Hollande Vence & F-18 sem códigos! Aumentam as chances do Gripen!

Review: 10 Mais Visitados - Últimos 30 dias

Brasil e China: relações biliterais ainda mais afinadas

Postado por Vinna Segunda-feira, Fevereiro 20, 2012



Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e acordaram equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus acordos estratégicos em diversas esferas.

O cenário propício para essa conversa resultou na segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Acordo e Cooperação (Cosban), realizada em Brasília, co-presidida pelo vice-presidente do Brasil, Michel Temer, e o vice-primeiro ministro da China, Wang Qishan.

Dados oficiais indicam que desde 2009 a China é o primeiro sócio comercial do Brasil e a principal fonte de novos investimentos no gigante sul-americano. Afirmam que em 2011, o intercâmbio comercial totalizou 77 bilhões 100 milhões de dólares, dos quais 44 bilhões 300 milhões corresponderam a exportações brasileiras e 32 bilhões 800 milhões a importações procedentes da China.

As estatísticas mostram que o superávit comercial do Brasil com a China em 2011, ascendente a 11 bilhões 500 milhões de dólares, equivale a 38 por cento do saldo positivo total da balança comercial nacional.

Tal relação e nível de comércio não pode, então, ser desprezada, muito menos neste momento em que as potências econômicas do mundo, os Estados Unidos e as pertencentes à União Européia, atravessam a pior crise financeira desde 1929. Para muitos analistas, a presente crise é ainda mais grave que aquela.

Prova irrebatível da importância que Brasília concede aos seus acordos com Beijing foi dada pela própria presidente Dilma Rousseff ao escolher o gigante asiático como destino de sua primeira viagem a um país fosse do âmbito regional, em abril de 2011, a três meses e dias de ter se convertido na primeira mulher a comandar os destinos desta nação sul-americana.

Mas, como em todo acordo entre dois colossos existem diferenças que devem ser equilibradas, Qishan viajou ao Brasil acompanhado de uma reforçada delegação de funcionários do governo e de empresários chineses, interessados em aumentar ainda mais a presença de Beijing no gigante sul-americano.

Em coletiva à imprensa no Palácio do Itamaraty, onde se realizou a reunião da Cosban, Temer e Qishan coincidiram na necessidade de fortalecer os acordos bilaterais e trabalhar para diversificar ainda mais o comércio, os investimentos e a cooperação em diversas esferas, bem como aumentar a coordenação nas reuniões internacionais.

Sobre as relações bilaterais, Temer apontou o interesse brasileiro de aumentar as exportações de carnes (avícola, suína e bovina) e de produtos manufaturados, já que atualmente 80 por cento dos envios de Brasília a Beijing são básicos: soja, ferro e petróleo.

Ele ainda acrescentou, que é preciso que os chineses avaliem e coloquem no centro de sua atenção nosso desejo de uma regulação voluntária de suas exportações para o Brasil, pois estamos preocupados com o aumento em massa e indiscriminado de produtos chineses no mercado brasileiro”.

Nesta mesma semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, foi mais explícito e indicou que o governo brasileiro pediu ao seu par chinês que reduza voluntariamente suas exportações de produtos como têxteis, calçados e eletrônicos, a fim de proteger a indústria nacional.

Não obstante ao pedido, Temer expressou sua certeza de que a segunda Cosban aumentará ainda mais as relações entre os dois países e revelou a conformidade de ambas as partes de realizar este tipo de encontro anualmente e não bienal como se projetou em um início.

Por seu lado, Qishan manifestou a necessidade de que Beijing e Brasília reforcem a colaboração bilateral e trabalhem de maneira conjunta contra o protecionismo, bem como pelo sucesso das cúpulaas dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), do G-20 – as principais 20 economias do mundo – e da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, o Rio+20.

Destacou que os dois países avaliaram positivamente os resultados da cooperação nas áreas econômico-comercial, investimentos, financeira, ciência, cultura, educação, tecnologia, turismo e esportes, e manifestaram seu interesse de aumentá-las ainda mais.

Reafirmamos, apontou Qishan, a intenção de manter a trajetória de crescimento de nosso intercâmbio comercial e otimizar a pauta bilateral (atualmente favorável ao Brasil em 11 bilhões 500 milhões de dólares), além de aumentar os investimentos recíprocos em infraestrutura e indústria.

A parte chinesa continuará aumentando a importação de produtos brasileiros de alto valor agregado, disse Qishan, que chamou a aproveitar a Cosban para criar um bom ambiente de cooperação. Afirmou que “com o esforço conjunto das duas partes nosso futuro será ainda mais esplêndido”.

