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quinta-feira, abril 27, 2017

Fim dos Sukhoi Su-22 e MiG-29: Polônia poderá comprar 100 aviões de combate

By on 27.4.17
O Ministério de Defesa da Polônia estuda a aquisição de até 100 aviões de combate para substituir os Su-22 de ataque (foto) e os caças MiG-29 operados pela Força Aérea Polonesa.

O Ministério do país está analisando diversas alternativas – incluindo Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon ou outro modelo, para encontrar a melhor solução. “Em pouco mais de um mês teremos uma ideia melhor se vale a pena adquirir F-16 usados dos EUA ou F-35 Lightning II novos”. De acordo com informações, foram ofertadas à Polonia variantes mais antigas que os modelos F-16C/D Block 52+ usados atualmente pela Força Aérea da Polonia.
Essa opção envolveria 96 F-16 usados por US$ 24 milhões cada para substituir 32 MiG-29 e 32 Su-22. Para o Ministério da Defesa, “no momento seria um erro adquirir os F-35 devido a seu elevado custo. Se a Polônia tivesse entrado no programa há uns cinco anos, a indústria do país poderia estar envolvida. Com o tempo, a disponibilidade do F-35 aumentará causando uma redução sensível do seu preço atual.

Mais F-16 ou F-35? Polônia estuda substituto dos seus SU-22 e MiG-29

By on 27.4.17

O Ministério da Defesa da Polônia está escolhendo caças para reequipamento de sua Força Aérea. Autoridades militares do país estão analisando os caças americanos multifuncionais F-16 e F-35, que devem substituir os soviéticos SU-22 e MiG-29, informa o Ministério, citando o vice-ministro, Bartosz Kownacki.

 De acordo com Kownacki, a condição atual da aviação militar da Polônia em comparação a outras forças armadas pode ser considerada "aceitável", pois possui 48 caças F-16 de um e de dois lugares. Ao mesmo tempo, o vice-ministro notou que esta quantidade é insuficiente.

"Os antigos aviões SU-22 e MiG-29 devem ser substituídos por aviões de nova geração, mas a decisão se serão substituídos por F-16 ou por outros, por exemplo, por F-35, deve ser analisada pelo Ministério da Defesa", declarou Kownacki.

"Deve-se levar em consideração decisões razoáveis, pois somente elas devem ser analisadas a tempo", adicionou vice-ministro.

De acordo com ele, a partir de 2030 Varsóvia planeja aumentar as despesas da defesa de 2% do PIB para até 2,5% do mesmo.

Do Sputnik

quarta-feira, abril 26, 2017

Marinha do Brasil de fato negocia HMS Ocean

By on 26.4.17

O governo brasileiro está negociando a compra do porta-helicópteros britânico HMS Ocean para substituir o navio-aeródromo São Paulo, desativado pela Marinha em fevereiro deste ano.

Construído na década de 90 e ativo há 19 anos nas águas do Reino Unido, o HMS tem o preço estimado de R$ 312 milhões e previsão de ser “aposentado”pelos ingleses em 2018.

A negociação começou, segundo o site inglês UK Defense, há três semanas, durante a LAAD Defence & Security 2017, maior feira de defesa e segurança da América Latina, realizada no Rio de Janeiro.


A embarcação inglesa é um navio de assalto anfíbio, com capacidade para transportar uma força de até 830 fuzileiros, além da sua tripulação e grupo aéreo, e transportar até 12 helicópteros pesados e seis de tamanho médio.

O HMS Ocean ainda pode ser usado como navio almirante, pois possui um hospital e uma central de dessalinização que produz 80 toneladas de água doce por dia.

Segundo a Marinha, a desmobilização do São Paulo foi decidida após a constatação de que o programa de modernização previsto para o navio brasileiro teria altíssimo custo, além de conter incertezas técnicas e necessitar de um longo tempo para ser concluído – aproximadamente dez anos.

