Os indianos vão terminar voltando atrás e comprando o Gripen!

Um grupo de especialistas em inteligência desenvolveu um sistema de computador capaz de adquirir sozinho novos conhecimentos de todo tipo graças a análises em motores de busca da Internet. 
http://4.bp.blogspot.com/_TwkDqUpcXGc/TUDJoTUA4yI/AAAAAAAAAIU/XQ1uA-hlres/s1600/hal-9000.jpg
Os avanços mais recentes avanços no campo da inteligência artificial são bastante surpreendentes. Existem sistemas de alta precisão para tarefas como análises dos sentimentos e o reconhecimento facial, enquanto que outros, ainda mais avançados, podem resolver problemas de geometria e álgebra. Agora, uma equipe de pesquisadores do Instituto Allen e da Universidade de Washington nos EUA, desenharam um algoritmo que utiliza todos os dados disponíveis na internet para analisá-los, memorizá-los e reconhecê-los.

Este interessante projeto, apelidado de LEVAN, pode aprender em um curto período de tempo "tudo sobre qualquer coisa". O que também surpreende é que não é supervisionado por nenhum humano, já que utiliza a web sozinho para aprender tudo o que necessita saber.



Para aprender frases comuns associadas a conceito em particular, o LEVAN monitora frases no Google e continua as buscas em sites de imagens na web como Google, Bing e Flickr, a fim de entender uma ação determinada. Por exemplo, o LEVAN 'compreende' que 'boxeador peso pesado', 'ring de boxe', 'o boxeador Muhammad Ali', etc, são partes do amplo conceito "BOXE", e se encontra uma imagem qualquer desses conceitos, pode descrevê-los.

"Learning Everything about Anything: Webly-Supervised Visual Concept Learning
Santosh Divvala, Ali Farhadi, Carlos Guestrin
In CVPR 2014 (oral)


Até o momento, o LEVAN já domina 153 conceitos diferentes e mais de 50.000 definições, e já armazenou em sua base de dados mais de 10 milhões de imagens com a descrição de ação em cada uma delas.

Z-9 para a Bolivia

Postado por Vinna sábado, maio 31, 2014 0 comentários

O Ejército de Bolívia está incorporando seis helicópteros multifunção H425, construídos pela Harbin Manufacturing Corporation. O contrato foi celebrado em 2011, por um valor de US$108 milhões. O H425 (Foto: Harbin) é uma versão do Z-9, por sua vez uma variante do EC365N2 Dauphin, da Airbus Helicopters.

Do S&D

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quinta-feira um acordo com os colegas do Cazaquistão e Belarus para criar uma união econômica entre os países.
O governo russo afirmou que a União Econômica da Eurásia (UEE) com as ex-repúblicas soviéticas vai criar um mercado comum e ajudar a integrar a política econômica dos países membros, começando a partir de 2015.
O acordo foi assinado pelos três presidentes em Astana, capital do Cazaquistão, e deve entrar em vigor a partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, depois de ser ratificado pelos Parlamentos dos três países.
O objetivo é garantir a livre movimentação de bens, serviços, capital e trabalho, além de políticas coordenadas em grandes setores econômicos.
Os três países juntos têm um PIB de US$ 2,7 trilhões (mais de R$ 6 trilhões).
Os críticos afirmam que o projeto é uma tentativa de reviver parte da União Soviética.
O presidente da Belarus, Alexander Lukashenko, afirmou que a Ucrânia deve se juntar ao bloco no futuro.
Enquanto o presidente deposto, Viktor Yanukovych, ocupava o governo ucraniano, a Rússia pressionava o país para se juntar ao bloco.
Yanukovych foi deposto em fevereiro pelas forças de oposição que queriam mais laços com a União Europeia e não com a Rússia. Desde a deposição do ex-presidente, as relações entre os dois países se deterioraram em meio aos confrontos violentos no leste da Ucrânia.

Nova integração

Putin afirmou que a criação da UEE “marca uma nova era”.
“Este documento está levando nossos países para um novo nível de integração, preservando totalmente a soberania dos Estados”, disse o presidente russo na reunião com os outros dois presidentes.
Os três países estão “criando um centro de desenvolvimento econômico poderoso e atrativo, um grande mercado regional unindo mais de 170 milhões de pessoas”, acrescentou o presidente russo.
O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, afirmou que vê o novo bloco econômico como uma “ponte entre o Oriente e o Ocidente”.
Mas os presidentes também reconheceram que a união não está completa.
“Perdemos algo no caminho: a Ucrânia. Tenho certeza de que, cedo ou tarde, a liderança ucraniana vai perceber onde a sorte está”, disse o presidente Lukashenko.
Além da Ucrânia, outras antigas repúblicas soviéticas também se recusaram a assinar o acordo, apesar de a Armênia e o Quirguistão estarem analisando a possibilidade de fazer parte da UEE.

Sobrevivencia? OTAN precisa de uma nova Guerra Fria

Postado por Vinna sexta-feira, maio 30, 2014 0 comentários

 A OTAN pretende colocar tropas na fronteira com a Rússia. Segundo o jornal The Sunday Times, esses planos serão na próxima semana objeto de discussão numa reunião dos ministros da Defesa da Aliança.

Na sede da OTAN já estão dizendo que o “ato de cooperação” assinado com Moscou perdeu sua validade. Na opinião de analistas, nos últimos 17 anos a Aliança perseguiu um único objetivo: expulsar definitivamente a Rússia do espaço pós-soviético.

