Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

No primeiro dia do Salão da Aeronáutica de Paris Le Bourget, a Embraer anunciou a assinatura de um contrato com o Ministério da Defesa da República do Mali para fornecer seis caças A-29 Super Tucano. O modelo, considerado um dos melhores custo-benefício do segmento, já é utilizado por diversos países africanos.

Na cerimônia de assinatura da parceria, no Salão de Le Bourget, o ministro da Defesa do Mali, Tieman Coulibaly, disse estar satisfeito com a cooperação militar com o Brasil e creditou a escolha do modelo a sua “versatilidade e robustês”. O contrato inclui o apoio logístico e treinamento dos pilotos e mecânicos da Força Aérea maliana.
O país africano pretende usar os aviões em operações de vigilância de fronteiras e segurança interna. Desde 2013, o Mali combate rebeldes e terroristas no norte do país, com apoio de uma coalizão internacional liderada pela França.
190 Super Tucano pelo mundo
O A-29 Super Tucano é utilizado por 10 países em três continentes, incluindo a Força Aérea norte-americana, que conta com os aviões brasileiros em seu programa Light Air Support. Com 10 anos de operação, o Super Tucano conta com 230 mil horas de voo e 30 mil de combate. A Embraer recebeu cerca de 210 encomendas do modelo, tendo entregue 190 aeronaves até agora.
O Salão Internacional da Aeronáutica de Le Bourget, na periferia de Paris, abriu as portas nesta segunda-feira (15) com um recorde de participantes vindos de 47 países e muito otimismo. As principais construtoras estimam uma demanda ao redor de 35 mil aeronaves para os próximos 20 anos, impulsionada principalmente pelos países emergentes.

Do RFI

Antártica, entre novembro deste ano e janeiro de 2016, o avião Hércules C-130 que se acidentou no fim de 2014 durante o pouso na base Eduardo Frei, que pertence ao Chile. Segundo o órgão, o avião deve ser recuperado no local e retornar ao país voando.
A Força Aérea Brasileira (FAB) afirma que pretende retirar da
Em reportagem publicada pelo G1 em fevereiro, a FAB havia divulgado que não sabia se a aeronave passaria por manutenção para o voo ou se seria desmontada e trazida em navio.
Em 27 de novembro, o cargueiro repleto de militares e civis pousou de barriga, o que provocou danos em uma de suas hélices e nos trens de pouso. O impacto não deixou feridos, mas causou vazamento de combustível sobre a neve. A conclusão da investigação sobre o acidente não foi divulgada pela Aeronáutica “por questões de segurança nacional”.
Desde então, o Hércules C-130 permaneceu no território antártico. Mas, segundo especialistas, o fato de o país manter a aeronave por lá estaria ferindo o Tratado Antártico, que rege as atividades na região e proíbe os Estados-membros de deixarem resíduos em qualquer parte do território, com biodiversidade considerada sensível a impactos ambientais
A Aeronáutica afirma que vazamentos de fluidos logo após o acidente foram contidos e resíduos líquidos derramados no solo por causa de danos nos motores e no trem de pouso foram recolhidos. Além disso, foi feita a raspagem da neve contaminada na hora do acidente.
Recuperação iniciada
Segundo a FAB, entre março e abril deste ano, uma equipe de militares e civis esteve na base antártica para içar a aeronave sobre macacos-cavaletes.
A operação, chamada de “primeira fase”, tinha o objetivo de preparar o Hércules para reparos estruturais no trem de pouso direito, na asa direita e na área inferior da fuselagem principal, afetados no acidente. Para essa operação, foram desembolsados R$ 1,62 milhão.
Entre os meses de novembro e janeiro, quando as condições climáticas na Antártica estão menos severas, é que serão executadas as tarefas de manutenção “necessárias para recuperar a aeronave e colocá-la em condições de voo”.
O avião, que tem pouco menos de 30 metros de comprimento, realizava o traslado de civis e militares entre Punta Arenas, no Chile, para a base antártica quando sofreu o acidente.
O trecho integra a logística da FAB e da Marinha para levar cientistas e militares à estação Comandante Ferraz, na Baía do Almirantado, dentro do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).
O local, reconstruído de forma provisória após incêndio ocorrido em 2012 (que causou a morte de dois militares), abriga pesquisadores responsáveis por estudos sobre mudanças climáticas, meteorologia, vida marinha, arquitetura e etc. Da base chilena até Comandante Ferraz, o trajeto é feito de helicóptero ou por navio – modal utilizado com mais frequência.
Uma nova estação será construída no local. Em maio, a Marinha confirmou que a empresa chinesa Ceiec será a responsável por erguer o complexo, que deve ficar pronto em 2018. O custo estimado é de US$ 99,6 milhões.


