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quarta-feira, maio 24, 2017

Venezuela possui 5 mil mísseis IGLA

By on 24.5.17
A Venezuela possui 5 mil mísseis terra-ar do tipo MANPADS fabricados na Rússia, de acordo com um documento militar analisado pela Reuters. De acordo com a agência, esse é o maior estoque conhecido na América Latina e uma fonte de preocupação para as autoridades dos Estados Unidos em um momento de tumulto crescente no país produtor de petróleo.
O governo socialista da Venezuela usa há tempos a ameaça de uma invasão "imperialista" dos Estados Unidos para justificar um reforço no armamento. Grande parte do arsenal foi obtido da Rússia pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, que ficou no poder de 1999 até sua morte em 2013.
Os mísseis que podem ser operados por uma única pessoa, já que são lançados apoiados no ombro, representam uma ameaça séria a aeronaves comerciais e militares.
Especialistas em armamento dizem que há tempos se teme que as armas possam ser roubadas, vendidas ou de alguma maneira direcionadas a mãos erradas, uma preocupação exacerbada pelos confrontos civis em curso na Venezuela e pela crise econômica que abala a nação produtora de petróleo.
De acordo com uma apresentação militar venezuelana testemunhada pela Reuters, o país sul-americano tem 5 mil mísseis SA-24 do tipo sistema de defesa aérea de uso portátil (MANPADS, na sigla em inglês), também conhecidos como Igla-S.
O documento visto pela Reuters oferece o relato mais completo até o momento do arsenal de armas. Registros públicos de armas confirmam o grosso dos números vistos na apresentação militar.
O governo da Venezuela e autoridades militares não responderam a pedidos de comentário sobre a informação. 

Do G1

terça-feira, maio 23, 2017

Trump assina contrato de 110 bilhões de dólares para venda de armas à Arábia Saudita

By on 23.5.17
Para um presidente que não gosta de viagens longas e cuja campanha eleitoral foi marcada pela retórica anti-islâmica, aterrissar uma bela manhã na Arábia Saudita não parece ser o melhor começo. Mas Donald Trump chegou neste sábado a Riad, no Marrocos, para fazer a única coisa que sabe: discutir negócios e fechar acordos. Poucas horas depois de desembarcar, assinou o maior contrato de venda de armas da história norte-americana, num valor de 110 bilhões de dólares (358 bilhões de reais) para modernizar o segundo Exército mais bem equipado do Oriente Médio, atrás do de Israel. No início da sua primeira grande viagem internacional como presidente – na qual, além da Arábia Saudita, visitará também Israel, Palestina, Vaticano, Bélgica (sede da UE e da OTAN) e Itália (cúpula do G7) –, o mandatário republicano se dispõe a estreitar as relações de Washington com a dinastia dos Saud, com as monarquias do Golfo e com os cerca de 50 países muçulmanos sunitas, aos quais enviará no domingo uma mensagem de unidade contra o jihadismo e a expansão político-militar do Irã xiita.

