Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Irã encomendou 50 aviões da Embraer

Postado por Vinna segunda-feira, março 28, 2016 1 comentários

O Irã, que pretende modernizar a sua frota de aviões, encomendou 50 aeronaves do grupo brasileiro Embraer, terceira maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo depois da Boeing e da Airbus, informou nesta terça-feira um porta-voz do governo iraniano.
Como outras encomendas feitas desde a suspensão das sanções internacionais em janeiro sob o Acordo nuclear iraniano com as grandes potências, trata-se de um contrato de arrendamento, de acordo com o porta-voz Mohammad Bagher Nobakht.
"O governo não vai gastar seus recursos limitados em coisas como a compra de aviões", acrescentou, citado pela agência Mizan (ligada ao Poder Judiciário iraniano).
O Irã já anunciou a compra de 40 aeronaves ao grupo francês ATR, líder mundial em aeronaves turboélice e assinou um contrato para a compra de 118 aeronaves Airbus para serem entregues nos próximos quatro anos.
A encomenda junto ao Airbus inclui 73 aeronaves de fuselagem larga e 45 de corredor único (longo e médio alcance) por um montante de 10 a 11 bilhões de dólares, de acordo com o vice-ministro dos Transportes, Asghar Fakhrieh Kashan.
Trata-se igualmente de um contrato de arrendamento, de acordo com o porta-voz do governo.
Cerca de 85% do financiamento virá da Airbus e bancos europeus, declarou por sua parte Farhad Parvaresh, o presidente da Iran Air.
A indústria aérea no Irã esteve sujeita a um embargo dos Estados Unidos desde 1995, que impedia os fabricantes ocidentais de vender equipamentos e peças de reposição para empresas iranianas, acabando com parte de sua frota.
A frota iraniana tem atualmente 140 aeronaves em operação, cuja idade média é de cerca de 20 anos.
O chefe da aviação civil iraniana havia indicado em meados de abril que o Irã precisaria de 400 a 500 aviões na próxima década.

Da Exame

Maioria no STF mantém indenização para Varig

Postado por Vinna domingo, março 27, 2016 0 comentários

Um pedido de vista formulado na sessão de ontem pelo ministro Gilmar Mendes interrompeu o julgamento dos embargos de declaração apresentados pela União no Recurso Extraordinário (RE) 571969, por meio do qual a União e o Ministério Público Federal (MPF) buscam reverter decisão que garantiu à Viação Aérea Rio-Grandense (Varig) o direito a indenização em razão do congelamento de tarifas ocorrido durante o Plano Cruzado, de outubro de 1985 a janeiro de 1992. Antes do pedido, cinco ministros já haviam votado por negar provimento aos embargos da União, o que já configura maioria no julgamento, já que três ministros estão impedidos de votar.
Em março de 2014, o STF já havia negado provimento ao recurso, mantendo a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que determinou o pagamento de indenização. A relatora do recurso, ministra Cármen Lúcia, afirmou que não há omissão, obscuridade ou contradição no julgado, por isso negou provimento aos embargos.

Segundo ela, o que a União pretende por meio dos embargos é modificar o conteúdo da decisão, por meio de um novo julgamento. “O exame da petição recursal seria suficiente para constatar que não se pretende esclarecimento de qualquer ponto obscuro, omisso ou contraditório, mas tão somente modificar o conteúdo do julgado, fazendo-se um novo julgamento para afastar a responsabilidade da União pelos danos causados à embargada, o que foi exaustivamente debatido e concluído por este Plenário”, afirmou.

Nos embargos, a União insiste, entre outros pontos, no reconhecimento da preclusão sobre a impugnação feita aos critérios utilizados na perícia para aferição do desequilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. A ministra Cármen Lúcia enfatizou que o acórdão embargado é expresso em afirmar o enfrentamento da questão pelo Tribunal Federal Regional da 1ª Região.

A União alega que o TRF-1 teria negado a prestação jurisdicional em relação ao questionamento, suscitado em sua apelação, referente à definição jurídica de equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão/permissão, utilizado para a fixação do valor indenizatório, na medida em que a premissa do acórdão foi a demonstração dos prejuízos sofridos com base numa perícia realizada que não considerou os custos operacionais da empresa, mas os custos globais de todo o setor de transporte aéreo. Acompanharam a ministra Cármen Lúcia os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Marco Aurélio Mello, que antecipou seu voto no mesmo sentido.  Não votam os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux e Teori Zavascki, por estarem impedidos. (Com informações do STF)
 
Do JC

NDM Bahia inicia sua viagem ao Brasil

Postado por Vinna sábado, março 26, 2016 0 comentários

Navio Doca Multipropósito (NDM) Bahia  inicia sua viagem ao Brasil, desde o francês de Toulon. A Marinha do Brasil o incorporou oficialmente através da Portaria Nº 554/MB, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015.

O navio, originalmente designado Siroco (L9012), foi adquirido da Marine Nationale (Marinha da França), que o desativou em julho último. A identificação do seu casco na MB será G40. De acordo com edital de dispensa de licitação será pago pelo Bahia cerca de R$ 340 milhões, valor que inclui diversos acessórios e armamento orgânico. Ainda não foi informada oficialmente data de chegada ao Brasil.

O navio estava atracado no porto francês de Toulon para receber os reparos e modernizações contratados pela Marinha do Brasil junto a empresa francesa DCNS, o navio de desembarque multipropósito G 40 Bahia (ex-Siroco) já está com o seu grupo alfanumérico em seu costado, e o pavilhão brasileiro na popa, a empresa DCNS receberá cerca de € 7,5 milhões pelos serviços. Espera-se a conclusão dos serviços com a chegada do navio no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, onde o G40 será submetido a vistorias e checagens que permitirão à Diretoria de Abastecimento organizar o sistema de suprimentos mais adequado a nova embarcação.

By Vinna

 A Embraer, empresa de São José dos Campos, informou nesta segunda-feira (14), que foi concluída "recentemente" a montagem do segundo protótipo do KC-390. A informação foi divulgada pela página da empresa em uma rede social.
A aeronave é a maior já produzida no país e irá substituir os aviões Hercules C130 usados atualmente pela FAB (Força Aérea Brasileira). De acordo com a publicação da empresa, o segundo protótipo está realizando testes em solo e deve juntar-se à campanha de ensaios em voo nas próximas semanas.
Procurada pela reportagem, a empresa não informou até o fechamento desta matéria a data exata de conclusão do segundo protótipo. A base de produção da aeronave fica na unidade de Gavião Peixoto (SP), da Embraer.
O primeiro protótipo do KC-390 já sobrevoou São José dos Campos neste ano. Em uma das oportunidades, o cargueiro apareceu no céu da cidade durante a apresentação do primeiro jato da segunda geração de E-Jets da Embraer.
KC-390 
Produzido pela Embraer com investimentos da FAB (Força Aérea Brasileira), o KC-390 é fruto de um acordo de US$ 2 bilhões fechado em 2009. Em maio de 2014, com o projeto já concluído, a FAB selou a parceria e encomendou 28 aeronaves, em um contrato de US$ 7,2 bilhões.
Outros quatros países já fecharam acordos para intenções de compra dos aviões - Argentina, Chile, Portugal e República Tcheca. Para a elaboração do projeto, 50 empresas brasileiras foram contratadas para a montagem do cargueiro, 1.700 empregos diretos foram gerados e 7 mil indiretos. A partir da distribuição em 2016, a empresa joseense projeta a geração de 1.100 empregos diretos e cinco mil indiretos.