Os países integrantes da OTAN estão desenvolvendo planos de colocar tropas em países do antigo bloco soviético. Isso efetivamente irá pôr fim ao acordo com a Rússia, assinado após o fim da Guerra Fria, escreve o The Sunday Times.
http://2.bp.blogspot.com/-9U5GXp8Fh5I/UlAR6RwkmKI/AAAAAAAAAHk/ll9guSGwPm4/s1600/guerra_fria_1980.png
A OTAN e a Rússia assinaram o chamado “Ato fundamental sobre relações mútuas, cooperação e segurança” em 1997. Bruxelas e Moscou concordaram em que os países ocidentais não iriam colocar forças militares consideráveis a leste do Elba. Agora os funcionários da OTAN estão afirmando que o acordo era válido enquanto a situação se mantinha a mesma e ambas as partes respeitavam os seus termos. Mas, desde que a Rússia, em suas palavras, “anexou” a Crimeia, tudo mudou.

Só que a situação mudou não em março deste ano, quando o povo da Crimeia se pronunciou num referendo em favor da reunificação com a Rússia. Ainda na década de 1990, após o colapso da União Soviética, surgiu a questão da existência da Aliança do Atlântico Norte. Bruxelas, na altura, prometeu não expandir a influência da Aliança para Leste mas, dentro de poucos anos, quase todos os países do antigo bloco soviético se juntaram à OTAN, nota o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá Pavel Zolotarev:

“Então ficou claro que é pouco provável que essa organização se dissolva a si própria. Porque ela é o principal instrumento de influência dos EUA na Europa. A Rússia acreditou que, já que não somos inimigos, podemo-nos aproximar. E o Ocidente em sua política real, apesar da retórica sobre a necessidade de cooperação, usou isso para expandir a sua área de influência para o Leste. Aceitando novos membros na OTAN, primeiro de entre ex-países socialistas, e depois até de alguma repúblicas que fizeram parte da União Soviética”.

Segundo o perito, o objetivo principal que se propõe a Aliança do Atlântico Norte é expulsar a Rússia do espaço pós-soviético. Já durante muitos anos a OTAN está encaixando a Geórgia em seus padrões, e agora se ocuparam ativamente da Ucrânia. Esta última se tornou um obstáculo nas relações entre Moscou e Bruxelas por altura do 17 aniversário da assinatura do acordo de cooperação, nota o especialista do Instituto dos países da CEI Valeri Yevseev:

“De momento, as relações entre a Rússia e a Aliança do Atlântico Norte estão extremamente difíceis. Os países da OTAN estão aumentando a sua presença perto das fronteiras da Federação Russa. E isso não pode deixar de preocupar a Rússia. Deste ponto de vista, dada o extremo agravamento das relações entre Moscou e Bruxelas por causa da crise ucraniana, há que tomar algumas medidas para reduzir as tensões. Do lado russo tal decisão foi tomada. A ela é devida a retirada das tropas russas da fronteira com a Ucrânia”.

Segundo o especialista, a principal finalidade da colocação de tropas da OTAN na fronteira com a Rússia é o desejo de justificar a sua existência. Isso requer um inimigo externo. E encontraram-no em Moscou. Esta é a única maneira para Washington de provar a seus aliados que precisam da OTAN.

Ora, provar está se tornando cada vez mais difícil. Por exemplo, Berlim se recusa a aumentar os gastos em defesa, deixando sem resultados as inúmeras tentativas de Bruxelas. O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble se opõe ao aumento do orçamento militar da Alemanha em resposta à crise na Ucrânia. Segundo ele, na situação atual tal passo não seria uma política muito sábia. Além disso, o ministro falou contra a colocação de tropas da OTAN em Estados da Europa do Leste. Schaeuble tem certeza de que isso só irá agravar a situação.

O presidente russo há dias lembrou aos seus parceiros ocidentais: Rússia e a OTAN realmente poderiam colaborar frutuosamente. Segundo Vladimir Putin, existem áreas onde esforços conjuntos podem ser aplicados: a segurança comum, a defesa contra o terrorismo, a luta contra o tráfico de drogas. Para resolver todos esses problemas é necessário consolidar os esforços. E não provar quem é o dono do mundo, como a Aliança do Atlântico Norte está fazendo.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_05_27/OTAN-precisa-de-Guerra-Fria-3481/

De A Voz da Russia

O Itamaraty está sofrendo um ataque de hackers desde a semana passada. O sistema de e-mails e de leitura de documentos do ministério e dos postos diplomáticos no exterior foi retirado do ar na segunda-feira, 26. O sistema está passando por uma manutenção geral para evitar novos acessos indevidos, e deve voltar o normal ainda nesta terça-feira.
De acordo com o Itamaraty, Hackers usaram o esquema chamado phishing, em que e-mails aparentemente de pessoas conhecidas são enviadas para colegas e incluem um link malicioso. Ao abrir o link, servidores instalam no sistema, sem querer, os chamados cavalos de troia, que recolhem informações sigilosas dos usuários, como senhas e números de documentos.
O ataque teria contaminado os e-mails de um número ainda indeterminado de servidores, permitindo o acesso a informações pessoais, e também chegado ao chamado Intradocs, um sistema interno de leitura de telegramas diplomáticos usado pelos diplomatas. Não teria, no entanto, alcançado o sistema de comunicação sigiloso entre as embaixadas e postos no exterior e o ministério em Brasília.
O Itamaraty não confirma se chegou a haver vazamento de documentos sigilosos – o que seria possível através do acesso ao Intradocs, onde se pode criar um arquivo de leitura e gravar no próprio computador. Ainda não se tem informações do objetivo ou dos responsáveis pelos ataques. Uma investigação foi aberta pelo Gabinete de Segurança Institucional, responsável pela segurança de informações do governo, e pela Polícia Federal.
Fonte: Estadão - Via Plano Brasil

Mi-24 Ucraniano é abatido

Postado por Vinna quinta-feira, maio 29, 2014 0 comentários

Pelo menos 13 soldados e um general ucraniano morreram nesta quinta-feira na queda de um helicóptero Mi-24 nos arredores de Slaviansk, afirmou Alexander Turchinov, presidente interino da Ucrânia. "Hoje recebi informação de Slaviansk de que terroristas derrubaram nosso helicóptero que levava soldados. Quatorze militares morreram, incluído o general Kulchitski", afirmou Turchinov, citado pela imprensa local.

