Os indianos vão terminar voltando atrás e comprando o Gripen!

NASA lança biblioteca sonora gratuita das Missões Espaciais

Postado por Vinna terça-feira, outubro 28, 2014 0 comentários

Conhecida de praticamente todos os seres humanos ao redor do mundo, a NASA (que em inglês significa: Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) é a agência espacial dos Estados Unidos.
Famosa pelos lançamentos de foguetes e de ônibus espaciais, e também pelos vários programas espaciais que já levaram, entre outras coisas, o homem até a lua, além de também já ter visitado a superfície de Marte com a ajuda de robôs, a NASA chama a atenção das pessoas sempre que é notícia.
No entanto, a notícia que chamou a atenção da população mundial para a NASA tem a ver menos com alguma missão espacial atual, e mais com seu histórico de missões, já que a agência espacial dos Estados Unidos acaba de anunciar a criação de uma biblioteca que contém todos os áudios de suas missões realizadas até os dias de hoje.
A notícia de que a NASA criou uma biblioteca que disponibiliza os áudios das missões realizadas pela agência espacial dos Estados Unidos agradou em cheio a quem gosta de missões espaciais em geral.
E o melhor de tudo é que todo o material será disponibilizado pela NASA de graça, sem a cobrança de qualquer centavo, para que qualquer pessoa possa ouvir o que foi dito durante as principais missões da agência espacial estadunidense até hoje.
Segundo informações da própria NASA, a biblioteca irá contar com nada menos do que 60 amostras de áudios de missões das mais diversas realizadas por ela ao longo de sua gloriosa história.
Esta ferramenta, possivelmente virá a receber mais amostras de áudios futuramente, ficando ainda mais abrangente e ainda mais completa, dando um recorte preciso do que foi a realidade da agência espacial mais importante do mundo nas últimas décadas.
No entanto, a conta da NASA no Soundcloud só permite que se escutem os áudios das missões, sem permitir aos usuários que sejam feitos comentários, mas isto não deverá ser um problema para o sucesso da ferramenta.
Segundo se sabe, há avisos de lançamentos de ônibus espaciais, bem como sons da nave russa Sputnik, além de comunicação entre astronautas, o que pode dar uma ideia de como é o trabalho da agência espacial estadunidense.
No entanto, um dos destaques fica por conta da possibilidade de poder ouvir a famosa e icônica frase que diz o seguinte: “Houston, we have a problem”, que traduzido significa “Houston, nós temos um problema”. 



Embraer revela novo avião de transporte militar KC-390

Postado por Vinna segunda-feira, outubro 27, 2014 0 comentários

A Embraer lançou, nesta terça-feira, seu novo avião de transporte militar, o KC-390, em um momento em que o Brasil intensifica sua entrada no mercado global de transporte aéreo de segurança e Defesa.
A aeronave foi apresentada na instalação de testes da empresa em Gavião Peixoto, São Paulo, em uma cerimônia assistida pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, e pelo comandante Juniti Saito, da Força Aérea Brasileira (FAB).
"Esse estágio significativo do programa KC-390 demonstra a capacidade da Embraer em desenvolver um projeto completo e de alta tecnologia e torná-lo realidade", disse Jackson Schneider, presidente de segurança e Defesa da empresa.



Nelson During, analista do site especializado Defesanet, considera o avião o maior veículo militar desenvolvido no Hemisfério Sul, o que pode levar a Embraer "a um novo patamar de negócios".
"A Embraer encontrou um nicho de mercado. Os Hércules C-130 da Lockheed têm muitas atualizações, mas são naves que podem ser substituídas. É um mercado que a Embraer pode atender", comentou à AFP.
O desenvolvimento da aeronave, a maior já construída pela indústria aeronáutica brasileira, custou R$ 4,6 bilhões (US$ 1,9 bilhão), financiados pela Força Aérea em parceria com Argentina, República Tcheca e Portugal. O preço unitário do avião não foi informado.
Saito disse que a nova aeronave representaria "a espinha dorsal da aviação de transporte da Força Aérea", uma vez que o avião é capaz de operar em diferentes condições, "da Amazônia à Antártica".
A intenção é de que sejam vendidas 728 unidades da nova aeronave em 77 países, um negócio no valor de 50 bilhões de dólares. O preço unitário do avião não foi informado.
Amorim afirmou que os países co-desenvolvedores - Argentina, República Checa e Portugal - demonstraram a intenção de compra, assim como a Colômbia e Chile.
Esse projeto, largamente financiado pela FAB, foi iniciado em 2009.
Com 35,20 metros de comprimento, 35,50 metros de envergadura e dois motores de reação, o KC-390 tem capacidade para transportar 23 toneladas de carga e alcança velocidade máxima de cruzeiro de 860 km/h.
O Hércules existe em diferentes modelos, mas têm quatro motores turbo-hélice, "que são mais lentos", explicou Claudio Moreira, consultor da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Segurança e Defesa.
O avião proverá back-up logístico em missões militares, humanitárias e de busca e salvamento.
A Embraer, a terceira maior manufatureira de aeronaves comerciais do mundo, atrás da gigante americana Boeing e da europeia Airbus, ainda não indicou o preço unitário do avião, que estará disponível até o final do ano.


Ao menos 15 dentre os 36 caças Gripen que a Força Aérea Brasileira (FAB) comprou do grupo de armamento Saab serão montados no Brasil, informou nesta segunda-feira (27) Lennart Sindahl, chefe da divisão de Aeronáutica da indústria sueca.
A assinatura do contrato para a venda de 36 aviões militares de nova geração, por US$ 5,4 bilhões (R$ 13,4 bilhões), foi divulgada também nesta segunda-feira. Um contrato de cooperação inclui ainda transferência de tecnologia à indústria nacional nos próximos 10 anos.
Segundo Sindahl, que repassou a informação à imprensa durante uma entrevista por telefone, entre as 15 aeronaves que serão montadas totalmente no Brasil estão 8 que serão de duas posições (biplace), usado para o treinamento de pilotos. O desenvolvimento e a produção deste modelo do novo Gripen com dois assentos será realizado em conjunto entre a empresa brasileira Embraer e a Saab.
O contrato assinado entre o governo brasileiro e a Saab inclui 28 unidades do Gripen NG de apenas um assento e mais 8 de duas posições. O Brasil é o primeiro comprador do Gripen NG de dois assentos. O governo da Suécia já encomendou cerca de 60 aviões do novo modelo, mas todos com apenas um banco.
Sindahl assinalou que as demais aeronaves, que serão montadas na Suécia, terão também ajuda brasileira, seja com peças, seja com mão de obra. Uma equipe de técnicos, engenheiros e mecânicos brasileiros irá à Suécia atuar conjuntamente no trabalho.

