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sexta-feira, agosto 19, 2016

Dinossauros brasileiros também tinham penas, indica novo estudo

By on 19.8.16
Concepção artística do Mirischia assymetrica, dinossauro com 50 cm de altura que vivia no Nordeste



Os dinossauros que viveram no Nordeste brasileiro há cerca de 120 milhões de anos provavelmente eram penosos, assim como seus primos mais famosos da China e da Europa. O resultado vem da primeira análise detalhada de penas fossilizadas da chapada do Araripe, mais importante jazida de criaturas da Era dos Dinos no país. 


Os fósseis estudados pela equipe do Instituto de Geociências da USP só chegaram às mãos dos cientistas após uma apreensão feita pela Polícia Federal –tudo indica que seriam comercializados no exterior, e um deles chegou a ser retocado para ganhar uma aparência mais atraente para colecionadores. 


Com isso, não foi possível estabelecer detalhadamente o contexto de sua origem, mas as características das rochas nas quais as antigas penas estão preservadas são suficientes para estimar que elas vêm do Araripe e têm cerca de 120 milhões de anos. 


Gustavo Prado, Luiz Eduardo Anelli e outros colegas acabam de publicar a análise de três penas fossilizadas na revista científica de acesso livre "PeerJ". "É muito provável que essas penas pertencessem a dinossauros não avianos, embora também exista a possibilidade de que elas pertencessem a aves", disse Prado à Folha. 


O uso do termo "não avianos" é indispensável porque o consenso entre paleontólogos e biólogos é que as aves modernas não passam de um subgrupo dos terópodes, nome dado a dinos bípedes e carnívoros como o tiranossauro e o velociraptor. 


Duas das penas estudadas são "plumuláceas" –grosso modo, semelhantes à penugem "fofinha" de pintinhos. Sua morfologia mais primitiva fortalece a possibilidade de que elas tenham vindo de dinossauros não avianos. O outro exemplar é o que os especialistas chamam de pena "penácea" –mais rígida e comum em aves adultas modernas, embora dinossauros extintos também as tivessem. 


As três penas têm alguns milímetros. "Se elas forem proporcionais ao tamanho dos animais, seriam bichos pequenos também", diz Prado –mais ou menos do tamanho de uma galinha doméstica. Sabe-se que dinos de porte modesto, como o Mirischia assymetrica (com 50 cm de altura) viveram na região. 



CADÊ O DONO DAS PENAS?

 
O principal mistério que ainda ronda as penas fossilizadas da chapada do Araripe é por que cargas d'água elas ainda não foram encontradas junto com o resto dos dinossauros (e aves) que as portavam. 


A exceção que comprova a regra é a Cratoavis cearensis, avezinha do tamanho de um beija-flor. A descrição formal da espécie foi publicada em 2015 –ela tinha um par de penas desproporcionalmente longas na cauda. 


"É estranho mesmo, mas o mais provável é que tenha acontecido algum tipo de preservação diferencial", diz Prado. Um elemento que talvez seja crucial é a diferença entre as duas camadas de rochas mais importantes da região, conhecidas como membro Crato (de onde parecem ter vindo as penas, com idade estimada de 120 milhões de anos) e membro Romualdo (mais recente, com uns 110 milhões de anos). 


Tanto o membro Crato quanto o membro Romualdo abrigam fósseis com tecidos moles (ou seja, que não são apenas ossos) preservados. 


Mas a camada mais antiga parece corresponder a um ambiente mais tranquilo e profundo de um lago, o que explicaria a excepcional qualidade de seus fósseis: eles teriam afundado rapidamente, impedindo boa parte da decomposição. 


Os restos de animais do membro Romualdo, por outro lado, teriam sido transportados por mais tempo até chegar ao seu derradeiro repouso, o que teria levado à perda das penas. 


Isso faz sentido quando se considera que os dinossauros, que são espécies terrestres, até hoje foram achados só no membro Romualdo, enquanto o membro Crato tem animais aquáticos ou animais alados, que poderiam ter caído no meio do lago e afundado rapidamente. As penas isoladas teriam sido levadas pelo vento para a parte mais funda do corpo d'água, segundo alguns paleontólogos. 


Enquanto um dino devidamente emplumado não aparece no registro fóssil do Araripe, os pesquisadores estão se concentrando na análise da estrutura microscópica das penas. Outros estudos já mostraram que é possível reconstruir com razoável grau de certeza a coloração da plumagem que os bichos tinham em vida, com base na preservação de estruturas como os melanossomas (reservatórios de pigmento das células).
 