Turchinov disse que o helicóptero militar foi atingido por um projétil de bazuca lançado pelos milicianos pró-Rússia perto de Slaviansk, o principal bastião rebelde na região de Donetsk. "
Tenho certeza que as Forças Armadas e os órgãos de segurança levarão até o final a limpeza de terroristas e de todos os criminosos. Serão liquidados ou se sentarão no banco dos réus", afirmou.
Segundo o Ministério do Interior da Ucrânia, o aparelho derrubado transportava munição e alimentos. O autoproclamado prefeito de Slaviansk, Viacheslav Ponomariov, negou que os rebeldes tenham derrubado o helicóptero. Os chefes da operação antiterrorista lançada contra os insurgentes russófonos anunciaram neta quinta-feira sua disposição de criar um corredor humanitário para facilitar a saída da população civil de Slaviansk.

"Nessa situação, as partes devem chegar a um acordo para a criação de um corredor para os refugiados. A direção da operação antiterrorista está disposta a atuar para a evacuação dos civis pacíficos de Slaviansk", disse Vladislav Selezniov, porta-voz do governo ucraniano.
O funcionário desmentiu que as forças ucranianas tenham atacado a cidade com fogo de aviação e plataformas de lançamento de mísseis Grad, como denunciaram nesta manhã os milicianos.
Do O Dia - Informação do modelo do helicóptero abatido via Haaretz

Segundo a FAB, militares faziam treinamento com a aeronave.

Aeronáutica investiga as causas e não houve feridos.

Um helicóptero da Força Aérea Brasileira fez um pouso forçado na Base Aérea de Campo Grande por volta das 15h30 (de MS) desta quarta-feira (28). Segundo informações da assessoria de imprensa da Aeronáutica, não houve feridos.
Conforme a Aeronáutica, o helicóptero H-1H, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, aproximava-se para pouso depois de missão de treinamento e quando já estava em baixa altitude fez o pouso forçado próximo da pista da táxi.

Cinco militares estavam na aeronave, que ficou danificada. A Aeronáutica  investiga as causas do pouso forçado.
Foto: Jucyllene Castilho

Helicóptero fez pouso forçado na pista do aeroporto
Foto: Gabriela Pavão/G1 MS

Um helicóptero Bell UH-1H Iroquois da Força Aérea Brasileira fez um pouso forçado na Base Aérea de Campo Grande por volta das 15h30 (de MS) desta quarta-feira (28).

Segundo informações da assessoria de imprensa da Aeronáutica, não houve feridos.

Conforme a Aeronáutica, o helicóptero H-1H, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação, aproximava-se para pouso depois de missão de treinamento e quando já estava em baixa altitude fez o pouso forçado próximo da pista da táxi.

Por conta do acidente foi acionado o plano de emergência do aeroporto. Três viaturas do Corpo de Bombeiros atenderam o acidente, que foi acompanhado por populares.

Com o pouso forçado, aconteceram danos no trem de pouso e na parte traseira do helicóptero. Um caminhão guincho da base retirou a aeronave para a realização de perícia. Não houve derramamento de combustível.

Cinco militares estavam na aeronave, que ficou danificada. A Aeronáutica investiga as causas do pouso forçado.



Fontes: ASN / Nadyenka Castro e Gabriela Pavão (G1 MS) / Pedro Heiderich e Jucyllene Castilho (midiamaxnews.com.br) / Correio do Estado
 

Os Estados Unidos vão manter um contingente com 9800 soldados no Afeganistão para além de Dezembro, a data que marca o fim efectivo da missão militar iniciada em 2001, avançou a imprensa norte-americana, antecipando um discurso marcado pelo Presidente Barack Obama para esta quarta-feira, na Casa Branca.

http://1.bp.blogspot.com/-mmClUP3q9eM/UVIO1idHW4I/AAAAAAAAJZQ/EP0F_TjD9MQ/s400/super+tucano+-+deserter.jpgObama, que acaba de regressar a Washington depois de uma visita surpresa à base aérea norte-americana em Bagram, no Afeganistão, vai anunciar os termos da retirada dos soldados americanos e do fim daquela que se tornou a guerra mais longa em que os Estados Unidos estiveram envolvidos.
O Presidente americano deverá confirmar que a maior parte dos 32 mil soldados que ainda servem no Afeganistão estarão de volta a casa no fim deste ano, no âmbito do desmantelamento da Força Internacional de Assistência de Segurança (ISAF, no acrónimo inglês), a missão internacional estabelecida pelas Nações Unidas e suportada pela Nato no Afeganistão.
Mas Obama também indicará que os Estados Unidos estão preparados para manter um contingente militar de 9800 soldados, para colaborar nas missões de anti-terrorismo e no treino das forças nacionais afegãs, no âmbito de um “acordo conjunto de segurança”.
Os termos da cooperação militar futura entre Washington e Cabul, só deverão ser acertados em definitivo depois da segunda volta das eleições presidenciais do Afeganistão, que opõem Abdullah Abdullah e Ashraf Ghani, a 14 de Junho.
Durante meses, a Casa Branca tentou fechar o compromisso com o Presidente cessante, Hamid Karzai, que depois de inicialmente confirmar o seu interesse no acordo bilateral, acabou por rejeitar a sua assinatura.
Durante a sua visita a Bagram, Obama e os líderes militares no terreno acertaram a dimensão da cooperação militar com o Afeganistão depois do fim da missão de combate, em Dezembro de 2014. No ano seguinte, o Exército norte-americano manterá um contingente militar de 9800 soldados; que será reduzido para metade no final de 2015. Até ao fim de 2016, e coincidindo com o fim do mandato de Barack Obama, o número de militares americanos no Afeganistão continuará a cair até configurar o “tamanho normal” de uma representação militar a funcionar dentro de uma embaixada.

