Os indianos vão terminar voltando atrás e comprando o Gripen!

Portugal vai modernizar F-16

Postado por Vinna sexta-feira, abril 24, 2015 0 comentários

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma despesa de 16 milhões de euros até 2018 para a sustentação logística do sistema de armas dos caças F-16, da Força Aérea Portuguesa.
“O Conselho de Ministros autorizou a realização da despesa inerente à aquisição de bens e serviços relativos à sustentação logística do sistema de armas das aeronaves F-16. O fornecimento desses bens e serviços, bem como os respetivos pagamentos, repartem-se pelos anos de 2015 a 2018, totalizando 16 milhões de euros”, pode ler-se no comunicado.
Portugal tem atualmente 27 caças F-16, depois de no ano passado ter acertado a venda de 12 aeronaves ao Estado romeno.

Fonte: Observador 

A Corte de Apelação de Palermo confirmou nesta quarta-feira que o avião DC-9 da Itavia, que caiu em 1980, em Ustica, na região da Sicília, foi derrubado por um míssil disparado por um caça da marinha francesa. A sentença exclui que uma bomba tenha sido colocada a bordo ou que tenha existido algum problema técnico que causou a desintegração da aeronave.
Ainda de acordo com o Tribunal, os Ministérios do Transporte e da Defesa têm responsabilidade no acidente porque não providenciaram as condições de segurança para que o avião fizesse seu percurso. Nas motivações, os magistrados afirmaram que outra aeronave interceptou a rota do voo do DC-9 e lançou um míssil contra ele.
Porém, a autoria do ataque não foi atribuída a ninguém. O advogado dos parentes das 81 vítimas do atentado, Daniele Osnato, afirmou que "com as quatro sentenças, a Corte de Apelo de Palermo fechou, definitivamente, o caso" e disse que "não há dúvidas de que o DC-9 foi abatido por um míssil".
Osnato também chamou a ação de um "ato de guerra não declarado" e disse que a sentença judicial "é uma verdade processual que coincide com a realidade dos eventos". A sentença é uma resposta aos apelos apresentados pela Advocacia Geral da União em quatro processos sobre a queda. Os juízes afirmaram que o ressarcimento pela reparação da triagem prescreveu, mas que os atingidos pela tragédia devem ser ressarcidos por "fato ilícito". A nova audiência foi marcada para o dia 7 de outubro.

O caso

A aeronave DC-9 da companhia aérea Itavia caiu em Ustica, na região da Sicília, na noite do dia 27 de junho de 1980 e deixou 81 mortos. As causas do acidente nunca foram de fato esclarecidas, mesmo com dezenas de investigações das autoridades italianas.
Em 2007, o ex-presidente italiano Francesco Cossiga chegou a dizer que o avião tinha sido alvo de mísseis internacionais, provavelmente franceses, que tentavam atingir o voo do ex-ditador líbio Muamar Kadafi - que estava a pouca distância do avião da Itavia.
No ano passado, a Corte de Cassação da Itália - instância judicial máxima - concordou com a tese do míssil e determinou a abertura de um novo processo civil no qual devem ser constatadas as responsabilidades dos Ministérios no acidente e, consequentemente, no fechamento da companhia aérea. 
Fonte: Terra

Armas para a defesa trazem bom lucro ao País

Postado por Vinna terça-feira, abril 21, 2015 0 comentários

Desde que a Empresa Brasileira de Aeronáutica, a Embraer, foi criada e, depois, privatizada, ela só tem dado lucro ao Brasil. O Super Tucano é o avião de treinamento e de ataque ao solo vendido para várias forças aéreas de outros países com sucesso. No entanto, além de abastecer as necessidades principalmente do Exército brasileiro, até alguns anos totalmente dependente das importações, hoje em dia as indústrias de armamento para defesa têm dado bons lucros ao País. Na contramão da balança comercial brasileira, que registrou no ano passado o primeiro resultado negativo desde o ano 2000, com déficit de US$ 3,9 bilhões, a exportação de produtos da indústria de defesa e segurança do Brasil cresceu no ano passado 38%.

As exportações dos equipamentos de defesa saltaram de US$ 2,6 bilhões em 2013 para US$ 3,6 bilhões em 2014. E a expectativa para 2015 da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) é de que este número cresça no mesmo ritmo.

Para ajudar a incrementar o mercado de negócios nesta área, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, está no Rio de Janeiro. É lá que se realiza, até esta sexta-feira, a 10ª edição da Latin America Defence & Security 2015 (LAAD), maior e mais importante feira do setor de defesa e segurança da América Latina. A indústria de defesa significa mais soberania e desenvolvimento tecnológico industrial, e é importante para agregar tecnologia não apenas no setor, mas também com a transferência para uso civil.

É que boa parte dos produtos desenvolvidos para as Forças Armadas também podem ser usados pela população em geral, porque são importantes para o desenvolvimento da indústria em geral. É que tudo o que se pesquisa, seja na Marinha, no Exército ou na Aeronáutica, acaba servindo de base tecnológica.

Os materiais de defesa têm alto valor agregado e alimentam vasta e diversificada cadeia produtiva. Nesta 10ª edição da LAAD estão mais de 700 expositores nacionais e internacionais, em três pavilhões do Riocentro. Uma das novidades que o setor espera que ajude a impulsionar as exportações vem da área de radares. A expansão da empresa brasileira Iacit, que firmou parceria com a israelense IAI-Elta, vai trazer para o Brasil o primeiro radar oceânico, que poderá ter importância estratégica durante a Olimpíada do ano que vem e que será utilizado pela Marinha.

Além de monitorar as condições climáticas e a superfície dos oceanos, ele ajuda a fazer o controle da poluição e prever os riscos ambientais em eventos como tempestades e tsunamis. Na exposição, também são apresentados novos vants que serão úteis para a segurança na realização dos Jogos Olímpicos. O visitante conhece projetos como o que prevê a construção de um submarino a propulsão nuclear e quatro submarinos convencionais; o sistema de monitoramento de fronteiras; o carro de combate Guarani; o avião cargueiro KC 390 e o H-XBR, que trata da fabricação de 50 helicópteros que servirão à presidência da República e às Forças Armadas.

Na feira, as pessoas podem ainda verificar um veículo blindado antimotim, fabricado pela Quartzo Engenharia de Defesa, em colaboração com a empresa de Israel-BAT, ou conhecer uma empresa como a Safety Wall, que converte portas convencionais em blindadas. Como se sabe, armamentos, desde muitos séculos, acompanham todas as sociedades e o Brasil é muito extenso para ficar desprotegido. E, como diziam os romanos, "se queres paz, prepara-te para a guerra".

Fonte: Jornal do Comercio

Brasil congela programa de compra de navios militares

Postado por Vinna segunda-feira, abril 20, 2015 0 comentários

O Brasil adiou o programa Prosuper, por meio do qual pretende comprar 11 navios de guerra para a Marinha, devido à crise econômica que o país atravessa, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, Jaques Wagner.
Em entrevista coletiva na feira de defesa LAAD, Wagner disse que "não é razoável" planejar novas aquisições de navios neste ano devido ao programa de ajustes orçamentários realizado pelo governo.
O comandante da Marinha, o almirante Eduardo Barcellar Leal Ferreira, afirmou que a licitação, da qual participam sete países, "não está concluída" e ratificou que o processo está "momentaneamente paralisado".
O programa Prosuper prevê a compra de cinco navios-patrulha oceânicos de 1.800 toneladas, cinco navios fragata de cerca de 6.000 toneladas e um navio de apoio logístico de 24.000 toneladas, que terão que ser fabricados em estaleiros brasileiros.

