Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Irã anuncia compra de 114 aviões Airbus

Postado por Vinna segunda-feira, janeiro 25, 2016 0 comentários

O Irã assinará um contrato de compra de 114 aviões Airbus durante a visita do presidente Hassan Rohani à França na próxima quarta-feira - anunciou o ministro iraniano dos Transportes, Abbas Akhundi.
"Durante a visita à França do presidente será assinado o contrato de compra de 114 Airbus", entre o fabricante europeu e a companhia aérea Iran Air, declarou Akhundi.
"Estamos negociando há dez meses a compra dos aviões, mas não havia forma de pagá-los por causa das sanções bancárias", explicou o ministro.
De acordo com Akhundi, os primeiros aviões devem ser entregues em 19 de março.
O ministro não revelou detalhes sobre o modelo das aeronaves, o valor, ou a duração do contrato.
Já o vice-ministro iraniano dos Transportes, Asghar Fakhrieh Kashan, disse à AFP que o Irã "quer comprar, sobretudo Airbus A320, A321 e A330", para recebê-los este ano e em 2017.
"A partir de 2020, receberemos Airbus A350 e A380. Queremos comprar oito A380 e 16 A350", completou.
Procurada pela AFP, a Airbus não quis comentar o anúncio de Teerã.
O presidente Rohani visitará Itália e França entre segunda e quarta-feiras. Será sua primeira viagem oficial ao continente europeu.
Este é o primeiro grande anúncio comercial desde a retirada das sanções internacionais em 16 de janeiro, quando entrou em vigor o acordo sobre o programa nuclear iraniano. Teerã negociou o acordo com as potências do chamado Grupo P5+1 (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha).
O acordo, que garante a natureza estritamente civil do programa iraniano, após anos de suspeitas de que poderia esconder uma dimensão militar, acaba com o isolamento diplomático do Irã.
"Precisamos de 400 aviões de longa e média distância e de 100 aviões de curta distância", disse o ministro.
Atualmente, o Irã tem 256 aviões, sendo 150 operacionais e com idade média de 20 anos, detalhou Akhundi.
A entrada em vigor do acordo nuclear permitiu a retirada de grande parte das sanções internacionais, em particular europeias e sobretudo americanas. Estas últimas foram decretadas há 36 anos e impediam ao Irã a compra de aviões novos.
Akhundi afirmou que, no momento, o país não está negociando com a fabricante americana Boeing, "por causa de uma série de problemas para negociar com os Estados Unidos".
De acordo com a imprensa estatal iraniana, o Tesouro dos Estados Unidos ainda não autorizou a Boeing a iniciar discussões com Teerã, mas o ministro dos Transportes garantiu que o país também negociará com a empresa.
Akhundi revelou ainda que os "sistemas de navegação dos aeroportos iranianos precisam de investimentos de 250 milhões de dólares para uma modernização".
Com uma população de 79 milhões de habitantes, o Irã precisa renovar a frota aérea tanto para os voos domésticos como para os internacionais.
O país tem atualmente 67 aeroportos, nove deles ativos, segundo o ministro.
"Precisamos de aviões pequenos de curta distância para que os outros aeroportos tenham atividade", explicou.
Akhundi também anunciou a assinatura de um contrato de dois bilhões de dólares com a China para eletrificar a linha ferroviária entre Teerã e Mashhad, segunda maior cidade do país, que fica a 1.000 km da capital.
O anúncio do contrato coincide com a reunião em Teerã de representantes de 85 companhias de aviação estrangeiras na cúpula do setor "Irã 2016", organizada pela consultoria Centre for Aviation.
"É um momento apaixonante. Nunca houve uma situação parecida na história", com perspectivas de "crescimento tão rápido" para o mercado iraniano, disse à AFP o diretor da Capa, Peter Harbison.
O Irã se encontra em uma posição privilegiada para as conexões intercontinentais entre Europa e Ásia. Segundo dados do setor, os voos internacionais a partir e com destino ao Irã aumentam em 10% a partir de março, quando tem início o calendário iraniano.

Os consumidores norte-americanos não voltaram a ser tão optimistas como eram antes da crise financeira, a Europa continua a registar as taxas de crescimento mais baixas do mundo desenvolvido e o Japão continua a sua batalha de mais de duas décadas contra a deflação. No meio deste cenário sombrio, tem sido o forte crescimento dos mercados emergentes e, em especial da China, que tem evitado nos últimos anos uma recessão mundial. Mas agora, mesmo essa ajuda parece estar a esgotar-se, dando ainda mais argumentos aos que avisam para um risco de estagnação secular e forçando os responsáveis dos bancos centrais e dos governos a ponderar, especialmente na Europa, uma reformulação da sua resposta.
A deterioração de expectativas tem vindo a ser assumida progressivamente pelas mais diversas instituições. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional fez a sua segunda revisão em baixa das previsões de crescimento mundial dos últimos seis meses, passado a apontar para um crescimento de 3,1% em 2015 e 3,6% em 2016, menos 0,4 pontos do que acreditava no passado mês de Abril.
Estes números aproximam-se perigosamente do nível (crescimento de 3%) que é normalmente utilizado como fronteira para definir se o mundo está ou não em recessão. E vários economistas avisam que as actuais previsões do FMI são feitas num cenário central em que, não só os bancos centrais mantêm as suas políticas expansionistas, como nos mercados emergentes a estabilidade financeira acaba por ser assegurada.
Em vários pontos do globo, o cenário é preocupante. Nos Estados Unidos, a explosão do consumo que no passado tantas vezes serviu de motor para a economia mundial, teima em não acontecer. É verdade que a economia norte-americana está bem mais sólida do que por exemplo a europeia, antecipando-se um crescimento de 2,6% este ano e 2,8%, mas, apesar de sete anos de taxas de juro a zero e outros estímulos monetários, um arranque definitivo da actividade económica não acontece e os riscos de pressões deflacionistas mantém-se.
Na zona euro, a retoma é ainda mais lenta. Com níveis de desemprego muito altos e uma taxa de inflação novamente em valores negativos, não pode deixar de ser decepcionante a forma como a economia está a conseguir aproveitar a conjuntura de taxas de juro nulas, compras de activos pelo banco central em larga escala e queda dos preços do petróleo. O FMI prevê um crescimento de 1,5% este ano e de 1,6% no próximo.
 
