Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Os consumidores norte-americanos não voltaram a ser tão optimistas como eram antes da crise financeira, a Europa continua a registar as taxas de crescimento mais baixas do mundo desenvolvido e o Japão continua a sua batalha de mais de duas décadas contra a deflação. No meio deste cenário sombrio, tem sido o forte crescimento dos mercados emergentes e, em especial da China, que tem evitado nos últimos anos uma recessão mundial. Mas agora, mesmo essa ajuda parece estar a esgotar-se, dando ainda mais argumentos aos que avisam para um risco de estagnação secular e forçando os responsáveis dos bancos centrais e dos governos a ponderar, especialmente na Europa, uma reformulação da sua resposta.
A deterioração de expectativas tem vindo a ser assumida progressivamente pelas mais diversas instituições. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional fez a sua segunda revisão em baixa das previsões de crescimento mundial dos últimos seis meses, passado a apontar para um crescimento de 3,1% em 2015 e 3,6% em 2016, menos 0,4 pontos do que acreditava no passado mês de Abril.
Estes números aproximam-se perigosamente do nível (crescimento de 3%) que é normalmente utilizado como fronteira para definir se o mundo está ou não em recessão. E vários economistas avisam que as actuais previsões do FMI são feitas num cenário central em que, não só os bancos centrais mantêm as suas políticas expansionistas, como nos mercados emergentes a estabilidade financeira acaba por ser assegurada.
Em vários pontos do globo, o cenário é preocupante. Nos Estados Unidos, a explosão do consumo que no passado tantas vezes serviu de motor para a economia mundial, teima em não acontecer. É verdade que a economia norte-americana está bem mais sólida do que por exemplo a europeia, antecipando-se um crescimento de 2,6% este ano e 2,8%, mas, apesar de sete anos de taxas de juro a zero e outros estímulos monetários, um arranque definitivo da actividade económica não acontece e os riscos de pressões deflacionistas mantém-se.
Na zona euro, a retoma é ainda mais lenta. Com níveis de desemprego muito altos e uma taxa de inflação novamente em valores negativos, não pode deixar de ser decepcionante a forma como a economia está a conseguir aproveitar a conjuntura de taxas de juro nulas, compras de activos pelo banco central em larga escala e queda dos preços do petróleo. O FMI prevê um crescimento de 1,5% este ano e de 1,6% no próximo.
 
Tanto nos Estados Unidos como na Europa, as previsões do FMI – consideradas por alguns ainda como demasiado optimistas - apontam para a manutenção de taxas de crescimento que ficam abaixo da variação do PIB que se registava em média antes da crise.
Isto vem ao encontro dos que argumentam que, na verdade, aquilo que está a acontecer à economia mundial é bem mais do que uma dificuldade conjuntural em encontrar o caminho para o crescimento. O que se passa mesmo é a entrada numa nova era de crescimento lento.
O ex-secretário do Tesouro norte-americano e professor em Harvard, Larry Summers, é o mais famoso defensor da ideia de que a economia mundial está a passar por uma fase de “estagnação secular”, um estado em que, perante a persistência de taxas de juro reais e inflação baixas, os incentivos ao investimento são demasiado fracos e a economia cai numa situação em que, de forma permanente a procura fica aquém da oferta potencial. Uma situação semelhante à que tem vivido o Japão nas últimas décadas, mas desta vez vivida à escala mundial.
Se este cenário já era suficientemente preocupante há alguns meses atrás, agora que se tornou ainda mais evidente que os mercados emergentes estão a entrar muito rapidamente em crise, o sentimento de urgência começa a instalar-se.
Os problemas nos mercados emergentes surgem de várias frentes. Por um lado, este ambiente de crescimento lento na Europa e nos Estados Unidos contribui para que as exportações desses países não dêem o mesmo contributo que no passado para o crescimento, um fenómeno que é agravado pela queda dos preços das matérias primas, especialmente do petróleo.
Depois, muitas economias emergentes sofrem de forma muito visível com a apreciação do dólar face às suas divisas. É verdade que isso poderia contribuir para uma maior competitividade das suas exportações, mas perante a procura internacional adormecida, esse efeito é superado pelos problemas vividos pelas empresas que se endividaram em dólares.
Por fim, há a China. A maior das economias emergentes do planeta está a enfrentar os limites da sua impressionante expansão. Entre os investidores, está instalada a desconfiança em relação à existência de bolhas especulativas nos mercados financeiros e imobiliários, algo que os apoios do Estado não conseguem dissipar. E na economia, a passagem de um modelo baseado no investimento público e nas exportações, para outro sustentado numa procura interna saudável com muito investimento privado está a revelar-se difícil de concretizar sem sobressaltos.
A economia continua, de acordo com as autoridades estatísticas chinesas, a crescer próximo da meta de 7% estabelecida por Pequim, mas as previsões têm vindo a tornar-se cada vez mais pessimistas, algo que ainda afecta mais o desempenho de outras economias emergentes, algumas delas, como o Brasil, já em recessão profunda.
Larry Summers, o homem da “estagnação secular”, vê aqui mais um motivo para estar pessimista. “Isto aumenta o espectro de um ciclo vicioso global em que o crescimento lento nos países industrializados afecta os mercados emergentes que exportam capital, levando a que por sua vez o crescimento no Ocidente abrande ainda mais”, escreveu recentemente num artigo de opinião, em que avisava igualmente que “as economias industrializadas que estão a crescer ligeiramente acima do nível de estagnação não podem dar-se ao luxo de suportarem um choque global negativo”.
Este é contudo, o problema que têm realmente pela frente. Com a economia chinesa a dar sinais de esgotamento, a economia mundial prepara-se para perder a sua última fonte de crescimento forte. Ou como escreveu Martin Wolf, na sua última coluna no Financial Times, “o mundo ficou sem grandes economias preparadas e disponíveis para deixar o crédito e o consumo explodirem. Isto significa que a procura global pode ainda ser mais fraca durante os próximos anos”.
Que resposta pode ser dada? Neste momento, nos chamados países industrializados, a capacidade para responder a um desafio desta magnitude parece ser limitada.
Ao nível da política monetária, os instrumentos já estão a ser utilizados no limite há já vários anos. A Reserva Federal, que tem vindo a preparar o regresso das subidas das taxas de juro, ao fim de sete anos a zero, decidiu no mês passado, voltar a adiar essa decisão, dando exactamente como argumento os riscos e as incertezas trazidas pela instabilidade na China. Mas esse adiamento não esconde o facto de a Reserva Federal, tal como os outros bancos centrais, já não ter muito espaço de manobra para actuar se lhe for exigida uma intervenção em larga escala.
Na Europa, o problema é semelhante. Em Março, o Banco Central Europeu decidiu começar a comprar dívida pública no mercado secundário, uma injecção de liquidez na economia que tenta contrariar o ambiente de crescimento moderado e inflação muito baixa que se vive na Europa.