Os sete estaleiros que apresentaram propostas comerciais são Thyssenkrupp (Alemanha), DSME (Coreia do Sul), Navantia (Espanha), DCNS (França), Damen (Holanda), Ficantieri (Itália) e BAE (Reino Unido).
O ministro também informou que, devido à crise econômica, foi reduzido o ritmo de produção dos 50 helicópteros EC725, que o país fabrica em associação com a Eurocopter para equipar à Força Aérea.
A LAAD é a maior feira de defesa e segurança da América Latina e reúne delegações oficiais e cerca de 650 expositores de 71 países.
A feira começou ontem, no centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro, e terminará na próxima sexta-feira.

Fonte: Exame

A Embraer e a empresa sueca Saab estão negociando a exportação de forma conjunta dos caças de combate Gripen NG que serão fabricados no Brasil, informaram nesta terça-feira responsáveis das duas companhias. Esta possibilidade de negócio inscreve-se em um acordo de colaboração no programa de desenvolvimento do Gripen, que foi assinado hoje no Rio de Janeiro pelo diretor da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Scheider, e o vice-presidente da Saab, Lennart Sindahl. O acordo de comercialização pode ser anunciado até o próximo mês de junho e as primeiras exportações de caças sueco-brasileiros poderiam começar por volta de 2023 ou 2024, segundo afirmou Scheider em entrevista coletiva durante a feira de defesa LAAD. Para que as exportações se iniciem nesse prazo, as vendas terão que ser negociadas com vários anos de adiantamento, segundo lembrou o diretor de Embraer. Sindahl ressaltou que a Embraer pode apresentar suas "facilidades de venda" na América Latina e em determinados países da África, enquanto a companhia sueca tem mais vantagens em seus mercados tradicionais da Europa. Perguntado sobre a possibilidade que o Reino Unido, fabricante de vários sistemas do Gripen, bloqueie as possíveis vendas do caça à Argentina por motivos políticos relativos à soberania das ilhas Malvinas, o responsável da Saab afirmou que "até agora" nenhum fornecedor impôs "restrições" deste tipo. O acordo assinado hoje determina que a Embraer será responsável de uma parte considerável do trabalho de desenvolvimento dos sistemas do Gripen, de sua integração, testes de voo, montagem final e entregas dos aviões de combate. Em virtude deste acordo, a Embraer enviará uma equipe de engenheiros à Suécia a partir do segundo semestre deste ano para ser treinada nas instalações da Saab. Os acordos fazem parte do compromisso de compra de 36 caças Gripen que o Brasil assinou com a Suécia em 2014 e que prevê a transferência de tecnologia e a produção de vários aviões no país.

Do R7

O presidente americano, Barack Obama, informou nesta terça-feira a seu colega egípcio, Abdel Fatah al-Sissi, o fim do embargo à entrega de aviões de combate F-16, de mísseis Harpoon e de peças de reposição para tanques - anunciou a Casa Branca.
A suspensão no envio desses equipamentos foi imposta em outubro de 2013, após a sangrenta repressão aos partidários do presidente Mohamed Mursi, destituído do poder pelo Exército, em 3 de julho de 2013.
A decisão de Obama deve permitir atender aos interesses comuns dos dois países "em uma região instável", afirmou o governo americano em um comunicado.
Envolvido na luta contra os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) na Líbia, o Egito também participa da coalizão árabe. Liderada pela Arábia Saudita, essa aliança ataca os rebeldes xiitas huthis no Iêmen.
De acordo com a Casa Branca, o anúncio do presidente diz respeito a 12 caças F-16 e 20 mísseis Harpon.
No telefonema, Obama disse a Al-Sissi que continuará a pedir ao Congresso americano uma ajuda anual de US$ 1,3 bilhão para o Egito em caráter de assistência militar.
Todo ano, os Estados Unidos entregam US$ 1,5 bilhão ao Egito e, desse montante, US$ 1,3 bilhão se destina ao âmbito militar. Uma parte dessa ajuda foi congelada após a saída de Mursi da presidência.
Mohamed Mursi foi eleito democraticamente um ano e meio depois da queda de Hosni Mubarak, em meio a uma revolta popular.
Washington condicionou a retomada da assistência à realização de reformas democráticas. Depois, admitiu que não poderia hostilizar o mais populoso e mais bem armado dos países árabes - sobretudo, no momento de embate com os jihadistas do Estado Islâmico.
Ainda segundo a Casa Branca, durante o telefonema, Obama reiterou sua preocupação com a detenção de ativistas pacíficos e com os julgamentos em massas. Nesse contexto, pediu ao atual presidente egípcio que respeite "a liberdade de expressão e de reunião".
 
Do EM

Os Estados Unidos estão finalizando uma venda de armas no valor de cerca de US$ 1 bilhão ao Paquistão, afirmando que o negócio protegerá os interesses americanos no sul da Ásia.

A venda, no valor total de US$ 952 milhões, aprovada pelo Departamento de Estado americano na segunda-feira, inclui 15 helicópteros de ataque AH-1Z e mil mísseis Hellfire II. O negócio também inclui motores, sistemas de mira e de posicionamento, além de outros equipamentos, informa o anúncio da Agência de Cooperação para Defesa e Segurança (DSCA, na sigla em inglês).

"Esta proposta de venda de helicópteros e sistemas bélicos dará ao Paquistão capacidade militar de apoio para suas manobras de contraterrorismo e contra insurgência no sul da Ásia", disse a Agência em uma declaração.

A DSCA enviou a proposta ao Congresso, citando sua intenção de apoiar as operações de contraterrorismo e contra insurgência do Paquistão com "aeronaves com maior capacidade de sobrevivência e de realizar ataques precisos e que conseguem operar em maiores altitudes."

A Agência enfatizou que o negócio "não vai alterar o equilíbrio militar básico na região" e vai contribuir para "a política externa e a segurança nacional dos Estados unidos ao melhorar a segurança de um país vital para a política externa dos Estados Unidos e para os objetivos de segurança no sul da Ásia."
O Paquistão havia pedido equipamento de defesa, inclusive helicópteros, motores, mísseis e computadores.  
"Ao adquirir essa capacidade, o Paquistão vai melhorar sua capacidade de conduzir operações no Waziristão do Norte, nas Áreas Tribais administradas pelo governo federal e em outras áreas montanhosas e remotas sob qualquer tipo de condições climáticas, de dia e de noite", dizia a proposta.

O exército do Paquistão vem batalhando contra militantes no Waziristão do Norte desde o ano passado e se envolveu em duros combates com o Talibã desde seu reaparecimento, em 2004. Em dezembro, soldados do Talibã assassinaram 154 pessoas em um ataque a uma escola de Peshawar.

A venda de equipamento militar dos Estados Unidos, que também envolve apoio técnico e treinamento, será implementada durante um período de cinco anos e meio. O negócio ocorre logo depois de a China confirmar um plano de vender oito submarinos ao Paquistão por US$ 5 bilhões.
 