De acordo com o órgão, a obtenção de um novo conjunto de navio-aeródromo e aeronaves é considerada a terceira prioridade de aquisições da Marinha, logo após o Programa Nuclear e o Programa de Construção das Corvetas Classe Tamandaré.


Em comunicado, o comando afirmou que o custo dessa nova aquisição será potencialmente menor que o de modernização do NAe “São Paulo” e da compra de novas aeronaves compatíveis com esse transporte, já que tais modelos deverão estar no final de sua vida quando se terminasse a modernização.

Apesar do interesse, a Força Naval informou a O TEMPO que a compra não está fechada. “Não foi nada além de um diálogo durante a participação em uma feira de defesa que aconteceu no Rio de Janeiro. Demonstramos interesse em saber detalhes desse navio-aeródromo, mas nenhum negócio foi oficialmente fechado. Outros países também conversaram com os ingleses”, afirmou o tenente Strebi, da assessoria de imprensa da Marinha do Brasil.

Até o recebimento de outro navio-aeródromo, as operações de batalha naval – embora o país não tenha histórico de envolvimento em guerras – com uso de aviação de asa fixa serão distribuídas na Base Aérea Naval e em outras instalações de terra.


Para o especialista em Relações Internacionais, Estratégias e Políticas de Defesa, jornalista Marcelo Rech, a compra, na atual conjuntura, é desnecessária. “As estruturas da Marinha já existentes podem, a princípio, arcar com as demandas navais”, afirma.

Rech, porém, não vê problemas no fato de o país adquirir um equipamento em fim de vida útil em outro país. “A nossa realidade é diferente de outros países que convivem com ameaças de guerra todo o tempo. O país tem responsabilidades como fiscalização, patrulhamento e vigilância das fronteiras aquáticas, mas que não exigem algo tão novo”.

Problemas
Em sua passagem pelo Brasil em 2010, o HMS Ocean apresentou vários problemas, inclusive de motor, segundo o especialista Luiz Padilha disse ao site Defesa Aérea e Naval; “Toda Marinha quando vai dar baixa num navio para de gastar dinheiro ele. A pergunta é como ele estará em 2018”, disse Padilha.


Do Tempo

China lança seu 1º porta-aviões construído totalmente no país

By on 26.4.17
 A China lançou hoje (26) seu segundo porta-aviões, o primeiro construído totalmente nos estaleiros do país. A unidade militar foi colocada em águas marítimas por volta das 9h locais, com uma cerimônia oficial. 

O porta-aviões, que recebeu o nome provisório de "Type 001A", segue os moldes do outro que a China já possui, chamado "Liaoning" e cujo casco fora fabricado na antiga União Soviética. 

O novo porta-aviões, por sua vez, foi produzido nos estaleiros de Dalian e precisará de cerca de dois anos para que seja totalmente equipado e consiga fazer testes no mar. O porta-aviões terá propulsão convencional, e não nuclear, e levará o avião de combate Shenyang J-15. 

A apresentação do novo equipamento da China ocorre em um momento de elevada tensão na Ásia, com trocas de ameaças entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte. 

Do Terra



Tensão internacional

O lançamento ocorre em meio à crescente tensão internacional envolvendo os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte.

O presidente americano, Donald Trump, anunciou o envio do porta-aviões Carl Vinson à zona da península coreana, com o objetivo de pressionar a Coreia do Norte.

Apesar de a China também denunciar o programa nuclear de seu vizinho, Pequim pediu a Washington que tenha moderação no caso norte-coreano.

Há anos a China tenta modernizar suas Forças Armadas, especialmente a Marinha, como parte de suas aspirações no Mar da China Meridional, região cuja soberania é disputada por vários países.

Mas as Forças Armadas chinesas estão longe de rivalizar com o poderio militar dos Estados Unidos, que possuem uma dezena de porta-aviões operacionais, assim como cerca de 600 bases militares em quase 50 países.

Os novos porta-aviões chineses constituem no momento uma questão de prestígio para a China, observa James Char, especialista da escola S. Rajaratnam de estudos internacionais de Cingapura.

