“Existe as análises de riscos que estão sendo feitas, acompanhamento de inteligência e nada indica que vai acontecer alguma coisa, mas evidentemente para a Copa das Confederações é a maior preocupação. E para a Jornada Mundial da Juventude é a presença do Papa entre nós, que é uma celebridade mundial, claro que implica numa preocupação maior em relação a isso”, declarou em solenidade de apresentação das Forças Armadas, órgãos de Segurança Pública e outras instituições envolvidas na segurança dos eventos, na Vila Militar de Deodoro, Zona Oeste do Rio.
O general informou ainda que para a Copa das Confederações, uma equipe do Comando de Operações Especiais, que fica situado em Goiânia, estará no Rio de Janeiro. Entretanto, durante a Jornada Mundial da Juventude, todo o efetivo, com 1200 homens das forças especializadas em ações antiterror e contra terror, atuará com elementos de operações também especiais da Marinha, PM, Polícia Civil, Polícia Federal e Força Aérea.
“Vamos estabelecer um centro de operações táticas integradas para atuar em ações de risco e contra terror”, afirmou o general, que acrescentou ainda que as Forças Armadas terão um efetivo maior na Jornada Mundial da Juventude devido à grandiosidade do evento.
“Isso dará a certeza que o evento será coroado de sucesso. A Força estará com 7.400 homens na Copa das Confederações e na JMJ será cerca de 9 mil, só das Forças Armadas, fora a coordenação de outros órgão de ordem pública, tendo em vista a grandiosidade da missão e particularmente por estarmos atuando em Guaratiba”, informou.
Segundo o general Abreu, os militares não atuarão nas ruas durante a Copa das Confederações, ao contrário do que acontecerá na Jornada Mundial da Juventude. “Não haverá militares das ruas, mas vamos estar aquartelados, acompanhando a vida da cidade dos eventos, estaremos montados no Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio, acompanhando tudo o que possa acontecer”, declarou.
O general informou ainda que a primeira atuação dentro dos estádio na Copa das Confederações será de uma empresa de segurança privada. “Caso alguma coisa aconteça, que extrapole a capacidade dessa empresa de segurança, a Polícia Militar vai atuar e por último as Forças Armadas, mas também, independente dos jogos, as Forças Armadas farão a segurança de 14 pontos estratégicos selecionados, para o reforço da contenção dessas áreas, por isso que digo que vamos estar em reserva”, explicou.
Ainda de acordo com o general, os blindados de artilharia antiaérea, adquiridos recentemente pelo Brasil, segundo ele, serão utilizados na Copa das Confederações e JMJ. “E muito uso de munição não letal e também equipamento especializado de defesa cibernética, de guerra química e proteção radiológica e material mais especializado”, acrescentou.
















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