Os Indianos vão acabar voltando atrás e comprando o Gripen NG

US. Navy adotará o Linux para controlar o 'Fire Scout'

Postado por Alina Stewart terça-feira, julho 31, 2012 0 comentários

A marinha dos Estados Unidos decidiu trocar o sistema operacional que controla seus aviões e helicópteros não tripulados com o objetivo de evitar ataques de software maliciosos que poderiam acessar os sistemas destes drones, obter dados sigilosos ou até mesmo mudar funções destas máquinas.
O primeiro helicóptero autônomo a usar Linux é o Northrop Grumman MQ-8 Fire Scout. Este modelo consegue decolar e pousar na posição vertical de forma totalmente autônoma. Além disso, ele funciona durante seis horas com apenas uma recarga do tanque de gás, consegue carregar cerca de 270 quilos de carga, ultrapassar a velocidade de 150 quilômetros por hora e atingir a altura de seis quilômetros, de acordo com as especificações divulgadas no site da fabricante.

O MQ-8 Fire Scout pode ser usado, por exemplo, para pousar em grandes aviões de guerra e terrenos impróprios para seres humanos, como na proximidade de um vulcão ou numa região contaminada por radioatividade, por exemplo. Buscas por traficantes de drogas em regiões da América Latina serviram de testes de precisão da aeronave, embora o governo americano não tenha divulgado exatamente que missões essas máquinas cumpriram no combate ao tráfico.
O custo de transição do antigo sistema operacional para o Linux será de aproximadamente 28 milhões de dólares, segundo o contrato da marinha divulgado no site colaborativo Defense Professionals. Além disso, o site inglês especializado em tecnologia The Register afirma que a marinha americana planeja comprar 168 helicópteros autônomos do mesmo modelo da fabricante privada que a desenvolveu.
O exército americano disse ao The Register que é necessário aprender com os erros de outros sistemas operacionais, como o Windows, e que há uma forte tendência em equipar com Linux também outros modelos de aviões não tripulados.
A alteração de sistema operacional pode estar relacionada também às ameaças de outros governos. Recentemente, a emissora de TV estatal iraniana PressTV divulgou que militares do país conseguiram burlar e controlar um drone americano modelo RQ-170 Sentinel, que foi capturado em dezembro de 2011.
O general Amir Ali Hadjizadeh, comandante das forças aéreas e espaciais dos Guardiões da Revolução Islâmica (divisão das forças armadas do Irã), afirma que o conhecimento adquirido pelos militares após o estudo da tecnologia deste drone permitiria até mesmo replicar o modelo da aeronave.
Ainda de acordo com os militares iranianos, este avião não tripulado seria o mesmo que espionou o terrorista Osama Bin Laden duas semanas antes de ele morrer.
Após as declarações, o senador americano Joe Lieberman, responsável pelo comitê de segurança nacional, disse durante uma entrevista ao canal televisivo Fox News que o Irã está na defensiva e que as citações sobre o abatimento do drone é uma provocação.

Fonte: INFO

A Rússia começará em breve a projetar um novo tipo de bateria para seus submarinos convencionais.

Segundo o Comandante da Marinha Russa, o vice-almirante Viktor Chirkov, a Rússia passará a utilizar baterias de lítio nos submarinos convencionais futuros.

Os atuais submarinos convencionais russos utilizam baterias de bateria chumbo-ácida carregáveis, cuja validade é limitada e os custos, segundo estimativas, é de mais de US$ 9.3 milhões.

"No próximo ano começaremos os trabalhos de desenvolvimento de uma bateria de íon-lítio para os submarinos", disse Viktor Chirkov.

Submarino Sankt Peterburg (B-585), submarino insígnia da classe Lada
Ontem (27), o ex-presidente do Rubin Central Design Bureau for Marine Engineering, Andrew Dyachkov, disse à RIA Novosti que os potenciais compradores de submarinos convencionais russos estão a mostrar interesse nas baterias de íon-lítio.

As baterias de íon-lítio podem aumentar em 1/4 o tempo de permanência de um submarino em imersão. No entanto, o potencial das baterias de íon-lítio pode girar em torno 35-40%.

Segundo Dyachkov, o Rubin está agora a trabalhar na melhora das baterias de íon-lítio, a fim de melhorar as suas capacidades e, consequentemente, aumentar o tempo de permanência dos submarinos em imersão.

Dyachkov também disse que a Alemanha e a França também começaram a desenvolver novos projetos com AIP (Air-independent propulsion). Dyachkov se referia aos projetos Andrasta, da França e o Type 210mod, um projeto alemão.

Fonte: O Informante

Um submarino que estava pronto para ser carregado com seis toneladas de cocaína foi apreendido pela Marinha da Colômbia na costa norte do país sul-americano, informou nesta segunda-feira a Marinha colombiana. O submarino, com 20 metros de comprimento, era mantido em uma doca, em um complexo residencial que tinha quartos para 25 pessoas, salas e uma cozinha, informaram os militares. Quando as tropas chegaram ao complexo foram recebidas a tiros e os suspeitos colocaram fogo na embarcação antes de fugir.

A Marinha afirma que o submarino era da gangue Los Urabeños, um poderoso grupo paramilitar que atua no norte do país, perto da fronteira panamenha, bem como da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). "Era uma aliança criminosa dos dois grupos para vender drogas no mercado negro internacional", disse o comunicado enviado à agência France Presse (AFP). O submarino é o quinto do narcotráfico que as autoridades colombianas capturam neste ano e o 76º desde 1993.

Fonte: Estadão

Chegaram nesta segunda-feira ao Brasil - via Aeroporto Internacional de Cabo Frio (RJ) - os dois primeiros, de seis helicópteros MH-16 Seahawk da Marinha do Brasil, comprados à americana Sikorsky em 2008.

Os helicópteros vieram desmontados, transportados por aeronave da Força Aérea Norte Americana (C-17). Após serem montados, serão conduzidos, em vôo, por pilotos da empresa Sikorsky Aircraft Corporation, para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, onde permanecerão em testes finais de aceitação. A incorporação definitiva à Força Aeronaval ocorrerá por ocasião do aniversário da Aviação Naval, em 23 de agosto.
Essas aeronaves foram adquiridas junto à empresa Sikorsky, de um lote de seis helicópteros, mediante acordo celebrado em maio de 2008 com o Governo dos Estados Unidos da América, e irão substituir os SH-3A/B “Seaking”, que prestaram bons serviços por mais de 40 anos.
As novas aeronaves MH-16 pertencerão ao Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino e serão empregadas em proveito das Forças Navais, na “Amazônia Azul”, com a capacidade de realizar tarefas de detecção, localização, acompanhamento, identificação e ataque a alvos de superfície e submarinos, além de ações de busca e salvamento.

Fonte: Monitor Mercantil - Marinha do Brasil (NOTA)

Helicópteros da Enstrom americana serão montados em Campo Grande MS.
 