Do Publico

O ministro da Defesa do Japão, Itsunori Onodera, criticou fortemente a incursão de um avião militar chinês no sábado (24), que voou excepcionalmente perto de aeronaves das Forças de Autodefesa do Japão sobre o Mar da China Oriental.
Onodera declarou na tarde deste domingo a repórteres que as aproximações foram atos perigosos, capazes de resultar em acidente e/ou “incidente internacional”. O ministro destacou que, segundo a tripulação dos aviões japoneses, a aeronave chinesa estava equipada com mísseis.
O ministro disse ter comunicado o incidente na noite de sábado ao premiê japonês. Segundo ele, Shinzo Abe o teria instruído a continuar a tratar do assunto de maneira firme.
Neste domingo, Onodera protestou oficialmente contra as ações chinesas através de canais diplomáticos. “As atividades dos aviões das Forças de Autodefesa do Japão são parte do processo regular de coleta de informações e não devem sofrer restrições no espaço aéreo em alto-mar”, disse ele.

Incursão da aeronave chinesa no sábado (24)
Segundo relatou o Ministério da Defesa, um caça chinês SU-27 aproximou-se por trás e ultrapassou um avião de coleta de dados visuais OP-3C, da Força Marítima de Autodefesa do Japão, por volta das 11h de sábado (23h de sexta-feira pelo horário de Brasília), perto da linha demarcatória entre Japão a China. As duas nações estabeleceram zonas de identificação de defesa aérea sobrepostas na região.
A aeronave chinesa chegou estar a apenas 50 metros de distância do avião japonês OP-3C. Posteriormente, cerca de uma hora depois, quase na mesma área, o caça chinês SU-27 voou a menos de 30 metros de distância de outro avião de inteligência eletrônica da Força Aérea de Autodefesa do Japão.
Somente em 2013, aeronaves da Força Aérea de Autodefesa do Japão (ASDF) realizaram 810 decolagens de emergência em resposta a possíveis incursões territoriais por aeronaves estrangeiras.  Foi a primeira vez que o número superou a marca de 800 em 24 anos, de acordo com o relatório anual do Ministério da Defesa, divulgado em abril.


China alertou o Japão nesta sexta-feira a ficar fora da disputa com os países vizinhos a respeito do Mar do Sul da China, num momento em que as Filipinas acusaram Pequim implicitamente de atrasar as negociações destinadas a encontrar uma solução.
A China reivindica praticamente todo o Mar do Sul da China e rejeita as demandas por parte da região marítima pelo Vietnã, Taiwan, Filipinas, Malásia e Brunei, em um das disputas mais conflituosas da Ásia. Os chineses também estão envolvidos em outra disputa marítima com o Japão acerca de algumas ilhas no Mar do Leste.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, expressou preocupação na quinta-feira sobre as tensões regionais, que ele disse serem provocadas por "perfurações unilaterais", após a China ter deslocado uma enorme plataforma de petróleo para as águas em disputa, uma movimentação condenada pelas Filipinas, Vietnã e os Estados Unidos.
"O comunicado japonês sobre o assunto ignora a realidade e confunde os fatos, além de usar uma motivação política para interferir na situação do Mar do Sul da China com propósitos secretos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Hong Lei, em seu contato diário com a imprensa.
"Nós queremos que o lado japonês adote consistentemente ações realistas para proteger a paz e a estabilidade da região."
As Filipinas culpam mudanças em regras básicas pelo atraso nas negociações sobre o fim da disputa, em uma aparente referência à China.
"O código de conduta tem demorado para surgir, nós estamos discutindo isso pelos últimos sete ou oito anos, e também nos perguntamos a causa desse atraso", disse a subsecretária do Ministério das Relações Exteriores das Filipinas, Laura del Rosario.
Del Rosario, falando em um painel do Fórum Econômico Mundial sobre segurança, disse que "mudanças" ocorreram no local desde que as negociações começaram, sem mencionar a China especificamente.
Na semana passada, o Ministério das Relações Exteriores das Filipinas divulgou imagens de monitoramento de um recife mostrando o que disser ser uma ocupação chinesa e a construção do que parece ser uma pista de pouso.

Do Terra

O Departamento de Estado dos EUA pediu na terça-feira (27) à China e Japão que resolvam disputas através de diálogos e vias diplomáticas.
Em relação à "aproximação" dos aviões chineses e japoneses, a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jen Psaki, afirmou que um relacionamento sólido e construtivo vai promover a paz e a estabilidade da região, correspondendo aos interesses não apenas da China e Japão, mas também dos EUA.
As marinhas da China e da Rússia realizam nestes dias, exercício conjunto no Mar do Leste. No último sábado, dois aviões japoneses, OP3C e YS11EB, entraram sem permissão na Zona de Identificação de Defesa Aérea da China. Os aviões militares chineses partiram imediatamente para tomar medidas necessárias de identificação e prevenção para garantir a segurança de navios e aeronaves participantes do exercício.
A China salientou que o sobrevoo dos aviões japoneses violou gravemente a lei internacional, podendo causar facilmente um mal-entendido e até levar a um incidente no ar.

