GeoEstratégia, Aviação, Defesa, História, Conflitos, dentre outras coisas...

segunda-feira, julho 17, 2017

Militares israelenses compram drones capazes de lançar granadas

By on 17.7.17
A tecnologia é capaz de mudar completamente o mundo onde vivemos. Agora, chegou a vez da guerra. Militares israelenses compraram drones que são capazes de atacar alvos com armas e granadas.

Conforme relata o Engadget, os dispositivos são produzidos pela empresa norte-americana Duke Robotics. A aerodinâmica e a física dizem que não é possível prender uma arma em um drone e esperar que ele voe e ainda atinja o alvo, no entanto, a empresa planejou uma maneira de manter o zangão firme enquanto compensa o recuo da arma.

Aparentemente, o drone conta com um sistema de partes flexíveis que distribui o peso na hora do ataque para manter o dispositivo parado no ar. O sistema, por exemplo, permite que um drone de 4,5 kg se mantenha estável ao lançar uma granada ou carregar armas de até 10 kg.
A empresa afirma que o uso de drones remotos reduziria a necessidade de manter soldados na linha de frente, logo, reduziria o número de mortes.
Além de drones, os militares também devem estar cada vez mais armados tecnologicamente. 

O Olhar Digital divulgou recentemente que os militares russos desenvolveram um exoesqueleto à prova de balas com o objetivo de reduzir o cansaço dos soldados, e que os Estados Unidos estão trabalhando em uma armadura semelhante à do Homem de Ferro.


sexta-feira, julho 14, 2017

FAB começa a operar Satélite Geoestacionário

By on 14.7.17
O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD) deu início às transmissões nesta quarta-feira (5) e será controlado pela Força Aérea Brasileira (FAB).
O equipamento foi lançado ao espaço no dia 4 de maio a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. Nesse período foram feitos testes orbitais e testes coordenados pelos militares.
“O SGDC recebeu a carga útil da Banda X, que vai garantir mais segurança nas comunicações militares e ampliar a capacidade operacional da Forças Armadas”, explicou o Vice-Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE), Coronel Aviador Sidney César Coelho Alves.

 
O satélite foi o primeiro construído pelo País com fins militares e civis e deve impulsionar a implementação do Plano Nacional de Banda Larga. O satélite vai permitir que mais de sete mil computadores da rede pública sejam conectados à internet.
Ao todo, os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações investiram R$ 2,7 bilhões no projeto.

quarta-feira, julho 12, 2017

Russian Stormtrooper: Rússia cria exoesqueleto para seus soldados

By on 12.7.17
Que a Rússia é um país em que tudo pode acontecer, a gente já sabe. No entanto, você sabia que os seus soldados estão prestes a se transformar personagens de um filme genérico de ficção-científica? Pois é mais ou menos isso o que vai acontecer, já que o exército russo acaba de revelar um novo tipo de uniforme que parece ter sido retirado do cinema ou mesmo de um videogame.

O uniforme é, na verdade, um exoesqueleto desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Central para Construção de Máquinas de Precisão e funciona tanto como um equipamento de proteção avançada quanto como uma forma de otimizar o desempenho dos soldados. Isso porque ele foi projetado com uma tecnologia que diminui o cansaço dos combatentes. De maneira bastante resumida, é como se ele tivesse um motor interno que ajudasse o soldado em seus movimentos.

Porém, o que realmente chama a atenção no conceito de armadura é o capacete bastante diferente daqueles usados por outras forças de segurança. O design adotado aqui fica exatamente entre o usado pelos Stormtroopers, em Star Wars, e o capacete de Master Chief na série Halo, protegendo o usuário ao mesmo tempo em que intimida quem aparecer em seu caminho. 



Todo esse aparato serve para dar mais proteção aos soldados russos. O exoesqueleto conta com uma tecnologia de resistência avançado que protege seus usuários de balas e estilhaços em todo o corpo — o que facilitaria a sua atuação em qualquer campo de batalha. Além disso, o fato de a armadura ser motorizada permite que os soldados aguentem um confronto por muito mais tempo, já que o desgaste físico tende a ser menor.

Porém, pode ser que essa curiosa tecnologia ainda demore um pouco para sair do papel. Embora já haja protótipos prontos, o equipamento ainda é apenas um conceito e a expectativa é que a sua produção comece a ser feita somente nos próximos anos.

