Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Detector emparelha com telefone e envia dados de leitura para a nuvem. Sensores poderiam ser aplicados em veículos de segurança pública.
No caminho para fazer um melhor detector de radiação, engenheiros da DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos Estados Unidos) estão buscando impulso no coletivo proporcionado pelo crowdsourcing para suportar um detector pequeno e barato. E o melhor, que se integra com seu smartphone e envia dados para a nuvem. 
O gadget foi demonstrado na conferência “Wait, What?”, da DARPA, realizada em St. Louis, no estado de Missouri. O aparelho custa cerca de US$ 400 - significantemente mais barato que os detectores usados em agências de segurança pública e fornece uma figura mais apurada de potenciais ameaças, explicou Vincent Tang, físico que trabalha na DARPA.
Como funciona
O detector funciona através do envio de uma leitura de radiação via Bluetooth para um smartphone, a cada segundo. Na demonstração em St. Louis, visitantes podiam emprestar um telefone e um detector e testar a tecnologia, buscando por fontes radioativas escondidas ao redor da sala. 
Ao caminhar pelo evento, na maioria das vezes, o telefone mostrava uma leitura de cerca de 20 contagens por segundo de radiação gama - isso quando estávamos no piso inferior ao hall do evento. No entanto, uma vez que as fontes ocultas de radiação eram aproximadas, a leitura do detector começava a subir rápido. 
A uma certa altura, o detector atingiu mais de 2 mil contagens por segundo – impulsionado por uma fonte radioativa (provavelmente uma rocha) num recipiente selado sob uma mesa.
Em todo o tempo, o telefone enviava dados de volta para um servidor responsável por registrar as leituras. 
O resultado foi um mapa de calor impulsionado pelo coletivo de usuários que mostrava os níveis de radiação no espaço do evento.
Aplicações
Tang prevê que os sensores poderiam ser aplicados em veículos de segurança pública, constantemente monitorando e reportando níveis de radiação. Mas este é apenas o primeiro passo. O que não foi demonstrado em St. Louis, uma vez que todas as fontes de radiação são seguras, foi que a assinatura da radiação podem ser analisada e a sua provável fonte determinada.
Então, alguém novo em um procedimento da medicina nuclear, por exemplo, em um hospital seria reconhecido, mas ignorado pelo sistema. Enquanto alguém que transporta materiais nucleares ilícitos acionaria o alarme.
Este é o primeiro produto da DARPA do programa chamado Sigma, cujo objetivo é revolucionar habilidades em detecção e impedimento para conter o terrorismo nuclear. 
 "A ideia do Sigma é tentar aproveitar o máximo possível de tecnologia comercial existente que poderia ser aplicada nesta área e que nos permitiria ir de um baixo volume e modelo de alto custo para alto volume e modelo de baixo custo", disse Tang.


Horas depois de o Parlamento da Rússia dar sinal verde para o ataque em território sírio, aviões russos atacaram áreas na província de Homs, no noroeste do país árabe. Segundo o Ministério da Defesa, a missão, realizada contra o grupo Estado Islâmico, foi executada por caças russos pilotados por militares sírios, coordenados a partir do centro de operações de Bagdá, onde trabalham russos, iraquianos e iranianos. No entanto, fontes do Governo de Barack Obama informaram à imprensa que os projéteis não caíram sobre as áreas controladas pelos jihadistas. Moscou informou previamente a Washington sobre seu plano de ataque.
O Parlamento russo autorizou o emprego das Forças Armadas na Síria na manhã desta quarta-feira, segundo informaram as agências de notícias russas citando Serguei Ivanov, chefe do Governo no Kremlin, poucos minutos após informar que o presidente Vladimir Putin havia pedido autorização para utilizar tropas no exterior, de acordo com o procedimento legal estabelecido para essa eventualidade. Logo após o anúncio feito pela chefe do Conselho da Federação, Valentina Matvienko, de que os parlamentares se reuniriam em Moscou para abordar a proposta do presidente, Ivanov já dava por outorgado o consentimento Conselho da Federação (Câmara Alta do Parlamento), que reúne os representantes regionais, por “unanimidade” e 162 votos.
O chefe do Governo no Kremlin ainda disse que a intervenção responde a um pedido do presidente sírio, Bashar al Assad, e que as operações militares contra o Estado Islâmico se limitarão ao apoio aéreo das Forças Armadas sírias e à assistência técnica no manejo dos equipamentos bélicos fornecidos ao país. Ivanov, que na véspera participou de uma reunião do Conselho de Segurança de Putin, recém-chegado dos Estados Unidos, afirmou que a operação terá limites precisos e “não pode se prolongar indefinidamente”.
Uma fonte da agência Interfax disse que “se trata da participação na operação antiterrorista dos aviões e helicópteros da Força Aérea da Rússia que já se encontram no aeroporto de Latakia e que realizaram voos de reconhecimento”. Segundo o Ministério da Defesa russo, o centro de coordenação antiterrorista com sede em Bagdá (anunciado como projeto conjunto entre Rússia, Iraque e Irã) está funcionando e fornecendo dados, incluindo imagens feitas por satélites e aparelhos não pilotados, para combater as forças do Estado Islâmico. Ivanov justificou a decisão russa afirmando que responde à defesa de interesses nacionais. Para embasá-la, disse que “o número de cidadãos da Federação Russa e dos países da Comunidade de Estados Independentes (CEI) que ingressam no Estado Islâmico aumenta não a cada dia, e sim a cada hora”.
Após a reunião do presidente russo com Obama em Nova York, os acontecimentos se precipitaram. Além das declarações retóricas de Washington e Moscou, há sérios indícios de que o acordo dos dois presidentes para colaborar na Síria significa, pelo menos, congelar os problemas provocados pela intervenção militar russa na Ucrânia após a queda do regime do presidente Viktor Yanukovich, em fevereiro de 2014, e deixar para um futuro indefinido as consequências da anexação da Crimeia e o destino das autodenominadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk (parte das províncias industriais e mineradoras de mesmo nome).
Um dos elementos que parecem derivados do entendimento entre Putin e Obama com respeito à Síria é o acordo fechado na noite de terça em Minsk, capital de Bielorrússia, pelo “grupo de contato” para a regulação do conflito na região de Donbass – que inclui Donetsk e Lugansk. Sob os auspícios da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), o grupo de contato orquestrou a retirada das armas de calibre inferior a 100 milímetros da zona de conflito. O grupo é formado por Rússia, Ucrânia e representantes do separatistas, mas o acordo da noite de terça foi concluído sem a assinatura dos separatistas, que deviam aceitar o documento antes de quinta, segundo o ex-presidente da Ucrânia, Leonid Kuchma, representante de Kiev nas conversações.
Martin Seidig, representante da OSCE no grupo de contato, declarou que a retirada de tropas será feita em duas etapas. A primeira vai começar dois dias após o cessar-fogo, que se prolongará por 15 dias. Já a segunda vai durar 24 dias. Em fevereiro, as partes já haviam fechado acordo para retirar as armas de calibre superior a 100 milímetros da zona de conflito. A cronologia dos acontecimentos parece indicar que este novo trato foi imposto aos separatistas. A Rússia anunciou o envio àquele território de um novo comboio de “ajuda humanitária”. Em Nova York, o vice-presidente Joe Biden consolava na terça o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, dizendo que “a segurança da Ucrânia não está vinculada de nenhuma forma à situação na Síria”, segundo informou a Interfax, citando o serviço de comunicação da Presidência ucraniana. Biden festejou a assinatura em Minsk do acordo de retirada dos armamentos de calibre inferior a 100 milímetros.
Em março de 2014, durante o processo de anexação da Crimeia por Moscou, o Conselho da Federação Russa autorizou a intervenção das tropas russas na Ucrânia e depois revogou a permissão, embora haja numerosas provas de que os militares e a equipe técnica russos agiram em Donbass posteriormente. Apesar das evidências, Moscou negou que suas tropas tenham operado nas regiões separatistas ucranianas de Donetsk e Lugansk.
Do El Pais