"A montagem final de ao menos 15 será feita no Brasil. Mas é claro que as peças e suprimentos da indústria brasileira vão estão incluídos em muito mais do que estas 15 aeronaves, o maior número que puder, certamente. O restante será montado conjuntando com equipes brasileiras e suecas na Sueca. Então, as mãos brasileiras estarão na construção de mais do que estas 15 aeronaves", assinalou ele.

"Não vamos duplicar os fornecedores ou os suprimentos. As aeronaves que serão montadas tanto no Brasil quanto na Suécia terão as mesmas peças", afirmou, salientando que o país possui uma base industrial de tecnologia aeronáutica de suceso.

As entregas dos aviões estão previstas para ocorrer entre 2019 e 2024. Ele não especificou um cronograma de montagens e nem quando será finalizada a primeira aeronave no Brasil. Os aviões bipostos devem ficar para o final do plano de entrega.

"Estamos muito felizes e orgulhosos por termos sido selecionados para este contrato", acrescentou.
Preço superior
O preço que o Brasil pagará, previsto no contrato final, é quase US$ 1 bilhão superior ao previsto em dezembro de 2013, quando o governo brasileiro escolheu o modelo sueco em uma disputa denominada "FX-2". Na época, a proposta apresentada pela Saab era considerada a mais barata entre as concorrentes e estava em US$ 4,5 bilhões.

Conforme o executivo da Saab, a mudança no valor refere-se a "adaptações para as necessidades brasileiras" da aeronave, como modificações na parte de aviônica e exigências para a comunicação eletrônica e via rádio.

A disputa do "FX-2" incluía o caça Rafale da empresa francesa Dassault e o F/A-18 Super Hornet americano.
Atualmente, o Gripen é utilizado pela Aeronáutica da Suécia, República Tcheca, Hungria, África do Sul e Tailândia.
 
Do G1

O ministro da Defesa chinês, Chang Wanquan, se encontrou nesta quinta-feira com o comandante da Marinha iraniana, Habibollah Sayyari, em mais um sinal de que os países estão fortalecendo laços militares. Na visita, Wanquan disse que a China espera "novas cooperações práticas" e o desenvolvimento ininterrupto de vínculos entre os dois Exércitos.

Segundo Wanquan, o Irã sinalizou no encontrou que dá grande importância às relações com o país asiático e que também espera fortalecer as relações militares.
A China tem estabelecido laços com os militares de países rivais aos Estados Unidos, como a Rússia, para tentar reduzir o domínio naval dos norte-americanos na região Ásia-Pacífico. Com o Irã, Pequim também mantém ligações econômicas próximas, apesar do governo chinês participar de esforços internacionais para forçar o parceiro a cooperar com a comunidade global em relação ao seu programa nuclear.
Ainda que evite criar bases permanentes no exterior, a presença ocasional de embarcações no golfo pérsico permite ao país avançar em sua meta de ter uma Marinha capaz de operar longe do litoral da China. Em um exercício de cinco dias no mês passado, um destroier e uma fragata chinesa realizaram atividades com embarcações iranianas.
Navios chineses já participam de patrulhas regulares contra piratas na costa da Somália desde o fim de 2008, algo considerado como uma grande melhora na sua capacidade de atuar em longas distâncias, além de ajudar a proteger o importante oceano que conecta o país às fontes de energia do Oriente Médio.
Fonte: Associated Press - Via Yahoo.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprimentou a presidente Dilma Rousseff pela sua reeleição conquistada ontem, segundo nota divulgada nesta segunda-feira pelo governo americano. “O Brasil é um parceiro importante para os Estados Unidos e nós estamos comprometidos a continuar a trabalhar com a presidente Rousseff para fortalecer a nossa relação bilateral”, afirma a declaração do secretário de imprensa da Casa Branca, Josh Earnest. Segundo a nota, Obama espera ligar para Dilma nos próximos dias para felicitá-la pessoalmente e discutir como aumentar a “colaboração para promover a segurança global, a prosperidade e o respeito pelos direitos humanos”.
O presidente americano também pretende conversar sobre como aperfeiçoar “a cooperação bilateral em educação, energia, comércio e outros assuntos de interesse mútuo”.



Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, da Rússia, Vladimir Putin, e a chanceler alemã Angela Merkel parabenizaram nesta segunda-feira Dilma Rousseff pela vitória na eleição presidencial brasileira. Segundo o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, no telegrama de felicitação de Obama à presidente reeleita do Brasil, ele qualificou o país como “grande parceiro” para os EUA. “Estamos comprometidos em seguir trabalhando com a presidente Dilma para fortalecer nossa relação bilateral”, afirmou o porta-voz de Obama.
Além disso, Earnest detalhou que o presidente americano espera “nos próximos dias parabenizá-la pessoalmente” por sua vitória nas eleições de ontem e dialogar sobre como aumentar a parceria bilateral em educação, energia e comércio, entre outros assuntos. A relação entre os dois países foi seriamente afetada por causa das revelações do ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA) americano Edward Snowden, que denunciou que Washington espionou as comunicações pessoais de Dilma Rousseff, assim como de ministros e de empresas nacionais.
Rússia – Putin congratulou Dilma e destacou que a vitória nas urnas é uma prova do respaldo popular a suas políticas, informou o Kremlin. Em seu telegrama, Putin manifestou que “os resultados da votação demonstram que a população apoia a política de Dilma Rousseff que procura o desenvolvimento econômico do país e o fortalecimento de suas posições internacionais”, detalhou o comunicado da presidência russa. O presidente russo avaliou como muito boa a atenção que Dilma presta ao “fortalecimento da associação estratégica russo-brasileira”.
Putin confirmou a disposição da Rússia de continuar o “diálogo construtivo e o trabalho conjunto para aumentar a cooperação bilateral em todos os âmbitos, assim como a interação na ONU, no G20 [grupo dos 20 países mais ricos do mundo], nos Brics [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] e em outras estruturas multilaterais”.
Alemanha – A chanceler alemã Angela Merkel, em seu telegrama, também cumprimentou Dilma pela reeleição, manifestando em texto a possibilidade de manter os laços entre os países. “A felicito pela reeleição como presidente do Brasil. Me alegro que possamos continuar nossa cooperação”, escreveu Merkel. A chanceler disse também que Alemanha e Brasil diante de grandes desafios, expressando que está convicta que “apenas juntos e como parceiros, poderemos superá-lo”'.
América do Sul – Neste domingo, pouco depois da confirmação oficial da vitória de Dilma, os presidentes da Venezuela e da Argentina deram felicitações à brasileira. “Vitória de Dilma no Brasil. Vitória do Povo. Vitória de Lula e seu legado. Vitória dos povos da América Latina e do Caribe”, afirmou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que tem no Brasil um de seus principais aliados políticos.
Cristina Kirchner publicou uma carta aberta à “querida companheira e amiga Dilma” em seu perfil no Facebook. “Esta nova vitória representa um passo a mais rumo à consolidação da nossa Grande Pátria sul-americana, à qual tanto empenho temos dedicado desde nossas funções no governo e da militância de uma vida inteira”, escreveu ela.
Da Veja (Com agências Reuters e EFE)