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou nesta quarta-feira, em uma feira de defesa e segurança que ocorre no Rio, que o governo federal está solicitando à sueca Saab um empréstimo de dez aviões gripen para ajudar na segurança durante as Olimpíadas de 2016, no Rio. Ele não deu mais detalhes sobre o empréstimo.
A sueca Saab ganhou recentemente um contrato para fornecer aviões gripen ao Brasil em uma negociação de cerca de 5,4 bilhões de dólares. Na terça-feira, a empresa sueca e a Embraer afirmaram que querem fazer do Brasil um pólo exportador de aviões gripen.
O Ministério da Justiça estima gastar R$ 350 milhões com a segurança das Olimpíadas. Segundo Rodrigues, o plano operacional detalhado, com o número de agentes envolvidos, deverá ser divulgado até o fim do mês. O governo federal assumiu, inclusive, a responsabilidade pela segurança dentro das 159 instalações esportivas - entre locais de treino e de competição. Originalmente, a atribuição seria do Comitê Rio 2016, responsável pela organização dos Jogos.
Quatro balões com câmeras de alta resolução fazerão parte do esquema de segurança das Olimpíadas. Eles serão doados ao governo do Rio após os Jogos. Os balões foram comprados pela Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos do Ministério da Justiça, ao custo de R$ 23,1 milhões. O contrato com a empresa Altave já foi assinado, e a expectativa é que os balões estejam em funcionamento durante os eventos-teste, que vão começar em julho.
Os balões, que chegam a cem metros de altura, serão espalhados pelas quatro áreas de competição durante os Jogos: nos parques olímpicos da Barra da Tijuca e Deodoro, ambos na Zona Oeste, Maracanã, na Zona Norte, e Copacabana, na Zona Sul. As câmeras alcançam um raio de 13 quilômetros, e as imagens em alta definição podem ser aproximadas depois de gravadas.

Um helicóptero do Exército da Síria caiu neste domingo, 22, na região de Idlib.

De acordo com informações do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), os rebeldes da Frente al-Nusra, ligados a Al-Qaeda, capturaram a tripulação.

Cabe lembrar que as forças de Damasco têm efetuado ataques aéreos nas áreas controladas pelos insurgentes, tanto na região de Alepo, no Norte, como junto a Deera, no Sul. Com informações do site abola.pt.


A FAB (Força Aérea Brasileira) negou, nesta sexta-feira (10), qualquer irregularidade na compra de 36 aeronaves militares suecas, após o MPF (Ministério Público Federal) decidir investigar o contrato de aquisição. A suspeita dos promotores é que o preço dos caças tenha aumentado.
A Aeronáutica esclareceu que nenhum valor foi pago ainda porque o contrato de financiamento precisa ser assinado. Em 2009, a FAB apresentou a proposta final ao fabricante, a Saab, em um valor equivalente a US$ 4,5 bilhões.
Em 2013, o contrato de aquisição foi firmado no valor de 39,8 bilhões de coroas suecas. Naquela época, isso equivalia a US$ 5,4 bilhões. Porém, a coroa sueca se desvalorizou em relação ao dólar e hoje esse mesmo contrato estaria na casa dos US$ 4,6 bilhões.

Em 2013, o contrato de aquisição foi firmado no valor de 39,8 bilhões de coroas suecas. Naquela época, isso equivalia a US$ 5,4 bilhões. Porém, a coroa sueca se desvalorizou em relação ao dólar e hoje esse mesmo contrato estaria na casa dos US$ 4,6 bilhões.
No entanto, a FAB não informou em qual moeda o financiamento será assinado. Lembrando que o dólar teve forte valorização em relação ao real no último ano.
Os caças Gripen NG vão substituir os franceses Mirage 2000, cuja vida útil já terminou. Segundo a Força Aérea, os novos aviões ficarão em operação por 30 anos.
Em nota, a FAB diz que “o processo de aquisição em questão envolve mais de 30 mil páginas de estudos técnicos pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, compensação comercial (offset) e transferência de tecnologia”.
Fonte: R7

Arábia Saudita ataca rebeldes xiitas no Iêmen

Postado por Vinna domingo, março 29, 2015 0 comentários

A força aérea da Arábia Saudita atacou várias posições dos rebeldes xiitas em Sanaa, capital do Iêmen, incluindo uma base aérea e o Palácio Presidencial, informaram fontes militares e testemunhas na madrugada desta quinta-feira (26).
O Aeroporto Internacional e a vizinha base aérea Al-Daïlami, no norte da capital, assim como uma instalação das forças especiais foram bombardeados, revelaram as mesmas fontes, precisando que o Palácio Presidencial está em chamas.
O bombardeio também atingiu a sede do bureau político da milícia xiita dos huthis, que assumiu o controle de Sanaa no início de fevereiro.
Ao sul da capital, a base aérea de Al Anad - a maior do Iêmen e tomada pelos rebeldes na quarta-feira - também foi alvo dos aviões sauditas, segundo testemunhas.
A Casa Branca informou que os Estados Unidos estão coordenando estreitamente com os sauditas e seus aliados no Golfo as ações militares contra os rebeldes huthis no Iêmen.
"O presidente Obama autorizou o fornecimento de apoio logístico e de inteligência às operações militares do CCG" no Iêmen, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Bernadette Meehan, se referindo ao Conselho de Cooperação do Golfo.
A porta-voz destacou que as forças americanas não atuam diretamente nas operações militares no Iêmen, apenas "estabeleceram uma Célula de Planejamento Conjunta com a Arábia Saudita para coordenar o apoio americano em matéria de inteligência militar".
O embaixador saudita em Washington, Adel Al Jubeir, confirmou a operação militar de seu país no Iêmen para "defender o governo legítimo" iemenita do presidente Abd Rabbo Mansur Hadi contra os rebeldes xiitas patrocinados pelo Irã.
Al Jubeir disse que a ação se limita, no momento, a incursões aéreas contra vários alvos no Iêmen, acrescentando que espiões militares estão mobilizados e que a coalizão "fará o que for necessário".
O embaixador assinalou que a ação foi decidida após intensas consultas com os "aliados" da Arábia Saudita, "em particular os Estados Unidos".
"Temos uma situação na qual a milícia controla ou pode controlar mísseis balísticos, armas pesadas e uma força aérea", destacou Al Jubeir, argumentando que o avanço dos huthis não pode ser tolerado.
"Não lembro de outra situação na história na qual uma milícia dispusesse de uma força aérea (...). Esta é uma situação muito perigosa", disse Al Jubeir, acrescentando que "há uma coalizão de mais de dez países que vão participar destas operações".
"Tentamos mediar a situação, mas toda tentativa do Iêmen foi rejeitada pelos huthis, que negaram qualquer acordo".
Segundo altos funcionários americanos, a Arábia Saudita concentrou armas antiaéreas, peças de artilharia e forças terrestres na fronteira com o Iêmen.
A ação militar ocorre após Arábia Saudita Qatar, Kuwait, Barein e Emirados Árabes Unidos anunciarem a decisão de responder ao pedido de ajuda do presidente Hadi diante do avanço dos rebeldes sobre Aden, onde o líder está refugiado.
"Decidimos responder ao apelo do presidente Hadi para proteger o Iêmen e seu povo da agressão da milícia xiita huthi", acrescentou um alto funcionário.
Hadi fugiu para Aden no início de fevereiro, quando os rebeldes assumiram o controle da capital, Sanaa, com a suposta ajuda do Irã e do ex-presidente Ali Abdullah Saleh, deposto em 2012 após 33 anos de poder.
O chefe da diplomacia do Iêmen, Ryad Yassine, estimou nesta quarta-feira que a "queda de Aden nas mãos dos huthis marcaria o início de uma profunda guerra civil".
Forças aliadas aos rebeldes assumiram nesta quarta o controle do aeroporto internacional de Aden, acentuando a pressão sobre o presidente Hadi.