Ataque aéreo nos arredores de Homs leva disputa por influência com EUA a novo estágio e é encarado como forma de garantir a sobrevivência de Assad, que, para Moscou, precisa fazer parte do combate ao "Estado Islâmico". 
A Força Aérea russa lançou nesta quarta-feira (30/09), nos arredores da cidade de Homs, o primeiro bombardeio na Síria, num passo que leva a disputa por influência entre Rússia e Estados Unidos a uma nova região: o Oriente Médio.
O bombardeio – justificado como uma resposta a um apelo direto de Damasco – é visto como uma tentativa de conter o avanço do "Estado Islâmico" e, ao mesmo tempo, assegurar a sobrevivência do ditador Bashar al-Assad, maior aliado russo no Oriente Médio.
"O presidente sírio pediu à liderança do nosso país assistência militar", disse Sergei Ivanov, chefe de gabinete do Kremlin. "Trata-se dos interesses de nossa segurança nacional, e não em razão dos objetivos de política externa ou das ambições de que nossos parceiros ocidentais costumam nos acusar."
Queda de braço com Obama
Em queda de braço desde a anexação da Crimeia, Moscou e Washington divergem sobre as causas da guerra civil síria. Para os russos, a ingerência internacional – da invasão do Iraque à Primavera Árabe – é responsável; para os americanos, o maior culpado é Assad e seu regime repressor.
Uma coalizão liderada pelos EUA tem bombardeado alvos do "Estado Islâmico" na Síria há cerca de um ano, enquanto uma coalizão separada, composta por alguns dos mesmos países, ataca extremistas no vizinho Iraque.
Os extremistas do "Estado Islâmico" controlam grandes áreas de ambos os países, explorando o caos criado pela guerra civil iniciada há quatro anos, quando Assad conduziu uma violenta repressão a protestos, numa tentativa de frear a chegada da Primavera Árabe a seu país.
Nesta quarta-feira, Putin recebeu autorização do Parlamento para a realização de uma intervenção militar na Síria. Horas depois, a imprensa americana começou a noticiar bombardeios nos arredores de Homs, onde o "Estado Islâmico" tem áreas sobre seu domínio.
Ataques apenas aéreos
O Kremlin garante que a autorização dada pelo Parlamento é uma formalidade e não significa que as forças russas vão participar do conflito por terra, mas apenas com bombardeios aéreos pontuais.
A autorização, no entanto, foi a mesma obtida por Putin antes da invasão da Crimeia, em março de 2014, que abriu a maior disputa entre Ocidente e Rússia desde a Guerra Fria.
Apesar de o discurso oficial russo ser combate ao terrorismo, o Ocidente questiona se os objetivos de Moscou na Síria seria apenas seu fortalecimento como uma potência regional – e isso se daria através do fortalecimento de Assad.
Putin diz que Assad deve fazer parte da coalizão que luta contra o "Estado Islâmico". Obama e seus aliados, por sua vez, argumentam que Assad pode permanecer no poder a curto prazo, mas que seria essencial uma transição de regime na qual ele não teria papel duradouro. As divergências entre os dois sobre o tema ficou evidente em Nova York, durante a Assembleia Geral da ONU.

Do DW

O Quantum Artificial Inteligence Lab anunciou hoje um acordo de sete anos com a D-Wave Systems para investir em computação quântica. Parte do acordo envolve a incorporação, às suas instalações, de um processador quântico D-Wave 2X, um dos equipamentos mais avançados do mundo nessa categoria.

O Laboratório é uma iniciativa da NASA em parceria com o Google e a Universities Space Research Association (associação de pesquisa espacial das universidades dos EUA). A agência espacial pretende utilizar o equipamento para realizar pesquisas sobre missões espaciais sem tripulação e melhorar sua estrutura de suporte e controle de missões.

O Google, por sua vez, pretende usar a tecnologia para melhorar suas funcionalidades e programas, como a ferramenta de buscas e seu algoritmo de reconhecimento de voz, segundo a Fortune. O acordo prevê também que futuras gerações de sistemas da D-Wave sejam instaladas no NASA Ames Research Center assim que forem lançadas.

Computadores quânticos

O D-Wave 2X é um processador quântico que possui mais de mil qubits (a versão quântica dos bits da computação tradicional). A natureza da máquina exige que ela opere na temperatura extremamente baixa de, no máximo, 15 milikelvin (aproximadamente -273ºC, 180 vezes mais frio que o espaço interestelar), por conta da fragilidade dos qubits.

A temperatura baixíssima também é necessária para criar o efeito de supercondutividade nos componentes do computador quântico. Com isso, é possível enviar sinais elétricos aos componentes sem qualquer tipo de resistência. O vídeo abaixo, da própria D-Wave, explica (em inglês) a necessidade da refrigeração e mostra os equipamentos utilizados:


O investimento nesse tipo de computadores, no entanto, pode ser bastante justificado: enquanto os bits de processadores normais podem assumir apenas os valores 1 ou 0, os qubits podem assumir os valores 1, 0 ou os dois ao mesmo tempo.

Isso torna os computadores quânticos extremamente bons em resolver problemas com grandes números de variáveis, pois eles são capazes de testar todas as possibilidades ao mesmo tempo. Alguns problemas que podem ser resolvidos quase instantaneamente por computadores quânticos levariam mais tempo do que a idade atual do universo para ser resolvidos por supercomputadores tradicionais.