Uma força de implantação rápida do Exército vai praticar exercícios estratégicos na base de defesa antimísseis do Pentágono no Alasca, esta semana, como parte de exercícios anuais que envolvem ambas as forças convencionais e nucleares.
Funcionários da Defesa disseram que uma Força de Reação Rápida do Exército (QRF) de 55 tropas aerotransportadas, junto com armas e veículos, com pára-quedas em Fort Greely, no Alasca, na quinta-feira, como parte de exercícios chamados Vigilant Shield.
O QRF, composta de altamente treinados, forças móveis, rapidamente descompactam veículos e armas e movem-se para criar um perímetro de segurança em torno do campo de interceptação terrestre (GBI) na base, tudo em poucos minutos de atingir o solo, disseram autoridades familiarizadas com alguns detalhes do exercício. Os exercícios continuarão até 28 de outubro.
O Pentágono implantou 26 interceptores de longo alcance em Fort Greely e quatro na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. Os interceptores são um elemento-chave limitadas de defesas estratégicas americanas dos militares contra ataques de mísseis de longo alcance, previstos principalmente da Coréia do Norte.
O porta-voz militar se recusou a revelar os cenários para os exercícios citando temores de "segurança operacional".
Os exercícios militares norte-americanos, no entanto, seguem um aumento em grande escala de vôos de bombardeiros estratégicos nucleares russos tanto no Alasca e na Califórnia.
E os jogos de guerra, envolvendo a implantação de centenas de tropas canadenses, também estão sendo realizadas, como a Rússia anunciou no mês passado que está reabrindo uma base naval da era soviética no ártico norte em Ilhas da Sibéria. Seis navios de guerra russos, incluindo dois navios de desembarque, que partiram para a ilha com tropas e suprimentos em 6 de setembro.
A base da ilha siberiano é cerca de 1.000 km da costa do Alasca e faz parte de um grande esforço por Moscou para construir suas forças militares em toda a região, rica em recursos do Ártico.
Tenente-general aposentado da Força Aérea, Thomas McInerney, um ex-comandante do Comando Aéreo do Alasca, disse que os exercícios norte-americanos não estão limitados a defesas antimísseis e parecem ser uma resposta a exercícios nucleares recentes de grande escala russos e atividade de bombardeiros.
"Isso claramente é uma resposta aos extensos exercícios nucleares russos que foram realizados recentemente e é um sinal de boas-vindas de que esta administração não desarmou completamente nossa prontidão de dissuasão nuclear", acrescentou.
O secretário de Defesa Chuck Hagel, em novembro, delineou uma nova estratégia do Pentágono para proteger o Ártico. A estratégia é seguida de aumento das incursões russas e chinesas na região. Hagel disse em um discurso em 22 de novembro no ano passado, que o derretimento do gelo polar aumentou rotas marítimas e como resultado há um aumento do risco de um futuro conflito na região.
Rússia tiveram como alvo as defesas de mísseis dos EUA no passado.
Documentos do Departamento de Estado classificados tornados públicos pelo Wikileaks revelou há vários anos que os exercícios militares ofensivas russas no Ártico são parte de um esforço de Moscou para "emergir como o poder dominante no ártico."
Além da base de ilhas siberianas, militares da Rússia estão abrindo bases aéreas do Ártico, no extremo norte em Naryan-Mar, em Nova Zembla, e Franz Josef Land.
A Rússia também anunciou que está criando uma brigada do Ártico de 8000 tropas para ser implantado na Península de Kola perto da Finlândia e Noruega.
Protegendo o campo interceptor de defesa de mísseis é um dos elementos do campo de jogos de guerra em larga escala que ocorrem esta semana. O lançamento aéreo faz parte do Vigilant Shield, um exercício anual de defesa da pátria gerido pela sede no Colorado US Northern Command e do Comando de Defesa Aeroespacial EUA-Canadá na América do Norte.
Os exercícios de campo em Fort Greely inicialmente eram para envolver um lançamento aéreo de 400 tropas aerotransportadas a partir do 4 º Brigada da Divisão de Infantaria 25 baseado em Fort Richardson, Alasca. O exercício foi reduzida para apenas o QRF, no entanto.
Cerca de 550 efetivos militares canadenses e 20 aeronaves também foram participar no jogo de guerra com a implantação de Goose Bay, Labrador, no nordeste do Canadá no que Northcom disse que será a primeira grande implementação para Norad em mais de uma década.
A principal missão do Norad é para evitar ataques aéreos sobre a América do Norte.
O governo do Canadá recentemente manifestou preocupações sobre incursões estratégicas de bombardeiros russos.
O Washington Free Beacon informou em 8 de setembro que os bombardeiros estratégicos russos conduziram ataques de mísseis de cruzeiro nucleares práticos de áreas próximas a nordeste do Canadá.
Concomitantemente com Vigilant Shield, o Comando Estratégico dos EUA na segunda-feira lançou em grande escala de jogos de guerra nuclear chamada Global Thunder, projetados principalmente para testar o comando e o controle nuclear, juntamente com as operações militares de comando envolvendo espaço, ciberespaço, defesa antimísseis, combate às armas de destruição em massa, e inteligência, vigilância e reconhecimento, disse o comando, em um comunicado.
Os jogos de guerra Stratcom será simulações e exercícios de campo em vários locais. O exercício é baseado em um cenário fictício e não está relacionada a eventos do mundo real, disse o comando, em um comunicado.
 


 O grupo sueco de armamento e aeronáutica Saab anunciou nesta segunda-feira (27) a assinatura do contrato com o governo do Brasil para a venda de 36 aviões militares Gripen de nova geração, por US$ 5,4 bilhões (R$ 13,4 bilhões).
Saab informou que também assinou um contrato de cooperação industrial, que incluirá transferências de tecnologia à indústria brasileira nos próximos 10 anos.
A empresa sueca e o governo brasileiro "assinaram um contrato para o desenvolvimento e a produção de 36 caças Gripen NG, além dos sistemas e equipamentos relacionados", afirma a empresa em um comunicado, que informa o valor do contrato: 39,3 bilhões de coroas suecas (US$ 5,4 bilhões).

O contrato inclui 28 aviões de apenas um motor e oito aeronaves bimotores. Segundo a Aeronáutica, o contrato foi assinado na sexta-feira (24), em Brasília, e envolve o treinamento de pilotos e mecânicos na Suécia.

A empresa sueca informou que as entregas às Forças Armadas brasileiras acontecerão entre 2019 e 2024.

O preço assinalado no contrato final é superior ao previsto em dezembro de 2013, quando o governo brasileiro escolheu o modelo sueco em uma disputa denominada "FX-2". Na época, a proposta apresentada pela Saab era considerada a mais barata entre as concorrentes e estava em US$ 4,5 bilhões. A entrega inicial prevista também era estipulada para 2018.