"É muito pouco provável que representem uma ameaça para os Estados Unidos, se for levado em conta o avanço tecnológico dos porta-aviões americanos", destacou.

Só se poderá falar de importância tecnológica no dia em que os porta-aviões chineses dispuserem de propulsão nuclear e forem capazes de lançar seus aviões, acrescenta o especialista.

Do G1

Pequim lançou oficialmente nesta quarta-feira seu segundo porta-aviões, construído totalmente nos estaleiros chineses, em um contexto de grandes investimentos em suas forças armadas e reforçando seu status de grande potência capaz de rivalizar com os Estados Unidos. 

Não faltou corte de fita nem o quebrar de uma garrafa de champanhe contra o casco do navio, construído nos estaleiros de Dalian, segundo a agência oficial Xinhua, que não informou sobre a data prevista para sua colocação em serviço, nem o nome da embarcação.A China já dispunha de um porta-aviões, o "Liaoning", cujo casco foi fabricado na antiga União Soviética.

Serão necessários cerca de dois anos até que o novo porta-aviões esteja completamente equipado para realizar seus primeiros testes no mar, opinou a especialista em China do Instituto de Pesquisa Estratégica da Escola Militar francesa, Juliette Genevaz. "A construção de um primeiro porta-aviões por parte da China constitui sem dúvida um acontecimento histórico porque a eleva ao posto das poucas potências militares mundiais capazes de fazer isso, junto com os Estados Unidos, a Rússia, a Grã-Bretanha, a França, a Itália e a Espanha", observou Genevaz.

O porta-aviões terá propulsão convencional e não nuclear, e transportará principalmente os Shenyang J-15, o avião de combate da força aeronaval chinesa, segundo o ministério da Defesa. 

  

O lançamento ocorre em meio à crescente tensão internacional envolvendo os programas nuclear e balístico da Coreia do Norte.O presidente americano, Donald Trump, anunciou o envio do porta-aviões Carl Vinson à zona da península coreana, com o objetivo de pressionar a Coreia do Norte.Apesar de a China também denunciar o programa nuclear de seu vizinho, Pequim pediu a Washington que tenha moderação no caso norte-coreano. 

Há anos a China tenta modernizar suas Forças Armadas, especialmente a Marinha, como parte de suas aspirações no Mar da China Meridional, região cuja soberania é disputada por vários países.Mas as Forças Armadas chinesas estão longe de rivalizar com o poderio militar dos Estados Unidos, que possuem uma dezena de porta-aviões operacionais, assim como cerca de 600 bases militares em quase 50 países.Os novos porta-aviões chineses constituem no momento uma questão de prestígio para a China, observa James Char, especialista da escola S. Rajaratnam de estudos internacionais de Cingapura."É muito pouco provável que representem uma ameaça para os Estados Unidos, se for levado em conta o avanço tecnológico dos porta-aviões americanos", destacou.Só se poderá falar de importância tecnológica no dia em que os porta-aviões chineses dispuserem de propulsão nuclear e forem capazes de lançar seus aviões, acrescenta o especialista.

No início do ano, Pequim anunciou um incremento de 7% em seu orçamento militar, que passou a 156 bilhões de dólares, mas ainda muito distante dos 628 bilhões de dólares do orçamento de Defesa americano.

Do UOL


 
A China apresentou seu primeiro porta-aviões construído no próprio país nesta quarta-feira, em meio à tensão crescente relativa à Coreia do Norte e aos temores com a assertividade chinesa no Mar do Sul da China.
 
A mídia estatal citou especialistas militares segundo os quais o segundo porta-aviões da China, construído no porto de Dalian, no nordeste do país, não deve entrar em ação antes de 2020, quando deve estar equipado e armado.

Analistas militares estrangeiros e a mídia chinesa publicaram imagens de satélite, fotos e notícias sobre o desenvolvimento da embarcação durante meses, e a China confirmou sua existência no final de 2015.

A apresentação “mostra que o projeto nativo e a construção do porta-aviões de nosso país obtiveram grandes resultados passo a passo”, relatou a agência de notícias Xinhua.