A montadora será instalada na cidade de Campo Grande e o local deve ser definido ainda este mês.

As discussões iniciais são para que a unidade fabril seja implantada na área do Aeroporto Santa Maria, localizado na saída para Três Lagoas.

Por seu caráter inovador, que vem para ampliar e diversificar ainda mais a base econômica de Mato Grosso do Sul, o empreendimento está sendo beneficiado pelas ações do Programa Estadual de Fomento à Industrialização, ao Trabalho, ao Emprego e à Renda (MS-Empreendedor) e MS Forte. Durante a assinatura dos documentos, o governador fez questão de dizer ao grupo de empresários que o estado é parceiro. “Só temos que agradecer a vinda do grupo e queremos destacar a certeza de que vamos trabalhar em conjunto. Podem contar com o governo do estado”, destacou.

A empresa Defense, captadora de investimentos no exterior firmou parceria com a RKF Tecnologia e a americana Enstrom Helicópteros. Em Mato Grosso do Sul, de acordo com o consultor geral, Paulo Almada, o objetivo será atender a demanda do mercado brasileiro com helicópteros de três e cinco lugares. O helicóptero de pequeno porte é muito utilizado no Brasil e não será um concorrente imediato da empresa Helibrás, instalada em Minas Gerais. “Os modelos produzidos são o Piston e o Turbine, mas a intenção em Mato Grosso do Sul é o turbine. Seremos a primeira unidade industrial tecnológica de grande porte e uma bandeira do estado para atrair outros investimentos”, disse Almada.
De acordo com a empresa, o objetivo é produzir 50 helicópteros por ano e já conta com a encomenda de dez unidades para o ano de 2013 que vai atender o mercado brasileiro. “A primeira fase da unidade estará pronta em meados de março do ano que vem. Posteriormente pretendemos ter uma unidade de manutenção de grande porte para atender toda a demanda do mercado brasileiro. Inicialmente nosso mercado começa aqui e segue para o norte do Brasil. Não existem dois governadores que tivessem empenho tão grande, favorável para a implantação da nossa indústria. Com certeza, o estado entra no mapa tecnológico aero espacial mundial”, salientou.
A produção será feita com 70% dos componentes importados e 30% de origem nacional. A intenção do grupo é trabalhar no desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores para aumentar de forma gradual o fornecimento de matéria prima local. Os investimentos são de R$ 300 milhões, mas a obra inicial contar com recursos de R$ 110 milhões e geração de 290 postos de trabalho. Na segunda fase de instalação serão investidos mais R$ 120 milhões, chegando a geração de 550 empregos.


Mercosul: Venezuela comprará 20 aviões da Embraer

Postado por Alina Stewart segunda-feira, julho 30, 2012 0 comentários

Mal chegou a Brasília, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, está sendo recebido nesta noite pela presidente Dilma Rousseff para um jantar no Palácio da Alvorada. Eles discutirão a agenda bilateral e um contrato que será firmado amanhã na área de aviação.

Chávez está em Brasília para uma reunião extraordinária do Mercosul que selará a entrada de Caracas ao bloco. Sem dar detalhes, fontes do Itamaraty revelam que a estatal venezuelana de aviação, Conviasa (Consórcio Venezuelano de Indústrias Aeronáuticas S.A.) comprarão 20 aeronaves da Embraer, modelo 190. O jato é usado na aviação regional e é líder de mercado.

Há expectativa para compra imediata de seis aeronaves até outubro. Não há informações de qual o valor da transação. A assinatura deste contrato abrirá uma série de compromissos que acontecerão em Brasília nesta terça-feira. Além de atos bilaterais a serem firmados entre Brasil e Venezuela, é esperada na agenda da política externa brasileira a divulgação de uma declaração conjunta entre Brasil e Uruguai. Os detalhes são mantidos em sigilo.

O compromisso principal, no entanto, será a reunião entre chefes de Estado dos sócios-plenos para a entrada da Venezuela no Mercosul. No mês passado, os chefes de Estado dos membros plenos do Mercosul suspenderam o Paraguai do bloco após o impeachment-relâmpago que destituiu Fernando Lugo do poder. O país era o único que ainda não tinha dado o aval à entrada da Venezuela na união aduaneira com status de sócio-pleno. Com a suspensão, Dilma Rousseff, Cristina Kirchner e José Mujica tomaram a decisão de aceitar o país liderado por Hugo Chávez no Mercosul.

Fonte: Terra

http://3.bp.blogspot.com/-XMhjH-_29EU/UBWfUeRqRJI/AAAAAAAASMI/VoAiXsLNEq4/s1600/Epidemia-ebola_PREIMA20120728_0303_37.jpg

Um novo surto do vírus Ebola já matou 14 pessoas na Uganda neste mês, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizada em Kampala, na Uganda. O surto da febre hemorrágica mortal foi identificado no oeste do país, no distrito de Kibaale, de acordo com informação divulgada pela OMS em conjunto com o governo da Uganda. 

http://2.bp.blogspot.com/-1NJNTjT91t0/TuHi3GFC06I/AAAAAAAAUNc/g22Z3WV3hsU/s1600/Ebola_virus_virion-e1323264502125.jpgSegundo as autoridades de saúde, de 20 pessoas identificadas com o vírus, 14 morreram. Dois das pessoas infectadas foram isoladas para exames de pesquisadores. O governo pediu para que os habitantes de Uganda se acalmem, dizendo que uma força nacional de emergência foi criada para evitar que o vírus se espalhe. Não há cura nem vacina para o Ebola, e em Uganda, o vírus matou 224 pessoas em 2000. O Ebola, que se manifesta como uma febre hemorrágica, é altamente infecciosa e mata rapidamente.

