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segunda-feira, abril 29, 2013

PhoneSats: NASA usa smartphones como satélite

By on 29.4.13
No último fim de semana, a NASA lançou com sucesso no espaço três satélites que consistiam substancialmente em smartphones a bordo de um foguete. Os nanosatélites, chamados de PhoneSats, estão transmitindo sinais à estações em solo terrestre e vão ficar em órbita por mais duas semanas.
O foguete Antares foi lançado da base Wallops Island Flight Facility da NASA em Virgínia (EUA) contendo dois satélites PhoneSat 1.0, apelidados de Graham e Bell, e o novo protótipo do PhoneSat 2.0, chamado de Alexander. O que faz os satélites serem únicos é o uso de componentes comerciais customizados de smartphones. O PhoneSat 1.0 foi construído utilizando o HTC Nexus One, enquanto o PhoneSat 2.0 – que contém software mais avançado e mais sensores – é alimentado pelo Nexus S da Samsung.
Os smartphones possuem mais de 100 vezes o poder computacional do que os satélites, incluindo processadores rápidos, sensores múltiplos, câmeras de alta resolução, receptores de GPS e rádios. Essa é a principal razão pela qual eles foram escolhidos como microprocessadores para os PhoneSats, explica a Nasa. No entanto, alguns componentes que não integram os smartphones tiveram que ser acrescentados, incluindo uma bateria externa de lítio-íon maior e outra de rádio mais potente para enviar mensagens a partir do espaço.
Cada satélite em miniatura, medindo apenas quatro centímetros de cada lado e pesando menos de quatro quilos, custa US$ 3.500 para ser construído. A Nasa disse que seu objetivo com os PhoneSats é enviar satélites mais baratos e mais fáceis de construir para o espaço. Estima-se que o custo do lançamento feito no domingo é próximo a U$50.000. Como comparação, o custo típico de um satélite gira em torno de U$500 milhões.
“Os smartphones oferecem uma riqueza de recursos potenciais por serem pequenos, de baixo custo e por serem poderosos satélites para as ciências, comunicações ou outras aplicações espaciais”, afirma Michael Gazarik, administrador associado da NASA para a tecnologia espacial, em uma declaração escrita. “Eles também podem abrir espaço para toda uma nova geração de usuários comerciais, acadêmicos e cidadãos do espaço.”
Desde que o início do voo de demonstração, Alexander, Graham e Bell transmitiram sinais a partir da banda de rádio amador em 437,425 MHz. A NASA criou o Phonesat.org, um site onde qualquer pessoa no mundo pode fazer o upload de “pacotes” de dados que recebem dos PhoneSats. O site já recolheu mais de 200 pacotes de operadores de rádio amador que foram rastreados dos satélites.
A NASA tem trabalhado neste projeto desde 2010, buscando maneiras diferentes de usar smartphones para tornar os satélites mais inteligentes. O projeto faz parte Small Spacecraft Technology Program. Os PhoneSats foram criados por uma pequena equipe de engenheiros do Centro de Pesquisa Ames da NASA no Vale do Silício, na Califórnia
O foguete Antares, que o parceiro comercial Orbital Sciences da Nasa está testando em órbita com as PhoneSats, será eventualmente usado para transportar experimentos e suprimentos para a Estação Espacial Internacional.

Fonte: ITWeb

Será que Jesus morreu com 42 anos?

By on 29.4.13
Os evangelhos oficiais de Marcos, Lucas, Mateus e João, os evangelhos apócrifos, as cartas de São Paulo - cronologicamente, o primeiro documento sobre a vida de Jesus -, o trabalho do historiador coetâneo Flávio Josefo e os papiros do Mar Morto são alguns dos textos que podem ser pesquisados para compor esse quebra-cabeças entre o mito e a história que forma a vida de Cristo.
      
O catedrático de Filologia Grega da UCM, Antonio Piñero, que escreveu o livro "Cidadão Jesus" tenta juntar essas peças e considera o messias do Cristianismo "um homem normal, embora tivesse talha de herói". 

E, por outro lado, o psiquiatra legista José Cabrera publicou "CSI: Jesus Cristo", no qual analisa com visão científica a morte na cruz.
      


Com qual idade morreu Jesus Cristo?


Apesar de sempre ter se aceitado que Jesus foi crucificado com 33 anos, historicamente se sabe que não é assim. 

O primeiro paradoxo se estabelece no fato de que Jesus Cristo nasceu, curiosamente, no ano 6 anterior a sua própria era, já que Herodes, o Grande - rei da Judeia durante o nascimento de Cristo - morreu em 4 a.C.
Por outro lado, Pôncio Pilatos, que ordenou sua execução, era governador regional da Judeia entre 29 d.C. e 37 d.C., anos nos quais a única sexta-feira de Páscoa com lua cheia foi a do dia 7 de abril do ano 30 - por isso que ele teria morrido com 36 anos - ou 7 de abril do ano 33 - com 39. 