Do UOL

Famosos em filmes de ficção científica, os campos de força podem se tornar realidade. Recentemente, a Boeing registrou uma patente nos Estados Unidos que se assemelha muito ao conceito de campo de força.
Na prática, o sistema é capaz de proteger estruturas da onda de choque causada por uma explosão. O conceito é simples.
Um sensor é capaz de identificar explosões – seja na água ou no ar. Um sistema é capaz de deduzir o momento da explosão e a sua localização. Com isso, também deduz quando o impacto da explosão chegará até o veículo.
Em seguida, um sistema de lasers é ativado. Ele aquece uma região do ar próxima ao veículo, criando uma espécie de escudo de plasma entre o alvo e a explosão.
Com temperatura, densidade e composição diferentes, o impacto da explosão é desviado e absorvido. Com isso, os danos que seriam causados ao alvo são minimizados.
Para que o cálculo possa ser certeiro, um banco de dados teria informações de leitura de diferentes explosões. Graças a isso, seria possível escolher a estratégia correta para cada momento.
A patente foca no uso da tecnologia para proteção de veículos, mas ela poderia ser usada também para proteger aviões, navios, prédios e até soldados a pé.
Assim como em qualquer outro caso, o registro de uma patente não implica uso real da ideia. Seria preciso esperar por testes práticos para ver se a ideia da Boeing funciona de fato ou não.

Da Exame

Commodities: Falência anunciada?

Postado por Vinna segunda-feira, fevereiro 23, 2015 0 comentários

A atual queda dos preços do petróleo, atribuída em boa parte ao gás de xisto, está inserida em um movimento mais amplo de início do fim do atual ciclo de alta das commodities, o qual incluiria ainda o minério de ferro, as commodities agrícolas e até o ouro? 
Em 2007, foi constituído nos Estados Unidos um empreendimento chamado “Energy Future Holdings”, destinado à compra no Texas de termelétricas a carvão. Seus controladores investiram US$ 8 bilhões do próprio bolso e fizeram dívida de outros US$ 37 bilhões na maior operação de compra alavancada da história dos EUA.
O banco de investimento Goldman Sachs e o investidor Warren Buffett (através da holding Berkshire Hathaway), entre outros nomes famosos, investiram no negócio, tendo somente Buffett emprestado US$ 2 bilhões à EFH. Em 29 de abril de 2014, a EFH entrou com pedido de falência na Justiça americana.
A causa da falência foi a queda dos preços do gás natural nos EUA, a partir de 2008, com a revolução do “shale gas” (em português, “gás de xisto”), o que tornou as termelétricas a carvão da EFH economicamente não rentáveis. Buffett recebeu US$ 837 milhões de juros da dívida e depois a revendeu por US$ 259 milhões em 2012, tendo tido prejuízo bruto de cerca de US$ 900 milhões.
Nem Warren Buffett, conhecido por apostar em bons negócios no longo prazo, previu o alcance da revolução, já em andamento em 2007, do gás (e petróleo) de xisto nos EUA, a qual fez o preço do gás para geração elétrica cair para menos da metade naquele país entre 2008 e 2014 e, mais recentemente, tem feito despencar os preços internacionais do petróleo. Segundo a Agência Internacional de Energia, os EUA já ultrapassaram Arábia Saudita e Rússia como primeiro produtor mundial de hidrocarbonetos.
Nova realidade
Há uma série de mudanças em curso no mundo diante dessa nova realidade. Primeiro, a queda dos preços do petróleo ameaça o desenvolvimento e a lucratividade de projetos de exploração de alto custo, como no Ártico e no pré-sal brasileiro.
Segundo, a redução do custo da energia nos EUA, em conjunto com o aumento do salário médio na China e outros países asiáticos com grande oferta de mão-de-obra barata nas duas últimas décadas, está provocando uma realocação da produção industrial com destino aos EUA, sobretudo de plantas intensivas em consumo de energia, como a produção de alumínio. Os países da UE, por sua vez, parecem não estar aproveitando essa tendência, por terem investido talvez demais em fontes limpas de energia cujo custo começa a se mostrar não competitivo.
Ainda em consequência da queda dos preços do petróleo, governos de países altamente dependentes da renda petrolífera, como Venezuela e Argélia, poderão ter problemas à frente na hora de fechar suas contas orçamentárias.
Por fim, há uma mudança geopolítica em curso, com os EUA cada vez menos dependentes do petróleo do Oriente Médio, o que tende a reduzir a importância da região no tabuleiro político internacional.
Quanto à redução da dependência europeia em relação ao gás russo, mesmo que os EUA comecem a exportar gás natural liquefeito (GNL) para a Europa, ainda se trata de uma questão em aberto, devido aos custos dessa operação e ao volume do excedente exportador americano no médio prazo.
Já a questão da reprodução do “boom” do gás de xisto em outros países, apesar de, do ponto de vista geológico, isso ser possível, na prática é uma tarefa com variáveis desafiadoras. Com a tecnologia existente hoje nos EUA, há reservas de gás de xisto em grande volume na China, Argentina, Argélia, Rússia, Canadá, Brasil e outros países.