De bengala, o rei Salman, de 81 anos, recebeu efusivamente o casal presidencial junto à escadaria do avião Air Force One. As imagens do canal Al Jazira mostraram o monarca saudita apertando a mão de Trump e da sua esposa, Melania, que tinha a cabeça descoberta, como fizeram recentemente a chanceler alemã, Angela Merkel, e a primeira-ministra britânica, Theresa May, durante visitas ao reino conservador. Há dois anos, entretanto, Trump criticou pelo Twitter a então primeira-dama Michelle Obama por não usar o véu islâmico em circunstâncias similares. A deste sábado foi uma recepção com tapete vermelho oficial e grande pompa, bandeiras norte-americanas ladeando a rota do aeroporto por avenidas vazias, decoradas com fotos do monarca saudita e do presidente norte-americano com o lema “Juntos, nós triunfamos”. A participação popular foi escassa.
O presidente viaja acompanhado também da sua filha Ivanka, igualmente com a cabeça descoberta, e por seu genro Jared Kushner, a quem a imprensa norte-americana atribui um papel chave na mediação para fechar o contrato com as principais companhias de armamentos dos EUA. Também o acompanham o secretário de Estado, Rex Tillerson, e Sean Spicer, porta-voz da Casa Branca, entre outros altos funcionários da Administração.
A Arábia Saudita demonstrou entusiasmo em reeditar a aliança selada com Washington desde a Segunda Guerra Mundial, superando um período de desconfiança durante o mandato de Barack Obama, recebido há um ano com extrema frieza em sua última visita. O Exército do reino, que conta com 227.000 soldados, é o quarto maior comprador de armas do mundo, com um gasto de 63,7 bilhões de dólares em 2016, segundo o Instituto Internacional de Estocolmo para a Pesquisa da Paz (SIPRI, na sigla em inglês). A hegemonia da sua Força Aérea no Golfo se baseia precisamente na superioridade dos caças F-15 de fabricação norte-americana, que serão reforçados agora com a aquisição de 84 F-15 SA, a versão mais moderna do caça-bombardeiro, assim como de 150 helicópteros Black Hawk Apache e de sistemas de mísseis.
“O contrato de material e serviços de defesa referenda nosso antigo apoio à segurança da Arábia Saudita e do Golfo perante as ameaças iranianas e contribui para incrementar a luta antiterrorista saudita na região de modo a liberar a carga que recai sobre as tropas dos EUA”, destacou um porta-voz da Casa Branca citado pela agência France Presse.
No plano civil, Riad assinou acordos comerciais com duas dezenas de empresas norte-americanas, como Boeing e Citibank, que pela primeira vez poderão controlar 100% do capital de seu investimento no país árabe. A companhia General Electrics anunciou contratos no valor de 15 bilhões de dólares (48,8 bilhões de reais) no marco do programa saudita de diversificação da sua economia, predominantemente dependente do petróleo.
À margem da consolidação da relação bilateral com Riad – que ganha com essa visita o aval de Trump como maior eminência no mundo islâmico, da África à Ásia –, o presidente aspira a reconstruir no domingo as pontes dos EUA com mais de 1,2 bilhão de muçulmanos de todo o planeta. Com sua mensagem na capital saudita, empreenderá uma radical guinada revisionista na estratégia de seu antecessor na Casa Branca.
O discurso de Barack Obama no Cairo insistindo nas reformas democráticas, em 2009, e o acordo nuclear com Teerã para tentar promover a estabilidade na região, em 2015, vão se permutar previsivelmente em um auto de fé de reconhecimento das autocracias que regem a vida de quase um quinto da humanidade, e numa ampla frente de rechaço ao desafio expansionista iraniano na Síria e no Iêmen. “Vou falar com os líderes dos países islâmicos para insistir com eles para combaterem o ódio e o extremismo e impulsionarem um futuro pacífico para sua religião”, disse o presidente antes de iniciar sua viagem, deixando para trás o discurso político da campanha eleitoral, quando chegou a propor que todos os muçulmanos fossem proibidos de entrar nos EUA.
“Ele pedirá aos nossos sócios que deem passos decididos para enfrentar o Estado Islâmico, a Al Qaeda e quem mais perpetuar o caos e a violência que golpeiam o mundo islâmico e além”, acrescentou seu assessor de Segurança Nacional, Hebert Raymond McMaster. “Será um discurso que pretende nos unir contra os inimigos de todas as civilizações e mostrar nosso compromisso com os aliados muçulmanos”, enfatizou o ex-general McMaster, um militar respeitado por sua visão intelectual e que rejeita a islamofobia.
A mensagem dessa que já foi batizada como a grande cúpula do mundo islâmico com os EUA se dirige acima de tudo à luta contra o jihadismo. Trump quer deixar claro que derrotar o Estado Islâmico é a prioridade máxima da sua política internacional. Para isso, proporá ajuda financeira, militar e de inteligência às forças que combaterem o EI em campo. O Governo saudita inaugurará durante a vista do mandatário um observatório digital das atividades jihadistas, com o objetivo de rebater sua guerra ideológica e a captação de combatentes e ativistas na Internet.
Mas essa mesma estratégia de cooperação terá também a função de frear a expansão militar do Irã e de suas tropas xiitas aliadas na região, como o grupo libanês Hezbollah na guerra da Síria (320.000 mortos, 145.000 desaparecidos, cinco milhões de refugiados...) e a rebelião Huthi no Iêmen (10.000 mortos, fome, epidemias...), respaldada por Teerã e combatida por Riad e seus aliados. Paralelamente a esses encontros, terá lugar um fórum sobre a luta contra o terrorismo e o extremismo, patrocinado pela coalizão militar islâmica antiterrorista, criada em 2015.
Em Riad, epicentro da rigorosa tradição muçulmana wahabita, do rigor religioso de onde o extremismo brotou, a chegada de Trump e seu séquito propiciou um espetáculo incomum. O cantor de country Toby Keith atuará na noite deste sábado junto ao músico saudita Rabeh Sager, diante de uma plateia exclusivamente masculina e adulta na capital do reino. Keith é conhecido por suas letras nacionalistas, nas quais elogia a missão das tropas norte-americanas no Afeganistão e Iraque, e pelos temas nos quais menciona as delícias do álcool nos bares que ele frequenta no Meio Oeste dos EUA.