“Em qualquer caso, um homem nessa idade era maduro, com 40 anos já era um avô", explica Cabrera, por isso que é preciso desprezar o aspecto juvenil de Jesus que mostra a iconografia cristã.


Historiadores não pretendem demonstrar a ressurreição de Jesus Cristo por considerá-la uma questão de fé
 
 
 
Jesus morreu numa sexta-feira?


A festividade da morte de Jesus Cristo é desde sempre a Sexta-Feira Santa, mas Piñero discorda. "É mais provável que Jesus tenha sido crucificado na quinta-feira, pela simples razão de que se foi crucificado às 3 da tarde da sexta-feira, teria morrido já no final da tarde. 

Isso para os judeus é o novo dia, ou seja, sábado (Shabbat), dia de descanso, no qual não se pode realizar uma crucificação", argumenta Piñero.

      

Jesus carregou a cruz até o Gólgota?

"No suplício da cruz, a lei romana obrigava que se carregasse o travessão até o cadafalso. O poste vertical já ficava cravado no local, porque uma cruz inteira podia pesar mais de cem quilos, impossível de se levar por uma só pessoa", explica Cabrera.

A coroa de espinhos, prossegue o legista, não era como se diz, mas um capacete completo. O que sim é real são as vestimentas. 

"Como qualquer outro crucificado, Cristo não usava nada de roupa, salvo uma espécie de lenço que cobria seu órgão sexual por pudor. As roupas tornam mais difícil a crucifixão, mas não tem nada a ver com nenhuma tradição"

      
Vala comum ou sepulcro?

Segundo Piñero, "Mateus, Marcos e Lucas dizem que Jesus é descido da cruz por um personagem que aparece nesse momento", José de Arimateia, um dos anciãos do Sinédrio (o conselho que o julgou) discípulo oculto de Jesus, que lhe compra um sepulcro de pedra nos arredores de Jerusalém".
A História, por outro lado, mostra outra versão. "Jesus morreu no dia anterior à celebração da Páscoa, por isso que as autoridades judias não queriam de nenhuma maneira que os cadáveres ficassem ali, e por isso foram eles mesmos que o desceram da cruz e o enterraram em uma vala
comum".


      
Por que mataram Jesus?


"A versão tradicional (a dos Evangelhos) consiste em eliminar de toda culpabilidade Roma por esta morte e tachá-la a problemas internos e religiosos dentro do Judaísmo", assegura Piñero em seu livro.

Mas há outra versão que "entende que Jesus foi condenado à morte pelos romanos como pretendente messiânico, como indivíduo politicamente perigoso ao se proclamar messias-rei, pois poderia provocar imediatamente um motim contra as forças de ocupação romanas".

"Era um homem muito perigoso para muita gente", explica Cabrera. "Tanto o julgamento do Sinédrio como a condenação do próprio Pilatos pularam todas as leis tanto judias quanto romanas", acrescenta Cabrera.



Jesus ressuscitou?

Tanto uns como outros lavam as mãos, como o próprio Pilatos. O médico legista revela na "autópsia" que "a causa última de sua morte foi uma falha cardiorrespiratória por perda de sangue, já que o coração não consegue bater por falta de sangue e se produz asfixia por estar pendurado".
E Piñero, com a História e os fatos na mão reconhece que não se pode "demonstrar se Jesus ressuscitou ou não, é uma questão que obedece à fé". 

"Nós estudamos cada um dos elementos da morte e da tortura de Jesus, as injustiças e o ambiente que acabou matando-o", esclarece.



domingo, abril 28, 2013

OVNI: O medo da Verdade

By on 28.4.13


   
Forças Armadas desrespeitam determinação legal e protelam entrega de documentos sobre fenômenos UFO.
Mesmo sendo centro do universo o planeta Terra está ameaçado. Discos voadores foram vistos nos quatro cantos do nosso planeta retangular. Achou esta afirmação ridícula?

O que soou mais estranho? A Terra como centro do universo, o planeta retangular ou a existência de discos voadores ou Ovnis como são chamados os objetos voadores não identificados?

 

http://2.bp.blogspot.com/-2aXWl-M3piU/TVeJZpGSRlI/AAAAAAAAVds/CPG6axxnYL8/s1600/galileu2.jpgPense bem, lembre-se que um dia a humanidade acreditou que a Terra era o centro do universo e tinha forma retangular e nesta época, as pessoas que acreditavam no contrário foram ridicularizadas como foi o caso de Galileu Galilei (imagem ao lado), físico e astrônomo, Italiano, que em julho de 1609, construiu e aperfeiçoou uma luneta com a qual pode observar corpos celestes.


http://4.bp.blogspot.com/-K6xJZ88gxa0/USLhfWb7n7I/AAAAAAAAigE/eKhVVFtYzAk/s1600/copernico.pngAlgumas de suas descobertas só poderiam ser explicadas se fosse aceita a hipótese heliocêntrica de Nicolau Copérnico (imagem ao lado). Porém em 1616 a igreja decretou que as idéias de Copérnico eram falsas.