Do G1

A defesa aérea da Arábia Saudita interceptou neste sábado um míssil Scud lançado pelos rebeldes iemenitas contra uma cidade saudita próxima da fronteira entre os dois países, informou o comando da coalizão internacional contra os houthis, que é liderada pelo reino saudita.
Em comunicado divulgado pela agência oficial do país, a “Spa”, o comando, que acusou os rebeldes houthis e as forças do ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh pelo ataque, explicou que o míssil tinha como alvo a cidade de Khamis Meshid e que o mesmo foi interceptado.
Em resposta ao ataque, o Exército saudita bombardeou e destruiu uma base para o lançamento de mísseis situada na província iemenita de Saada, reduto dos houthis e próxima da fronteira com a Arábia Saudita.
Horas antes, aconteceram combates entre as partes nas províncias sauditas de Yazan e Nashran, que se prolongaram durante várias horas, informou hoje a liderança da coalizão.
O ataque foi planejado e efetuado por membros da Guarda Republicana iemenita, que integra as forças de Saleh, com apoio dos rebeldes houthis.
Os sauditas sofreram quatro baixas entre soldados integrantes da Guarda Nacional e da Guarda Fronteiriça, segundo a nota, enquanto as forças sauditas mataram dezenas de insurgentes iemenitas.
A coalizão liderada pela Arábia Saudita vem fazendo bombardeios desde março contra posições dos rebeldes houthis, que controlam Sana, a capital do Iêmen, e amplas regiões do país, para evitar que cheguem à cidade de Áden, a principal do sul e bastião das forças leais ao presidente Abdo Rabbo Mansour Hadi.
Esses ataques acontecem depois que o movimento xiita dos houthis anunciou há dois dias, de forma extraoficial, que participará “sem condições prévias” da reunião em Genebra, organizada pela ONU e prevista para o próximo dia 14.
Este encontro seria o primeiro entre ambas as partes para buscar uma solução política para o conflito armado, que já deixou mais de 2 mil mortos e 1 milhão de deslocados internos.
Do Ultimo Instante


 Teóricos da conspiração têm alertado que o Exército dos EUA tem praticado exercícios que seriam, na verdade, uma preparação para o caso de um asteroide colidir com a Terra e acabar com a humanidade.
No próximo mês, um grande treinamento militar chamado "Jade Helm" será realizado em vários Estados americanos com 1.200 soldados participantes, mas os detalhes de sua finalidade são escassos, de acordo com o jornal britânico "Daily Mirror".
Agora, conspiradores estão ligando este exercício às suas previsões de que um enorme asteroide irá atingir a Terra em setembro deste ano.
Um blogueiro do site Whistleblower800, que afirma investigar a corrupção no governo dos EUA, disse ter descoberto a razão para o treinamento.
Ele sugeriu que o "Jade Helm" seria uma "apólice de seguro" no caso de um asteroide se chocar com a Terra e tumultos proliferarem pelo país.
Ele escreveu: "Se chegarmos até o outono, este terá sido apenas um exercício de treinamento. Se não, teremos tropas de prontidão para lidar com o que seria pandemônio e caos. Os militares vão atirar em nós, porque seremos vistos como tolos que se recusam a aceitar os sacrifícios necessários para salvar o nosso planeta".
Vários blogueiros em sites de conspiração dizem ter previsto que a catástrofe iminente cairá em algum momento entre 22 e 28 de setembro.
Enquanto isso, teóricos bíblicos afirmam que o asteroide irá iniciar o arrebatamento e o início de uma tribulação --termo bíblico que descreve o período aflitivo que antecederia a volta de Jesus Cristo-- de sete anos.
A Nasa fez sua parte e divulgou um comunicado para tranquilizar as pessoas de que nenhum objeto grande é esperado para bater no planeta em "várias centenas de anos".
Um porta-voz disse: "A Nasa não conhece nenhum asteroide ou cometa atualmente em rota de colisão com a Terra, então a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena. Na verdade, o melhor que podemos dizer, nenhum objeto grande deve atingir a Terra a qualquer momento nos próximos cem anos".

Do Terra

 

EUA em mega exercício militar interno a partir de julho de 2015


A partir de 15 julho até 15 setembro 2015, o Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA estará a realizar um mega exercício militar em uma área que abrangerá todo o sudoeste americano. À primeira vista, pensa que este exercício será uma resposta aos exercícios militares maciços sendo conduzidos pela Rússia.,
Eu supunha erradamente que Jade Helm 15 era uma manobra projetada para proteger o Sudoeste de uma invasão pelas forças russas apoiadas pelos militares da América Latina ( como Amanhecer Violento). No entanto, depois de ler o plano operacional de Jade Helm, é claro que este exercício é sobre a subjugação marcial brutal do povo do Texas, Utah e Califórnia do Sul que se levantaram contra a tirania alguns não especificados. Além disso, este exercício é também sobre a lei marcial que está sendo usado como uma medida preventiva em estados que "podem" inclinar-se para a guerra civil contra o governo  central dos Estados Unidos (ou seja, Califórnia, Nevada, Colorado, Arizona e Novo México).

Os elementos operacionais e impacto da Jade Helm 15 não podem ser considerados isoladamente. Uma análise cuidadosa revela como este exercício está ligado às políticas do Exército associados com o confinamento de detentos no que é comumente chamado de campos da FEMA! Este exercício é, sem dúvida, a coisa mais assustadora para ocorrer em solo americano desde a Guerra Civil.

Aurora Vermelha ou preparativos para a lei marcial ?

Propósito de Jade Helm é Definido


"Jade Helm é uma Guerra Não Convencional Interagencial (IA)  (UW) exercício militar  desafiador de oito semanas conjunta e realizado em todo Texas, Novo México, Arizona, Califórnia, Nevada, Utah e Colorado."

