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Breaking News

domingo, dezembro 17, 2017

‘Space Corps’: EUA vão criar o “Exército do Espaço”

By on 17.12.17
Os EUA vão criar um novo ramo nas Forças Armadas, designado ‘Corpo do Espaço’, que vai estar encarregado de gerir as operações espaciais, depois da aprovação dada pela Câmara dos Representantes.
Esta medida encontrou vivas resistências no seio da Casa Branca, onde se considera que não é necessário aumentar a burocracia militar. As Forças Armadas dos EUA contam já com quatro ramos: Exército, Marinha, Força Aérea e ‘Marines’.
Mas os defensores do ‘Corpo do Espaço’ e os congressistas consideraram que, dados os efetivos militares no domínio espacial e a dependência importante dos satélites, é preciso criar um ramo para os proteger e controlar.
A imponente lei sobre a defesa nacional, aprovada nesta sexta-feira, 14 de Julho, pela Câmara dos Representantes, inclui uma emenda que prevê a criação do ‘Space Corps’ que vai herdar competências atualmente atribuídas à Força Aérea, para as colocar sob um comando distinto.
O exército dos EUA já tem militares de elite que têm como missão fazer de conta que são extraterrestres inimigos, durante cenas de batalha espaciais encenadas que visam ajudar a preparar o Exército dos EUA para um possível futuro conflito no espaço.
É, contudo, pouco provável que o ‘Corpo do Espaço’ agora aprovado seja criado imediatamente, uma vez que a versão da lei que está no Senado não contém esta medida. O chefe do Departamento da Defesa, James Mattis, já se exprimiu contra a proposta, tal como o seu congénere da Força Aérea.
A iniciativa de congressistas realça a grande dependência que os militares têm das tecnologias espaciais para sustentar cenários de guerra.

Do ZAP

sábado, dezembro 16, 2017

Airborne Laser: Lockheed Martin fabricará arma laser para USAF

By on 16.12.17
Lockheed Martin constrói aviões de combate, incluindo o F-35 Joint Strike Fighter, que possui um motor suficientemente grande para fazer funcionar canhões de laser.
Mas agora Lockheed precisa desenvolver uma arma laser que caiba em um avião de combate, algo que teria sido uma missão impossível há poucos anos atrás.
No entanto, quando o Air Force Research Lab (AFRL) anunciou que estava procurando um contratista da área de defesa para construir um laser de fibra de alta potência, suficientemente poderoso e preciso para derrubar mísseis inimigos em voo e, ao mesmo tempo, pequeno o bastante para caber em um avião de combate. Lockheed Martin foi o primeiro da fila em oferecer seus serviços, informou o site de notícias de Nova York Businessinsider.
No início deste mês, soubemos que a AFRL pagará à Lockheed Martin 26,3 milhões para projetar, desenvolver e construir um protótipo de arma laser de alta energia para ser instalado a bordo de aviões de combate da Força Aérea em 2021.
Lockheed Martin já comprometeu-se a construir um canhão laser ofensivo de 200 quilowatts para inserir a bordo de grandes aeronaves, como o AC-130.
O laser de defesa necessário para aeronaves de combate será menor e poderá aproveitar os poderosos motores do F-35 Joint Strike Fighter, capazes de produzir 20 megawatts de potência, mais do que o suficiente para alimentar um canhão laser sem comprometer as necessidades de energia da aeronave.
O Pentágono tem trabalhado no desenvolvimento de armas laser aerotransportadas desde pelo menos 2004, quando a Lockheed fez parceria com a Boeing, Raytheon e Northrop Grumman na construção do Airborne Laser experimental ou ABL.
Ao contrário de balas, bombas ou mísseis, este tipo de arma limita os danos a um alvo específico, além de limitar os danos colaterais. Lasers viajam à velocidade da luz e são relativamente baratos.
Em um avião de combate, eles podem ser particularmente eficazes, inclusive capazes de derrubar mísseis, de acordo com as autoridades. Vejamos isso dessa maneira: uma arma que dispara à velocidade da luz viajando em um avião de combate potencialmente mais rápido do que a velocidade do som para derrubar um míssil que, por sua vez, também viaja a uma velocidade supersônica. Isso representa um avanço na velocidade e precisão do armamento moderno.
Outro sinal do avanço desta tecnologia é que a Lockheed assinou um contrato de 9,4 milhões de dólares, e a General Atomics um outro de quase 9 milhões de dólares para desenvolverem um laser que possa ser instalado em um drone.
A empresa General Atomics, que fabrica os aviões não-tripulados Predator e MQ-9B, assinou um contrato com a Agência de Defesa de Mísseis para desenvolver um laser que possa ser instalado em um drone.
Mas os lasers requerem grandes quantidades de energia para funcionar e liberam muito calor, o que significa que precisam de espaço. Conseguir que sejam compactos o suficiente para caber em um avião de combate é um grande desafio, sem mencionar a capacidade de suportar a turbulência e as cargas geradas por uma aeronave dessas características.
Para superar essas desvantagens, o Pentágono também trabalhará com a Northrop Grumman e com a companhia Boeing.
Em 2014, a Marinha instalou um laser no navio USS Ponce, testando-o contra pequenas embarcações.
Desde então, à medida que a tecnologia continuou a avançar, o exército tem armado caminhões e Humvees com armas laser.
Raytheon, por sua vez, até colocou um laser em um buggy militarizado. No início de 2017, equipou um helicóptero Apache com uma arma laser pela primeira vez.
Essa demonstração deixou em evidência que há avanços significativos na tecnologia, de acordo com Ben Allison, diretor da linha de produtos laser de alta energia da Raytheon, de acordo com a Infobae.
“Os lasers que são implantados fora do ambiente de laboratório são um dos maiores obstáculos que temos de superar neste setor. No laboratório, você pode controlar o meio ambiente, incluindo umidade e poeira. E os desafios de poder fazer a transição do laboratório para uma plataforma móvel, seja no solo ou em um ambiente no ar, são bastante altos”, acrescentou.
É ainda mais difícil em um avião de combate.
Mas, de acordo com o contrato, a Lockheed terá de desenvolver e testar uma arma laser instalada em um avião a jato em 2021.