A Aeronáutica diz que o valor reajustado ocorre devido a novos parâmetros exigidos pelo Brasil e que o preço inicial era apenas uma previsão.

A disputa do "FX-2" incluía o caça Rafale da empresa francesa Dassault e o F/A-18 Super Hornet americano. Segundo a Aeronáutica, a assinatura do contrato, assinado na sexta-feira, antes do 2º turno das eleições presidenciais, só foi divulgado nesta segunda-feira (27) devido à publicação do acordo no Diário Oficial da União.
"Estamos orgulhosos de estar ao lado do Brasil dentro deste programa tão importante", afirmou o presidente da Saab, Marcus Wallenberg.

O Brasil será, ao lado da Suécia, o primeiro país a utilizar a nova geração dos caças Gripen. O contrato deve entrar em vigor no primeiro semestre de 2015.

Atualmente, o Gripen é utilizado pela Aeronáutica da Suécia, República Tcheca, Hungria, África do Sul e Tailândia. A aeronave pode chegar a até duas vezes a velocidade do som e é caracterizada por ser multimissão (com poder de ataque e defesa, podendo atingir alvos em terra e no ar, e também de reconhecimento).
Brasil opera apenas F-5
As 36 aeronaves serão usadas para defesa aérea, policiamento do espaço aéreo, ataque e reconhecimento. A primeira unidade aérea a receber o novo modelo deverá ser o 1° Grupo de Defesa Aérea, com sede em Anápolis (GO), informou a FAB.

A unidade, que atua na defesa do Planalto, está sem aeronaves desde dezembro de 2013, quando foram aposentados os caças Mirage 2000. Atualmente, é usada apenas para proteção das fronteiras os jatos F-5, que foram modernizados e são menos potentes que o Mirage.

Aluguel "tampão"
As negociações prosseguem agora para a cessão temporária de uma versão anterior do Gripen ao Brasil pela Força Aérea que poderia ser usado nas Olimpíadas de 2016.

Até 12 unidades das versões C/D do caça podem ser alugadas temporariamente pelo governo até a chegada dos novos, mas o valor e os termos do acordo ainda estão sendo conversados pelo governo, diz a Aeronáutica.

Do G1

Um grupo de especialistas em inteligência desenvolveu um sistema de computador capaz de adquirir sozinho novos conhecimentos de todo tipo graças a análises em motores de busca da Internet. 
http://4.bp.blogspot.com/_TwkDqUpcXGc/TUDJoTUA4yI/AAAAAAAAAIU/XQ1uA-hlres/s1600/hal-9000.jpg
Os avanços mais recentes avanços no campo da inteligência artificial são bastante surpreendentes. Existem sistemas de alta precisão para tarefas como análises dos sentimentos e o reconhecimento facial, enquanto que outros, ainda mais avançados, podem resolver problemas de geometria e álgebra. Agora, uma equipe de pesquisadores do Instituto Allen e da Universidade de Washington nos EUA, desenharam um algoritmo que utiliza todos os dados disponíveis na internet para analisá-los, memorizá-los e reconhecê-los.

Este interessante projeto, apelidado de LEVAN, pode aprender em um curto período de tempo "tudo sobre qualquer coisa". O que também surpreende é que não é supervisionado por nenhum humano, já que utiliza a web sozinho para aprender tudo o que necessita saber.



Para aprender frases comuns associadas a conceito em particular, o LEVAN monitora frases no Google e continua as buscas em sites de imagens na web como Google, Bing e Flickr, a fim de entender uma ação determinada. Por exemplo, o LEVAN 'compreende' que 'boxeador peso pesado', 'ring de boxe', 'o boxeador Muhammad Ali', etc, são partes do amplo conceito "BOXE", e se encontra uma imagem qualquer desses conceitos, pode descrevê-los.

"Learning Everything about Anything: Webly-Supervised Visual Concept Learning
Santosh Divvala, Ali Farhadi, Carlos Guestrin
In CVPR 2014 (oral)


Até o momento, o LEVAN já domina 153 conceitos diferentes e mais de 50.000 definições, e já armazenou em sua base de dados mais de 10 milhões de imagens com a descrição de ação em cada uma delas.

Z-9 para a Bolivia

Postado por Vinna sábado, maio 31, 2014 0 comentários

O Ejército de Bolívia está incorporando seis helicópteros multifunção H425, construídos pela Harbin Manufacturing Corporation. O contrato foi celebrado em 2011, por um valor de US$108 milhões. O H425 (Foto: Harbin) é uma versão do Z-9, por sua vez uma variante do EC365N2 Dauphin, da Airbus Helicopters.

Do S&D

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quinta-feira um acordo com os colegas do Cazaquistão e Belarus para criar uma união econômica entre os países.
O governo russo afirmou que a União Econômica da Eurásia (UEE) com as ex-repúblicas soviéticas vai criar um mercado comum e ajudar a integrar a política econômica dos países membros, começando a partir de 2015.
O acordo foi assinado pelos três presidentes em Astana, capital do Cazaquistão, e deve entrar em vigor a partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, depois de ser ratificado pelos Parlamentos dos três países.
O objetivo é garantir a livre movimentação de bens, serviços, capital e trabalho, além de políticas coordenadas em grandes setores econômicos.
Os três países juntos têm um PIB de US$ 2,7 trilhões (mais de R$ 6 trilhões).
Os críticos afirmam que o projeto é uma tentativa de reviver parte da União Soviética.
O presidente da Belarus, Alexander Lukashenko, afirmou que a Ucrânia deve se juntar ao bloco no futuro.
Enquanto o presidente deposto, Viktor Yanukovych, ocupava o governo ucraniano, a Rússia pressionava o país para se juntar ao bloco.
Yanukovych foi deposto em fevereiro pelas forças de oposição que queriam mais laços com a União Europeia e não com a Rússia. Desde a deposição do ex-presidente, as relações entre os dois países se deterioraram em meio aos confrontos violentos no leste da Ucrânia.

Nova integração

Putin afirmou que a criação da UEE “marca uma nova era”.
“Este documento está levando nossos países para um novo nível de integração, preservando totalmente a soberania dos Estados”, disse o presidente russo na reunião com os outros dois presidentes.
Os três países estão “criando um centro de desenvolvimento econômico poderoso e atrativo, um grande mercado regional unindo mais de 170 milhões de pessoas”, acrescentou o presidente russo.
O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, afirmou que vê o novo bloco econômico como uma “ponte entre o Oriente e o Ocidente”.
Mas os presidentes também reconheceram que a união não está completa.
“Perdemos algo no caminho: a Ucrânia. Tenho certeza de que, cedo ou tarde, a liderança ucraniana vai perceber onde a sorte está”, disse o presidente Lukashenko.
Além da Ucrânia, outras antigas repúblicas soviéticas também se recusaram a assinar o acordo, apesar de a Armênia e o Quirguistão estarem analisando a possibilidade de fazer parte da UEE.