Tanto nos Estados Unidos como na Europa, as previsões do FMI – consideradas por alguns ainda como demasiado optimistas - apontam para a manutenção de taxas de crescimento que ficam abaixo da variação do PIB que se registava em média antes da crise.
Isto vem ao encontro dos que argumentam que, na verdade, aquilo que está a acontecer à economia mundial é bem mais do que uma dificuldade conjuntural em encontrar o caminho para o crescimento. O que se passa mesmo é a entrada numa nova era de crescimento lento.
O ex-secretário do Tesouro norte-americano e professor em Harvard, Larry Summers, é o mais famoso defensor da ideia de que a economia mundial está a passar por uma fase de “estagnação secular”, um estado em que, perante a persistência de taxas de juro reais e inflação baixas, os incentivos ao investimento são demasiado fracos e a economia cai numa situação em que, de forma permanente a procura fica aquém da oferta potencial. Uma situação semelhante à que tem vivido o Japão nas últimas décadas, mas desta vez vivida à escala mundial.
Se este cenário já era suficientemente preocupante há alguns meses atrás, agora que se tornou ainda mais evidente que os mercados emergentes estão a entrar muito rapidamente em crise, o sentimento de urgência começa a instalar-se.
Os problemas nos mercados emergentes surgem de várias frentes. Por um lado, este ambiente de crescimento lento na Europa e nos Estados Unidos contribui para que as exportações desses países não dêem o mesmo contributo que no passado para o crescimento, um fenómeno que é agravado pela queda dos preços das matérias primas, especialmente do petróleo.
Depois, muitas economias emergentes sofrem de forma muito visível com a apreciação do dólar face às suas divisas. É verdade que isso poderia contribuir para uma maior competitividade das suas exportações, mas perante a procura internacional adormecida, esse efeito é superado pelos problemas vividos pelas empresas que se endividaram em dólares.
Por fim, há a China. A maior das economias emergentes do planeta está a enfrentar os limites da sua impressionante expansão. Entre os investidores, está instalada a desconfiança em relação à existência de bolhas especulativas nos mercados financeiros e imobiliários, algo que os apoios do Estado não conseguem dissipar. E na economia, a passagem de um modelo baseado no investimento público e nas exportações, para outro sustentado numa procura interna saudável com muito investimento privado está a revelar-se difícil de concretizar sem sobressaltos.
A economia continua, de acordo com as autoridades estatísticas chinesas, a crescer próximo da meta de 7% estabelecida por Pequim, mas as previsões têm vindo a tornar-se cada vez mais pessimistas, algo que ainda afecta mais o desempenho de outras economias emergentes, algumas delas, como o Brasil, já em recessão profunda.
Larry Summers, o homem da “estagnação secular”, vê aqui mais um motivo para estar pessimista. “Isto aumenta o espectro de um ciclo vicioso global em que o crescimento lento nos países industrializados afecta os mercados emergentes que exportam capital, levando a que por sua vez o crescimento no Ocidente abrande ainda mais”, escreveu recentemente num artigo de opinião, em que avisava igualmente que “as economias industrializadas que estão a crescer ligeiramente acima do nível de estagnação não podem dar-se ao luxo de suportarem um choque global negativo”.
Este é contudo, o problema que têm realmente pela frente. Com a economia chinesa a dar sinais de esgotamento, a economia mundial prepara-se para perder a sua última fonte de crescimento forte. Ou como escreveu Martin Wolf, na sua última coluna no Financial Times, “o mundo ficou sem grandes economias preparadas e disponíveis para deixar o crédito e o consumo explodirem. Isto significa que a procura global pode ainda ser mais fraca durante os próximos anos”.
Que resposta pode ser dada? Neste momento, nos chamados países industrializados, a capacidade para responder a um desafio desta magnitude parece ser limitada.
Ao nível da política monetária, os instrumentos já estão a ser utilizados no limite há já vários anos. A Reserva Federal, que tem vindo a preparar o regresso das subidas das taxas de juro, ao fim de sete anos a zero, decidiu no mês passado, voltar a adiar essa decisão, dando exactamente como argumento os riscos e as incertezas trazidas pela instabilidade na China. Mas esse adiamento não esconde o facto de a Reserva Federal, tal como os outros bancos centrais, já não ter muito espaço de manobra para actuar se lhe for exigida uma intervenção em larga escala.
Na Europa, o problema é semelhante. Em Março, o Banco Central Europeu decidiu começar a comprar dívida pública no mercado secundário, uma injecção de liquidez na economia que tenta contrariar o ambiente de crescimento moderado e inflação muito baixa que se vive na Europa.

 Com a conjuntura novamente a deteriorar-se e a inflação a cair outra vez em terreno negativo (afectada pelo preço do petróleo), aumenta a expectativa que o BCE se veja forçado a prolongar ou aumentar o seu programa de compras de activos. Há quem, como o economista Ashoka Mody, num artigo publicado na Bloomberg, apele a que Mario Draghi, na reunião que realiza esta quinta-feira em Malta, aproveite “a oportunidade de liderar em vez de seguir, expandindo o seu programa de compra de obrigações”. Mas também há quem, como próprio representante do banco central alemão no BCE, considere que as actuais medidas já vão mais longe do que aquilo que é suposto fazer um banco central. Perante estes dois apelos, Mario Draghi deverá manter a sua declaração de que o BCE está pronto para estender o seu programa, “caso seja necessário”.
Mas será esta actuação suficiente? Para quem acredita, como Larry Summers, que o Mundo enfrenta um problema de “estagnação secular”, a resposta tem de ir muito mais além do que um fortalecimento de políticas monetárias que já estão próximas do seu limite.
O que também é preciso, afirma, são políticas de expansionismo orçamental, aquelas que antes eram consideradas imprudentes mas que agora podem ser a solução para evitar o agravamento de um período de crescimento lento e de deflação à escala mundial. “As abordagens tradicionais de foco em finanças públicas saudáveis, aumento do potencial da oferta e a fuga à inflação podem ser um desastre”, escreveu, assinalando que, agora, que “aquilo que é visto convencionalmente como imprudente, é o único caminho prudente que nos é oferecido”.

Do Publico

A Força Aérea americana perdeu nos últimos dias dois drones armados no Iraque e na Turquia, em incidentes separados - anunciaram autoridades militares nesta quarta-feira em Washington.

Os dois veículos não tripulados de ataque Predator estavam equipados com mísseis ar-terra Hellfire no momento dos acidentes, e os armamentos foram recuperados, segundo o Exército.

O primeiro incidente aconteceu em 17 de outubro, quando um piloto "perdeu o sinal de seu aparelho, que caiu ao sul de Bagdá", disse o porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren.

Dois dias mais tarde, outro Predador caiu no sul da Turquia, afirmou Warren.

A imprensa local relatou que o drone caiu na região de Hatay.

"O aparelho teve um problema mecânico. A Força Aérea continuou a controlá-lo e o fez pousar em uma zona não povoada", completou o porta-voz.

Foi aberta uma investigação para esclarecer ambos os casos.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão de cerca de 60 países, que bombardeia alvos do Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque há um ano. 

Do UOL


Nota: Há alguns dias a Turquia anunciou ter abatido um drone não identificado. Alguns disseram ser de origem chinesa... Mas veja a noticia abaixo:


Turquia derruba aeronave desconhecida que entrou em seu espaço aéreo
Segundo informações da imprensa turca aeronave abatida seria um drone

Internacional - 16/10/2015
 
O Exército da Turquia informou que derrubou nesta sexta-feira uma aeronave, não identificada, que entrou em seu espaço aéreo procedente da Síria, apesar de ter recebido três advertências. A imprensa turca, citando funcionários não identificados do governo de Ancara, informa que o avião abatido é um drone (uma aeronave não-tripulada, controlada remotamente).
    A Síria vem operando drones para identificar tropas e centros de treinamento de rebeldes que lutam para derrubar a ditadura de Bashar Assad. A coalizão liderada pelos Estados Unidos também utiliza drones em seus ataques contra o Estado Islâmico (EI) na Síria.
    No início de outubro, dias após a Rússia ter iniciado seus bombardeios na Síria, um avião russo em missão violou o espaço aéreo da Turquia e foi interceptado pela Força Aérea turca, que o obrigou a se retirar. A Turquia, que possui o segundo maior Exército da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), informou que o incidente na região de Hatay, próxima da fronteira com a Síria, no sul do país. A Força Aérea turca utilizou dois caças F-16 para interceptar o jato russo, explicou o Ministério das Relações Exteriores em nota.
    O presidente turco Recep Tayyip Erdogan criticou os ataques aéreos russos na Síria como um "grave erro". Moscou diz que tem o objetivo de enfraquecer o Estado Islâmico (EI), mas potências Ocidentais veem as ações como apoio ao ditador Assad, com bombardeios contra grupos que tentam derrubar o regime. "Assad cometeu terrorismo de Estado, e infelizmente percebe-se que a Rússia e o Irã estão defendendo-o", disse Erdogan neste domingo.
Fonte:   Veja - Via Rede Sul
 

SP compra blindados israelenses. Em São Paulo, a Polícia Militar também comprou blindados novos para os grandes eventos esportivos, já que algumas partidas de futebol dos jogos serão realizadas na capital paulista.

