Brasil que comprar baterias de mísseis antiaéreos russos - HANGAR DO VINNA

Breaking

GeoEstratégia, Aviação, Defesa, História, Conflitos, dentre outras coisas...

BANNER 728X90

sábado, fevereiro 02, 2013

Brasil que comprar baterias de mísseis antiaéreos russos

As Forças Armadas do Brasil anunciaram o interesse de comprar cinco baterias de mísseis antiaéreos russos, três do modelo Pantsir-S1 e dois do Igla, informou nesta sexta-feira o Ministério da Defesa.
O chefe do Estado-Maior, o general José Carlos De Nardi, afirmou por meio de um comunicado que as Forças Armadas apresentarão a proposta à presidente Dilma Rousseff para que o governo negocie a compra durante a próxima visita ao Brasil do primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, que está prevista para o final de fevereiro.
 
A negociação poderia incluir o estabelecimento de uma fábrica no Brasil e um acordo para a transferência de tecnologia para o país, segundo o comunicado.
Os governos do Brasil e da Rússia manifestaram interesse em colaborar no setor de defesa durante a visita que Dilma realizou a Moscou em dezembro do ano passado. 

Fonte: Exame






O Brasil deverá comprar sistemas de defesa antiaérea da Rússia, segundo comunicado do Ministério da Defesa. As negociações se arrastam, pelo menos, desde 2009. Mas agora parece que serão concluídas, e com novidades importantes.        
Segundo o ministério, uma comitiva conheceu os equipamentos no fim de janeiro, na Rússia. Estão na mira do Exército, responsável pela defesa antiaérea, os sistemas Pantsir-S1(abaixo) e o Tor-M2E, dos mais modernos e eficientes do mundo. 
        A expectativa é fechar o negócio durante a visita do primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, ao Brasil, no fim deste mês. "O que precisamos agora é apresentar a proposta à presidenta da República", disse o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi.
        
A grande inovação é a previsão não só da compra de baterias para suprir o que é, provavelmente, o maior buraco na defesa brasileira. O acordo costurado sugere que haverá transferência tecnológica a empresas brasileiras, com possibilidade de construção dos armamentos no país.        

Não por acaso, todas as empresas interessadas e com capacidade logística e técnica para tal transferência estavam representadas na comitiva que foi à Rússia: Odebrecht Defesa (que é dona da fabricante de mísseis Mectron), Embraer Defesa (proprietária, entre outras, da empresa de radares antiaéreos Orbisat) e Avibrás (fabricante de mísseis e do principal sistema de artilharia brasileiro, o Astros).        

A Odebrecht é a empresa mais avançada nos contatos com os russos. Em dezembro, assinou um memorando de entendimentos com a Rostechnologii, estatal russa de tecnologia de armas. Especulou-se à época que o objetivo seria a construção, no Brasil, de helicópteros russos, mas o foco é mais amplo e pode incluir sistemas antiaéreos.        

Resta saber se haverá dinheiro. O governo Dilma Rousseff congelou a compra de caças, negócio bilionário, embora tenha dado "ok" para o reequipamento das patrulhas de superfície da Marinha. O Tor, objeto de desejo dos militares, é caro. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (cerca de R$ 600 milhões). 

Por Folhapress - por Igor Gielow - Via Jornal Agora

Nenhum comentário:

Sponsor

AD BANNER



Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

Videos Recomendados

Marado, o novo "porta-aviões disfarçado" da Coreia do Sul




Super Cobra para o Brasil?






A MELHOR HISTÓRIA DE AVIAÇÃO DE TODOS OS TEMPOS