O termo "guerra não convencional (UW)" deixa claro que este exercício não está lidando com um "Red Dawn"  ou invasão apoiada pela Rússia no sudoeste dos Estados Unidos por parceiros latino-americanos apoiados por russos. UW fala do conflito de natureza de guerrilha (assimétrico)  previsto e ensaiado. Posteriormente, ele pode ser conclusivamente afirmando que Jade Helm não está se preparando para uma invasão ao estilo Red Dawn, em vez disso, eles estão se preparando para uma vermelha, branca e azul invasão. Este é um ensaio enorme para a aplicação da lei marcial , bem como a implementação da proverbial e muitos rumores de List Red e Blue  e "vá pegá-lo " extrações de figuras-chave da resistência de Mídia Independente, bem como figuras políticas que não cooperam. As várias disposições da Jade Helm deixam claro o quão perigoso este exercício é verdadeiramente.

Composição de Forças no Jade  Helm revela o verdadeiro propósito das manobras

Thomas Mead, o planejador de operações treinamento militar para Jade Helm realista do Exército dos EUA declarou publicamente que "Temos Boinas Verdes do Exército, Navy Seals, Comando de Operações Especiais marinhos, a 82ª Divisão Aerotransportada, e também temos alguns dos nossos parceiros de interagências, como o DEA, FBI e a Agência Joint Personnel Recovery (JPRA) que vão trabalhar conosco. "

O uso de boinas verdes, Navy Seals e forças de  operações especiais do Comando fala com a composição não convencional da composição geral deste grupo. Entre as muitas funções para estes três grupos de operações especiais incluem ataques a infra-estrutura, assassinato de pessoal inimigo chave, reconhecimento e extração de pessoal-chave inimigos para a detenção e / ou coleta de inteligência. É o último dever que tem me preocupado como tem havido muita discussão sobre a execução de uma "Lista Vermelha", em que figuras-chave de resistência sejam sequestrados e "tratados" com antecedência da aplicação da lei marcial. Uma análise detalhada da linguagem da Jade Helm me convenceu de que nós estamos olhando para a implementação do "arrebatar a garra" de índices de resistência à lei civil que vem. Minhas fontes me disseram que nos treinos anteriores desta natureza, na Lista Vermelha  as tropas de extracção sairão de helicóptero nas primeiras horas da manhã (por exemplo 03:00) aos terrenos, offload pessoal e deter os alvos pretendidos, estilo equipe da SWAT.

Na seção Jade Helm intitulado "O que esperar", os planejadores de operação afirmam que o público deve se antecipar "Ao aumento de aeronaves na área durante a noite", e "pode ​​receber reclamações de barulho". O avião estará alto o suficiente durante a noite para garantir reclamações de barulho? Meu voto seria os helicópteros. E quem estaria sobre esses helicópteros, à noite? Que horas serão fragmentos de conversa e atividades de apoio historicamente realizada? E que normalmente conduzirá arrebatar e detenções ? A resposta a estas perguntas seriam as forças de operações especiais, que por lei marcial, seria a versão Gestapo dos Boinas Verdes, os Navy Seals e forças marinhas especiais que eles chegam em sua casa em 3:00.

Fonte: http://www.thecommonsenseshow.com/2015/03/18/the-jade-helm-15-drill-is-a-martial-law-civil-war-and-red-list-extraction-drill/ 
 


As aeronaves estão a ser revistas, reparadas e modernizadas após terem estado ao serviço da força aérea indiana.

Os primeiros seis caças Sukhoi-30 adquiridos pelo Governo angolano, que estiveram ao serviço da força aérea indiana, são esperados em Angola no segundo semestre do ano, tornando-se o país no terceiro de África com este tipo de aeronave.
Estes primeiros seis caças - de um conjunto de 12 - estão a concluir um programa de revisão, reparação e modernização na fábrica do construtor russo Sukhoi em Baranovichi, na Bielorrússia, segundo o portal especializado Aviation International News (AIN).
Durante o segundo semestre de 2015 vão intensificar-se as comemorações dos 40 anos da independência de Angola (11 de novembro de 1975), não sendo de descartar que a entrega destas aeronaves coincida com este programa.
Os aparelhos, que se estiveram ao serviço da força aérea indiana, fazem parte do pacote de compra de material de guerra russo, no valor de mil milhões de dólares (890 milhões de euros), acordado com a empresa russa Rosoboronexport.
São caças de dois motores e dois lugares que podem atingir velocidades superiores a 2.100 quilómetros por hora e que começaram a ser produzidos pela empresa russa há cerca de 15 anos, sendo estes doze - com entre 1.000 a 1.500 horas de voo - originalmente destinados a equipar a força aérea bielorrussa.