Fenômeno a ser repetido?
Mas boa parte dos analistas considera a revolução do “shale” nos EUA não só um fenômeno geológico ou tecnológico, mas também institucional, pelas seguintes razões: a) existência de grande número de empresas de petróleo independentes de pequeno e médio porte, responsáveis por cerca da metade da produção total do país; b) abundância de água (o que não ocorre, por exemplo, na China); c) existência de uma indústria financeira capaz de bancar os riscos da exploração do gás de xisto; d) nos EUA, os recursos do subsolo pertencem aos proprietários da terra, diferentemente, por exemplo, do Brasil, onde pertencem à União; e) regime fiscal altamente flexível e atrativo.
Além disso, há nos EUA quase 6 milhões do poços de petróleo já perfurados, enquanto no Brasil não chegam a 30 mil. O subsolo americano, sobretudo nas áreas de maior ocorrência do gás de xisto (Dakota do Norte e Texas), já é ampla e detalhadamente conhecido, o que torna o sucesso exploratório do gás de xisto muito alto e compatível com o rápido declínio da produtividade média dos poços.
Some-se a isso uma extensa rede de gasodutos já implantada nos EUA, em contraste com, por exemplo, a reduzida rede do Brasil. Para se ter uma ideia do atual frenesi exploratório nos EUA, só em outubro último foram lá perfurados cerca de 9.500 poços, enquanto no Brasil, no ano de 2013, esse número foi de 140.
A comparação que fizemos foi com o Brasil, mas poderia ser com a Argentina, que possui ampla reserva de gás de xisto no campo de Vaca Muerta. Os investimentos necessários à viabilização do mesmo serão certamente muito maiores, em termos de capital inicial (Capex), para não falar dos custos operacionais (Opex), do que em Dakota do Norte e no Texas.
Daí a conta a fazer sobre a viabilidade do projeto tem que ser muito diferente da feita nos EUA, isso valendo também para as bacias do Solimões, do Amazonas e do Paraná, onde, no Brasil, estima-se haver significativo volume recuperável de gás de xisto.  
Para concluir, citamos um livro do investidor americano Jim Rogers entitulado “Hot Commodities”, no qual ele demonstra o caráter cíclico dos preços das commodities ao longo dos últimos 150 anos.
Os preços são determinados pela lei da oferta e procura, caindo e desestimulando novos investimentos quando há excesso de oferta e subindo e estimulando novos projetos quando a demanda sobe além da oferta. Esse processo tem gerado ciclos de aproximadamente 15 a 20 anos, tendo o mais recente ciclo de alta começado por volta de 1999.
Então, a pergunta que deixamos em aberto é a seguinte: a atual queda dos preços do petróleo, atribuída em boa parte ao gás de xisto, está inserida num movimento mais amplo de início do fim do atual ciclo de alta das commodities, o qual incluiria ainda o minério de ferro, as commodities agrícolas e até o ouro?

Por: Carlos Serapião Jr., especial para Gazeta Russa



Malware para Android espiona até com o celular desligado.

Postado por Vinna domingo, fevereiro 22, 2015 0 comentários

Um malware criado para Android surpreendeu pesquisadores por funcionar mesmo com o aparelho aparentemente desligado. Segundo a firma de segurança digital AVG, o software malicioso capturava o processo de desligamento dos celulares e fazia parecer que ele estava sendo desligado — com a animação e o escurecimento da tela —, mas ele continuava ativo.

Dessa forma, criminosos podem controlar o smartphone de forma remota, enviando mensagens, fazendo ligações ou tirando fotos. O malware foi chamado de Android/PowerOhhHijack.A. pela AVG. Ele infecta dispositivos rodando versões anteriores ao 5.0 e que estejam “rooteados”.

Um porta-voz da AVG informou ao site Mashable que o malware já infectou cerca de 10 mil celulares, sobretudo na China, onde ele era oferecido por lojas oficiais de aplicativos locais.

As últimas atualizações do AVG são capazes de identificar o malware, mas a companhia recomenda que os usuários retirem a bateria do aparelho se realmente quiserem ter certeza que não estão sendo espionados.
Do O Globo

A direção da empresa Helibras está tentando viabilizar junto ao grupo europeu Airbus, uma sessão de testes no helicóptero Tiger para os oficiais do Grupo de Ensaios em Voo (GEA) do Comando de Aviação do Exército (CAVEX) do Brasil, incumbidos de avaliar os principais modelos de helicópteros de ataque disponíveis no mercado.
A Força Terrestre brasileira planeja adquirir 36 aeronaves de asas rotativas de ataque em três lotes de 12 unidades cada um – o primeiro no período de 2016 a 2019, conforme o estipulado pelo Plano de Obtenção de Capacidades Materiais definido pelo Plano Estratégico do Exército.

Até agora, os modelos que disputam a preferência dos militares brasileiros são o T-129 Mangusta modernizado – de desenho italiano –, o americano AH-1Z Viper (sucessor do conhecido AH-1 Super Cobra), e o russo Mi-28NE.

Em setembro do ano passado, um piloto do GEA viajou à Rússia, acompanhado do então Comandante de Operações Terrestres, general de exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas – novo comandante do Exército – e do Comandante do CAVEX, general de brigada Achilles Furlan Neto, para testar o Mi-28NE.

O grupo visitou a fábrica das aeronaves e o centro de simuladores, nas cidades de Moscou e Rontov. O relatório de análise do helicóptero russo já foi remetido pelo CAVEX para o COTER, em Brasília.

Há cerca de três semanas, a direção da Helibras obteve a autorização do CAVEX para intermediar o acesso dos oficiais do GEA ao Tiger, usado atualmente em diversos exércitos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

O Airbus Tiger é um aparelho bimotor de, aproximadamente, três toneladas, capaz de se deslocar à velocidade de 315 km/h, portanto um canhão GIAT de 30mm. Sua autonomia, a plena carga (de armamento e combustível), é de 600 km.

De acordo com uma fonte do Ministério da Defesa ouvida com exclusividade pelo ForTe, os testes no Tiger dependem apenas do recebimento de uma carta convite assinada pela direção da Airbus. 

Do Surgiu

Em 31 de janeiro, a prefeitura de Changzhou anunciou, através de sua conta oficial no microblog, que uma das empresas da cidade, especializada em fabrico de cabos elétricos, tinha vencido o concurso e iria fornecer sua produção para equipar o segundo porta-aviões chinês.

Retirada mais tarde da Internet, essa informação provocou uma avalanche de comentários de especialistas e amantes de equipamento militar.

A notícia chegada de Changzhou não é foi o primeiro "vazamento" de informação sobre a construção do segundo porta-aviões chinês. Já houve vários casos do mesmo gênero, incluindo uma declaração de Wang Mingyu, dirigente comunista da província de Liaoning, que já no início do ano passado se tinha referido aos preparativos para a construção de mais dois porta-aviões.

Ora, o que é que sabemos atualmente sobre este programa e seu andamento? O segundo porta-aviões chinês levará no seu casco o número de amura 17. O navio está sendo construído no estaleiro de Dalian, de acordo com o projeto modernizado do Liaoning, com o qual terá muita similitude no aspecto exterior. As diferenças internas, ao invés, deverão ser substanciais.

É lógico supor que os chineses não vão reproduzir o grupo motopropulsor do Varyag/Liaoning, já moralmente obsoleto e, além disso, pouco confiável e trabalhoso em manutenção. Aliás, a configuração técnica do novo grupo motopropulsor ainda é desconhecida. Pode-se esperar também grandes mudanças no equipamento radioeletrônico e melhorias importantes na organização dos espaços interiores do navio.

O projeto 17 envolve, grosso modo, os mesmos recursos humanos e as mesmas empresas que construíram e aparelharam o navio do projeto anterior, o Liaoning. Portanto, o atual projeto distingue-se por uma baixa taxa de riscos técnicos e não deve ser extraordinariamente caro. Todos os possíveis erros já foram feitos e corrigidos durante a construção do Liaoning. Por isso, os chineses poderão obter, no final, um navio muito melhor do que o Liaoning ou o Admiral Kuznetsov russo.

O terceiro porta-aviões, em que os engenheiros chineses, como podemos supor, estão trabalhando a toda a velocidade, será construído em Xangai. É um projeto de nível e complexidade tecnológica totalmente diferente. Pelo pouco que sabemos, podemos julgar que o navio do projeto 18 será completamente um porta-aviões nuclear de tipo norte-americano, com catapultas eletromagnéticas e propulsor nuclear. Uma vez construído, a China se tornará indiscutivelmente a segunda nação do mundo na área de construção naval militar (pelo menos, na classe de navios de superfície).

