Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Boeing finaliza projeto para aeronaves 777X

Postado por Vinna segunda-feira, agosto 31, 2015 0 comentários


A Boeing disse que finalizou o projeto para o desenvolvimento do 777-9, o primeiro membro da família de aeronaves 777X a ser desenvolvido pela companhia norte-americana.
A Boeing disse nesta quinta-feira que completou a etapa de configuração da firma para a aeronave, marcando a conclusão dos estudos requeridos para finalizar sua capacidade e design básico.
A produção dos jatos 777X, a versão atualizada do jato de passageiros da Boeing 777-300ER, está prevista para começar em 2017, disse a fabricante norte-americana.
 
Da Exame

O Atual jato de longo alcance mais vendido pela Boeing, o 777 já está pronto para avançar de geração. A fabricante norte-americana divulgou nesta quinta-feira (27) que concluiu o processo de configuração da nova família de aeronaves 777X, que vai originar os modelos 777-800 e 777-900. Segundo a companhia, a primeira entrega está programada para 2020.
O processo de configuração, realizado em parceria com companhias aéreas clientes da Boeing e fornecedores , define como será a versão final da aeronave. Dados de túnel de vento, performance aerodinâmica e carga estrutural também são estudados para saber se o novo 777 cumpre os requerimentos. Com essa fase concluída, a produção tem sinal verde.
De acordo com a Boeing, a nova família 777 tem alcance, consumo de combustível e capacidade de carga “significativamente” superiores ao modelo atual e equivalentes a do Airbus A350, seu principal concorrente.
Como explica a fabricante, o novo 777 será 12% mais eficiente em consumo de querosene e terá custos operacionais 10% mais baixos, comparado a linha atual. A Boeing também revelou que prepara novidades para melhorar o conforto para os passageiros.
O programa 777X já tem 320 pedidos (firmes ou ainda em estudo) de seis companhias aéreas. A produção será iniciada em 2017. O Boeing 777-900X, com 76,7 metros de comprimento, será a maior aeronave do mundo equipada com apenas dois motores.


O Anequim pesa menos que a maioria dos blogueiros. Seu nome vem do tubarão, mas suas linhas são muito mais aerodinâmicas. Suas asas de fibra de carbono são construídas com precisão de 0,002 polegadas. Geram 1/3 do arrasto de um Cessna.
Ao contrário da maioria dos aviões experimentais essa beleza que deixaria Howard Hughes sexualmente excitado foi toda projetada em computador, os moldes dos painéis e as peças feitas em máquinas CNC. O motor, um Lycoming IO-360 é um dos mais comuns na aviação de pequeno porte. Lançado em 1955, é do tempo dos carburadores e magnetos, produzindo modestos 180 hp. 
Ele foi modificado para funcionar com injeção eletrônica, controle de disparo, aumentaram a compressão dos cilindros e deixaram pra trás o limite de 2.700 RPM. A versão customizada e tunada entrega uma potência de 280 Harry Potters.
O objetivo do Anequim é bater os recordes da categoria, de aviões de quatro cilindros e na sua faixa de peso — 330 kg — metade disso motor. Mais de 500 km/h é uma meta respeitável, poucos aviões a pistão no mundo chegam a isso.
O Anequim existe por causa do sonho de um brasileiro voador. Não, não o Santos Dumont, está mais pra Kelly Johnson. O brasileiro em questão? Paulo Iscold, Professor de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Minas Gerais.

Mordido pelo bicho da aviação aos 10 anos de idade, Paulo direcionou sua carreira para o alto, tendo trabalhado na Red Bull (aquela empresa de energéticos que tem um programa espacial melhor que o nosso). Seu mentor foi um amigo do pai, Cláudio Barros, Professor de Engenharia da UFMG e que em 1963 construiu o primeiro planador brasileiro, usando como base o único livro de design aeronáutico que achou na biblioteca da universidade.
Paulo Iscold foi tão chato que quando Cláudio estava pra se aposentar Paulo o convenceu a ficar na UFMG até ele se formar.
Na Academia existe uma separação onde quem faz é mal-visto, mas Cláudio e Paulo não compraram esse peixe. A filosofia era aprender fazendo, e ainda estudante Cláudio desafiou Iscold a quebrar um recorde mundial atingido pelo AR-5, avião mais rápido na categoria, voando a mais de 340 km/h.
Como aqui é Brasil, Cláudio Barros entrou com US$ 500,00 do próprio bolso, um amigo do Iscold deu metade do salário (US$ 150,00) como um investimento inicial, e depois de vários anos nasceu o 308, antecessor do Anequim. Recordes foram quebrados, missão dada é missão cumprida.
Construído e projetado por alunos de mestrado e graduação da UFMG, supervisionados por Paulo Iscold, o Anequim fez seu primeiro vôo no final do ano passado, e agora foi levado ao limite. O resultado? Cinco recordes mundiais batidos:
Velocidade em percurso de 3 km com altitude restrita: 521,08 km/h
Recorde anterior: 466,83 km/h
Velocidade em percurso de 15 km: 511,19 km/h
Recorde anterior: 455,8 km/h
Velocidade em percurso fechado de 100 km: 490,14 km/h
Recorde anterior: 389,6 km/h
Velocidade em percurso fechado de 500 km: 493,74 km/h
Recorde anterior: 387,4 km/h
Tempo para atingir 3.000 m de altitude: 2 minutos e 26 segundos
Recorde anterior: 3 minutos e oito segundos
Aqui o primeiro vôo dele:

Do Meio Bit

Um bilionário gerente de fundos de investimento ligado a George Soros comprou ações de ouro depois de vários peritos financeiros advertirem que uma queda do mercado de ações está chegando.
Stanley Druckenmiller, que dirige a Duquesne Capital após previamente trabalhar para Soros, agora detém 2,88 milhões de ações de SPDR Gold Trust, tornando-se seu maior detentor único e de posição longa.

Isso significa que se o preço do ouro subir, Druckenmiller lucra extraordinariamente.

"Druckenmiller [SPDR Gold Trust] arriscou um valor de $ 300.300.000 no final do trimestre com base no preço da ação de fechamento de 30 de Junho de 104,27 dólares", informou o site Business Insider. "Druckenmiller já havia dito que quando ele vê algo que realmente o excita ele vai "apostar na especulação.'"

Vários especialistas financeiros, incluindo o Dr. Ron Paul e Peter Schiff, têm alertado para a chegada de um colapso econômico, e, em particular, Schiff disse que o ouro vai subir em resposta à criação ininterrupta de dinheiro do Fed chamada de "flexibilização quantitativa" que desvaloriza o dólar.

"Sempre temos que fazer [flexibilização quantitativa] para compensar os danos do quadrimestre anterior", disse Schiff ao site MarketWatch. "É como tentar apagar um incêndio com gasolina. Isso é tudo que o Fed tem - gasolina, e todo mundo espera que o fogo se apague. Isso não pode se extinguir."

"Você precisa cobiçar o ouro e haverá um dia de pagamento significativo."