Sobrevivencia? OTAN precisa de uma nova Guerra Fria

Postado por Vinna sexta-feira, maio 30, 2014 0 comentários

 A OTAN pretende colocar tropas na fronteira com a Rússia. Segundo o jornal The Sunday Times, esses planos serão na próxima semana objeto de discussão numa reunião dos ministros da Defesa da Aliança.

Na sede da OTAN já estão dizendo que o “ato de cooperação” assinado com Moscou perdeu sua validade. Na opinião de analistas, nos últimos 17 anos a Aliança perseguiu um único objetivo: expulsar definitivamente a Rússia do espaço pós-soviético.

Os países integrantes da OTAN estão desenvolvendo planos de colocar tropas em países do antigo bloco soviético. Isso efetivamente irá pôr fim ao acordo com a Rússia, assinado após o fim da Guerra Fria, escreve o The Sunday Times.
http://2.bp.blogspot.com/-9U5GXp8Fh5I/UlAR6RwkmKI/AAAAAAAAAHk/ll9guSGwPm4/s1600/guerra_fria_1980.png
A OTAN e a Rússia assinaram o chamado “Ato fundamental sobre relações mútuas, cooperação e segurança” em 1997. Bruxelas e Moscou concordaram em que os países ocidentais não iriam colocar forças militares consideráveis a leste do Elba. Agora os funcionários da OTAN estão afirmando que o acordo era válido enquanto a situação se mantinha a mesma e ambas as partes respeitavam os seus termos. Mas, desde que a Rússia, em suas palavras, “anexou” a Crimeia, tudo mudou.

Só que a situação mudou não em março deste ano, quando o povo da Crimeia se pronunciou num referendo em favor da reunificação com a Rússia. Ainda na década de 1990, após o colapso da União Soviética, surgiu a questão da existência da Aliança do Atlântico Norte. Bruxelas, na altura, prometeu não expandir a influência da Aliança para Leste mas, dentro de poucos anos, quase todos os países do antigo bloco soviético se juntaram à OTAN, nota o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá Pavel Zolotarev:

“Então ficou claro que é pouco provável que essa organização se dissolva a si própria. Porque ela é o principal instrumento de influência dos EUA na Europa. A Rússia acreditou que, já que não somos inimigos, podemo-nos aproximar. E o Ocidente em sua política real, apesar da retórica sobre a necessidade de cooperação, usou isso para expandir a sua área de influência para o Leste. Aceitando novos membros na OTAN, primeiro de entre ex-países socialistas, e depois até de alguma repúblicas que fizeram parte da União Soviética”.

Segundo o perito, o objetivo principal que se propõe a Aliança do Atlântico Norte é expulsar a Rússia do espaço pós-soviético. Já durante muitos anos a OTAN está encaixando a Geórgia em seus padrões, e agora se ocuparam ativamente da Ucrânia. Esta última se tornou um obstáculo nas relações entre Moscou e Bruxelas por altura do 17 aniversário da assinatura do acordo de cooperação, nota o especialista do Instituto dos países da CEI Valeri Yevseev:

“De momento, as relações entre a Rússia e a Aliança do Atlântico Norte estão extremamente difíceis. Os países da OTAN estão aumentando a sua presença perto das fronteiras da Federação Russa. E isso não pode deixar de preocupar a Rússia. Deste ponto de vista, dada o extremo agravamento das relações entre Moscou e Bruxelas por causa da crise ucraniana, há que tomar algumas medidas para reduzir as tensões. Do lado russo tal decisão foi tomada. A ela é devida a retirada das tropas russas da fronteira com a Ucrânia”.

Segundo o especialista, a principal finalidade da colocação de tropas da OTAN na fronteira com a Rússia é o desejo de justificar a sua existência. Isso requer um inimigo externo. E encontraram-no em Moscou. Esta é a única maneira para Washington de provar a seus aliados que precisam da OTAN.

Ora, provar está se tornando cada vez mais difícil. Por exemplo, Berlim se recusa a aumentar os gastos em defesa, deixando sem resultados as inúmeras tentativas de Bruxelas. O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble se opõe ao aumento do orçamento militar da Alemanha em resposta à crise na Ucrânia. Segundo ele, na situação atual tal passo não seria uma política muito sábia. Além disso, o ministro falou contra a colocação de tropas da OTAN em Estados da Europa do Leste. Schaeuble tem certeza de que isso só irá agravar a situação.

O presidente russo há dias lembrou aos seus parceiros ocidentais: Rússia e a OTAN realmente poderiam colaborar frutuosamente. Segundo Vladimir Putin, existem áreas onde esforços conjuntos podem ser aplicados: a segurança comum, a defesa contra o terrorismo, a luta contra o tráfico de drogas. Para resolver todos esses problemas é necessário consolidar os esforços. E não provar quem é o dono do mundo, como a Aliança do Atlântico Norte está fazendo.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_05_27/OTAN-precisa-de-Guerra-Fria-3481/

De A Voz da Russia

O Itamaraty está sofrendo um ataque de hackers desde a semana passada. O sistema de e-mails e de leitura de documentos do ministério e dos postos diplomáticos no exterior foi retirado do ar na segunda-feira, 26. O sistema está passando por uma manutenção geral para evitar novos acessos indevidos, e deve voltar o normal ainda nesta terça-feira.
De acordo com o Itamaraty, Hackers usaram o esquema chamado phishing, em que e-mails aparentemente de pessoas conhecidas são enviadas para colegas e incluem um link malicioso. Ao abrir o link, servidores instalam no sistema, sem querer, os chamados cavalos de troia, que recolhem informações sigilosas dos usuários, como senhas e números de documentos.
O ataque teria contaminado os e-mails de um número ainda indeterminado de servidores, permitindo o acesso a informações pessoais, e também chegado ao chamado Intradocs, um sistema interno de leitura de telegramas diplomáticos usado pelos diplomatas. Não teria, no entanto, alcançado o sistema de comunicação sigiloso entre as embaixadas e postos no exterior e o ministério em Brasília.
O Itamaraty não confirma se chegou a haver vazamento de documentos sigilosos – o que seria possível através do acesso ao Intradocs, onde se pode criar um arquivo de leitura e gravar no próprio computador. Ainda não se tem informações do objetivo ou dos responsáveis pelos ataques. Uma investigação foi aberta pelo Gabinete de Segurança Institucional, responsável pela segurança de informações do governo, e pela Polícia Federal.
Fonte: Estadão - Via Plano Brasil

Mi-24 Ucraniano é abatido

Postado por Vinna quinta-feira, maio 29, 2014 0 comentários

Pelo menos 13 soldados e um general ucraniano morreram nesta quinta-feira na queda de um helicóptero Mi-24 nos arredores de Slaviansk, afirmou Alexander Turchinov, presidente interino da Ucrânia. "Hoje recebi informação de Slaviansk de que terroristas derrubaram nosso helicóptero que levava soldados. Quatorze militares morreram, incluído o general Kulchitski", afirmou Turchinov, citado pela imprensa local.