A repercussão foi tamanha que o próprio papa Paulo V pediu para Galileu a renegar suas afirmações. Hoje, quase quatrocentos anos depois qualquer criança sabe que a Terra é esférica e que não é o centro do universo. Então pense bem antes de responder: você acredita em vida extraterrena?


 

http://4.bp.blogspot.com/_ebFS_zU3JJE/S38rQQi1H7I/AAAAAAAAACg/EdIccHBCfBk/s1600/heliocentrico%5B1%5D.jpgHistoricamente as autoridades sempre foram muito conservadoras e relutaram muito para aceitar novas verdades. Assim como a Teoria Heliocêntrica (Sol como centro do sistema solar) foi renegada no passado a presença de OVNIS em nosso espaço aéreo é tratado como tabu.

A Ufologia como é conhecido o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados, ou OVNI ainda não recebe a devida importância do meio científico.


Em dezembro de 1997 o Núcleo de Pesquisas Ufológicas em conjunto com a revista UFO e com apoio da Legião da Boa Vontade (LBV) realizou em Brasília o 1º Fórum Mundial de Ufologia trazendo para o Brasil alguns dos principais nomes da Ufologia na atualidade.


Devido às gigantescas proporções o evento mobilizou as atenções das mídias nacional e mundial por 9 dias, reunindo 70 expositores de 25 países e cerca de 700 espectadores.
Dentre os participantes estavam o então ufólogo A. C. Volpone, goiano, considerado um dos principais estudiosos da Ufologia no País.

O evento foi a maior reunião de ufólogos de que se tem registro e após a sua realização a o mundo experimentou um cenário em ebulição da Ufologia internacional.


Toda esta movimentação forçou governantes do mundo todo a "abrir" suas caixas-pretas culminando na Coalisão pela Liberdade de Informação (Coalition for Freedom of Information - CFI), um movimento formado principalmente por militares, ex-militares e cientistas que defende a reabertura das pesquisas oficiais e governamentais sobre o fenômeno UFO e pretende pressionar os governos pela liberação de documentos secretos relativos a OVNIs.

 
http://2.bp.blogspot.com/_oeGaAH6Pne8/TQyNQrusP5I/AAAAAAAAAN0/LWXmRJVaOGI/s1600/noite-mapa.jpg
No Brasil a Casa Civil determinou às Forças Armadas que lhe fosse entregue todo acervo relativo a OVNIs, porém, até o momento apenas a Aeronáutica parece querer colaborar entregando parte de seu acervo. Qual é o verdadeiro interesse em ocultar estes fatos? Será que somos o Galileu da vez? Até quando tentarão nos vendar?



http://3.bp.blogspot.com/_7u93WaKyYmY/TDSlDnbCrPI/AAAAAAAAAJs/cgfXCqp93sc/s1600/Eram-Os-Deuses-Astronautas.jpg Coincidências

O escritor suíço Erich Von Daniken, publicou em 1967 o livro Eram Os Deuses Astronautas? A obra era composta por perguntas sobre um conjunto de fatos que a nossa Ciência não tem resposta ou simplesmente evita buscá-las devido o embaraço que tais especulações podem causar.








Artefatos antigos, a partir de 10.000 aC, foram encontrados para mostrar imagens de homens estranhos vestindo o que parece ser trajes espaciais. Às vezes estranhos, às vezes humanos, estes são sempre representados com capacetes transparentes e às vezes podem ser vistos segurando objetos estranhos, talvez, armas ou ferramentas. 

Quando nos deparamos com antigas lendas onde deuses têm o poder de voar ou com figuras de divindades que usam capacetes e roupas muito diferentes das utilizadas pelas civilizações que as desenharam deveríamos pelo menos especular qual a sua origem pois simplesmente dizer que era alguma religião antiga é muito simplório.
   
O mundo como conhecemos é repleto de fatos que isoladamente não chamam a atenção mas que se comparados com outros acontecimentos são no mínimo curiosos como é o caso do desenvolvimento da informática: no ano de 1946 foi construído o Eniac, calculadora de grande porte precursora do computador, com 17.468 válvulas a vácuo e 6 mil computadores manuais, pesando mais de 30 toneladas e ocupando uma área de 160 metros quadrados, efetuava a adição de dois números de 12 algarismos em 200 microssegundos.  (Imagem acima)  
Oito anos mais tarde, em 1954, surgia o computador IBM 650 medindo 1,5 m x 0,9 m x 1,8 m pesando 892 Kg. (imagem ao lado).
Analisando apenas estas duas informações salta aos olhos o avanço tecnológico obtido em oito anos, mas se lembrarmos que em 1947, a cidade de Roswell, no Estado americano do Novo México, teria sido palco não só do sobrevoo de um Ovni, mas de sua queda e resgate, veremos que mesmo com o governo americano liberando documentos sobre o caso e alegando que o que caíra em Roswell

http://2.bp.blogspot.com/-UEiK2X6wzEI/UXiNZicq0mI/AAAAAAAAA44/08Dc3Knqctk/s1600/RoswellDailyRecord.jpgeram restos de uma série de balões interconectados do Projeto Mogul, ação ultrassecreta que utilizava aeróstatos gigantes com detectores acústicos de baixa frequência para espionar possíveis explosões nucleares soviéticas e que os  “corpos de alienígenas” resgatados eram bonecos de outro projeto, o High Dive, usados em estudos ligados ao desenvolvimento de cápsulas de escape para astronautas fica o questionamento: Será que é mesmo coincidência o imenso avanço tecnológico neste período, ou recebemos informações preciosas que nos levaram a esta nova tecnologia?