E isso é exatamente o que Druckenmiller tem feito.

Druckenmiller ganhou destaque em 1988, quando Soros o contratou para dirigir o Quantum Group of Funds, o qual se tornou famoso por "quebrar o Banco da Inglaterra" pelo curto-circuito da libra esterlina britânica em 1992.

E agora parece que toda a economia global está se desfazendo.

"Agora nós estamos começando a ver a coisa toda desmoronando; quero dizer, vejamos Detroit por exemplo, vemos o que está acontecendo na Grécia, eles estão se preocupando com o que vai acontecer depois que a Grécia for realmente reconhecida como totalmente falida e haverão outros países", disse o Dr. Paul ao Alex Jones Show.

O ex-congressista também ecoou a previsão de Schiff de que o Fed iria continuar tentando adiar um colapso inevitável.

"Mas isso está chegando ao fim", disse o Dr. Paul. "O dia do julgamento está próximo."

O porta-voz do Distrito Militar do Leste, capitão Roman Martov, anunciou nesta sexta-feira (28) o fim do exercício naval russo-chinês “Cooperação Marítima-2015 II”, realizado na região russa de Primorsky.

“Marinheiros russos e chineses adquiriram uma experiência inestimável nesta cooperação”, comemorou Martov.
O treinamento aconteceu no Golfo de Pedro, o Grande, o maior golfo no Mar do Japão, perto da cidade estratégica de Vladivostok. A fase ativa dos treinos, que foram o segundo exercício naval entre China e Rússia este ano, durou entre 23 e 27 de agosto.

Os exercícios envolveram 500 fuzileiros navais, 22 navios de guerra e embarcações de apoio, 15 navios de ar, 40 unidades de equipamentos e dois drones. Militares das Marinhas dos dois países praticaram ações antissabotagem e antinavio e operações de defesa de minas.
O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Cheng Guoping, destacou na semana passada que a cooperação militar sino-russa é crucial para uma parceria estratégica global entre Moscou e Pequim.
A primeira etapa da Rússia-China exercícios marítimos ("Joint Mar-2015 I") foi realizada no Mar Mediterrâneo na Primavera.

O que estariam fazendo mais de 60 cientistas, entre geólogos, arqueólogos e astrônomos, vestidos em roupa de praia e equipados com instrumentos de mergulho? A reunião inusual aconteceu no último final de semana na baía de Angra dos Reis, no litoral sul do estado do Rio de Janeiro, e teve como propósito buscar fragmentos de um dos meteoritos mais raros do mundo, que caiu na região há 150 anos.
A pedra, conhecida como Angra dos Reis, inaugurou a classe inteira de meteoritos chamada de angrito, em referência à cidade. Até 1986, ela era a única representante do grupo, que hoje conta com pouco mais de 20 meteoritos reconhecidos. Por sua raridade, o grama do meteorito está avaliado hoje em 10 mil dólares no mercado de colecionadores.
Segundo relatos históricos, o Angra dos Reis caiu no mar a apenas dois metros de profundidade em frente à Igreja do Bonfim em 1869. Dr. Joaquim Travassos, um médico que passava pelo local, viu a queda e mandou que seus escravos mergulhassem para pegar o projétil. Dois pedaços da pedra, de cor arroxeada, foram recuperados e, pelo encaixe, especulou-se que existiria ainda uma terceira parte no fundo da baía.
Um dos pedaços está hoje sob a guarda do Museu Nacional/ UFRJ, de onde já chegou a ser roubado em 1997 pelos norte-americanos Ronald Edward Farrelle e Frederick Marselli. Os pesquisadores levaram sua coleção de meteoritos ao museu com a desculpa de propor trocas entre os acervos, uma prática comum na área. Mas, enquanto olhavam a coleção brasileira, sorrateiramente pegaram o Angra dos Reis e colocaram uma réplica no seu lugar.
Os larápios já estavam prontos para deixar o país quando a troca foi percebida pela astrônoma do museu Elizabeth Zucolotto, que coordenou a recente expedição à Angra e, na época, chegou a dar carona para os visitantes até o aeroporto.
“Quando vi o que eles tinham feito, voltei para o aeroporto e, com muita dificuldade, convenci os policiais federais a procurar por eles”, conta a pesquisadora, que hoje é responsável pela guarda do meteorito. “Depois de horas, a polícia encontrou o Angra dos Reis com a numeração raspada dentro de uma caixinha, dentro de uma meia, dentro de um sapato na mala de um deles.”
O segundo pedaço do meteorito retirado da baía se perdeu. Depois de resgatado, Travassos o deu a seu sogro e a pedra foi sendo passada de geração a geração da família. A historiadora Regina Dantas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chegou a fazer, sem sucesso, uma pesquisa em busca do paradeiro do meteorito.
“Viajamos, falamos com pessoas da família e, por fim, descobrimos que um parente do Travassos que poderia saber da pedra era, na verdade, pesquisador do Museu Nacional!”, conta. “Mas quando fomos atrás dele, ele tinha acabado de falecer. Reviramos caixas e mais caixas de papéis do seu escritório e, infelizmente, não achamos nada que pudesse nos dizer onde o meteorito estava. Essa pedra pode estar em qualquer lugar.”
Para deixar a história ainda mais sinuosa, Dantas descobriu que, em 1888, o Papa León 13 recebeu de presente um meteorito chamado Angra dos Reis. Entretanto, a pesquisadora garante que a pedra, em exposição no Vaticano, não é o tão raro angrito, mas um condrito, tipo mais comum de asteroide.

Testemunha do início

Além da raridade quantitativa, o Angra Reis tem grande importância científica. Quando datado, na década de 1970, soube-se que o meteorito tem cerca de 4,56 bilhões de anos e teria se formado alguns milhões de anos depois da formação da nuvem protosolar, conjunto de gás e poeira que deram origem ao nosso sistema solar.
“É uma rocha muito antiga e incrível que nos conta como se deu o rápido processo de aquecimento e esfriamento nesse período”, comenta Klaus Keil, geólogo da Universidade do Havaí (EUA) e um dos primeiros cientistas a estudar o meteorito à luz das técnicas contemporâneas da ciência no grupo de pesquisa jocosamente batizado de The ADORables (os adoráveis, em inglês), em referência à sigla de Angra dos Reis (ADOR).

Desde então, o Angra dos Reis já foi estudado por muitos grupos de pesquisa internacionais, o que lhe custou algumas gramas a menos para cada amostra retirada. Dos 400g que a pedra tinha quando foi encontrada, restaram cerca de 70 gramas no Museu Nacional.
“Se encontrássemos mais fragmentos, não teríamos que economizar tanto e poderíamos inclusive refazer a datação por métodos mais precisos, o que não podemos fazer hoje com a quantidade de material que temos”, explica Zucolotto.