A TV estatal mostrou o navio, cujo convés foi decorado com bandeiras vermelhas, sendo rebocado para seu ancoradouro.

Fan Changlong, vice-presidente da poderosa Comissão Militar Central da China, comandou a cerimônia, disse a Xinhua, durante a qual uma garrafa de champanhe foi quebrada na proa.

O lançamento ocorre na sequência da comemoração do 68º aniversário da fundação da Marinha chinesa, no domingo, tendo como pano de fundo a renovação das tensões entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos devido aos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

Pouco se sabe do programa de porta-aviões chinês, que é um segredo de Estado, mas o governo disse que o projeto do novo exemplar aproveitou as experiências do primeiro porta-aviões do país, o Liaoning, comprado de segunda mão da Ucrânia em 1998 e adaptado na China.

O novo porta-aviões de propulsão convencional poderá operar os caças chineses Shenyang J-15.

Diferentemente dos porta-aviões de propulsão nuclear e de maior alcance da Marinha dos EUA, os dois da China têm proas com rampas inclinadas de estilo soviético, cujo objetivo é dar aos caças impulso suficiente para decolar de seus conveses mais curtos. Mas carecem da poderosa tecnologia de catapulta de lançamento de aeronaves de suas contrapartes norte-americanas.

De Exame

terça-feira, abril 25, 2017

Realista Turquia põe em serviço novo navio anfíbio evoluido de projeto americano que pode percorrer 9 mil km sem reabastecer

By on 25.4.17

A Turquia apresentou seu novo navio anfíbio de desembarque Bayraktar, construído no âmbito do projeto Landing Ship Tank (LST), informou a agência turca Anadolu.

O Bayraktar é o primeiro dos navios construídos no contexto deste projeto, sendo que ele é capaz de fazer frente a ataques atômicos, biológicos e químicos.

A embarcação mede 139 metros de cumprimento, 19,6 metros de altura e pesa 7.254 toneladas. Vale assinalar que 71% das tecnologias usadas na construção do navio são turcas, comunicou a Anadolu.
 
O navio é capaz de transportar cerca de 1.200 toneladas de carga ou vários tanques, veículos blindados e outros meios de transporte.

A autonomia do Bayraktar é de 30 dias, em outras palavras, a embarcação pode percorrer mais de 5 mil milhas náuticas (cerca de 9 mil quilômetros) sem reabastecer.

A Turquia é um dos 10 países no mundo capazes de desenhar e construir os navios militares, assegurou o ministro da Defesa turco, Fikri Isik, durante sua intervenção na cerimônia de lançamento à água da embarcação.

A Secretaria da Indústria Militar turca celebrou um acordo com a empresa Havelsan sobre a realização do projeto LST de construção de navios anfíbios para a Marinha do país.

Do JB
 



Triângulo das bermudas do Alasca está intrigando cientistas

By on 25.4.17
O Triângulo dos Bermudas, localizado no oceano Pacífico entre as ilhas de Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale, na Flórida, já é um velho conhecido dos teóricos da conspiração.




O que pouca gente sabe é que nos confins do Alasca (EUA), também existe uma região semelhante e envolvida em misteriosos desaparecimentos. Conhecido popularmente como Triângulo do Alasca, a região está localizada entre morros de uma paisagem intocada que corta quatro regiões do estado, desde o deserto e fiordes do Sudeste, até a tundra e cordilheiras do Ártico. Os pontos que caracterizam seu “triângulo” estão dispostos entre a faixa de terra de Juneau e Yakutat, no Sudeste, na cordilheira de Barrow, ao Norte, e Anchorage, na região central do estado.

O número de pessoas que já desapareceram ali é consideravelmente alarmante. Até mesmo os índios nativos, que vivem nas proximidades de Juneau, consideram o local intrigante. Segundo eles, um espírito maligno, chamado Kushtaka, proveniente do cruzamento de um homem e uma lontra, é quem captura as pessoas que passam por ali, levando-as para seu reino onde nunca mais serão vistas novamente.