Do CRI


O Boeing 777 da Malaysia Airlines que desapareceu no início de março no sul do Oceano Índico não caiu na área onde foram detectados sinais acústicos, que as autoridades acreditaram ser procedentes das caixas pretas, anunciaram os investigadores nesta quinta-feira (29).
"Agora podemos afirmar que esta área não é o local de queda do voo MH370", afirma em um comunicado o Centro de Coordenação e Agência Conjunta (JACC) Internacional de Busca, com sede na Austrália.
O voo desapareceu dos radares em 8 de março quando viajava de Kuala Lumpur para Pequim com 239 pessoas a bordo.
As tarefas de dragagem de um robô submarino no local onde foram detectados os sinais - que os investigadores acreditavam que tinham origem nas caixas pretas do avião - não tiveram sucesso, segundo o JACC.
"O JACC pode informar que nenhum destroço do avião foi encontrado pelo veículo submarino autônomo. A agência australiana de segurança de transportes chegou à conclusão que a zona pode ser descartada como o local da queda do voo MH370".
A embarcação australiana Ocean Shield que transportava o robô submarino americano Bluefin-21 abandonou a região depois de ter explorado 850 km2 de oceano para tentar encontrar destroços da aeronave.
O anúncio confirma as declarações ao canal CNN do vice-diretor de instrumentos marítimos da Marinha americana, Michael Dean, que afirmou que os sons detectados não eram procedentes das caixas pretas.

Do G1

Os B767MMTT da FAB  receberão um pacote de modificações incluindo sistemas de reabastecimento hose-and-drogue, provisões internas da cabine de passagiros/carga que permitirão rápida reconfiguração da mesma para diferentes missões e aviônica compatível com a função militar da aeronave. (Foto IAI)
Segundo fontes israelenses, o Brasil assinou um contrato revisado com vistas a incluir mais um avião de reabastecimento em voo (REVO)  e transporte estratégico B767MMTT (Multi-Mission Tanker Transport) no escopo original correspondentes a duas aeronaves do projeto KC-X2 encerrado em março de 2013, com a declaração de seleção da israelense Israel Aerospace Industries para converter aeronaves Boeing 767 300 ER para o modelo militar. O adendo corresponde ao exercício da primeira opção das duas previstas no contrato inicial.
O programa visa preencher uma lacuna deixada com a desativação dos veteranos Boeing KC-137 do Esquadrão Corsário, versão REVO do legendário 707, os quais começaram a operar na FAB em 1986.
Os 767 comerciais passarão por trabalhos de conversão nas instalações da divisão de Bedek da IAI, em Israel, e da Tap Manutenção e Engenharia, no Brasil, processo que deverá contar com a colaboração de outras empresas brasileiras com o proposito de capacitação tecnológica sob a luz da Estratégia Nacional de Defesa. Os novos aviões  receberão um pacote de modificações incluindo sistemas de reabastecimento hose-and-drogue, provisões internas da cabine de passageiros/carga que permitirão rápida reconfiguração da mesma para diferentes missões e aviônica compatível com a função militar da aeronave. A chegada dos B767MMTT significará o aumento do alcance da aviação de combate da FAB, notadamente com relação aos novos Gripen NG, bem como a possibilidade de realização de missões intercontinentais de diversas características, incluindo de apoio a missões de paz ou humanitárias.
Ainda não foi divulgado detalhes sobre o perfil da versão brasileira, cronograma e montante financeiro do contrato.

A Força Aérea da Colômbia possui em sua frota um B767MMTT, tendo ele  já realizado missões bem-sucedidas de apoio ao desdobramento de aviões de combate Kfir para os Estados Unidos (Red Flag 2012) e humanitárias no estrangeiro (resgate de cidadãos colombianos no Japão por ocasião do grande terremoto de 2011).
———————————–
Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) esclarece:
– Em relação à matéria divulgada hoje neste veículo (Tecnologia & Defesa)  sobre o Projeto KC-X2, o Centro de Comunicação Social esclarece que as negociações contratuais ainda estão em andamento.

Atenciosamente,     _____________________________________________________
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA
Assessoria de Imprensa
FORÇA AÉREA BRASILEIRA


Em 1864, três anos após o início da famosa Guerra Civil Americana, uma então nova ferramenta de combate navegou pelas águas escuras do porto de Charleston e acabou entrando para a história.


Mas só agora é que os pesquisadores e historiadores estão finalmente a ponto de juntar os fatos e descobrir o que realmente aconteceu com o submarino HL Hunley, em uma fatídica noite de fevereiro. 
 
 
O que está faltando para eles começarem os estudos de uma vez, como você pode ver pela foto acima, é um bom banho primeiro. 
 


O que foi o Hunley? 
 


O submarino Hunley provou ser uma verdadeira benção para a Confederação (unidade política formada por estados do sul dos Estados Unidos). 
 
 
Com cerca de 12 metros de comprimento e 7,5 toneladas, o semi-submersível foi o primeiro a afundar uma fragata (um tipo de navio de guerra) da adversária União (grupo político formado por estados do norte dos Estados Unidos). 
 

 
Esse feito comprovou a eficácia do projeto como arma de guerra. Com uma tripulação de apenas 8 homens, chegou a matar 21 adversários.


Mas nem tudo foram flores. O primeiro sucesso do Hunley foi também o seu ataque final. Porque assim que ele afundou o Housatonic, misteriosamente naufragou na costa de Charleston e seu paradeiro permaneceu desconhecido até 1995. 
 
 
Cinco anos depois de ter sido redescoberto não muito longe de uma rota marítima bastante movimentada, o Hunley foi ressuscitado do fundo do mar em um esforço amplamente divulgado em 2005, pelo grupo de conservação chamado Friends of Hunley (Amigos do Hunley, em tradução livre).


Como essa equipe de conservação explica muito bem em seu site, a preservação de um artefato como este é o objetivo maior e principal da instituição. 
 