Sem pistas sobre o segundo pedaço do meteorito perdido na família Travassos, resta aos pesquisadores buscar pelo suposto terceiro fragmento que estaria na baía de Angra. Mas a tarefa é hercúlea: encontrar uma pedrinha escura de cerca de meio quilo e 8 cm de diâmetro no fundo de uma baía.
“É como achar uma agulha no palheiro, um sonho que só pode se realizar com ajuda divina”, apela a astrônoma. “Se o meteorito fosse metálico, poderíamos usar um detector de metais para encontrá-lo, mas ele é uma pedra no meio de tantas outras centenas de milhares que estão lá.”
Não é de se admirar que a busca do final de semana tenha se revelado infrutífera. Mas Zucolotto, que já tinha mergulhado em busca da pedra outras vezes, não desanima e insiste na procura. “Em buscas anteriores, encontramos pedaços de louça da época, o que mostra que não houve movimento significativo das águas e areias em cem anos”, explica. “Tenho certeza de que, continuando esse trabalho, vamos encontrar o meteorito.”
Tesouro oficial
Deve ter passado na cabeça do leitor mais desconfiado a dúvida: se alguém encontrasse o meteorito, por que não guardaria segredo e tentaria obter lucro com a pedra para si? Acontece que, para ter valor legal e ser oficialmente reconhecido como meteorito, o fragmento precisa ser submetido à análise de um laboratório autenticado cujo laudo deve ser aprovado por um comitê da Meteoritical Society e publicado no Meteoritical Bulletin. Além disso, é necessário que uma amostra de pelo menos 20 gramas (ou 20% do meteorito) fique sob a tutela de um museu credenciado, como o Museu Nacional.

Por: Sofia Moutinho - Do: Ciência Hoje On-line



A Polícia Federal do Brasil deteve no final da manhã deste domingo (30) um dos maiores pesquisadores mundiais de meteoritos, o Dr. Klaus Keil, que vinha para uma série de palestras e eventos científicos no país. Aos 80 anos, o cientista da Universidade do Havaí e que pertenceu aos quadros da NASA, desceu no aeroporto de Guarulhos (SP), de um voo da American Airlines, de onde tomaria uma conexão para o Rio de Janeiro, quando foi detido.
A princípio, a delegacia da polícia federal no aeroporto informou ao cientista que o motivo da detenção era a falta o pagamento de uma taxa quando esteve no Brasil, em 2013, a convite do Museu Nacional, quando também efetuou uma série de palestras e encontros sobre o assunto. Agora, por questões burocráticas, a PF apreendeu o passaporte do pesquisador estrangeiro e o deteve na área internacional do aeroporto, onde foi colocado no hotel interno sem acesso aos seus colegas brasileiros.
Keil se encontra desde as 11 horas da manhã de domingo retido na ala internacional do aeroporto. Ele seria remetido novamente aos EUA às 20h30, num voo de retorno ao Havaí. Diversos cientistas se mobilizaram para evitar a deportação, inclusive para entender o ocorrido e conseguiram adiar a decisão da PF.
Em entrevista por telefone à Gazeta do Povo, Klein explicou que foii convidado para ministrar 14 palestras em nove cidades diferentes. “Sou voluntário, não recebo nada por isso. Sei da importância de compartilhar informação e, principalmente, gostaria de ajudar os estudantes brasileiros. Eu amo o Brasil. Meu objetivo era justamente contribuir para o desenvolvimento da astronomia daqui”, disse o cientista. Ele contou que foi bem tratado pelo agente da da PF que foi “solícito” e “educado”.
O pesquisador e especialista em meteoritos, André Moutinho, foi até o Aeroporto Internacional de Guarulhos prestar socorro ao cientista alemão, naturalizado norte-americano. “O problema foi que ele tem visto de trabalho e precisava ter feito um procedimento na delegacia no desembarque. Ninguém sabia disto, uma coisa simples e que poderia ser resolvida facilmente”, comentou.
Meteoritical Society Endowment Fund financiou a vinda do pesquisador para o Brasil para haverá um circuito de palestras, inclusive para a abertura do Encontro de Meteoritos e Vulcões do Museu Nacional (RJ), no próximo dia 03, e para palestras em Porto Alegre, Salvador, Inpe de São José dos Campos, e para o Encontro de Astronomia da FAB no começo de outubro.
“Foi uma experiência terrível tanto para ele quanto para nós, se trata de uma autoridade mundial, uma pessoa que tem publicações sobre os meteoritos brasileiros e ama o país. Foi uma situação é altamente constrangedora”, disse a professora e pesquisadora do Museu Nacional, Maria Elizabeth Zucolotto, e que mobilizou seus pares para auxiliarem o norte americano.
O gabinete do Ministério da Justiça acionou a chefia do departamento de estrangeiros para que resolvesse a questão. Foram contatados a embaixada e o consulado dos EUA. De posse da matéria da Gazeta do Povo, os cientistas passaram a pressionar os órgãos competentes para uma solução.

Registro do visto

Em contato com o Aeroporto de Guarulhos, eles foram informados que tudo ocorreu por Klaus Keil não ter registrado o visto em 2013. A empresa American Airlines foi acionada para contatar o Ministério das Relações Exteriores do Brasil e resolver o problema. Mas preferiu não solicitar o desembarque condicional, segundo informações da delegacia da PF.
A operadora do voo informou à PF que não se envolveria no caso. Segundo as autoridades brasileiras a companhia poderia corrigir a questão ainda a bordo. Por causa da idade avançada e para que o cientista não ficasse no ‘conector’ da companhia, ele pode escolher em ficar na sala Vip ou no FastSleep - hotel de trânsito -do aeroporto.
Depois de tomarem conhecimento da repercussão do caso, as delegacias da Polícia Federal de Brasília e de São Paulo passaram a atuar em conjunto para resolvê-lo. A pesquisadora Maria Elizabeth Zucolotto, recebeu no começo da noite uma mensagem do cientista estrangeiro informando que passaria a noite no aeroporto e apenas nesta semana terá uma definição se ficará ou não no Brasil para sua jornada científica.

Uma das mortes mais famosas de todos os tempos tem relação direta com a curiosidade de seres humanos sobre a existência de vida extraterrestre? Documentos abertos recentemente nos EUA dão a entender que sim: dez dias antes de ser assassinado, o então presidente John F. Kennedy pediu à CIA documentação secreta sobre OVNIs.


Os documentos em questão, obtidas por meio do Ato de Liberdade de Informação dos EUA, são duas cartas. A primeira seria encaminhada a um diretor da CIA, enquanto outra iria direto para a Nasa. O assunto nas duas era bem semelhante, uma solicitação da criação de um programa de cooperação espacial com a União Soviética.


“Uma das grandes preocupações de Kennedy é que muitos OVNIs estavam sendo observados na URSS e ele tinha medo que os soviéticos interpretassem isso, em meio à Guerra Fria, como uma agressão norte-americana, uma vez que eles poderiam acreditar que aquilo era tecnologia de ataque vinda dos EUA”, afirma William Lester, autor de uma biografia sobre o ex-presidente e responsável por trazer as cartas à tona.