segunda-feira, maio 22, 2017

Quatro meses depois, FAB não dá detalhes de investigação sobre queda de avião de Teori

By on 22.5.17
Durante o turbilhão de manifestações nas redes sociais que sucedeu a revelação de diálogos comprometedores envolvendo o presidente Michel Temer, chamou a atenção o desabafo feito pelo advogado Francisco Prehn Zavascki, filho do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, morto na queda de um avião no litoral fluminense em janeiro deste ano.

Ao criticar o PMDB por tentar barrar a Operação Lava-Jato "a qualquer custo", o advogado afirmou: "não tenho como não pensar que não mandaram matar meu pai". "Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?", questionou em um post no Facebook, que foi apagado logo depois.
Passados quatro meses da queda do avião, a Força Aérea Brasileira mantém sigilo sobre a apuração das causas do acidente, conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

De acordo com o piloto e escritor Ivan Sant'Anna, estudioso em desastres aéreos, o anúncio da conclusão da investigação deve se estender por até dois anos.
— Essa demora é normal. Seria irresponsabilidade da Aeronáutica divulgar um laudo antecipado — afirma Sant'Anna.
Para ele, o acidente foi provocado por falha humana, possivelmente por uma desorientação espacial do piloto, que não teria percebido a distância que estava da água quando se aproximava da pista do aeroporto de Paraty. O King Air, um bimotor com capacidade para oito pessoas, caiu ao bater com uma das asas no mar. Além de Teori, então relator da Operação Lava-Jato no STF, morreram mais quatro pessoas.
Análise preliminar de áudio coletado do gravador de voz da cabine do bimotor não apontou anormalidade nos mecanismos da aeronave, segundo revelou um exame inicial do Cenipa, em fevereiro. Zero Hora encaminhou e-mail ao Cenipa, solicitando novas informações, mas não obteve resposta.

Terá sido virus? Nasa vai substituir computador que controla sistemas importantes e apresentou defeito neste sábado.

By on 22.5.17
Uma dupla de astronautas vai se aventurar do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS) nesta terça-feira (23) em uma caminhada espacial de emergência para substituir um computador que apresentou defeito neste sábado. 

Trata-se de um dos dois computadores que controlam sistemas importantes da estação, como radiadores, painéis solares e circuitos de refrigeração.
Desde sábado, a estação espacial está dependente de um sistema de backup. A tripulação atual do laboratório orbital, composta por cinco membros dos Estados Unidos, França e Rússia, não está em perigo, segundo a Nasa.
A atual comandante da estação, Peggy Whitson, e o engenheiro de voo Jack Fischer serão os responsáveis pela tarefa, que deve durar duas horas. Neste domingo, Whitson testou o equipamento que substituirá o computador defeituoso, que foi instalado no dia 30 de março.
A última caminhada espacial de emergência ocorreu em dezembro de 2015, quando dois astronautas americanos deixaram a estação para liberar os freios de um braço robótico.
A Estação Espacial Internacional é ocupada por uma tripulação rotativa composta de astronautas e cosmonautas e serve como um laboratório de pesquisa para biologia, ciência de materiais e experimentos de física, além de servir para observações astronômicas e sensoriamento remoto da Terra.
A estação, operada por 15 países, voa a cerca de 400 km acima da Terra e orbita o planeta a cada 90 minutos. Desde 2000, o laboratório orbital esteve constantemente tripulado. 

Do G1

sexta-feira, maio 19, 2017

Motores a jato a plasma permitirão o voo direto ao espaço

By on 19.5.17
Esqueça os motores a jato e seus combustíveis usuais, pois estamos no limiar das aeronaves que poderão fazer voos diretos do solo até a fronteira do espaço, utilizando apenas o ar e a energia elétrica.

Os motores a jato tradicionais criam empuxo ao mesclar ar comprimido com combustível e promovendo sua combustão, A mistura, ao queimar, expande rapidamente e é expelida violentamente pelo duto de descarga, impulsionando o conjunto para frente.

