A Venezuela anunciou a criação de dez distritos militares na fronteira com a Colômbia, em um decreto lançado pelo presidente Hugo Chávez anteontem,diante de seus poderes legislativos especiais concedidos a ele pela Assembleia Nacional.
O decreto seria, segundo Chávez, uma forma de "criação de novas unidades de combate no marco de uma nova doutrina militar".
A Lei Habilitante, que deu poder de decreto a Chávez, foi requerida pelo governo devido às recentes chuvas no país, que provocaram a morte de 38 pessoas e quase 130 mil desabrigados.
"As leis habilitantes servirão sobretudo para enfrentar a emergência, mas a direita diz que não, que isso é uma ditadura, um golpe de Estado", disse Chávez, em condecoração de oficiais do Exército, onde foram anunciados os distritos.
A implantação de zonas militares por decreto foram previstas com a reforma da legislação do Exército venezuelano, em 2009, para que o presidente estabeleça por decreto "zonas temporárias de segurança" pela defesa do país, em situações de emergência ou perigo.
O modo de funcionamento dos distrito militares depende de regulamentação do próprio presidente, que ainda não foi revelada.
De acordo com Chávez, o governo estuda criar distritos militares também em áreas urbanas, como na capital Caracas e em Maracay para " uma nova institucionalidade revolucionária que se está criando".
DEFESA
O projeto de criação de dez distritos militares em sete estados do país já havia sido divulgado em julho, como "uma resposta à ameaça do governo colombiano de Álvaro Uribe, segundo o jornal "El Universal".
Uribe, que governou entre 2002 e 2010 a Colômbia, teve vários atritos com o presidente venezuelano Hugo Chávez, com relação às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e um acordo militar com os EUA.
A proposta, na época, foi veiculada como um meio de combater a guerrilha colombiana, para rebater as denúncias feitas por Uribe de que a Venezuela estaria abrigando as Farc.
Na mesma cerimônia de condecoração militar, Chávez também revelou o "Plano Sucre", programa de desenvolvimento a longo plazo das Forças Armadas da Venezuela - denominadas de "bolivarianas" por lei.
Fonte: Bol
O decreto seria, segundo Chávez, uma forma de "criação de novas unidades de combate no marco de uma nova doutrina militar".
A Lei Habilitante, que deu poder de decreto a Chávez, foi requerida pelo governo devido às recentes chuvas no país, que provocaram a morte de 38 pessoas e quase 130 mil desabrigados.
"As leis habilitantes servirão sobretudo para enfrentar a emergência, mas a direita diz que não, que isso é uma ditadura, um golpe de Estado", disse Chávez, em condecoração de oficiais do Exército, onde foram anunciados os distritos.
A implantação de zonas militares por decreto foram previstas com a reforma da legislação do Exército venezuelano, em 2009, para que o presidente estabeleça por decreto "zonas temporárias de segurança" pela defesa do país, em situações de emergência ou perigo.O modo de funcionamento dos distrito militares depende de regulamentação do próprio presidente, que ainda não foi revelada.
De acordo com Chávez, o governo estuda criar distritos militares também em áreas urbanas, como na capital Caracas e em Maracay para " uma nova institucionalidade revolucionária que se está criando".
DEFESA
O projeto de criação de dez distritos militares em sete estados do país já havia sido divulgado em julho, como "uma resposta à ameaça do governo colombiano de Álvaro Uribe, segundo o jornal "El Universal".
Uribe, que governou entre 2002 e 2010 a Colômbia, teve vários atritos com o presidente venezuelano Hugo Chávez, com relação às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e um acordo militar com os EUA.
A proposta, na época, foi veiculada como um meio de combater a guerrilha colombiana, para rebater as denúncias feitas por Uribe de que a Venezuela estaria abrigando as Farc.
Na mesma cerimônia de condecoração militar, Chávez também revelou o "Plano Sucre", programa de desenvolvimento a longo plazo das Forças Armadas da Venezuela - denominadas de "bolivarianas" por lei.
Fonte: Bol

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