 
 
 

sexta-feira, agosto 12, 2016

Projeto Startram: Cientistas sonham com trem de levitação magnética para o espaço

By on 12.8.16

Uma das maiores ambições espaciais hoje chega a assustar pela grandiosidade: um trem de levitação magnética que custa US$ 60 bilhões, e mede 1.609 quilômetros de comprimento, 19,3 quilômetros de altura e viaja a 32.186 km/h partindo do solo e atingindo a órbita terrestre baixa.

Os desenvolvedores do projeto Startram acreditam que ele pode reduzir o custo por quilo das cargas transportadas de cerca de US$ 10 mil para apenas US $ 50.
Segundo o site “Popsci”, uma rápida análise de custo x benefício indica que faz sentido. Mas e a tecnologia?
Aqui está a essência do Startram: lançar um trem de levitação magnética em um túnel a vácuo preso ao chão, acelerá-lo durante cinco minutos para velocidades de até 5,6 km/s, e lançá-lo a partir do final do referido túnel - que precisa ser esticado cerca de 19,3 quilômetros em direção ao céu, até atingir uma altitude onde o ar é rarefeito o suficiente para não destruir o veículo, que, neste momento, atingiria uma velocidade aproximada de cerca de 20 mil km/h.
Não há nenhuma etapa da construção de um trem de levitação magnética super-rápido que não seja factível hoje (o quão seguro ele é seria uma outra questão).
Como manter suspenso no ar o túnel de cerca de 19,3 quilômetros? Com levitação magnética, é claro. James Powell, um de seus inventores, e seu parceiro George Maise projetam que, se eles instalassem um cabo supercondutor abaixo do solo do túnel transportando 200 milhões de amperes e um cabo no tubo de lançamento em si, com 20 milhões de amperes, o túnel ficaria suspenso via levitação magnética, com cabos enormes segurando-o na posição.
Aparentemente, o Sandia National Labs revisou a proposta e não encontrou um motivo para descartá-la como uma possibilidade, embora dispor de US$ 60 bilhões pareça o cenário menos provável.
Mas o Startram tem um ponto favorável: o programa dos ônibus espaciais custou quase três vezes mais do que isso ao longo de três décadas.
Talvez um trem expresso para a órbita baixa da Terra seja exatamente o que o mercado espacial precisa.
Mas apenas como registro, não estamos sugerindo que qualquer um dos nossos leitores se inscreva para o passeio inaugural.


Fonte: Extra Online

quinta-feira, agosto 11, 2016

Pokémon Go: Um Projeto Secreto da CIA?

By on 11.8.16
Acaba de ser lançado o jogo de realidade aumentada Pokémon Go, que em poucos dias enlouqueceu milhares de usuários nos EUA e Austrália.

O jogo para celular tomou conta dos usuários, levando-los às ruas em busca destes personagens do desenho animado japonês que, usando a câmera, aparecem nas telas de seus dispositivos mas em um ambiente real.

A internet ficou lotada de testemunhos de jogadores traumatizados e obcecados com a busca, assim como de preocupações sobre os riscos que podem representar para a privacidade dos usuários.

Neste sentido, o site Infowars sugere que o jogo está vinculado à CIA.

Segundo o site, a empresa Niantic que desenvolveu o jogo foi fundada por John Hanke, que antes foi diretor da empresa de software Keyhole e recebia fundos da entidade de capital de risco In-Q-tel.


John Hanke

Embora a empresa seja tecnicamente independente, seu objetivo é manter a CIA equipada com os últimos desenvolvimentos da tecnologia informática e investir em "soluções tecnológicas para apoiar missões da comunidade de inteligência dos EUA".

O jogo de realidade aumentada criado pela Niantic usa as câmeras e o GPS de milhões de usuários que literalmente "escaneiam" o que ocorre ao seu redor buscando seus "Pokémons"

Segundo esta teoria, esta tecnologia pode tornar os jogadores em "sondas de vigilância" que gravam seu ambiente, inclusive dentro de suas casas, espiando onde os satélites não podem chegar, por isso conclui que tal jogo seria um projeto encoberto da CIA.

