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quinta-feira, abril 18, 2013

Prata sintetica? Cientistas brasileiros descobrem o crescimento de prata metálica na superfície dos cristais de tungstato

Um novo material, criado artificialmente por um grupo de pesquisadores da Universidade  Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) é destaque da edição desta semana da revista britânica Scientific Reports - Nature, uma das mais importantes publicações científicas do mundo. Analisando amostras de tungstato de prata, por intermédio dos microscópios eletrônico de varredura de alta resolução e de transmissão, os pesquisadores brasileiros descobriram o crescimento de prata metálica na superfície dos cristais de tungstato.
Este fenômeno, inédito na literatura científica, resulta da interação dos elétrons gerados pelos microscópios com os íons prata, reduzindo-os para prata metálica. “Este novo material é criado artificialmente por meio de efeito eletronsíntese, ou seja, através da interação elétrons (partículas) que bate nos íons de prata (partículas), que se reduz e obtêm-se o crescimento de prata metálica (partículas). Vimos a prata metálica crescendo de forma clara, numa sequência curta de fotos. Quando maior o tempo de duração da interação, maior é o crescimento da prata metálica, e há condição de ver o fenômeno a olho nu por intermédio de microscópio de varredura ou de transmissão”, comenta Elson Longo, um dos autores do artigo.
Fenômeno semelhante já tinha sido reportado na literatura, mas utilizando diferentes tipos de energia para excitar e reduzir a prata metálica (temperatura, alto campo elétrico ou magnético). O novo material, que tem propriedades fotoluminescente, fotodegradante e bactericida, trará avanços nas áreas de interesse de cerâmica, propriedades eletrônicas de materiais, estrutura eletrônica e química coordenada.
“Este novo material apresenta vantagens, por exemplo, em relação aos métodos atuais nos quais se deposita prata em material para atividade bactericida. Com esta descoberta, a prata não precisa mais ser depositada; com a irradiação a propriedade bactericida aumenta sua eficiência três vezes em comparação ao método atual de deposição”, explica Longo.
O tratamento com elétrons também melhora a propriedade fotoluminescente. “Um exemplo é a presença de compósitos prejudiciais ao ser humano na água, que podem ser fotodegradados com a aplicação deste novo material”, comenta Longo. Para ele, a publicação mostra a qualidade e da ciência brasileira e sua valorização internacional. “A publicação deste artigo numa revista do porte da Scientific Reports - Nature é motivo de orgulho para nós, pois é raro a revista, de grande impacto internacional, publicar resultados de pesquisas brasileiras”.
Informações da assessoria de comunicação e imprensa da Unesp. - Via JB

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