeronave.
Ainda de acordo com o Tribunal, os Ministérios do Transporte e da Defesa têm responsabilidade no acidente porque não providenciaram as condições de segurança para que o avião fizesse seu percurso. Nas motivações, os magistrados afirmaram que outra aeronave interceptou a rota do voo do DC-9 e lançou um míssil contra ele.
Porém, a autoria do ataque não foi atribuída a ninguém. O advogado dos parentes das 81 vítimas do atentado, Daniele Osnato, afirmou que "com as quatro sentenças, a Corte de Apelo de Palermo fechou, definitivamente, o caso" e disse que "não há dúvidas de que o DC-9 foi abatido por um míssil".
Osnato também chamou a ação de um "ato de guerra não declarado" e disse que a sentença judicial "é uma verdade processual que coincide com a realidade dos eventos". A sentença é uma resposta aos apelos apresentados pela Advocacia Geral da União em quatro processos sobre a queda. Os juízes afirmaram que o ressarcimento pela reparação da triagem prescreveu, mas que os atingidos pela tragédia devem ser ressarcidos por "fato ilícito". A nova audiência foi marcada para o dia 7 de outubro.

O caso

A aeronave DC-9 da companhia aérea Itavia caiu em Ustica, na região da Sicília, na noite do dia 27 de junho de 1980 e deixou 81 mortos. As causas do acidente nunca foram de fato esclarecidas, mesmo com dezenas de investigações das autoridades italianas.
Em 2007, o ex-presidente italiano Francesco Cossiga chegou a dizer que o avião tinha sido alvo de mísseis internacionais, provavelmente franceses, que tentavam atingir o voo do ex-ditador líbio Muamar Kadafi - que estava a pouca distância do avião da Itavia.
No ano passado, a Corte de Cassação da Itália - instância judicial máxima - concordou com a tese do míssil e determinou a abertura de um novo processo civil no qual devem ser constatadas as responsabilidades dos Ministérios no acidente e, consequentemente, no fechamento da companhia aérea. 
Fonte: Terra

Armas para a defesa trazem bom lucro ao País

Postado por Vinna terça-feira, abril 21, 2015 0 comentários

Desde que a Empresa Brasileira de Aeronáutica, a Embraer, foi criada e, depois, privatizada, ela só tem dado lucro ao Brasil. O Super Tucano é o avião de treinamento e de ataque ao solo vendido para várias forças aéreas de outros países com sucesso. No entanto, além de abastecer as necessidades principalmente do Exército brasileiro, até alguns anos totalmente dependente das importações, hoje em dia as indústrias de armamento para defesa têm dado bons lucros ao País. Na contramão da balança comercial brasileira, que registrou no ano passado o primeiro resultado negativo desde o ano 2000, com déficit de US$ 3,9 bilhões, a exportação de produtos da indústria de defesa e segurança do Brasil cresceu no ano passado 38%.

As exportações dos equipamentos de defesa saltaram de US$ 2,6 bilhões em 2013 para US$ 3,6 bilhões em 2014. E a expectativa para 2015 da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) é de que este número cresça no mesmo ritmo.

Para ajudar a incrementar o mercado de negócios nesta área, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, está no Rio de Janeiro. É lá que se realiza, até esta sexta-feira, a 10ª edição da Latin America Defence & Security 2015 (LAAD), maior e mais importante feira do setor de defesa e segurança da América Latina. A indústria de defesa significa mais soberania e desenvolvimento tecnológico industrial, e é importante para agregar tecnologia não apenas no setor, mas também com a transferência para uso civil.

É que boa parte dos produtos desenvolvidos para as Forças Armadas também podem ser usados pela população em geral, porque são importantes para o desenvolvimento da indústria em geral. É que tudo o que se pesquisa, seja na Marinha, no Exército ou na Aeronáutica, acaba servindo de base tecnológica.

Os materiais de defesa têm alto valor agregado e alimentam vasta e diversificada cadeia produtiva. Nesta 10ª edição da LAAD estão mais de 700 expositores nacionais e internacionais, em três pavilhões do Riocentro. Uma das novidades que o setor espera que ajude a impulsionar as exportações vem da área de radares. A expansão da empresa brasileira Iacit, que firmou parceria com a israelense IAI-Elta, vai trazer para o Brasil o primeiro radar oceânico, que poderá ter importância estratégica durante a Olimpíada do ano que vem e que será utilizado pela Marinha.