Do ET

General Stuart Peach: Rússia pode cortar a Internet mundial

By on 16.12.17
É uma nova ameaça à “nossa forma de vida” e à segurança e economia mundiais. O alerta é do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas do Reino Unido, Stuart Peach, que teme que a Rússia corte os cabos submarinos por onde passam 97% das comunicações mundiais.
Este aviso do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas do Reino Unido, Stuart Peach, surge depois de vasos de guerra da Rússia terem sido detectados, com regularidade, na zona onde se situam os cabos submarinos do Atlântico Norte.
Por estes cabos, que ligam a Europa à América do Norte, passam 97% das comunicações mundiais e transacções financeiras diárias de 10 biliões de dólares, segundo um relatório de um grupo de especialistas de centro-direita do Reino Unido, conforme cita o The Guardian.
Assim, o corte desses cabos teria um impacto “potencialmente catastrófico” para a economia mundial, e até para o modo de vida de milhões de pessoas, alerta o chefe militar durante o discurso anual no Royal United Services Institute, centro de reflexão britânico sobre segurança e defesa.
“Há um novo risco para a nossa forma de vida, que é a vulnerabilidade dos cabos que atravessam os fundos marinhos”, destaca Stuart Peach citado pelo Independent.
“Podem imaginar um cenário onde esses cabos sejam cortados ou interrompidos, o que afectaria imediatamente, e potencialmente catastroficamente, tanto a nossa economia como outros modos de vida, se fossem perturbados”, realça o chefe do Estado-Maior-General.
O homem que é apontado como o próximo líder do comité militar da NATO também alerta para a “ameaça da modernização da armada russa, tanto de submarinos e navios nucleares como convencionais”, e sublinha que os russos continuam “a aperfeiçoar as capacidades não convencionais e a guerra de informação”.
“Por isso, temos que continuar a desenvolver as nossas forças marítimas com os nossos aliados, com os quais estamos a trabalhar proximamente, para igualar e perceber a modernização da frota russa”, conclui Stuart Peach.
O Independent cita um relatório elaborado por um deputado conservador britânico, Rishi Sunak, que nota que os cabos submarinos do Atlântico podem ser facilmente danificados por um caçador de pesca ou submarinos.
O mesmo documento também nota que em 2014, durante a anexação da Crimeia, a Rússia cortou com bastante facilidade as comunicações digitais na zona.

