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quarta-feira, janeiro 02, 2013

Oficial desertor sírio diz que exército disparou Míssies Scud, OTAN confirma

Um oficial desertor de uma brigada do exército sírio especializada em mísseis terrestres na província de Damasco afirmou nesta quinta-feira à AFP que a unidade à qual pertencia disparou vários mísseis Scud contra regiões controladas pelos rebeldes, mas a televisão estatal desmentiu estes disparos.
O tenente Araba Idriss explicou que continua em contato, desde que desertou há dez meses, com oficiais e militares do batalhão 578 da brigada 155. Eles afirmaram ter disparado cinco mísseis Scud na segunda-feira da base de Nassiriya, na rota entre Damasco e Homs (centro).
O canal de informação oficial Al Ijbariya informou pouco depois que "o ministro das Relações Exteriores desmente categoricamente os rumores de que o exército sírio disparou mísseis Scud". Outro militar, que desertou desta brigada depois dos disparos, confirmou a informação, mas preferiu manter-se no anonimato por temor de represálias contra sua família.
O tenente precisou que os mísseis disparados eram de fabricação russa ou versões modificadas pelos sírios, de um alcance de mais ou menos 300 km e que são chamados de "Golan-I". Segundo ele, o impacto foi na província de Aleppo ou de Idlib, ambas no noroeste do país.

Fonte: Terra



O regime sírio disparou recentemente mísseis Scud contra os rebeldes sírios, indicou nesta sexta-feira o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, que classificou esta ação de "ato de desespero".

"Posso confirmar que detectamos o lançamento de mísseis de tipo Scud. Lamentamos profundamente este ato. Eu o considero um ato de desespero de um regime a ponto de entrar em colapso", disse Rasmussen. Uma fonte próxima à Otan indicou que os últimos lançamentos foram detectados na quinta-feira.
A utilização deste tipo de mísseis por parte do regime de Bashar al-Assad reflete a "necessidade de proteger e defender de forma eficaz a Turquia", disse.
A pedido de Ancara, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) autorizou no início de dezembro a mobilização na Turquia de mísseis terra-ar Patriot capazes de interceptar os mísseis terra-terra que o exército do presidente sírio possui.
O mandato inicial aprovado pela Otan prevê uma mobilização destes mísseis pelo período de um ano, até janeiro de 2014, mas se a situação em terra exigir este período pode ser estendido.

Fonte: Exame

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