Do DN


O governador Camilo Santana (PT) reforçou na manhã desta segunda-feira a informação do início da atuação das equipes de Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio) e da reforma para instalação de uma base da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) no Cariri. O helicóptero para unidade, de acordo com nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), será remanejado de Fortaleza.
"Nós vamos, agora em julho instalar 12 equipes do Raio no Cariri. As (48) motos foram adquiridas, as equipes estão em fase de conclusão do curso, e estamos também fazendo uma reforma para um base do Ciopaer com helicóptero permanente na região. Vamos fazer também na região Norte, em outubro", detalhou o governador, em coletiva, após palestra de abertura do Seminário Prefeitos Ceará 2015, evento que reúne gestores de 184 municípios cearenses, e é realizado até esta terça-feira, dia 9, no Centro de Eventos do Ceará.
Como noticiado no O POVO, para administrar a estrutura do BPRaio montada em Juazeiro, 77 profissionais estão sendo formados. De acordo com a SSPDS, a base do Ciopaer funcionará no Aeroporto de Juazeiro do Norte, onde as reformas já estão acontecendo, com prazo para terminar no final do mês de julho de 2015. “Estão sendo construídas salas, banheiros, entre outras coisas”.
O reforço no policiamento da região, que também recebe 102 policiais do Batalhão de Divisas, se dá pelos altos índices de crimes que têm sido registrados na Área Integrada de Segurança (AIS) 11, que compreende o Cariri. Nos primeiros quatro meses de 2015, a AIS11 é a área no interior do Estado com maior número de homicídios (111), apreensão de armas de fogo (328), apreensão de cocaína (30 kg) e a maior apreensão de maconha do Estado (578,22 kg) - ultrapassando inclusive o somatório da apreensão das seis AISs da Capital.

Do O Povo

O Iraque, que foi um dos maiores clientes de armas brasileiras entre as décadas de 1960 e 1980, manifestou nesta terça-feira seu interesse em reiniciar a compra de produtos de defesa do Brasil, informou o Ministério da Defesa.
Essa intenção foi comunicada pelo ministro das Relações Exteriores do Iraque, Ibrahim al Jaafari, na visita que fez hoje ao Brasil e durante qual se reuniu com o chanceler Mauro Vieira e com o ministro da Defesa, Jaques Wagner.
O ministro iraquiano “demonstrou interesse em retomar as aquisições dos produtos de defesa brasileiros depois que, no anos 80, o país foi um dos grandes parceiros comerciais do Brasil”.
O Brasil, que durante muitos abasteceu o Iraque de produtos como os mísseis Astros II, os tanques de guerra Osorio, os aviões de combate Tucano e diferentes armas convencionais, suspendeu as vendas em 1990 devido ao embargo internacional imposto a esse país pela invasão do Kuwait.
Segundo o comunicado do Ministério da Defesa, o aquecido mercado brasileiro da indústria de defesa movimenta cerca de US$ 6,5 bilhões ao ano, com US$ 3 bilhões em exportações, e gera 30.000 empregos diretos.
Os fabricantes brasileiros de foguetes, aviões e carros de combate tinham como principal mercado regional o Oriente Médio, para onde exportavam quase 50% de sua produção na década de 1970.
O principal cliente era o Iraque, que concentrava 40% das compras, seguido pela Líbia (30%).
Em seu encontro com as autoridades brasileiras, Jaafari disse que o Iraque precisa equipar-se para combater a ameaça terrorista do grupo Estado Islâmico, que domina territórios tanto nesse país como na Síria.
O ministro iraquiano acrescentou que o principal motivo de sua visita foi solicitar o apoio do Brasil nos esforços militares do governo iraquiano pela estabilização do país e o combate ao terrorismo.
“A guerra contra o terrorismo não é uma guerra convencional. Buscamos os países amigos e democráticos para defender aqueles que estão sofrendo com esse fenômeno”, afirmou o chanceler iraquiano, citado no comunicado do Ministério da Defesa, ao defender acordos de cooperação com o Brasil.
Por sua parte, Jaques Wagner comentou que o Brasil tem uma longa tradição de paz e de solidariedade e que, por isso, “expressamos nossa total solidariedade ao Iraque perante as atrocidades que são perpetradas no país”.
Do Ultimo Instante

O Brasil vai suspender o Programa de Aviação Regional, lançado em 2012 para apoiar o desenvolvimento das ligações aéreas internas, e que tem sido fundamental para o desenvolvimento do negócio da Embraer e da Azul. Em causa está a necessidade de Brasília de equilibrar as contas públicas, avança a Bloomberg citando fonte da assessoria econômica da presidente Dilma Rousseff.
O programa, que previa apoios na ordem dos 7,3 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros) na construção ou reestruturação de aeroportos por todo o Brasil, destinava-se a servir as rotas com pouca oferta e foi considerado como um estímulo à Embraer já que se destinava igualmente a subsidiar metade de todos os assentos em aviões com 120 lugares.
Além da Embraer, também a Azul, controlada por David Neeleman e a principal companhia regional do Brasil, sairá penalizada pela suspensão do plano de apoio à aviação regional. Já em Abril, a imprensa brasileira dava conta da intenção da companhia aérea de cortar rotas e mesmo avançar com despedimentos, caso o programa não chegasse ao terreno.
De acordo com o "Valor Económico", a Azul definiu em 2014 uma lista com cerca de 20 destinos, dos 103 servidos pela companhia, que não cumpriam os critérios de rentabilidade necessários e que por isso poderiam ser encerrados. Já no início deste ano, a companhia acabaria por cancelar os voos para as cidades que apresentavam maiores prejuízos.
Em Fevereiro deste ano, David Neeleman admitia numa entrevista à revista "Exame" que se o governo brasileiro queria manter os voos regionais, então a Azul "precisa de subsídios" e que sem o Programa Nacional de Aviação Regional o crescimento da ‘low cost' passaria de 20% para cerca de 10%.