 
No entanto, você deve estar fazendo as contas e se perguntando comigo: se o submarino ficou tanto tempo perdido, e ter encontrado ele foi assim tão emocionante, por que eles não lavam logo o bicho e descobrem de uma vez as respostas que tanto procuram?


Segundo a declaração desse mesmo grupo de conservação, apesar de toda a pressa em finalmente desvendar os mistérios que ali podem estar escondidos, eles não podem ir com tanta sede ao pote. 
 
 
Todo e qualquer objeto recuperado de um ambiente marinho deve ser colocado de volta na água o mais rápido possível antes que comece a secar ou reagir com o oxigênio do ar.


Sendo assim, o submarino HL Hunley foi imediatamente transportado do fundo do mar para o Centro de Conservação de Warren Lasch, nos Estados Unidos. Durante o caminho de oito horas, um mecanismo de aspersão o manteve sob umidade. 
 
 
Quando finalmente chegou ao laboratório, foi colocado em um tanque de metal, já cheio de água previamente refrigerada a uma temperatura de 10°C durante um período de 3 dias (tudo para retardar o crescimento de fungos e algas, bem como reduzir a taxa de corrosão). 
 
 
A qualidade da água no tanque é continuamente monitorada quanto ao seu pH, temperatura, cloretos, condutividade e nível de oxigênio.


Agora, o casco do submarino está sendo submetido a um sistema que inibe a corrosão, até que o interior seja totalmente escavado – trabalho que tem sido cuidadosamente desenvolvido ao longo dos últimos nove anos por conservacionistas e historiadores.


Eles têm juntado esforços para limpar os sedimentos acumulados ao longo de mais de um século e recuperar os corpos dos que morreram à bordo.
 




Primeiras descobertas


Durante esse trabalho, os pesquisadores foram capazes de descobrir no ano passado que o mastro responsável pelo afundamento do Houstonic tinham um comprimento de apenas aproximadamente 5 metros. 
 
 
Isso pode indicar que a distância teria sido muito curta para proteger a tripulação do Hunley da onda de choque resultando do impacto, e sugere que isso pode ter causado uma explosão. No entanto, um olhar mais atento ao casco será necessário para confirmar essa suspeita.


E é aí que nada menos que 76 mil litros de hidróxido de sódio entram na história.


O sal do mar, a areia, o cascalho e a vida marinha que infestaram o casco do Hunley ao longo dos últimos 100 anos não podem simplesmente ser raspados. Isso poderia danificar a estrutura antiga que está por baixo dessa grossa camada de “sujeira”. 
 
 
Então, ao invés de colocar tudo a perder, os conservacionistas planejam preencher o tanque de 76 mil litros de conservação da embarcação com uma mistura levemente corrosiva e deixar que o navio de molho por três meses. Isso deve ser suficiente para soltar sedimento sem comprometer o casco.


Após a escavação ser concluída, outros inibidores de corrosão serão usados no processo de conservação, para que o submarino (ou o que restou dele) fique estável para o desenvolvimento de estudos e análises. 
 
 

Próximos passos


Calcula-se que ainda serão necessários mais nove meses de lavagem e raspagem e mais quatro anos de conservação para retirar os sais do casco de modo que, eventualmente, ele possa ser colocado em exposição em um novo museu de North Charleston. 
 
 
Para o presidente da Comissão Hunley da Carolina do Sul (Estados Unidos), Glenn McConnell, esse processo nos permitirá viajar no tempo e poderá nos revelar o que aconteceu com o submarino no dia em que afundou. 
 
 
 







Enterrado em uma caverna alagada no México entre tigres dente-de-sabre, pumas e linces, um esqueleto humano está ajudando os cientistas a entender quem foram os primeiros homens americanos. 
O esqueleto, descoberto por mergulhadores, é de uma mulher de 15 ou 16 anos que provavelmente caiu em uma fenda no solo, pelo menos 12 mil anos atrás.
Conhecer os ancestrais das primeiras pessoas que povoaram as Américas é um desafio para a ciência. Segundo aspectos genéticos, os primeiros nativos americanos parecem descender de siberianos que migraram para o sul da Beríngia, em algum momento entre 26 mil e 18 mil anos atrás, e depois se espalharam pelo sul do continente. 
O grande mistério, no entanto, é o fato de as feições faciais dos mais antigos fósseis americanos já encontrados não se assemelharem muito às de americanos nativos da Era Moderna. Isso levou a especulações sobre possíveis origens distintas dos americanos do passado.
A dificuldade em encontrar esqueletos paleoamericanos dificulta a verificação dessa hipótese – por isso foi bem vinda a descoberta do esqueleto, quase completo e datado do final do Pleistoceno, em uma câmara submersa de um sistema de cavernas na península de Yucatán, no México. 
Há cerca dez mil anos, o derretimento de geleiras encheu a caverna com água, o que dificultou a descoberta dos fósseis.
A americana do Pleistoceno possui a morfologia craniofacial característica dos povos siberianos que cruzaram a Beríngia, mas o DNA mitocondrial extraído dos molares do esqueleto, um importante indicador de parentesco entre os povos, aponta semelhanças com o DNA dos indígenas da Idade Moderna.
Foi encontrado um haplótipo típico dos índios americanos, o que sustenta a teoria da ancestralidade exclusivamente nos povos da Sibéria. 
Segundo os autores do estudo, o fenótipo diferenciado dos índios que conhecemos provavelmente deriva de mudanças evolutivas ocorridas depois da passagem da raça humana pelo Estreito de Bering.




