O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, afirmou neste domingo que, com o reingresso de Honduras e as eleições do Haiti, o organismo continental encerra "com sucesso" dois assuntos pendentes.
"Terminaram com sucesso dois assuntos pendentes, o novo governo do Haiti e o retorno de Honduras (...) as duas crises que mais tinham nos preocupado (no ano passado)", destacou Insulza.
Esta nova reunião "ocorre em um período ambicioso de nossa organização", não só pela resolução das crises em Honduras e Haiti, mas também pela "tranquilidade com que terminam os processos eleitorais" no continente.
Isso, acrescentou Insulza, "mostra um hemisfério onde a geração transparente e democrática das autoridades já é um habito e devemos nos esforçar para nos manter assim".
O secretário - que falou perante o presidente de El Salvador, Mauricio Funes, e mais de 20 ministros das Relações Exteriores do continente - agradeceu a "excelente recepção" de San Salvador à Assembleia.
Insulza destacou a importância de assinar acordos que reforcem a defesa de governos democráticos e estáveis, além de eleições limpas, "como fizemos com Honduras".
Os países-membros da OEA aprovaram na quarta-feira passada, com o único voto contrário do Equador, a volta de Honduras ao organismo hemisférico, do qual foi suspenso após o golpe de estado de 28 de junho de 2009 que derrubou o então presidente do país, Manuel Zelaya.
A OEA promoveu intensas negociações diplomáticas desde o princípio para restituir a ordem constitucional em Honduras, e acompanhou os sucessivos processos que concluíram com um acordo impulsionado pela Venezuela e Colômbia para a volta de Zelaya a seu país, o que abriu novamente a porta de Honduras ao organismo.
Insulza lembrou também que, neste ano, se comemora o décimo aniversário da Carta Democrática Interamericana e defendeu "redobrar nossos esforços para tornar realidade todos seus preceitos" que incluem temas "cruciais" como direitos humanos, liberdade de expressão, separação e independência de poderes, transparência, bem como o respeito pelo estado de direito e pelas instituições.
Ele ressaltou que a política coletiva deve "respeitar o princípio da não-intervenção", mas acrescentou que os signatários da Carta têm "o mandato" de velar pelo cumprimento desses princípios.
Fonte: UOL
"Terminaram com sucesso dois assuntos pendentes, o novo governo do Haiti e o retorno de Honduras (...) as duas crises que mais tinham nos preocupado (no ano passado)", destacou Insulza.
O secretário-geral fez essas declarações durante a abertura da 41ª Assembleia Geral da OEA, que será realizada até a próxima terça-feira em El Salvador, com a presença de 22 chanceleres e representantes de 34 países do continente, tendo a segurança civil como principal tema dos debates.
Esta nova reunião "ocorre em um período ambicioso de nossa organização", não só pela resolução das crises em Honduras e Haiti, mas também pela "tranquilidade com que terminam os processos eleitorais" no continente.
Isso, acrescentou Insulza, "mostra um hemisfério onde a geração transparente e democrática das autoridades já é um habito e devemos nos esforçar para nos manter assim".
O secretário - que falou perante o presidente de El Salvador, Mauricio Funes, e mais de 20 ministros das Relações Exteriores do continente - agradeceu a "excelente recepção" de San Salvador à Assembleia.
Insulza destacou a importância de assinar acordos que reforcem a defesa de governos democráticos e estáveis, além de eleições limpas, "como fizemos com Honduras".
Os países-membros da OEA aprovaram na quarta-feira passada, com o único voto contrário do Equador, a volta de Honduras ao organismo hemisférico, do qual foi suspenso após o golpe de estado de 28 de junho de 2009 que derrubou o então presidente do país, Manuel Zelaya.
A OEA promoveu intensas negociações diplomáticas desde o princípio para restituir a ordem constitucional em Honduras, e acompanhou os sucessivos processos que concluíram com um acordo impulsionado pela Venezuela e Colômbia para a volta de Zelaya a seu país, o que abriu novamente a porta de Honduras ao organismo.
Insulza lembrou também que, neste ano, se comemora o décimo aniversário da Carta Democrática Interamericana e defendeu "redobrar nossos esforços para tornar realidade todos seus preceitos" que incluem temas "cruciais" como direitos humanos, liberdade de expressão, separação e independência de poderes, transparência, bem como o respeito pelo estado de direito e pelas instituições.
Ele ressaltou que a política coletiva deve "respeitar o princípio da não-intervenção", mas acrescentou que os signatários da Carta têm "o mandato" de velar pelo cumprimento desses princípios.
Fonte: UOL
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