Do ZAP

sexta-feira, dezembro 15, 2017

EUA acabam com a Neutralidade da Internet

By on 15.12.17
A Comissão Federal de Comunicações norte-americana, FCC, aprovou esta quinta-feira, uma nova lei que põe fim à neutralidade da Internet. Nos Estados Unidos, os operadores vão poder decidir que serviços e sites os utilizadores podem usar.
A partir deste momento, nos Estados Unidos, os fornecedores de acesso à Internet podem decidir a que sites ou serviços os utilizadores acedem, ou não acedem, e a que sites os utilizadores acedem com maior ou menor velocidade.
Com a decisão, votada esta quinta-feira com três votos a favor do lado republicano e dois votos contra do lado democrata, a FCC revoga a lei defendida pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em 2014, medida que só foi aprovada no ano seguinte.
O atual presidente da comissão, Ajit Pai, conhecido opositor da Neutralidade da Internet, nomeado pelo presidente Donald Trump para liderar a FCC, declarou que a revogação irá “manter a Internet livre como era até 2015, ano em que Barack Obama instaurou o princípio da Neutralidade”.
Contudo, a liberdade que é “devolvida aos operadores”, na prática, torna os operadores livres de retirar aos utilizadores a liberdade de escolher que sites preferem visitar.
Apesar dos múltiplos protestos dos democratas, o princípio que garantia o livre acesso à rede foi eliminado. A norma de 2015 impedia que os provedores de Internet pudessem bloquear ou desacelerar o tráfego em determinados sites.

A aprovação desta nova lei representa uma desregulamentação “sem precedentes” nas telecomunicações. A partir desta quarta-feira, os fornecedores de banda larga podem decidir a que tipo de sites, aplicações ou conteúdos vão dar prioridade na Internet.
Os republicanos que incorporam a Comissão Federal de Comunicações argumentam que a decisão põe fim a uma regra que “tratava com mão firme” a indústria dos fornecedores de banda larga. Já os democratas, segundo a agência EFE, defendem que esta nova lei traz consequências negativas quer para consumidores, quer para pequenas empresas.
De acordo com a Shifter, as reações não tardaram e na Internet, agora ameaçada, são muitas as vozes influentes que expressam o seu desagrado com este retrocesso no enquadramento político de um dos meios mais livres ao dispor da comunicação (pelo menos, até agora).

O que significa esta decisão

Ao permitir que os operadores decidam cobrar de forma diferenciada o acesso a determinados serviços, e que possam decidir a que serviços os utilizadores acedem com maior ou menor velocidade, o fim da Neutralidade na Internet retira aos utilizadores a liberdade de escolher que sites preferem visitar.
É também o fim do famoso princípio de que, na Internet, qualquer pessoa, com recursos mínimos, pode ter um site com mais visitas do que da maior empresa do mundo.
Na Europa, o Parlamento Europeu votou em 2015 a lei da Neutralidade da Internet, que proíbe os fornecedores de Internet de discriminarem alguns serviços em favor de outros. Ainda assim, Portugal é dado como um mau exemplo de aplicação da lei, uma vez que as operadores estão na prática a violar de forma dissimulada a lei ao criar pacotes de dados.
Num futuro sem Neutralidade da Internet, as operadores poderiam decidir, abertamente e arbitrariamente, por motivos económicos ou outros, que por exemplo os utilizadores podem aceder ao YouTube mas não ao NetCafe – ou o contrário. E que aceder ao  Expresso e ao Público é mais rápido do que aceder ao ZAP ou à Pipoca Mais Doce.
O fim da Neutralidade na Internet abre também as portas a um futuro em que os utilizadores pagariam, como no modelo de negócio da TV, “pacotes de internet”: 15€ por mês pelo pacote base para aceder a 200 sites, mais 5€ para aceder a 20 sites premium.
Resta saber, num futuro desses, que aparentemente os norte-americanos têm pela frente, que serviços as operadoras vão escolher oferecer aos seus utilizadores – e se vão cobrar ou pagar aos serviços para o fazer.
O ZAP defende que os utilizadores têm o direito a aceder à Pipoca Mais Doce com tanta rapidez como acedem à Fox News. E para clarificar essa posição, o ZAP actualizou esta quinta-feira o seu Estatuto Editorial.