Turchinov disse que o helicóptero militar foi atingido por um projétil de bazuca lançado pelos milicianos pró-Rússia perto de Slaviansk, o principal bastião rebelde na região de Donetsk. "
Tenho certeza que as Forças Armadas e os órgãos de segurança levarão até o final a limpeza de terroristas e de todos os criminosos. Serão liquidados ou se sentarão no banco dos réus", afirmou.
Segundo o Ministério do Interior da Ucrânia, o aparelho derrubado transportava munição e alimentos. O autoproclamado prefeito de Slaviansk, Viacheslav Ponomariov, negou que os rebeldes tenham derrubado o helicóptero. Os chefes da operação antiterrorista lançada contra os insurgentes russófonos anunciaram neta quinta-feira sua disposição de criar um corredor humanitário para facilitar a saída da população civil de Slaviansk.

"Nessa situação, as partes devem chegar a um acordo para a criação de um corredor para os refugiados. A direção da operação antiterrorista está disposta a atuar para a evacuação dos civis pacíficos de Slaviansk", disse Vladislav Selezniov, porta-voz do governo ucraniano.
O funcionário desmentiu que as forças ucranianas tenham atacado a cidade com fogo de aviação e plataformas de lançamento de mísseis Grad, como denunciaram nesta manhã os milicianos.
Do O Dia - Informação do modelo do helicóptero abatido via Haaretz

Segundo a FAB, militares faziam treinamento com a aeronave.

Aeronáutica investiga as causas e não houve feridos.

Um helicóptero da Força Aérea Brasileira fez um pouso forçado na Base Aérea de Campo Grande por volta das 15h30 (de MS) desta quarta-feira (28). Segundo informações da assessoria de imprensa da Aeronáutica, não houve feridos.
Conforme a Aeronáutica, o helicóptero H-1H, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, aproximava-se para pouso depois de missão de treinamento e quando já estava em baixa altitude fez o pouso forçado próximo da pista da táxi.

Cinco militares estavam na aeronave, que ficou danificada. A Aeronáutica  investiga as causas do pouso forçado.
Foto: Jucyllene Castilho

Helicóptero fez pouso forçado na pista do aeroporto
Foto: Gabriela Pavão/G1 MS

Um helicóptero Bell UH-1H Iroquois da Força Aérea Brasileira fez um pouso forçado na Base Aérea de Campo Grande por volta das 15h30 (de MS) desta quarta-feira (28).

Segundo informações da assessoria de imprensa da Aeronáutica, não houve feridos.

Conforme a Aeronáutica, o helicóptero H-1H, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, aproximava-se para pouso depois de missão de treinamento e quando já estava em baixa altitude fez o pouso forçado próximo da pista da táxi.

Por conta do acidente foi acionado o plano de emergência do aeroporto. Três viaturas do Corpo de Bombeiros atenderam o acidente, que foi acompanhado por populares.

Com o pouso forçado, aconteceram danos no trem de pouso e na parte traseira do helicóptero. Um caminhão guincho da base retirou a aeronave para a realização de perícia. Não houve derramamento de combustível.

Cinco militares estavam na aeronave, que ficou danificada. A Aeronáutica investiga as causas do pouso forçado.



Fontes: ASN / Nadyenka Castro e Gabriela Pavão (G1 MS) / Pedro Heiderich e Jucyllene Castilho (midiamaxnews.com.br) / Correio do Estado
 

Os Estados Unidos vão manter um contingente com 9800 soldados no Afeganistão para além de Dezembro, a data que marca o fim efectivo da missão militar iniciada em 2001, avançou a imprensa norte-americana, antecipando um discurso marcado pelo Presidente Barack Obama para esta quarta-feira, na Casa Branca.

http://1.bp.blogspot.com/-mmClUP3q9eM/UVIO1idHW4I/AAAAAAAAJZQ/EP0F_TjD9MQ/s400/super+tucano+-+deserter.jpgObama, que acaba de regressar a Washington depois de uma visita surpresa à base aérea norte-americana em Bagram, no Afeganistão, vai anunciar os termos da retirada dos soldados americanos e do fim daquela que se tornou a guerra mais longa em que os Estados Unidos estiveram envolvidos.
O Presidente americano deverá confirmar que a maior parte dos 32 mil soldados que ainda servem no Afeganistão estarão de volta a casa no fim deste ano, no âmbito do desmantelamento da Força Internacional de Assistência de Segurança (ISAF, no acrónimo inglês), a missão internacional estabelecida pelas Nações Unidas e suportada pela Nato no Afeganistão.
Mas Obama também indicará que os Estados Unidos estão preparados para manter um contingente militar de 9800 soldados, para colaborar nas missões de anti-terrorismo e no treino das forças nacionais afegãs, no âmbito de um “acordo conjunto de segurança”.
Os termos da cooperação militar futura entre Washington e Cabul, só deverão ser acertados em definitivo depois da segunda volta das eleições presidenciais do Afeganistão, que opõem Abdullah Abdullah e Ashraf Ghani, a 14 de Junho.
Durante meses, a Casa Branca tentou fechar o compromisso com o Presidente cessante, Hamid Karzai, que depois de inicialmente confirmar o seu interesse no acordo bilateral, acabou por rejeitar a sua assinatura.
Durante a sua visita a Bagram, Obama e os líderes militares no terreno acertaram a dimensão da cooperação militar com o Afeganistão depois do fim da missão de combate, em Dezembro de 2014. No ano seguinte, o Exército norte-americano manterá um contingente militar de 9800 soldados; que será reduzido para metade no final de 2015. Até ao fim de 2016, e coincidindo com o fim do mandato de Barack Obama, o número de militares americanos no Afeganistão continuará a cair até configurar o “tamanho normal” de uma representação militar a funcionar dentro de uma embaixada.

Do Publico

O ministro da Defesa do Japão, Itsunori Onodera, criticou fortemente a incursão de um avião militar chinês no sábado (24), que voou excepcionalmente perto de aeronaves das Forças de Autodefesa do Japão sobre o Mar da China Oriental.
Onodera declarou na tarde deste domingo a repórteres que as aproximações foram atos perigosos, capazes de resultar em acidente e/ou “incidente internacional”. O ministro destacou que, segundo a tripulação dos aviões japoneses, a aeronave chinesa estava equipada com mísseis.
O ministro disse ter comunicado o incidente na noite de sábado ao premiê japonês. Segundo ele, Shinzo Abe o teria instruído a continuar a tratar do assunto de maneira firme.
Neste domingo, Onodera protestou oficialmente contra as ações chinesas através de canais diplomáticos. “As atividades dos aviões das Forças de Autodefesa do Japão são parte do processo regular de coleta de informações e não devem sofrer restrições no espaço aéreo em alto-mar”, disse ele.