Do Meon

Caso Varig - A história da maior tragédia da aviação brasileira (Editora Jaguatirica, 408 páginas), do comandante Marcelo Duarte Lins, 59 anos, carioca, bacharel em Ciências Aeronáuticas pela Academia da Força Aérea Brasileira no curso de Oficiais Aviadores em 1979, retrata o Caso Varig, processo judicial que se arrasta nos corredores do Judiciário e, ao mesmo tempo, segue arrastando as vidas de ex-funcionários, demitidos e aposentados que tiveram seus ideais aprisionados, seu futuro sem um voo certo e cujas vozes ainda ecoam em um vazio de respostas.
Lins tem mais de 18 mil horas de voo em rotas no Brasil, América do Norte, Europa, Pacífico Norte e África, com jatos B727, B737-200, 300, 400, 700, 800 e B747. Depois da demissão da Varig esteve no Panamá, Hong Kong, Austrália e China. Escreveu muitos artigos sobre aviação e recebeu moção de louvor da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por sua dedicação à aviação. Atualmente, voa em Angola.
Nesta caudalosa e bem fundamentada obra, o autor descortina com lucidez e lógica a verdadeira história por detrás da venda da Varig, sua falência, e a intervenção do Fundo de Pensão Complementar Aerus, que não cumpre o objetivo de proporcionar as garantias de proteção social e relata muito sobre a aviação brasileira.
Na orelha do livro está registrado: Caso Varig é um livro grave, o último clamor contra uma séria injustiça. Grave, pois traz em si o registro de uma era, a biografia de uma coletividade que expressou sua voz, mas que foi sufocada pela insensibilidade de tantos brasileiros e pela mão sempre invisível do mercado. O convite para que o leitor entre nessa história, feito pelo comandante Lins, é esse desejo que não morre, de que a voz dos ex-variguianos não se perca. Como dito por Loana Rios, "ler essa obra é ler sobre histórias de vidas, é reconhecer a desproteção do trabalhador, o desrespeito ao direito trabalhista, previdenciário e humano presente ainda nos dias atuais".
Num corajoso e minucioso registro de bordo que vai de 1999 a 2008, com anexos e depoimentos de muitos ex-funcionários e comandantes, o autor nos apresenta, possivelmente, a narrativa mais completa e detalhada sobre a tragédia que levou para sempre um dos maiores orgulhos brasileiros, uma empresa que brilhava em céus e terras de muitas partes do mundo, que deixou saudades e lembranças. Com base em peças de processos judiciais, farto material de imprensa e informações de ex-funcionários, o comandante Marcelo Duarte Lins conta uma história que certamente ninguém quer ver acontecer outra vez. E que, quem sabe, tenha outro final.

A velha senhora

Eu tinha sete anos, em 1961, quando Jânio da Silva Quadros assumiu a presidência da República com uma vassourinha, dizendo que ia varrer a corrupção, toda a sujeira da administração pública. "Varre, varre vassourinha..." a marchinha ainda está em nossos tímpanos. Depois de uns sete meses, umas ações políticas, uns filmes de cowboy e uns uísques, o Dr. Jânio renunciou. O general Golbery disse que faltou alguém para trancá-lo no banheiro...
Esses tempos, a presidente Dilma disse que a corrupção é uma velha senhora. Acho que sim. Ela deve ter vindo da Europa e desembarcado em Porto Seguro, anônima, junto com a galera do descobrimento. Depois de outras vidas, centenas de anos, os descendentes seguem por aí, mas agora os mecanismos de controle estão agindo.
Quando eu tinha 10 anos, a professora Adyles Ros de Souza, mestra inesquecível, amada, entrou na sala de aula nos primeiros dias de abril de 1964 e disse que tínhamos escapado do comunismo, que teríamos liberdade e desenvolvimento, que poderíamos escolher nossas profissões e caminhos. Ela estava de boa-fé, era uma pessoa maravilhosa, nem ela nem nós poderíamos saber o que vinha. A sala era modesta, numa escola de madeira que o Brizola mandou fazer em Bento Gonçalves, Interior gaúcho, cidade altamente abençoada por Deus e todos os santos.
Em 1967, quando eu estava no Julinho, participei de uma passeata na Borges com Andradas. Rasgaram e queimaram a bandeira dos Estados Unidos, protestamos na frente do consulado norte-americano - "abaixo o MEC-USAID! Mais pão, menos canhão!" A turma da Filosofia da Ufrgs agitava a massa, que foi para a Praça da Matriz - a Brigada Militar, também.
Nos anos 1970, no Direito da Ufrgs, a gente foi levando e até convidou o Josué Guimarães para falar lá. Ele foi, cauteloso. Quando perguntaram como ele via os militares naquele momento - por volta de 1976 -, ele deu um sorriso irônico e disse: com muito respeito, querido, com muito respeito, eu tenho cinco filhos em casa...
Em 1983, com 29 anos e coração de estudante, de noite, estava na frente da prefeitura de Porto Alegre, pedindo, com todas as torcidas, Diretas Já. O Dr. Dilamar Machado discursou: nunca houve tanta roubalheira neste País!
Tancredo never, Tancredo forever, Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, Dilma... o coração de estudante segue batendo. O brasileiro, profissão-esperança, não se aposentou... o desejo de uma nova bossa nova ou de um filme novo continua. O show tem que continuar. Mario Quintana disse que nada entendia da questão social, que apenas fazia parte dela, simplesmente. Tom Jobim dizia que o Brasil não era para amadores. Está complicado entender este País, explicá-lo, refletir sobre ele, encontrar um rumo harmônico. Mas não podemos desistir de nós, do Brasil, do melhor para todos. Temos que conversar. Nem que a conversa vá das oito da noite ao meio-dia. De muitos dias. Temos que, ao menos, tentar educar e enquadrar os descendentes da velha senhora.

Lançamentos

Uma estranha na cidade (Dublinense, 144 páginas), da escritora e cronista Carol Bensimon, é seu primeiro livro de não ficção. Traz crônicas publicadas em jornais e reflexões publicadas em blogues sobre planejamento urbano, pessoas, espaço, viagens, tecnologia e outros temas bem atuais.
Capas de Santa Rosa (Ateliê Editorial/Edições Sesc, 288 páginas, R$ 118,00), do professor-doutor e escritor Luís Bueno, da UFPR, traz cerca de 300 capas de livros do artista, que marcam a história do livro e das artes visuais no Brasil, em especial quanto à literatura e à indústria editorial.
A mente do criador (É Realizações, 192 páginas, tradução de Gabriele Greggersen) da romancista, poeta, ensaísta e tradutora Dorothy L. Sayers, é um clássico sobre a linguagem e a natureza da arte e também sobre os fundamentos do cristianismo. A obra ressalta a importância da crítica criativa.

A propósito...