Participe da discussão no Fórum Anti-NOM.

terça-feira, agosto 09, 2016

Gol deve estrear em setembro o primeiro avião com wi-fi a bordo

By on 9.8.16
A Gol deve começar a oferecer internet sem fio aos passageiros a partir de setembro. Será a primeira companhia aérea brasileira a oferecer o serviço, comum em empresas aéreas estrangeiras.
O passageiro poderá acessar o serviço do momento em que entrar no avião até a hora em que sair. A conexão wi-fi será cobrada, em frações: por hora, por exemplo, ou por dia. A Gol ainda não definiu o preço.
Para se ter uma ideia, a Gogo, empresa americana que provê a tecnologia para a Gol e outras companhias, tem em seu site pacotes de uma hora por US$ 5 (cerca de R$ 16) e de 24 horas por US$ 16 (cerca de R$ 51), entre outros.
A Gol começará com um avião, o Boeing 737-800 PR-GUK, que recebeu em maio, em Miami, o equipamento necessário para permitir a conexão via wi-fi via satélite.
Segundo Paulo Miranda, diretor de Produtos e Experiência do Cliente da Gol, a expectativa da empresa é que, até o final do ano, dez aeronaves tenham recebido o equipamento que possibilita o wi-fi.
A empresa pretende estender a tecnologia para toda a frota, cerca de 120 aviões, em dois anos –até o segundo semestre de 2018.
Falta autorização do governoA instalação no primeiro avião foi aprovada pela FAA, a agência reguladora de transportes dos Estados Unidos, onde a aeronave foi fabricada. Desde julho, o processo está sob análise da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a quem cabe a liberação final.
Ao Todos a Bordo, a Anac informou que analisa a documentação da Gol.
Enquanto isso, a aeronave aguarda no centro de manutenção da companhia aérea, no aeroporto de Confins (MG), a liberação para voar.
Além de wi-fi, a empresa oferecerá filmes e séries sob demanda, gratuitamente. No Brasil, a Latam já oferece entretenimento sob demanda em seus voos.
Wi-fi em outras aéreas brasileirasTambém está no radar de outras empresas a instalação de wi-fi a bordo.
A Latam disse estudar o tema e pretende oferecê-lo assim que concluir que a cobertura por satélite é satisfatória.
A Azul também informou estudar a viabilidade do wi-fi a bordo, mas ainda não há definição a respeito.
Em recente evento da Abracorp (Associação Brasileira de Viagens Corporativas), um executivo da Avianca sinalizou disposição de adotar o sistema. Procurada, a Avianca não negou nem confirmou a informação.
Fonte: Com informações do Blog Todos a Bordo/UOL - Via 180 graus

domingo, agosto 07, 2016

O Apocalipse Zumbi Pokémon já Começou: Ovelhas Obedientes Buscam Monstros Fictícios

By on 7.8.16
Até agora, você provavelmente já ouviu falar de Pokémon Go, o novo aplicativo de jogo de "realidade híbrida" que cobre localizações geográficas do mundo real com monstros virtuais que são coletados por pontos.

O que você ainda pode não saber é que o jogo foi na verdade desenvolvido por um grupo de frente de software financiado pela CIA para o propósito de usar todas as câmeras dos dispositivos móveis do público desmiolado para realizar o que chamo de "vigilância em massa redundante" de qualquer área que necessite de documentação em vídeo imediato pela CIA ou NSA. Ele é essencialmente uma máquina de espionagem da CIA fingindo ser um jogo.


Para realizar espionagem assistida do cidadão, os mestres do fantoche do jogo simplesmente colocam um monstro virtual em qualquer local de vigilância desejado, e hordas de seres humanos zumbis apocalípticos com cérebros totalmente mortos instantaneamente convergem em cena, todos apontando suas câmeras móveis para os "monstros" virtuais para que eles possam ganhar seus "pontos" virtuais. (Veja fotos bizarras e vídeo abaixo ...)

Conforme isso está acontecendo, o vídeo das câmeras dos jogadores selecionados está sendo transmitido à CIA em tempo real, juntamente com coordenadas GPS precisas dos locais dos jogadores. Quanto mais pessoas a CIA quiser reunir em uma área de interesse, maior o valor do monstro que eles colocam nesse local. Como estas fotos mostram, quando os monstros de alto valor aparecem em tais locais, hordas de jogadores de Pokemon correm para o local através de bicicletas, táxis, automóveis e até mesmo a pé... todos apontando suas câmeras para o alvo de alto valor e transmitindo vídeo em tempo real para a CIA.