É possível que o navio tenha o deslocamento comparável com o dos porta-aviões norte-americanos de grande porte. Além disso, terá aviões embarcados mais eficientes e versáteis, ou seja, não só caças mas também aeronaves do sistema de vigilância aérea por radares, que estão sendo desenvolvidos na China.

Durante a construção do projeto 18, os chineses não poderão contar com as soluções técnicas prontas, emprestadas do exterior. O projeto é altamente arriscado do ponto de vista técnico, e os prazos reais de sua conclusão diferirão muito dos inicialmente planejados. Portanto, não se pode excluir que no futuro o programa de porta-aviões seja submetido a certos reajustes, por exemplo, em detrimento da construção de navios adicionais do tipo Liaoning.

Por que razão cresce o número de materiais publicados sobre o navio em construção? Evidentemente, dentro em breve estaremos testemunhando o mesmo fenômeno que foi observado na mídia chinesa durante a construção do Liaoning. Nos anos anteriores à sua entrada ao serviço na Marinha chinesa, o projeto de remodelação do navio era de conhecimento comum, embora o governo chinês não emitisse a esse respeito nenhuns comentários oficiais.

Na altura, a China não fez nenhum esforço prático para esconder o fato de estar executando o programa de construção do porta-aviões e, aparentemente, não vai o esconder agora. Ao rejeitar um secretismo hermético, as autoridades preparam gradualmente a opinião pública, tanto na própria China como nos países vizinhos, para o próximo reforço da Marinha chinesa.

Ao mesmo tempo, a falta de informação oficial sobre o assunto não permite aos adversários estrangeiros da China tirar o máximo proveito do que está acontecendo para promover a tese da "ameaça chinesa". Além disso, a falta de contenção na divulgação dos projetos tecnicamente arriscados pode levar a consequências políticas desagradáveis no âmbito interno se tais projetos enfrentarem atrasos e custos adicionais (o que acontece muitas vezes).

Quanto a isso, a China consegue, portanto, evitar felizmente o erro que a Rússia às vezes comete no que concerne aos seus programas espaciais e técnico-militares.

Do Sputnik

Exercito da Ucrânia bate em retirada

Postado por Vinna sábado, fevereiro 21, 2015 0 comentários

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, partiu de avião de Kiev para "o front" na quarta-feira (18), e a TV ucraniana disse que ele afirmou a jornalistas antes de deixar a capital do país que forças do governo estão deixando a cidade sitiada de Debaltseve.
A agência AFP ouviu a mesma informação de uma autoridade policial da região.  "Estamos retirando algumas de nossas unidades", disse Ilia Kiva, subchefe da polícia regional, ao mesmo tempo que destacou que os ucranianos não abandonaram a cidade.
"Os combates nas ruas continuam. Aconteceu uma pequena batalha de tanques", completou.
"Uma parte das tropas ucranianas continua em Debaltsev, onde realiza uma operação especial', afirmou à AFP um porta-voz militar, Vladislav Seleznev. As autoridades ucranianas pediram ao Ocidente uma resposta "severa" contra a Rússia pela entrada dos rebeldes pró-Rússia em Debaltseve, que fica entre as cidades de Donetsk e de Lugansk.
A ofensiva rebelde aconteceu apesar da entrada em vigor de uma trégua no leste da Ucrânia, anunciada na semana passada por Ucrânia, Rússia, Alemanha e França. Kiev e os países ocidentais acusam a Rússia de armar os rebeldes e de ter enviado tropas a Ucrânia, mas Moscou nega.
Uma testemunha da Reuters perto da linha de frente afirmou que a artilharia atingia Debaltseve a cada cinco segundos, levantando uma fumaça preta, nesta terça-feira. Os rebeldes declararam que eles haviam capturado partes da cidade, que fica numa junção ferroviária estratégica, e que alguns soldados ucranianos haviam se rendido, mas Kiev nega.
A expectativa é que observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa tentassem chegar à cidade cercada, depois que a Alemanha disse ter acordado com os líderes da Rússia e Ucrânia para que os monitores tivessem acesso livre no leste.
No entanto, um novo chamado de Berlim pela paz e pela retirada do armamento pesado, como programado, a partir desta terça, parece não ter sido ouvido. "Não temos o direito (de parar a luta em Debaltseve). É uma questão moral. É território interno", disse Denis Pushilin, representante dos separatistas, estabelecendo o objetivo de "destruir as posições de combate do inimigo".

Do G1

O Brasil ainda merece um lugar no grupo de economias emergentes Bric mesmo após vários anos de crescimento lento, segundo Jim O’Neill, o ex-economista-chefe do Goldman Sachs Group Inc. que cunhou a sigla.
“Três anos, que é o período que o Brasil tem decepcionado, realmente não servem de base para uma conclusão como essa”, disse, quando perguntaram a ele se estava na hora de tirar o Brasil do grupo composto também pela Rússia, Índia e China.
“É claro que, se continuarem no mesmo caminho, não há garantia de que o Brasil e a Rússia continuarão sendo considerados Bric” até o fim da década, disse ele.
A presidente Dilma Rousseff promete aumentar a confiança do investidor reduzindo o déficit e freando a inflação, que está acima da meta, com a aplicação de limites aos gastos e incrementos às taxas de juros.
Os analistas consultados pelo Banco Central projetaram que as medidas provocarão uma desaceleração do crescimento em 2015 pelo segundo ano consecutivo, mas estimaram que a economia começará a se recuperar em 2016.
A expansão do Brasil em 2016 ainda ficaria atrás da observada na Índia e na China, cujas economias crescerão mais de 6 por cento cada, segundo a estimativa média dos analistas consultados pela Bloomberg.
O produto interno bruto da Rússia se expandirá menos de 1 por cento no ano que vem, após encolher em 2015, segundo a pesquisa.
Países como o Brasil estão sofrendo com a queda nos preços das commodities, que tem revelado “maus hábitos comportamentais”, como a interferência estatal na economia e a reduzida independência do Banco Central, que no governo Dilma é chefiado por Alexandre Tombini, disse O’Neill, colunista da Bloomberg View e ex-presidente do conselho da Goldman Sachs Asset Management International.
‘O problema’
“Eu dou aulas a alguns dos estrategistas brasileiros, como meu colega Tombini, do Banco Central, e eu digo a eles, vocês são mais chineses do que os chineses”, disse O’Neill, por telefone.
“Os chineses não querem mais ser chineses, e vocês acreditam que o Estado deve ser usado para tudo. E esse é o problema”.
A assessoria de imprensa presidencial não respondeu a um e-mail enviado após o horário comercial em busca de comentário sobre o papel do Estado na economia e a autonomia do BC.
Os estrategistas do Brasil precisam criar um fundo soberano de riqueza para acumular reservas quando os preços de commodities como o minério de ferro e a soja estiverem altos, disse O’Neill.
Eles também deveriam impulsionar a produtividade nos demais setores além das commodities, talvez recorrendo ao fundo soberano para investir em inovação, disse ele.
O’Neill disse que há muito tempo existe um ceticismo em relação à economia do Brasil, acrescentando que durante uma viagem ao país, em 2003, as pessoas o acusaram de colocar o Brasil ao lado da Rússia, Índia e China simplesmente para que a sigla soasse bem.
“Esta é, em parte, a razão pela qual foi tão fácil todos se apaixonarem pelo país quando viram que o Brasil estava tendo todo aquele crescimento”, disse ele. “É por isso também que foi tão fácil desapontar as pessoas” com a desaceleração da economia brasileira, disse ele.