História oficial dos OVNIs no Brasil

Após determinação do governo federal o comando da Aeronáutica entrega parte dos arquivos que revelam a missão especial que filmou e fotografou aparições de óvnis no País e mostram como funcionava o departamento criado pelos militares para investigar os relatos sobre discos voadores.

http://4.bp.blogspot.com/_ypLtaa68ryI/R6Ch_5-WPRI/AAAAAAAAAao/1TNtNZM9U-o/s1600/ZHOLAM.bmp
A mais famosa das operações já realizadas no Brasil envolveu mais de 20 oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) em uma missão sigilosa no Estado do Pará, 35 anos atrás. Operação Prato, como batizada, é a mais completa investigação de fenômenos UFO realizada pela FAB.

Nos Estados Unidos o caso Roswell, marco da Ufologia mundial, os militares entraram em contradição ao primeiro admitirem a existência dos ovnis e depois negaram, já os relatórios brasileiros não deixam dúvidas: parte dos oficiais designados para a Operação Prato, que ocorreu em 1977, afirmam ter presenciado – mais de uma vez – UFOs cruzando o céu da Amazônia.

http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/1970/imagens/foto%206.jpgOs documentos enviados ao Arquivo Nacional também mostram que a FAB contava com um departamento específico entre 1969 e 1972, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani) que funcionava nas instalações do IV Comar, em São Paulo. Os relatórios apontam que aproximadamente 70 casos foram apurados pelo departamento, todos retratados com desenhos feitos pelos militares.

Mas definitivamente a Operação Prato é considerada a mais intrigante de todas as investigações. Porém do total de cerca de 2 mil páginas de relatórios, 500 fotografias e 16 horas de filmagem documentadas pelos militares do I Comar, de Belém, apenas 200 páginas e 100 fotos tornaram-se públicas.


O comissário de bordo Uyranê Soares de Hollanda irmão do coronel Uyrangê Hollanda Lima comandante da Operação Prato concedeu entrevista a uma revista nacional em que confidencia: "Meu irmão viu várias naves", Uyranê citou uma ligação feita por Uyrangê, no auge das investigações. "Ele me disse: 'Hoje, um disco voador ficou a 50 metros da minha cabeça.


Era do tamanho do (avião) DC-10 que você voa. Filmei e fotografei tudo." Curiosamente o coronel Uyrangê foi encontrado morto em sua casa dois meses depois de dar a última entrevista em que afirmava ter visto OVNI's durante a Operação Prato.


Até o momento, apenas os relatórios de UFOs classificados como reservados e confidenciais da Aeronáutica foram disponibilizados à Casa Civil e tornaram- se públicos.


A lei determina que os arquivos que cumpriram 30 anos de ressalva deveriam ser públicas, mas na prática isto não vem acontecendo.


Segundo o brigadeiro José Carlos Pereira ex-comandante da FAB não se devem divulgar documentos que podem ferir a privacidade das pessoas, induzir pânico à população ou que de alguma forma coloquem a segurança do País em risco.


Os arquivos disponíveis podem ser vistos em http://www.fenomenum.com.br/ufo/governo/brasil/docbra.htm.



Pioneirismo

A Força Aérea Brasileira regulamentou os procedimentos da Aeronáutica em notificações de objetos voadores não identificados no espaço aéreo brasileiro determinando o que fazer em casos de avistamentos de UFOs. O Brasil é o primeiro País no mundo a regulamentar procedimentos em caráter oficial

O texto, portaria Nº 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, aponta ainda o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), ligado ao Comaer, como responsável por receber e catalogar as notificações referentes a UFOs.

 
http://4.bp.blogspot.com/-Tger1DwcxfI/T5A6iNdlsZI/AAAAAAAABNI/jJK7mD5oGME/s320/ext+apolo14.jpgApollo 14

Edgar Mitchell, 82 anos, doutor em Ciências pelo Massachusetts Institute of Technology foi um dos astronautas que participaram na missão da Apolo 14.


Detentor do recorde do maior passeio lunar, com 17 minutos sobre a superfície de nosso satélite em sua missão de 1971, dr. Mitchell assegura que uma fonte da NASA teve contato com extraterrestres reais, que supostamente são pequenos e com olhos e cabeça grandes.


Para o dr. Mitchel o caso Roswell é totalmente verdadeiro, estas declarações foram dadas em uma entrevista de um programa de rádio comandado por Nick Margerrison, porém na NASA desmentiram rapidamente estes comentários.