Mito à parte, estima-se que, desde 1988, cerca de 16 mil pessoas tenham desaparecido sem deixar vestígios nesta anômala região, de acordo com informações da Animal Planet. Apenas em 2007, tropas estaduais sinalizaram cerca de 2.833 notificações de pessoas desaparecidas no triângulo. Comparado aos 670 mil habitantes do Alasca, esse número chega a ser maior do que a média geral de desaparecimentos, que é de 4 para 1.000 pessoas.

Ainda, junto a essas notificações, as autoridades supervisionaram uma série de operações de busca e resgaste. Os números de 2007 apontam que foram feitas 42 missões relacionadas a caminhantes que não voltaram, 85 a velejadores que não chegaram a seus destinos e 100 associadas a operadores de máquinas de remover neve que nunca mais foram vistos.
 
O que há por trás desses desaparecimentos?
Um grupo de caçadores de aventuras – chamados Alaska Monsters – tentou responder esse mistério. Sem medo, eles cavalgaram pelas florestas nas escuras noites do Alasca, a fim de rastrearem os “monstros” que acreditam ser responsáveis pelos desaparecimentos. Zona por zona, os exploradores analisaram todo o triângulo do Alasca, abordando todas as potenciais pistas que poderiam ajudar a solucionar esse mistério de longa data.

O episódio do programa foi ao ar em fevereiro de 2016, mas você pode conferi-lo no vídeo (em inglês) abaixo.Neste, o objetivo é analisar o mito do Pé Grande, muito associado aos desaparecimentos ocorridos no Triângulo do Alasca.


Do Jornal da Ciência - [ Animal Planet ] [ Fotos: Reprodução / Animal Planet ]

segunda-feira, abril 24, 2017

Eurofighter Typhoon II de numero 500 é entregue a Itália

By on 24.4.17
A Força Aérea italiana recebeu o exemplar de numero 500º do Eurofighter Typhoon II. A aeronave foi entregue na unidade Leonardo de Turim.

"A frota de 500 Eurofighter Typhoon II representa uma das maiores forças do hemisfério oeste e sera a espinha dorsal da força militar da Europa durante as próximas décadas", disse o CEO da Eurofighter Jagdflugzeug, Volker Paltzo na cerimonia de entrega. 
As forças armadas da Europa tem operado o Typhoon II desde 2003, quando o primeiro foi entregue à Real Força Aérea (RAF). O 100º. caça foi recebido pela RAF em setembro de 2006 e a Força Aérea Alemã recebeu o 400º em 2013.
O Eurofighter é fruto da colaboração de três importantes contratantes da indústria de Defesa, como a Airbus, BAE Systems e Leonardo. Entre os clientes estão as forças armadas da Grã-Bretanha, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria e Arábia Saudita.

sábado, abril 22, 2017

Ingleses compram tanque de guerra e acham barras de ouro escondidas no blindado

By on 22.4.17
Nick Mead e Todd Chamberlain administram a Tanks-a-Lot, empresa em Helmdon (Inglaterra) que compra blindados fora de atividade e os reforma. Estão acostumados a buscar preciosidades.

Eles só não esperavam encontrar uma outra preciosidade ao adquirir por cerca de R$ 117 mil um tanque russo T54/69 para a coleção de mais de 150 veículos militares.

Quando restauravam o blindado, a dupla foi verificar se havia munição no tanque de combustível. Não havia. Havia, na verdade, em vez de diesel, cinco barras de ouro (cada uma pesando 5 quilos), avaliadas em R$ 7,8 milhões, segundo estimativa da dupla.

Os ingleses acreditam que as barras tenha sido saqueadas por militares iraquianos de algum palácio durante a invasão do Kuwait, que deu origem à Guerra do Golfo, em 1990. O tanque foi capturado pelas forças britânicas e enviado para o Reino Unido.

Nick e Todd entregaram o ouro à polícia, contou o "Sun". Ficaram apenas com um recibo emitido pela força policial. O destino do ouro foi um depósito em Londres.