 Com a conjuntura novamente a deteriorar-se e a inflação a cair outra vez em terreno negativo (afectada pelo preço do petróleo), aumenta a expectativa que o BCE se veja forçado a prolongar ou aumentar o seu programa de compras de activos. Há quem, como o economista Ashoka Mody, num artigo publicado na Bloomberg, apele a que Mario Draghi, na reunião que realiza esta quinta-feira em Malta, aproveite “a oportunidade de liderar em vez de seguir, expandindo o seu programa de compra de obrigações”. Mas também há quem, como próprio representante do banco central alemão no BCE, considere que as actuais medidas já vão mais longe do que aquilo que é suposto fazer um banco central. Perante estes dois apelos, Mario Draghi deverá manter a sua declaração de que o BCE está pronto para estender o seu programa, “caso seja necessário”.
Mas será esta actuação suficiente? Para quem acredita, como Larry Summers, que o Mundo enfrenta um problema de “estagnação secular”, a resposta tem de ir muito mais além do que um fortalecimento de políticas monetárias que já estão próximas do seu limite.
O que também é preciso, afirma, são políticas de expansionismo orçamental, aquelas que antes eram consideradas imprudentes mas que agora podem ser a solução para evitar o agravamento de um período de crescimento lento e de deflação à escala mundial. “As abordagens tradicionais de foco em finanças públicas saudáveis, aumento do potencial da oferta e a fuga à inflação podem ser um desastre”, escreveu, assinalando que, agora, que “aquilo que é visto convencionalmente como imprudente, é o único caminho prudente que nos é oferecido”.

Do Publico

A Força Aérea americana perdeu nos últimos dias dois drones armados no Iraque e na Turquia, em incidentes separados - anunciaram autoridades militares nesta quarta-feira em Washington.

Os dois veículos não tripulados de ataque Predator estavam equipados com mísseis ar-terra Hellfire no momento dos acidentes, e os armamentos foram recuperados, segundo o Exército.

O primeiro incidente aconteceu em 17 de outubro, quando um piloto "perdeu o sinal de seu aparelho, que caiu ao sul de Bagdá", disse o porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren.

Dois dias mais tarde, outro Predador caiu no sul da Turquia, afirmou Warren.

A imprensa local relatou que o drone caiu na região de Hatay.

"O aparelho teve um problema mecânico. A Força Aérea continuou a controlá-lo e o fez pousar em uma zona não povoada", completou o porta-voz.

Foi aberta uma investigação para esclarecer ambos os casos.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão de cerca de 60 países, que bombardeia alvos do Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque há um ano. 

Do UOL


Nota: Há alguns dias a Turquia anunciou ter abatido um drone não identificado. Alguns disseram ser de origem chinesa... Mas veja a noticia abaixo:


Turquia derruba aeronave desconhecida que entrou em seu espaço aéreo
Segundo informações da imprensa turca aeronave abatida seria um drone

Internacional - 16/10/2015
 
O Exército da Turquia informou que derrubou nesta sexta-feira uma aeronave, não identificada, que entrou em seu espaço aéreo procedente da Síria, apesar de ter recebido três advertências. A imprensa turca, citando funcionários não identificados do governo de Ancara, informa que o avião abatido é um drone (uma aeronave não-tripulada, controlada remotamente).
    A Síria vem operando drones para identificar tropas e centros de treinamento de rebeldes que lutam para derrubar a ditadura de Bashar Assad. A coalizão liderada pelos Estados Unidos também utiliza drones em seus ataques contra o Estado Islâmico (EI) na Síria.
    No início de outubro, dias após a Rússia ter iniciado seus bombardeios na Síria, um avião russo em missão violou o espaço aéreo da Turquia e foi interceptado pela Força Aérea turca, que o obrigou a se retirar. A Turquia, que possui o segundo maior Exército da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), informou que o incidente na região de Hatay, próxima da fronteira com a Síria, no sul do país. A Força Aérea turca utilizou dois caças F-16 para interceptar o jato russo, explicou o Ministério das Relações Exteriores em nota.
    O presidente turco Recep Tayyip Erdogan criticou os ataques aéreos russos na Síria como um "grave erro". Moscou diz que tem o objetivo de enfraquecer o Estado Islâmico (EI), mas potências Ocidentais veem as ações como apoio ao ditador Assad, com bombardeios contra grupos que tentam derrubar o regime. "Assad cometeu terrorismo de Estado, e infelizmente percebe-se que a Rússia e o Irã estão defendendo-o", disse Erdogan neste domingo.
Fonte:   Veja - Via Rede Sul
 

SP compra blindados israelenses. Em São Paulo, a Polícia Militar também comprou blindados novos para os grandes eventos esportivos, já que algumas partidas de futebol dos jogos serão realizadas na capital paulista.

São 14 blindados israelenses, sendo que oito deles estão munidos com canhões de jatos de água, tinta e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes violentos, conforme o G1 divulgou em dezembro de 2014.

Outros quatro, chamados de "Wolf" (lobo, em inglês) são exclusivos para transporte de policiais das tropas especializadas, como as tropas dos Comandos de Operações Especiais (COE) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), e serão usadas em situações de risco, como sequestros. Eles levam 8 policiais, cada um, e custaram R$ 5,6 milhões.

Do G1

A Polícia Federal adquiriu três veículos blindados, usados em conflitos no Oriente Médio e pelas forças especializadas de combate ao terrorismo na França, para equipar sua tropa de elite em ações de risco durante as Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil.
O Comando de Operações Táticas (COT), a tropa de elite da PF, cuja sede fica em Brasília (DF), deve receber em dezembro os carros, que são empregados por países europeus e também integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
São três veículos blindados Sherpa Light, chamados de APC (carros de combate para transporte de pessoal), que pesam mais de 10 toneladas, podem atingir até 110 km/h e possuem blindagem de nível 3, resistentes a tiros de fuzil. O COT pediu a configuração das unidades em preto e com capacidade para até 10 pessoas.
O valor total do contrato, assinado em 16 de abril deste ano com a francesa Renault Trucks Defense, é de R$ 5,244 milhões. O pregão entre empresas interessadas foi realizado em dezembro de 2014.

