Evangelho (Lucas 2,36-40)

Terça-Feira, 30 de Dezembro de 2008
6o Dia na Oitava do Natal

Naquele tempo, 36havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido.
37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. 39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.

São Fulgêncio

Fulgêncio nasceu em 467. De família romana em Cartago, era um homem de grande cultura teológica e humanística, que ao amor do estudo unia a prática da ascese cristã.

Após ler os comentários de Santo Agostinho sobre o Salmo 36, orientou-se decisivamente à austeridade e à procura da solidão. Tentou mesmo ir ao encontro dos monges egípcios, mas o navio que o transportava teve de ancorar em Siracusa.

Foi ordenado sacerdote e, logo depois recebeu a notícia que ele estava entre os candidatos ao episcopado, ele foi se esconder em um lugar remoto, até que soube que todos os bispos tinham sido consagrados. Quando voltou, foi consagrado e o rei Transmundo o mandou para o exílio, juntamente com outros 59 bispos.

São Fulgêncio escreveu algumas questões para os teólogos e redigiu alguns tratados. Após a morte do rei, em 523, os bispos puderam voltar do exílio. Faleceu em Ruspe, no dia 01 de janeiro de 532, aos sessenta e cindo anos, rodeado de sacerdotes e, depois de ter distribuído seus bens aos pobres.