Incursão da aeronave chinesa no sábado (24)
Segundo relatou o Ministério da Defesa, um caça chinês SU-27 aproximou-se por trás e ultrapassou um avião de coleta de dados visuais OP-3C, da Força Marítima de Autodefesa do Japão, por volta das 11h de sábado (23h de sexta-feira pelo horário de Brasília), perto da linha demarcatória entre Japão a China. As duas nações estabeleceram zonas de identificação de defesa aérea sobrepostas na região.
A aeronave chinesa chegou estar a apenas 50 metros de distância do avião japonês OP-3C. Posteriormente, cerca de uma hora depois, quase na mesma área, o caça chinês SU-27 voou a menos de 30 metros de distância de outro avião de inteligência eletrônica da Força Aérea de Autodefesa do Japão.
Somente em 2013, aeronaves da Força Aérea de Autodefesa do Japão (ASDF) realizaram 810 decolagens de emergência em resposta a possíveis incursões territoriais por aeronaves estrangeiras.  Foi a primeira vez que o número superou a marca de 800 em 24 anos, de acordo com o relatório anual do Ministério da Defesa, divulgado em abril.


China alertou o Japão nesta sexta-feira a ficar fora da disputa com os países vizinhos a respeito do Mar do Sul da China, num momento em que as Filipinas acusaram Pequim implicitamente de atrasar as negociações destinadas a encontrar uma solução.
A China reivindica praticamente todo o Mar do Sul da China e rejeita as demandas por parte da região marítima pelo Vietnã, Taiwan, Filipinas, Malásia e Brunei, em um das disputas mais conflituosas da Ásia. Os chineses também estão envolvidos em outra disputa marítima com o Japão acerca de algumas ilhas no Mar do Leste.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, expressou preocupação na quinta-feira sobre as tensões regionais, que ele disse serem provocadas por "perfurações unilaterais", após a China ter deslocado uma enorme plataforma de petróleo para as águas em disputa, uma movimentação condenada pelas Filipinas, Vietnã e os Estados Unidos.
"O comunicado japonês sobre o assunto ignora a realidade e confunde os fatos, além de usar uma motivação política para interferir na situação do Mar do Sul da China com propósitos secretos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Hong Lei, em seu contato diário com a imprensa.
"Nós queremos que o lado japonês adote consistentemente ações realistas para proteger a paz e a estabilidade da região."
As Filipinas culpam mudanças em regras básicas pelo atraso nas negociações sobre o fim da disputa, em uma aparente referência à China.
"O código de conduta tem demorado para surgir, nós estamos discutindo isso pelos últimos sete ou oito anos, e também nos perguntamos a causa desse atraso", disse a subsecretária do Ministério das Relações Exteriores das Filipinas, Laura del Rosario.
Del Rosario, falando em um painel do Fórum Econômico Mundial sobre segurança, disse que "mudanças" ocorreram no local desde que as negociações começaram, sem mencionar a China especificamente.
Na semana passada, o Ministério das Relações Exteriores das Filipinas divulgou imagens de monitoramento de um recife mostrando o que disser ser uma ocupação chinesa e a construção do que parece ser uma pista de pouso.

Do Terra

O Departamento de Estado dos EUA pediu na terça-feira (27) à China e Japão que resolvam disputas através de diálogos e vias diplomáticas.
Em relação à "aproximação" dos aviões chineses e japoneses, a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jen Psaki, afirmou que um relacionamento sólido e construtivo vai promover a paz e a estabilidade da região, correspondendo aos interesses não apenas da China e Japão, mas também dos EUA.
As marinhas da China e da Rússia realizam nestes dias, exercício conjunto no Mar do Leste. No último sábado, dois aviões japoneses, OP3C e YS11EB, entraram sem permissão na Zona de Identificação de Defesa Aérea da China. Os aviões militares chineses partiram imediatamente para tomar medidas necessárias de identificação e prevenção para garantir a segurança de navios e aeronaves participantes do exercício.
A China salientou que o sobrevoo dos aviões japoneses violou gravemente a lei internacional, podendo causar facilmente um mal-entendido e até levar a um incidente no ar.

Do CRI


O Boeing 777 da Malaysia Airlines que desapareceu no início de março no sul do Oceano Índico não caiu na área onde foram detectados sinais acústicos, que as autoridades acreditaram ser procedentes das caixas pretas, anunciaram os investigadores nesta quinta-feira (29).
"Agora podemos afirmar que esta área não é o local de queda do voo MH370", afirma em um comunicado o Centro de Coordenação e Agência Conjunta (JACC) Internacional de Busca, com sede na Austrália.
O voo desapareceu dos radares em 8 de março quando viajava de Kuala Lumpur para Pequim com 239 pessoas a bordo.
As tarefas de dragagem de um robô submarino no local onde foram detectados os sinais - que os investigadores acreditavam que tinham origem nas caixas pretas do avião - não tiveram sucesso, segundo o JACC.
"O JACC pode informar que nenhum destroço do avião foi encontrado pelo veículo submarino autônomo. A agência australiana de segurança de transportes chegou à conclusão que a zona pode ser descartada como o local da queda do voo MH370".
A embarcação australiana Ocean Shield que transportava o robô submarino americano Bluefin-21 abandonou a região depois de ter explorado 850 km2 de oceano para tentar encontrar destroços da aeronave.
O anúncio confirma as declarações ao canal CNN do vice-diretor de instrumentos marítimos da Marinha americana, Michael Dean, que afirmou que os sons detectados não eram procedentes das caixas pretas.

Do G1

Os B767MMTT da FAB  receberão um pacote de modificações incluindo sistemas de reabastecimento hose-and-drogue, provisões internas da cabine de passagiros/carga que permitirão rápida reconfiguração da mesma para diferentes missões e aviônica compatível com a função militar da aeronave. (Foto IAI)
Segundo fontes israelenses, o Brasil assinou um contrato revisado com vistas a incluir mais um avião de reabastecimento em voo (REVO)  e transporte estratégico B767MMTT (Multi-Mission Tanker Transport) no escopo original correspondentes a duas aeronaves do projeto KC-X2 encerrado em março de 2013, com a declaração de seleção da israelense Israel Aerospace Industries para converter aeronaves Boeing 767 300 ER para o modelo militar. O adendo corresponde ao exercício da primeira opção das duas previstas no contrato inicial.
O programa visa preencher uma lacuna deixada com a desativação dos veteranos Boeing KC-137 do Esquadrão Corsário, versão REVO do legendário 707, os quais começaram a operar na FAB em 1986.
Os 767 comerciais passarão por trabalhos de conversão nas instalações da divisão de Bedek da IAI, em Israel, e da Tap Manutenção e Engenharia, no Brasil, processo que deverá contar com a colaboração de outras empresas brasileiras com o proposito de capacitação tecnológica sob a luz da Estratégia Nacional de Defesa. Os novos aviões  receberão um pacote de modificações incluindo sistemas de reabastecimento hose-and-drogue, provisões internas da cabine de passageiros/carga que permitirão rápida reconfiguração da mesma para diferentes missões e aviônica compatível com a função militar da aeronave. A chegada dos B767MMTT significará o aumento do alcance da aviação de combate da FAB, notadamente com relação aos novos Gripen NG, bem como a possibilidade de realização de missões intercontinentais de diversas características, incluindo de apoio a missões de paz ou humanitárias.
Ainda não foi divulgado detalhes sobre o perfil da versão brasileira, cronograma e montante financeiro do contrato.