Questionada pelo G1 sobre a transação, a Volvo francesa informou que não iria comentar a venda, pois é uma negociação em andamento com o governo brasileiro. Segundo a PF, os carros já começaram a ser pintados, na França, seguindo os padrões gráficos da Polícia Federal, para serem entregues à corporação.

Em agosto, o COT realizou treinamentos com militares das Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos em Brasília e em Goiânia (GO) com a intenção de absorver novas técnicas de invasões a ambientes fechados em que terroristas possam estar mantendo reféns, como embaixadas, presídios e prédios urbanos.

O intercâmbio envolveu ainda helicópteros dos EUA, que voaram nos céus brasileiros apoiando a operação, e também militares da Aeronáutica e do Exército brasileiro especializados em ações em que haja suspeita de terrorismo.
Para a Copa do Mundo de 2014, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), do Ministério da Justiça, já havia liberado  R$ 11 milhões para a compra de 36 veículos blindados, mas de outro modelo: foram utilitários usados no deslocamento de autoridades e que também serão usados durante os Jogos Olímpicos, no próximo ano.
Os veículos também eram pretos, mas com sirenes, indicadores luminosos e alertas sonoros. O objetivo era facilitar a mobilidade e economizar recursos com o aluguel destes carros para eventos.

Do G1

Cerca de 36 mil militares de mais de 30 países participarão a partir de quarta-feira do chamado "Trident Juncture 2015", o maior exercício da Otan da última década, que terá como cenário diferentes situações em Espanha, Itália e Portugal.
O "Trident Juncture" é o exercício "símbolo" de alta visibilidade da Iniciativa de Forças Conectadas e entre seus objetivos está orientar e certificar a Força de Resposta da Otan, capaz de ser mobilizada em um curto período de tempo em qualquer situação de conflito.
De amanhã até 6 de novembro, os militares realizarão operações de ofensiva terrestre, desembarques anfíbios, lançamentos de paraquedistas, ações em ambiente urbano e operações de forças especiais.
Os exercícios ocorrerão em 16 lugares distribuídos por Espanha, Itália, Portugal e em águas do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo.
A Força de Resposta da Aliança Atlântica contará pela primeira vez com uma "força de altíssima disponibilidade" que atuará como "ponta de lança", segundo fontes militares.

Da Exame

SAAB planeja avião de guerra eletrônica baseado no Gripen

Postado por Vinna quarta-feira, outubro 21, 2015 0 comentários

De acordo com Lennart Sindahl, vice-presidente executivo da Saab, e chefe da divisão de aeronáutica da empresa, uma variante de guerra eletrônica baseada no Gripen F (biplace) deve ser desenvolvida nos próximos anos.
O executivo, que conversou sobre o assunto com Georg Mader, editor do Defence lndustry Bulletin, não deu muitos detalhes sobre o projeto, mas afirmou acreditar que o mercado terá, em breve, uma demanda por uma aeronave de ataque com capacidades de guerra eletrônica (EW), como faz atualmente o Boeing EA-18G Growler, única aeronave desse ramo em produção atualmente.
analisarmos as perspectivas para o futuro da aviação de combate, uma espécie ‘Growler Gripen’ seria um grande diferencial em uma Força Aérea atualizada e cujas ameaças sejam reais”, afirmou Sindahl, salientado que “a SAAB está atenta às necessidades do mercado nesse segmento, enfatizando que essa é uma razões pela qual é muito bom ter o Brasil como parceiro no desenvolvimento do Gripen F.
O desenvolvimento do avião de guerra eletrônica pode ser uma forma da Saab aproveitar a plataforma do Gripen F, versão que está sendo desenvolvida somente para atender às necessidades da Força Aérea Brasileira (FAB). Aeronaves EW são operadas por pelo menos dois tripulantes, o piloto e o controlador de sistemas eletrônicos.
A função principal dessa nova variante do Gripen seria apoiar outras aeronaves de ataque, fornecendo cobertura eletrônica, além de dar combate a sistemas antiaéreos (SAM) adversários, similar ao desempenhado pelo Boeing EA-18G Growler, que é empregado pela Marinha dos EUA (US Navy) e pela Força Aérea Real Australiana (RAAF).
Guerra eletrônica
Muitos antes do primeiros tiros e lançamentos de bombas serem realizados em uma guerra moderna, entram em ação os aviões de guerra eletrônica. Essas aeronaves são equipadas com sistemas especiais que enganam radares e anulam o efeito de sensores de busca e ataque por meios de ataques eletromagnéticos. Esses aparelhos também podem interceptar comunicações do inimigo ou até mesmo cortá-las, impedindo ações de defesa combinada.
Fonte: Cavok - Via Airway



O acordo do Brasil com a Suécia para a compra de 36 caças Gripen da Saab poderá gerar uma economia de quase US$ 1 bilhão para o governo brasileiro. Isso porque o contrato, assinado em outubro de 2014, foi feito em coroa sueca. Na época, o montante equivalia a US$ 5,4 bilhões. Com a desvalorização da divisa local, que no ano já soma mais de 12%, o valor do negócio hoje gira em torno de US$ 4,5 bilhões. 
Durante as negociações, o Ministério da Defesa também conseguiu reduzir a taxa de juros inicialmente prevista no acordo, que era de 2,54%, para 2,19% ao ano. O financiamento será feito pela SEK, a agência de promoção de exportações do país escandinavo. 
As aeronaves serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2019 e 2024. Dos 36 caças, 15 serão produzidos no Brasil. Nesta segunda-feira (19), 46 brasileiros começaram a trabalhar no projeto, na Suécia. Dilma prestou uma visita ao grupo na fábrica da Saad em Linkoping, acompanhada de autoridades locais e dirigentes da empresa sueca.
Do JB

KAI T-50 para a Tailândia

Postado por Vinna sexta-feira, outubro 16, 2015 0 comentários


 Segundo o Site Arirang a Coréia do Sul fechou a venda de 4 jatos de treinamento avançado T-50 para o governo tailandês em um negócio no valor de cerca de 110 milhões de dólares norte-americanos.

A Korea Aerospace Industries - KAI, diz que vai entregar os jatos dentro de até 30 meses da assinatura do contrato firmado em 17 de setembro de 2015. Os jatos Sul Coreanos devem substituir os "cansados" jatos L-39 que o país do sudeste asiático tem utilizado durante as últimas três décadas na formação de seus pilotos.
 