Além de monitorar as condições climáticas e a superfície dos oceanos, ele ajuda a fazer o controle da poluição e prever os riscos ambientais em eventos como tempestades e tsunamis. Na exposição, também são apresentados novos vants que serão úteis para a segurança na realização dos Jogos Olímpicos. O visitante conhece projetos como o que prevê a construção de um submarino a propulsão nuclear e quatro submarinos convencionais; o sistema de monitoramento de fronteiras; o carro de combate Guarani; o avião cargueiro KC 390 e o H-XBR, que trata da fabricação de 50 helicópteros que servirão à presidência da República e às Forças Armadas.

Na feira, as pessoas podem ainda verificar um veículo blindado antimotim, fabricado pela Quartzo Engenharia de Defesa, em colaboração com a empresa de Israel-BAT, ou conhecer uma empresa como a Safety Wall, que converte portas convencionais em blindadas. Como se sabe, armamentos, desde muitos séculos, acompanham todas as sociedades e o Brasil é muito extenso para ficar desprotegido. E, como diziam os romanos, "se queres paz, prepara-te para a guerra".

Fonte: Jornal do Comercio

Brasil congela programa de compra de navios militares

Postado por Vinna segunda-feira, abril 20, 2015 0 comentários

O Brasil adiou o programa Prosuper, por meio do qual pretende comprar 11 navios de guerra para a Marinha, devido à crise econômica que o país atravessa, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, Jaques Wagner.
Em entrevista coletiva na feira de defesa LAAD, Wagner disse que "não é razoável" planejar novas aquisições de navios neste ano devido ao programa de ajustes orçamentários realizado pelo governo.
O comandante da Marinha, o almirante Eduardo Barcellar Leal Ferreira, afirmou que a licitação, da qual participam sete países, "não está concluída" e ratificou que o processo está "momentaneamente paralisado".
O programa Prosuper prevê a compra de cinco navios-patrulha oceânicos de 1.800 toneladas, cinco navios fragata de cerca de 6.000 toneladas e um navio de apoio logístico de 24.000 toneladas, que terão que ser fabricados em estaleiros brasileiros.

Os sete estaleiros que apresentaram propostas comerciais são Thyssenkrupp (Alemanha), DSME (Coreia do Sul), Navantia (Espanha), DCNS (França), Damen (Holanda), Ficantieri (Itália) e BAE (Reino Unido).
O ministro também informou que, devido à crise econômica, foi reduzido o ritmo de produção dos 50 helicópteros EC725, que o país fabrica em associação com a Eurocopter para equipar à Força Aérea.
A LAAD é a maior feira de defesa e segurança da América Latina e reúne delegações oficiais e cerca de 650 expositores de 71 países.
A feira começou ontem, no centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro, e terminará na próxima sexta-feira.

Fonte: Exame

A Embraer e a empresa sueca Saab estão negociando a exportação de forma conjunta dos caças de combate Gripen NG que serão fabricados no Brasil, informaram nesta terça-feira responsáveis das duas companhias. Esta possibilidade de negócio inscreve-se em um acordo de colaboração no programa de desenvolvimento do Gripen, que foi assinado hoje no Rio de Janeiro pelo diretor da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Scheider, e o vice-presidente da Saab, Lennart Sindahl. O acordo de comercialização pode ser anunciado até o próximo mês de junho e as primeiras exportações de caças sueco-brasileiros poderiam começar por volta de 2023 ou 2024, segundo afirmou Scheider em entrevista coletiva durante a feira de defesa LAAD. Para que as exportações se iniciem nesse prazo, as vendas terão que ser negociadas com vários anos de adiantamento, segundo lembrou o diretor de Embraer. Sindahl ressaltou que a Embraer pode apresentar suas "facilidades de venda" na América Latina e em determinados países da África, enquanto a companhia sueca tem mais vantagens em seus mercados tradicionais da Europa. Perguntado sobre a possibilidade que o Reino Unido, fabricante de vários sistemas do Gripen, bloqueie as possíveis vendas do caça à Argentina por motivos políticos relativos à soberania das ilhas Malvinas, o responsável da Saab afirmou que "até agora" nenhum fornecedor impôs "restrições" deste tipo. O acordo assinado hoje determina que a Embraer será responsável de uma parte considerável do trabalho de desenvolvimento dos sistemas do Gripen, de sua integração, testes de voo, montagem final e entregas dos aviões de combate. Em virtude deste acordo, a Embraer enviará uma equipe de engenheiros à Suécia a partir do segundo semestre deste ano para ser treinada nas instalações da Saab. Os acordos fazem parte do compromisso de compra de 36 caças Gripen que o Brasil assinou com a Suécia em 2014 e que prevê a transferência de tecnologia e a produção de vários aviões no país.