São 14 blindados israelenses, sendo que oito deles estão munidos com canhões de jatos de água, tinta e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes violentos, conforme o G1 divulgou em dezembro de 2014.

Outros quatro, chamados de "Wolf" (lobo, em inglês) são exclusivos para transporte de policiais das tropas especializadas, como as tropas dos Comandos de Operações Especiais (COE) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), e serão usadas em situações de risco, como sequestros. Eles levam 8 policiais, cada um, e custaram R$ 5,6 milhões.

Do G1

A Polícia Federal adquiriu três veículos blindados, usados em conflitos no Oriente Médio e pelas forças especializadas de combate ao terrorismo na França, para equipar sua tropa de elite em ações de risco durante as Olimpíadas de 2016, que serão realizadas no Brasil.
O Comando de Operações Táticas (COT), a tropa de elite da PF, cuja sede fica em Brasília (DF), deve receber em dezembro os carros, que são empregados por países europeus e também integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
São três veículos blindados Sherpa Light, chamados de APC (carros de combate para transporte de pessoal), que pesam mais de 10 toneladas, podem atingir até 110 km/h e possuem blindagem de nível 3, resistentes a tiros de fuzil. O COT pediu a configuração das unidades em preto e com capacidade para até 10 pessoas.
O valor total do contrato, assinado em 16 de abril deste ano com a francesa Renault Trucks Defense, é de R$ 5,244 milhões. O pregão entre empresas interessadas foi realizado em dezembro de 2014.

Questionada pelo G1 sobre a transação, a Volvo francesa informou que não iria comentar a venda, pois é uma negociação em andamento com o governo brasileiro. Segundo a PF, os carros já começaram a ser pintados, na França, seguindo os padrões gráficos da Polícia Federal, para serem entregues à corporação.

Em agosto, o COT realizou treinamentos com militares das Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos em Brasília e em Goiânia (GO) com a intenção de absorver novas técnicas de invasões a ambientes fechados em que terroristas possam estar mantendo reféns, como embaixadas, presídios e prédios urbanos.

O intercâmbio envolveu ainda helicópteros dos EUA, que voaram nos céus brasileiros apoiando a operação, e também militares da Aeronáutica e do Exército brasileiro especializados em ações em que haja suspeita de terrorismo.
Para a Copa do Mundo de 2014, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), do Ministério da Justiça, já havia liberado  R$ 11 milhões para a compra de 36 veículos blindados, mas de outro modelo: foram utilitários usados no deslocamento de autoridades e que também serão usados durante os Jogos Olímpicos, no próximo ano.
Os veículos também eram pretos, mas com sirenes, indicadores luminosos e alertas sonoros. O objetivo era facilitar a mobilidade e economizar recursos com o aluguel destes carros para eventos.

Do G1

Cerca de 36 mil militares de mais de 30 países participarão a partir de quarta-feira do chamado "Trident Juncture 2015", o maior exercício da Otan da última década, que terá como cenário diferentes situações em Espanha, Itália e Portugal.
O "Trident Juncture" é o exercício "símbolo" de alta visibilidade da Iniciativa de Forças Conectadas e entre seus objetivos está orientar e certificar a Força de Resposta da Otan, capaz de ser mobilizada em um curto período de tempo em qualquer situação de conflito.
De amanhã até 6 de novembro, os militares realizarão operações de ofensiva terrestre, desembarques anfíbios, lançamentos de paraquedistas, ações em ambiente urbano e operações de forças especiais.
Os exercícios ocorrerão em 16 lugares distribuídos por Espanha, Itália, Portugal e em águas do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo.
A Força de Resposta da Aliança Atlântica contará pela primeira vez com uma "força de altíssima disponibilidade" que atuará como "ponta de lança", segundo fontes militares.

Da Exame

SAAB planeja avião de guerra eletrônica baseado no Gripen

Postado por Vinna quarta-feira, outubro 21, 2015 0 comentários

De acordo com Lennart Sindahl, vice-presidente executivo da Saab, e chefe da divisão de aeronáutica da empresa, uma variante de guerra eletrônica baseada no Gripen F (biplace) deve ser desenvolvida nos próximos anos.
O executivo, que conversou sobre o assunto com Georg Mader, editor do Defence lndustry Bulletin, não deu muitos detalhes sobre o projeto, mas afirmou acreditar que o mercado terá, em breve, uma demanda por uma aeronave de ataque com capacidades de guerra eletrônica (EW), como faz atualmente o Boeing EA-18G Growler, única aeronave desse ramo em produção atualmente.
analisarmos as perspectivas para o futuro da aviação de combate, uma espécie ‘Growler Gripen’ seria um grande diferencial em uma Força Aérea atualizada e cujas ameaças sejam reais”, afirmou Sindahl, salientado que “a SAAB está atenta às necessidades do mercado nesse segmento, enfatizando que essa é uma razões pela qual é muito bom ter o Brasil como parceiro no desenvolvimento do Gripen F.
O desenvolvimento do avião de guerra eletrônica pode ser uma forma da Saab aproveitar a plataforma do Gripen F, versão que está sendo desenvolvida somente para atender às necessidades da Força Aérea Brasileira (FAB). Aeronaves EW são operadas por pelo menos dois tripulantes, o piloto e o controlador de sistemas eletrônicos.
A função principal dessa nova variante do Gripen seria apoiar outras aeronaves de ataque, fornecendo cobertura eletrônica, além de dar combate a sistemas antiaéreos (SAM) adversários, similar ao desempenhado pelo Boeing EA-18G Growler, que é empregado pela Marinha dos EUA (US Navy) e pela Força Aérea Real Australiana (RAAF).
Guerra eletrônica
Muitos antes do primeiros tiros e lançamentos de bombas serem realizados em uma guerra moderna, entram em ação os aviões de guerra eletrônica. Essas aeronaves são equipadas com sistemas especiais que enganam radares e anulam o efeito de sensores de busca e ataque por meios de ataques eletromagnéticos. Esses aparelhos também podem interceptar comunicações do inimigo ou até mesmo cortá-las, impedindo ações de defesa combinada.
Fonte: Cavok - Via Airway