As cartas se juntam à teoria da conspiração, que afirma que há um suposto memorando da CIA, que teria sido queimado e continha uma resposta às cartas de Kennedy. Segundo Robert Wood, ex-diretor de uma das maiores empresas aeronáuticas a prestar serviço para o governo dos EUA, esse memorando faz parte de uma série de documentos chamados Majestic-12.


De acordo com Wood, Kennedy é chamado de Lancer neste memorando, que contém as seguintes informações: Como você deve saber, Lancer fez algumas perguntas com relação às nossas atividades, o que não podemos permitir. Por favor, me diga sua opinião antes de outubro. Sua ação neste assunto é critica para a continuidade do grupo”. Poucos dias depois, Kennedy foi assassinado em desfile de carro aberto.
Fonte: Yahoo! 
 

 Durante décadas, a área 51 - um complexo militar dos Estados Unidos situado no deserto de Nevada - esteve cercada de segredos. O fato do governo de Washington não confirmar ou desmentir suas existência deu origem a inúmeras teorias de conspiração.

Somente em 2013, graças à liberação de documentos secretos, soube-se - como muitos suspeitavam - que não se tratava de um centro de investigação de extraterrestres, mas sim um campo de provas e treinamento da Força Aérea americana.

Uma situação similar acontece com uma misteriosa companhia aérea que, segundo especialistas em assuntos de inteligência, opera desde os anos de 1970 a partir do Aeroporto Internacional McCarran de Las Vegas. A existência dela não foi confirmada pelas autoridades.

Ela é conhecida como Janet Airlines e os entendidos afirmam que ela se dedica a transportar funcionários do governo e prestadores de serviços a diversas instalações militares de Nevada, entre elas a famosa área 51.

Segredo máximo

Seu nome não é uma denominação oficial reconhecida, mas sim o apelido dado pelos que a investigam por décadas.
"Janet" corresponderia às siglas em inglês para "Just Another Non Existent Terminal" ("Somente mais um terminal não existente") ou "Joint Air Network for Employee Transportation" ("Rede aérea conjunta para transporte de empregados").

Essa companhia aérea seria operada pela empresa AECOM a serviço da Força Aérea americana, segundo entendidos. Ela teria ao menos seis aviões Boeing 737. Eles têm de cor branca e uma faixa vermelha ao longo de toda fuselagem.

É possível vê-los diariamente decolando e pousando no aeroporto internacional de Las Vegas - onde possuem um terminal exclusivo que realiza todas as suas operações.

Aqueles que investigaram a Janet Airlines dizem que os funcionários da companhia - que também possui uma pequena frota de aviões Beechcraft - receberiam autorizações altamente secretas de segurança, tanto comissários de bordo como pilotos.

Questionado pela BBC Mundo, o porta-voz da Força Aérea americana, Benjamin Newell, afirmou que, como acontece com todas as atividades relacionadas ao Campo de Provas e Treinamento de Nevada, onde encontra-se a área 51, ele não pode confirmar nem desmentir a existência da Janet Airlines ou de nenhuma companhia aérea com características similares.

"Algumas atividades e operações levada a cabo no Campo de Provas e Treinamento de Nevada, passadas e presentes, são consideradas secretas e não podem ser discutidas", afirmou Newell.

O porta-voz da Força Aérea disse que no passado havia "voos contratados" que iam de Las Vegas para o campo de provas de Tonopah, também em Nevada, "embora eles não existam mais".

Newell disse que não podia confirmar nem desmentir que voos similares se dirijam a outras instalações militares, como a área 51.

Testes nucleares

"A Janet Airlines combina dois aspectos da inteligência dos Estados Unidos que foram pouco investigados", afirmou Joseph Fitsanakis, professor de Estudos de Inteligência e Segurança Nacional da Coastal Carolina University, da Carolina do Sul.
"De um lado está o aspecto da logística. Grande parte da força dos serviços de inteligência dos Estados Unidos pode ser atribuída ao poder de sua logística. Refiro-me a aqueles que se dedicam ao transporte de pessoal, a tornar as comunicações seguras ou a instalar casas seguras por todo o mundo".

Segundo Fitsanakis, a "Janet Airlines é parte da infraestrutura logística dos serviços de inteligência americanos". Na opinião dele, "até agora ela não foi estudada em profundidade".

"Outro aspecto interessante da Janet Airlines é que, pelo que sabemos, ela tem só uma missão, que é o transporte de pessoal do aeroporto de Las Vegas aos campos de provas de Nevada, que estão sob supervisão do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês)".

"Isso é assim porque o DOE está a cargo de qualquer instalação na qual se leve a cabo provas com material nuclear", explica o especialista.

Fitsanakis afirma ainda que o papel do DOE em relação a tarefas de inteligência, "é muito pouco conhecido se comparado a outras agências como a CIA e o FBI".

"O terminal de onde opera a Janet Airlines está sempre cheio e toda essa gente não é só pessoal da Força Aérea. Muitos são cientistas do DOE que são transportados aos campos de provas".

"O DOE trabalha rodeado de segredos, como demonstra o fato de que se saiba tão pouco sobre os campos de prova de Nevada, que desde o início estiveram sob sua supervisão, igual aos programas nucleares".

Atualmente, segundo Fitsanakis, a Janet Airlines provavelmente transporta a esses campos especialistas que trabalham no desmonte dessas armas.

O professor da Coastal Carolina University diz considerar que "é um pouco absurdo que não reconheçam a existência da Janet Airlines porque todo o mundo sabe que ela existe". Ele afirma porém que entende "a necessidade o segredo em relação às atividades logísticas de inteligência e a tudo que esteja relacionado com instalações nucleares".

Segurança

Joerg H. Arnu investiga a área 51 e a Janet Airlines desde os anos de 1990.
Ele concorda com Fitsanakis ao afirmar que o pouco que se sabe sobre a companhia aérea se deve ao fato de que as autoridades não querem comprometer a segurança dos passageiros que transporta.

"Aqueles que trabalham na Área 51 realizam tarefas consideradas secretas e as autoridades não querem que se conheça a existência da Janet Airlines para evitar, por exemplo, que eles sejam seguidos ao sair do aeroporto de Las Vegas", afirma Arnu.

Segundo o especialista, é possível ver até seis aviões da companhia na pista desse aeroporto diariamente.

"Nós vimos eles aterrissarem na zona da área 51 e seguimos seus movimentos por radiofrequência", afirma.

Segundo Arnu, dois terços dos cerca de 20 voos diários que saem do terminal se dirigem para a área 51 e um terço para o campo de provas de Tonopah. Eles transportariam diariamente cerca de 1.500 pessoas.

O especialista atribui o pouco que se conhece sobre a Janet Airlines ao fato de que os que trabalham para a companhia ou são transportados por ela têm obrigação de manter silêncio.

"Chegará o dia em que, como aconteceu com a área 51, as autoridades reconhecerão a existência dessa companhia aérea?"

