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sexta-feira, maio 03, 2013

KC-135 da USAF com cinco tripulantes se parte no ar e cai no Quirguistão.

By on 3.5.13
Esta sexta-feira, os habitantes do bairro Merken da região de Jambyl no sul do Cazaquistão se tornaram testemunhas da queda de um avião no Quirguistão vizinho. Antes de cair, o avião se  partiu em duas partes segundo uma testemunha ocular na fronteira do Quirguistão com o Cazaquistão. Segundo ela, a aeronave caiu nas montanhas e os habitantes locais, que se encontram a cerca de 12 km do local da catástrofe, agora estão observando uma coluna de fumo preto.
Fonte: A Voz da Russia 

Um avião militar americano KC-135 com cinco tripulantes a bordo caiu nesta sexta-feira no Quirguistão, onde os Estados Unidos têm um centro de tráfego aéreo para abastecer as tropas no Afeganistão. Segundo as autoridades do país centro-asiático, "A aeronave pegou fogo no ar, explodiu e caiu", informou um porta-voz do Ministério para Situações de Emergência no Quirguistão, citado pelas agências russas.
O avião de abastecimento, que havia decolado às 14h30 (horário local) do aeroporto de Manás, perto da capital do Quirguistão (Bisqueque), caiu pouco depois em uma região montanhosa perto da fronteira entre o Quirguistão e o Cazaquistão. As equipes de salvamento foram ao local do acidente em busca de sobreviventes, mas as esperanças de encontrar algum tripulante vivo são poucas. As testemunhas oculares da catástrofe não chegaram a ver nenhum paraquedista saltar a tempo do aparelho.
Os KC-135, fabricados pela Boeing, são usados no mundo todo desde meados do século XX e participaram desde então de trabalhos de abastecimento e transporte em vários conflitos. Os EUA contam no Quirguistão com um centro internacional de tráfego de mercadorias com destino às tropas aliadas enviadas ao Afeganistão desde o fechamento, em 2009, da base militar de Manás.
O contrato de arrendamento do centro expira em 2014, quando a presença dos EUA no Afeganistão será encerrada, mas Washington quer prolongar a permanência no local, alegando que sua presença é vital para combater o terrorismo em toda a região da ásia Central.

Fonte: O Dia

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