O acordo do Brasil com a Suécia para a compra de 36 caças Gripen da Saab poderá gerar uma economia de quase US$ 1 bilhão para o governo brasileiro. Isso porque o contrato, assinado em outubro de 2014, foi feito em coroa sueca. Na época, o montante equivalia a US$ 5,4 bilhões. Com a desvalorização da divisa local, que no ano já soma mais de 12%, o valor do negócio hoje gira em torno de US$ 4,5 bilhões. 
Durante as negociações, o Ministério da Defesa também conseguiu reduzir a taxa de juros inicialmente prevista no acordo, que era de 2,54%, para 2,19% ao ano. O financiamento será feito pela SEK, a agência de promoção de exportações do país escandinavo. 
As aeronaves serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2019 e 2024. Dos 36 caças, 15 serão produzidos no Brasil. Nesta segunda-feira (19), 46 brasileiros começaram a trabalhar no projeto, na Suécia. Dilma prestou uma visita ao grupo na fábrica da Saad em Linkoping, acompanhada de autoridades locais e dirigentes da empresa sueca.
Do JB

KAI T-50 para a Tailândia

Postado por Vinna sexta-feira, outubro 16, 2015 0 comentários


 Segundo o Site Arirang a Coréia do Sul fechou a venda de 4 jatos de treinamento avançado T-50 para o governo tailandês em um negócio no valor de cerca de 110 milhões de dólares norte-americanos.

A Korea Aerospace Industries - KAI, diz que vai entregar os jatos dentro de até 30 meses da assinatura do contrato firmado em 17 de setembro de 2015. Os jatos Sul Coreanos devem substituir os "cansados" jatos L-39 que o país do sudeste asiático tem utilizado durante as últimas três décadas na formação de seus pilotos.
 
O T-50 utiliza o mesmo motor do Gripen que também é utilizado pela Tailândia, o que deve contribuir para o custo de manutenção e manter assim mais aeronaves em linha de voo.

O Contrato prevê a entrega de 4 jatos e firma a opção de compra de até mais 20 aeronaves T-50. Com a encomenda a Tailândia torna-se o quarto país, além da própria Coreia do Sul a adquirir o T-50, os outros são a Indonésia, Iraque e as Filipinas.

Além dos pedidos firmes a KAI segue associada a Lockheed Martin, objetivando o fornecimento de aeronaves de treinamento da USAF (substituindo os T-38 e F-5) em um certame licitatório que envolve a cifra de 32 bilhões de dólares. O deslinde desta licitação da USAF é esperada para meados de 2017.

By Vinna

Bancos centrais ao redor do mundo estão vendendo títulos do Tesouro americano no ritmo mais rápido já registrado e provocando a mudança mais drástica no mercado das chamadas “Treasurys”, de US$ 12,8 trilhões, desde a crise financeira global.

As vendas da China, Rússia, Taiwan e Brasil são o sinal mais recente da desaceleração econômica que assola os mercados emergentes e ameaça contaminar a economia dos Estados Unidos. No passado, esses quatro países compraram grandes volumes de títulos da dívida soberana dos EUA.

Poucos analistas esperam que essa tendência cause uma alta nos rendimentos dos papéis. As compras de dívida americana pelo setor privado de outros países vêm crescendo em meio ao pessimismo com o cenário econômico mundial. E as empresas e instituições financeiras dos EUA também continuam comprando Treasurys, junto com bancos centrais de alguns outros países.

Ainda assim, muitos investidores dizem que a reversão nas compras de títulos dos EUA deve ampliar as oscilações de preços desses bônus e, também, pode preparar o caminho para uma alta dos rendimentos quando a economia global se aprumar.

Muitos acreditam que as compras de Treasurys feitas pelos bancos centrais durante os últimos dez anos “ajudaram a deprimir o rendimento de longo prazo dos títulos”, diz Stephen Jen, sócio-gerente da SLJ Macro Partners LLP e ex-economista do Fundo Monetário Internacional. “Agora, temos uma espécie de situação contrária.”

As vendas líquidas por bancos centrais estrangeiros de títulos do Tesouro americano que vencem pelo menos daqui um ano atingiram US$ 123 bilhões no período de 12 meses encerrado em julho, segundo Torsten Slok, economista-chefe internacional do Deutsche Bank Securities, o maior recuo desde que os dados começaram a ser compilados, em 1978. Um ano atrás, BCs estrangeiros compraram um total líquido de US$ 27 bilhões em notas e títulos do governo americano.

Nos últimos dez anos, os altos superávits comerciais e a receita com a venda de commodities permitiram a muitos países emergentes, inclusive o Brasil, acumular um grande volume de reservas em moedas estrangeira. Muitos compraram dívida americana porque o mercado de Treasurys é o mais líquido e o dólar é a moeda de reserva do mundo.

As compras estrangeiras desses papéis chegaram a alcançar US$ 230 bilhões no ano encerrado em janeiro de 2013, mostram dados do Deutsche Bank.
Mas, à medida que o crescimento econômico mundial perdeu força, os preços das commodities despencaram e o dólar se valorizou — puxado pela expectativa de que o banco central americano vai elevar os juros —, o capital fugiu dos mercados emergentes, forçando alguns bancos centrais a levantar dinheiro para comprar suas moedas locais.

O Banco Popular da China, em particular, intensificou suas vendas nos últimos meses. Em 11 de agosto, a instituição surpreendeu os investidores ao desvalorizar o yuan. A venda generalizada da moeda chinesa que se seguiu — deflagrada pelo receio de que o governo fosse enfraquecer ainda mais o yuan para estimular o crescimento — pegou o banco central um tanto desprevenido, dizem fontes.

Para impedir que o dólar ultrapasse a cotação de 6,40 yuans, o BPC vem comprando a moeda chinesa e vendendo a americana. Estimativas internas mostram que o BPC gastou pelo menos US$ 120 bilhões só em agosto para sustentar o yuan, dizem pessoas próximas ao banco central.

A China não está sozinha. O volume de Treasurys na carteira do banco central da Rússia recuou em US$ 32,8 bilhões no ano encerrado em julho, segundo os dados mais recentes do Tesouro dos EUA. Em Taiwan, a queda foi de S$ 6,8 bilhões. O Brasil, um dos maiores detentores de Treasurys do mundo, reduziu suas aplicações nesses papéis somente em US$ 1,9 bilhão no período, para US$ 256,7 bilhões, segundo o Tesouro americano.

Alguns outros bancos centrais elevaram suas posições. A Índia, por exemplo, registrou um aumento de quase 46%, para US$ 116,3 bilhões. O próprio Federal Reserve detinha US$ 2,45 trilhões em títulos do Tesouro no fim de setembro e não deve vender esses ativos tão cedo.

Operadores de mercado dizem que as vendas da China foram um fator determinante para manter o rendimento das notas de dez anos do Tesouro dos EUA próximo de 2% ao ano. O rendimento fechou em 2,061% ontem, comparado com 2,173% no fim de 2014 e 3,303% no fim de 2013. Os rendimentos caem quando os preços dos títulos sobem.

Alguns analistas há anos vêm alertando que os constantes déficits fiscais dos EUA tornam o mercado de Treasurys vulnerável à redução nas compras de outros países. Mas muitos investidores também dizem que detentores de longa data dos bônus, como a China, não vão vendê-los de um modo que provoque turbulências no mercado.

James Sarni, por exemplo, sócio-gerente sênior da californiana Payden & Rygel, que administra US$ 95 bilhões, diz que não está perdendo o sono por causa da China. “Embora eles possam decidir vender mais Treasurys, as transações serão provavelmente feitas de uma maneira prudente.”