Cooperação científica e tecnológica

Como resultado da segunda Cosban e a visita da reforçada delegação chinês, ambas as nações decidiram criar o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBC-Nano), ciência que trabalha com objetos e matérias 10 mil vezes menores do que o diâmetro de um cabelo.

A ordem para a instalação do CBC-Nano, apareceu no Diário Oficial da União no dia seguinte de realizado o encontro da Cosban, e estabelece que o centro terá a forma de uma rede cooperativa de pesquisa e desenvolvimento como mecanismo de implementação do Acordo sobre Colaboração Científica e Tecnológica, assinado entre os dois países como parte dos objetivos estratégicos nacionais nesta esfera.

O CBC-Nano coordenará as atividades vinculadas com a cooperação Brasil-China na área da nanotecnologia, deve promover o avanço científico e tecnológico da investigação e aplicações das matérias nanoestruturadas.

Igualmente, consolidar e ampliar a pesquisa em nanotecnologia, expandindo a capacitação científica com o objetivo de explorar os benefícios resultantes dos desenvolvimentos associados a envolvimentos tecnológicos, e desenvolver programas de mobilização de empresas instaladas no Brasil para possíveis extensões na área de nanomaterias.

Fonte: Prensa Latina - Via Correio do Brasil

Postagens populares - Tudo

Frases:

Audaces fortuna juvat - "A sorte protege os audazes" (verso da Eneida de Virgílio)
O Brasil não é um país beligerante, mas deve deter meios para defender sua soberania, caso isso seja necessário. Afinal, há de se lembrar sempre que paises não tem amigos tem interesses.

"Computadores são como bicicletas para nossa mente" - Steve Jobs

"Um homem quando está em paz não quer guerra com ninguém..."Musica Só Os Loucos Sabem - Charlie Brown Jr. - Composição: Chorão/Thiago Castanho.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
“Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe““Abrir mão de possuir armas é uma coisa, abrir mão do conhecimento de como fazê-las é outra coisa“ - Dalton Ellery Girão Barroso do IME
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
"um submarino nuclear tem muito pouco propósito a não ser que seja visto como parte de um sistema de disparo de armamento nuclear. Sem armas nucleares, é difícil entender" - Cientista indiano Prabir Purkayastha, especialista em sistemas energéticos e energia atômica
“O brasileiro é muito tranquilo. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é"... "Nós temos que nos despertar que o Brasil para ser um país realmente forte tem que avançar nisso aí. Especialmente para fins pacíficos. E mesmo a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasório é de grande importância para um país que tem 15 mil quilômetros de fronteiras a oeste e tem um mar territorial e agora esse mar do pré-sal, de 4 milhões de metros quadrados de área”. - Vice-Presidente do Brasil, José Alencar


------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
“Nós somos contra a proliferação nuclear, nós somos signatários do tratado de não-proliferação [de armas nucleares], mas não podemos renunciar ao conhecimento científico” - Ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral


Audiência by Google - Since 02/05/2008

Adicionado em 20/08/2008

Salmo

Translator

Google Translate My Page
Gadgets powered by Google

Pesquisar neste blog

Carregando...

Videos em Destaque

Lindo voo de F-16 IRIAF F-14 Combat Air Patrol Thirty Seconds To Mars - This Is War Os Porta Aviões - Top10!

Meta: Informação Livre e um Blog novo todo dia

Bem vindo, amigo visitante: Procuro atualizar o blog várias vezes por dia e este trabalho solitário é feito pensando em vocês. Financeiramente Não ganho NADA a não ser a amizade de vocês... ALGUMAS IMAGENS RETIREI DA INTERNET SEM AUTORIA. SE ALGUMA DELAS FOR PROTEGIDA POR DIREITOS AUTORAIS, A VIOLAÇÃO NÃO FOI INTENCIONAL, NESTE CASO, SE NÃO ME FOR AUTORIZADA A EXPOSIÇÃO DA MESMA, A IMAGEM SERÁ RETIRADA DO BLOG, BASTA QUE ENTREM EM CONTATO POR COMENTARIO OU EMAIL.
Vinicius Morais "Vinna"

PARCEIROS & AMIGOS

Blog Cavok

Campo de Batalha

JR Lucariny

Aviação.com

Cultura Aeronáutica

Alternativa Car

Fumaça Já!

ANVFEB

Plano Brasil

Aviação Geral do Tocantins

Geo Política

Defesa Aérea

Estratégia Nacional de Defesa

Defesa BR

Noticias Sobre Aviação

Panorama Mundi

ANUNCIE - AQUI

Hora Zulu

Galeria VIP