Do UOL

Conhece Joseph Goebbels, o violento ministro de propaganda de Hitler? Estes são os 11 princípios que levaram o povo alemão a tentar exterminar à humanidade:

1.- Princípio da simplificação e do inimigo único.

Simplifique não diversifique, escolha um inimigo por vez. Ignore o que os outros fazem concentre-se em um até acabar com ele.

2.-Princípio do contágio

Divulgue a capacidade de contágio que este inimigo tem.  Colocar um antes perfeito e mostrar como o presente e o futuro estão sendo contaminados por este inimigo.

3.-Princípio da Transposição

Transladar todos os males sociais a este inimigo.

4.-Princípio da Exageração e desfiguração

Exagerar as más noticias até desfigurá-las transformando um delito em mil delitos criando assim um clima de profunda insegurança e temor. “O que nos acontecerá?”

5.-Princípio da Vulgarização

Transforma tudo numa coisa torpe e de má índole. As ações do inimigo são vulgares, ordinárias, fáceis de descobrir.

6.-Princípio da Orquestração

Fazer ressonar os boatos até se transformarem em notícias sendo estas replicadas pela “imprensa oficial’.

7.-Princípio da Renovação

Sempre há que bombardear com novas notícias (sobre o inimigo escolhido) para que o receptor não tenha tempo de pensar, pois está sufocado por elas.

8.-Princípio do Verossímil

Discutir a informação com diversas interpretações de especialistas, mas todas em contra do inimigo escolhido. O objetivo deste debate é que o receptor, não perceba que o assunto interpretado não é verdadeiro.

9.-Princípio do Silêncio.

Ocultar toda a informação que não seja conveniente.

10.-Princípio da Transferência

Potencializar um fato presente com um fato passado. Sempre que se noticia um fato se acresce com um fato que tenha acontecido antes

11.-Princípio de Unanimidade

Busca convergência em assuntos de interesse geral  apoderando-se do sentimento  produzido por estes e colocá-los em contra do inimigo escolhido.

Um turista britânico que ficou perdido por dois dias em uma área remota no nordeste da Austrália contou como foi resgatado após escrever uma mensagem de SOS na areia. Geoff Keys, de 63 anos, se perdeu em julho após tentar encontrar uma cachoeira no Parque Nacional Jardine, no Estado de Queensland. 
Uma operação de busca com helicópteros foi organizada logo após amigos do britânico terem reportado seu desaparecimento. Segundo o jornal local, a polícia afirmou que a mensagem escrita na areia provavelmente salvou a vida do britânico. Isso porque a equipe de resgate estava prestes a direcionar as buscas para outra área quando viu a mensagem.
Em seu blog, Keys explicou que ele estava tentando encontrar as cachoeiras Eliot Falls.Segundo ele, o mapa mostrava que a cachoeira não era longe do lugar onde estava acampado, então ele decidiu percorrer um trecho do caminho e depois nadar por um riacho.
"Meu equipamento consistia em uma sunga, um shorts, uma camiseta e um boné." Ao perceber que não ia conseguir, Keys decidiu parar de nadar e voltar para o acampamento. "Em vez de voltar nadando, decidi ir pela mata. Já estava meio à noite. Não sei o que eu estava pensando."

'Help 2807'

Ele caminhou até as 2 horas da manhã antes de decidir dormir. Seus amigos avisaram a polícia que ele estava desaparecido – e as buscas começaram no dia seguinte.
Keys decidiu voltar a caminhar e resolveu escreveu uma mensagem de SOS na areia: "Help 2807" (em referência à data, 28 de julho), com uma flecha. Ele teve de passar outra noite na mata e voltou a nadar, antes de as equipes de resgate verem a mensagem.
Após ser resgatado, um paramédico no helicóptero verificou que seus sinais vitais estavam bem, mas ele foi levado ao hospital, onde foi medicado para evitar infecções nos cortes que tinha no pé.
Em seu blog, Keys fez muitos elogios ao profissionalismo da equipe de resgate. E terminou: "Me senti estúpido, mas sortudo. Sinto muito pela preocupação que causei aos meus amigos e minha família, mas acreditem em mim. Não farei isso de novo!" 

Do Terra

O governo polonês alertou os caçadores de tesouros nesta quinta-feira (27) que o suposto "trem nazista", recentemente descoberto no sudoeste do país, provavelmente está minado. A localização exata do veículo, sobre o qual há boatos de que estaria carregado de ouro, permanece secreta.
"Neste trem, cuja existência estou convencido, pode haver materiais perigosos da Segunda Guerra Mundial. É provável que o trem esteja minado", escreveu em um comunicado o curador geral de monumentos, Piotr Zuchowski, secretário de Estado do ministério da Cultura e Patrimônio da Polônia.
Zuchowski também indicou que, após divulgação sobre a descoberta do "trem de ouro" na região da cidade de Walbrzych, um grande número de caçadores de tesouros frequentam a região. "Peço a todos que parem de procurar o veículo até o final do procedimento formal para garantir a segurança da descoberta", acrescentou.
O assessor jurídico dos descobridores, um polonês e um alemão que desejam permanecer anônimos, Jaroslaw Chmielewski, afirmou que seus clientes informaram oficialmente as autoridades do achado. Segundo Chmielewski, eles descreveram os detalhes da descoberta, que seria um trem blindado de 120 a 150 metros.
http://1.bp.blogspot.com/-VXbWGqp07TA/Vddcwwp0LmI/AAAAAAAAOTo/vP9JOsSm73A/s1600/Bundesarchiv_Bild_101I-639-4252-19A_Im_Osten_Panzerzug_mit_Gesch%25C3%25BCtz_und_Vierlingsflak.jpgOntem (26), o vice-prefeito de Walbrzych, Zygmunt Nowaczyk, declarou à imprensa que o trem está nesta cidade no sudoeste da Polônia. O anúncio da descoberta reacendeu a lenda de trens carregados de joias e objetos de valor, roubados dos judeus pelos nazistas.
Muitas lendas sobre túneis subterrâneos secretos próximos de Walbrzych, onde haveria tesouros escondidos do Terceiro Reich, baseiam-se na história de um enorme edifício nazista, com ramificações subterrâneas, conhecido pelo nome de Riese.
Essas instalações deveriam acomodar também arsenais estratégicos dos alemães, protegidos dos bombardeios aliados. Parte destas galerias subterrâneas estão abertas aos turistas, mas os caçadores de tesouros acreditam na existência de muitas outras.