De fato, os rendimentos dos títulos permaneceram baixos nos últimos dez anos e sofreram uma queda acentuada desde a crise de 2008, graças, em parte, à forte demanda de governos e do setor privado por uma dívida considerada segura.

Nos 12 meses encerrados em julho, investidores privados de outros países compraram títulos de longo prazo do Tesouro americano no volume mais alto em mais de três anos.

Nos EUA, fundos mútuos de renda fixa e aqueles negociados em bolsa que aplicam em dívida do governo atraíram US$ 20,4 bilhões líquidos até setembro e podem, no ano todo, registrar o maior influxo desde 2009, segundo a Lipper, que acompanha os dados dessas instituições.

Do WSJ

A França negocia com a Arábia Saudita contratos no valor de 10 bilhões de euros, de acordo com informações publicadas nesta terça-feira (13) pela agência de notícias Reuters. O valor foi divulgado pelo primeiro-ministro francês, Manuel Valls, pelo Twitter, após uma viagem de quatro dias ao Oriente Médio.

Segundo a Reuters, as negociações incluem o fornecimento de 30 barcos de patrulha ao país árabe, além de equipamentos para satélites e de telecomunicações. A agência acrescentou, porém, que a maioria dos acordos ainda precisa ser concluída, de acordo com um comunicado do governo francês.
 

Segundo o Defense News,  Airbus Defence and Space e Thales Alenia Space se uniram para fazer uma oferta conjunta de dois satélites de observação e dois de telecomunicações. A oferta dos europeus ocorre depois de uma oferta similar realizada pela indústria norte-americana. 

Tal acordo espaço reflete a determinação da Arábia Saudita em ter sua própria frota de satélites militares após a aquisição pelos Emirados Árabes Unidos de dois satélites de espionagem no âmbito do programa Falcon Eye, (de origem americana ao custo de US $ 930.000.000). O fornecimento dos satélites gira em torno de 2 bilhões de dolares.

As negociações para o fornecimento de lanchas rápidas de patrulha (de até 30 metros) para equipar a Marinha saudita envolve a cifra de US $ 600 milhões e atraiu ofertas das empresas Engenharia Mecânica de Normandie , Couach , DCNS e Oceani.  

By Vinna

Um metal composto de ar parece algo realmente estranho — e de fato é. Mas este é o apelo da Boeing em torno do novo metal fabricado por ela, apontado pela própria companhia como “o mais leve do mundo”. O produto foi desenvolvido após pesquisa conjunta com a Universidade da Califórnia, o HRL Laboratories e o Instituto de Tecnologia da Califórnia.

O material em questão é composto de inúmeros microtubos mais finos do que um fio de cabelo humano. Eles se entranham entre si para formar uma malha metálica fina, leve e ultrarresistente, como um tecido — é por isso que a Boeing informa que seu novo metal é “99,99% ar”.

A pesquisadora Sophia Yang, do HRL Laboratories, usa o cenário de um ovo caindo da altura de prédio de 25 andares para destacar as potencialidades do produto. Segundo ela, enquanto normalmente seria necessário envolver o ovo em inúmeros metros quadrados de plástico bolha para que ele caísse sem quebrar, bastariam algumas camadas do novo metal para manter o objeto protegido.

Isso porque ele é capaz de absorver todo o impacto causado ao ovo, servindo como armadura ideal para ele. O envolvimento da Boeing no projeto torna óbvia a intenção de, no futuro, utilizar este material na fabricação de aviões. Além disso, aplicações em outras indústrias, como a automotiva, também estão no radar de possibilidades.

De acordo com a doutora Yang, usar um material mais leve na fabricação desses veículos pode colaborar consideravelmente para a economia de combustível.

Fonte: Boeing/YouTube - Via Canaltech

Em 12 de dezembro de 2013 o Iraque assinou um contrato no valor de de US $ 1,1 bilhão referente a 24 caças de treinamento avançado T-50 da Korea Aerospace Industries. Segundo informaçoes do Asian Defence News a primeira aeronave T- 50IQ da Força Aérea iraquiana com Número de série "5001" realizou o seu primeiro vôo de teste em 13 de julho de 2015.

A previsão de entrega do primeiro lote da aeronave deverá ocorrer por volta de abril de 2016. O segundo lote deverá ser entregue dai a 12 meses.

By Vinna

Um jato de combate russo se aproximou de uma aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos sobre o território sírio em 10 de outubro para identificá-lo, "não para assustá-lo", disse o Ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira, segundo a agência de notícias Itar-Tass.
O ministério disse que o caça russo SU-30CM chegou a uma distância de 2 a 3 quilômetros da aeronave norte-americana.
Os Estados Unidos disseram na terça-feira que caças dos EUA e da Rússia chegaram a uma distância de identificação visual sobre a Síria, onde os antigos inimigos da Guerra Fria realizam campanhas rivais de bombardeios aéreos.
 


Leia Mais:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cacas-de-eua-e-russia-voltam-a-se-aproximar-em-operacoes-na-siria,1779412
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter
Leia Mais:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cacas-de-eua-e-russia-voltam-a-se-aproximar-em-operacoes-na-siria,1779412
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter
Leia Mais:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cacas-de-eua-e-russia-voltam-a-se-aproximar-em-operacoes-na-siria,1779412
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter

Leia Mais:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cacas-de-eua-e-russia-voltam-a-se-aproximar-em-operacoes-na-siria,1779412
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter
Leia Mais:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cacas-de-eua-e-russia-voltam-a-se-aproximar-em-operacoes-na-siria,1779412
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter

Relatório final do Conselho de Segurança da Holanda, que investiga a queda do avião da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo no voo MH17, afirmou, nesta terça-feira (13), que a aeronave foi atingida por um míssil do tipo BUK (de fabricação russa) e explodiu no ar em seguida, em julho de 2014.
O voo saiu de Amsterdã (Holanda) e ia para Kuala Lumpur (Malásia), mas foi derrubado no momento em que sobrevoava a região leste da Ucrânia, de onde o míssil foi disparado, de acordo com Tjibbe Joustra, presidente do conselho holandês. A área estava sob controle de separatistas ucranianos pró-Rússia.
Todos as 298 ocupantes do voo morreram (196 eram de origem holandesa).
Joustra criticou as autoridades ucranianas por não terem fechado o espaço aéreo em um momento de alta tensão na guerra entre os separatistas e as forças militares do governo na região onde o avião caiu.
"Nenhuma das partes envolvidas reconheceu o risco de um conflito armado em solo", disse.


De acordo com o relatório apresentado por ele hoje, "quase todas as operadoras" tiveram voos passando sobre a Ucrânia, em um total de 160 sobre o leste do país após a queda do MH17.
A investigação descartou a possibilidade de uma bomba ter explodido dentro do avião e de um ataque provocado no ar por outra aeronave.
O míssil BUK foi disparado do solo, e fragmentos dele foram encontrados nos corpos dos tripulantes que estavam na cabine. Segundo Joustra, a ogiva atingiu a parte esquerda da cabine, onde foram identificados traços de pintura referentes à de um BUK.
O Conselho de Segurança da Holanda mostrou parte da aeronave reconstruída com os destroços recuperados no local da queda.
As investigações foram iniciadas logo após a queda do MH17, há 15 meses, mas a Holanda só começou a receber os destroços em dezembro de 2014. Alguns deles só puderam ser localizados há duas semanas.
Uma primeira análise das peças sugeria que o avião tinha sido derrubado por um míssil, o que foi possível confirmar na reconstrução da aeronave.
O míssil foi disparado de uma região de 320 km², e os destroços ficaram espalhados em uma área de 50 km².