Não há mais Darcy Ribeiro, Sérgio Buarque de Hollanda, Caio Prado Júnior, Celso Furtado, Gilberto Freyre, Euclides da Cunha, Raymundo Faoro ou outros que tenham uma ideia geral, façam um estudo do Brasil como um todo. O Brasil já era continente, muitos Brasis. Agora, é muitos mais. Diversos. Todo mundo fala tudo ao mesmo tempo, alto, livre. Todo mundo reivindica. É bom, mas precisamos nos organizar. Dar, minimamente que seja, as mãos, para construir, democraticamente, uma nação. Não nos interessa a divisão deletéria, a violência entre irmãos e as soluções de força. Vários países no mundo chegaram lá sem guerras civis e revoluções. Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
 
Do JC

O Comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, chamou de lamentável o clamor por intervenção militar que vem de parte dos manifestantes presentes nos atos antigovernistas das últimas semanas.
O general comentou o assunto durante um simpósio jurídico realizado no Comando Militar da Amazônia (CMA), em Manaus, na manhã desta sexta-feira (18).
"Eu acho lamentável que, num país democrático como o Brasil, as pessoas só encontrem nas Forças Armadas uma possibilidade de solução da crise, mas isto não é extensivo nem generalizado e, felizmente, está diminuindo bastante a demanda por intervenção militar", declarou o general.
A autoridade militar ponderou, no entanto, que esse pedido demonstra certas necessidades do país. "[Ele indica] que as Forças Armadas são a referência de valores éticos e morais e de padrão de eficiência [de] que a sociedade se sente tão carente", disse Villas Bôas.
Sem paralelo
Segundo o comandante, a situação política e social atual não se relaciona com o clima instável que levou ao regime ditatorial militar na década de 60.
"Não há paralelo com 1964, primeiro porque hoje nós não temos o fator ideológico. Naquela época, nós vivíamos a situação de Guerra Fria e a sociedade brasileira cometeu o erro de permitir que a linha de fratura da Guerra Fria [a] dividisse. Isso não existe mais. O segundo aspecto é que hoje o Brasil tem instituições sólidas e amadurecidas, com capacidade de encontrar os caminhos para a saída dessa crise", comentou Villa Bôas.
Rotina inalterada
Villas Bôas destacou que a rotina dentro da instituição não se alterou. "Os quarteis estão prosseguindo naturalmente nas suas atividades e o Exército está profundamente empenhado em contribuir para a manutenção da estabilidade", explicou.
Para ele, a atual crise é de natureza política, econômica e ética. "Os três aspectos se interrelacionam e, em consequência, é uma crise para ser solucionada dentro desses ambientes, principalmente o ambiente político e jurídico", concluiu a autoridade militar.
Ministro rebate
O simpósio jurídico organizado pelo CMA também contou com a presença do ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na ocasião, ele defendeu a instituição, que foi recentemente descreditada pelo ex-presidente Lula em uma conversa telefônica com a presidenta Dilma Rousseff, grampeada pela Polícia Federal (PF) e divulgada nesta quarta-feira (16).

Um Boeing 737 da companhia aérea Flydubai, com 62 pessoas a bordo, caiu e pegou fogo quando tentava pousar no aeroporto de Rostov-on-Don, no sul da Rússia neste sábado (19). O Ministério para Situações de Emergência russo russo informou que ninguém sobreviveu.
No Boeing 737 havia 55 passageiros - 18 homens, 33 mulheres e quatro crianças - e sete tripulantes, que morreram na hora quando a aeronave se chocou violentamente contra o solo por volta das 3h40 locais (21h40 de sexta, 18, em Brasília) a cerca de 250 metros da pista de aterrissagem, segundo as autoridades aeroportuárias.

A aeronave, que realizou seu primeiro voo comercial em dezembro de 2010, sofreu o acidente em sua segunda tentativa de aterrissagem devido, previsivelmente, à falta de visibilidade provocada por um denso nevoeiro, pela chuva incessante e fortes ventos.
O avião da FlyDubai tentou aterrissar à 1h30 local (20h30 de Brasília), e, depois, ficou mais de duas horas circulando em espera antes de iniciar uma nova tentativa de pousar em Rostov-on-Don.
Na segunda tentativa, segundo as imagens captadas e testemunhas, o avião se chocou contra o solo, e, em seguida, ocorreu uma forte explosão.
Até então, o voo tinha transcorrido sem incidentes, segundo fontes aeroportuárias.
Quase todos os passageiros do voo FZ 981 eram cidadãos russos, em alguns casos famílias inteiras, com a exceção de três ucranianos, um indiano e um uzbeque, que tinham passado férias em Dubai, a cidade mais importante dos Emirados Árabes Unidos, enquanto seis dos sete tripulantes eram dos Emirados.
"Era um voo turístico. Quase todos os passageiros eram turistas", disse Irina Tiurina, porta-voz da União de Operadores Turísticos da Rússia.
As autoridades descartam um possível incêndio como causa do acidente e o Comitê de Instrução da Rússia confirmou que a explosão aconteceu quando o Boeing se chocou contra a pista de aterrissagem, por isso, um possível atentado terrorista foi descartado.
Contudo, o Comitê de Instrução abriu um processo penal por violação das normas de segurança, no qual são ventiladas duas causas para o acidente: as condições climatológicas e falha humana.
Cerca de 50 equipes dos serviços de emergência russos foram enviados ao local do acidente para extinguir o incêndio e buscar possíveis sobreviventes. Os agentes encontraram entre os destroços da aeronave restos mortais de passageiros e tripulantes, mas ainda não se depararam com as caixas-pretas.
O governador de Rostov informou ao presidente russo Vladimir Putin sobre o acidente e o andamento das investigações.
O aeroporto de Rostov-on-Don, um dos maiores do sul da Rússia, fechou suas portas logo após o acidente, por isso os voos que deveriam aterrissar em suas instalações foram desviados para a cidade de Krasnodar.
A FlyDubai é uma companhia de baixo custo fundada em 2009 pelas autoridades dos Emirados Árabes e realiza rotas entre Dubai e quase 100 cidades asiáticas e do leste da Europa, entre elas Moscou, Kiev (Ucrânia), Sófia (Bulgária) e Belgrado (Sérvia).
Tanto a companhia aéra quanto a Boeing abriram suas próprias investigações para esclarecer as causas da catástrofe.

Do G1

Pela primeira vez um dos grandes comandos militares norte-americanos será dirigido por uma mulher - anunciou nesta sexta-feira o secretário de defesa Ashton Carter.
A general da Força Aérea dos Estados Unidos Lori Robinson, foi nomeada pelo presidente Barack Obama para dirigir o comando militar norte-americano para a América do Norte, Northcom, e o comando militar encarregado da segurança aérea nos Estados Unidos e Canadá, Norad (North American Aerospace Defense Command).
"Ela tem uma experiência operacional muito ampla" e uma "experiência muito boa em gestão", afirmou Carter durante coletiva de imprensa em Washington.
O governo Obama decidiu no final de 2015 que, cumprindo os requisitos físicos necessários, as mulheres podem chegar a todos os postos de combate, inclusive os mais expostos, como as forças especiais.
As mulheres representam atualmente 15,6% do quadro das Forças Armadas norte-americanas. 

Da AFP

Submarino norte-coreano está desaparecido

Postado por Vinna domingo, março 13, 2016 0 comentários

Um submarino norte-coreano desapareceu no início desta semana, quando estava em operações na costa leste da Coreia do Norte, segundo informações publicadas hoje (12) nos Estados Unidos. O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse à AFP que Seul investiga essas informações.
Representantes do Pentágono não comentaram o assunto. A Coreia do Norte opera uma frota de cerca de 70 submarinos e a maior parte deles está obsoleta.
Apesar da limitada capacidade ofensiva, esses submarinos ainda representam ameaças substanciais para os navios sul-coreanos.
Pyongyang emitiu hoje nova ameaça de retaliação às forças da Coreia do Sul e dos Estados Unidos envolvidas em exercícios militares conjuntos.