Na prática, Pokemon Go é a maneira de transformar uma população obediente de seres humanos zumbis obedientes em coletores inadvertidos de inteligência acionável no terreno da CIA. Pokemon é o jogo que transforma cidadãos entediados obedientes em espiões domésticos altamente eficazes que estão involuntariamente trabalhando para o estado policial. Presencie essas cenas reais de localização do "monstro" do Pokemon Go, onde monstros de alto valor apareceram de repente e hordas de seres humanos estúpidos instantaneamente reuniram-se:








Se algo parece familiar, é porque a cena parece arrancada direto da série de apocalipse zumbi The Walking Dead da AMC:


Aqui está o vídeo:


Hoje, este mundo virtual aparece apenas em dispositivos móveis... em breve ele será exibido dentro de lentes de contato

Neste momento, os jogadores zumbis de Pokémon Go tem que ver a sobreposição virtual do jogo através de seus dispositivos móveis. É por isso que eles continuam a andar em penhascos, vagueiam no trânsito e literalmente se matam conforme olham fixamente sem pensar para suas telas de Pokémon na esperança de pegar algo que acreditam ser um monstro. Em Encinitas, Califórnia, dois homens andaram direito para um penhasco durante o jogo, mergulhando 24 metros no mundo real, onde não existe pontos atribuídos por ser incrivelmente estúpido. (A menos que você trabalhe para o governo federal, caso em que a estupidez máxima e incompetência você ganha bônus e aumento dos dias de férias.)

A próxima etapa do jogo, no entanto, fará a transição da realidade aumentada para peças oculares como o Google Glass que são usado sobre os olhos. Estes visores transparentes irão sobrepor monstros sobre a aparente imagem do mundo real, como visto pelos jogadores, eliminando a necessidade de olhar para dispositivos móveis. Em vez disso, você só vai ver essas pessoas distraídas passeando como drogados enlouquecidos, aparentemente desesperados para alcançar algo que realmente não existe.

E o passo futuro final será reforçado por lentes de contato de realidade onde gráficos HD em full motion são exibidos no interior de lentes de contato para criar a ilusão de realidade aumentada que os monstros Pokémon realmente está andando ao redor do mundo real. Neste ponto, desligar os jogadores de Pokémon da realidade será completo, e eles vão existir no capricho dos importantes do jogo (ou seja, Mestres) que decidem quais imagens, pessoas, veículos e eventos deixarão para os mundos virtuais que essas pessoas veem como o mundo real.

Pokémon demonstra a viabilidade tecnológica e social do controle da mente da realidade aumentada

Como você deve ter adivinhado, este não é apenas uma máquina de espionagem maciça, mas um sistema de controle da mente totalitária que acabará por ter o poder de afirmar o controle absoluto sobre tudo o que uma pessoa vê, ouve e experiências. As lentes de contato de exibição aumentada, quando combinada com câmeras embutidas na cabeça e fones de ouvido, podem censurar ativamente imagens ou mensagens de texto "não aprovadas" (ou seja, qualquer coisa que o governo não quer que você saiba), literalmente compilando texto que você não deveria ler, sobrepondo mensagens publicitárias e de controle social aprovadas pelo governo sobre as paredes de edifícios, estradas ou mesmo no céu no mundo real, colocando mensagens virtuais flutuantes de "Procurado" sobre as cabeças dos indivíduos identificados pelo governo como sendo "perigosos", e assim por diante. As possibilidades de controle absoluto da mente são ilimitados.

Se tal tecnologia vir a existir, isso significaria a desgraça total da liberdade humana e o domínio quase imparável da elite tecnocrática.

Uma resposta para tudo isso é, naturalmente, armas EMP de pequena escala que fritaria todos os aparelhos eletrônicos na área local, retornando as pessoas para a realidade, destruindo os circuitos que mantêm seus mundos virtuais (prisões mentais) que são controlados pelos tecnotarians dominantes. É por isso que há muito tempo compreendi que o destino da liberdade humana pode um dia depender de pequenos grupos de rebeldes que realizam atividades que podem incluir:



* Disparar armas EMP portáteis de pequena escala para desativar sistemas de controle tecnológicos dirigidos por regimes opressivos, ditatoriais sobre o mundo todo. (Coreia do Norte, alguém?)

* Realizar incursões armadas sobre robôs de IA para destruir e desativá-los.

* Hackear e assumir veículos por controle remoto ou robôs para comandar-los para o bem público.

* Tomar o controle de sistemas de realidade aumentada para sobrepor mensagens da verdade que aparecem em mundos virtuais .