Poucas pessoas nas últimas décadas foram capazes de usar ciência com ficção para associar fenômenos inexplicáveis com a possibilidade concreta de vida extraterrestre. 
O escritor Bruce Sterling faz isso de maneira magistral, e poucos costumam acertar tanto quanto ele acerta em seus romances. 
Sua ficção pode ser classificada como “ficção científica hard”, quando os acontecimentos tecnológicos descritos na história são considerados plausíveis a partir do ponto de vista da ciência atual. Tudo isso sem esquecer de colocar muita imaginação e sensibilidade para realizar suas previsões. 
Sterling publicou uma compilação impressionante e abrangente de imagens e gráficos que podem ser úteis para aqueles que se preparam para observar OVNIs, ou para quem alega já ter avistado um por puro acaso. No catálogo, o leitor encontra formas precisas de naves espaciais de acordo como foram descritas nos casos mais ressonantes observados ao redor do mundo entre o século passado e 1967. 
Através desse estudo detalhado, que reúne os vários arquétipos de visitantes espaciais, os observadores de plantão poderão comparar suas experiências, e todos terão mais ferramentas para ver e descrever o que viram em seu contato visual de terceiro grau.






 
 
Submarino foi afundado pelos EUA quando iria atacar o Panamá. Embarcação foi encontrada por acaso a 700 metros de profundidade.
 
 
Cientistas divulgaram imagens feitas de um um submarino japonês da Segunda Guerra Mundial descoberto recentemente no fundo do oceano Pacífico nos arredores do Havaí
 
 
O submarino foi abatido pelas forças dos Estados Unidos quando estava se preparando para atacar o Canal do Panamá e estava desaparecido desde 1946.
 
 
A embarcação, de 400 pés (122 metros) da classe "Sen-Toku", é um dos maiores submarinos pré-nucleares a serem fabricados.


Ele foi achado por acaso em agosto a sudoeste da ilha de Oahu, em um leito marinho rochoso a cerca de 700 metros de profundidade, segundo cientistas da Universidade do Havaí em Manoa.


Na época do ataque norte-americano ao submarino, os EUA disseram não ter informações precisas sobre o local.


O I-400 e seu "gêmeo" I-401, achado na mesma região em 2005, eram capazes de dar uma volta e meia em torno do planeta sem reabastecer, e poderiam abrigar três bombardeiros de asas retráteis, que decolariam minutos após a emersão do submarino, segundo os cientistas.


"Topamos com isso quando estávamos procurando outros alvos... É como ver um tubarão em repouso", disse Jim Delgado, pesquisador que viajou até o local do naufrágio.


Segundo o arqueólogo, que trabalha para a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), o submarino foi torpedeado, ficou muito danificado e caiu quase de bico.




 Fonte: G1 - Via Arquivos do Insólito

Jatos da Força Aérea de Autodefesa do Japão foram colocados em alerta, decolando para interceptar dois aviões militares russos, segundo informou o Ministério da Defesa nipônico.

 De acordo com o ministério, os aviões se aproximaram do espaço aéreo do país insular voando do lado do mar do Japão. Os aviões anti-navio Tu-142 russos foram detectados perto da ilha setentrional de Hokkaido. 

No estreito Tsushima, eles deram a volta, tomando o rumo de regresso. Conforme ressalta o Ministério da Defesa do Japão, a violação do espaço aéreo não foi registrada.


Fotografia da replica da caravela Santa Maria da flotilha usada por Cristovão Colombo na sua viagem





Especialistas dos EUA acreditam ter encontrado a embarcação "Santa Maria" de Cristóvão Colombo nas profundezas do Caribe perto do Haiti, o que poderia ser uma das descobertas submarinas mais importantes, revela nesta terça-feira o jornal "The Independent".


Segundo o jornal, uma equipe liderada pelo arqueólogo submarino Barry Clifford acredita que os restos da caravela estão no fundo do mar ao norte do litoral do Haiti, após analisar fotografias tiradas durante uma pesquisa prévia há mais de dez anos, junto com outras de uma recente missão de reconhecimento.


"As provas geográficas, de topografia submarina e arqueológicas sugerem com força que este naufrágio corresponde à famosa embarcação de Colombo, a Santa Maria", dise Clifford, cuja equipe realizou neste mês uma expedição de reconhecimento.


"O governo haitiano foi extremamente útil e agora precisamos seguir trabalhando com eles para fazer uma escavação arqueológica detalhada", acrescentou.


Até o momento, segundo acrescenta o jornal, a equipe de Clifford realizou medições e tirou fotografias no local.


A tentativa de identificação da Santa Maria foi possível a partir de várias pesquisas realizadas por arqueólogos em 2003, que sugeriam o lugar provável do naufrágio.


Com esta nova informação, Clifford pôde utilizar dados das notas de Colombo para deduzir onde os restos deveriam estar, acrescenta a informação publicada na página digital do jornal.


Uma expedição realizada por sua equipe há dez anos já tinha tirado várias fotografias dos restos, mas nesse momento não conseguiram estabelecer a identidade.


Mas uma nova análise das fotografias submarinas tomadas na primeira expedição de 2003, junto com dados obtidos por uma expedição de reconhecimento submarina no começo deste mês, permitiu a Clifford identificar que os restos provavelmente correspondem a Santa Maria.


As provas, acrescenta o "The Independent", são importantes, levando em conta que a localização coincide com as notas de Colombo.


Nos últimos anos, a equipe de Clifford utilizou magnetômetros e outros instrumentos para tentar encontrar o Santa Maria perto do litoral do Haiti.


"Informamos ao governo haitiano sobre nossa descoberta, e esperamos trabalhar com eles e outros colegas haitianos para assegurar que o lugar é protegido e preservado. Será uma oportunidade maravilhosa trabalhar com as autoridades haitianas para preservar a evidência e os artefatos do navio que mudou o mundo", afirmou Clifford em declarações que publica o diário.