Outras empresas vêm investindo para superar um dos maiores obstáculos à viabilização dos computadores quânticos, que é a aferição de erros. Isso porque os métodos tradicionais de verificação de erros, ao serem aplicados aos qubits, podem acabar mudando seus valores.  

EUA e China estão de acordo no que toca à ciberguerra

Postado por Vinna terça-feira, setembro 29, 2015 0 comentários

O presidente da China, Xi Jinping, está em visita oficial aos EUA. Barack Obama anunciou na semana passada que chegou a um entendimento com o seu homólogo chinês quanto à ciberguerra.

Os dois líderes anunciaram ter chegado a um acordo para ajudar ambas as nações a reduzirem as emissões de gases de estufa. Além disso, Obama disse que ele e Jinping fizeram «progressos significativos» na cibersegurança e esclareceu que os hackers chineses que sejam apanhados a atacar os EUA poderão sofrer consequências pesadas, noticia a Reuters.

Não há qualquer referência às operações de espionagem governo-a-governo para recolha de inteligência. Os dois responsáveis afirmaram que o acordo versa sobre o fim do apoio de cada governo aos hackers que roubam segredos emepresariais ou informação de negócio.

«Confronto e fricção não são a melhor escolha para nenhum dos lados», disse o presidente chinês, negando que o seu governo tenha estado envolvido no roubo de dados de milhões de funcionários públicos nos EUA e insistindo que também a China é frequentemente vítima destes ataques.

Apesar de não haver muitos detalhes sobre pontos específicos do acordo alcançado, os analistas classificam-no de positivo.

No final deste discurso, Obama e Jinping estiveram juntos a jantar com Tim Cook, Satya Nadella, Mark Zuckerberg e Marc Benioff.
 
Da Exame

A geopolítica estratégica dos Estados Unidos é ameaça à soberania do Brasil sobre o pré-sal. Esta é a principal conclusão da palestra do professor Raphael Padula, da UFRJ, no seminário “Uma estratégia para o Brasil, um plano para a Petrobras”, promovido pela Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET) e pelo Programa de Pós-graduação  em Economia Política Internacional da UFRJ, nesta quarta-feira (23), no Clube de Engenharia (RJ). Segundo Padula, a geopolítica dos EUA, no século XXI, tem como foco a garantia de acesso a recursos naturais indispensáveis tanto para eles, como para os aliados.
Entre os 10 maiores importadores de petróleo, apenas China e Índia podem ser considerados fora do controle estratégico dos EUA. Para o professor isto explica a importância da “tutela” que garante aos norte-americanos o apoio dos países aliados na defesa de seus interesses diretamente ligados às questões neoliberais, de garantia de mercados às empresas e serviços dos EUA.


Para confirmar seu raciocínio, Padula relatou as mudanças na política externa dos EUA no século passado, no pós-guerra e depois da dissolução da União Soviética. O fim da guerra fria levou a maior potência do planeta a eleger novas ameaças à paz mundial, da qual se julga o grande defensor, como o narcotráfico e o terrorismo.
Mas os altíssimos níveis de desenvolvimento da China trouxeram um novo ator ao cenário mundial que, associado ao nacionalismo de Vladmir Putin, na potência militar da Rússia, fazem frente ao poderio norte-americano. A China já é o segundo maior consumidor de recursos naturais do planeta, e tem poucas reservas. A Rússia, além do arsenal atômico, tem reservas de hidro carburetos indispensáveis, principalmente à Europa ocidental, grande aliada dos EUA.
Diante deste cenário e coerente com sua geopolítica, os Estados Unidos reforçam sua política intervencionista de garantir o acesso aos recursos naturais, tendo seus aliados como parceiros, diante da fragilidade deles na obtenção destes recursos.
No final da palestra, Padula trouxe esse cenário para a realidade da América Latina e, principalmente, para o Brasil. Segundo ele, a estratégia dos EUA é a de impedir o surgimento de potências regionais em áreas de abundância de recursos naturais. Geograficamente, o Brasil está estrategicamente localizado, além de possuir um território que representa mais de 50% do subcontinente sul-americano e com reservas consideráveis das principais commodities minerais.
Assim, o modelo proposto para a nossa região, segundo Padula, insere-se dentro da geopolítica dos EUA como países que devem ter suas Forças Armadas voltadas para o controle de conflitos internos, combate ao narcotráfico e ao terrorismo, mas incapazes de defender suas riquezas naturais. Papel que caberia aos Estados Unidos. Além disto, é necessário impedir o fortalecimento de associações como o Mercosul e a Unasul, contrapondo isto a políticas apenas de livre comércio.
Raphael Padula demonstrou como o giro na política externa brasileira, a partir de 2003, até então totalmente favorável aos interesses da geopolítica dos EUA, passa a incomodar a grande potência. O Brasil assume seu papel de protagonista em seu entorno estratégico, reforçando o ideal integrador do Mercosul, além de um espaço de livre comércio e expandindo suas ações rumo à África ocidental, vizinha do Atlântico sul.
Com a descoberta do pré-sal, as decisões brasileiras sobre a forma de exploração desta riqueza elevaram as tensões entre diplomáticas entre Brasil e EUA. O emergente protagonismo do primo pobre do sul incomodou. O primo rico tratou de reativar a 4ª Frota Naval, específica para o Atlântico sul; rejeitou a resolução da ONU que garantia o direito brasileiro nas 200 milhas continentais. E espionou, como revelado no caso Wikileakes.
Raphael Padula encerrou sua palestra afirmando que os interesses da geopolítica americana não podem permitir o surgimento de uma potência regional, detentora de recursos minerais estratégicos e, ao mesmo tempo, com uma empresa pública eficiente como operadora única da maior reserva de petróleo descoberta neste século. 