Fonte: Estadão

Apesar de mitos recorrentes, o Brasil não é nem nunca foi grande exportador de armas, embora tenha uma indústria bélica diversificada e que está de novo otimista quanto ao futuro do setor.
O que dava -e ainda dá- visibilidade à exportação de armas pelo Brasil é o ecletismo dos compradores e a ocasional descoberta de um negócio feito com clientes pouco recomendáveis.
No auge das exportações, dois dos melhores clientes eram os finados ditadores árabes Muammar Gaddafi (Líbia) e Saddam Hussein (Iraque). Também se descobriu agora venda de bombas ao ditador Robert Mugabe, no poder no Zimbábue desde 1980.
No ano passado, segundo o Sipri (Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo), o Brasil foi o 27º maior exportador de armas convencionais. Mas isso é só 0,1% do mercado mundial de armamento. Apenas um país, os EUA, exporta um terço das armas do planeta, com Rússia e França logo depois.
Mesmo no auge do comércio de armas pelo Brasil, de 1980 a 1992, a melhor colocação do país no mercado foi 10º, em 1985. Ainda assim, isso significava menos de 1% do total mundial nesse ano.
O país exportou para 28 nações nesse período, a maioria do Terceiro Mundo, mas incluindo França e Reino Unido, clientes de aviões da Embraer como o versátil Super Tucano.
O Sipri, porém, analisa só as vendas de armas importantes, como tanques, caças e navios, deixando de lado produtos como armas portáteis e munições. Se o conceito for ampliado para materiais de defesa em geral -incluindo fardamento, rações etc.-, a posição da indústria brasileira já não fica tão feia.
A Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) tem 170 empresas associadas, das quais 35 exportam produtos e 20 o fazem com regularidade. Segundo a associação, elas geram cerca de 25 mil empregos diretos e 100 mil indiretos, movimentando mais de US$ 2,7 bilhões/ano, dos quais US$ 1 bilhão em exportação.
O otimismo da associação vem em parte da lei 12.598, sancionada em 22 de março passado. Essa lei criou o conceito de "empresa estratégica de defesa", que, por produzir equipamento considerado fundamental para a defesa do país, tem direito a regime tributário especial e financiamentos para projetos.
O documento que expõe a visão do governo sobre o tema, o Livro Branco de Defesa Nacional, foi enviado ao Congresso faz poucos dias. Nele se lê que, antes da lei 12.598, "as políticas do governo para o setor não se mostravam compatíveis com o crescimento da economia nem com as necessidades de equipamentos das Forças Armadas".
MERCADO INTERNO
Mais que nas exportações, a indústria de defesa está de olho na substituição de importações. Tradicionalmente, as Forças Armadas locais são os principais clientes de uma indústria de defesa.
Entre os principais projetos no Brasil estão o Sistema de Vigilância da Fronteira, o KC-390 (avião de transporte) e o Guarani (blindado sobre rodas), além de várias modernizações de aviões e navios.
"Cada vez mais as empresas brasileiras estão se apresentando como capazes de oferecer produtos e serviços com a qualidade requerida pelas Forças Armadas e órgãos de segurança pública", afirma Carlos Afonso Pierantoni Gambôa, vice-presidente executivo da Abimde.
A associação espera que a demanda gere 60 mil novas vagas diretas e 240 mil indiretas em 2030. Mas mesmo esse cenário só colocaria a indústria brasileira de defesa em 15º lugar no ranking, ao mesmo tempo em que o país seria o 5º ou 6º PIB mundial. 

Fonte: UOL

O piloto responsável pela manobra que assustou a Esplanada dos Ministérios, no dia primeiro de julho, quebrando grande parte dos vidros do Supremo Tribunal Federal, alguns do Palácio do Planalto e outros das redondezas da Praça dos Três Poderes, cumpriu suspensão de 25 dias e já voltou a voar desde o dia 26 de julho. As investigações realizadas pela Força Aérea Brasileira são de que, de fato, o estrago na Praça dos Três Poderes foi provocado pelo excesso de velocidade que o Mirage passou pelo local, já que o piloto excedeu a velocidade adequada para a demonstração, chegando a 1.100 quilômetros por hora.

No dia 2 de julho, um dia depois do incidente, houve uma reunião do conselho operacional do GDA - Grupo de Defesa Aérea, da FAB, sediado em Anápolis, que decidiu pelo afastamento do piloto até o dia 26. Durante este período, o piloto regressou para simuladores e foi feito um acompanhamento técnico para verificar se ele evoluiu em sua conduta, sendo, então liberado na semana passada.

Para que não houvesse problemas, o piloto da FAB não deveria ter se aproximado da velocidade do som, que é de 1.100 km/h. "Não houve quebra da barreira do som, mas o deslocamento de massa de ar foi suficiente para romper a vidraça", explicou a nota da FAB, quando falou do incidente, ressaltando que "todos os sobrevoos ocorreram em altitudes dentro das margens de segurança e não houve risco de acidente com as aeronaves".

Dois caças Mirage faziam demonstrações com voos rasantes durante a troca da Bandeira Nacional no dia primeiro de julho e provocaram uma onda de choque que atingiu os prédios públicos. O STF foi o mais atingido pela passagem da aeronave.

Fonte: Estadão

Considerações humanitárias à parte, e elas são várias, a reorganização da produção bélica brasileira em curso não é nada diferente do que aconteceu em países industrializados de grande porte.

O setor vive de benesses diretas ou indiretas do Estado desde a corrida armamentista de Reino Unido e Alemanha na virada do século 20.

Nos EUA e na Rússia, os maiores exportadores, o fim da Guerra Fria determinou a concentração na área. Antes, fabricantes diferentes disputavam contratos dentro do "complexo industrial-militar", termo celebrizado no discurso-denúncia de despedida do presidente dos EUA Dwight Eisenhower em 1961.

Sem um inimigo e com um mercado a conquistar, as indústrias dos EUA passaram por fusões: a Boeing engoliu a célebre McDonnell-Douglas, por exemplo. Na Rússia, as empresas aeronáuticas Mikoyan, Sukhoi, Ilyushin e Tupolev ficaram sob controle único. Na Europa, a EADS virou uma potência.

No Brasil, as grandes exportadoras incentivadas pelo governo na ditadura quebraram e ressurgiram, em parte, sob as bênçãos do Estado -a parte civil da Embraer sendo a exceção.

A empresa aeronáutica saiu na frente e organizou uma divisão de defesa, indo além de aviões consagrados como o Super Tucano. Também adquiriu empresas de tecnologia militar, como Atech e Orbisat.

O governo estimulou gigantes com dinheiro a entrar na área, criando um arcabouço jurídico favorecendo conteúdo com participação nacional. A francesa Thales, por exemplo, uniu-se à empreiteira Andrade Gutierrez visando defesa de fronteiras.

Já a Odebrecht é subcontratada da DCNS francesa para fazer o novo estaleiro de submarinos, associou-se a uma subsidiária da EADS e comprou a Mectron (mísseis).

O foco inicial é o Brasil, com demanda adicional de segurança para grandes eventos (Copa e Olimpíada), mas América Latina, África e Ásia/Oceania estão na mira.

Ditaduras e violadores de direitos humanos deverão estar entre clientes futuros, como no passado. Não é exclusividade brasileira: a Alemanha, cujo pacifismo está na Constituição, é a terceira vendedora de armas do mundo.

Fonte: BOL

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Cientistas têm demonstrado enormes esperanças em relação às baterias de ar-lítio, que poderiam finalmente impulsionar os veículos elétricos.

Uma bateria de ar-lítio pode seguramente armazenar 10 vezes mais energia do que as melhores baterias de íons de lítio disponíveis no mercado atualmente - alguns cálculos teóricos fazem estimativas muito mais promissoras.

Em vez de usar óxidos metálicos no eletrodo positivo, as baterias de ar-lítio usam carbono, que é mais leve e mais barato, e reage com o oxigênio do ar ambiente para produzir uma corrente elétrica.