O T-50 utiliza o mesmo motor do Gripen que também é utilizado pela Tailândia, o que deve contribuir para o custo de manutenção e manter assim mais aeronaves em linha de voo.

O Contrato prevê a entrega de 4 jatos e firma a opção de compra de até mais 20 aeronaves T-50. Com a encomenda a Tailândia torna-se o quarto país, além da própria Coreia do Sul a adquirir o T-50, os outros são a Indonésia, Iraque e as Filipinas.

Além dos pedidos firmes a KAI segue associada a Lockheed Martin, objetivando o fornecimento de aeronaves de treinamento da USAF (substituindo os T-38 e F-5) em um certame licitatório que envolve a cifra de 32 bilhões de dólares. O deslinde desta licitação da USAF é esperada para meados de 2017.

By Vinna

Bancos centrais ao redor do mundo estão vendendo títulos do Tesouro americano no ritmo mais rápido já registrado e provocando a mudança mais drástica no mercado das chamadas “Treasurys”, de US$ 12,8 trilhões, desde a crise financeira global.

As vendas da China, Rússia, Taiwan e Brasil são o sinal mais recente da desaceleração econômica que assola os mercados emergentes e ameaça contaminar a economia dos Estados Unidos. No passado, esses quatro países compraram grandes volumes de títulos da dívida soberana dos EUA.

Poucos analistas esperam que essa tendência cause uma alta nos rendimentos dos papéis. As compras de dívida americana pelo setor privado de outros países vêm crescendo em meio ao pessimismo com o cenário econômico mundial. E as empresas e instituições financeiras dos EUA também continuam comprando Treasurys, junto com bancos centrais de alguns outros países.

Ainda assim, muitos investidores dizem que a reversão nas compras de títulos dos EUA deve ampliar as oscilações de preços desses bônus e, também, pode preparar o caminho para uma alta dos rendimentos quando a economia global se aprumar.

Muitos acreditam que as compras de Treasurys feitas pelos bancos centrais durante os últimos dez anos “ajudaram a deprimir o rendimento de longo prazo dos títulos”, diz Stephen Jen, sócio-gerente da SLJ Macro Partners LLP e ex-economista do Fundo Monetário Internacional. “Agora, temos uma espécie de situação contrária.”

As vendas líquidas por bancos centrais estrangeiros de títulos do Tesouro americano que vencem pelo menos daqui um ano atingiram US$ 123 bilhões no período de 12 meses encerrado em julho, segundo Torsten Slok, economista-chefe internacional do Deutsche Bank Securities, o maior recuo desde que os dados começaram a ser compilados, em 1978. Um ano atrás, BCs estrangeiros compraram um total líquido de US$ 27 bilhões em notas e títulos do governo americano.

Nos últimos dez anos, os altos superávits comerciais e a receita com a venda de commodities permitiram a muitos países emergentes, inclusive o Brasil, acumular um grande volume de reservas em moedas estrangeira. Muitos compraram dívida americana porque o mercado de Treasurys é o mais líquido e o dólar é a moeda de reserva do mundo.

As compras estrangeiras desses papéis chegaram a alcançar US$ 230 bilhões no ano encerrado em janeiro de 2013, mostram dados do Deutsche Bank.
Mas, à medida que o crescimento econômico mundial perdeu força, os preços das commodities despencaram e o dólar se valorizou — puxado pela expectativa de que o banco central americano vai elevar os juros —, o capital fugiu dos mercados emergentes, forçando alguns bancos centrais a levantar dinheiro para comprar suas moedas locais.

O Banco Popular da China, em particular, intensificou suas vendas nos últimos meses. Em 11 de agosto, a instituição surpreendeu os investidores ao desvalorizar o yuan. A venda generalizada da moeda chinesa que se seguiu — deflagrada pelo receio de que o governo fosse enfraquecer ainda mais o yuan para estimular o crescimento — pegou o banco central um tanto desprevenido, dizem fontes.

Para impedir que o dólar ultrapasse a cotação de 6,40 yuans, o BPC vem comprando a moeda chinesa e vendendo a americana. Estimativas internas mostram que o BPC gastou pelo menos US$ 120 bilhões só em agosto para sustentar o yuan, dizem pessoas próximas ao banco central.

A China não está sozinha. O volume de Treasurys na carteira do banco central da Rússia recuou em US$ 32,8 bilhões no ano encerrado em julho, segundo os dados mais recentes do Tesouro dos EUA. Em Taiwan, a queda foi de S$ 6,8 bilhões. O Brasil, um dos maiores detentores de Treasurys do mundo, reduziu suas aplicações nesses papéis somente em US$ 1,9 bilhão no período, para US$ 256,7 bilhões, segundo o Tesouro americano.

Alguns outros bancos centrais elevaram suas posições. A Índia, por exemplo, registrou um aumento de quase 46%, para US$ 116,3 bilhões. O próprio Federal Reserve detinha US$ 2,45 trilhões em títulos do Tesouro no fim de setembro e não deve vender esses ativos tão cedo.

Operadores de mercado dizem que as vendas da China foram um fator determinante para manter o rendimento das notas de dez anos do Tesouro dos EUA próximo de 2% ao ano. O rendimento fechou em 2,061% ontem, comparado com 2,173% no fim de 2014 e 3,303% no fim de 2013. Os rendimentos caem quando os preços dos títulos sobem.

Alguns analistas há anos vêm alertando que os constantes déficits fiscais dos EUA tornam o mercado de Treasurys vulnerável à redução nas compras de outros países. Mas muitos investidores também dizem que detentores de longa data dos bônus, como a China, não vão vendê-los de um modo que provoque turbulências no mercado.

James Sarni, por exemplo, sócio-gerente sênior da californiana Payden & Rygel, que administra US$ 95 bilhões, diz que não está perdendo o sono por causa da China. “Embora eles possam decidir vender mais Treasurys, as transações serão provavelmente feitas de uma maneira prudente.”

De fato, os rendimentos dos títulos permaneceram baixos nos últimos dez anos e sofreram uma queda acentuada desde a crise de 2008, graças, em parte, à forte demanda de governos e do setor privado por uma dívida considerada segura.

Nos 12 meses encerrados em julho, investidores privados de outros países compraram títulos de longo prazo do Tesouro americano no volume mais alto em mais de três anos.

Nos EUA, fundos mútuos de renda fixa e aqueles negociados em bolsa que aplicam em dívida do governo atraíram US$ 20,4 bilhões líquidos até setembro e podem, no ano todo, registrar o maior influxo desde 2009, segundo a Lipper, que acompanha os dados dessas instituições.