Do Econômico
Brasil suspende plano de aviação que ajudaria a Embraer e a Azul - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/bloomberg/mercados/noticia/4081260/brasil-suspende-plano-aviacao-que-ajudaria-embraer-azul
Brasil suspende plano de aviação que ajudaria a Embraer e a Azul - InfoMoney
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Brasil suspende plano de aviação que ajudaria a Embraer e a Azul - InfoMoney
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Brasil suspende plano de aviação que ajudaria a Embraer e a Azul - InfoMoney
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Programa de espionagem telefônica termina no EUA?

Postado por Vinna terça-feira, junho 02, 2015 1 comentários

O Senado americano não conseguiu um acordo, neste domingo, para evitar a expiração, à meia-noite, da Lei Patriótica antiterrorista, que inclui a coleta de dados telefônicos pela Agência de Segurança Nacional (NSA), depois que o senador republicano Rand Paul bloqueou a possibilidade de chegar a uma solução.
"A Lei Patriótica expirará esta noite", disse Paul, que aspira à Presidência, depois de horas de um debate infrutífero para aprovar uma reforma que permitisse manter em vigor importantes medidas de segurança nacional.
A reforma, denominada "Freedom Act" (Lei da Liberdade), já tinha sido aprovada pela Câmara de Representantes (baixa), com republicanos e democratas unidos no desejo de controlar a coleta, por parte da NSA, de dados telefônicos de milhões de americanos sem nenhuma ligação com o terrorismo.
Também permitia continuar coletando dados através de operadores telefônicos e não da NSA.

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O chefe da CIA, John Brennan, advertiu neste domingo que permitir que expirem os programas de vigilância incluídos na Lei Patriótica pode implicar em um aumento das ameaças terroristas.
"Isto é algo que não podemos nos permitir neste momento", disse Brennan sobre a expiração da norma à meia-noite.
"Porque se olharmos para os horrendos ataques terroristas e a violência que têm lugar hoje no mundo, precisamos manter a segurança no nosso país e nossos oceanos não nos mantêm mais seguros da forma como faziam um século atrás", destacou em declarações à emissora CBS.
O presidente Barack Obama exigiu na sexta-feira ao Senado votar "rapidamente" a reforma do programa de coleta de dados de ligações telefônicas da NSA, e advertiu contra as consequências de não fazê-lo.
"Não quero que (...) enfrentemos uma situação em que teríamos podido impedir um ataque terrorista ou deter alguém perigoso e não o tenhamos feito simplesmente devido a uma inação do Senado", disse.
A Casa Branca e a Câmara de Representantes estavam de acordo em aprovar uma nova lei que permita continuar coletando dados telefônicos nos Estados Unidos (horário, duração, número do destinatário), mas através de operadoras telefônicas e não da NSA.