Do UOL

Saiba mais em: http://www.whathappenedtoflightmh17.com/ 

Fabricantes

Loading...

Zonas de Conflito

Loading...

Poder Aéreo

Loading...

Poder Naval

Loading...

Guerra Eletônica

Loading...

-

Frases

Audaces fortuna juvat - "A sorte protege os audazes" (verso da Eneida de Virgílio)
O Brasil não é um país beligerante, mas deve deter meios para defender sua soberania, caso isso seja necessário. Afinal, há de se lembrar sempre que paises não tem amigos tem interesses.

"Computadores são como bicicletas para nossa mente" - Steve Jobs

"Um homem quando está em paz não quer guerra com ninguém..."Musica Só Os Loucos Sabem - Charlie Brown Jr. - Composição: Chorão/Thiago Castanho.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
“Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe““Abrir mão de possuir armas é uma coisa, abrir mão do conhecimento de como fazê-las é outra coisa“ - Dalton Ellery Girão Barroso do IME
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
"um submarino nuclear tem muito pouco propósito a não ser que seja visto como parte de um sistema de disparo de armamento nuclear. Sem armas nucleares, é difícil entender" - Cientista indiano Prabir Purkayastha, especialista em sistemas energéticos e energia atômica
“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
“Nós somos contra a proliferação nuclear, nós somos signatários do tratado de não-proliferação [de armas nucleares], mas não podemos renunciar ao conhecimento científico” - Ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral


Audiência

Cotação do Hangar

Mais vistas na última semana

Postagens populares últmos 30 dias

Marcadores

Brasil (1728) USA (1707) Esquema (1423) Defesa Brasil (1367) aviação (1336) Zona de Conflito (1186) tecnologia (1123) sinistro (1095) Geopolitica (930) História (821) Video (756) aviação militar (732) Russia (694) Afeganistão (665) Espaço (655) EMBRAER (578) China (571) Defesa USA (567) OTAN (499) Estratégia (465) Diplomacia (440) ONU (436) noticia (425) Boeing (422) ww2 (406) Espionagem (400) Nuclear (391) AGRESSÃO AO BRASIL (381) Brasil Potência (371) Irã (364) Insólito (362) Libia (356) UNIÃO/Defesa America do Sul (348) Argentina (345) Inglaterra (345) Terrorismo (345) By Vinna (341) Israel (337) Industria Brasil (312) Ciberguerra/Cyber Attacks (301) França (297) opinião (294) Defesa Russia (288) Industria Americana (284) Hoje na História (272) Siria (240) Europa (236) curiosidade (232) NASA (230) direito (216) Segurança Pública (214) Chile (209) Industria Russia (209) Exercícios Militares (202) Evangelho do dia (201) Defesa Irã (200) Lockheed (200) Dassault (196) Alemanha (187) Industria Francesa (178) Drone (177) SAAB (175) Defesa India (171) India (159) NSA (159) Defesa Venezuela (157) Japão (154) Oriente Médio (153) CIA (151) Coreia do Sul (146) Petrobrás e biocombustivel (145) Nova Guerra Fria (138) Front Interno (137) Airbus (136) Arqueologia Militar (131) OVNIs (130) Defesa Chile (126) F1 (126) Defesa Europa - OTAN (122) Sukhoi (121) Defesa China (120) Eixo Bolivariano (120) Ceará (117) Acidente AF 447 (116) Defesa Israel (114) PRISM (114) AVIAÇÃO CEARÁ (112) Africa do Sul (112) Rosoboronexport (112) EADS (110) Ucrania (109) Coreia do Norte (108) Iraque (106) Palestina/Gueto de Gaza (104) Venezuela (104) Turquia (103) Defesa França (99) Malasia (97) Evento (94) Asia (93) Itália (93) Terminator (93) Dissuasão (89) Sovieticos (88) Rolls-Royce (86) Guerra Cambial Mundial (85) União Europeia (85) Bolivia (84) Industria Europeia (83) obituário (83) Acidente MH370 (82) Falkland/Malvinas (82) MiG (80) AVIC (79) Arábia Saudita (77) General Electric (77) Defesa Portugal (76) Industria Chinesa (76) Industria Sueca (76) Defesa Colombia (75) Guerra da Amazônia (74) Saúde (73) Paquistão (70) Filme (69) BRIC (68) 2014 (66) Africa (66) DARPA (65) Suécia (65) Espanha (63) Minustah (60) Petroleo (60) Crime de Guerra (58) Russian Helicopters (58) Portugal (57) Armas Quimicas (55) Defesa Equador (55) Defesa Iraque (55) Estreito de Ormuz (55) Canadá (54) De olho na Imprensa (54) AIEA (52) HANGAR DO VINNA (52) AEB (51) Elbit (51) Mar da China (51) ciência (51) 2012 (50) Colombia (50) Egito (50) Energia (50) Avião (49) BAE Systems (49) Colirio (49) FICHA TECNICA (48) Taiwan (48) Australia (47) Defesa Coréia do Sul (47) Defesa Japão (47) Defesa Peru (46) Emirados Árabes (46) Libano (46) Mali (46) Hawker Beechcraft (45) crimeia (45) Avibrás (44) Stealth (43) Industria Israel (42) Vietnã (42) DCNS (41) Defesa Britânica (41) Northrop Grumman Corp (40) Rio 2016 (40) Helibras (39) Holanda (39) esporte (39) Defesa Paquistão (38) Hindustan Aeronautics (38) Industria India (37) MATRIX (37) Peru (37) ISS (36) Paraguai (36) União Africana (36) Equador (35) Eurocopter (35) Star Trek (35) Uruguai (35) Finmeccanica (34) Georgia (34) Mar do Japão (34) Pioneiro do ar (34) Cuba (33) IAI (33) Industria (33) Industria Iraniana (33) veículo (33) Corrente do Bem (32) Pici Field (32) Suiça (32) Odebrecht (31) Sikorsky (31) Recebi por e-mail (30) AEL (29) Antonov (29) Argélia (29) Defesa Coréia do Norte (29) Iemen (29) Indonésia (29) digital (29) Cazaquistão (28) Defesa Emirados Árabes (28) Defesa Haiti (28) Qatar (28) Aircraft For Sale (27) Industria Italia (27) Polonia (27) Biografia (26) Defesa Uruguai (26) Filipinas (26) Mar do Sul da China (26) Nazistas (26) Defesa Turquia (25) IVECO (25) Angola (24) Defesa Itália (24) Defesa Polonia (24) Denel (24) FAdeA (24) Mexico (24) Narcotrafico (23) Noruega (23) OEA (23) 2013 (22) CATIC (22) Colonialismo (22) Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (22) Defesa Siria (22) Industria Portugal (22) Jordania (22) Austrália (21) Defesa Espanha (21) livro (21) Defesa Georgia (20) Industria Alemanha (20) MERCOSUL (20) Romenia (20) Turkish Aerospace (20) Agusta (19) Bombardier (19) Defesa Libano (19) HESA/IAIC (19) Tupolev (19) Bell (18) Defesa Indonésia (18) Defesa Paraguai (18) Dinamarca (18) Grécia (18) Industria Espanha (18) Rosocosmos (18) Tailandia (18) Defesa Taiwan (17) HESA (17) OMC (17) teoria dos falcões (17) Belgica (16) CASA (16) Defesa Libia (16) GS Yuasa (16) Haiti (16) Ilyushin (16) Industria Inglesa (16) MUSICA (16) McDonnell Douglas (16) Nigeria (16) Omã (16) Beechcraft (15) Bielorussia (15) Guatemala (15) Honduras (15) KAI (15) Mectron (15) OrbiSat (15) Sierra Nevada Space Systems (15) Star Wars (15) Sudão (15) Antartida (14) Bulgaria (14) Cingapura (14) Congo (14) Coréia do Sul (14) Defesa Kuwait (14) Defesa Malasia (14) HUMOR (14) Kuwait (14) Nova Zelândia (14) Bahrein (13) Defesa Marrocos (13) ESA (13) KMW (13) Lei do Abate (13) PreSal (13) Raytheon (13) Servia (13) ww1 (13) Colômbia (12) Defesa Suiça (12) Defesa Suécia (12) Kamov (12) Liga Arabe (12) República Tcheca (12) Shenyang Aircraft (12) Sri Lanka (12) Yantar (12) industria Coreia do Sul (12) 2016 (11) Atech (11) Austria (11) Bangladesh (11) Defesa Rep.Dominicana (11) Defesa Romenia (11) Defesa Tailandia (11) Defesa Ucrania (11) Fim dos tempos (11) Industria Japão (11) Irkut (11) PAC Kamra (11) SpaceX (11) Thales (11) Unifil (11) Anonymous (10) CREA (10) Croacia (10) El Salvador (10) FBI (10) Finlândia (10) Google (10) Hungria (10) Industria Turquia (10) Mauritania (10) Microsoft (10) Mitsubishi (10) Navantia (10) Pilatus (10) Quirguistão (10) Revolucao do "Tudo Gratis" (10) religião (10) 2015 (9) Aero (9) COMAC (9) Cesna (9) Chad (9) Defesa Jordania (9) Guerra Fria (9) Harbin (9) INACE (9) Sisfron (9) Somalia (9) Chengdu (8) Gana (8) Industria Argentina (8) Inteligencia Artificial (8) MBDA (8) Niger (8) OPEP (8) Peninsula Coreana (8) Renault (8) ThyssenKrupp (8) defesa Iêmen (8) ANAC (7) Aero Vodochody (7) Aeroespatiale (7) Armenia (7) Defesa Noruega (7) Defesa Sudão (7) Defesa Vietnã (7) ENAER (7) FAA (7) FMI (7) Férias (7) General Dynamics (7) OGMA (7) OMS (7) Olimpiada (7) Panamá (7) Quenia (7) Republica Theca (7) oceania (7) British Aerospace (6) Brunei (6) Defesa Qatar (6) ELTA Systems (6) Guiana (6) Guiné-Bissau (6) LET (6) Mianmar (6) Pratt Whitney (6) Rep.Dominicana (6) Tribunal de Haia (6) Tunísia (6) Uganda (6) 2018 (5) 2020 (5) ARTICO (5) Aeroeletrônica (5) Artigo (5) Azerbaijão (5) Defesa Namibia (5) Dornier (5) Estonia (5) Europa do Leste (5) Fokker (5) Inbra (5) Lituania (5) MARKETING PESSOAL (5) Nicaragua (5) Print 3D (5) Suriname (5) 2017 (4) 2040 (4) Alianca Pacifico (4) Apple (4) Aquecimento Global (4) Beriev (4) Cabo Verde (4) Colinas do Golã (4) ENGESA (4) Eslovaquia (4) General Eletric (4) Huawei (4) IBM (4) INDRA (4) INPE (4) ISAF (4) Irlanda (4) Islandia (4) Kalashnikov (4) Kaspersky Lab (4) Marrocos (4) Messerschmitt (4) Moçambique (4) Myanmar (4) Namibia (4) Novaer (4) OSK (4) Patria Aviation (4) Pirataria/Tortuga (4) Rekkof Aircraft (4) Resenha (4) Rio+20 (4) Rockwell (4) Rostvertol (4) SIPRI (4) Selex Galileo (4) Senegal (4) Sevmach (4) Sudão do Sul (4) Titanic (4) Yakovlev (4) ZTE (4) armas eletromagnéticas (4) 2030 (3) AGX (3) AIE (3) Air Race (3) Akaer (3) Albânia (3) Avia (3) Bukina Faso (3) Curdistão (3) Eritrea (3) General Atomics (3) Guinness Book (3) Harpia (3) Helibrás (3) Honda (3) IMBEL (3) MH-17 (3) MIT (3) Mercenarios (3) Neonazistas (3) OAK (3) OAS (3) Oboronprom (3) Opto Eletrônica (3) Qantas (3) Rafael (3) Samsung (3) Sirius (3) Tajiquistão (3) Tecnobit (3) Trinidad e Tobago (3) Turismo (3) Ukrspetsexport (3) Zimbabwe (3) ilhas Kurilas (3) prosub (3) savis (3) 2003 (2) AIDC (2) ARAMAR (2) ASMAR (2) Agrale (2) Air Tractor (2) Andrade Gutierrez (2) Astrium (2) Bielorrússia (2) Bigelow Aerospace (2) Birmânia (2) Boston Dynamics (2) Botswana (2) BrahMos (2) Britânica (2) CIAC-Corporación de la Indústria Aeronáutica Colombiana (2) COTEMAR (2) Caltech (2) Camarões (2) Camboja (2) Cirrus (2) DROGA (2) DSME (2) De Havilland (2) EMBARGO (2) ENGEPRON (2) El (2) Enstrom (2) Facebook (2) Flight Technologies (2) Ford (2) G20 (2) GROB (2) Harris Corporation (2) Hong Kong (2) IACIT (2) INDUMIL (2) IZHMASH (2) Imperialismo (2) Itaipu (2) Iugoslávia (2) Iêmen (2) KAPO (2) Kongsberg (2) Kosovo (2) Laos (2) Launch Services (2) Letonia (2) Liebherr-Aerospace (2) Luxemburgo (2) Maldivas (2) Malta (2) Malásia (2) Marsh Aviation (2) Massacre (2) México (2) Nepal (2) Next Generation Aircraft/Fokker (2) Nissan (2) Obvilion (2) Orbital Technologies (2) PDVSA (2) Queiroz Galvão (2) RSC Energia (2) Robocop (2) Rosvertol (2) Ruag Aerospace (2) Santos Lab (2) Scania (2) Seagate (2) Sevmash (2) Sony (2) Synergy Defense (2) TAP (2) TAP Maintenance and Engineering (2) Tekever (2) Telebras (2) Togo (2) Toshiba (2) Toyota (2) United Shipbuilding Corporation (2) Usbequistão (2) Vaticano (2) Western Digital (2) YPF (2) Yugoimport (2) Zambia (2) comissao da verdade (2) panair (2) xian (2) Índia (2) 1950 (1) 1962 (1) 2011 (1) 2024 (1) 2025 (1) 2032 (1) 2035 (1) 2047 (1) 2050 (1) 2068 (1) ACS Aviation (1) ADCOM Systems (1) ALMA (1) ANATEL (1) AOL (1) ASTRAEA (1) ATE (Advanced Technologies and Engineering) Aerospace (1) ATK (1) Active Space Technologies (1) Aero-Engine Goup Corp (1) Aeromot (1) Aeroscraft (1) Aerotech (1) Araguaia (1) Ares Aeroespacial (1) Atlas Elektronic (1) Aurora Technologies (1) AutoGyro (1) Aviakor (1) Avio Group (1) BLOG (1) BMW (1) BUG (1) Baterias Moura (1) Belarus (1) Benin (1) Beretta (1) Beureau LUTCH (1) BioExplorers (1) Bloom e Voss (1) Burevestnik (1) Burocracia (1) CACMA (1) CAE (1) CAIGA (1) CBC (1) CETEC (1) CTEx (1) Camargo Corrêa (1) Cellebrite (1) Ceska Zbrojovka (1) China Broad Group (1) Chrysler (1) Citasa (1) Complejo Industrial Naval Argentino - CINAR (1) Condor Tecnologias (1) Continental Motors (1) Conviasa (1) Costa Rica (1) Costa do Marfim (1) Cotecmar (1) Curaçao (1) DNA (1) DRS (1) Da Vinci Code (1) Daewoo (1) Daimler (1) Damen Shipyard (1) Dark Web (1) Datsun (1) Dearman Engine Company (1) Democracia (1) Diageo (1) Diamond Aircraft (1) DoniRosset (1) Dropbox (1) Dígitro (1) EASA (1) EIKE (1) ELEB (1) ESO (1) Ecopetrol (1) Enercon GmbH (1) Energomash (1) Engevix (1) Equipaer (1) Eslovenia (1) Estaleiro Atlantico Sul (1) Esterline (1) Esterline Electronics (1) Etiopia (1) Evektor (1) Evolução (1) Fairchild (1) Fassmer (1) Ficantieri (1) Fincantieri (1) Flying Legends (1) Focal Aviation (1) Foxconn (1) Fujitsu (1) GCHQ (1) GM (1) GeneXus (1) General Motors (1) Genetica (1) Global tech (1) Gorizont (1) Grauna Aerospace S.A (1) Guerrilha (1) Guizhou Aviation (1) Gulfstream (1) Hamilton Sundstrand Corporation (1) Heckler e Koch (1) Heinkel (1) Holocausto (1) Hybrid Air Vehicles (1) IAMI (1) INTA (1) Ilhas Samoa (1) Ilhas Seychelles (1) Increase Aviation Service Ltda (1) Inter RAO (1) International Aero Engines (1) Israel Military Industries (1) JDI Holdings (1) Jet Propulsion Laboratory (1) Jiuyuan Hi-Tech (1) KAMAZ (1) Kangnam Corporation (1) Kawasaki (1) Kazan (1) Kazaquistão (1) LIATEC (1) LINKS (1) Lihttp://www.blogger.com/img/blank.gifbano (1) Linux (1) Lituânia (1) Lufthansa Technik (1) Líbia (1) MALAT (1) MDA (1) MPX (1) Martin-Baker (1) Maçonaria (1) Messier-Bugatti-Dowty (1) Milestone Aviation Group (1) Modelismo (1) Moldávia (1) Molgolia (1) Mongolia (1) Motor Sich (1) Motorola (1) Mowag (1) NKAU (1) NPO Saturn (1) NTSB (1) National Rifle Association (1) Near Eart Autonomy (1) Norse Corp (1) OGX (1) OTT Blindados (1) Oddyssey (1) Odessa (1) Ominsys (1) Orbital Corporation (1) Oto Melara (1) PZL Mielec (1) Pacifismo (1) PalTalk (1) Paramount Group (1) Polaris (1) Polônia (1) Porto Rico (1) QinetiQ (1) R2Tech (1) RKF Tecnologia (1) Ralls Corp (1) Reaparelhamento (1) Remington (1) Renova Goup (1) Reshetnev (1) Rontan (1) Rosatom (1) Rossin-Bertin Vorax (1) Rostekhnologii (1) Rotax (1) Rudolph Usinados (1) Sabia-Mar (1) Sagem (1) Saker Aircraft (1) Sale (1) Sanofi (1) Savis Tecnologia (1) Securaplane Technologies (1) Siemens (1) Soko (1) Solar Impulse (1) Space Exploration (1) Spyker (1) Stidd Systems (1) SwampWorks (1) São Tomé e Príncipe (1) TAO (1) TELMEX (1) TIM (1) Tanzania (1) Taser (1) Taurus (1) Telecom Itália (1) Terrafugia (1) Textron (1) Thielert Aircraft Engines (1) Timor Leste (1) Tortura (1) Troller (1) Turcomenistão (1) UEE (1) UNDOF (1) UTVA Aircraft (1) United Aircraft Corporation (1) United Technologies Corporation (UTC) (1) Urban Aeronautics (1) VARIG (1) VSMPO-AVISMA (1) Vanguard (1) Vector Aerospace (1) Velika Gorica (1) Virgin Galactic (1) Voronezh (1) WZL-Wojskowe Zaklady Lotnicze (1) Wega (1) World Aeros (1) XMobots (1) Xi'an Aircraft (1) Yahoo (1) Yakhont (1) YouTube; Skype (1) android (1) bullying (1) clonagem (1) eco (1) feganistão (1) fine (1) htc (1) isra (1) racismo (1) rosco (1) whatsapp (1) ww3 (1) x9 (1) África do Sul (1)