Do WSJ

A França negocia com a Arábia Saudita contratos no valor de 10 bilhões de euros, de acordo com informações publicadas nesta terça-feira (13) pela agência de notícias Reuters. O valor foi divulgado pelo primeiro-ministro francês, Manuel Valls, pelo Twitter, após uma viagem de quatro dias ao Oriente Médio.

Segundo a Reuters, as negociações incluem o fornecimento de 30 barcos de patrulha ao país árabe, além de equipamentos para satélites e de telecomunicações. A agência acrescentou, porém, que a maioria dos acordos ainda precisa ser concluída, de acordo com um comunicado do governo francês.
 

Segundo o Defense News,  Airbus Defence and Space e Thales Alenia Space se uniram para fazer uma oferta conjunta de dois satélites de observação e dois de telecomunicações. A oferta dos europeus ocorre depois de uma oferta similar realizada pela indústria norte-americana. 

Tal acordo espaço reflete a determinação da Arábia Saudita em ter sua própria frota de satélites militares após a aquisição pelos Emirados Árabes Unidos de dois satélites de espionagem no âmbito do programa Falcon Eye, (de origem americana ao custo de US $ 930.000.000). O fornecimento dos satélites gira em torno de 2 bilhões de dolares.

As negociações para o fornecimento de lanchas rápidas de patrulha (de até 30 metros) para equipar a Marinha saudita envolve a cifra de US $ 600 milhões e atraiu ofertas das empresas Engenharia Mecânica de Normandie , Couach , DCNS e Oceani.  

By Vinna

Um metal composto de ar parece algo realmente estranho — e de fato é. Mas este é o apelo da Boeing em torno do novo metal fabricado por ela, apontado pela própria companhia como “o mais leve do mundo”. O produto foi desenvolvido após pesquisa conjunta com a Universidade da Califórnia, o HRL Laboratories e o Instituto de Tecnologia da Califórnia.

O material em questão é composto de inúmeros microtubos mais finos do que um fio de cabelo humano. Eles se entranham entre si para formar uma malha metálica fina, leve e ultrarresistente, como um tecido — é por isso que a Boeing informa que seu novo metal é “99,99% ar”.

A pesquisadora Sophia Yang, do HRL Laboratories, usa o cenário de um ovo caindo da altura de prédio de 25 andares para destacar as potencialidades do produto. Segundo ela, enquanto normalmente seria necessário envolver o ovo em inúmeros metros quadrados de plástico bolha para que ele caísse sem quebrar, bastariam algumas camadas do novo metal para manter o objeto protegido.

Isso porque ele é capaz de absorver todo o impacto causado ao ovo, servindo como armadura ideal para ele. O envolvimento da Boeing no projeto torna óbvia a intenção de, no futuro, utilizar este material na fabricação de aviões. Além disso, aplicações em outras indústrias, como a automotiva, também estão no radar de possibilidades.

De acordo com a doutora Yang, usar um material mais leve na fabricação desses veículos pode colaborar consideravelmente para a economia de combustível.

Fonte: Boeing/YouTube - Via Canaltech

Em 12 de dezembro de 2013 o Iraque assinou um contrato no valor de de US $ 1,1 bilhão referente a 24 caças de treinamento avançado T-50 da Korea Aerospace Industries. Segundo informaçoes do Asian Defence News a primeira aeronave T- 50IQ da Força Aérea iraquiana com Número de série "5001" realizou o seu primeiro vôo de teste em 13 de julho de 2015.

A previsão de entrega do primeiro lote da aeronave deverá ocorrer por volta de abril de 2016. O segundo lote deverá ser entregue dai a 12 meses.

By Vinna

Um jato de combate russo se aproximou de uma aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos sobre o território sírio em 10 de outubro para identificá-lo, "não para assustá-lo", disse o Ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira, segundo a agência de notícias Itar-Tass.
O ministério disse que o caça russo SU-30CM chegou a uma distância de 2 a 3 quilômetros da aeronave norte-americana.
Os Estados Unidos disseram na terça-feira que caças dos EUA e da Rússia chegaram a uma distância de identificação visual sobre a Síria, onde os antigos inimigos da Guerra Fria realizam campanhas rivais de bombardeios aéreos.
 


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Relatório final do Conselho de Segurança da Holanda, que investiga a queda do avião da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo no voo MH17, afirmou, nesta terça-feira (13), que a aeronave foi atingida por um míssil do tipo BUK (de fabricação russa) e explodiu no ar em seguida, em julho de 2014.
O voo saiu de Amsterdã (Holanda) e ia para Kuala Lumpur (Malásia), mas foi derrubado no momento em que sobrevoava a região leste da Ucrânia, de onde o míssil foi disparado, de acordo com Tjibbe Joustra, presidente do conselho holandês. A área estava sob controle de separatistas ucranianos pró-Rússia.
Todos as 298 ocupantes do voo morreram (196 eram de origem holandesa).
Joustra criticou as autoridades ucranianas por não terem fechado o espaço aéreo em um momento de alta tensão na guerra entre os separatistas e as forças militares do governo na região onde o avião caiu.
"Nenhuma das partes envolvidas reconheceu o risco de um conflito armado em solo", disse.


De acordo com o relatório apresentado por ele hoje, "quase todas as operadoras" tiveram voos passando sobre a Ucrânia, em um total de 160 sobre o leste do país após a queda do MH17.
A investigação descartou a possibilidade de uma bomba ter explodido dentro do avião e de um ataque provocado no ar por outra aeronave.
O míssil BUK foi disparado do solo, e fragmentos dele foram encontrados nos corpos dos tripulantes que estavam na cabine. Segundo Joustra, a ogiva atingiu a parte esquerda da cabine, onde foram identificados traços de pintura referentes à de um BUK.
O Conselho de Segurança da Holanda mostrou parte da aeronave reconstruída com os destroços recuperados no local da queda.
As investigações foram iniciadas logo após a queda do MH17, há 15 meses, mas a Holanda só começou a receber os destroços em dezembro de 2014. Alguns deles só puderam ser localizados há duas semanas.
Uma primeira análise das peças sugeria que o avião tinha sido derrubado por um míssil, o que foi possível confirmar na reconstrução da aeronave.
O míssil foi disparado de uma região de 320 km², e os destroços ficaram espalhados em uma área de 50 km².