Do R7

O presidente americano, Barack Obama, informou nesta terça-feira a seu colega egípcio, Abdel Fatah al-Sissi, o fim do embargo à entrega de aviões de combate F-16, de mísseis Harpoon e de peças de reposição para tanques - anunciou a Casa Branca.
A suspensão no envio desses equipamentos foi imposta em outubro de 2013, após a sangrenta repressão aos partidários do presidente Mohamed Mursi, destituído do poder pelo Exército, em 3 de julho de 2013.
A decisão de Obama deve permitir atender aos interesses comuns dos dois países "em uma região instável", afirmou o governo americano em um comunicado.
Envolvido na luta contra os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) na Líbia, o Egito também participa da coalizão árabe. Liderada pela Arábia Saudita, essa aliança ataca os rebeldes xiitas huthis no Iêmen.
De acordo com a Casa Branca, o anúncio do presidente diz respeito a 12 caças F-16 e 20 mísseis Harpon.
No telefonema, Obama disse a Al-Sissi que continuará a pedir ao Congresso americano uma ajuda anual de US$ 1,3 bilhão para o Egito em caráter de assistência militar.
Todo ano, os Estados Unidos entregam US$ 1,5 bilhão ao Egito e, desse montante, US$ 1,3 bilhão se destina ao âmbito militar. Uma parte dessa ajuda foi congelada após a saída de Mursi da presidência.
Mohamed Mursi foi eleito democraticamente um ano e meio depois da queda de Hosni Mubarak, em meio a uma revolta popular.
Washington condicionou a retomada da assistência à realização de reformas democráticas. Depois, admitiu que não poderia hostilizar o mais populoso e mais bem armado dos países árabes - sobretudo, no momento de embate com os jihadistas do Estado Islâmico.
Ainda segundo a Casa Branca, durante o telefonema, Obama reiterou sua preocupação com a detenção de ativistas pacíficos e com os julgamentos em massas. Nesse contexto, pediu ao atual presidente egípcio que respeite "a liberdade de expressão e de reunião".
 
Do EM

Os Estados Unidos estão finalizando uma venda de armas no valor de cerca de US$ 1 bilhão ao Paquistão, afirmando que o negócio protegerá os interesses americanos no sul da Ásia.

A venda, no valor total de US$ 952 milhões, aprovada pelo Departamento de Estado americano na segunda-feira, inclui 15 helicópteros de ataque AH-1Z e mil mísseis Hellfire II. O negócio também inclui motores, sistemas de mira e de posicionamento, além de outros equipamentos, informa o anúncio da Agência de Cooperação para Defesa e Segurança (DSCA, na sigla em inglês).

"Esta proposta de venda de helicópteros e sistemas bélicos dará ao Paquistão capacidade militar de apoio para suas manobras de contraterrorismo e contra insurgência no sul da Ásia", disse a Agência em uma declaração.

A DSCA enviou a proposta ao Congresso, citando sua intenção de apoiar as operações de contraterrorismo e contra insurgência do Paquistão com "aeronaves com maior capacidade de sobrevivência e de realizar ataques precisos e que conseguem operar em maiores altitudes."

A Agência enfatizou que o negócio "não vai alterar o equilíbrio militar básico na região" e vai contribuir para "a política externa e a segurança nacional dos Estados unidos ao melhorar a segurança de um país vital para a política externa dos Estados Unidos e para os objetivos de segurança no sul da Ásia."
O Paquistão havia pedido equipamento de defesa, inclusive helicópteros, motores, mísseis e computadores.  
"Ao adquirir essa capacidade, o Paquistão vai melhorar sua capacidade de conduzir operações no Waziristão do Norte, nas Áreas Tribais administradas pelo governo federal e em outras áreas montanhosas e remotas sob qualquer tipo de condições climáticas, de dia e de noite", dizia a proposta.

O exército do Paquistão vem batalhando contra militantes no Waziristão do Norte desde o ano passado e se envolveu em duros combates com o Talibã desde seu reaparecimento, em 2004. Em dezembro, soldados do Talibã assassinaram 154 pessoas em um ataque a uma escola de Peshawar.