Do ZAP

terça-feira, dezembro 12, 2017

LOST: Empresas alemãs sob suspeita em caso de submarino argentino

By on 12.12.17
Ferrostaal e EnerSys-Hawker teriam pagado suborno e oferecido peças de qualidade inferior, segundo emissora alemã. O ARA San Juan desapareceu em meados de novembro depois de um curto-circuito e um princípio de incêndio.Duas empresas alemãs que forneceram as baterias do submarino desaparecido ARA San Juan estão sob suspeita de terem pagado subornos para conseguir o contrato e de terem oferecido peças de qualidade inferior, segundo informações da emissora regional pública alemã Bayerischer Rundfunk.

O Ministério do Interior da Alemanha confirmou à emissora que recebeu um documento da comissão de Assuntos Exteriores do Parlamento argentino solicitando informação sobre o caso, e que remeteu a petição à pasta de Economia.
"Existe a suspeita de que as baterias que foram substituídas não eram, em parte ou em nada, da qualidade que deviam ter sido. Não sabemos também de onde chegaram, se da Alemanha ou de outro país. Por isso queremos saber quais técnicos estavam no lugar e quem assinou e deu o aval do conserto", declarou a presidente da citada comissão argentina, Cornelia Schmidt-Liermann.

A parlamentar salientou que existe a suspeita de que houve subornos e de que "empresas alemãs estiveram envolvidas". Autoridades argentinas se dirigiram ao governo alemão por escrito para pedir dados sobre o caso. "As suspeitas sugerem que houve corrupção", destacou o ministro da Defesa argentino, Oscar Aguad, citado pela emissora alemã.
Há poucos dias, o ministro tornou públicas essas suspeitas na Argentina, país que continua sem notícias do paradeiro do submarino que desapareceu em 15 de novembro no Atlântico Sul com 44 tripulantes a bordo.
Aguad lembrou que houve uma denúncia sobre suposta corrupção perante os tribunais que foi "varrida pra debaixo do tapete" e não investigada, e apontou que há também testemunhos que indicam que foram usados materiais sem a qualidade requerida.

As empresas alemãs sob suspeita são a Ferrostaal e a EnerSys-Hawker e, segundo a emissora regional alemã, não há documentação suficiente sobre os trabalhos realizados quando o submarino, de fabricação alemã e incorporado à Marinha argentina em 1985, foi submetido a um processo de reforma no qual, entre outros trabalhos, teriam sido trocadas as baterias.
O ARA San Juan reportou sua posição pela última vez na manhã de 15 de novembro na área do Golfo de San Jorge, a 432 quilômetros da costa argentina. Poucas horas antes, o comandante do submarino havia comunicado uma entrada de água que molhou as baterias, o que provocou um curto-circuito e um princípio de incêndio. O problema teria sido corrigido, e o San Juan seguiu seu curso rumo à sua base, em Mar del Plata.
Segundo a emissora alemã, a Ferrostaal e a EnerSys-Hawker, com sedes em Essen e Hagen, respectivamente, assinaram um contrato no valor de 5,1 milhões de euros para o fornecimento de 964 baterias, no qual presumivelmente pagaram subornos.
A Ferrostaal respondeu à emissora e rejeitou qualquer responsabilidade, explicando que se limitou a intermediar o contrato e cobrar uma comissão por isso, enquanto a EnerSys-Hawker, fornecedora das baterias, não respondeu às perguntas.


Do TERRA via DW

segunda-feira, dezembro 11, 2017

R$ 30 milhões: Airbus irá indenizar familiares de vítimas da tragédia da TAM JJ3054

By on 11.12.17
A Justiça do Rio de Janeiro homologou em novembro acordo de indenização a 70 familiares de 25 vítimas do acidente com o voo JJ3054 da TAM, que ocorreu em 17 de julho de 2007, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O avião partiu de Porto Alegre. No total, morreram 199 pessoas, sendo que 187 estavam a bordo. Os beneficiários receberão R$ 30 milhões da Airbus, fabricante da aeronave. Os valores devem ser pagos ainda neste mês.
Segundo a presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali, o caso estava com dois escritórios, um do Rio e outro dos EUA, uma vez que a origem eram processos que chegaram a ser analisados pela Justiça americana. Depois, a ação foi devolvida ao Brasil, com sugestão de acordo, diz o jornalista gaúcho Roberto Corrêa Gomes, irmão de uma vítima e que passou a atuar como assessor de comunicação da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam).