China transporta contingente militar e armas para Síria

Postado por Vinna segunda-feira, setembro 28, 2015 0 comentários

Um contingente militar da República Popular da China, a caminho de Latakia, na Síria, é esperado a qualquer momento para o desembarque em portos da região. Outro navio chinês de transporte, com carga militar, também foi avistado na 3ª-feira pela manhã, cruzando o canal de Suez, segundo o diário árabe Al Masdar News.
Informações sobre especialistas militares chineses a caminho de Tartus foram confirmadas pelo comandante do Exército Sírio. A matéria conclui que Moscou criará, na Síria, uma coalizão antiterror que será versão alternativa da aliança que os EUA formaram para abastecer e armar os terroristas do ISIS.
A entrada da China na luta pela Síria será importante acréscimo à declaração de hoje, do Ministério de Relações Exteriores do Irã. Em conferência de imprensa com RT, o vice-ministro de Relações Exteriores do Irã Hossein Amir Abdollahian declarou que o Irã se integrará à coalizão organizada pela Rússia, para combater contra o ISIS. Significativamente, Amir não falou de uma “aliança”, mas de se criar ampla coalizão militar.
— Consideramos bem-vinda a proposta do presidente russo para o estabelecimento de uma frente comum na luta contra o terrorismo, e estamos prontos para a iniciativa de operações conjuntas e cooperação – disse o vice-ministro iraniano de Relações Exteriores.
Que Rússia e Irã combaterão juntos contra os terroristas, fontes russas já anunciavam há uma semana. E a chegada da China para contribuir como mais uma força no grupo de apoio é mais do que se poderia ter imaginado. A presença da coalizão internacional altera a favor de Moscou o equilíbrio de poder – deixando livres as mãos russas para ação militar direta no Oriente Médio, com apoio do Irã. Na nova situação geopolítica, a Rússia volta a se integrar ao Oriente Médio. 

As tentativas do Estado Islâmico (EI) de estabelecer um califado no Iraque e na Síria parecem estar se consolidando. É o que mostram dados compilados pelo Institute of the Study of War (ISW), uma organização independente dedicada à análise de assuntos militares. 
De acordo com um estudo de Jessica Lewis McFate, diretora de pesquisas do ISW, o período que compreendeu os meses de junho e setembro de 2014 foi decisivo no que diz respeito à conquista de objetivos militares no Iraque.
“O EI conseguiu obter o controle de 11 cidades, incluindo grandes centros como Mossul, Tikrit, Baiji e Hawija”, explicou. Armados e bem organizados, os militantes montaram as bases de sua infraestrutura a partir da captura de usinas no rio Eufrates, pontes e campos de extração de petróleo, que acabaram por se tornar suas maiores fontes de renda.
Ao longo do caminho em solo iraquiano, o grupo aos poucos conquistou bases militares e colocou as mãos em equipamentos poderosos que foram então rapidamente manobrados em direção ao outro lado da fronteira, na Síria.
Em meados do ano passado, o EI já controlava áreas na Síria próximas de Alepo e Raqqa, cidade que se tornou conhecida informalmente como a capital do califado. A partir de Raqqa e Al Hasaka, passou a expandir para Deier ez-Zor.
Formava-se um cinturão de controle que, por sua vez, ligava-se aos corredores no Iraque. Com a queda de Mossul, ainda na metade de 2014, os militantes do EI intensificaram os ataques na região do Curdistão iraquiano e também no norte sírio, mais especificamente em Kobane.
Após meses de violentas batalhas contra os curdos da Síria e do Iraque, que agiram com o auxílio de bombardeios da coalizão, os jihadistas foram expulsos de Kobane em janeiro de 2015. Nesta semana, contudo, retornaram para tentar novamente assegurar uma faixa de controle na fronteira com a Turquia.
O mapa abaixo, produzido com dados do ISW, destaca os locais no Iraque e na Síria nos quais o EI já exerce a sua influência e mostra qual a extensão do domínio garantido pelo grupo nestes países em junho de 2015.

De Exame

As forças do governo sírio passaram a usar aviões de guerra russos recém-chegados para bombardear combatentes do Estado Islâmico na província de Aleppo, no norte da Síria, em uma tentativa de romper um cerco a uma base aérea nas proximidades, afirmou nesta quinta-feira um grupo que monitora o conflito.
A Rússia está reforçando o governo sírio, seu aliado, com a entrega de ajuda militar que autoridades dos Estados Unidos dizem incluir jatos de guerra, helicópteros de combate, artilharia e forças terrestres.
Os ataques aéreos, que começaram no início da semana, foram acompanhados por ações terrestres perto da base aérea de Kweiris, no leste da província de Aleppo, onde as tropas do governo estavam sob o cerco de militantes, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, grupo oposicionista que monitora o conflito sírio, com sede na Grã-Bretanha.
Os jatos russos chegaram apenas "recentemente" à Síria, mas estão sendo pilotados por sírios, disse o Observatório, que acompanha a guerra por intermédio de uma rede de fontes no território.
Muitos países ocidentais reagiram com alarme ao aumento do apoio militar de Moscou ao presidente Bashar al-Assad, a quem eles se opõem. Mas a ascensão de um inimigo comum, o Estado Islâmico, tornou a divisões menos claras.
Os Estados Unidos lançaram no ano passado uma campanha aérea contra os militantes islamistas na Síria e no Iraque.
A Rússia diz que Assad tem que ser parte dos esforços internacionais para combater o Estado Islâmico, enquanto os Estados Unidos acreditam que ele é parte do problema.

Do G1

O Kremlin negou esta sexta-feira que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, tenha pedido para se reunir com o líder dos Estados Unidos à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorre em Nova Iorque. "A declaração do porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, sobre o presidente da Rússia querer esse encontro e o ter pedido em várias ocasiões não corresponde à realidade", disse o assessor de imprensa da Putin, em declarações aos jornalistas. Depois de assinalar que "os norte-americanos esqueceram-se das regras tácitas da diplomacia" ao revelar na quinta-feira "detalhes que não se dizem", o assessor de imprensa, Yuri Ushakov, assegurou que foi a Casa Branca quem ofereceu possíveis datas para uma reunião entre ambos. O encontro da próxima semana será o primiero desde que os dois líderes se encontraram em novembro do ano passado, em Pequim, duranta a cimeira do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífica (APEC), e uns dias depois voltaram a econtrar-se no G20, na Austrália. Obama e Putin vão reunir-se em Nova Iorque na segunda-feira, na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, juntamente com mais cerca de 140 chefes de Estado e de Governo.
O Kremlin negou esta sexta-feira que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, tenha pedido para se reunir com o líder dos Estados Unidos à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorre em Nova Iorque. "A declaração do porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, sobre o presidente da Rússia querer esse encontro e o ter pedido em várias ocasiões não corresponde à realidade", disse o assessor de imprensa da Putin, em declarações aos jornalistas. Depois de assinalar que "os norte-americanos esqueceram-se das regras tácitas da diplomacia" ao revelar na quinta-feira "detalhes que não se dizem", o assessor de imprensa, Yuri Ushakov, assegurou que foi a Casa Branca quem ofereceu possíveis datas para uma reunião entre ambos. O encontro da próxima semana será o primiero desde que os dois líderes se encontraram em novembro do ano passado, em Pequim, duranta a cimeira do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífica (APEC), e uns dias depois voltaram a econtrar-se no G20, na Austrália. Obama e Putin vão reunir-se em Nova Iorque na segunda-feira, na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, juntamente com mais cerca de 140 chefes de Estado e de Governo.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/kremlin_desmente_ter_sido_putin_a_pedir_encontro_com_obama.html

A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito da história humana. Deixou um saldo de 55 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 190 milhões de refugiados. Foi também o palco da explosão de duas bombas atômicas, inaugurando um poder de destruição jamais visto pelo homem.