As declarações do dr. Mitchell colocam mais lenha na fogueira, será que o mistério sobre a questão da existência dos “verdinhos”  é verdade ou senilidade?
 
 
 
 
POR: Anderson Kiyoaki - Fonte: Diário da Manhã - Via: Arquivos do Insólito

Humanoide do Atacama tem DNA humano

By on 28.4.13













 
 
Múmia atraiu curiosidade porque tinha apenas 15 centímetros. Filme lançado esta semana afasta rumor de que seria um alienígena.
 
 
Um teste de DNA feito no corpo mumificado de um humanoide de 15 centímetros mostrou que ele se trata de um ser humano, e não de um alienígena, como alguns ufólogos acreditavam ser possível.

O resultado foi apresentado por um documentário lançado na noite de segunda-feira (22) nos Estados Unidos. “Sirius” era um filme aguardado com ansiedade pela comunidade ufóloga, que pode ter ficado decepcionada com as conclusões científicas.


O “humanoide do Atacama” foi encontrado na cidade de La Noria, no norte do Chile, em 2003. Seu tamanho muito pequeno chamou a atenção de ufólogos, que acreditavam que poderia ser de outro planeta.


A curiosidade motivou a produção do filme. Entre outras investigações relacionadas à ufologia, o documentário levou a pequena múmia para análises de DNA em um laboratório da Universidade de Stanford, no estado americano da Califórnia.


“Posso dizer com absoluta certeza que não é um macaco. É um humano – mais próximo aos humanos que aos chimpanzés. Viveu até entre seis e oito anos. Obviamente, respirava, comia, metabolizava. A questão é saber o tamanho que ele tinha quando nasceu”, afirmou Garry Nolan, chefe da equipe responsável pela experiência, citado por reportagem do site “Huffington Post”.


Agora, Nolan pretende se aprofundar nas pesquisas para saber mais sobre a múmia, principalmente para entender por que essa criança era tão pequena.


Por enquanto, ele afirmou que o ser tem traços dos indígenas da região e provavelmente viveu no século passado. Mais informações devem ser fornecidas em um artigo científico a ser publicado no futuro.
 
 
 
 

sábado, abril 27, 2013

Astrônomo 'caçador' de planetas agora vai procurar ETs

By on 27.4.13
Cansado de apenas descobrir planetas, o astrônomo americano Geoffrey Marcy decidiu ir atrás dos ETs.

Depois de descobrir centenas de planetas fora do Sistema Solar -incluindo o primeiro sistema multiplanetário-, o pesquisador aparentemente ficou entediado. 


"Estou nessa feliz posição em que minha carreira foi mais bem-sucedida do que eu jamais poderia ter imaginado", disse Marcy em entrevista à revista "New Scientist". 


"É hora de jogar os dados, tentar algo bem improvável. Cientistas mais jovens não podem colocar seus ovos nessa cesta, porque as chances de sucesso são baixas. Mas eu posso me dar ao luxo." 


Sem dúvida é um reforço de peso para as pesquisas conhecidas pela sigla Seti (busca por inteligência extraterrestre, em inglês). 


No fim do ano passado, Marcy foi escolhido para a cátedra Alberts, na Universidade da Califórnia em Berkeley -a primeira do tipo destinada especificamente a fomentar pesquisas de busca por civilizações alienígenas. 


Editoria de Arte/Folhapress 


Em sua nova função, o astrônomo americano está desenvolvendo duas grandes linhas de pesquisa -ambas fugindo ao lugar-comum do que se convencionou ver em pesquisas de Seti. 


Desde 1960, quando o americano Frank Drake apontou o primeiro radiotelescópio para o céu em busca de transmissões alienígenas, a imensa maioria dos esforços tem sido buscar sinais de rádio. 


Marcy, contudo, acha que os ETs provavelmente usariam lasers para se comunicar. E é isso que ele pretende buscar, junto com Andrew Howard, de Berkeley. 


"Se Gene Roddenberry [criador da série "Jornada nas Estrelas"] está certo e os klingons e romulanos estão mesmo lá fora, eles precisam se comunicar uns com os outros. E eles não vão fazer isso esticando cabos de fibra óptica entre as estrelas. Vão fazer isso por laser." 


Uma das vantagens do laser, em vez do rádio, é que é mais econômico, do ponto de vista energético, além de mais "privativo". Um sinal de rádio vaza muito mais fácil do que um laser, apontado apenas sobre um alvo pequeno, como um planeta a cinco anos-luz de distância. 


Entretanto, muitos astrônomos são céticos a essa abordagem. Justamente por ser mais privativo, é um sinal bem mais difícil de achar. 


SUPERCIVILIZAÇÕES
 
Outra linha de pesquisa a que Marcy pretende se dedicar é a busca de sinais de supercivilizações, na forma das chamadas esferas Dyson. 


Concebidas pelo famoso físico Freeman Dyson, elas seriam estruturas construídas ao redor de estrelas para absorver o máximo de energia. 