Em lugar do combustível, os motores à plasma usam a energia elétrica para gerar campos eletromagnéticos que comprimem e provocam a transformação de um gás como o argônio em um plasma – um estado ionizado, denso e quente, semelhante àquele encontrado no interior de um reator a fusão ou mesmo uma estrela.    

Motores a plasma tem permanecido confinados em laboratórios por mais de uma década e sua pesquisa tem sido limitada principalmente a sua utilização como propulsores de satélites, uma vez no espaço. Berkant Göksel, da Universidade Técnica de Berlim e sua equipe, querem incorporar motores à plasma em aviões.

“Queremos desenvolver um sistema que possa operar acima de uma altitude de 30 km, inviável para os motores a jato. Poderíamos transportar passageiros até e além dos limites da atmosfera”.

O desafio é desenvolver um motor de propulsão a plasma de aspiração natural que poderia ser utilizado tanto para a decolagem quanto para o voo a grandes altitudes. Estes motores são geralmente projetados para operar em ar rarefeito, próprio da alta atmosfera, onde teriam de transportar um suprimento de gás.

Agora, a equipe de Göksel testou um motor que opera com ar à pressão de uma atmosfera. “Somos os primeiros a jatos à plasma, velozes e potentes em nível do mar” diz Göksel. Estes jatos podem atingir velocidades de 20 km/seg.

A equipe utilizou um fluxo rápido de descargas elétricas de nano-segundos para dar ignição à mistura propulsiva. Uma técnica semelhante é empregada em motores a combustão de pulsos de detonação, tornando-os mais eficientes que os motores a combustão convencionais.

“É a primeira vez que a detonação de pulso é aplicada a propulsores à plasma. Ela poderia ampliar sensivelmente o alcance de qualquer aeronave, baixando ainda seu custo operacional”. 

Göksel estima que entre 100 e 1.000 unidades propulsoras seriam necessárias para um avião leve. “A maior limitação continua sendo a falta de baterias leves pois o plasma exige um grande volume de energia para seu funcionamento contínuo, incluindo a instalação de uma central geradora, impossível de incorporar a um avião com a tecnologia existente atualmente” afirma Dan Lev, do Instituto de Tecnologia Technion - Israel.

De: Aeromagazine

quinta-feira, maio 04, 2017

Astronautas da NASA afirmam que alienígenas existem e visitam a Terra

By on 4.5.17
Aqueles que acreditam em alienígenas geralmente são taxados como teóricos da conspiração.

Porém, existem um grupo de astronautas da NASA que acredita em extraterrestres e ainda afirma que eles visitam a Terra.Mais precisamente, são quatro astronautas que se tornaram reconhecidos por sua visão aberta sobre os alienígenas. Conheça agora esses quatro astronautas que acreditam na existência de vida extraterrestre.

Edgar Mitchell
Ele foi a sexta pessoa a pisar na Lua em 1971, após ter embarcado na missão Apollo 14. Ele teve uma grande epifania espiritual no caminho que fez voltando da Lua, e a partir daí, passou a vida tentando provar a existência da vida extraterrestre. Segundo Mitchell, os alienígenas salvaram a Terra de uma guerra nuclear, e o Vaticano está escondendo o conhecimento de uma raça extraterrestre que estaria tentando compartilhar o segredo de uma nova fonte de energia com os humanos.
Ainda de acordo com o astronauta, os extraterrestres podem ser vistos frequentemente em cima de ogivas nucleares e já impediram o lançamento de armas nucleares durante a Guerra Fria. Ele também acredita que o governo norte-americano está encobrindo o Caso Roswell, quando um suposto disco voador caiu na cidade do Novo México.
A razão para a negação é que eles não sabiam se [os alienígenas] eram hostis e não queriam que os soviéticos soubessem, então inventaram uma enorme e complexa mentira para encobrir o caso”, disse ele. Mitchell faleceu em fevereiro de 2016, um dia antes de completar 45 anos que ele desembarcou na Lua.
Gordon Cooper
Gordon Cooper fez parte da equipe de 7 astronautas que realizou a primeira missão espacial tripulada da NASA. A missão recebeu o nome de Projeto Mercúrio e aconteceu durante os anos de 1958 a 1963. O objetivo era coloca o ser humano em órbita. Cooper afirmou em 1951 que avistou um óvni sobrevoando a Alemanha e também disse que viu alienígenas em uma base de experimentos nos Estados Unidos.
Eu acredito que esses veículos extraterrestres e suas tripulações estejam visitando nosso planeta de outros planetas, que são um pouco mais tecnicamente avançados do que nós aqui na Terra”, disse Cooper à ONU em 1984. “Mas primeiro temos que mostrar-lhes que aprendemos a resolver os nossos problemas por meios pacíficos e não pela guerra, antes de sermos aceitos como membros da equipe dos universalmente qualificados.”, completou. Ele faleceu em outubro de 2004, aos 77 anos.