As principais causas da guerra foram:
•as imposições previstas à Alemanha pelo Tratado de Versalhes;
•a expansão territorial, militar e econômica dos países totalitários do Japão, Itália e Alemanha;
•a política de apaziguamento da Inglaterra e França;
•a formação dos países do Eixo: Alemanha, Itália e Japão;
•a invasão da Polônia por tropas nazistas.


A partir de 1º de setembro de 1939, o início da guerra, o conflito tomou proporções mundiais envolvendo povos do mundo todo com batalhas em quase todos os continentes. A guerra toda durou quase 6 anos e foi dividida por historiadores em três períodos:


Primeira Fase: 1939 – 1941: Avanço dos países do Eixo na Europa com a guerra relâmpago nazista (blitzkrieg) conquistando Dinamarca, Holanda, Bélgica, Noruega e França e na Ásia com conquistas japonesas na China, sudeste asiático e ilhas do Pacífico;

Segunda Fase: 1941 – 1943: Entrada na guerra da União Soviética após o cerco nazista a Leningrado e a batalha da cidade de Stalingrado e também dos Estados Unidos após o ataque japonês à base naval americana em Pearl Harbor no Havaí;

Terceira Fase: 1943 – 1945: Vitória dos países aliados na Europa, a partir da invasão da Normandia (Dia D) em 6 de junho de 1944 até a rendição alemã em 8 de maio de 1945 e na Ásia após a explosão de duas bombas atômicas pelos americanos em duas cidades japonesas de Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).




Consequências da Guerra
Além dos milhões de mortos e feridos, aperfeiçoaram-se as técnicas militares de destruição com novos tanques, foguetes, radares, aviões a jato, navios porta-aviões e a bomba atômica.

Aproximadamente 12 milhões de pessoas morreram nos campos de concentração e extermínio. Desses, 6 milhões de judeus na “solução final” do problema judeu, segundo a loucura antissemítica de Adolf Hitler.

O período pós-guerra foi marcado por uma série de transformações no cenário político-econômico mundial, que levaram ao estabelecimento de uma nova ordem internacional marcada pelo equilíbrio tenso das forças capitalistas lideradas pelos EUA e socialistas lideradas pela URSS.

Essas duas forças dividiram a Alemanha nazista derrotada, sua capital, Berlin, onde foi construído um muro pelos socialistas, isolando Berlin Ocidental do restante da Alemanha Oriental e posteriormente, todo o mundo em duas áreas de influência.

Foram criadas ainda, por essas duas superpotências, duas aliança militares, a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), chefiada pelos EUA e o Pacto de Varsóvia, chefiado pela URSS.

Esses dois blocos promoveram uma corrida armamentista com a proliferação de armas atômicas, gerando vários conflitos e guerras em algumas partes do mundo onde apareceram disputas por territórios entre povos de suas áreas de influência que quase terminaram em uma Terceira Guerra Mundial, mas felizmente isso não ocorreu, graças à atuação da ONU (Organização das Nações Unidas). Esse período de tensão foi conhecido como Guerra Fria.

No plano econômico, a recuperação dos países destruídos na Segunda Guerra se deu através do Plano Marshall dos EUA em um primeiro momento e posteriormente pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e Banco Mundial, formado pelo BIRD (Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento) e a AID (Associação Internacional de desenvolvimento) todos os órgãos especiais da ONU. 
 

Órgão em Bagdá facilitará intercâmbio de dados e pode também ser base de coordenação para futuras operações militares. Na ONU, ministro iraquiano exige mais ação da aliança internacional anti-"Estado Islâmico". 
A Rússia e três países do Oriente Médio pretendem fundar na capital iraquiana uma central para facilitar o intercâmbio das informações a respeito da milícia terrorista "Estado Islâmico" (EI). O órgão reunirá membros do Estado-maior da Rússia, Síria, Iraque e Irã, noticiou a agência de notícias russa Interfax, com base em fontes diplomáticas e militares de Moscou.
Numa fase posterior, operações militares poderão ser coordenadas a partir do centro em Bagdá, que será dirigido alternadamente por oficiais das quatro nações. O primeiro deles será um representante do Iraque.
Otimismo e exigências de Bagdá
O ministro iraquiano do Exterior, Ibrahim al-Jaafari, que se encontra em Nova York para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, se mostrou otimista a respeito do projeto, neste sábado (26/09).
"As forças militares iraquianas alcançaram algumas vitórias significativas, repelindo os terroristas e os obrigando a se retirarem a norte de Mossul", afirmou Jaafari, acrescentando que o Exército nacional "está do lado vitorioso".
No entanto, a situação na segunda maior cidade iraquiana desmente tal versão. Depois de 15 meses de combates, as tropas do governo ainda não conseguiram retomar a maior refinaria de petróleo do país. As Forças Armadas procuram ganhar mais controle ao oeste antes de iniciar um ataque a Mossul, considerada a maior perda de Bagdá na luta contra o EI.
Ainda assim, Jaafari declarou que não são necessárias tropas de solo estrangeiras, e acusou a aliança militar internacional liderada pelos Estados Unidos de não estar fazendo o suficiente: "A frequência dos ataques aéreos oscila, e espero que ela seja mais alta no futuro."
O chefe da diplomacia iraquiana também reivindicou de Washington mais equipamento de combate, assim como a intensificação dos treinamentos militares e da disponibilização de dados pelos serviços de informação.

Do DW

Rússia envia aviões de carga a base militar na Síria

Postado por Vinna domingo, setembro 27, 2015 0 comentários

A Rússia reforçou a sua presença na Síria, enviando quinze aviões de carga para uma base militar do regime, num momento em que Washington sofreu um revés, com rebeldes treinados pelos americanos entregando parte de sua munição à Al-Qaeda.

Moscou, principal aliado do regime de Damasco, parece ter recuperado a iniciativa no conflito que arrasa a Síria. Entre o ativismo russo e a crise migratória na Europa, muitas embaixadas começam a considerar a inclusão do presidente sírio, Bashar al-Assad, no diálogo para encontrar uma solução para esta guerra que já fez mais de 240.000 mortes em quatro anos e meio.