O arqueólogo submarino expressou sua confiança de que uma vez realizadas as escavações e dependendo do estado das madeiras, será possível finalmente retirar os restos da embarcação, para que depois sejam expostos em um museu do Haiti.


Clifford é um dos exploradores submarinos mais experientes do mundo já que realizou estudos de vários restos históricos em distintas partes do mundo durante anos.


"Uma escavação será necessária a fim de encontrar mais provas e confirmar" que se trata do navio, afirmou o professor Charles Beeker, da Universidade de Indiana (EUA), que acompanhou Clifford na recente expedição de reconhecimento em águas do Haiti.


Várias semanas após chegar ao Caribe em 1492, a "Santa Maria", com Colombo a bordo, ficou à deriva ao norte do Haiti e a embarcação teve que ser abandonada.
 
 
 
 


Historiadores especialistas nas viagens de Colombo a América questionaram a suposta caravela Santa Maria encontrada porque a descoberta entra em conflito com o próprio relato do almirante de que foi desmontada em 1492 e suas tábuas utilizadas para construir a Fortaleza de La Navidad, no Haiti.


O achado feito em águas haitianas surpreendeu alguns dos principais especialistas espanhóis em Colombo reunidos na Grã Canária, onde na quarta-feira começou um seminário dedicado às verdades e mitos que circulam sobre o navegante.


O acadêmico do Real Academia da História da Espanha, Carlos Martínez Shaw, autor de uma reconhecida biografia do almirante, e a professora de História Moderna da UNED Marina Alfonso Mola, que dedicou parte de sua pesquisa ao marinheiro genovês, concordam: "Pode ser que seja uma Santa Maria. Pode ser que seja a de Colombo, mas não é a embarcação do descobrimento".


"Há muitas Santa Marias. De fato, Colombo levou outra Santa Maria na quarta viagem. Santa Marias houve centenas, mas justamente a da primeira viagem há documentos que relatam que ela encalhou, foi desmontada e os restos usados para a construção do forte", disse à Agência Efe Marina Alfonso Mola.


A professora defende, sem ver as provas encontradas, que "segundo a documentação confiável da época, sem manipulação alguma, não pode ser a Santa Maria", a caravela propriedade do navegante espanhol Juan de la Cosa em que Cristóvão Colombo dirigiu sua primeira expedição.


"O próprio Cristóvão Colombo narra no relato da primeira viagem: sofreu um naufrágio no qual a caravela Santa Maria de Juan de la Cosa ficou tão ruim que não se pôde ser arrumada. Portanto, foi desmontada para fazer tábuas e, com elas, se construiu um forte de madeira, o La Navidad, suficientemente grande que abrigava 39 pessoas", diz Martínez Shaw, que foi assessor histórico do filme "1492 - A Conquista do Paraíso" rodado por Ridley Scott.


A fortaleza estava localizada no norte da ilha onde hoje há o Haiti e a República Dominicana, mas dela nada se conservou.


Consultado pela Efe, José Luis Casado Soto, ex-diretor do Museu Marítimo do Cantábrico, autor do livro "Barcos utilizados por Colón para descubrir y volver" (2006) (sem tradução para o Português), afirma que essa notícia do achado da embarcação do descobrimento, "tal como está, deve ser colocada entre parêntese, entre aspas e em papel celofane até que vejamos evidências".


Casado Soto adverte que a suposta descoberta foi realizada por pesquisadores privados americanos que podem ter interesses e não se sabe quais seriam eles. Ele afirma que não confiará totalmente até que o apresentem "documentos fósseis inequívocos"; ou seja, cerâmicas, armas, itens de vestuário ou outros objetos do barco.


Ele também acredita que possa ser um Santa Maria, mas questiona outros dados: a Santa Maria de Juan de la Cosa encalhou em águas superficiais, onde era fácil recuperar seus restos e em uma região que, com o passar dos séculos, sofreu múltiplas modificações. "Hoje certamente é terra". 




 
 

Irã incorporou 4 Tomcat aos esquadrões em 2013

Postado por Vinna sexta-feira, maio 23, 2014 0 comentários

A Iranian Aircraft Industries Company (IAIC) entregou no ano passado quarto interceptadores Grummann F-14A Tomcat que estavam fora de serviço.
Em novembro e dezembro de 2013 o 83º Tactical Fighter Squadron recebeu duas aeronaves. A primeira permaneceu fora de serviço por aproximadamente 10 anos, servindo de peças de reposição para manter outros exemplares em condições de voo. O segundo, de registro 3-6067, passou 12 meses em Bushehr sob péssimas condições de armazenagem. Os trabalhos nesta aeronave contabilizaram 12 mil horas de serviço no total, por 20 engenheiros sediados em Mehrabad. O voo de check foi realizado em 29 de dezembro, sendo que após isso a aeronave finalmente foi entregue ao esquadrão. Além disso, em meados de 2013, outros dois exemplares foram entregues ao 81º Tactical Fighter Squadron. A IAIC tem a capacidade de fazer a revitalização de até oito aeronaves por ano em seu centro de manutenção. 

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“Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe““Abrir mão de possuir armas é uma coisa, abrir mão do conhecimento de como fazê-las é outra coisa“ - Dalton Ellery Girão Barroso do IME
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"um submarino nuclear tem muito pouco propósito a não ser que seja visto como parte de um sistema de disparo de armamento nuclear. Sem armas nucleares, é difícil entender" - Cientista indiano Prabir Purkayastha, especialista em sistemas energéticos e energia atômica
“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


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“Nós somos contra a proliferação nuclear, nós somos signatários do tratado de não-proliferação [de armas nucleares], mas não podemos renunciar ao conhecimento científico” - Ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral


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