Deke Slayton
O astronauta Deke Slayton fez parte do Projeto Mercúrio da NASA e posteriormente se tornou Diretor de Operações de Tripulação de Voo da Agência. Slayton também afirmou que avistou um óvni em 1951. “Parecia um pires deitado em um ângulo de 45 graus. Eu não tinha nenhuma câmera, caso contrário, teria tirado algumas fotos” disse ele. Ele faleceu em 1993 aos 69 anos.
Brian O’Leary
O astronauta Brian O’Leary foi convocado para uma missão da NASA em 1967 com destino a Marte. Mas um ano depois, a missão foi cancelada. Ele passou por uma experiência de quase-morte que mudou sua visão sobre os extraterrestres. O’Leary se tornou professor de física da Universidade de Princeton após terminar seus trabalhos da NASA. “Há abundantes evidências de que estamos sendo contatados. As civilizações estão nos monitorando há muito tempo e sua aparência é bizarra de qualquer tipo de ponto de vista.”, disse ele.

Do Jornal da Ciência - [ Daily Mail ] [ Fotos: Reprodução / Daily Mail ]


terça-feira, maio 02, 2017

Cientistas desenvolvem 'peneira' de grafeno que transforma água do mar em potável

By on 2.5.17
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, criou uma "peneira" de grafeno que consegue remover o sal da água do mar. A invenção tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto a água potável.
O grafeno é uma das formas cristalinas do carbono, como o diamante e o grafite.
A peneira criada pelos cientistas é feita usando um derivado químico, o óxido de grafeno, e pode ser altamente eficiente na filtragem do sal. Ela agora será testada em comparação a membranas de dessalinização já existentes.
Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação científica "Nature Nanotechnology".

Facilidade

O grafeno foi descoberto em 1962, mas foi pouco estudado até ser redescoberto, isolado e caracterizado por pesquisadores da Universidade de Manchester em 2004. Ele consiste em uma camada fina de átomos de carbono organizada em uma espécie de treliça hexagonal.
Suas propriedades incomuns, como sua força elástica e condutividade elétrica, o tornaram um dos metais mais promissores para futuras aplicações.
Mas até o momento, era difícil e caro produzir barreiras de grafeno em escala industrial com os métodos existentes.
Rahul Nair, que liderou a pesquisa, revela, no entanto, que o óxido de grafeno pode ser feito facilmente em laboratório.
"Em forma de solução ou tinta, podemos aplicá-lo em um material poroso e usá-lo como membrana. Em termos de custo do material e produção em escala, ele tem mais vantagens em potencial do que o grafeno em uma camada."
"Para tornar a camada normal de grafeno permeável, é preciso fazer pequenos buracos nela, mas se esses buracos forem maiores que um nanômetro, os sais escapam por eles. Seria preciso fazer uma membrana com um buraco muito uniforme com menos de um nanômetro para que ela possa ser usada na dessalinização. É muito difícil."
As membranas feitas de óxido de grafeno provaram ser capazes de filtrar nanopartículas, moléculas orgânicas e até sais de cristais maiores. Mas até agora, elas não conseguiam ser usadas para filtrar sais comuns, que requerem peneiras ainda maiores.
Trabalhos anteriores mostravam que as membranas de óxido de grafeno ficavam levemente inchadas quando imersas em água, o que permitia que sais menores passassem por seus poros juntamente com moléculas de água.
Agora, Nair e seus colegas demonstraram que colocar paredes feitas de resina epóxi em cada lado da membrana de grafeno é suficiente para frear este inchaço.
Isso também permitiu aos cientistas ajustar as propriedades da membrana, deixando passar mais ou menos sal, por exemplo.