Segunda-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, irá propor a criação de uma ampla coalizão, incluindo o exército de Assad, para lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) durante uma reunião com seu colega americano, Barack Obama, em Nova York, enquanto Washington se preocupa com o reforço da presença militar russa no terreno.

Neste sábado, uma fonte militar síria indicou à AFP que "pelo menos 15 aviões de carga russos, transportando" equipamentos e pessoal, "pousaram ao longo das duas últimas semanas na base militar de Hmeimim, no oeste da Síria.

As aeronaves, nas cores da bandeira russa, chegaram uma por dia nesta base localizada no aeroporto civil e militar de Bassel al-Assad, na província de Latakia, reduto do regime.

"Camiões de média tonelagem descarregaram os aviões e transportaram a carga para fora do aeroporto", acrescentou a fonte.

Embora não haja nenhuma confirmação oficial do Kremlin, Washington está preocupado com o reforço da presença russa na Síria, com o envio de aviões de combate, sistemas de defesa aérea e equipamentos modernos, alguns dos quais cedidos ao exército sírio para a guerra contra os rebeldes.

Na quarta-feira, o exército sírio usou pela primeira vez drones fornecidos pela Rússia, de acordo com uma fonte de segurança em Damasco.

De acordo com os americanos, os russos realizaram voos de reconhecimento sobre a Síria.

Uma autoridade síria disse à AFP que o envolvimento russo marca um "ponto de viragem" na guerra. E Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah xiita libanês que combate ao lado do exército sírio, indicou que a intervenção russa "vai influenciar a evolução da batalha em curso na Síria".

Os Estados Unidos indicaram que receberiam favoravelmente uma iniciativa russa para reforçar a luta contra o EI, mas que temem que os russos procurem, acima de tudo, fortalecer o regime de Assad.

A chanceler alemã, Angela Merkel, estimou pela primeira vez esta semana que seria necessário dialogar com o presidente sírio para resolver o conflito.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, inimigo de Assad, também admitiu que o chefe de Estado sírio poderia fazer parte de um período de transição.
Revés para Washington

Enquanto isso, a estratégia de Washington de armar rebeldes para combater o EI sofreu outro revés. O comando das forças americanas no Médio Oriente (Centcom) admitiu na sexta-feira que insurgentes treinados pelos americanos entregaram alguns dos seus equipamentos e munições à Frente al-Nusra, o ramo sírio da Al-Qaeda.

Os rebeldes disseram aos militares americanos que tinham entregue "seis pick-ups e parte de sua munição a um intermediário suspeito de pertencer à Frente Al-Nusra, ou cerca de 25% do seu equipamento", de acordo um comunicado.

O programa americano deveria treinar e equipar cerca de 5.000 rebeldes por ano durante três anos, mas até agora formou apenas dois grupos de 54 e 70 combatentes.

Um primeiro grupo de 54 combatentes retornou à Síria em julho, antes de vários dos seus membros serem sequestrados pela Al-Nusra.

Em outra frente, o chefe do Hezbollah confirmou a conclusão de uma trégua de seis meses, sob os auspícios da ONU e depois de uma mediação iraniana, na cidade rebelde de Zabadani, perto do Líbano, e em duas aldeias xiitas pró-regime no noroeste da Síria.


Da Exame

Vencendo a própria resistência a uma intervenção na guerra civil síria, Paris envia aviões de combate à região. Em encontros internacionais em Nova York, o papel de Assad no futuro da Síria é ponto controverso. 
Aviões de combate franceses bombardearam pela primeira vez, neste domingo (27/09), posições do grupo terrorista "Estado Islâmico" (EI) na Síria. O governo em Paris justificou a iniciativa prometendo "investir sempre que nossa segurança nacional estiver em jogo".
A operação ocorre "em coordenação com nossos parceiros na região" e prova a firmeza da França em lutar contra os jihadistas, prosseguiu o gabinete do presidente François Hollande. Segundo este, foram empregados "seis aviões, entre os quais cinco do tipo Rafale", e "o ataque atingiu seus objetivos sem consequências para a população civil".
Até o momento, a Força Aérea francesa só participara da aliança militar liderada pelos Estados Unidos no Iraque. Em 8 de setembro, Hollande anunciou a mobilização de voos de reconhecimento na região. É com base nas informações assim coletadas que se realizam os presentes ataques aéreos contra o EI.
Paris vinha resistindo a intervir na guerra civil síria a fim de não fortalecer o presidente Bashar al-Assad, classificado por várias instâncias ocidentais como ditador. Em referência à atual ofensiva aérea, o Palácio do Eliseu enfatizou a importância de proteger a população síria tanto da violência dos fundamentalistas islâmicos quanto dos "bombardeios assassinos do presidente Assad".
Síria discutida em Nova York
As autoridades francesas também apelam por uma "solução abrangente" da crise na Síria. "É mais urgente do que nunca possibilitar uma transição política, unindo elementos do regime e a oposição moderada." Ficou em aberto até que ponto o próprio Assad poderia ser parte dessa solução.
Em Nova York, o ministro francês do Exterior, Laurent Fabius, esclareceu que a renúncia de Assad não é uma pré-condição para o início das negociações sobre a situação síria, mas, no fim das contas, a sua meta. Até então, Paris exigia com veemência a deposição do presidente.
À margem da cúpula de sustentabilidade da ONU, que se encerrou neste domingo na metrópole americana, realizaram-se conversações em diversos níveis por uma solução do conflito na Síria.
Um ponto controverso segue sendo o papel a ser assumido por Bashar al-Assad num eventual cenário de paz. Diante da crescente ameaça representada pelo EI para toda a região, são cada vez mais prementes os apelos internacionais por um diálogo com o governante sírio.

Do DW

Esqueça Dilma, o papa Francisco e o chinês Xi Jinping. A discussão que dominará os debates da septuagésima sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que começam na semana que vem em Nova York diz respeito à Síria. Mais especificamente, ao que fazer para deter o avanço do Estado Islâmico (EI) sobre a região. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reforçou a presença militar russa no enclave que mantém o ditador Bashar Al-Assad e tentará, na segunda-feira, convencer o presidente americano, Barack Obama, de que a intervenção miltar em apoio a Assad é a melhor forma de combater o EI. Não se sabe qual será a resposta ou a reação de Obama.

Desde que a Rússia abrigou Edward Snowden, o ex-prestador de serviços da Agência Nacional de Segurança (NSA) que vazou dados a respeito dos programas de espionagem americano, não há um encontro oficial agendado entre Putin e Obama. O último foi na Irlanda do Norte, em 2013 (foto). A ofensiva Rússia na Ucrânia e a posterior anexação da Crimeia contribuíram para estremecer ainda mais as relações russo-americanas. Mas o combate ao EI põe os dois novamente do mesmo lado. Obama sabe que, sem Putin, não será possível formular qualquer resposta à gravíssima situação na Síria, por isso aceitou recebê-lo. Daí a importância da reunião de segunda-feira.