O problema é que todos os protótipos têm-se mostrado extremamente instáveis, deteriorando-se após alguns poucos ciclos de carga e descarga.

Bateria de ar-lítio estável

Mas uma nova esperança está descrita em um artigo que chamou a atenção dos editores da revista Science.

A equipe do Dr. Peter Bruce, da Universidade de St.Andrews, no Reino Unido, um grupo que é pioneiro nesse campo, afirma ter construído a primeira bateria de ar-lítio estável.

Eles substituíram o material à base de carbono usado no catodo por um outro material, contendo nanopartículas inertes de ouro.

A equipe também substituiu o eletrólito, que antes era feito de policarbonatos ou poliéteres, por um solvente chamado DMSO (dimetilsulfóxido), que estudos anteriores demonstraram ser menos sujeito a reagir com o catodo.

A nova receita funcionou: as baterias suportaram 100 ciclos de carga e descarga, com uma perda de potência de apenas 5%.

"Os resultados são muito encorajadores ao mostrarem que nem tudo está perdido" na tentativa de viabilizar aquele que seria o primeiro passo importante na tecnologia das baterias em muitos anos, comentou a química Linda Nazar, ouvida pela revista.

Mais trabalho

Talvez o mais importante nesse resultado seja que a pesquisa mostrou que é possível trabalhar com componentes muito diversos daqueles dos protótipos iniciais, mas mantendo os ganhos da tecnologia.

Por outro lado, também não se pode dizer que os pesquisadores tenham obtido uma solução pronta para ir ao mercado.

O primeiro problema é que o ouro é pesado e caro, dois elementos aos quais as baterias são muito sensíveis.

Além disso, a Dra. Nazar acrescentou que o DMSO pode reagir com o próprio lítio metálico no anodo, destruindo o eletrólito, o que representaria uma barreira para se atingir o número mágico de 1.000 ciclos de carga e descarga, que é o valor nominal para as baterias de íons de lítio.

"Assim, ainda que os novos resultados sejam animadores para a área, um trabalho considerável ainda terá que ser feito para tornar as baterias de lítio-ar uma tecnologia do mundo real," concluiu o parecerista da Science.

 Após 5 anos de estudos, pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Africa do Sul, Austrália, Alemanha, França, Portugal, Uruguai e Argentina desvendaram as semelhanças geológicas entre os continentes africano e sul-americano. Eles pesquisaram a correlação dos terrenos que formam a parte oeste da África com o leste da América do Sul.

Segundo o professor da Universidade de São Paulo (USP) Miguel Basei, coordenador do estudo no Brasil, foi possível definir inúmeros locais do oeste da África que, ao redor de 500 milhões de anos atrás, estavam unidos a seus congêneres sul-americanos. “São terrenos que que eram contínuos, mas foram separados quando da abertura do oceano Atlântico. Essa identificação foi um dos pontos centrais de nossa pesquisa”, declarou Basei.

Pelas simulações feitas, em computador, é possível prever como a dinâmica de movimento dos continentes desenhará o planeta no futuro. Segundo o pesquisador, em 50 milhões ou 100 milhões de anos, haverá uma nova distribuição dos continentes com fusões e fissões das massas continentais atuais. Esse processo, que está em curso, inclui, o aumento da distância entre Brasil e África, com o oceano Atlântico se abrindo cada vez mais”, ressaltou.

Essa abertura dos continentes teve início há 130 milhões de anos e segue gerando reflexos em toda porção leste da América do Sul. Um exemplo é a criação das bacias onde foram descobertos, recentemente, os poços de petróleo do pré-sal. Basei explica que esses fenômenos, porém, ocorreram em época mais recente do que a abordada pelos projeto. Apesar de não contemplar o período de estudo do projeto, o cientista lembra que a dissipação de energia gerada por esses processos recentes utilizam-se das feições mais antigas. “É importante conhecer a estruturação anterior para sabermos como no futuro elas poderão vir a influenciar este processo”, disse.


Portanto, a previsão de terremotos e vulcões, embora não tenha sido alvo da pesquisa, tem relação com o estudo evolutivo feito sobre os terrenos. Na Cordilheira dos Andes, explica Bassei, houve um 'mergulho' das placas oceânicas por baixo do continente sulamericano. “Esse processo gera vulcanismo e os terremotos, mas isso é porque lá o processo é distinto geologicamente do que ocorre no lado que diz respeito ao Brasil”.

Além da comparação geológica entre os dois continentes, os pesquisadores estudaram a forma como a América do Sul evoluiu. Ela cresceu em sua extremidade oeste por expansão de terrenos. “Antes da evolução dos Andes, que é uma cadeia de montanhas jovem, nós tivemos inúmeros terrenos que não se formaram na América do Sul, mas que se juntaram a ela em torno de 450 milhões de anos atrás”, conta o pesquisador.

O projeto permitiu a montagem de dois laboratórios que contam com equipamento de última geração: o Shrimp, sigla em inglês para microssonda iônica de alta resolução, e o Laicpms constituído por uma fonte de laser acoplada a um espectrômetro de massas. Ambos permitem a determinação da idade de minerais presentes nas rochas analisadas, forma usada pelos cientistas para caracterizar terrenos de épocas tão distantes. Segundo Basei, o mineral utilizado durante a pesquisa foi o zircão, que tem urânio em sua constituição. Ele conta que, com o tempo, o zircão se desintegra para o chumbo por força da radioatividade. A medição da quantidade desses elementos permite, assim, aos cientistas descobrirem a idade da rocha.

Participaram do estudo 17 pesquisadores brasileiros (11 do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, 01 da Universidade Estadual de Campinas, 02 da Universidade Federal do Paraná, 01 da Universidade Federal de Pernambuco e 01 do Serviço Geológico do Brasil) e 12 cientistas estrangeiros (01 dos Estados Unidos, 02 da Africa do Sul, 01 da Austrália, 01 da Alemanha, 01 da França, 01 de Portugal, 02 do Uruguai, e 03 da Argentina).


 Oito militares receberam assistência no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, depois de terem inalado fumo num incêndio que deflagrou a bordo de uma corveta em patrulha.

De acordo com um comunicado da Marinha Portuguesa, citado pela Lusa, o alarme foi dado às 02:00. O fogo teve origem num dos geradores a bordo da corveta NRP Baptista de Andrade e foi extinto passado cerca de meia hora, com os «meios de combate a incêndios existentes a bordo».

«Devido a inalação de fumos», oito elementos da guarnição do navio, ao serviço da Marinha Portuguesa desde 1974, ficaram «com dificuldades respiratórias», pode ler-se no mesmo documento.

A embarcação, que «se encontrava a navegar, em patrulha, na Zona Económica Exclusiva (ZEE) do Continente», teve de dirigir-se para o porto de Sines, «mais próximo» do local onde se encontrava na altura do incidente.


Os oito militares receberam assistência médica no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, e tiveram alta cerca das 10:00.

