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sexta-feira, agosto 30, 2013

Ministro sírio sabia do ataque

By on 30.8.13
Segundo notícias divulgadas por várias agências noticiosas, os serviços secretos norte-americanos captaram transmissões telefónicas entre o ministro sírio da defesa Fahd Jassem al-Freij
e o comandante de uma das unidades militares que possuem armas químicas.

Também conforme as mesmas fontes, a comunicação mostrava que o ministro estava em pânico, exigindo saber o que se estava a passar e porque é que tinha sido efetuado um ataque com armas químicas.

A informação terá sido passada a jornalistas da revista especializada «Foreing Policy Magazine» e podem explicar porque razão o pentagono e as autoridades norte-americanas não têm qualquer dúvida sobre quem esteve na origem do ataque com armas químicas que provocou milhares de vítimas, de entre as quais 300 a 500 mortos, consoante as fontes.

O regime de Bashar Al Assad inicialmente afirmou que as imagens transmitidas em todo o mundo eram um fabricação teatral, e depois disse que as armas químicas tinham sido lançadas pelos próprios rebeldes.
Quem deu a ordem ?
Ainda que não seja conhecido o teor da comunicação efectuada com o ministro sírio da defesa, surge a questão de quem de facto deu a ordem para a utilização de armas químicas contra a população, já que aparentemente o ministro da defesa não tinha conhecimento do que se passava e pedia «aos berros» que o responsável desse explicações sobre o que se estava a passar.

Al Freij, é no entanto acusado de atos de crueldade contra civis e terá participado em atos de vingança e de crueldade gratuita contra populações civis.

O regime de Bashar Al Assad, depois de ter passado à ofensiva durante as últimas semanas está novamente a encontrar dificuldades e a perder terreno, como acontece com as suas posições em Aleppo, a maior cidade do país, onde as forças leais ao Partido Socialista Bahas estão neste momento cercadas pelos rebeldes.


1 comentários:

digossa disse...

Mas é justamente o contrário, se o governo tivesse mandado executar o ataque porque o seu comandante estaria ligando em pânico p/ saber se algo teria ocorrido. O próprio pânico do general denuncia que essa era uma linha que o governo não ultrapassaria por saber das suas consequências. Até a BBC colocou essa informação como algo que eximiria de culpa o governo Sírio e culparia os rebeldes.

A farsa é flagrante.

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