“Não há outra solução para a crise síria, que não seja o reforço da estruturas existentes de governo e a ajuda para que elas combatam o terrorismo”, afirmou Putin em entrevista ao programa de TV “60 minutes”, da CBS. “Mas, ao mesmo tempo, devemos engajá-las em um diálogo positivo com a oposição racional e conduzir reformas.” O significado dessa declaração ambígua, de acordo com diplomatas ouvidos pelo jornal The New York Times, é que Putin está em princípio disposto a aceitar a saída de Assad do poder, desde que possa manter sua influência e seu poderio militar na região. A Rússia tem  apoiado a Síria desde que o Baath, partido do pai de Assad, Hafez, assumiu o poder num golpe em 1963. Hafez deu um segundo golpe em 1970 e ampliou ainda mais esses laços.

A atitude de Obama em relação à Síria tem sido um desastre militar e humanitário, como já descrevi aqui. “Raramente um presidente americano abandonou sua responsabilidade de forma tão abjeta”, escreveu em editorial a respeito a revista britânica The Economist. Mas uma aliança com Putin – mesmo com a improvável derrubada de Assad – será difícil de engolir para o governo americano.

Analistas sustentam que Putin decidiu reforçar suas bases na Síria apenas para criar mais um problema, depois ceder em troca de alívio às sanções econômicas e de manter seus interesses intactos na Ucrânia. “Um regime de sanções prolongado, ao estilo do Irã, prejudicaria seriamente as perspectivas russas de desenvolvimento de longo prazo, que acabariam por se manifestar na política interna”, afirma Ben Aris na Business News Network.

O dilema de Obama é ainda mais complexo. Está descartada uma intervenção de grande escala, no estilo Iraque e Afeganistão. Também está fora de cogitação uma coalizão semelhante à que derrubou o tirano líbio Muammar Khaddafi, depois brutalmente assassinado num país hoje retalhado entre vários grupos, entre eles o próprio EI. A tentativa canhestra dos americanos de financiar rebeldes “sunitas moderados” na Síria esbarrou na força incontornável dos vários grupos jihadistas, sobretudo o Jihat al-Nusra (ainda ligado à al-Qaeda) e o EI. “Os Estados Unidos devem parar de insistir na derrubada de Assad e ouvir com atenção as outras potências com interesses nos desdobramentos, inclusive a Rússia”, afirma o especialista em política internacional Stephen Walt, da Universidade Harvard, na Foreign Policy.
A política, diz Walt, é a arte do possível. A verdade é que os erros cometidos na região, sobretudo pelo governo Obama como reação à guerra na Síria, transformaram um problema que já era incrivelmente difícil noutro talvez impossível de resolver – pelo menos em prazo curto. É imperativo fazer algo. O custo da inação certamente será maior, em vidas e para o futuro da região. “Talvez o maior obstáculo seja o próprio Obama", diz a Economist. "Neste momento, seu legado registrará não apenas a reaproximação com Irã e Cuba, mas também a consolidação de um califado jihadista e incontáveis refugiados."


Do G1

Moscou e Washington vêm mantendo consultas intensivas sobre as formas de solucionar a crise síria. Derrubada de líder sírio pode sair de foco por receio de avanço do EI, mas especialistas não acreditam que EUA vai desistir de ideia depois de gastos no conflito.
Setembro vem sendo marcado por intensivas consultas entre Moscou e Washington sobre a questão da Síria. Diplomatas e militares dos dois países já se encontraram para discutir a prevenção de possíveis incidentes na região, embora um combate conjunto ao Estado Islâmico (EI) ainda não esteja nos planos.
As autoridades norte-americanas podem atualmente obter informações sobre a cooperação entre Moscou e Damasco através do canal de comunicação restaurado entre os ministérios da Defesa dos Estados Unidos e da Rússia. No entanto, o destino do presidente sírio Bashar Al-Assad ainda é motivo de controvérsia entre os países.
Enquanto os Estados Unidos buscam aliados para derrubar Assad, Moscou insiste que os próprios sírios decidam o destino de seu líder sem interferência externa.
Gueôrgui Mírski, pesquisador sênior do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da Academia Russa de Ciências (Imemo Ran, na sigla em russo), aponta, no entanto, mudanças na retórica dos EUA. “Embora Washington insista na queda de Assad, não estipula prazo para isso nem descarta a presença dele nas negociações”, disse à Gazeta Russa.
Exemplo disso é a declaração do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, no sábado passado (19). “Estamos prontos para a negociação. Mas e Assad, estará disposto a negociar? A Rússia está pronta para trazê-lo à mesa de negociação e encontrar uma saída para a crise?”.
As mudanças do posicionamento dos EUA em relação ao presidente sírio podem estar relacionadas ao acordo sobre o programa nuclear do Irã, assinado em julho. “Após o acordo com Teerã, Assad deixou de ser um aliado do inimigo”, disse Mírski.
Além disso, o pesquisador garante que o principal adversário dos Estados Unidos na Síria hoje é o EI, e não Assad. “Se os extremistas do EI chegarem ao poder na Síria, isso será um duro golpe para a segurança de toda a região. E Obama entrará para a história como o presidente norte-americano que entregou Damasco aos terroristas.”
Três saídas, uma aposta
Embora cautelosos ao fazer previsões, os especialistas sugerem três cenários possíveis para o futuro da Síria: um acordo com Assad, um acordo sem Assad e o prolongamento do conflito.
“O cenário no qual Assad está incluído é o menos provável, porque os EUA já gastaram muitos recursos em prol de sua deposição e simplesmente não podem admitir a derrota”, disse à Gazeta Russa Tatiana Tiúkaeva, professora do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou (Mgimo, na sigla em russo).
Opinião semelhante é compartilhada por Mírski. “Para os Estados Unidos, Assad é um mal menor em comparação com o Estado Islâmico. Porém, se Obama concordar em deixa-lo no poder, recairá sobre ele uma avalanche de críticas”, destacou.
Ambos os especialistas concordaram também que seria preferível manter o regime sírio, porém com afastamento de Assad. “Essa pode ser a melhor saída, mas sua implementação é dificultada pelo posicionamento de lideranças regionais da Turquia, da Arábia Saudita e do Qatar”, afirmou Tiúkaeva. “O mais provável é o prolongamento do conflito.”
Israel em alerta
O reforço da cooperação militar entre Rússia e Síria geraram desconforto com o governo de Israel. No início da semana, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu viajou para Moscou em caráter de urgência, acompanhado por chefes das agências de segurança do país.
Em reunião com Pútin, as partes concordam em criar um grupo encarregado de desenvolver um mecanismo para coordenar ações nas “esferas aérea, marítima e eletromagnética” e minimizar os riscos de colisões acidentais, especialmente no ar, e outros incidentes na Síria.