Da Exame

A “Operação Tempestade Decisiva” não fez qualquer alteração decisiva no país, para além de garantir que o Iémen continue a ser um Estado falhado e terreno fértil para organizações como a Al-Qaeda na Península arábica. Por Michael Horton.
 Nas três décadas de conflitos no Médio Oriente, a guerra da Arábia Saudita no Iémen pode ser a mais insensata de todas. A “Operação Tempestade Decisiva”, nome irónico da campanha aérea da Arábia Saudita no Iémen, não levou a qualquer alteração decisiva no país, para além de garantir que o Iémen continue a ser um Estado falhado e terreno fértil para organizações como a Al-Qaeda na Península Arábica. Muito antes do início da “Operação Tempestade Decisiva”, o Iémen, o país mais pobre do Médio Oriente, debatia-se com um conjunto de problemas que vão da severa falta de água, da insegurança alimentar e de uma economia moribunda, a uma antiga insurgência em múltiplas frentes. A guerra desencadeada pelos sauditas no Iémen exacerbou todos estes problemas e pode mesmo ter sido o golpe de misericórdia a um Iémen unificado e relativamente estável.
Em 21 de abril, o governo da Arábia Saudita anunciou abruptamente que punha fim à “Operação Tempestade Decisiva” e retrocedia da campanha aérea no Iémen. A “Operação Tempestade Decisiva” será substituída pela “Operação Restaurar a Esperança”, um nome infeliz para uma operação militar, porque foi também o nome da desastrada intervenção dos Estados Unidos na Somália. Não é claro o objetivo que visa a “Operação Restaurar a Esperança”; contudo, a primeira fase da guerra da Arábia Saudita no Iémen teve muito maus resultados.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, mais de 900 pessoas morreram no Iémen desde que a campanha aérea começou em 25 de março. Além disso, 150 mil iemenitas tiveram de abandonar as suas casas e o número de pessoas em insegurança alimentar aumentou para mais de 12 milhões. Devido ao atual bloqueio dos portos – o Iémen importa mais de 90% da sua comida – os preços dos produtos básicos da alimentação dispararam e há uma escassez generalizada. Em Aden, onde as temperaturas habitualmente são altíssimas, a maioria da cidade de mais de 500 mil habitantes não tem acesso à água. Pelo país, está esgotado o abastecimento de gasolina e de gás. Os hospitais, que já lutavam com a falta de medicamentos e de géneros, têm agora pouco ou nenhum combustível para manter o funcionamento dos geradores. Os pacientes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos irão provavelmente morrer, porque os equipamentos de suporte à vida não funcionam por falta de eletricidade.
Os pacientes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos irão provavelmente morrer, porque os equipamentos de suporte à vida não funcionam por falta de eletricidade.
A Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA) foi, até agora, a única beneficiária desta guerra. No sudoeste do país, na governadoria de Hadramawt, a Al-Qaeda na Península Arábica tomou a quinta maior cidade do país, Mukalla, e assumiu também o controlo do aeroporto e do porto da cidade. A “Operação Tempestade Decisiva” tomou os houtis como alvo, uma milícia zaidista1 inimiga jurada da Al-Qaeda. Os bombardeamentos aéreos praticados pela Arábia Saudita também procuraram atingir os elementos das Forças Armadas iemenitas que são aliados dos houtis e do ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh. Estas mesmas unidades militares, incluindo a Força Aérea iemenita, que foi quase totalmente destruída, eram também decisivas para combater a AQPA e os seus aliados. A “Operação Tempestade Decisiva” neutralizou as duas forças responsáveis por impedir o avanço da AQPA através de amplas regiões do Iémen oriental e do Sul.
Que esperavam conseguir os sauditas com a “Operação Tempestade Decisiva”? O governo da Arábia Saudita alegou que o objetivo da sua operação militar contra o Iémen era restaurar o hoje exilado governo do presidente iemenita Abd Rabbuh Mansur al-Hadi, que fugiu do Iémen para a Arábia Saudita a 25 de março.
Porém, o regresso do governo de Hadi, que tinha pouco apoio antes de ter abertamente pedido aos sauditas e seus parceiros para bombardearem o seu próprio país, parece improvável. Hadi, durante muito tempo o vice-presidente de Saleh, foi escolhido para este cargo por uma razão: não tem base no Iémen. É do Sul e não tem ligações com as poderosas tribos baseadas no Norte. Sendo do Sul, alinhou com Saleh e com o Norte na guerra civil de 1994, e é visto como um traidor por muitos no Sul.
Também é importante notar que os chamados apoiantes de Hadi que estão a combater as milícias houti e os seus aliados no Iémen do Sul, lutam sob a bandeira da República Democrática Popular do Iémen2. A maioria dos que combatem em Aden e outras cidades do Sul não o fazem por Hadi, mas pela independência em relação ao Norte, devido a uma longa lista de queixas não resolvidas. Até uns poucos meses antes da sua partida para a Arábia Saudita, as forças de segurança sob o controlo de Hadi perseguiam e prendiam militantes do al-Hirak, o Movimento Separatista do Sul.
O segundo objetivo da campanha aérea saudita era forçar o desarmamento dos houtis, tão improvável de alcançar quanto a restauração do governo de Hadi. Os houtis travaram seis guerras contra as Forças Armadas iemenitas desde 2004 e combateram com sucesso as forças sauditas em 2009-10. Apesar de a guerra aérea saudita ter destruído algumas das capacidades militares houtis e de ter podido provocar a perda do apoio limitado, já de si discutível, que eles e os seus aliados tinham, de forma alguma os derrotou, pelo contrário.

Depois de bombardearem o Iémen durante quase um mês, acendendo o que pode vir a ser uma guerra civil prolongada, o governo da Arábia Saudita pode finalmente ter chegado à conclusão de que a única forma de avançar é pelo diálogo e a negociação. Nenhuma fação ou partido iemenita é capaz de assumir o controlo do país, mesmo com o apoio de uma potência regional, seja a Arábia Saudita ou o Irão. O ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, mestre da política maquiavélica e com um enciclopédico conhecimento das tribos e clãs iemenitas, nunca foi capaz de exercer o controlo total sobre o Iémen. Durante grande parte dos 33 anos em que esteve no poder, Saleh era ironicamente chamado de “o presidente da câmara de Sana”, porque o exercício do seu mandato não ia muito além da capital iemenita. Sob muitos aspetos, o Iémen pode ser descrito como um “asilo de liberdade”. Historicamente, o poder foi disperso por várias fações. Esta dispersão de poder milita contra a existência de uma autoridade forte e centralizada.
Numa entrevista à Russia Today em 19 de abril, Jamal Benomar, que renunciou ao cargo de conselheiro especial para o Iémen três dias antes, afirmou que as negociações entre todos os partidos estavam em curso e aproximavam-se com êxito de uma conclusão interina antes que começasse o bombardeamento do Iémen. Num discurso em 19 de abril, o líder houti, Abdul Malek al-Houthi, descartou a rendição mas disse que mantinha a abertura para negociações. O Congresso Geral do Povo, o partido que governara antes o país, e o seu ex-líder, Ali Abdullah Saleh, fizeram um apelo a que fossem retomadas as negociações.
O Iémen tem um rico conjunto de tradições que, quando as deixam funcionar, podem limitar os conflitos e favorecer acordos negociados. Estas tradições foram postas em evidência durante o levantamento popular de 2011, o qual, apesar de violento, não levaram, na altura, ao tipo de guerras civis violentas e brutais que submergiram a Líbia e a Síria. A guerra da Arábia Saudita no Iémen, se continuar, pode abalar muitas destas tradições e fazer do Iémen a próxima Síria ou Líbia. No mínimo, a guerra já levou à morte de centenas de civis, destruiu importantes infraestruturas, empobreceu milhares de iemenitas e permitiu que a Al-Qaeda da Península Arábica expanda dramaticamente as áreas sob o seu controlo.
Michael Horton é analista do Médio Oriente.
Artigo publicado no Counterpunch
Tradução de Luis Leiria para o Esquerda.net.
1Seita xiita, moderada, atualmente maioritária apenas no norte do Iémen, mas minoritária no conjunto do país que é de maioria sunita. No passado, esse grupo ocupava partes da antiga Pérsia, principalmente nas regiões em torno do Mar Cáspio.
2 A República Democrática Popular do Iémen, também conhecida simplesmente por Iémen do Sul, era uma república que se declarava socialista e se situava nas atuais províncias meridionais e orientais do Iémen. Em 22 de Maio de 1990 integrou-se na República do Iémen, que resultou da unificação entre a República Árabe do Iémen (ou Iémen do Norte) e a República Democrática Popular do Iémen (ou Iémen do Sul).   