A Força Aérea da Colômbia possui em sua frota um B767MMTT, tendo ele  já realizado missões bem-sucedidas de apoio ao desdobramento de aviões de combate Kfir para os Estados Unidos (Red Flag 2012) e humanitárias no estrangeiro (resgate de cidadãos colombianos no Japão por ocasião do grande terremoto de 2011).
———————————–
Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) esclarece:
– Em relação à matéria divulgada hoje neste veículo (Tecnologia & Defesa)  sobre o Projeto KC-X2, o Centro de Comunicação Social esclarece que as negociações contratuais ainda estão em andamento.

Atenciosamente,     _____________________________________________________
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA
Assessoria de Imprensa
FORÇA AÉREA BRASILEIRA


Em 1864, três anos após o início da famosa Guerra Civil Americana, uma então nova ferramenta de combate navegou pelas águas escuras do porto de Charleston e acabou entrando para a história.


Mas só agora é que os pesquisadores e historiadores estão finalmente a ponto de juntar os fatos e descobrir o que realmente aconteceu com o submarino HL Hunley, em uma fatídica noite de fevereiro. 
 
 
O que está faltando para eles começarem os estudos de uma vez, como você pode ver pela foto acima, é um bom banho primeiro. 
 


O que foi o Hunley? 
 


O submarino Hunley provou ser uma verdadeira benção para a Confederação (unidade política formada por estados do sul dos Estados Unidos). 
 
 
Com cerca de 12 metros de comprimento e 7,5 toneladas, o semi-submersível foi o primeiro a afundar uma fragata (um tipo de navio de guerra) da adversária União (grupo político formado por estados do norte dos Estados Unidos). 
 

 
Esse feito comprovou a eficácia do projeto como arma de guerra. Com uma tripulação de apenas 8 homens, chegou a matar 21 adversários.


Mas nem tudo foram flores. O primeiro sucesso do Hunley foi também o seu ataque final. Porque assim que ele afundou o Housatonic, misteriosamente naufragou na costa de Charleston e seu paradeiro permaneceu desconhecido até 1995. 
 
 
Cinco anos depois de ter sido redescoberto não muito longe de uma rota marítima bastante movimentada, o Hunley foi ressuscitado do fundo do mar em um esforço amplamente divulgado em 2005, pelo grupo de conservação chamado Friends of Hunley (Amigos do Hunley, em tradução livre).


Como essa equipe de conservação explica muito bem em seu site, a preservação de um artefato como este é o objetivo maior e principal da instituição. 
 
 
No entanto, você deve estar fazendo as contas e se perguntando comigo: se o submarino ficou tanto tempo perdido, e ter encontrado ele foi assim tão emocionante, por que eles não lavam logo o bicho e descobrem de uma vez as respostas que tanto procuram?


Segundo a declaração desse mesmo grupo de conservação, apesar de toda a pressa em finalmente desvendar os mistérios que ali podem estar escondidos, eles não podem ir com tanta sede ao pote. 
 
 
Todo e qualquer objeto recuperado de um ambiente marinho deve ser colocado de volta na água o mais rápido possível antes que comece a secar ou reagir com o oxigênio do ar.


Sendo assim, o submarino HL Hunley foi imediatamente transportado do fundo do mar para o Centro de Conservação de Warren Lasch, nos Estados Unidos. Durante o caminho de oito horas, um mecanismo de aspersão o manteve sob umidade. 
 
 
Quando finalmente chegou ao laboratório, foi colocado em um tanque de metal, já cheio de água previamente refrigerada a uma temperatura de 10°C durante um período de 3 dias (tudo para retardar o crescimento de fungos e algas, bem como reduzir a taxa de corrosão). 
 
 
A qualidade da água no tanque é continuamente monitorada quanto ao seu pH, temperatura, cloretos, condutividade e nível de oxigênio.


Agora, o casco do submarino está sendo submetido a um sistema que inibe a corrosão, até que o interior seja totalmente escavado – trabalho que tem sido cuidadosamente desenvolvido ao longo dos últimos nove anos por conservacionistas e historiadores.


Eles têm juntado esforços para limpar os sedimentos acumulados ao longo de mais de um século e recuperar os corpos dos que morreram à bordo.
 




Primeiras descobertas


Durante esse trabalho, os pesquisadores foram capazes de descobrir no ano passado que o mastro responsável pelo afundamento do Houstonic tinham um comprimento de apenas aproximadamente 5 metros. 
 
 
Isso pode indicar que a distância teria sido muito curta para proteger a tripulação do Hunley da onda de choque resultando do impacto, e sugere que isso pode ter causado uma explosão. No entanto, um olhar mais atento ao casco será necessário para confirmar essa suspeita.


E é aí que nada menos que 76 mil litros de hidróxido de sódio entram na história.


O sal do mar, a areia, o cascalho e a vida marinha que infestaram o casco do Hunley ao longo dos últimos 100 anos não podem simplesmente ser raspados. Isso poderia danificar a estrutura antiga que está por baixo dessa grossa camada de “sujeira”. 
 
 
Então, ao invés de colocar tudo a perder, os conservacionistas planejam preencher o tanque de 76 mil litros de conservação da embarcação com uma mistura levemente corrosiva e deixar que o navio de molho por três meses. Isso deve ser suficiente para soltar sedimento sem comprometer o casco.


Após a escavação ser concluída, outros inibidores de corrosão serão usados no processo de conservação, para que o submarino (ou o que restou dele) fique estável para o desenvolvimento de estudos e análises. 
 
 

Próximos passos


Calcula-se que ainda serão necessários mais nove meses de lavagem e raspagem e mais quatro anos de conservação para retirar os sais do casco de modo que, eventualmente, ele possa ser colocado em exposição em um novo museu de North Charleston. 
 
 
Para o presidente da Comissão Hunley da Carolina do Sul (Estados Unidos), Glenn McConnell, esse processo nos permitirá viajar no tempo e poderá nos revelar o que aconteceu com o submarino no dia em que afundou. 
 
 
 

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"um submarino nuclear tem muito pouco propósito a não ser que seja visto como parte de um sistema de disparo de armamento nuclear. Sem armas nucleares, é difícil entender" - Cientista indiano Prabir Purkayastha, especialista em sistemas energéticos e energia atômica
“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


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