Presume-se que só civilizações muito mais sofisticadas que a nossa possam construí-las, mas, segundo Marcy, talvez seja possível notar variações no brilho das estrelas que denotem sua existência. 

OUTRA FORMA DE CONSTATAR QUE A GUERRA-FRIA ESTÁ ENCERRADA

By on 27.4.13
Se a Segunda Guerra Mundial foi apenas uma, sempre se considerou que ela se concluiu com duas vitórias separadas: a da Europa em que o vencedor principal foi a União Soviética e a da Ásia onde o vencedor principal foram os Estados Unidos. Nesta sua especificidade, as duas fotografias acima, adoptadas para as simbolizarem foram também uma antecipação do distanciamento e progressivo antagonismo que se seguiria ao triunfo: a Guerra-Fria. 
Mas quando na Rússia actual se promove uma campanha publicitária de cartazes de exterior para reavivar o orgulho patriótico pela VITÓRIA contra a Alemanha de há 68 anos atrás (Это Наша ПОБЕДА traduz-se por É a Nossa VITÓRIA) embora usando a OUTRA fotografia ao contrário, é sinal de que foi dada liberdade em excesso aos criativos e que os Símbolos e a Memória já não são o que eram.

Fonte: Herdeiro de Aécio

Oxford: Instituto britânico alerta para riscos de extinção da raça humana em face aos Avanços tecnológicos

By on 27.4.13
Uma equipe internacional de cientistas, matemáticos e filósofos do Instituto do Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, está investigando quais são os maiores perigos contra a humanidade.

E eles argumentam em um texto acadêmico recém-divulgado, Riscos Existenciais como Prioridade Global, que autores de políticas públicas devem atentar para os riscos que podem contribuir para o fim da espécie humana.

http://arquivoufo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/terminator.jpgNo ano passado, houve mais textos acadêmicos lançados a respeito de snowboarding do que sobre a extinção humana.


O diretor do instituto, o sueco Nick Bostrom, afirma que existe uma possibilidade plausível de que este venha a ser o último século da humanidade. 
 

Boas notícias primeiro


Mas primeiro as boas notícias. Pandemias e desastres naturais podem causar uma perda de vida colossal e catastrófica, mas Bostrom acredita que a humanidade estaria propensa a sabreviver.


Isso porque nossa espécie já sobrevieu a milhares de anos de doenças, fome, enchentes, predadores, perseguições, terremotos e mudanças ambientais. Por isso, as chances ainda estão a nosso favor.


E ao longo do espaço de um século, ele afirma que o risco de extinção em decorrência do impacto de asteróides e super erupções vulcânicas permanece sendo "extremamente pequeno".


Até mesmo as perdas sem precedentes autoimpostas no século 20, com duas guerras mundiais e epidemia de gripe espanhola, deixaram de prevenir a ascensão do crescimento da população humana global.


Uma guerra nuclear poderia causar destruição sem precedentes, mas um número suficiente de indivíduos poderia sobreviver e, assim, permitir, que a espécie continue.


Mas se existem todos esses atenuantes, com o que deveríamos estar preocupados? 
 
 



Avanços tecnológicos poderiam ser raiz de potencial extinção, dizem especialistas
Ameaças sem precedentes


Bostrom acredita que entramos em uma nova era tecnológica capaz de ameaçar nosso futuro de uma forma nunca vista antes. Estas são "ameaças que não temos qualquer registro de haver sobrevivido".


O diretor do instituto compara as ameaças existentes a uma arma perigosa nas mãos de uma criança. Ele diz que o avanço tecnológico superou nossa capacidade de controlar as possíveis consequências.


Experimentos em áreas como biologia sintética, nanotecnologia e inteligência artificial estão avançando para dentro do território do não intencional e o imprevisível.



A biologia sintética, onde a biologia se encontra com a engenharia, promete grandes benefícios médicos, mas Bostrom teme efeitos não previstos na manipulação da biologia humana.


A nanotecnologia, se realizada a nível atômico ou molecular, poderia também ser altamente destrutiva ao ser usada para fins bélicos. Ele tem escrito que governos futuros terão um grande desafio ao controlar e restringir usos inapropriados.


Há também temores em relação à forma como a inteligência artificial ou maquinal possa interagir com o mundo externo. 
 
 
Esse tipo de inteligência orientada por computadores pode ser uma poderosa ferramenta na indústria, na medicina, na agricultura ou para gerenciar a economia, mas enfrenta também o risco de ser completamente indiferente a qualquer dano incidental.


Sean O'Heigeartaigh, um geneticista do instituto, traça uma analogia com o uso de algoritmos usados no mercado de ações.


Da mesma forma que essas manipulações matemáticas, argumenta, podem ter efeitos diretos e destrutitovs sobre economias reais e pessoas de verdade, tais sistemas computacionais podem "manipular o mundo verdadeiro".


Em termos de riscos biológicos, ele se preocupa com boas intenções mal aplicadas, como experimentos visando promover modificações genéticas e desmanter e reconstruir estruturas genéticas.