Do Vermelho

 De acordo com o Ministério da Defesa, a Marinha do país lançou seu primeiro navio contratorpedeiro (destróier) projetado e construído no país.

A Marinha da Índia lançou seu primeiro navio contratorpedeiro projetado e construído no país, informou o Ministério da Defesa indiano nesta segunda-feira.

"O primeiro navio de projeto — 15B, contratorpedeiro (destróier), batizado como 'Visakhapatnam', foi lançado em 20 de abril de 2015 em uma magnífica cerimônia realizada em Mumbai", diz o comunicado.

 O Visakhapatnam é o primeiro de quatro contratorpedeiros desta classe projetados pela Diretoria de Desenho Naval, em Nova Déli.

A embarcação "invisível" (que possui tecnologia stealth) pesa 7.300 toneladas e tem 163 metros de comprimento. Ela será impulsionada por quatro turbinas a gás e viajará a velocidades superiores a 30 nós.

As embarcações da classe Visakhapatnam foram projetadas para transportar dois helicópteros multifunção e estão equipadas com um sistema vertical de lançamento de mísseis capaz de atingir, de longa distância, alvos em terra e no mar.

Do: Sputniknews



A cúpula da Marinha está dividida quanto à reforma prevista no porta-aviões São Paulo, embarcação de guerra adquirida da França em 2000. A dúvida é sobre o custo elevado da reforma, que pode ultrapassar R$ 1 bilhão para dar mais 20 anos de vida útil a um equipamento ultrapassado. Um grupo de oficiais defende a baixa do equipamento, o que significa a “aposentadoria” do São Paulo.

Da Revista Época


O envelhecimento da frota da Marinha do Brasil é um fato irrefutável. Há alguns meses, a fragata União, quando se deslocava para ser a nau capitânia da Força Naval da ONU no Líbano pifou, com avaria na propulsão. Agora, está sendo consertada na Itália, ao preço de R$ 1,17 milhão. No dia 20 de março, esta coluna estampou: “Marinha do Brasil sofre com frota envelhecida”. As fragatas já atuam há 30 anos.

Agora, surge um caso mais grave, pois o navio Ceará ficou seis dias à deriva, com 600 militares a bordo, perto da Guiana, a caminho do Haiti. Por sorte, não houve consequência maior, mas o fato é lamentável. O navio de desembarque de doca (NDD) Ceará é o que se pode chamar de relíquia, pois começou a operar na Marinha dos Estados Unidos em 1956, antes da fundação de Brasília – ocorrida em 1961. Foi incorporado ao pavilhão verde e amarelo em 1990 e, embora acabe de sofrer longa reforma, que durou seis anos, não é mais um jovem cheio de vida e... dá mostras de sua fraqueza.

Um especialista comentou com a coluna: “As consequências do envelhecimento da frota da nossa Marinha têm sido implacáveis e provavelmente continuarão a demonstrar que não estamos preparados para prover segurança confiável em nossas águas e afastar a atuação dos tráfegos de armas, drogas e contrabando e até futuros atos de terrorismo. É imprescindível, e urgente, para o nosso país dispor de um mínimo de navios modernos que, no momento, não precisam ser caros e sofisticados, mas que possam realizar o esperado em termos de defesa de nossas áreas estratégicas”. E acrescenta: “As dificuldades orçamentárias são severas, há tantos anos, que já se fala em tentar estender a vida desses antigos navios por mais dez ou 15 anos, trocando-se exatamente a propulsão e alguns itens do sistema de combate tais como radares e software. Com isso se perderia boa parte do dinheiro que poderia estar sendo empregado em navios novos”.

A Marinha projeta reforma, de R$ 1 bilhão, no porta-aviões São Paulo, que tem passado mais tempo atracado do que no mar. Como esse porta-aviões já tem cinco décadas de vida, não se sabe se vale a pena investir em reformas. Talvez fosse melhor lançar um programa de navios novos, pouco sofisticados, de porte médio, mas capazes de executar missões importantes, em vez de investir em navios e um porta-aviões já desgastados pela dura vida no mar.