Do UOL

Saiba mais em: http://www.whathappenedtoflightmh17.com/ 

A aviação russa bombardeou 86 "alvos terroristas" na Síria nas últimas 24 horas, um recorde desde o início da intervenção militar em 30 de setembro, anunciou o ministério da Defesa em Moscou.
Os bombardeiros táticos Su-34 e os aviões de apoio de terra Su-24M e Su-25SM realizaram 88 voos de combate para atingir alvos nas províncias de Raqa, Hama, Idleb, Latakia e Aleppo, afirmou o porta-voz do ministério, o general Igor Konachenkov.
A União Europeia pediu à Rússia, na segunda-feira (12), que "cesse imediatamente" os bombardeios contra tropas da oposição moderada na Síria, acrescentando que uma paz duradoura é impossível sob a atual liderança do presidente Bashar al-Assad.
"As recentes operações militares russas que tiveram como alvo o Daesh (Estado Islâmico) e outros grupos designados pela ONU como terroristas, mas também a oposição moderada, são fonte de uma profunda preocupação e devem cessar imediatamente", indicaram os 28 ministros das Relações Exteriores em um comunicado.
A "escalada militar" russa, que começou a bombardear a Síria no dia 30 de setembro, "ameaça prolongar o conflito, minar o processo político, agravar a situação humanitária e aumentar a radicalização", acrescentaram ao término de uma reunião em Luxemburgo.
Os ministros convocaram Moscou a "centralizar seus esforços no objetivo comum de alcançar uma solução política ao conflito" na Síria.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou no domingo que a intervenção militar na Síria tem por objetivo "reforçar as autoridades legítimas e criar as condições necessárias para encontrar um compromisso político".
Mas para os europeus "não pode haver uma paz duradoura na Síria com a liderança atual", segundo a declaração.

Do G1

O Governo britânico estará a considerar unir-se aos esforços da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos contra o grupo Estado Islâmico na Síria, à semelhança do que já faz no Iraque. Uma estratégia que poderá vir a colocar frente a frente, em batalha nos céus sírios, caças britânicos e russos.

David Cameron quer uma plataforma alargada de consenso político com os trabalhistas para a estratégia britânica na região.
Estes pretendem a criação de zonas de exclusão aérea na Síria, designadas para proteger os civis entalados entre as várias fações que dilaceram o país. Cameron tem rejeitado a ideia, tal como a Administração Obama, mas poderá ter de ceder.

Para os trabalhistas, a hipótese das zonas de exclusão só se irá colocar se for aprovada pela ONU, conforme ficou acordado na recente conferência do partido, em finais de setembro. Admitem ainda o veto da Rússia à proposta.

Nesse caso, poderá vir a ser tarefa dos aviões da RAF a imposição do respeito pelas zonas de exclusão aérea entretanto criadas. Um cenário colocado esta segunda-feira por Jo Cox, a líder trabalhista da comissão parlamentar britânica para a Síria.
Caças Tornado preparados para combate aéreo
De acordo com o jornal britânico The Guardian, Cox tem trabalhado, na criação destas zonas de proteção de civis, com o ex-ministro conservador para o Desenvolvimento Internacional, Andrew Mitchell, um antigo capacete azul com extensa experiência no Médio Oriente.

A ideia tem ainda a aprovação da ministra-sombra trabalhista para os Negócios Estrangeiros, Hilary Benn, desde que se inclua numa discussão alargada sobre a estratégia para a Síria.

A hipótese poderá cair mal em Moscovo, sobretudo depois de, neste domingo,  The Sunday Times ter revelado que os caças britânicos Tornado, que bombardeiam alvos do Estado Islâmico no Iraque, estarão a ser equipados com armas próprias para combate aéreo, mísseis Asraam ar-ar guiados por calor.

O tablóide Daily Star citou por seu lado fontes anónimas altamente colocadas do Ministério da Defesa britânico para quem "é apenas uma questão de tempo" até que caças britânicos se envolvam num confronto com caças russos sobre o Iraque.

Esclarecimentos urgentes
O Kremlin chamou o adido britânico da Defesa em Moscovo, pedindo "explicações urgentes" para os relatórios avançados pela imprensa.

Londres respondeu dizendo que as notícias não estão corretas. O adido britânico repetiu por seu lado a preocupação britânica com os bombardeamentos russos na Síria, que poderá provocar uma escalada no conflito e extremar posições.

Moscovo começou na quarta-feira dia 31 de setembro, a bombardear alvos hostis ao Presidente Bashar al-Assad na Síria - incluindo forças do Estado Islâmico.

A hipótese de Bagdade pedir por sua vez auxilio russo contra o EI não só já foi levantada por deputados iraquianos ao mais alto nível como Moscovo já se mostrou disponível para a tarefa.

Do RPT

O inquérito internacional à queda do voo MH17, conduzido por holandeses, concluiu que o avião foi abatido por um míssil russo. O Boeing 777 da Malaysia Airlines foi atingido por um projétil terra-ar BUK, lançado a partir dos territórios ucranianos controlados por rebeldes pró-russos. Moscovo e o fabricante dos BUK põem a causa a investigação. A queda aparelho, a 17 de julho de 2014, vitimou 298 pessoas.

A investigação está concluída e os resultados prometem exacerbar relações políticas já tensas. O inquérito internacional, liderado pelas autoridades da Holanda, concluiu que foi um míssil russo que abateu o voo MH17 da Malaysia Airlines a 17 de julho do ano passado.

“Foi um míssil BUK que atingiu a parte superior esquerda do cockpit”, explicou o familiar de uma das vítimas, depois de ter sido informado dos resultados de 14 meses de investigação.

As conclusões foram apresentadas numa reunião fechada.
“Disseram-nos que não há qualquer probabilidade de os passageiros e tripulantes terem percebido o que estava a acontecer”, reportou a mesma fonte. Na reunião, os familiares das vítimas puderam ver alguns fragmentos do interior do avião. “Notava-se a tristeza dentro da sala. Não havia um único ruído”, confessa.

Antes do encontro, o diário holandês Volkskrant tinha já libertado as principais conclusões. De acordo com quotidiano, que cita fonte da investigação, o gabinete responsável pelo inquérito elaborou uma cartografia dos possíveis locais a partir dos quais o míssil poderá ter sido disparado. Todos eles se situam em território controlado pelos rebeldes pró-russos.

Ao início da tarde, as conclusões e especificidade técnicas foram divulgadas publicamente, numa conferência de imprensa que decorreu na base aérea de Gilze-Rijen.
Atenções viradas para Moscovo
Este relatório não pretende determinar quem provocou o desastre, mas sim as suas causas em termos técnicos. No entanto, fontes citadas pelo diário Volkskrant assumem que os elementos conhecidos tendem a apontar para uma participação russa no desastre.

