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segunda-feira, janeiro 25, 2010

Aquecimento global abre o Ártico a cabo submarino

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Aquecimento global abre o Ártico a cabo submarino

O gelo do verão atingiu a menor extensão já registrada sobre o oceano do polo norte em 2007

Associated Press - Via: Estadão

O aquecimento global já derreteu tanto do Ártico que um grupo de telecomunicações está se mexendo para levar adiante um projeto que seria impensável há poucos anos: passar um cabo submarino de fibra óptica entre Tóquio e Londres, por meio da Passagem de Noroeste.

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O sistema cortaria pela metade o tempo necessário para o envio de mensagens entre o Reino Unido e a Ásia, disse Walt Ebell, principal executivo da Kodiak-Kenai Cable Company. A rota prevista é a mais curta travessia submarina entre Tóquio e Londres.

A transmissão mais rápida é importante para o mundo financeiro, onde milissegundos podem fazer a diferença em transações lucrativas. "Velocidade é fundamental", disse Ebell. "Você estaria cortando o atraso de 140 milissegundos para 88 milissegundos".

O projeto, que ainda enfrenta obstáculos importantes, também é um exemplo de como o aquecimento alterou a paisagem ártica.

A perda de gelo no verão levou os EUA a incluir os ursos polares na lista de espécies ameaçadas, em 2008. Morsas, em dois dos últimos três anos, vêm se reunindo aos milhares no litoral do Alasca, em vez e se espalharem pelo gelo de flutua sobre o mar.

O gelo do verão atingiu a menor extensão já registrada em 2007, e a maioria dos modelos climáticos prevê uma espiral descendente. Um dos resultados é a abertura da Passagem de Noroeste, a rota ártica unindo Pacífico e Atlântico que foi perseguida - sem sucesso - por exploradores ao longo dos séculos.

"Isso abre uma janela de construção sem a necessidade de pesados navios quebra-gelo", disse Ebell. "No outro lado, assistimos à demanda no mercado por latências, ou tempos de transmissão, cada vez menores".

Mas o projeto, chamado ArcticLink, tem seus obstáculos. Entre eles, o custo estimado, de US$ 1,2 bilhão, disse o diretor de pesquisas da TeleGeography Research, Alan Mauldin. "Não se trata de um projeto barato".

Em comparação, a linha que liga a Costa Oeste dos EUA ao Japão, que entrará em atividade em fevereiro, custou US$ 300 milhões, disse ele.

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