Da Agencia Lusa - Via EBC

A Coreia do Norte teria perdido contato com um de seus submarinos no início da semana, anunciou nesta sexta-feira (11) a emissora CNN, citando fontes do governo dos Estados Unidos. Satélites, aviões e navios norte-americanos monitoraram ao longo dos últimos dias agentes da Marinha norte-coreana que buscavam o submarino desaparecido.

As autoridades dos EUA, porém, não sabem se o submarino está à deriva ou se afundou. O certo é que o veículo sofreu algum problema durante testes. Na semana passada, o regime de Pyongyang ameaçou usar armas nucleares contra os EUA, em resposta às atividades militares que o país realiza anualmente em conjunto com a Coreia do Sul.

Do JB

Nota: Segundo o "Business Insider" a Coreia do Norte possui numericamente a maior frota de submarinos do mundo, contando com um total de 78 submarinos, ficando atrás do EUA (72), China (69), Rússia (63) e Irã (31). Os submarinos Norte Coreanos são obsoletos e possuem tecnologia dos anos 1960/1970.

http://1.bp.blogspot.com/-2jMlthk3xoM/UBKvtTF7MaI/AAAAAAAAAPE/DzPwieZhtXE/s300/statue_of_liberty_USA_%2B1024x768.jpgDurante uma conferência à imprensa, o presidente americano Barack Obama finalmente esclareceu se o governo monitora as mensagens em redes sociais de estrangeiros que entram nos EUA. A resposta curta: definitivamente sim.
Por enquanto, o Departamento de Segurança Interna não admitiu monitorar contas privadas em redes sociais de pessoas que solicitam visto para os EUA. Mas pode apostar que tudo dito em uma conta pública do Twitter ou post aberto do Facebook pode ser usado para fiscalização por agências da lei.
Obama respondeu o seguinte a uma pergunta da Reuters:
Sobre a questão de analisar redes sociais de quem está obtendo visto, acho que eu não fui tão claro. É importante distinguir entre as mensagens que são públicas – uma página do Facebook – contra comunicações privadas através de redes sociais ou aplicativos. Nossos profissionais da polícia e de inteligência estão monitorando constantemente posts públicos, e isso faz parte do processo de análise do visto – essas pessoas estão investigando o que os indivíduos disseram publicamente, e fazem questões sobre quaisquer declarações que foram feitas.
Mas no caso de comunicações privadas entre duas pessoas, isso é mais difícil de discernir, por definição. E uma das coisas que vamos fazer é nos envolver com a comunidade da alta tecnologia para descobrir como podemos, de uma forma adequada, fazer um trabalho melhor se tivermos uma pista, para podermos rastrear suspeitos de terrorismo.
Mas nós precisamos reconhecer que nenhum governo terá a capacidade de ler mensagens de texto, e-mails ou posts em redes sociais de toda e qualquer pessoa. Se não for postado publicamente, então teremos questões de viabilidade que são provavelmente insuperáveis em algum nível. E você sabe que isso levanta algumas dúvidas sobre os nossos valores.
Tenha em mente que, há apenas dois anos, estávamos tendo um grande debate sobre se o governo estava se tornando muito parecido com o Grande Irmão. E no geral, eu acho que nós já atingimos o equilíbrio ideal em proteger as liberdades civis e garantir que a privacidade dos cidadãos americanos seja preservada.
Eu recentemente passei por um processo de pedido de residência permanente com a minha esposa, que é uma cidadã australiana, e estávamos muito conscientes disso. Nós certamente tínhamos como certo que todas as nossas contas públicas em redes sociais estavam sendo monitoradas, mesmo que o governo não tivesse dito isso publicamente.
Isso não mudou radicalmente a forma como nós nos comportamos online, mas certamente deixa você mais atento ao fato de que vivemos em um admirável mundo novo de vigilância governamental – tudo graças à nossa própria vontade de tornar públicas as nossas vidas. Se você é um usuário pesado de redes sociais e quer viajar (ou se mudar) para os EUA, saiba que seus perfis serão monitorados de perto.

Se você ainda acredita na ingenuidade do mundo e, consequentemente, do Sistema que rege tudo, vai ficar impressionado em saber como pesquisadores imaginaram uma forma de vigilância dos seus cidadãos, usando basicamente a mesma tecnologia que temos hoje em um simples cartão de débito.
Hoje em dia todo mundo tem seu cartão de débito, o chamado dinheiro de plástico. É impossível imaginar uma vida sem essa tecnologia que facilita bastante nosso cotidiano. Mas o que poucos sabem, ou nem lembram, é que existe de uma certa forma a possibilidade de monitoramento do usuário apenas pelas compras feitas pelo cartão.
Tudo fica ainda mais curioso quando vemos que o que estes pesquisadores pensaram aconteceu em 1971, uma época já denominada obsoleta, se compararmos o nível e engajamento tecnológico dos dias atuais.

Cartão de débito e a vigilância invisível

Este conceito de vigilância invisível surgiu no início da década de 70, mais precisamente em outubro de 1971, durante uma conferência em Georgetown, nos Estados Unidos. Foi dada a especialistas a tarefa de elaborar uma forma mais abrangente e predominantemente invisível para um possível programa de vigilância.
Os pesquisadores chegaram em um consenso teórico que descreve o que conhecemos hoje como o bom e (velho) cartão de débito. A ideia era desenvolver uma forma simples, barata e de fácil implementação, de modo que os moradores das cidades não percebessem isso:
"Suponha que você é um conselheiro do chefe da KGB, a polícia secreta soviética. Imagine que você tenha recebido a tarefa de desenvolver um sistema de vigilância que abrange cidadãos e visitantes que estejam dentro da fronteira da União Soviética. O sistema não pode ser intrusivo ou óbvio. Qual seria sua decisão?"

Tecnologia moderna, da década de 70

Vale lembrar que naquela época os computadores já existiam, mas eram máquinas enormes, sob posse de poderosas empresas e alguns departamentos de segurança. Fica incrível a conclusão do nível tecnológico destes pesquisadores em um momento da história que sequer tínhamos celulares.
Quando falamos em vigilância hoje em dia, câmeras portáteis ou grampos telefônicos possivelmente são as formas mais lembradas pela população. Mas em 1971 a ideia era outra: Instalar câmeras (naquela década, verdadeiros trambolhos) em todo o canto era caro, e grampear telefones se mostrava uma opção séria.
Os pesquisadores pensaram então em um sistema de transferência eletrônica de fundos, que ficou conhecido como EFTS, e a ideia era mesmo a mesma que vemos hoje em nossos cartões pessoais:
"Veja só como o sistema deve funcionar. Você está prestes a comprar um livro. Você dá seu cartão para um balconista que o colocará em um terminal. Na sequência, ele será lido no terminal, que fará uma conexão com seu banco. Se você tiver dinheiro o suficiente em sua conta, ou se seu banco te oferece crédito o suficiente, a transação é realizada. É, então, creditada a quantia de seu banco que vai direto para a conta da loja de livros."