Como a Airbus não tinha representação no Brasil, não era possível uma processo contra a empresa no país. Mas uma das vítimas era cidadão americano e sua família ingressou contra a Airbus nos EUA, o que abriu brecha para brasileiros procurarem o mesmo caminho. A motivação do processo contra a fabricante se deveu à falta de alerta sonoro em relação à posição errada das manetes (alavancas controladoras da potência das turbinas) da aeronave na manobra de aterrissagem.
Como a Airbus não tinha representação no Brasil, não era possível uma processo contra a empresa no país. Mas uma das vítimas era cidadão americano e sua família ingressou contra a Airbus nos EUA, o que abriu brecha para brasileiros procurarem o mesmo caminho. A motivação do processo contra a fabricante se deveu à falta de alerta sonoro em relação à posição errada das manetes (alavancas controladoras da potência das turbinas) da aeronave na manobra de aterrissagem.
Segundo Sandra, a maior parte das indenizações referentes ao acidente, devidas pela companhia aérea TAM, já foi paga. Estima-se em mais de R$ 350 milhões. Em julho, a companhia aérea informou que restavam apenas dois processos na Justiça. Haveria, entretanto, outro caso contra a Airbus sob responsabilidade dos mesmos escritórios do Rio e dos EUA, ainda pendente, diz a presidente da entidade, que perdeu o marido em outro acidente envolvendo um voo da TAM, em outubro de 1996, em São Paulo.
Após o desastre, os familiares das vítimas tomaram diferentes caminhos em busca de reparação financeira. Alguns negociaram por meio de uma câmara de indenização criada por órgão de defesa do consumidor, outros trataram diretamente com advogados da TAM e parte decidiu por entrar com processo na Justiça brasileira. Apesar da maioria das famílias terem feito acordo, até hoje ninguém foi punido pelo acidente.

Do ZH

LOST: Relatório dos EUA afirma que tripulantes de submarino argentino tiveram morte imediata em explosão

By on 11.12.17
O submarino argentino ARA San Juan, desaparecido em novembro, sofreu uma explosão a 380 metros de profundidade, liberando uma energia similar a 5,7 toneladas de TNT, segundo um relatório militar americano obtido pelo jornal “La Nación”, de Buenos Aires. Os 44 tripulantes teriam morrido imediatamente.
O informe do Escritório de Inteligência Naval, da Marinha dos EUA, analisou o sinal acústico detectado por equipamentos de monitoramento no Atlântico em 15 de novembro, data em que a tripulação do submarino fez seu último contato com a base em terra.
A localização do ruído, a 30 milhas da última localização reportada do ARA San Juan, é compatível com a rota que percorria o submarino.
Em resposta ao "La Nación", a Marinha argentina disse que o relatório americano representa "um indício a mais" e ainda não descarta nenhuma hipótese nas investigações. 
O submarino havia zarpado de Ushuaia no domingo, 11 de novembro, para retornar a Mar del Plata, sua base habitual. Em sua última comunicação, informou que uma entrada de água pelo sistema de ventilação provocou um princípio de incêndio na casa de baterias.
Após semanas de buscas que contaram com o apoio de diversos países, incluindo EUA e Brasil, a Argentina admitiu que não há mais chances de encontrar sobreviventes.
As operações continuam, no entanto. O porta-voz da Marinha da Argentina, Enrique Balbi, comparou os esforços de busca, na última sexta-feira (8), a procurar “uma agulha no palheiro”.
Do G1

sexta-feira, dezembro 08, 2017

Marinha: Capitalização da Emgepron com royalties do pré-sal poderá financiar construção de navios.