Tudo isso prejudica não apenas a proteção no mar – onde estão as bilionárias plataformas de petróleo – como afeta a imagem de um país que pleiteia um assento no Conselho de Segurança da ONU. E, nos próximos dias, a tesoura de Joaquim Levy passará por todos os ministérios, inclusive o da Defesa, não se sabe com que intensidade. Além da Marinha, não se conhece, com exatidão, as carências nos recantos da FAB e nos quartéis do Exército.
Do Monitor Mercantil

 A divisão de Defesa & Segurança da Embraer fez nesta terça-feira, 26 de maio, a entrega do primeiro caça AF-1 modernizado (AF-1B) para a Marinha do Brasil, dos 12 caças subsônicos que deverão passar por modernização, informou a fabricante de aeronaves.
O programa AF-1 - designação da Marinha para o McDonnell Douglas A-4 Skyhawk - prevê a revitalização e a modernização de nove AF-1 monopostos e três AF-1A bipostos. O AF-1 é um avião de interceptação e ataque operado a partir de um porta-aviões como vetor para a defesa aérea da esquadra.
Conforme explicou a Embraer, as aeronaves modernizadas receberam novos sistemas de navegação, armamentos, geração de energia, computadores, comunicação tática e sensores, incluindo um radar multímodo de última geração. "Esses equipamentos, aliados ao trabalho estrutural realizado, permitirão a estes caças operar até o ano de 2025", disse a companhia.
O programa de modernização prevê ainda o fornecimento de estações de briefing e debriefing que já estão sendo empregadas no treinamento e na proficiência dos pilotos do Esquadrão VF-1 Falcão, possibilitando um melhor aproveitamento, redução de custos e maior eficácia no planejamento e execução das missões, acrescentou a Embraer.
Em nota, o presidente da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider, afirmou que a modernização do AF-1, primeiro contrato de integração de sistemas firmado entre a companhia e a Marinha do Brasil, representou um desafio tecnológico para a empresa por ser uma plataforma não desenvolvida pela Embraer.
"Para a Marinha do Brasil, a modernização das aeronaves AF-1 na Embraer é mais um importante passo na capacitação da Base Industrial de Defesa brasileira e os resultados alcançados permitirão que a Aviação Naval opere uma aeronave com sensores e equipamentos no estado da arte, representando um grande salto de qualidade na capacidade da Força", declarou o Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, comandante da Marinha, também por meio de nota.

Do O Povo

Caças russos Su-24 do Frota do mar Negro forçaram o destróier USS Ross a afastar-se para águas neutras na parte oriental do mar Negro, porque a tripulação do navio agiu de forma provocatória, disse à agência russa RIA Novosti uma fonte nas estruturas da defesa da Crimeia.

Segundo a fonte, após a saída do porto romeno de Constança o navio americano foi em direção às águas da Rússia. 


Segundo a fonte, após a saída do porto romeno de Constança o navio americano foi em direção às águas da Rússia.

"A tripulação se comportou de forma provocatória e agressiva, o que suscitou a preocupação dos operadores das estações de monitoramento e das tripulações dos navios da Frota do mar Negro. Os Su-24 demonstraram à tripulação americana a prontidão de coibir a invasão e defender os interesses do país. O destróier mudou de direção e se afastou para águas neutras na parte oriental do mar Negro", disse a fonte.

Ele acrescentou que, provavelmente, os militares norte-americanos ainda não se esqueceram do incidente de abril de 2014, quando um caça Su-24 neutralizou de fato todos os equipamentos de última geração do destróier da Marinha estadunidense Donald Cook, incluindo os sistemas de defesa antimísseis. (foto acima a esquerda)


Além disso, a fonte observou que aviões e navios da Frota do mar Negro estão monitorando constantemente as águas territoriais da Rússia e, se for necessário, prevenirão quaisquer incursões. De acordo com fontes abertas, o navio de guerra Ross está equipado com sistema de controle de informações de combate Aegis, lançadores de mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis antiaéreos RIM-156 SM-2 ou mísseis antissubmarinos RUM-139 VL-Asroc. O navio pode transportar um helicóptero Sikorsky SH-60 Seahawk.

Do: Sputniknews

Depois de a Grã-Bretanha ter reduzido substancialmente o número de aviões Nimrod de inteligência marítima eletrônica, os submarinos russos podem ter recebido informações valiosas sobre as forças nucleares do país.

A afirmação foi feita por cinco oficiais na reserva da Força Aérea Real, que publicaram uma carta no jornal britânico The Telegraph.
"Sabemos que os submarinos russos monitoram a região para onde se dirigem os nossos submarinos nucleares, após saírem da base naval de Clyde. Sem aviões de patrulha, esses "espiões" têm a oportunidade de coligir informações que poderão prejudicar a segurança e eficácia de nossos meios de dissuasão estratégica", se diz na mensagem dos ex-militares britânicos. Esta declaração, escreve o The Telegraph, foi feita no âmbito da revisão dos gastos do governo para defesa nacional. Os representantes das Forças Armadas temem que os cortes de 2010, quando Whitehall se recusou a usar aviões de reconhecimento Nimrod, se possam repetir. Esse passo, acreditam os especialistas militares, causou um dano sério ao poder militar do Reino Unido.
"Seria muito surpreendente se, após a redução do número dos Nimrod, a Marinha russa não tivesse conseguido obter informações valiosas", escrevem eles.

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