Muito além da espionagem

Talvez você ainda não tenha percebido, mas deixa rastros de seus passos por todos os cantos. Seja por geolocalização presente em praticamente todos os aparelhos celulares, ou pelas compras que você faz via cartões de débito e crédito.
Em 1971, as opções de localização de algum usuário eram limitadíssimas, e o seu acompanhamento remoto praticamente inviável. Os pesquisadores pensaram então em oferecer uma opção simples, nada invasiva, e que desse o máximo de informações pessoais do usuário. Paul Armer, um dos que participaram do desafio, disse em 1975:
"Não só o sistema lidaria com toda contabilidade financeira, como também forneceria estatísticas cruciais para uma economia centralmente planificada. […] Foi o melhor sistema de monitoramento que nós podíamos imaginar dentro da limitação imposta de que não deveria ser intrusivo".

Armer foi um cientista da computação na RAND e um dos pioneiros na defesa da privacidade digital, antes mesmo de existir um mundo digital. Pensando a longo prazo, ele logo percebeu que estes “novos” sistemas de informação e vigilância se tornariam extremamente invasivos, e desde aquela época começou a lutar contra a invasão de privacidade.
Paul também acreditava que esta espionagem, bem como uma sociedade acostumada a usar apenas o “dinheiro de plástico” era um risco enorme à privacidade dos americanos, justamente porque o sistema criado sugaria quaisquer dados de seus usuários. Armer ainda disse mais:
As dimensões da forma final de um sistema de transferência eletrônica são importantes pelo seu potencial de capacidade de vigilância, como a porcentagem de transações realizadas; o grau de centralização de dados e pelo rápido fluxo de informação no sistema.

Salve George Orwell

George Orwell é bastante conhecido pela literatura mundial, principalmente depois que publicou seu livro 1984, no final da década de 40. Nele, o autor escreve sobre uma sociedade fictícia completamente dominada pelo Sistema e o Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada um vive sozinho. Este Estado representa ainda um cruel e cínico poder.
Foi do livro que saiu a expressão Big Brother, que deu origem ao reality show que invade a privacidade de pessoas comuns em todo mundo. Em 1984, o Big Brother era personificação literária deste governo opressor e cruel, que tudo ouve e tudo vê; personificação esta brilhantemente criada por Orwell para a sua história.
Mesmo sendo escrito em 1945 e publicado quatro anos depois, é possível traçar um paralelo entre a publicação e esta ideia pensada pelos pesquisadores de tecnologia em 1971. Com um sistema que seguisse a vida de todos, ficaria praticamente impossível se tornar invisível àqueles que queriam cada vez mais detalhes da vida alheia.

Como os bancos conseguem saber seus gostos, atos e desejos?

Como citou o Gizmodo Brasil, imagine que toda compra feita por você via débito a partir de R$ 10 vai para o sistema do seu banco. Imagine agora quantas compras suas se encaixam neste valor. Muitas não é?
Agora vamos mais fundo: imagine que além dos seus dados transacionais, o banco consegue saber onde você fez a compra, o que você comprou e quanto você gastou. Apenas estras três informações são capazes de traçar um perfil dos seus gostos e desejos.
Este perfil conseguiria traçar características pessoais suas apenas com dados sobre onde você esteve, já que a cada compra o sistema consegue saber sua localização; que tipos de produtos você costuma comprar; bem como a frequência com que você gasta dinheiro.
O mais curioso é saber que tudo isso já havia sido imaginado há quase 50 anos! Estamos acostumados às facilidades do dia a dia e de um mundo conectado e tecnológico, e isso tem nos deixado cada vez mais passivos e conformados com o que acontece conosco.
Em um mundo onde compramos no impulso, e na facilidade de um clique, é um pouco surreal e preocupante saber que através de uma simples compra deixamos tantos rastros por aí.
E você? Já parou para pensar sobre isso?

Do Gambiarra 


A fabricante sueca Saab assinou nessa terça-feira (1) o contrato para o fornecimento de canhões para os caças Gripen NG da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Suécia. A empresa escolhida foi alemã Rheinmetall, com o modelo BK27 de 27 mm.
Variações desse mesmo canhão também equipam aeronaves como o Panavia Tornado e o Eurofighter Typhoon, além da primeira geração do Gripen. A Rheinmetall também vai fornecer munições e conjuntos de peças de reposição.
Segundo comunicado da empresa alemã, serão fornecidos canhões para 88 aeronaves entre 2017 e 2025, período em que os caças serão produzidos. O Gripen NG é um projeto da Saab em parceira com a Embraer, que também vai produzir o caça no Brasil. As primeiras unidades serão incorporadas à FAB a partir de 2018.
Chumbo grosso!
O canhão BK27 tem o mesmo princípio do revolver, como o tradicional “38”. As munições, enormes balas com dimensões semelhantes a de uma garrafa long-neck, são armazenadas em um tambor. A diferença é que a cada disparo o cartucho é rapidamente ejetado e um novo é recolocado. O modelo que será usado no Gripen NG pode disparar até 1.700 balas por minuto.
O conjunto do canhão alemão tem cerca de 2,30 metros e pesa 100 kg, isso sem contar as munições. Cada projetil pesa aproximadamente 260 gramas – cada Gripen NG vai levar um canhão com 120 balas.
Outras armas do Gripen NG
Além do canhão alemão, que pode ser aplicado em missões de interceptação de aeronaves hostis ou ataque ao solo, o Gripen NG poderá ser equipado com um variado arsenal de mísseis e bombas “inteligentes” guiadas a laser.
O próximo caça da FAB será habilitado para disparar mísseis de longo alcance, como o norte-americano AIM-120 AMRAAM, capaz de abater aeronaves hostis a 120 km de distância. São os chamados ataques “Beyond Visual Range”, que vão além do alcance visual do piloto. Mas não do radar da aeronave.Outras armas do Gripen NG do Brasil serão os mísseis A-Darter, para ataque ao solo, e o MAR-1, anti-navio. Os dois equipamentos estão sendo projetados pela empresa brasileira de material bélico Mectron e a Denel Dynamics, da África do Sul.


Segundo o ministro malaio, há grande possibilidade de peça encontrada na costa do país africano ser do mesmo modelo de avião do voo MH370, da Malaysia Airlines, desaparecido há quase dois anos. 

O ministro dos Transportes da Malásia, Liow Tiong Lai, afirmou nesta quarta-feira (02/03) que há uma grande possibilidade de um destroço encontrado na costa leste de Moçambique pertencer a um Boeing 777, o mesmo modelo do avião da Malaysia Airlines que desapareceu há quase dois anos.
O destroço será enviado à Austrália para ser examinado pela equipe que investiga o desaparecimento do voo MH370. Lai afirmou que ainda não é possível saber se o destroço pertence ao avião da Malaysia Airlines e pediu que especulações sejam evitadas até o resultado da análise da peça.
A emissora de televisão americana NBC afirmou que a peça poderia ser um estabilizador horizontal da cauda de um Boeing 777, citando como fontes investigadores australianos e malaios que já viram imagens do destroço.
A peça foi encontrada há dois dias no banco de areia de Paluma, perto de Vilanculos, ao sul de Moçambique, por um turista americano que fazia um passeio à pé pela costa.
O voo MH370 da Malaysia Airlines com destino a Pequim desapareceu no dia 8 de março de 2014, pouco depois de decolar do aeroporto internacional de Kuala Lumpur, na Malásia. O Boeing 777 levava 239 pessoas a bordo.
Dados de satélite indicam que o avião caiu no sul do Oceano Índico, mas não há evidências sobre o que provocou a queda. Navios de busca vasculharam inicialmente uma área de 60 mil quilômetros quadrados do fundo do oceano e ampliaram a buscas para outros 60 mil quilômetros quadrados.
No ano passado, autoridades encontraram destroços do voo MH370 na ilha francesa de Reunião, no Oceano Índico, e reacenderam as esperanças de que o mistério envolvendo o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines fosse esclarecido.
Até agora, o único vestígio encontrado, que foi confirmado com parte do voo MH370, foi o flaperon localizado em Reunião. Com base em dados de satélite, autoridades acreditam que o avião voou em piloto automático por linha reta pelo oceano durante horas antes de cair por falta de combustível. 