“Suspeito de que houve apoio por parte dos militares russos”, admite um dos investigadores. “O míssil BUK foi de qualquer forma desenvolvido e produzido na Rússia e podemos partir do princípio de que os rebeldes não sabem utilizar um tal dispositivo”, prossegue.
Moscovo contra-ataca
Não foi preciso esperar pela divulgação oficial para se ouvirem as primeiras reações. Os dados avançados pelo diário Volkskrant motivaram logo esclarecimentos de Moscovo.

Na capital russa, o fabricante dos mísseis BUK organizou uma conferência de imprensa para repudiar as conclusões holandesas. A empresa revela mesmo que fez explodir um míssil BUK junto a um avião inoperacional e que os resultados desmentem a versão holandesa.

A “experiência em condições reais desmente completamente a versão holandesa sobre o tipo de míssil utilizado e o local a partir do qual foi disparado”, afirmou o presidente executivo da Almaz-Antei.
O fabricante avança mesmo que o míssil BUK foi disparado a partir de uma aldeia que era, em julho de 2014, palco de confrontos entre os rebeldes e as forças ucranianas. Para além disso, a Almaz-Antei garante que o modelo de míssil mencionado não é utilizado pelas forças russas desde 2011.
“Na União Soviética, a Ucrânia recebeu esse tipo de mísseis. Não temos informações sobre a quantidade destes que ainda persistem nas forças ucranianas”, insinuou.


Também o ministro russo dos Negócios Estrangeiros já colocou em causa a investigação. Serguei Lavrov considera existirem “vários factos estranhos” no inquérito, nomeadamente por não ter sido realizada pela Organização Internacional de Aviação Civil.
A investigação merece comentários bem distintos em Kiev. O primeiro-ministro ucraniano garante não ter dúvidas de que o desastre aéreo foi uma “operação planificada dos serviços secretos russos para abater” o aparelho.

Do RPT

Nota: observe que o titulo da reportagem busca confundir quem fabricou ou possuía a míssil e quem o disparou e provocou a tragédia. 

A versão integral do relatório holandês foi disponibilizada na Internet.

Exército polonês isola terreno onde pode estar trem nazista

Postado por Vinna quarta-feira, outubro 07, 2015 0 comentários

Soldados do exército da Polônia isolaram nesta segunda-feira o terreno em qual poderia estar oculto o "trem do ouro" nazista, perdido na Segunda Guerra Mundial e começaram uma exaustiva busca com emprego de detectores de minas, georradares e sistemas de detecção química.
O coronel Artur Talik, que comanda a operação, explicou à rede de televisão "TVP" que os trabalhos durarão pelo menos seis dias, e justificou o isolamento da área para impedir o acesso de curiosos diante da possibilidade de haver possíveis partes radioativas, químicas ou de armamento não detonado.
Esta não é a primeira vez que o exército participa dos esforços para encontrar o "trem do ouro" nazista, supostamente perdido na comarca de Walbrzych, na Silésia polonesa, em 1945; semanas atrás várias unidades militares já colaboraram com as autoridades locais na busca.
Durante décadas circularam rumores na região sobre um trem nazista blindado e carregado de armas, mas também possivelmente de joias, ouro, obras de arte e documentos de arquivo, que teria desaparecido na rota ferroviária entre Breslavia e Walbryzch.
A região era então território alemão e depois da Segunda Guerra Mundial passou à Polônia.
No final de agosto dois caça-tesouros, um polonês e outro alemão, afirmaram ter descoberto a localização do misterioso trem graças a um mapa desenhado em seu leito de morte por um dos soldados alemães que participaram da ocultação do comboio ferroviário.
Os caça-tesouros contataram então um advogado desta região polonesa para reivindicar 10% da fortuna, como diz a lei polonesa, e informar o governo provincial e a imprensa da descoberta.
A partir desse momento, a cidade de Walbryzch se transformou em um centro de atenção para a imprensa mundial, e centenas de fãs de história, caçadores de tesouros e simples turistas se aproximaram da cidade polonesa em busca do "trem do ouro" nazista.
Até o momento as autoridades polonesas não foram capazes de encontrar o misterioso trem e especula-se que poderia estar escondido em túneis subterrâneos, dezenas de metros debaixo da terra.
De fato, a lenda local sustenta que este trem desapareceu perto de um gigantesco complexo de túneis construído sob as montanhas de Walbryzch (perto do castelo de Ksiaz), em um ponto secreto que o próprio Adolf Hitler ordenou construir com fins desconhecidos.

Da Exame

A Rússia anunciou que quatro dos navios de guerra que mantém no mar Cáspio dispararam um total de 26 mísseis de cruzeiro contra alvos do autoproclamado Estado Islâmico na Síria. O anúncio marca uma nova escalada nas operações militares russas na região, numa altura em que apenas tinham sido dados os primeiros passos para tentar coordenar as acções de Moscovo com as da coligação liderada pelos Estados Unidos.
Os disparos – que se presume tenham sobrevoado território iraniano e iraquiano antes de entrar no espaço aéreo sírio – foram efectuados “em apoio às forças aéreas” e visaram 11 alvos, anunciou o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, num encontro com o Presidente Vladimir Putin, que foi transmitido pela televisão russa. O responsável assegura que “todos os alvos foram destruídos”.


Putin saudou a intensificação dos ataques e revelou que desde 30 de Setembro, dia em que a Rússia iniciou os bombardeamentos em resposta a um pedido do Governo sírio, foram bombardeados 120 alvos. “Sabemos até que ponto as operações deste género são complicadas. E é certo que é ainda demasiado cedo para tirarmos conclusões, mas o que está a ser feito até agora merece muito boa avaliação”, afirmou.
A entrada em força da Rússia na guerra que há quatro anos e meio devasta a Síria foi criticada pela oposição e pelos países que a apoiam, dizendo que o verdadeiro objectivo de Moscovo não é, como afirma o Kremlin, combater o terrorismo, mas ir em auxílio do regime de Bashar al-Assad, que nos últimos meses sofreu derrotas consecutivas em zonas que lhe são vitais, no centro e Oeste do país. Já nesta quarta-feira, o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu, garantia que dos 57 bombardeamentos de que tinha registo “apenas dois visaram o Dash”, acrónimo pelo qual o autoproclamado Estado Islâmico é conhecido na região.
Moscovo responde que a sua operação visa todos os grupos terroristas e não apenas os jihadistas que controlam o Leste e parte do Norte da Síria – único alvo assumido da coligação liderada pelos EUA. Confirmando informações do terreno, segundo as quais as forças leais a Assad tentaram pela primeira vez avanços a coberto dos ataques aéreos russos, Putin revelou que as operações russas “vão ser sincronizadas com as operações terrestres do Exército sírio” e que os seus aviões “apoiarão de forma eficaz a ofensiva” iniciada.  
A notícia do disparo de mísseis de cruzeiro surge depois de, na terça-feira, os EUA e a Rússia terem decidido retomar o diálogo para definir regras de actuação comuns para evitar acidentes entre os respectivos meios a operar na Síria. O Ministério da Defesa russo convocou também os adidos militares de vários países da NATO para os informar das operações que tem em curso no país, depois de a Turquia ter denunciado duas violações do seu espaço aéreo. Shoigu revelou que nessa reunião lhes sugeriu que fornecessem à aviação russa as informações que possuem sobre posições do Estado Islâmico. “Estamos à espera de uma resposta dos nossos colegas e esperamos que eles nos digam que alvos têm nas suas listas.” 