Do MSN

Os governos de Seul e Washington estão estudando a possibilidade de posicionar um submarino com armas nucleares na Coreia do Sul, informou nesta segunda-feira a agência sul-coreana "Yonhap", em plena situação de crise militar na região. 
O porta-voz do Ministério da Defesa de Seul, Kim Min-seok, revelou hoje que "Coreia do Sul e Estados Unidos estão revisando o calendário para o posicionamento de ativos militares estratégicos americanos" em território sul-coreano.
Estes ativos incluiriam um submarino de propulsão nuclear atualmente destinado em Yokosuka (Japão) e o avião B-52 Stratofortress, um bombardeiro estratégico subsônico de longo alcance equipado com potentes bombas anti-bunker, segundo fontes citadas pela "Yonhap".
Esta possibilidade surge em um momento no qual persiste a forte tensão militar entre Norte e Sul, ao mesmo tempo em que autoridades de ambos países continuam reunidas para tentar chegar a um acordo que ponha fim às hostilidades e previna uma escalada maior do conflito.
Os representantes de Seul e Pyongyang estão há mais de 18 horas reunidos na segunda rodada de diálogo na fronteiriça Aldeia da Trégua de Panmunjom sem que por enquanto tenham sido anunciados avanços. 
O possível envio à Coreia do Sul de um submarino americano com capacidade nuclear pode provocar a ira do regime de Kim Jong-un, que considera este tipo de ação uma ameaça direta a sua segurança, o que seria um novo obstáculo para as conversas bilaterais de paz.  

As duas Coreias se viram envolvidas em um grave episódio de tensão militar desde quinta-feira, dia em que Norte e Sul trocaram disparos de artilharia na fronteira. Após o incidente, Pyongyang lançou várias ameaças de ataque a Seul, e ambos exércitos reforçaram sua preparação militar e mantêm suas tropas prontas para um possível combate.
Por sua parte, os EUA mantêm 28.500 homens na Coreia do Sul e se comprometeram a defender seu aliado em caso de conflito com o Norte.

Do Terra

A Eletronuclear, subsidiária de energia nuclear da Eletrobras, negocia com as empreiteiras UTC e EBE (Empresa Brasileira de Engenharia) uma solução para os pagamentos em atraso do contrato de montagem de equipamentos da usina nuclear Angra 3 (foto).
As duas empresas continuaram no consórcio chamado Angramon após outras cinco empreiteiras terem desistido do contrato, alegando atrasos no pagamento: Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Techint.
Investigadas pela Operação Lava Jato, essas cinco empreiteiras desistiram do contrato alegando pagamentos atrasados em 135 dias. Somente o contrato de montagem da usina nuclear prevê gastos de R$ 2,9 bilhões.
"O consórcio tem uma clásula de solidariedade. Se alguns saírem, os que permanecem precisam seguir com a obra. Então, existe a negociação com a Eletronuclear", disse o diretor financeiro da Eletrobras, Armando Casado.
Segundo o diretor, o que estaria em negociação seria uma dívida de cerca de R$ 80 milhões referentes aos pagamentos atrasados em menos de 90 dias. Um prazo, portanto, menor do que o alegado pelas empresas que deixaram o consórcio.
Sobre as empresas que anunciaram a desistência da obra, Casado disse que a saída está sendo negociada e que o contrato não chegou a ser suspenso, como anunciado. "A simples manifestação da saída não é suficiente. É preciso uma negociação", disse, sem dar detalhes.
Um dos problemas enfrentados na construção da usina é a liberação de recursos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Segundo fontes, o banco liberou R$ 2,5 bilhões de um financiamento aprovado de R$ 6,146 bilhão.
Casado disse que o contrato com o BNDES exige garantias de 15% do valor financiado. Com problemas financeiros, a empresa teve dificuldades de oferecer as garantias e os valores acabaram represados. A questão estaria sendo negociada com o banco.
Apesar dos problemas, as obras de construção civil de Angra 3 -como a torre do gerador nuclear e os prédios administrativos- continuam em curso. Por isso, a previsão de inauguração da usina em dezembro de 2018 foi mantido.
LAVA JATO
A Eletrobras contratou o escritório de advocacia internacional Hogan Lovells para investigar se houve corrupção em seus projetos. Essas investigações ainda estão em curso na usina nuclear de Angra 3, segundo o diretor.
As empresas contratadas para a montagem de Angra 3 são investigados por suspeitas de pagamento de terem pago R$ 4,7 milhões ao almirante Othon Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear (2007 a 2014). Ele nega.
As supostas propinas teriam sido pagas para que a Eletronuclear não colocasse obstáculos para a união de dois consórcios que venceram a licitação, segundo Ricardo Pessoa, presidente afastado da UTC, que fez um acordo de delação após ter sido preso pela Polícia Federal.
PRIVATIZAÇÃO
A Eletrobras segue com sua intenção de vender o controle da distribuidora de energia de Goiás, a Celg D, até novembro deste ano, disse Casado, que participou nesta quinta-feira (20) de um encontro com investidores na Apimec, no Centro do Rio.
Depois da Celg D, a estatal vai estudar a venda de outras distribuidoras do grupo. A Eletrobras tem participação majoritária em distribuidoras de Alagoas, Piauí, Rondônia, Acre, Amazonas e Roraima.

O Kuwait convocou o representante de negócios iraniano para protestar depois que Teerã ofereceu a um grupo de investidores a exploração de um campo de gás disputado pelos dois países, informou a agência oficial Kuna.
A agência destacou que o Kuwait entregou ao funcionário iraniano uma carta de protesto depois que a empresa estatal National Iranian Oil Company (NIOC) ofereceu percentuais de investimento em áreas próximas do campo.
O Kuwait considera que o bloco offshore está nas águas territoriais do país.
Uma parte do campo está situado na fronteira marítima compartilhada por Arábia Saudita e Kuwait, mas outra fica no Irã.
A disputa começou na década de 1960, quando o Irã concedeu a exploração à extinta Anglo-Iranian Petroleum Co, depois incorporada pela BP, enquanto o Kuwait concedeu os direitos a Royal Dutch Shell.
As duas licitações entravam em conflito na parte norte do campo. 

Do CLICRBS



Um Boeing 777 operado pela companhia aérea japonesa All Nippon Airways (ANA) fez hoje uma aterragem de emergência em Osaka depois de um problema no motor, informou a transportadora.
O avião partiu de Osaka com destino a Tóquio às 07:18 (23:18 de terça-feira em Lisboa), mas pouco depois da decolagem a tripulação detetou problemas no motor e pediu para fazer uma aterragem de emergência.
"Voltou para trás e aterrou no aeroporto de Osaka às 07:50", detalhou a porta-voz da ANA Hanae Satomura, indicando que todos os passageiros (246) e membros da tripulação (11) deixaram o avião em segurança.
A companhia aérea afirmou estar a investigar o incidente.