Do DW - Via Terra

Partes de um avião que podem corresponder à aeronave acidentada da Malaysia Airlines, cuja busca segue no Oceano Índico, foram encontrados em Moçambique, informaram nesta quarta-feira fontes oficiais dos EUA próximas à investigação. 

Trata-se do fragmento de um Boeing 777, como o do avião que fazia o voo MH370, desaparecido em 8 de março de 2014 com 239 pessoas a bordo.
As partes foram arrastadas no final de semana passado para o canal de Moçambique, uma zona do oceano Índico entre a ilha de Madagascar e o litoral moçambicano.
As citadas fontes precisaram aos meios de comunicação americanos que foi encontrado um pedaço de um "estabilizador" horizontal do avião que faz parte das pequenas asas que ficam na parte traseira do aparelho.
Segundo a rede de televisão NBC, o objeto tem escritas as palavras "NO STEP" ("Não pisar").
Um porta-voz do Centro da Agência de Coordenação Conjunta da Austrália, criado pelo governo desse país para contribuir na busca do MH370, confirmou ter informações sobre o achado em Moçambique e antecipou que o fragmento será investigado.
A Malaysia Airlines qualificou o achado como "especulativo", segundo informou a rede CNN.
O desaparecimento do avião que fazia o voo MH370 continua sendo um dos maiores mistérios da história da aviação.
O avião desapareceu após mudar de rumo em uma "ação deliberada", segundo os especialistas, 40 minutos após ter decolado de Kuala Lumpur com direção a Pequim. 