Promessa

Até 2025, a ONU estima que 14% da população mundial enfrentará escassez de água.
Enquanto os efeitos da mudança climática continuam a reduzir os reservatórios que abastecem as cidades, países mais ricos investem também em tecnologias de dessalinização como alternativa.
Atualmente, usinas de dessalinização ao redor do mundo usam membranas feitas com polímeros.
"Nosso próximo passo é comparar as membranas de óxido de grafeno com o material mais sofisticado disponível no mercado", diz Rahul Nair.
Mas em um artigo que companhava a pesquisa na revista Nature Nanotechnology, o cientista Ram Devanathan, do Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico, nos EUA, disse que seria preciso mais estudo para conseguir, de fato, produzir membranas de óxido de grafeno a baixo custo e em escala industrial.
Segundo ele, a equipe britânica ainda precisa demonstrar a durabilidade da membrana durante o contato prolongado com a água do mar e garantir que ela é resistente ao acúmulo de sais e de material biológico - o fenômeno requer que as barreiras de dessalinização existentes hoje sejam limpas ou substituídas periodicamente.

Do G1

domingo, abril 30, 2017

NASA localiza nave espacial indiana "Chandrayaan-1" desaparecida desde 2009

By on 30.4.17

A NASA acaba de localizar na órbita da Lua uma pequena nave espacial indiana perdida desde 2009, a Chandrayaan-1. A descoberta só foi possível graças à utilização de um novo radar, chamado interplanetário. Criado por cientistas do Jet Propulsion Laboratory (JPL), de Pasadena, na Califórnia, o equipamento também possibilitou que fosse determinada a localização do Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), um artefato da NASA que orbita o satélite há sete anos.
Marina Brozovic, uma das responsáveis pelo avanço tecnológico que possibilitou essas descobertas, explica: “Encontrar o LRO foi relativamente fácil, já que trabalhamos com os navegantes da missão e possuímos dados precisos da órbita em que ele estava.

Encontrar a Chandrayaan-1 requereu um pouco mais de trabalho de pesquisa, pois o último contato com a nave espacial foi em agosto de 2009”.
A nave Chandrayaan-1 possui o tamanho de um automóvel pequeno, por isso, sua localização indica que o novo radar, que funciona como um feixe de micro-ondas, pode ser muito útil na descoberta de detritos espaciais e veículos perdidos a longas distâncias.

Do History - Fonte: ABC

quinta-feira, abril 27, 2017

Fim dos Sukhoi Su-22 e MiG-29: Polônia poderá comprar 100 aviões de combate

By on 27.4.17
O Ministério de Defesa da Polônia estuda a aquisição de até 100 aviões de combate para substituir os Su-22 de ataque (foto) e os caças MiG-29 operados pela Força Aérea Polonesa.

O Ministério do país está analisando diversas alternativas – incluindo Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon ou outro modelo, para encontrar a melhor solução. “Em pouco mais de um mês teremos uma ideia melhor se vale a pena adquirir F-16 usados dos EUA ou F-35 Lightning II novos”. De acordo com informações, foram ofertadas à Polonia variantes mais antigas que os modelos F-16C/D Block 52+ usados atualmente pela Força Aérea da Polonia.
Essa opção envolveria 96 F-16 usados por US$ 24 milhões cada para substituir 32 MiG-29 e 32 Su-22. Para o Ministério da Defesa, “no momento seria um erro adquirir os F-35 devido a seu elevado custo. Se a Polônia tivesse entrado no programa há uns cinco anos, a indústria do país poderia estar envolvida. Com o tempo, a disponibilidade do F-35 aumentará causando uma redução sensível do seu preço atual.

Mais F-16 ou F-35? Polônia estuda substituto dos seus SU-22 e MiG-29

By on 27.4.17

O Ministério da Defesa da Polônia está escolhendo caças para reequipamento de sua Força Aérea. Autoridades militares do país estão analisando os caças americanos multifuncionais F-16 e F-35, que devem substituir os soviéticos SU-22 e MiG-29, informa o Ministério, citando o vice-ministro, Bartosz Kownacki.

 De acordo com Kownacki, a condição atual da aviação militar da Polônia em comparação a outras forças armadas pode ser considerada "aceitável", pois possui 48 caças F-16 de um e de dois lugares. Ao mesmo tempo, o vice-ministro notou que esta quantidade é insuficiente.

"Os antigos aviões SU-22 e MiG-29 devem ser substituídos por aviões de nova geração, mas a decisão se serão substituídos por F-16 ou por outros, por exemplo, por F-35, deve ser analisada pelo Ministério da Defesa", declarou Kownacki.

"Deve-se levar em consideração decisões razoáveis, pois somente elas devem ser analisadas a tempo", adicionou vice-ministro.

De acordo com ele, a partir de 2030 Varsóvia planeja aumentar as despesas da defesa de 2% do PIB para até 2,5% do mesmo.

Do Sputnik

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