Na sequência deste acontecimento, «a responsabilidade da missão de Busca e Salvamento Marítimo foi de imediato assumida pela fragata NRP D. Francisco de Almeida», esclareceu o documento da Marinha.

O comandante da Polícia Marítima e da Capitania de Sines, Rui Arrifana Horta, confirmou à agência Lusa que foi recebido o pedido de colaboração, tendo sido prestada ajuda na retirada dos oitos militares para o hospital da região.

Fonte: TVI24

O governo da Guiana ordenou que a polícia e o exército usem a força para reabrir a única ponte que conecta a cidade mineradora de Linden ao Brasil, bloqueada há quase duas semanas por manifestantes. O presidente da Guiana, Donald Ramotar, emitiu uma ordem pouco antes de visitar Linden, onde a polícia matou a tiros três protestantes e feriu outros 20 em 18 de julho.

Os moradores da área ainda protestam contra um aumento na taxa mensal cobrada por eletricidade de US$ 25 para cerca de US$ 100. Eles afirmaram que não removerão os obstáculos, incluindo enormes troncos e caminhões, da ponte até que o ministro de Segurança Nacional, Clemnt Rohee, renuncie e as autoridades policiais respondam pelos assassinatos. A ponte no rio Demerara River é o principal acesso às minas de ouro e diamante. 

 Há 30 anos, chegava ao fim um dos capítulos da corrida espacial. Lançada em 1976, a estação especial Salyut 6 foi um marco. O programa espacial soviético passava a ter capacidade de longa permanência no espaço para seus cosmonautas. Além disso, ela possuía duas docas, o que permitia tanto a acoplagem das naves Soyuz, quanto das não tripuladas Progress - que reabasteciam a estação com combustível e suprimentos automaticamente.

A Salyut 6 foi lançada sem tripulantes - os primeiros chegaram em uma Soyuz. A segunda doca ainda significava a possibilidade dos "moradores" da estação receberem visitantes (cosmonautas da União Soviética e de países parceiros). Vladimir Remek, da Checoslováquia, (o primeiro homem a ir ao espaço após os soviéticos e os americanos), por exemplo, visitou a estação em 1978.


A primeira tripulação de longa duração ficou 96 dias no módulo, batendo o recorde de 84 dias dos americanos na Skylab. Outro grupo chegou a ficar 185 dias no espaço. A Salyut 6 ainda foi palco de experimentos mais complicados, como a nave Cosmos 1267, a primeira de grande porte a acoplar automaticamente em uma estação espacial. Esse feito abriu espaço para o desenvolvimento da Mir e, mais recentemente, da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A Salyut 6 acabou sua missão em 29 de julho de 1982, quando foi queimada intencionalmente na reentrada na Terra.

Fonte: JB


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O Pentágono chegou a um acordo com a Lockheed Martin sobre um programa de US$ 450 milhões para melhorar os equipamentos de Guerra Eletrônica (EW)do caça F-35, e integrar sistemas desenvolvidos somente em Israel a partir de 2016, de acordo com fontes familiarizadas com as negociações, noticiou a Reuters nessa quinta-feira.

Este acordo vai pavimentar o caminho para finalizar os detalhes do contrato em negociação entre Israel e os EUA, pois a adaptação especial da aeronave era um elemento chave do acordo de Israel para comprar 19 jatos F-35 por US$ 2,75 bilhões. Israel assinou o acordo em outubro de 2010, mas atrasou a negociação devido a novas mudanças e adaptações. O acordo original anunciado em 2008 incluiu opções para até 75 aeronaves, o que representa um volume de negócios total de até US$ 15,2 bilhões, caso todas as opções forem exercidas.
O Ministério de Defesa de Israel e a Força Aérea de Israel estão considerando promover a aquisição de um segundo esquadrão para o próximo programa plurianual, uma vez que a maior parte do financiamento da ajuda militar dos EUA para esses anos já está comprometido com outros programas (principalmente o F-35 e o Namer AIFVs), e comprometendo-se com o segundo esquadrão de F-35 significa a redução da aquisição de Namer AIFVs da General Dynamics, um passo que poderia causar um impacto financeiro significativo sobre os recursos próprios de financiamento de Israel, desde que Israel já se comprometeu a uma compra desses veículos por vários anos, a ser pago pelo financiamento anual da ajuda militar dos EUA – que não irá cobrir taxas de término ou cancelamento.
O acordo sobre a versão israelense do F-35 vai permitir que Israel possa instalar os seus próprios sistemas de rádio e de datalink, bem como outros equipamentos nos modelos F-35I que estão sendo adquiridos. Originalmente, os datalinks eram parte integrante do sistema de missão do furtivo F-35, restringindo a comunicação de dados dentro dos sistemas especializados de gateway ou de comunicação dos F-35s. A necessidade de coordenar melhor as operações stealth e não-stealth e as futuras tarefas do F-35 nas missões de apoio aproximado, especialmente para o Corpo de Fuzileiros Navais, exigiu a introdução de datalinks convencionais (LINK-16). Nos últimos meses, no caça F-35 foi testado o link de dados Link-16, e em breve será testado o link de formato variável de mensagem, para missões de apoio aéreo aproximado. Esse aprimoramento também abriu a oportunidade para os israelenses equiparem o caça furtivo com sua própria comunicação datalink. A atual aplicação do LINK-16 do F-35 acredita-se que seja reservada apenas para missões não furtivas, mantendo assim a caça com características de baixa detecção radar quando operando no modo completamente invisível.
O MADL (Multi-Function Advanced Data-Link) desenvolvido pela Harris especificamente para o F-35 proporciona um datalink de baixa detectabilidade que permite comunicações dentre formações de F-35 e elementos de comando e controle. O MADL utiliza seis antenas que fornecem cobertura esférica ao redor da aeronave. O MADL usa uma forma de onda estreita de banda Ku empregada num esquema “cadeia margarida” – a primeira aeronave envia o sinal direcional para um segundo avião, depois a um terceiro avião, e assim por diante. Esta forma de onda oferece uma baixa probabilidade de interceptação / baixa probabilidade de detecção para evitar a detecção por sistema inimigos SIGINT/EW. Originalmente, essa onda está exclusiva para o F-35, mas nos próximos anos esta forma de onda será integrada a outras plataformas furtivas operadas pelos militares dos EUA, incluindo o F-22A Raptor e o bombardeiro B-2A. Como o MADL faz parte do sistema de missão CNI System (Comunicações/Navegação/Identificação) do F-35, Israel deverá receber o MADL, que vai oferecer pela primeira vez para Força Aérea de Israel uma comunalidade de datalink com forças aéreas estrangeiras.
Israel tem tradicionalmente insistido sobre a adição de sistemas específicos em plataformas adquiridas a partir de fontes estrangeiras, principalmente nas dos EUA. Essas melhorias foram focadas na inserção de sistemas nacionais de guerra eletrônica (EW), comando, controle e comunicações (C3) e datalink, bem como na integração de armas desenvolvidas por Israel. Estes sistemas também recebem pedidos de exportação significativas, já que alguns foram integrados nas aeronaves F-16 e F-15, e selecionados por clientes estrangeiros ou militares dos EUA.
Israel não foi um membro fundador do programa F-35, mas com base na encomenda e nas opções comprometidas, Israel está espera poder compartilhar cerca de um bilhão de dólares em programa de compensações com o programa F-35. O acordo de sistema de integração atualmente está sendo preparado e irá permitir uma maior participação de indústrias israelenses no programa F-35 Joint Strike Fighter. Entre as empresas que poderão participar do trabalho está a estatal Israel Aerospace Industries (IAI), que vai começar a construir as asas da aeronave e a subsidiária Elbit Systems de Elisra – o provedor líder de sistemas de guerra eletrônica para Força Aérea de Israel. A Elbit, numa joint venture com a Rockwell Collins, fabrica o avançado capacete utilizado pelos pilotos do F-35.
Fonte: Defense Update – via: Cavok