Da EFE Via Terra

-

Frases

Audiência

Cotação do Hangar

Mais vistas na última semana

Postagens populares últmos 30 dias

Marcadores

Brasil (1752) USA (1724) Esquema (1427) Defesa Brasil (1367) aviação (1347) Zona de Conflito (1191) tecnologia (1133) sinistro (1103) Geopolitica (937) História (829) Video (760) aviação militar (743) Russia (700) Afeganistão (667) Espaço (658) EMBRAER (584) China (571) Defesa USA (567) OTAN (499) Estratégia (466) Diplomacia (441) ONU (436) Boeing (430) noticia (425) ww2 (410) Espionagem (405) Nuclear (392) AGRESSÃO AO BRASIL (382) Brasil Potência (375) Irã (366) Insólito (364) Libia (356) UNIÃO/Defesa America do Sul (348) Argentina (347) Terrorismo (347) By Vinna (346) Inglaterra (345) Israel (341) Industria Brasil (312) Ciberguerra/Cyber Attacks (301) França (299) opinião (294) Defesa Russia (288) Industria Americana (284) Hoje na História (273) Siria (242) Europa (237) curiosidade (232) NASA (231) direito (219) Segurança Pública (214) Chile (209) Industria Russia (209) Exercícios Militares (202) Evangelho do dia (201) Lockheed (201) Defesa Irã (200) Dassault (198) Alemanha (189) Drone (179) Industria Francesa (178) SAAB (178) Defesa India (171) NSA (164) India (161) Defesa Venezuela (157) Oriente Médio (157) Japão (155) CIA (152) Petrobrás e biocombustivel (149) Coreia do Sul (147) Nova Guerra Fria (138) Front Interno (137) Airbus (136) Arqueologia Militar (132) OVNIs (132) Defesa Chile (126) F1 (126) Defesa Europa - OTAN (122) Sukhoi (122) Defesa China (120) Eixo Bolivariano (120) Ceará (118) Acidente AF 447 (116) Defesa Israel (114) PRISM (114) AVIAÇÃO CEARÁ (113) Africa do Sul (112) Rosoboronexport (112) EADS (110) Coreia do Norte (109) Ucrania (109) Iraque (106) Palestina/Gueto de Gaza (104) Venezuela (104) Turquia (103) Malasia (100) Defesa França (99) Asia (95) Evento (94) Itália (94) Terminator (94) Dissuasão (89) Sovieticos (88) Rolls-Royce (87) Guerra Cambial Mundial (86) Acidente MH370 (85) União Europeia (85) Bolivia (84) Falkland/Malvinas (83) Industria Europeia (83) obituário (83) MiG (80) AVIC (79) Arábia Saudita (78) General Electric (77) Defesa Portugal (76) Industria Chinesa (76) Industria Sueca (76) Defesa Colombia (75) Guerra da Amazônia (74) Saúde (73) Filme (71) Paquistão (70) BRIC (68) Suécia (68) 2014 (66) Africa (66) DARPA (65) Petroleo (64) Espanha (63) Minustah (60) Crime de Guerra (58) Russian Helicopters (58) Portugal (57) Armas Quimicas (55) Canadá (55) Defesa Equador (55) Defesa Iraque (55) Estreito de Ormuz (55) De olho na Imprensa (54) AIEA (52) Elbit (52) HANGAR DO VINNA (52) AEB (51) Mar da China (51) ciência (51) 2012 (50) Colombia (50) Egito (50) Energia (50) Avião (49) BAE Systems (49) Colirio (49) FICHA TECNICA (48) Taiwan (48) Australia (47) Defesa Coréia do Sul (47) Defesa Japão (47) Emirados Árabes (47) Defesa Peru (46) Libano (46) Mali (46) Hawker Beechcraft (45) crimeia (45) Avibrás (44) Stealth (44) Industria Israel (42) Northrop Grumman Corp (42) Vietnã (42) DCNS (41) Defesa Britânica (41) Rio 2016 (41) Helibras (39) Holanda (39) esporte (39) Defesa Paquistão (38) Hindustan Aeronautics (38) MATRIX (38) Industria India (37) Peru (37) ISS (36) Paraguai (36) União Africana (36) Equador (35) Eurocopter (35) Mar do Japão (35) Star Trek (35) Uruguai (35) Finmeccanica (34) Georgia (34) IAI (34) Pioneiro do ar (34) Cuba (33) Industria (33) Industria Iraniana (33) veículo (33) Corrente do Bem (32) Odebrecht (32) Pici Field (32) Suiça (32) AEL (31) Sikorsky (31) Recebi por e-mail (30) Antonov (29) Argélia (29) Defesa Coréia do Norte (29) Iemen (29) Indonésia (29) Qatar (29) digital (29) Aircraft For Sale (28) Cazaquistão (28) Defesa Emirados Árabes (28) Defesa Haiti (28) Industria Italia (27) Mar do Sul da China (27) Nazistas (27) Polonia (27) Biografia (26) Defesa Uruguai (26) Filipinas (26) Defesa Turquia (25) IVECO (25) Angola (24) Defesa Itália (24) Defesa Polonia (24) Denel (24) FAdeA (24) Mexico (24) Narcotrafico (23) Noruega (23) OEA (23) 2013 (22) CATIC (22) Colonialismo (22) Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (22) Defesa Siria (22) Industria Portugal (22) Jordania (22) livro (22) Austrália (21) Defesa Espanha (21) Defesa Georgia (20) HESA/IAIC (20) Industria Alemanha (20) MERCOSUL (20) Romenia (20) Turkish Aerospace (20) Agusta (19) Bombardier (19) Defesa Libano (19) GS Yuasa (19) Tupolev (19) Bell (18) Defesa Indonésia (18) Defesa Paraguai (18) Dinamarca (18) Grécia (18) HESA (18) Industria Espanha (18) Rosocosmos (18) Tailandia (18) Defesa Taiwan (17) McDonnell Douglas (17) OMC (17) teoria dos falcões (17) Belgica (16) CASA (16) Defesa Libia (16) Haiti (16) Ilyushin (16) Industria Inglesa (16) MUSICA (16) Nigeria (16) Omã (16) Sierra Nevada Space Systems (16) Beechcraft (15) Bielorussia (15) Guatemala (15) Honduras (15) KAI (15) Kuwait (15) Mectron (15) OrbiSat (15) PreSal (15) Star Wars (15) Sudão (15) Antartida (14) Bulgaria (14) Cingapura (14) Congo (14) Coréia do Sul (14) Defesa Kuwait (14) Defesa Malasia (14) HUMOR (14) Nova Zelândia (14) Bahrein (13) Defesa Marrocos (13) ESA (13) Fim dos tempos (13) KMW (13) Lei do Abate (13) Raytheon (13) Servia (13) ww1 (13) Colômbia (12) Defesa Suiça (12) Defesa Suécia (12) FBI (12) Kamov (12) Liga Arabe (12) República Tcheca (12) Shenyang Aircraft (12) Sri Lanka (12) Thales (12) Yantar (12) industria Coreia do Sul (12) 2016 (11) Atech (11) Austria (11) Bangladesh (11) CREA (11) Defesa Rep.Dominicana (11) Defesa Romenia (11) Defesa Tailandia (11) Defesa Ucrania (11) Industria Japão (11) Irkut (11) Mitsubishi (11) PAC Kamra (11) SpaceX (11) Unifil (11) Anonymous (10) Croacia (10) El Salvador (10) Finlândia (10) Google (10) Hungria (10) Industria Turquia (10) Mauritania (10) Microsoft (10) Navantia (10) OPEP (10) Pilatus (10) Quirguistão (10) Revolucao do "Tudo Gratis" (10) religião (10) 2015 (9) Aero (9) COMAC (9) Cesna (9) Chad (9) Defesa Jordania (9) Guerra Fria (9) Harbin (9) INACE (9) Inteligencia Artificial (9) Sisfron (9) Somalia (9) Chengdu (8) FAA (8) Gana (8) Industria Argentina (8) MBDA (8) Niger (8) Olimpiada (8) Peninsula Coreana (8) Renault (8) ThyssenKrupp (8) defesa Iêmen (8) ANAC (7) Aero Vodochody (7) Aeroespatiale (7) Armenia (7) Defesa Noruega (7) Defesa Sudão (7) Defesa Vietnã (7) ENAER (7) FMI (7) Férias (7) General Dynamics (7) OGMA (7) OMS (7) Panamá (7) Quenia (7) Republica Theca (7) oceania (7) British Aerospace (6) Brunei (6) Defesa Qatar (6) ELTA Systems (6) Guiana (6) Guiné-Bissau (6) LET (6) Mianmar (6) Pratt Whitney (6) Rep.Dominicana (6) Tribunal de Haia (6) Tunísia (6) Uganda (6) 2018 (5) 2020 (5) ARTICO (5) Aeroeletrônica (5) Artigo (5) Azerbaijão (5) Defesa Namibia (5) Dornier (5) Estonia (5) Europa do Leste (5) Fokker (5) Inbra (5) Lituania (5) MARKETING PESSOAL (5) Nicaragua (5) Print 3D (5) Suriname (5) 2017 (4) 2040 (4) AIE (4) Alianca Pacifico (4) Apple (4) Aquecimento Global (4) Beriev (4) Cabo Verde (4) Colinas do Golã (4) ENGESA (4) Eslovaquia (4) General Eletric (4) Huawei (4) IBM (4) INDRA (4) INPE (4) ISAF (4) Irlanda (4) Islandia (4) Kalashnikov (4) Kaspersky Lab (4) Marrocos (4) Messerschmitt (4) Moçambique (4) Myanmar (4) Namibia (4) Novaer (4) OSK (4) Patria Aviation (4) Pirataria/Tortuga (4) Rekkof Aircraft (4) Resenha (4) Rio+20 (4) Rockwell (4) Rostvertol (4) SIPRI (4) Selex Galileo (4) Senegal (4) Sevmach (4) Sudão do Sul (4) Titanic (4) Yakovlev (4) ZTE (4) armas eletromagnéticas (4) 2030 (3) AGX (3) Air Race (3) Akaer (3) Albânia (3) Avia (3) Bukina Faso (3) Curdistão (3) EMBARGO (3) Eritrea (3) Facebook (3) General Atomics (3) Guinness Book (3) Harpia (3) Helibrás (3) Honda (3) IMBEL (3) MH-17 (3) MIT (3) Mercenarios (3) Neonazistas (3) OAK (3) OAS (3) Oboronprom (3) Opto Eletrônica (3) Qantas (3) Rafael (3) Samsung (3) Sirius (3) Tajiquistão (3) Tecnobit (3) Trinidad e Tobago (3) Turismo (3) Ukrspetsexport (3) VARIG (3) Zimbabwe (3) ilhas Kurilas (3) prosub (3) savis (3) 2003 (2) AIDC (2) ARAMAR (2) ASMAR (2) Agrale (2) Air Tractor (2) Andrade Gutierrez (2) Astrium (2) Bielorrússia (2) Bigelow Aerospace (2) Birmânia (2) Boston Dynamics (2) Botswana (2) BrahMos (2) Britânica (2) CIAC-Corporación de la Indústria Aeronáutica Colombiana (2) COTEMAR (2) Caltech (2) Camarões (2) Camboja (2) Cirrus (2) DROGA (2) DSME (2) De Havilland (2) ENGEPRON (2) El (2) Enstrom (2) Flight Technologies (2) Ford (2) G20 (2) GROB (2) Harris Corporation (2) Hong Kong (2) IACIT (2) INDUMIL (2) IZHMASH (2) Imperialismo (2) Itaipu (2) Iugoslávia (2) Iêmen (2) KAPO (2) Kongsberg (2) Kosovo (2) Laos (2) Launch Services (2) Letonia (2) Liebherr-Aerospace (2) Luxemburgo (2) Maldivas (2) Malta (2) Malásia (2) Marsh Aviation (2) Massacre (2) México (2) Nepal (2) Next Generation Aircraft/Fokker (2) Nissan (2) Obvilion (2) Orbital Technologies (2) PDVSA (2) Queiroz Galvão (2) RSC Energia (2) Robocop (2) Rosvertol (2) Ruag Aerospace (2) Santos Lab (2) Scania (2) Seagate (2) Sevmash (2) Sony (2) Synergy Defense (2) TAP (2) TAP Maintenance and Engineering (2) Tekever (2) Telebras (2) Togo (2) Toshiba (2) Toyota (2) United Shipbuilding Corporation (2) Usbequistão (2) Vaticano (2) Western Digital (2) YPF (2) Yugoimport (2) Zambia (2) comissao da verdade (2) panair (2) xian (2) Índia (2) 1950 (1) 1962 (1) 2011 (1) 2024 (1) 2025 (1) 2032 (1) 2035 (1) 2047 (1) 2050 (1) 2068 (1) ACS Aviation (1) ADCOM Systems (1) ALMA (1) ANATEL (1) AOL (1) ASTRAEA (1) ATE (Advanced Technologies and Engineering) Aerospace (1) ATK (1) Active Space Technologies (1) Aero-Engine Goup Corp (1) Aeromot (1) Aeroscraft (1) Aerotech (1) Araguaia (1) Ares Aeroespacial (1) Atlas Elektronic (1) Aurora Technologies (1) AutoGyro (1) Aviakor (1) Avio Group (1) BLOG (1) BMW (1) BUG (1) Baterias Moura (1) Belarus (1) Benin (1) Beretta (1) Beureau LUTCH (1) BioExplorers (1) Bloom e Voss (1) Burevestnik (1) Burocracia (1) CACMA (1) CAE (1) CAIGA (1) CBC (1) CETEC (1) CTEx (1) Camargo Corrêa (1) Cellebrite (1) Ceska Zbrojovka (1) China Broad Group (1) Chrysler (1) Citasa (1) Complejo Industrial Naval Argentino - CINAR (1) Condor Tecnologias (1) Continental Motors (1) Conviasa (1) Costa Rica (1) Costa do Marfim (1) Cotecmar (1) Curaçao (1) DNA (1) DRS (1) Da Vinci Code (1) Daewoo (1) Daimler (1) Damen Shipyard (1) Dark Web (1) Datsun (1) Dearman Engine Company (1) Democracia (1) Diageo (1) Diamond Aircraft (1) DoniRosset (1) Dropbox (1) Dígitro (1) EASA (1) EIKE (1) ELEB (1) ESO (1) Ecopetrol (1) Enercon GmbH (1) Energomash (1) Engevix (1) Equipaer (1) Eslovenia (1) Estaleiro Atlantico Sul (1) Esterline (1) Esterline Electronics (1) Etiopia (1) Evektor (1) Evolução (1) Fairchild (1) Fassmer (1) Ficantieri (1) Fincantieri (1) Flying Legends (1) Focal Aviation (1) Foxconn (1) Fujitsu (1) GCHQ (1) GM (1) GeneXus (1) General Motors (1) Genetica (1) Global tech (1) Gorizont (1) Grauna Aerospace S.A (1) Guerrilha (1) Guizhou Aviation (1) Gulfstream (1) Hamilton Sundstrand Corporation (1) Heckler e Koch (1) Heinkel (1) Holocausto (1) Hybrid Air Vehicles (1) IAMI (1) INTA (1) Ilhas Samoa (1) Ilhas Seychelles (1) Increase Aviation Service Ltda (1) Inter RAO (1) International Aero Engines (1) Israel Military Industries (1) JDI Holdings (1) Jet Propulsion Laboratory (1) Jiuyuan Hi-Tech (1) KAMAZ (1) Kangnam Corporation (1) Kawasaki (1) Kazan (1) Kazaquistão (1) LIATEC (1) LINKS (1) Lihttp://www.blogger.com/img/blank.gifbano (1) Linux (1) Lituânia (1) Lufthansa Technik (1) Líbia (1) MALAT (1) MDA (1) MPX (1) Martin-Baker (1) Maçonaria (1) Messier-Bugatti-Dowty (1) Milestone Aviation Group (1) Modelismo (1) Moldávia (1) Molgolia (1) Mongolia (1) Motor Sich (1) Motorola (1) Mowag (1) NKAU (1) NPO Saturn (1) NTSB (1) National Rifle Association (1) Near Eart Autonomy (1) Norse Corp (1) OGX (1) OTT Blindados (1) Oddyssey (1) Odessa (1) Ominsys (1) Orbital Corporation (1) Oto Melara (1) PZL Mielec (1) Pacifismo (1) PalTalk (1) Paramount Group (1) Polaris (1) Polônia (1) Porto Rico (1) QinetiQ (1) R2Tech (1) RKF Tecnologia (1) Ralls Corp (1) Reaparelhamento (1) Remington (1) Renova Goup (1) Reshetnev (1) Rontan (1) Rosatom (1) Rossin-Bertin Vorax (1) Rostekhnologii (1) Rotax (1) Rudolph Usinados (1) Sabia-Mar (1) Sagem (1) Saker Aircraft (1) Sale (1) Sanofi (1) Savis Tecnologia (1) Securaplane Technologies (1) Siemens (1) Soko (1) Solar Impulse (1) Space Exploration (1) Spyker (1) Stidd Systems (1) SwampWorks (1) São Tomé e Príncipe (1) TAO (1) TELMEX (1) TIM (1) Tanzania (1) Taser (1) Taurus (1) Telecom Itália (1) Terrafugia (1) Textron (1) Thielert Aircraft Engines (1) Timor Leste (1) Tortura (1) Troller (1) Turcomenistão (1) UEE (1) UNDOF (1) UTVA Aircraft (1) United Aircraft Corporation (1) United Technologies Corporation (UTC) (1) Urban Aeronautics (1) VSMPO-AVISMA (1) Vanguard (1) Vector Aerospace (1) Velika Gorica (1) Virgin Galactic (1) Voronezh (1) WZL-Wojskowe Zaklady Lotnicze (1) Wega (1) World Aeros (1) XMobots (1) Xi'an Aircraft (1) Yahoo (1) Yakhont (1) YouTube; Skype (1) android (1) bullying (1) clonagem (1) eco (1) feganistão (1) fine (1) htc (1) isra (1) racismo (1) rosco (1) whatsapp (1) ww3 (1) x9 (1) África do Sul (1)