By on 8.12.17

Royalties do pré-sal poderão financiar construção de navios para a Marinha.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou hoje (17) que enviará um projeto de lei ao Congresso nos próximos dias, sugerindo uso de royalties do pré-sal para capitalizar projetos da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron). De acordo com o ministro, a proposta não implicará em retirada de recursos dos royalties destinados à educação.
Se a medida for aprovada, os recursos vão financiar quatro corvetas (navios de guerra) para a Marinha garantir a segurança costeira do país. O valor a ser destinado ainda não foi definido. Segundo Jungmann, a Emgepron não foi afetada por contingenciamento devido ao teto de gastos públicos, uma vez que a empresa não depende financeiramente do Tesouro.
Rio de Janeiro
Perguntado sobre a comunicação entre o governo do Rio de Janeiro e a esfera federal nas ações em conjunto entre Forças Armadas e polícias no combate ao tráfico de drogas em comunidades, especialmente na Rocinha, o ministro falou que o diálogo vai bem.
“Está muito bem hoje. Nós tivemos algumas dificuldades e conflitos. Afinal, você tem dez organizações policiais e militares participando de operações que envolvem, às vezes, 10 a 11 mil homens. Fizemos ajustes de atitudes e hoje isso se encontra superado”, declarou.
Jungmann avalia que, de modo geral, a violência diminuiu na comunidade. “Na Rocinha, quando nós chegamos, tínhamos uma guerra promovida por um bandido a 5 mil quilômetros de distância, o que levou àquela situação agravada. Hoje, não existe mais isso. Existe tiroteio na Rocinha, infelizmente faz parte da história daquela comunidade”
Jungmann reforçou que as ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) continuam até o final de 2018 no Rio de Janeiro. A Força de Ação Rápida, que chega em uma a duas horas até a Rocinha quando necessário, também continuará atuando, além das ações surpresa. “Não temos a pretensão de ficarmos patrulhando, como as pessoas pedem. Quando você fica patrulhando muito tempo, o crime tira férias. Ele se retrai e quando a gente sai, eles voltam, muitas vezes pior”, disse o ministro.

Do EBC

 

Corvetas Oliver Perry estocadas nos EUA esperando comprador (imagem ilustrativa).

Brasil não tem navios suficientes para defender o país, diz governo.

O Titular na pasta do Planejamento, o economista Dyogo Oliveira afirmou, nesta quarta-feira, que o Orçamento de 2018 foi atualizado recentemente. No novo documento, o governo prevê a capitalização da Emgepron, empresa ligada à Marinha brasileira. O objetivo será a construção de embarcações para defesa da costa do país.
Ao apresentar as justificativas para o uso de recursos públicos do orçamento de 2018 para capitalização de empresas estatais, o titular do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse que é fundamental  capitalizar a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), estatal ligada à Marinha, porque o Brasil não dispõe de navios para defender sua costa. A proposta orçamentária para 2018 destina R$ 1,5 bilhão à Emgepron.



Oito corvetas

— Tem a questão da Emgepron, que é ligada à Marinha, que também tem uma previsão que basicamente é para a reconstrução de nossa frota de corvetas; porque o Brasil hoje não tem navio para defender o país. Estamos completamente sem nenhum navio novo para proteger a nossa costa — disse.
Ainda segundo Oliveira, há apenas 12 embarcações, “das quais quatro estão no final da vida útil; e aí ficaríamos com oito corvetas para defender toda a costa brasileira”.
— Então, há essa previsão de capitalização da Emgepron para que ela retome a construção dessas embarcações para defender a costa brasileira — disse o ministro, em audiência pública na Comissão Mista do Orçamento (CMO), na Câmara dos Deputados.

Limite de despesas

Oliveira citou também a necessidade de fazer uma reserva orçamentária para a Infraero, de forma a capitalizá-la para acompanhar os investimentos previstos para os aeroportos concedidos que a têm como acionista. “Como a Infraero ficou dentro do modelo de concessão de aeroportos, com 49% das ações, ela tem de acompanhar as empresas privadas para a capitalização para o investimento desses aeroportos”, justificou Dyogo Oliveira.
A expectativa é de que Lei Orçamentária de 2018 seja aprovada pelos parlamentares antes do recesso de fim de ano. No entanto, em função das alterações feitas pelo governo federal nesta semana, é possível que o trâmite do texto sofra algum atraso. A lei antecipa a receita que deve ser arrecadada e determina o limite das despesas para o ano que vem.