Da Exame

Caças Gripen NG são as futuras aeronaves de combate das forças aéreas dos dois países. Expectativa é que primeiro seja entregue ao Brasil em 2019.
O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), órgão do Comando da Aeronáutica, recebeu a visita, entre os dias 10 e 12 deste mês, da FLYGI, a autoridade militar de aeronavegabilidade da Suécia. O objetivo foi traçar planos para a certificação dos caças Gripen NG, futuras aeronaves de combate das forças aéreas dos dois países.
O IFI e o FLYGI apresentaram suas regras, regulamentos e formas de trabalho, de modo a permitir o reconhecimento mútuo de atividades relacionadas à certificação e à garantia da qualidade de produtos aeronáuticos. Foram discutidos os tópicos de um acordo bilateral a ser assinado entre as duas instituições.
“Espera-se que o acordo permita o reconhecimento mútuo das atividades e até trabalhos conjuntos entre o Brasil e a Suécia, tanto durante a certificação e produção, quanto na fase de operação das aeronaves”, explicou o assessor técnico do IFI, Tenente-Coronel José Renato de Araújo Costa. Também estiveram presentes Klas Johnson, diretor da FLYGI, e Magnus Johaness, responsável pela certificação da aeronave Gripen NG na Suécia.
A maior aproximação entre as autoridades militares de certificação dos dois países evitará repetições desnecessárias de atividades. Além disso, o acordo em negociação servirá de base para incorporar a certificação de outros projetos e aquisições, caso futuramente sejam assinados outros contratos de aquisição de aeronaves militares envolvendo as duas nações.
Caças Gripen NG
No segundo semestre de 2014, o Comando da Aeronáutica assinou com a empresa sueca SAAB o contrato para a aquisição de 36 aeronaves Gripen NG. Segundo a FAB, o primeiro caça será entregue em 2019 e o último, em 2024.
O contrato prevê ainda treinamento de pilotos e mecânicos brasileiros na Suécia, apoio logístico e a transferência de tecnologia para indústrias brasileiras - o que deve ser feito, segundo a Saab, ao longo de aproximadamente dez anos.
Do Portal Brasil - Fonte: Força Aérea Brasileira

Novo modelo de contratorpedeiro será elaborado a partir de 2015. O primeiro navio da série, cujo principal objetivo militar é estabelecer o domínio em zonas marítimas e oceânicas distantes, não entrará em operação antes de 2025. Destroier deve ser equipado com o sistema de míssil Kalibr e de defesa aérea Prometeu. 
O Ministério da Defesa russo aprovou as exigências táticas e técnicas para a concepção do futuro destroier, cujo programa de criação é conhecido como “Líder”. A informação foi divulgada na semana passada, com base em uma fonte de alto escalão da indústria de Defesa nacional.
O Escritório de Design do Norte (Severnoie), responsável pela criação de quase todos os grandes navios militares de superfície da frota russa, foi incumbido do desenvolvimento do projeto. A construção do primeiro de uma série de doze navios para as frotas do Norte e do Pacífico não é esperada antes de 2023.
O projeto do “Líder” não foi incluído no programa de armamento do governo para 2020, e a alocação de recursos para a construção dos contratorpedeiros poderá ser realizada apenas no âmbito do programa de construção naval, elaborado até o ano de 2050.
O principal recurso de ataque do novo contratorpedeiro será o sistema integrado de mísseis Kalibr. Exportado com o nome de Club, ele é composto por mísseis de cruzeiro antinavio e mísseis de cruzeiro 3 M -14, projetados para destruir de uma grande distância alvos importantes no interior do território inimigo – uma espécie de “braços longos” do destroier. Além disso, inclui também mísseis antissubmarinos que permitem atingir com grande eficácia vários tipos de submarinos inimigos, incluindo os submarinos com baixo nível de ruídos e não nucleares.
O complexo de ataque Onyx, com um míssil de cruzeiro supersônico, poderá se tornar o segundo “braço longo” do contratorpedeiro. Pelo fato de o Kalibr e o Onyx poderem ser utilizados a partir de um único lançador, isso confere total versatilidade e uma real capacidade de realizar tarefas múltiplas aos navios militares russos.
A versão exclusiva para navios do sistema de defesa antiaérea S-500 Prometeu, que será capaz de destruir alvos que estejam até mesmo no espaço próximo, deverá garantir ainda a proteção contra os ataques aéreos. O navio também receberá recursos de defesa aérea e defesa antimísseis de médio alcance.
No Líder também serão implantados armas de artilharia, minas e torpedos, recursos para combater os sabotadores, helicópteros e drones, bem como radares e sonares modernos que permitirão que a tripulação do destroier possa detectar quaisquer alvos no ar, na superfície da água ou embaixo d’água, até mesmo os pequenos e pouco perceptíveis, em uma faixa de dezenas ou até centenas de quilômetros.
Energia a todo custo
O ponto mais controverso do programa é a escolha da principal fonte de energia do destroier. De acordo com as informações preliminares, o Ministério da Defesa encomendou o desenvolvimento de projetos com duas variantes: turbinas a gás ou energia nuclear.
“Na fase de pesquisa e desenvolvimento, o ministério tomará a decisão definitiva de acordo com o que for mais conveniente – um destroier nuclear ou comum, ou ele pode até precisar de ambos. A última opção também é bem possível”, declarou à agência de notícias TASS uma fonte do alto escalão da indústria de defesa russa.
No atual nível de desenvolvimento da construção naval nacional, diante da difícil situação financeira e econômica e da necessidade urgente de modernização em larga escala das forças de superfície da Marinha Russa, a liderança do Ministério da Defesa tem dúvidas de que poderia construir contratorpedeiros com dois tipos de fontes de energia principal.
“A retomada da presença permanente da Marinha em águas distantes não deve provocar um rombo no orçamento russo”, disse à Gazeta Russa Oleg Vladikin, editor-executivo do suplemento “Revisão Militar Independente”, publicado semanalmente no jornal “Nezavisimaia Gazeta”.
 
Da Gazeta Russa

A Agência de Segurança Nacional dos EUA descobriu como esconder programas espiões dentro do firmware de HDs feitos por Western Digital, Seagate e Toshiba, entre outras marcas. A descoberta, que mostra um dos métodos usados pela NSA para monitorar e espionar computadores ao redor do mundo, foi feita pela Kaspersky e confirmada à Reuters por fontes próximas à agência.
A metodologia permaneceu em segredo até o começo desta semana, quando pesquisadores da empresa de segurança russa descreveram ataques feitos pelo Equation Group – um grupo “único em quase todos os aspectos de suas ações”, segundo o texto. “Eles usam ferramentas que são muito complicadas e caras de se desenvolver, de forma a infectar vítimas, colher dados e esconder as atividades de um modo incrivelmente profissional”, escreveu a companhia
Os espiões se utilizam de “implantes” – ou trojans –, alguns descobertos e nomeados pela Kaspersky, como o EquationLaser, o EquationDrug, o GrayFish e o mais curioso Fanny. Este último é capaz de mapear e “entender a topologia de redes que não podem ser alcançadas, além de executar comandos nesses sistemas isolados”.