Se as coisas não mudarem, o futuro dos seres humanos pode parecer assustadoramente semelhante aos zumbis reais. E se todas as pessoas que pensam que estão "à procura de monstros" tornarem-se os próprios monstros?

sábado, agosto 06, 2016

Piloto do Skyhawk da Marinha segue desaparecido

By on 6.8.16
O sumiço do piloto e do caça AF-1 Skyhawk da Marinha após um acidente durante um treinamento padrão de ataque a alvos de superfície na costa de Saquarema, Região dos Lagos, completa uma semana nesta terça-feira (2). Nenhum vestígio ou destroço da aeronave foi encontrado até o momento, segundo a Marinha, que também não divulgou o nome do piloto.

De acordo com o órgão, que abriu um Inquérito Policial Militar, também não há avanços na investigação sobre as causas que levaram ao choque das aeronaves do ar. O prazo para a apresentação de um parecer é de até 60 dias após a abertura do processo, no dia 27.


A Marinha revelou nesta terça-feira (2) que a aeronave era vista nos radares do mapa aéreo brasileiro e sumiu no ponto da queda, em Saquarema. O órgão informou ainda que o caça não possuía equipamento GPS (Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global), mas tinha dois equipamentos Personal Locator Beacon (PLB), espécie de localizador para o piloto. Eles estavam instalados no colete, com acionamento manual; e no assento ejetável, com acionamento automático durante a ejeção do assento. Entretanto, segundo a marinha do Brasil, "até o presente momento, não foi detectado qualquer sinal proveniente desses equipamentos".

As condições do mar de ressaca dificultam os trabalhos das equipes de busca e salvamento, mas a Marinha segue fazendo buscas sem interrupção na costa da Praia de Jaconé. O militar decolou com a aeronave em São Pedro da Aldeia na tarde de terça-feira (26) e não retornou. O órgão afirma que a queda foi vista pelo piloto do outro caça AF-1 Skyhawk, que também participava do treinamento e se envolveu no acidente. Ele retornou com segurança para a Base Aérea Naval.

Navio-sonda
O navio-sonda de Pesquisa Hidroceanográfico "Vital de Oliveira", da Marinha do Brasil, atua próximo à costa de Saquarema desde a quarta-feira (27) junto com outras embarcações. Helicópteros estão sobrevoando o mar para tentar encontrar vestígios do caça. Agentes dos bombeiros fazem varreduras na areia com quadriciclos. O navio tem 78 metros de comprimento, possui cinco laboratórios e tem capacidade para 130 pessoas. Entre os equipamentos estão ecobatímetros multifeixe, perfilador de velocidade do som e sonar de varredura lateral. A embarcação pode ser operada remotamente.

Do G1

sexta-feira, agosto 05, 2016

Elbit Systems mira Mectron

By on 5.8.16
A Elbit Systems, empresa de defesa israelense conhecida por fabricar drones e sistemas eletrônicos para aviação, planeja comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia no Brasil, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto.
Os ativos estão avaliados em cerca de US$ 50 milhões, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque a informação não é pública. Os ativos fazem parte da Mectron, unidade da Odebrecht Defesa e Tecnologia que desenvolve e fabrica produtos e sistemas de alta tecnologia para usos militares e civis.
A AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit, não quis comentar. A Odebrecht Defesa e Tecnologia disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que, “em relação à Mectron, a Odebrecht Defesa e Tecnologia segue em negociação com diversas empresas internacionais”, mas que “permanecerá no setor de defesa, mesmo diante do cenário desafiador, e mantém o compromisso de oferecer soluções estruturantes para o Brasil neste mercado”.
A unidade da Odebrecht, conhecida como ODT, registrou queda nas receitas depois que o governo reduziu o gasto com seu programa de submarinos nucleares pela metade em um momento em que as autoridades trabalham para reduzir o crescente déficit orçamentário em meio à pior recessão do país em um século.
A empresa controladora, que é o maior conglomerado de construção da América Latina, anunciou o congelamento dos novos investimentos no Brasil no ano passado porque a crise de crédito restringiu o acesso ao financiamento após a prisão do então presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, em junho de 2015, como parte da Operação Lava Jato.
Ele renunciou ao cargo para se concentrar em sua defesa e continua preso. Marcelo Odebrecht nega irregularidades.
A Elbit, que no ano passado obteve cerca de 11 por cento de suas receitas na América Latina, ganhou contratos no Brasil em um momento em que o governo está transferindo recursos militares convencionais para a proteção de sua infraestrutura e de seus recursos naturais, em particular na Amazônia e nas regiões costeiras ricas em petróleo.

Da Exame

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