Objetivo da resolução será responsabilizar autores de ataques químicos que mataram milhares de civis na guerra civil síria. Conselho de Segurança pode punir culpados com sanções.
O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou nesta quinta-feira (06/08) que a Rússia concordou em estabelecer uma resolução da ONU para identificar os responsáveis por ataques com armas químicas na Síria.
http://4.bp.blogspot.com/-IId7FHssqPk/UJhh5yYTdKI/AAAAAAAAGvI/H5RjJwpjVf0/s640/john-kerry.gif "Nós conversamos sobre a resolução da ONU e, de fato, acredito que chegamos a um acordo sobre o que permitira votar uma resolução em breve para criar o processo de responsabilização que está faltando", disse Kerry, um dia após o encontro que teve com o ministro russo do Exterior, Sergei Lavrov, na Malásia.
"O que estamos tentando fazer é ir além do fato se pode ter sido usado, mas tentando descobrir quem usou e responsabilizá-lo por isso", acrescentou Kerry.
Diplomatas disseram que, com o acordo, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar na sexta-feira uma proposta americana para a criação de uma equipe para identificar os autores dos ataques químicos na Síria.
A atribuição de responsabilidade abre caminho para formalizar uma ação contra os acusados. O Conselho já ameaçou aplicar medidas, como sanções, contra os culpados.
O Reino Unido, a França e os Estados Unidos acusaram as forças de segurança do presidente sírio, Bashar al-Assad, de promover ataques com bombas de gás cloro em algumas regiões do país. No entanto, a Rússia que tem poder de veto no conselho e é aliada da Síria protegia o regime de Assad das ações da ONU.
Enquanto Rússia e EUA não conseguiram chegar a acordo para o fim da guerra civil síria, ambos os países concordaram na eliminação do arsenal químico do governo sírio, após um ataque químico que matou centenas de civis em agosto de 2013.


Do O Povo


No lugar certo e na hora certa. Assim Stanislav Petrov descreve seu feito à frente do sistema de monitoramento nuclear da União Soviética em 1983 que, possivelmente, salvou o mundo da Terceira Guerra Mundial.
Responsável por reportar qualquer ataque ou possibilidade de ataque dos Estados Unidos à União Soviética no auge da Guerra Fria, na década de 1980, Petrov recebeu um alerta que desesperaria qualquer pessoa na sua situação. O sistema de monitoramento soviético alertava para um ataque de mísseis vindo dos Estados Unidos na direção do país socialista.
Ao ver o alerta, Petrov deveria reportá-lo aos seus superiores, que preparariam a retaliação ao ataque, o que provavelmente daria início a uma guerra nuclear mundial. Mas o militar soviético desconfiou e, em poucos minutos, tomou uma decisão que pode ter mudado o rumo da humanidade. Ele reportou o alerta como falso.
"Não acho que fiz algo extraordinário, eu era um homem que estava fazendo apenas seu trabalho da maneira correta. Não acho que fiz nada heroico, eu só estava no lugar certo, na hora certa", disse Stanislav Petrov em entrevista ao programa de rádio Outlook, do Serviço Mundial da BBC.
"Na minha frente estava um painel brilhante, com letras vermelhas, dizendo que o computador havia detectado sinal de mísseis", contou. Mas Petrov desconfiou do alerta. A certeza do sistema sobre o ataque era tão grande que fez com que o militar suspeitasse que havia algum problema técnico.

"Eu olhei para o painel de novo e ainda dizia que o míssil havia sido lançado e que a probabilidade de ataque era 100%. E, para o computador, prever uma probabilidade dessas é simplesmente impossível. O número deveria ser um pouco menor, havia 28 ou 29 níveis de segurança no sistema e, depois que o alvo fosse identificado, ele teria de passar por todos esses pontos de segurança. Então aquilo era inacreditável. Isso foi o grande motivo da minha dúvida."


A decisão de Petrov poderia ser fatal, tanto se ele reportasse o ataque – por causa da retaliação -, como se não reportasse e estivesse errado quanto ao erro do sistema.
"Eu tinha que pensar rápido. Cada segundo era crucial para a resposta militar da União Soviética. Eu sabia também que ninguém seria capaz de corrigir meu erro se eu estivesse realmente errado. Eu olhei para a minha equipe e percebi que eles estavam entrando em pânico."
Mesmo tendo 50% de chance de estar errado, Sanislav Petrov decidiu reportar o ataque como falso. Ele ligou para os superiores e disse que havia um problema no sistema.
"Liguei para meus superiores e disse que o alarme era falso. Na mesma hora, o alarme tocou de novo e veio um novo aviso vermelho. Eu ainda estava falando com eles e disse que havia um novo alerta, mas que eu também o considerava falso", relata.
"Eles aceitaram o que eu disse e desligaram. Logo em seguida, veio um terceiro alerta dizendo que mais um míssil estava vindo, depois outro e outro. E aí veio a mensagem dizendo que um 'ataque de mísseis' estava acontecendo."

Segredo

Petrov sabia de sua responsabilidade e, conscientemente, "não queria ser o responsável pelo início da Terceira Guerra Mundial". Depois que reportou o ataque como falso, ainda viveu momentos de muita tensão até esperar cerca de 15 minutos e ver que, realmente, nenhum míssil havia caído na União Soviética e que, portanto, o sistema havia falhado.
Depois do ocorrido, Stanislav Petrov não pôde contar a ninguém o que havia se passado em sua sala. A decisão que salvou o mundo de uma guerra nuclear ficou desconhecida por muito tempo, porque os militares soviéticos não queriam que ninguém soubesse que o sistema de monitoramento que tinham havia falhado.
"Eu tive que manter tudo em segredo, não pude nem contar para minha mulher, só contei para ela 10 anos depois. Você precisava ver a cara dela."
A história acabou saindo na imprensa, e Stanislav Petrov recebeu inúmeras homenagens pelo seu feito que salvou o mundo. Ainda assim, ele gosta de minimizar o fato. "Aquele era o meu trabalho."
Apesar disso, ele diz que se outra pessoa estivesse monitorando o sistema naquele momento, era bem provável que a história fosse diferente. "Meus colegas de trabalho eram soldados profissionais. Eles só aprenderam a dar ordem e obedecer. Eles tiveram sorte que era eu quem estava monitorando o sistema naquele momento."

Da: BBC



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