Do DN

Dezenas de iemenitas morreram em Taez nos bombardeios aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita e em combates, com a intensificação da batalha contra os rebeldes na terceira maior cidade do Iêmen, anunciaram organizações humanitárias.
As forças governamentais iemenitas e seus aliados, apoiados por aviões da Arábia Saudita e sua coalizão militar, fundamentalmente árabe, tentam retomar Taez (sudoeste) dos rebeldes xiitas huthis, depois de expulsar os insurgentes de várias províncias do sul desde meados de julho.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) informou neste sábado que os bombardeios e combates de sexta-feira deixaram muitos mortos, principalmente civis, e um grande número de feridos.
Até o momento não foi possível estabelecer um balanço preciso, pois ainda há muitas pessoas nos escombros das casas, afirmou à AFP Rima Kamal, porta-voz no Iêmen do CICV.
Ao mesmo tempo declarou dispor de "informações segundo as quais na sexta-feira à noite o balanço era de 80 mortos".
A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) informou na sexta-feira a morte de 65 civis e vários feridos nos bombardeios da coalizão no bairro de Salah, em Taez.
A agência de notícias Saba, controlada pelos rebeldes, anunciou um balanço de 63 civis mortos e 50 feridos.
As estimativas de vítimas de sexta-feira representam um dos balanços mais elevados de mortos no país desde o fim de março.
Naquele mês teve início a intervenção da coalizão árabe liderada por Riad, para apoiar o governo do Iêmen e deter o avanço dos rebeldes xiitas, que desde 2014 haviam conquistado amplas faixas de território partindo de seu reduto de Saada (norte).
Até hoje os rebeldes controlam a capital Sanaa.
O elevado número de mortos é explicado pelos "ataques aéreos e a intensificação dos combates entre diversos grupos, o que faz a população civil pagar caro", disse Kamal em Sanaa por telefone.
Os primeiros combates significativos em Taez, uma das principais vias de acesso para a capital Sanaa, aconteceram há poucos dias e deixaram mais de 80 mortas em 24 horas.
Esta ofensiva permitiu aos simpatizantes do governo recuperas áreas importantes da cidade, mas sem expulsar totalmente os rebeldes huthis.
Neste sábado voltaram a acontece combates na área do palácio presidencial de Taez, que deixaram pelo menos três civis mortos.
Ao mesmo tempo, o quartel general da polícia política em Áden (sul) foi destruído neste sábado por uma explosão que as autoridades atribuíram à Al-Qaeda.
Membros da Al-Qaeda se instalaram no início de agosto no quartel, duas semanas depois da reconquista de Áden pelas tropas leais ao governo, explicou uma fonte do governo que pediu anonimato.

Do Yahoo

As grandes companhias de petróleo da China estão se preparando para um segundo semestre difícil e sem alívio na queda dos preços internacionais da commodity. Em meio ao fraco crescimento econômico global que vem limitando a demanda para tudo - desde petróleo até gás natural e minério de ferro - os resultados do primeiro semestre dessas empresas destacam a magnitude da redução de gastos do setor chinês.
Ao divulgar seus resultados hoje, a Cnooc e a Sinopec afirmaram ter pouca expectativa de uma forte recuperação dos preços do petróleo e do gás natural.
"Existe pouco otimismo no ambiente macroeconômico mundial", declarou o presidente da Cnooc, Yang Hua, em comunicado. "Os preços internacionais do petróleo deverão permanecer em um nível baixo", acrescentou. A companhia prevê um "ambiente operacional severo" no restante deste ano, depois de anunciar queda no lucro nos primeiros seis meses de 2015.
A Cnooc, que tem grandes operações em alto mar na China e fora do país, teve queda de 56% no lucro líquido no primeiro semestre deste ano, para 14,7 bilhões de yuans. O resultado, porém, superou as estimativas dos analistas ouvidos pela S&P Capital IQ, de 13,3 bilhões de yuans. Os investimentos da empresa diminuíram quase um terço, para 33 bilhões de yuans, no primeiro semestre, e deverão somar entre 70 bilhões de yuans e 80 bilhões de yuans neste ano.
A Sinopec, por sua vez, teve queda de 22% no lucro líquido, para 25,4 bilhões de yuans. A companhia informou que cortou os investimentos totais no primeiro semestre para 23,5 bilhões de yuans, de quase 40,0 bilhões de yuans no mesmo período do ano passado.
A redução dos investimentos das grandes petroleiras chinesas segue-se a anos de expansão pelo mundo, período em que as companhias compraram ativos caros em países que vão do Canadá à Austrália e também no continente africano.
Atualmente muitos dos projetos adquiridos por essas empresas enfrentam desafios. Isso é especialmente verdade no caso da Cnooc, que se apresenta como a petroleira mais global da China. A produção de petróleo e gás da companhia cresceu apenas 4% no primeiro semestre, bem menos que o aumento de 20% um ano antes.

Fonte: Dow Jones Newswires. - Via Isto é

Um destacado analista do comércio internacional de petróleo avisou que Angola é um dos países que correm grande risco de instabilidade  se o preço do petróleo continuar a baixar nos mercados mundiais.
O aviso surge ao mesmo tempo que o Fundo Monetário Internacional  avisa ser necessário haver "um ajustamento da massa salarial"  no setor governamental.
Num artigo no New York Times, David Goldwyn, que foi enviado especial e coordenador do Departamento de Estado americano para questões energéticas na primeira administração do presidente Barack Obama, afirma que se o preço do petróleo continuar abaixo dos 45 dólares o barril isso será “um alerta para questões de estabilidade” nos países produtores de petróleo.
Goldwyn disse àquele diário que  isso irá forçar “cortes dramáticos no orçamento  ou aumentos perigosos nos empréstimos, ou talvez as duas coisas ao mesmo tempo”.
Angola já efetuou, aliás, grandes cortes orçamentais e recentemente  abriu novas linhas de credito através, uma delas com a China cujo montante permanece no segredo.
Para este especialista, países sem reservas cambiais  significativas  são os que estão  mais em risco, nomeando Angola entre esses países.
Ele acrescentou que para muitos deles há a necessidade de se sustar investimentos para se manter a legitimidade política.
O Fundo Monetário Internacional  recomendou, entretanto, que o Governo faça uma redução das suas despesas salariais.
Ao falar final de uma visita de trabalho a Lunada , o coordenador da missão do FMI, Ricardo Veloso, disse que  o que chamou de massa salarial tem que ser reduzida.
Veloso afirmou que o Governo angolano não pediu qualquer ajuda financeira ao FMI , acrescentando que a economia angolana deverá crescer 3,5 por cento este ano.
Contudo, essa previsão de crescimento é baseada num preço do petróleo de 53 dólares o barril.
Nesta quarta-feira, 26, o petróleo estava a ser comercializado a 39,75 dólares o barril.
O  representante do FMI afirmou que a política monetária e cambial de Angola deve estar centrada na contenção da inflação, que está a aumentar devido à desvalorização do kwanza.
Contudo, Ricardo Veloso advertiu que com essa desvalorização a moeda angolana está a ficar mais competitiva, o que permitiu um aumento das exportações e a redução de importações.
Do VOA