A disputa pelos restos da Líbia

Postado por Alina Stewart sábado, julho 28, 2012 0 comentários

 A Líbia dá sinais de estar se convertendo na próxima Somália, com grande parte do país já controlada por milícias armadas de clãs ou tribos.

Como se viu ocorrer com os somalis, a Líbia está em processo de fragmentação. Ao leste, a regiçao da Cirenaica, rica em petróleo, já anunciou sua proclamação de independência de fato.

Trípoli, a capital da Líbia, parece estar rumando para converter-se no que Mogadíscio, capital da Somália, tornou-se há 20 anos, com incontáveis milícias bem armadas nas áreas periféricas urbanas, que se instalam nas cidades e envolvem-se em infindáveis confrontos por território, disputando os restos de poder.

O único governo nacional real e modernizante que a Líbia jamais conheceu foi o governo de Muamar Kadafi, assim como o único governo modernizante que houve na Somália foi o de Siad Barre.

Os dois países foram criados pelo colonialismo italiano e passaram a integrar o Império Colonial Italiano na África. Nenhum dos dois jamais teve qualquer unidade histórica. Antes dessa fase, a Líbia se resumia a algumas cidades-estado e as tribos, a maioria das quais absolutamente nômades.

Antes do colonialismo italiano, jamais existiu um rei na Somália nem qualquer terra governada por clã ou conselho tribal.

Em nenhum jamais se constituiu nação, muito pelo contrário. Mesmo assim, durante algum tempo, os dois países viveram bem – por difícil que seja acreditar no caso da Somália.

Em 2011, a Líbia foi destruída por bombardeios aéreos sem precedentes, com mais de 10 mil ataques que despejaram sobre os líbios cerca de 40 mil peças explosivas de alto poder de destruição, durante cerca de oito meses. Quarenta mil bombas mataram cada uma, em média, duas pessoas. Só até aí já foram 80 mil líbios mortos pela OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em 2011, em uma população muito pequena, de cerca de seis milhões.

A destruição que a OTAN provocou na Líbia equivale a cerca de 100 mil ataques aéreos sobre o Reino Unido, com cerca de 400 mil bombas que matariam 800 mil britânicos em oito meses. Assim, afinal, se pode ter uma ideia realista da escala da desgraça que a OTAN levou à Líbia.

A Líbia hoje exporta mais de 90% de sua produção de petróleo e gás, quase 2 milhões de barris ao /dia, e um dos melhores tipos de petróleo que existem no planeta. Para onde vão os quase 200 milhões de dólares diários, seis bilhões mensais ou mais de 70 bilhões ao final de 2012, permanece um mistério quase absoluto.


O chefão da Al Qaeda e dos rebeldes líbios que fez o serviço mais sujo depois do bombardeio pela OTAN é o infame Abdelhakim Belhadj, ex-comandante no Iraque e líder da organização no Norte da África. Hoje, comanda a maior, mais eficiente e bem organizada milícia em operação na capital Trípoli. Sob seu comando operam milícias tribais de diferentes tamanhos e competências, entre as quais as milícias de Zintan, que mantêm preso Saif al Islam Kadafi.

O CNT (Conselho Nacional de Transição), chefiado, pelo menos em parte, por vários dos ex-comandantes de Kadafi, mantém uma difícil relação de paz com essas milícias.

As eleições comandadas por um "governo" implantado pela OTAN não passam de artifício para encobrir a ilegitimidade do atual regime, cujo único projeto de governo é receber os 70 bilhões anuais da renda do petróleo e os dividendos dos 100 bilhões de dólares do fundo soberano líbio depositado em bancos ocidentais.

 

No campo oposto contra Belhadj e próprio CNT está o que se conhece como "Resistência Verde", que a “imprensa-empresa” ocidental chama de "militantes pró-Kadafi". Eles fazem parte da maior tribo da Líbia, os Warfalla, da mãe de Saif al Islam. O que se diz é que, aos poucos, eles estão começando a organizar forças de autodefesa para proteger suas comunidades contra ataques de “senhores-da-guerra” e suas respectivas milícias.

Belhadj esteve preso na Líbia, onde foi torturado por gente que, hoje, circula entre os líderes do Conselho Nacional de Transição. Foi entregue como prisioneiro pela CIA-EUA, num dos programas pelos quais prisioneiros da agência de inteligência norte-americana eram entregues a outros países para serem interrogados. A tortura de Belhadj só acabou quando Saif al Islam Kadafi convenceu seu pai a perdoá-lo e a seus chefes, em troca de uma promessa de coexistência pacífica que Belhadj rapidamente traiu.

O que se sabe é que Belhadj tem manifestado alguma espécie de benevolência em relação a Saif, o que pode explicar por que o filho de Kadafi continua vivo. Entregue à proteção de aliados de Belahdj em Zintam, ele está mantido a salvo, longe do alcance da Corte Internacional de Justiça e do Conselho Nacional de Transição.

É altamente provável que Belhadj esteja operando para assumir o controle sobre os bilhões do petróleo, mantendo-os fora do alcance do governo imposto pela OTAN, ao mesmo tempo em que trabalha para vingar-se de seus ex-torturadores, hoje no Conselho Nacional de Transição confinados em Benghazi (quando não estão fora do país).

Para conseguir o que almeja, Belhaj pode bem se interessar por aceitar um acordo de cessar-fogo com a Resistência Verde, que também quer o fim do governo fantoche do CNT pela OTAN. Descartado o Conselho, um acordo de paz entre Belhadj e Saif al Islam poderia ser arrumado para tentar pôr fim ao fogo e ao sangue que ainda pinga dos sabres na Líbia.

Mas isso também pode não passar de um desejo delirante que depende de a OTAN não intervir militarmente para defender o "seu" Conselho Nacional de Transição – ameaça presente que, por sua vez, pode explicar a paciência de que Belhaj e seus aliados têm dado várias provas.