Privatização

O economista Dyogo Oliveira disse ainda, nesta manhã, que apoia a privatização da Eletrobras. Segundo afirmou, a decisão não consiste numa “operação de salvamento” pelo governo; mas sim numa forma de transformar a empresa numa companhia brasileira “com capacidade para ser grande investidor internacional”.
Oliveira falou na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, Oliveira reiterou que a União não vai vender suas ações na Eletrobras.
— A Eletrobras pode ser uma grande do mundo, pode ser uma Vale. A Vale depois que foi privatizada é uma das maiores do mundo — afirmou.
Ao participar de audiência pública na CMO, Oliveira também apontou que o fundo eleitoral para o ano que vem deverá ser composto por recursos de emendas de bancadas e que caberá à Comissão fazer essa alocação. Na peça enviada pelo Executivo, R$ 4,4 bilhões foram destinados no total para as emendas de bancada.

terça-feira, dezembro 05, 2017

Voyager 1 usa os propulsores reserva com perfeição depois de 37 anos

By on 5.12.17
A sonda espacial Voyager 1 chegou audaciosamente onde nenhum homem jamais esteve e na semana que passou ela realizou algo muito especial: mesmo a 21 bilhões de quilômetros de distância da Terra — o equivalente a 141 vezes e diferença entre nosso planeta e o Sol — os cientistas e engenheiros que fazem parte do projeto conseguiram controlar os quatro propulsores de trajetória da nave, pela primeira vez em 37 anos.

“A equipe da Voyager fica cada vez mais entusiasmada com os teste de propulsão e com este marco. O clima foi de alívio, alegria e incredulidade, depois de testemunhar esses propulsores que estavam “de lado” responderem como se não houvesse passado tempo nenhum”, comemora Todd Barber, engenheiro de propulsão no Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia.

Mesmo com nossa “espiã cósmica” já na região interestelar, a comunicação continua funcionando bem. Os comandos foram enviados pela equipe terrestre na terça-feira passada e demorou 19 horas e 35 minutos para que eles alcançassem a Voyager. Outras 19 horas e 35 minutos foram necessárias para saber se ela respondeu, acionando quatro propulsores perfeitamente.

Notícia também significa sobrevida para a Voyager 1

A Voyager 1 usa os propulsores primários para fazer os ajustes de trajetória e manter a comunicação com a Terra. O desgaste causado por tarefas como essa deve aposentá-los em breve, até porque eles vêm exigindo cada vez mais energia para realizar qualquer ação.
Saber que os propulsores reserva estão funcionando — e respondendo com precisão, mesmo depois de nunca terem sido usados novamente depois do encontro com Saturno nos anos 80 — é motivo de comemoração na NASA. Com isso, a sonda ganha uma sobrevida de três ou quatros anos após o esgotamento de combustível. Agora, o mesmo teste será realizado também com sua nave gêmea, a Voyager 2.

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Ministerio da Defesa autoriza compra do HMS Ocean

By on 4.12.17
Após confirmar a aposentadoria do porta-aviões São Paulo, a Marinha do Brasil iniciou um processo de busca de um novo meio para manter sua capacidade aérea no mar. A solução veio de conversas com os britânicos, que começaram no início do ano. Eles ofereceram para o Brasil o HMS Ocean (L12), um porta-helicópteros de assalto anfíbio.

O Ministério da Defesa autorizou a Marinha a negociar os termos de compra do navio britânico entrou em serviço em 1998. O HMS Ocean é um navio de 21.500 toneladas, com capacidade para transportar até 800 militares e 18 helicópteros de grande porte.

Atualmente, o HMS Ocean está em missão no Mediterrâneo, como líder da flotilha 2 da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A previsão é que o descomissionamento ocorra em março de 2018, vinte anos após ser declarado operacional.

Uma das virtudes do navio é sua capacidade de receber os convertiplano V-22 Osprey e aviões com capacidade de decolagem e pouso verticais, como o AV-8B Harrier e o F-35 Lightning. O custo estimado para a compra é de R$ 312 milhões.

Da Aero Magazine

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