Os malware são instalados por meio de módulos que reprogramam o firmware de discos rígidos da Samsung, da Maxtor e da Hitachi, além das outras já citadas. Dessa forma, o malware espião consegue se reinstalar mesmo que o HD seja formatado e permanece indetectável – mais ou menos como acontece no caso do BadUSB.
Para os ataques funcionarem, porém, brechas precisariam existir – e a Kaspersky detectou pelo menos sete delas, todas sem correção, usadas pelo grupo. Uma das vulnerabilidades, aliás, estava no Firefox 17, que é parte do Tor Browser Bundle.
Por estarem ligados ao firmware, os vírus também devem ser capazes de criar uma pequena partição própria, que pode ajudar até a quebrar criptografia. Segundo a Kaspersky, o GrayFish, por exemplo, começa a funcionar a partir do boot e tem a “capacidade de capturar uma senha e salvá-la nessa área escondida” – repassando depois a informação.
De acordo com a Reuters, informações relacionadas a essa campanha de espionagem já datam de 2001, e a equipe responsável por ela teria relação com a do Stuxnet, o vírus usado pela NSA “para atacar unidades de enriquecimento de Urânio no Irã”. Os alvos principais, desta vez, eram instituições militares e governamentais, empresas de telecomunicações, bancos e companhias de energia, pesquisa nuclear, mídia e ativistas islâmicos – todos de países como Irã, Rússia, Paquistão, Afeganistão, Índia e China, os mais atacados.

Da INFO

Os rebeldes pró-russos infligiram esta quarta-feira um novo revés militar a Kiev.
Centenas de soldados capitularam em Debaltseve após uma renhida batalha ainda sem informação sobre o número de vítimas.
Com a conquista da cidade, importante nó rodoviário para toda a região oriental, os separatistas completam o plano militar iniciado há dez meses.
A área controlada pelos rebeldes é relativamente homogénea, é a junção entre os territórios separatistas das regiões de Lugansk e Donetsk.
“Houve um pesado bombardeamento. Rezamos o tempo todo e despedimo-nos das nossas vidas uma centena de vezes. Eles tem uma poderosa artilharia,” diz este soldado ucraniano.
“Eu não sei, os nossos comandantes não nos disseram se era uma retirada ou apenas rotação. Só nos disseram para mudar a nossa posição, porque a nossa unidade ia ficar muito tempo sob fogo e teríamos um monte de perdas.
Em uniforme militar, o Presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko falou do aeroporto de Kiev para anunciar o abandono de Debaltseve antes de partir para a zona de guerra e encontrar-se com os soldados exaustos que tiveram de fugir da cidade.
Oitenta por cento das unidades abandonaram a frente e estão à espera de comboios para serem transportadas para casa.
A ofensiva rebelde em Debaltseve foi lançada, ontem, terceiro dia da nova trégua arrancada na semana passada, após maratona de 16 horas de negociações em Minsk.
Um cessar fogo que nunca saiu do papel.

Egito e Líbia pediram nesta quarta-feira que a ONU suspenda as restrições vigentes há quatro anos a fim de que o exército líbio possa começar a receber armas para lutar contra o avanço de grupos terroristas.
Estas restrições foram impostas em 2011, quando explodiu a revolta que acabou com o regime de Muammar Kadafi, e se mantêm desde então, com algumas remodelações dos princípios originais.
Agora, a Líbia pediu à ONU permissão para armar seu exército porque, segundo advertiu seu ministro das Relações Exteriores, Mohammed al Dairi, a necessidade é "mais urgente que nunca" para poder frear o avanço do terrorismo islâmico nesse país.
"Não peço uma intervenção internacional", declarou o ministro líbio, que foi convidado a falar perante o Conselho de Segurança em uma sessão que analisou a situação nesse conturbado país.
"Trata-se de uma obrigação moral poder reforçar o exército líbio, para que possa atuar", acrescentou.
O pedido foi apoiado por Sameh Shukri, ministro das Relações Exteriores do Egito, o vizinho mais poderoso da Líbia e que na segunda-feira passada atacou várias posições das milícias extremistas vinculadas ao grupo Estado Islâmico (EI) em território líbio.
Esse ataque foi realizado um dia depois da divulgação de um vídeo com o assassinato de 21 coptas (cristãos egípcios) que viviam na Líbia, um país no qual residem meio milhão de egípcios, em sua maioria emigrantes que trabalham para empresas da nação vizinha.
Shukri pediu que "se suspendam as restrições jurídicas" para atender as necessidades de defesa do exército da Líbia "frente ao terrorismo e para conseguir a estabilidade" política nesse país.
Sua proposta inclui também medidas concretas para impedir que as milícias extremistas adquiram armas, como "um bloqueio naval" em frente às áreas da Líbia que estão fora do controle das "autoridades legítimas".
Além disso, a proposta egípcia pede que o governo da Líbia reconhecido internacionalmente possa receber ajuda de outros Estados, embora não detalhe de que tipo seria e em que condições, mas esclareceu que seria com a coordenação das autoridades desse país.
A derrocada de Kadafi gerou um caos político na Líbia, que derivou na existência de um governo surgido das eleições do último dia 25 de junho, presidido por Abdullah Al-Thani, mas que funciona provisoriamente na cidade de Tobruk, a 1.500 quilômetros da capital, Trípoli.
A capital, enquanto isso, é cenário de choques armados entre distintas milícias que disputam o poder, o que foi aproveitado por grupos radicais islâmicos para estender a luta que realizam na Síria e no Iraque.
Os dois ministros anunciaram que a Jordânia, único país árabe que atualmente é membro do Conselho de Segurança, apresentará uma resolução para que o exército da Líbia não esteja sujeito ao embargo de armas, a qual se espera seja discutida nos próximos dias pelo principal órgão de decisões da ONU.
Embora no Cairo se tivesse informado que essa resolução seria apresentada hoje perante o Conselho de Segurança, não foi assim. Por enquanto só está circulando uma minuta defendida pelo Egito e que, aparentemente, está sujeita ainda a possíveis modificações.
Após participar da reunião do Conselho de Segurança, os dois ministros detalharam alguns de seus pontos em declarações aos jornalistas, mas não esclareceram quando se levará ao conselho o projeto de resolução.
O ministro egípcio foi consultado sobre se o Cairo estava buscando o sinal verde da ONU para poder enviar tropas ao país vizinho, mas respondeu que seu governo só estava buscando a "solidariedade internacional".
Shukri esclareceu esse ponto depois do rebuliço causado na terça-feira pelas declarações do presidente egípcio, Abdul Fatah al Sisi, que antecipou seu desejo de que o Conselho de Segurança da ONU aprove uma intervenção militar internacional na Líbia.
No começo da sessão de hoje, o espanhol Bernardino León, enviado especial da ONU para a Líbia, fez um resumo da situação nesse país, por videoconferência da Tunísia, e falou da urgente necessidade de reforçar o diálogo político para conseguir um acordo completo entre todas as partes envolvidas.
"A janela de oportunidades está se fechando", advertiu Léon. 

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“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


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