Do O Globo

sexta-feira, abril 21, 2017

Portugal vai submeter parte de sua frota de F-16 a um programa de Upgrade

By on 21.4.17
A Força Aérea Portuguesa está a optar por reparar as aeronaves F-16 em vez de as modernizar, indo ao encontro do consórcio de países europeus que utilizam este tipo de aviões, informa o “Diário de Notícias” desta quarta-feira. Ao utilizar os F-16 de quinta geração, comprando novos, os custos seriam dez vezes superiores e implicaria um investimento maior.
De acordo com fontes militares contactadas pelo jornal, modernizar os 30 F-16 disponíveis no país dessa forma envolveria um investimento da ordem dos 500 milhões de euros, ou seja, 16,6 milhões cada um (valores indicativos). Segundo explicaram as fontes das forças de defesa nacional ao DN, seguir o exemplo dos restantes países seria uma medida “onerosa [e] prematura face ao potencial de exploração ainda existente”, conforme está estipulado na Lei de Programação Militar.
Em meados de março, aquando da visita de Marcelo Rebelo de Sousa ao Comando Aéreo de Monsanto, a Força Área Portuguesa aproveitou a ocasião para avançar com números nunca antes conhecidos: no ano passado, parelhas de F-16 descolaram 21 vezes para deter aeronaves suspeitas que entraram no perímetro sob jurisdição portuguesa. A informação, que foi avançada pelo “Expresso”, indicou que o Brigadeiro-General Paulo Mateus referiu, por exemplo, o caso das aeronaves russas, mas não se prolongou mais nas explicações sobre as missões.

quinta-feira, abril 20, 2017

Nasa anuncia ter encontrado condições para vida em lua de Saturno

By on 20.4.17
Encélado, uma pequena lua na órbita de Saturno, pode abrigar vida, segundo um anúncio da Nasa nesta quinta-feira. A agência espacial dos Estados Unidos revelou a descoberta de um oceano subterrâneo com várias condições que possibilitariam a existência de organismos vivos.

As descobertas foram detalhadas em artigo publicado na revista científica Science. A agência, no entanto, deixa claro que a descoberta de hoje não significa que qualquer tipo de ser biológico já foi encontrado. O anúncio apenas aponta que existe água, os componentes químicos e as fontes de energia necessárias para que a vida se prolifere.

De acordo com os cientistas, Encélado tem uma superfície congelada, mas por baixo dela está um oceano de água salgada com níveis de hidrogênio, produzido como uma reação entre a água quente e rochas, que indicam que há fontes de energia como as fontes hidrotermais que são encontradas no planeta Terra e que poderiam gerar o calor o suficiente para sustentar vida.

Para quem não sabe, as fontes hidrotermais são os espaços em que a água do mar se encontra com o magma, formando nuvens de elementos químicos. Na Terra, essa situação é altamente favorável para a proliferação de vida, com ecossistemas inteiros do fundo do oceano sobrevivendo dessa forma; os cientistas acreditam que o mesmo possa acontecer em Encélado.

As suspeitas com Encélado datam de 2015. Na ocasião, a sonda espacial Cassini passava perto da lua e acabou detectando uma nuvem de vapor que conseguiu escapar pelos vãos da superfície congelada. Foram detectados água, gelo, metano, sais, outros compostos de carbono e silicatos, segundo os pesquisadores. Os elementos químicos servem como alimento para micro-organismos na Terra e poderiam fornecer a energia para micróbios na lua de Saturno também.

Com isso, a lua se junta a Marte, que já teve água líquida detectada, como principais candidatas a abrigar a vida como conhecemos no nosso Sistema Solar. Outro possível nome é Europa, na órbita de Júpiter, que deve receber uma sonda na próxima década para estudar melhor a situação com instrumentos para medir calor e penetrar o gelo atrás de fontes hidrotermais. A agência indica que há algumas evidências como as de Encélado que apontam a possibilidade de existência de condições para vida.

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