Quem sabe? A verdade muitas vezes é mais estranha que qualquer ficção. E o que hoje parece que o desejo delirante pode converter-se em realidade amanhã ou depois. Mas, no que tem a ver com a Líbia estar caminhando na direção de converter-se numa nova Somália, sim, a história indica precisamente esse rumo.

Thomas C. Mountain é o jornalista independente e trabalha na Eritreia desde 2006. Suas entrevistas podem ser assistidas no jornal Russia Today TV e PressTV (Irã). Artigo publicado originalmente na revista CouterPunch e republicado no Diário Liberdade.

Fonte: Opera Mundi

Comandantes da missão de paz da União Africana (UA) na Somália disseram que o crescente número de aviões militares não tripulados (drones) estrangeiros em operação no país estão se tornando uma ameaça à aviação.

As declarações não citam os Estados Unidos em específico mas Washington não esconde que vem aumentando seus ataques com drones em países como Somália e Iêmen, onde a Al-Qaeda e outros grupos extremistas, como a milícia Al-Shabaab, mantêm bases.

O presidente americano, Barack Obama, já chegou a admitir publicamente que mantém campanha com drones em outros países. 

Fonte: BBC

Um dos mais antigos navios de transporte da Marinha, agora convertido em uma de suas mais recentes plataformas de guerra, chegou ao Bahrein na semana retrasada para integrar a presença cada vez mais imponente das forças dos Estados Unidos no Golfo Pérsico, destinada a intimidar o Irã.

O Ponce foi inaugurado em 1966 e seria destruído ao se aproximar do fim de sua vida útil. Mas ele renasceu como uma base flutuante para servir de apoio a importantes operações militares em toda a região - o mais recente exemplo da maneira como os EUA planejam suas táticas de guerra.

A primeira missão do Ponce foi projetada para ser sigilosa e defensiva, para servir como um centro de operações para a remoção de minas do Estreito de Ormuz, um contra ataque à ameaça de Teerã de fechar o canal. Assim, o Ponce servirá como uma plataforma para a decolagem e pouso de helicópteros, uma base para as equipes de mergulho submarino e uma estação de serviço de fornecimento de combustível e manutenção para os navios de varredura de minas.

Mas com a adição relativamente simples de um quartel modular no convés, o Ponce também pode servir como uma base móvel para centenas das forças Operações Especiais responsáveis por missões como resgate de reféns, combate ao terrorismo, reconhecimento, sabotagem e ataques diretos. Mesmo com a adição do quartel, há bastante espaço para os helicópteros e os pequenos barcos que podem ser utilizados pelos soldados.
Aliados e amigos são importantes, mas eles podem vetar missões americanas iniciadas de bases em seu território. O Ponce opera em águas internacionais. Surpresa e velocidade são fundamentais para o êxito militar e o Ponce pode navegar perto de áreas de conflito. Além disso, ter a capacidade de realizar diferentes missões de diferentes ramos das Forças Armadas é mais valioso do que ter uma plataforma de armas que faz apenas uma coisa para um específico setor das Forças Armadas.

Helicoptero Super Cobra se aproxima do USS Ponce ao fundo
Teerã
Os líderes iranianos veem o Ponce de forma diferente, é claro, e atacaram o posicionamento do navio pelos EUA acusando Washington de montar uma esquadra militar provocadora. (Os reforços 
americanos também incluem a duplicação de caça-minas para oito e a adição de um caça da Força Aérea e alguns jatos na região.) Um comandante da Guarda Revolucionária Iraniana chegou a ameaçar dizendo que seu país responderia às ações militares americanas aumentando o número de mísseis em seu arsenal que possam colocar em risco os navios de guerra americanos e bases aliadas na região.
A Marinha está convencida de que as capacidades do Ponce são essenciais para futuras operações militares e propôs que o Congresso prossiga com um plano de quatro anos e US$ 1,2 bilhões para a construção de dois navios dedicados exclusivamente a servir como "bases avançadas temporárias”. Allison F. Stiller, secretário adjunto da Marinha para programas de navios, disse que os dois navios, agora em construção, foram os primeiros construídos especificamente para esse tipo de serviço.

O primeiro dos novos navios deve ficar pronto até 2015 e o segundo um ano depois, caso o Congresso aprove o orçamento.

Plataforma
Durante décadas, os militares utilizaram diversos tipos de navios de guerra e navios de serviço como plataformas para operações de preparo, seja durante suas campanhas de ataque no pacífico na Segunda Guerra Mundial ou em rios na Guerra do Vietnã. Em um exemplo mais recente, a Marinha esvaziou o porta-aviões Kitty Hawk antes da invasão do Afeganistão em 2001 e o transformou em uma base para as forças de operações especiais para os ataques contra alvos do Taleban.
 
A ideia de criar uma frota dedicada para servir como bases flutuantes ganhou força na década de 90, quando os militares não tinham muitas missões após o colapso do comunismo e procuraram maneiras de operar de forma independente perto das áreas contestadas.

Para acomodar as diferentes missões de diferentes ramos militares a bordo da base flutuante, os navios serão equipados com um hangar de helicóptero na plataforma e portais de acesso para pequenas e rápidas embarcações. Um pequeno hospital e um centro de purificação de água também estão a bordo do navio.

Autoridades do Pentágono e da Marinha notaram que a busca por uma base de preparação foi acelerada e finalmente se tornou uma realidade devido à pressão de oficiais superiores no Comando Central e do Comando de Operações Especiais.
"As operações atuais são indispensáveis para proteger as linhas de comunicação marítimas mapeando e neutralizando minas marítimas", disse o tenente-coronel T.G. Taylor, porta-voz do Comando Central. "As minas não discriminam suas vítimas e precisam de uma forte resposta para garantir a segurança de todas as embarcações marítimas."

Fonte: IG 



Um porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China recusou nesta quinta-feira as reportagens de que o helicóptero de ataque militar Z-10 do país pirateou as tecnologias dos Estados Unidos, dizendo que o fabricante do helicóptero usa os direitos de propriedade intelectual independentes. 

O porta-voz do ministério, Yang Yujun, fez a declaração em uma entrevista coletiva mensal ao comentar sobre a notícia de que a United Technologies Corp. (UTC) dos Estados Unidos admitiu no mês passado ter vendido software à China para ajudar Beijing a desenvolver seu primeiro helicóptero de ataque militar moderno, concordando pagar mais de US$ 75 milhões ao governo norte-americano pela violação de exportação. 

"Os helicópteros da China, bem como seus motores são autodesenvolvidos e têm seus próprios direitos de propriedade intelectual", disse Yang, acrescentando que a suposta pirataria está longe de ser verdade. 

Yang disse que o desenvolvimento dos equipamentos militares da China sempre seguiu o princípio de inovação independente, e depende de sua capacidade em pesquisa e produção. 