Salmo

Meta: Informação Livre e um Blog novo todo dia

Bem vindo, amigo visitante: Procuro atualizar o blog várias vezes por dia e este trabalho solitário é feito pensando em vocês. Financeiramente Não ganho NADA a não ser a amizade de alguns de vocês... ALGUMAS IMAGENS RETIREI DA INTERNET SEM AUTORIA. SE ALGUMA DELAS FOR PROTEGIDA POR DIREITOS AUTORAIS, A VIOLAÇÃO NÃO FOI INTENCIONAL, NESTE CASO, SE NÃO ME FOR AUTORIZADA A EXPOSIÇÃO DA MESMA, A IMAGEM SERÁ RETIRADA DO BLOG, BASTA QUE ENTREM EM CONTATO POR COMENTARIO OU EMAIL.
Vinicius Morais - Vinna

Nós no Face...

Translate

Pesquisar este blog

Visitas by Google - Since 02/05/2008

Videos em Destaque

The Blue Angels - Set to Van Halen's Dreams Top Gun Music Video - "Dreams" by Van Halen

Links de Referência & PARCEIROS


Blog Cavok

Campo de Batalha

Cultura Aeronáutica

Alternativa Car

Fumaça Já!



Noticias Sobre Aviação

DEFESANET


Tecnologia & Defesa


Portal Rudnei Cunha

ANVFEB



Plano Brasil

Geo Política

Defesa Aérea

Estratégia Nacional de Defesa


Defesa BR

Revista ASAS


VAE VICTIS

Segurança & Defesa


Infodefensa

BLOG CONTROLE AÉREO

ANUNCIE - AQUI

archive

Museus