Via: Engadget – Via Canaltech

segunda-feira, julho 10, 2017

EUA se tocaram tarde demais que precisam de mais caças F-22

By on 10.7.17
Em maio de 2013 um drone Predador americano estava voando em águas internacionais, próximo ao Irã, quando um caça Phantom F-4 iraniano começou a se aproximar, com intenções de abate. Os EUA já estavam cientes, e na região tinham um F-22, stealth. Sem ser detectado o F-22 se aproximou pela traseira, voou para baixo do Phantom para checar o armamento, então nivelou ao lado do inimigo.
Achmed tomou o maior susto da sua vida quando ouviu no rádio o piloto americano, que provavelmente acenava enquanto falava Olha, você realmente deveria ir para casa.
Ninguém foi abatido naquele dia, nenhum tiro disparado e com sorte o iraniano até estava usando as calças marrons.
O F-22 teve seus problemas, mas ele ainda é a coisa mais avançada voando hoje em dia. É uma maravilha tecnológica levando os dois mais avançados computadores já instalados em um avião, e um deles é o backup. Ele voa com impunidade em qualquer cenário, sua tecnologia stealth torna qualquer combate covardia, mas por um tempo ele não foi desejado.
O primeiro voou em 1997, mas as especificações foram colocadas no papel em 1981. O objetivo era avançar os caças em uma geração, evitando a desvantagem estratégica em relação aos russos, que estavam começando a construir aviões realmente bons e em muito maior número.
O protótipo voou em 1991, foi aprovado e a politicagem foi ativada no grau máximo. A Lockheed Martin espalhou os fornecedores de componentes entre 46 estados dos EUA, a linha de produção envolvia 1.000 empresas e 95.000 trabalhadores. Um pesadelo logístico, um custo altíssimo mas ao menos assim o Senhor Deputado podia bater no peito e dizer que estava garantindo empregos para o seu estado.
O projeto original era produzir 750 caças, a um custo total de US$ 26,2 bilhões; mas como bom projeto de governo, chegou a custar US$ 62 bilhões por 183 aviões. Em dado momento surgiu uma opção que reduziria o custo total mas aumentaria o custo individual.
Em 2012 o custo estimado por F-22 era de US$ 412 milhões, ou seja: o sujeito pilotava com a ponta dos dedos, se arranhasse a pintura pagaria carnê pelo resto da vida.
Já em 2008 o F-22 estava sendo questionado. Ele foi projetado para uma guerra que não mais aconteceria: os russos agora eram amigos. Não faz sentido um avião de US$ 400 milhões quando seu inimigo são dois idiotas em um camelo. No martelo final foram produzidos 195 aviões dos 750.
Desses 195 187 são operacionais, o resto são unidades de demonstração, teste, etc.
Desses 187, somente 1/3 estão em condições de vôo, o resto está em upgrade ou manutenção preventiva.
O último F-22 saiu da linha de montagem em 2011: o ferramental foi aposentado, as linhas reorganizadas para produzir outros aviões, como o F-35, muita gente foi demitida, e a experiência se perdeu.
Aí alguém se tocou que o mundo mudou, que a Rússia não é mais boazinha, que a China está botando as manguinhas de fora, e que todos esses têm excelentes aviões. A Melhor Coréia não tem nada que voe e seja decente mas tem muitos mísseis, e isso também é ruim.
Em 2016 o Congresso pediu discretamente que alguém fizesse um estudo formal para reinstaurar a linha de produção do F-22. O estudo saiu, mas foi tão desastroso que o classificaram como secreto. O resultado confirmou o que todo mundo do meio havia dito: a produção do F-22 não deveria ter sido encerrada com tão poucas unidades, e agora vai sair caro, muito caro.
O consenso é que produzir 194 novos F-22 custaria US$ 50 bilhões. Pior, levaria cinco anos para a linha colocar o primeiro avião na rua.
Heather Wilson, secretária da Força Aérea já avisou que não há qualquer interesse em reativar a produção do F-22, isso significa que o foco está no novo caça de 6ª geração, a ser lançado por volta de 2030. Esperemos que os caras maus tenham paciência e não façam nada contra os EUA até lá…
Fonte: The Drive - Via Meio Bit

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