Portugal vai atualizar os sistemas de captura de alvos dos caças F-16, uma operação que poderá custar cerca de 23 milhões de dólares (cerca de 21 milhões de euros), refere um despacho publicado esta terça-feira em Diário da Republica.
A modernização será objeto de negociação com o fabricante Northrop-Grumman, única entidade com capacidade técnica para prestar os serviços pretendidos, e terá um custo global de 22,7 milhões de dólares, a repartir entre os anos de 2015 a 2022, em conformidade com o previsto na Lei da Programação Militar e permite beneficiar de economias de escalas e de condições especiais de fornecimento pela integração do programa na última encomenda comercial dos ‘Marines’ norte-americanos, assim como dos investimentos já realizados nesta modernização pelos parceiros operadores de F-16 da European Participating Air Forces (EPAF).
O ministro da Defesa Nacional autorizou o início do procedimento de modernização dos designadores de alvos da frota F-16 MLU da Força Aérea (targeting pods Litening ATII) para a versão G4, programa que se encontra inscrito na Lei de Programação Militar (LPM), aprovada pela Lei Orgânica n.º 7/2015, de 18 de maio.
Segundo fonte do ministério, a modernização dos designadores de alvos dos F-16 vai permitir, por um lado, manter os requisitos da NATO para que esta frota possa continuar a operar em missões internacionais sem restrições, designadamente com a consolidação da capacidade autônoma deste sistema em detectar, identificar, seguir alvos e apoiar o emprego de armamento de precisão.
Por outro lado, a modernização irá reforçar o emprego destas aeronaves no apoio à vigilância do espaço aéreo, marítimo e terrestre.
Após os vários processos de alienação de sistemas de armas e de racionalização dos recursos da Defesa Nacional que decorreram no âmbito da implementação da Reforma Defesa 2020, este programa insere-se, segundo a mesma fonte, no objetivo de investir “de forma coerente, racional e eficiente” no aumento do produto operacional das Forças Armadas tendo em vista o cumprimento das suas missões prioritárias.
O despacho assinado pelo ministro da Defesa, José Aguiar-Branco, a 31 de Julho, produziu efeitos imediatos após a data da sua rubrica. Portugal tem atualmente 27 caças F-16, depois de no ano passado ter acertado a venda de 12 aeronaves ao Estado romeno.

Do Publico

A redução do preço do petróleo está a fragilizar a economia de vários países. Em geral, os investimentos na indústria do petróleo caíram para seu nível mais baixo desde 2000. E as notícias não são animadoras. De acordo com o último relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) vamos continuar a assistir a um excesso de oferta que deverá prolongar-se durante o próximo ano, apesar do crescimento do consumo. 
Segundo a AIE, as reservas de crude – que já estão em níveis recorde – vão continuar a crescer, mesmo com o consumo a aumentar para máximos de cinco anos, em 2015, e com os fornecimentos fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) a cair, no próximo ano, pela primeira vez desde 2008.
Segundo as estimativas da AIE, o excesso de oferta a nível mundial atingirá 1,4 milhões de barris por dia no segundo semestre deste ano, antes de abrandar para cerca de 850 mil barris diários em 2016. O excedente de produção no segundo trimestre foi de 3 milhões de barris por dia, o nível mais alto em 17 anos, de acordo com os dados da agência. 
Mercados atingidos A Noruega é um dos principais afetados. Este país que “escapou” praticamente ileso da crise financeira global está agora a “tremer” com a crise do crude. De acordo com vários analistas da Bloomberg, se o barril de Brent continuar por muito mais tempo abaixo dos 50 dólares, o país escandinavo “vai enfrentar um desastre econômico”.
O sinal de alarme já tinha sido dado, no passado mês de Julho, quando a petrolífera norueguesa Statoil revelou que tinha entrado no “vermelho”, com perdas de 2800 milhões de euros no primeiro semestre do ano. Um cenário que obrigou a empresa a levar a cabo vários cortes nas despesas e nos investimentos.

O que é certo é que a economia norueguesa também já começou a sentir estes efeitos. A taxa de desemprego neste país subiu para 4,3% em Maio, um número nunca visto nos últimos 11 anos. 

 Mas a Noruega não é um caso isolado. Também o Canadá está a ser atingido por este colapso dos preços do crude. Alberta, província petrolífera – também conhecida por “Texas do Canadá” e produz mais de 70% do petróleo e do gás natural do Canadá, sendo boa parte destes recursos naturais exportados para os Estados Unidos – já suspendeu alguns projectos neste sector e está a sofrer com o aumento da taxa de desemprego. A Shell e da Cenovus Energy Inc. são algumas das petrolíferas a suspender projectos. Esta última anunciou, no final de Julho, que previa eliminar entre 300 a 400 postos de trabalho no segundo semestre de 2015. Já de acordo com as últimas estatísticas do país, só esta província perdeu 14 mil postos de trabalho em Fevereiro e a taxa de desemprego atinge atualmente os 5,7%. 

Quem também não fica alheio a esta crise da cotação internacional do barril de crude é Angola. As receitas fiscais angolanas da exportação de petróleo caíram 40% em Julho face ao mesmo mês de 2014 para cerca de mil milhões de euros, segundo os últimos dados do Ministério das Finanças. O preço médio de cada barril exportado por Angola entre Janeiro e Junho fixou-se em 54,92 dólares, quando há um ano era de 106,98 dólares. O petróleo garantiu em 2014 cerca de 70% das receitas fiscais angolanas, mas este ano não deverá ultrapassar os 36,5%.

O que é certo é que os principais países produtores, Arábia Saudita, EUA, Rússia e Iraque, não dão sinais de quererem abrandar a produção e os preços, que caíram 60% desde de 2014, deverão manter-se baixos nos próximos meses.

A Rússia pode vender novos caças MiG-35 ao Vietnã, não obstante outros países do Sudeste Asiático terem bastante interesse por estes aviões. O caça MiG-35 pode substituir os caças de terceira geração MiG-21 que já têm bastante tempo de serviço, declarou o chefe da empresa MiG, Sergei Korotkov, à agência noticiosa russa RIA Novosti.

O novo caça multiuso tem sistemas de localização e de informação de quinta geração. 
Segundo Korotkov, o Sudeste Asiático é uma "região interessante" para o fabricante de aeronaves tendo em conta vendas futuras: "De acordo com nossas avaliações, existem perspectivas definidas para o MiG-35 no Vietnã, onde a expetativa de vida dos caças MiG-21 está chegando ao fim".
Korotkov notou também que o interesse pelos caças MiG-35 está aumentando por parte da Índia, em parte por causa das limitações de fornecimento dos caças franceses Rafale. Os novos caças russos poderiam substituir a antiga frota aérea indiana e a questão já está sendo discutida nos círculos profissionais indianos, disse o chefe da empresa russa. 
"Ao contrário dos MiG-29 'clássicos', do qual o MiG-35 herdou os conceitos aerodinâmicos, a nova máquina é multifuncional. Pode utilizar armamento de alta precisão contra alvos no ar, terra ou mar. Pode mesmo efetuar várias funções que anteriormente só eram confiadas a aviões de reconhecimento."
Atualmente o fabricante de aeronaves MiG está modernizando os aviões indianos MiG-29, em colaboração com empresas indianas, no âmbito do contrato assinado em 2010, no valor de $1,2 bilhões. A empresa também fornece caças MiG-29K à Índia.

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