A venda de equipamento militar dos Estados Unidos, que também envolve apoio técnico e treinamento, será implementada durante um período de cinco anos e meio. O negócio ocorre logo depois de a China confirmar um plano de vender oito submarinos ao Paquistão por US$ 5 bilhões.
 

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou nesta quarta-feira, em uma feira de defesa e segurança que ocorre no Rio, que o governo federal está solicitando à sueca Saab um empréstimo de dez aviões gripen para ajudar na segurança durante as Olimpíadas de 2016, no Rio. Ele não deu mais detalhes sobre o empréstimo.
A sueca Saab ganhou recentemente um contrato para fornecer aviões gripen ao Brasil em uma negociação de cerca de 5,4 bilhões de dólares. Na terça-feira, a empresa sueca e a Embraer afirmaram que querem fazer do Brasil um pólo exportador de aviões gripen.
O Ministério da Justiça estima gastar R$ 350 milhões com a segurança das Olimpíadas. Segundo Rodrigues, o plano operacional detalhado, com o número de agentes envolvidos, deverá ser divulgado até o fim do mês. O governo federal assumiu, inclusive, a responsabilidade pela segurança dentro das 159 instalações esportivas - entre locais de treino e de competição. Originalmente, a atribuição seria do Comitê Rio 2016, responsável pela organização dos Jogos.
Quatro balões com câmeras de alta resolução fazerão parte do esquema de segurança das Olimpíadas. Eles serão doados ao governo do Rio após os Jogos. Os balões foram comprados pela Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos do Ministério da Justiça, ao custo de R$ 23,1 milhões. O contrato com a empresa Altave já foi assinado, e a expectativa é que os balões estejam em funcionamento durante os eventos-teste, que vão começar em julho.
Os balões, que chegam a cem metros de altura, serão espalhados pelas quatro áreas de competição durante os Jogos: nos parques olímpicos da Barra da Tijuca e Deodoro, ambos na Zona Oeste, Maracanã, na Zona Norte, e Copacabana, na Zona Sul. As câmeras alcançam um raio de 13 quilômetros, e as imagens em alta definição podem ser aproximadas depois de gravadas.

Um helicóptero do Exército da Síria caiu neste domingo, 22, na região de Idlib.

De acordo com informações do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), os rebeldes da Frente al-Nusra, ligados a Al-Qaeda, capturaram a tripulação.

Cabe lembrar que as forças de Damasco têm efetuado ataques aéreos nas áreas controladas pelos insurgentes, tanto na região de Alepo, no Norte, como junto a Deera, no Sul. Com informações do site abola.pt.


A FAB (Força Aérea Brasileira) negou, nesta sexta-feira (10), qualquer irregularidade na compra de 36 aeronaves militares suecas, após o MPF (Ministério Público Federal) decidir investigar o contrato de aquisição. A suspeita dos promotores é que o preço dos caças tenha aumentado.
A Aeronáutica esclareceu que nenhum valor foi pago ainda porque o contrato de financiamento precisa ser assinado. Em 2009, a FAB apresentou a proposta final ao fabricante, a Saab, em um valor equivalente a US$ 4,5 bilhões.
Em 2013, o contrato de aquisição foi firmado no valor de 39,8 bilhões de coroas suecas. Naquela época, isso equivalia a US$ 5,4 bilhões. Porém, a coroa sueca se desvalorizou em relação ao dólar e hoje esse mesmo contrato estaria na casa dos US$ 4,6 bilhões.

Em 2013, o contrato de aquisição foi firmado no valor de 39,8 bilhões de coroas suecas. Naquela época, isso equivalia a US$ 5,4 bilhões. Porém, a coroa sueca se desvalorizou em relação ao dólar e hoje esse mesmo contrato estaria na casa dos US$ 4,6 bilhões.
No entanto, a FAB não informou em qual moeda o financiamento será assinado. Lembrando que o dólar teve forte valorização em relação ao real no último ano.
Os caças Gripen NG vão substituir os franceses Mirage 2000, cuja vida útil já terminou. Segundo a Força Aérea, os novos aviões ficarão em operação por 30 anos.
Em nota, a FAB diz que “o processo de aquisição em questão envolve mais de 30 mil páginas de estudos técnicos pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia”.
Fonte: R7

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