Salmo

Meta: Informação Livre e um Blog novo todo dia

Bem vindo, amigo visitante: Procuro atualizar o blog várias vezes por dia e este trabalho solitário é feito pensando em vocês. Financeiramente Não ganho NADA a não ser a amizade de alguns de vocês... ALGUMAS IMAGENS RETIREI DA INTERNET SEM AUTORIA. SE ALGUMA DELAS FOR PROTEGIDA POR DIREITOS AUTORAIS, A VIOLAÇÃO NÃO FOI INTENCIONAL, NESTE CASO, SE NÃO ME FOR AUTORIZADA A EXPOSIÇÃO DA MESMA, A IMAGEM SERÁ RETIRADA DO BLOG, BASTA QUE ENTREM EM CONTATO POR COMENTARIO OU EMAIL.
Vinicius Morais - Vinna

Translate

Pesquisar este blog

Carregando...

Visitas by Google - Since 02/05/2008

Nós no Face...

Videos em Destaque

Missão: Impossível - Nação Secreta - Dublado Missão: Impossível - Nação Secreta - Cena Real - Legendado Batman vs Superman: A Origem da Justiça - Trailer da Comic-Con (leg) SUPERCUT: Robots on Film 007 CONTRA SPECTRE Dublado

Links de Referência & PARCEIROS


Blog Cavok

Campo de Batalha

Cultura Aeronáutica

Alternativa Car

Fumaça Já!



Noticias Sobre Aviação

DEFESANET


Tecnologia & Defesa


Portal Rudnei Cunha

ANVFEB



Plano Brasil

Geo Política

Defesa Aérea

Estratégia Nacional de Defesa


Defesa BR

Revista ASAS


VAE VICTIS

Segurança & Defesa


Infodefensa

ANUNCIE - AQUI

archive