Um tema recorrente entre o eclético grupo de pesquisadores é sobre a habilidade de criar computadores cada vez mais poderosos.


O pesquisador Daniel Dewey, do instituto, fala de uma "explosão de inteligência", em que o poder de aceleração de computadores se torna menos previsível e menos controlável.


"A inteligência artificial é uma das tecnologias que deposita mais e mais poder em pacotes cada vez menores", afirma o perito americano, um especialista em super inteligência maquinal que trabalhou anteriormente na Google. 
 
 

Efeito em cadeia 
 


Juntamente com a biotecnologia e a nanotecnologia, ele afirma que essas novas tecnologias poderiam gerar um "efeito em cadeia, de modo que, mesmo começando com escasos recursos, você pode criar projetos com potencial de afetar todo o mundo".


O Instituto do Futuro da Humanidade em Oxford integra uma tendência centrada em pesquisar tais grantes temas. O Instituto foi uma iniciativa do Oxford Martin School, que abrange acadêmicos de diferentes áreas, com o intuito de estudar os "mais urgentes desafios globais".


Martin Rees, ex-presidente da Sociedade Real de Astronomia britânica é um dos defensores do Centro de Estudos de Risco Existencial e afirma que "este é o primeiro século na história mundial em que as maiores ameaças provêm da humanidade".


Nick Bostrom afrima que o risco existencial enfrentando pela humanidade "não está no radar de todo mundo". Mas ele argumenta que os riscos virão, caso estejamos ou não preparados.


"Existe um gargalo na história da humanidade. A condição humana irá mudar. Pode ser que terminemos em uma catástrofe ou que sejamos transformados ao assumir mais controle sobre a nosa biologia. Não é ficção científica, doutrina religiosa ou conversa de bar".



Fonte: BBC  - Via: Arquivos do Insólito

Drones: EUA e Paquistao fizeram acordo secreto?

By on 27.4.13


 
Nek Muhammad sabia que estava sendo seguido. Em um dia quente de junho de 2004, esse membro da tribo pashtun estava dentro de uma construção de barro no Waziristão do Sul conversando por telefone via satélite com um dos muitos jornalistas que regularmente o entrevistavam a respeito de como ele enfrentara e humilhara o Exército do Paquistão nas montanhas do oeste do país. Ele perguntou a um dos seus seguidores sobre o estranho pássaro metálico que pairava acima dele.
 
Menos de 24 horas depois, um míssil destruiu o casebre, arrancando a perna esquerda de Muhammad, que morreu junto com várias outras pessoas, incluindo dois meninos. Os militares paquistaneses rapidamente assumiram a autoria do ataque.
 
Era mentira.
 
Muhammad e seus seguidores haviam sido mortos pela CIA, que, pela primeira vez, usava no Paquistão um "drone" (avião teleguiado) Predator para realizar um "assassinato seletivo". O alvo não era um dirigente da Al Qaeda, mas um aliado paquistanês do Taleban que comandava uma rebelião tribal e estava marcado pelo Paquistão como inimigo do Estado. Num acordo secreto, a CIA concordou em matá-lo em troca de acesso ao espaço aéreo paquistanês para poder caçar os seus próprios inimigos com os "drones".
 
A barganha, descrita em entrevistas com mais de uma dúzia de funcionários públicos no Paquistão e nos Estados Unidos, é crucial para entender a origem de uma dissimulada guerra com "drones" que começou no governo Bush, foi ampliada pelo presidente Barack Obama e é agora motivo de intenso debate nos EUA.
 
O acordo, um mês depois de um cáustico relatório interno sobre abusos nas prisões secretas da CIA, abriu caminho para que a agência priorizasse a morte de terroristas (em vez da sua captura) e contribuiu para que ela -um serviço de espionagem da época da Guerra Fria- se transformasse em um serviço paramilitar.

 
A CIA, desde então, já conduziu centenas de ataques com "drones" no Paquistão que mataram milhares de pessoas -militantes e civis. Ela acabou por definir a nova forma americana de combate, criando um atalho nos mecanismos pelos quais os EUA vão à guerra.
 
Nem as autoridades americanas nem as paquistanesas jamais admitiram o que realmente aconteceu com Muhammad -os detalhes continuam sob sigilo.
 
Mas, nos últimos meses, parlamentares dos EUA fizeram apelos por transparência, e críticos à direita e à esquerda passaram a pressionar Obama e seu novo diretor da CIA, John Brennan, para que eles ofereçam uma explicação mais completa sobre os objetivos dos "drones".
 
Ross Newland, que ocupava um cargo graduado na CIA quando a agência foi autorizada a matar integrantes da Al Qaeda, diz que a CIA parece ter ficado muito à vontade com as mortes por controle remoto.
 
http://1.bp.blogspot.com/-5sb9lW2OjIw/Tw668dRQMUI/AAAAAAAAH9U/hIdon4GEUV8/s1600/Drone11111111-133298-640x480.jpgASTRO INCONTESTE
 
Em 2004, Muhammad havia se tornado o astro inconteste das áreas tribais, as ferozes terras montanhosas habitadas pelos wazirs, mehsuds e outras tribos pashtuns que há décadas vivem de forma independente do governo paquistanês.
 