Pela primeira vez desde a queda de seu regime em 2001, o Talibã assumiu o controle de parte da cidade estratégica de Kunduz, localizada no norte do Afeganistão. A ofensiva dos talibãs contra a região comercial de 300.000 habitantes começou nas primeiras horas desta segunda-feira, provocando a fuga de centenas de pessoas. No início da tarde, os insurgentes entraram na cidade.

À noite, os terroristas controlavam "metade da cidade, mas nossas tropas seguem resistindo em alguns bairros", afirmou Sayed Sarwar Hussaini, porta-voz da polícia da província de Kunduz. Segundo a fonte, os talibãs atacaram a prisão de Kunduz "e libertaram centenas de presos", incluindo vários islamitas. De acordo com um funcionário local, os insurgentes hastearam suas bandeiras na praça central da cidade, e já ocupam o gabinete do governador da província.
Os talibãs também assumiram o "controle do hospital municipal de Kunduz, que tem 200 leitos", segundo uma fonte. "Eles caçam os soldados feridos", explicou Sahad Mukhtar, diretor do centro médico.
Por sua vez, o governo afegão afirmou que as forças de segurança lutam contra os insurgentes nos arredores da cidade e anunciou o envio de reforços para "reverter a situação", segundo as palavras do general Murad Ali Murad. Ele informou que dois policiais, quatro civis e 25 talibãs morreram na ofensiva.
Os insurgentes islamitas, cada vez mais ativos na região norte do país, conseguiram em abril e junho deste ano chegar aos arredores de Kunduz. Nas duas ocasiões, no entanto, a polícia e o exército impediram a entrada na cidade, que fica a 100 km da fronteira com o Tadjiquistão. Entretanto, o exército afegão não conta mais com o apoio das tropas estrangeiras da Otan, que encerrou sua missão de combate em dezembro do ano passado. Atualmente, a Aliança Atlântica mantém apenas 13.000 soldados dedicados às tarefas de treinamento e assessoria.
A queda de Kunduz seria um grande revés para o governo de Ashraf Ghani, que prometeu durante sua eleição em 2014 trazer a paz ao seu país, dilacerado por mais de 30 anos de conflito, cerca de 14 com o Talibã. Apesar de um grave conflito interno sobre a sucessão de sua figura paterna, o mulá Omar, os talibãs continuam a realiza regularmente ataques e confrontar o exército e a polícia em grande parte do país.
De Veja


Em sua maior ofensiva militar desde que retirou a maior parte de suas tropas no Afeganistão, no final de 2014, os Estado Unidos estão apoiando as tropas afegãs a recuperar a cidade de Kunduz, no norte do país. A Força Aérea americana lançou nesta terça-feira um ataque aéreo sobre posições dos talibãs na cidade ocupada, enquanto as forças de segurança afegão realizam uma operação para recuperar a capital da província homônima, tomada pelos insurgentes na segunda-feira.
O ataque aéreo foi confirmado pelo porta-voz das tropas americanas no Afeganistão, o coronel Brian Tribus. Ele acrescentou que as tropas da Otan continuam em tarefas de treino e assistência à defesa nacional afegã, mas não estão participando da ofensiva. Segundo as agências internacionais de notícias, até agora o ataque das tropas afegãs por terra está sendo bem sucedido e eles já recuperaram instalações policiais e tentam agora recuperar o controle da prisão e de outros prédios estratégicos da cidade.
Na segunda-feira, os rebeldes talibãs assumiram o controle da cidade de 300.000 habitantes em poucas horas. Kunduz é uma localidade de grande valor estratégico e fica no caminho que vai de Cabul, capital do país, até o Tadjiquistão.
O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, completa hoje um ano no poder com uma crescente situação de perda de segurança e arrefecimento econômico, que coincide com a saída das tropas estrangeiras do país. A Otan mantém cerca de 4.000 militares no Afeganistão, enquanto que os Estados Unidos realizam uma operação de combate ou antiterrorista que inclui cerca de 10.000 militares que permanecerão a princípio até o final de ano depois que o presidente americano, Barack Obama, decidiu desacelerar sua saída do país.
De Veja

A missão da Otan no Afeganistão reforçou nesta quarta-feira as forças de segurança afegãs em Kunduz para ajudar na luta contra os talibãs, que controlam essa cidade do norte do país desde segunda-feira. A informação foi confirmada pela porta-voz da Otan no Afeganistão, Susan Harrington. No entanto, a porta-voz não quis dar dados sobre o número de membros da Otan que foram tentar recuperar a cidade ocupada pelos insurgentes.
A aliança militar ocidental mantém no país cerca de 4.000 militares em trabalhos de assistência e capacitação das tropas afegãs, mas não tem mandato para entrar em combate. Já os Estados Unidos possuem um dispositivo de combate com 9.800 militares.
Segundo a porta-voz, os EUA bombardearam na manhã de ontem alvos talibãs nos arredores de Kunduz, enquanto à noite e nesta madrugada os bombardeios aconteceram nas proximidades do aeroporto. De acordo com o último relatório do Ministério da Saúde afegão, pelo menos 30 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas nos combates de Kunduz, 90% deles civis. A ofensiva militar dos EUA em Kunduz é a maior desde a retirada maciça de tropas no país, no final de 2014.
Os talibãs tomaram Kunduz na segunda-feira, cidade estratégica para as comunicações do norte do país, sua maior conquista militar desde que foram derrubados do poder em 2001 após a invasão americana ao país.
De Veja

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