Muhammad, um ousado membro da tribo wazir, havia montado um exército para combater as forças oficiais e forçara o governo a negociar.
 
Muitos nas áreas tribais viam com desdém a aliança forjada pelo então presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, com os EUA depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.
 
Nascido perto de Wana, centro comercial do Waziristão do Sul, Muhammad passou a adolescência como ladrão de carros e balconista no bazar da cidade. Achou sua vocação em 1993, mais ou menos aos 18 anos, quando foi recrutado para lutar pelo Taleban no Afeganistão. Ele ascendeu rapidamente na hierarquia militar do grupo.
 
Quando os EUA invadiram o Afeganistão, em 2001, ele aproveitou a oportunidade para hospedar combatentes árabes e tchetchenos da Al Qaeda, que entravam no Paquistão ao fugir dos bombardeios americanos.
 
Para Muhammad, isso era um ganha-pão, mas ele também viu outra utilidade nos recém-chegados. Com a ajuda deles, nos dois anos seguintes, lançou ataques contra instalações militares paquistanesas e bases americanas no Afeganistão.
 
Agentes da CIA em Islamabad pediram a espiões paquistaneses que pressionassem membros da tribo wazir a entregar os combatentes estrangeiros. Relutantemente, Musharraf enviou tropas às montanhas para caçar Muhammad e seus homens. Em março de 2004, helicópteros paquistaneses bombardearam Wana.
 
Um cessar-fogo foi negociado em abril, durante uma reunião no Waziristão do Sul na qual um comandante paquistanês pendurou uma guirlanda de flores no pescoço de Muhammad.
 
A trégua deu mais fama a Muhammad, mas logo se revelou um blefe. Ele retomou seus ataques contra as forças paquistanesas.
 
OFERTA AMERICANA
 
A CIA vinha monitorando a ascensão de Muhammad, mas as autoridades o viam mais como um problema do Paquistão do que dos EUA. Em Washington, havia crescente alarme quanto à presença de membros da Al Qaeda nas áreas tribais, e George Tenet, então diretor da CIA, autorizou seus agentes em Islamabad a pressionar as autoridades paquistanesas para permitir os "drones" armados.
 
Enquanto as batalhas eram travadas no Waziristão do Sul, o chefe do escritório da CIA em Islamabad fez uma visita ao general Ehsan ul Haq, chefe da Inteligência Interserviços (ISI, a espionagem paquistanesa), e lhe apresentou uma oferta: se a CIA matasse Muhammad, a ISI autorizaria voos de "drones" armados sobre as áreas tribais?
 
A barganha foi selada. Autoridades paquistanesas insistiram em aprovar cada ataque, o que lhes dava controle sobre os alvos. A ISI e a CIA concordaram que todos os voos de "drones" no Paquistão seriam operados sob a autoridade dissimulada da CIA -o que significava que os EUA jamais admitiriam ter conhecimento dos ataques e o Paquistão assumiria o crédito por eles ou ficaria em silêncio.
 
NOVA DIREÇÃO
 
Enquanto as negociações transcorriam, o inspetor-geral da CIA, John Helgerson, havia acabado de concluir um duro relatório sobre os abusos a detentos em prisões secretas da CIA. Era talvez a mais importante razão individual para que a CIA passasse a matar suspeitos em vez de prendê-los.
 
Autoridades de contraterrorismo começaram a repensar a estratégia para a guerra secreta. Os "drones" armados ofereciam uma nova direção. Matar por controle remoto era a antítese do trabalho duro e íntimo do interrogatório. Os assassinatos seletivos foram saudados por republicanos e democratas.
 
Três anos antes da morte de Muhammad e um ano antes de a CIA realizar seu primeiro assassinato seletivo fora de uma zona de guerra -em 2002, no Iêmen-, houve um debate sobre a legalidade e a moralidade do uso de "drones" para matar supostos terroristas.
 
John McLaughlin, então subdiretor da CIA, disse que não se podia subestimar a mudança cultural que advém da obtenção da autoridade letal. "Quando as pessoas me dizem que 'não é grande coisa', eu lhes digo: 'Você já matou alguém?'", afirmou. "É grande coisa. Você começa a pensar de um jeito diferente."
 
Depois do 11 de Setembro, porém, essas preocupações foram rapidamente postas de lado.
 
Depois que Muhammad foi morto, o general Shaukat Sultan, um porta-voz paquistanês, disse a jornalistas que o "facilitador da Al Qaeda" Nek Muhammad e quatro outros "militantes" haviam sido mortos por um foguete disparado por forças paquistanesas. Qualquer insinuação de que Muhammad teria sido morto por americanos ou com assistência americana, disse ele, era "totalmente absurda".
 
Fonte: The New York Times - Via GBN

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