As empresas concordaram em pagar mais de US$ 75 milhões em multa devido às violações de exportação e ao fornecimento de informações equivocadas ao governo dos EUA.

A Força Aérea Real Britânica (RAF) operou drones americanos sobre a Líbia no último ano em apoio à missão da NATO naquele país, disse na quinta-feira o Ministério da Defesa.

Enquanto o uso de drones pelos americanos na Líbia já era conhecido - um avião não tripulado dos Estados Unidos esteve envolvido num ataque aéreo sobre o antigo líder líbio Muammar Khadafi - oficiais britânicos insistiam que nenhum drone norte-americano tinha estado envolvido ou foi usado fora do Afeganistão.

O Minstério da Defesa manteve a versão, mas confirmou que pessoal da RAF ligado a uma unidade americana tinha operado "missões armadas com sistemas pilotados remotamente pelo ar" contra as forças de Khadafi em 2011.

O Ministério da Defesa não adiantou detalhes sobre as missões, mas frisou que as forças armadas britânicas colaboram habitualmente com as nações aliadas através de programas de intercâmbio.

"Não houve e não há" drones britânicos em operação fora do Afeganistão, informou ainda o Ministério da Defesa em comunicado. 

Fonte: DN

Governo russo diz que não negocia bases no exterior

Postado por Alina Stewart sexta-feira, julho 27, 2012 0 comentários

O Ministério da Defesa a Rússia negou nesta sexta-feira que seu país esteja em negociação para a abertura de instalações militares em Cuba, no Vietnã e nas Ilhas Seychelles, considerando como uma "fantasia" da mídia as informações divulgadas anteriormente. 

A negação ocorreu depois de a agência de notícias russa RIA Novosti ter noticiado, citando como fonte do comandante-em-chefe da Marinha russa, que a Rússia trabalhava na abertura de novas bases navais no exterior. Mas na noite desta sexta-feira, o Ministério da Defesa disse em comunicado que Viktor Chirkov não fez uma declaração oficial sobre o assunto. 

"Questões que dizem respeito às relações entre países não estão sob jurisdição do comando naval russo, então não devem ser apresentadas pela mídia desta forma", disse o Ministério. 

"A aparição de tal informação é meramente uma fantasia da mídia que opta pelo sensacionalismo em vez da ética profissional", diz o comunicado. A suposta declaração de Chirkov foi feita antes de uma reunião entre o presidente russo Vladimir Putin e seu colega vietnamita Truong Tan Sang, nesta sexta-feira.
A Marinha soviética teve uma base naval em Cam Ranh, no sul do Vietnã, mas em 2001, Putin decidiu fechar o local. A única base russa fora da antiga União Soviética fica no porto de Tartus, na Síria. 

Embora analistas vejam Tartus como um ativo estratégico para Moscou no Mediterrâneo, sua infraestrutura é extremamente modesta, com algumas dezenas de militares no local e visitas breves de embarcações da Marinha russa.
Em Washington, um porta-voz do Pentágono disse que os Estados Unidos não estão preocupados com as ações russas para o estabelecimento de bases estrangeiras. O governo russo tem interesse em várias partes do mundo e é seu direito promover esses interesses", afirmou George Little.

Ele lembrou que os Estados Unidos buscam relações mais próximas com o Vietnã. "Eles permitiram que navios de suprimento norte-americanos entrem em suas águas territoriais, o que inclui a baía de Cam Ranh", disse ele. 

Fonte: Estadão

A Marinha mexicana anunciou nesta sexta-feira a prisão de um dos principais traficantes do cartel Zetas, acusado de supervisionar as operações da quadrilha no sul do país. 

Mauricio Guizar, conhecido como "O Amarelo" (foto abaixo), foi detido por forças navais em um hotel no interior do Estado de Puebla, na região central, onde se entrincheirou com 20 granadas, uma bazuca antitanque e uma submetralhadora, segundo nota da Marinha. 

Guizar é acusado de envolvimento na morte de quatro militares em abril no Estado de Veracruz. Ele seria um dos adjuntos de Oscar Omar Trevino, um dos principais chefes do cartel. 

Os Zetas, que se dedicam ao tráfico de cocaína para os Estados Unidos, foram criados por militares desertores, e autoridades dizem que essa quadrilha é responsável por alguns dos piores massacres ocorridos na atual "guerra às drogas" no México, que já deixou mais de 55 mil mortos desde o final de 2006. 

Fonte: Estadão



O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira, 26, que cooperará com o Haiti no projeto de restabelecimento das forças de Defesa do país caribenho, objetivo para o qual enviará uma comissão militar nas próximas semanas. A decisão foi adotada durante uma reunião realizada em Brasília entre o ministro da Defesa, Celso Amorim, e seu colega haitiano, Jean Rodolphe Joazile, segundo um comunicado oficial.

"Demos hoje um primeiro passo a pedido do governo do Haiti e mandaremos ao país uma pequena missão que não tem nada a ver com a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti)", disse Amorim. O ministro acrescentou que a comissão se concentrará em analisar as necessidades do Haiti e terá o objetivo de determinar "o diagnóstico" sobre como deve ser desenvolvida a ajuda, especialmente na área de engenharia militar.
"É importante sinalizar o fato de que no futuro o Haiti terá que tomar conta de sua própria segurança", completou Amorim. Dessa forma, a ajuda se centraria, em um primeiro momento, em temas de engenharia e foi analisada a possibilidade de se abrir vagas para haitianos nas escolas militares brasileiras do ramo.
Amorim acrescentou que o eventual apoio na estruturação de novas forças de Defesa será desenvolvido no âmbito da cooperação bilateral existente. O ministro haitiano destacou o compromisso do governo de seu país para que as forças de segurança se submetam a princípios democráticos e ao poder civil.
Durante o encontro, ambos os ministros revisaram a permanência das tropas brasileiras desdobradas na Minustah, presente no país desde 2004. Amorim reiterou o compromisso brasileiro de continuar colaborando com a missão da ONU, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de reduzir para cerca de mil uniformizados o atual contingente. "Evidentemente estaremos no país o tempo que for necessário. No entanto, não é bom nem para o Brasil, nem para a ONU nem para o Haiti que seja uma permanência eterna", comentou. 

Fonte: Estadão



Vários bairros da cidade de Aleppo, norte da Síria, foram intensamente metralhados por helicópteros das forças oficiais nesta sexta-feira (27), em uma antecipação de uma batalha que está sendo considerada crucial para o conflito entre as tropas governamentais e grupos rebeldes.

"Revolta das duas capitais (Damasco e Aleppo), a guerra de libertação continua": este é o lema das manifestações programadas para esta sexta-feira em todo o país, convocadas por opositores ao regime que seguem mobilizados apesar da violência que provocou mais de 19 mil mortes desde o início da crise, em março de 2011, segundo uma ONG síria.

Vários bairros da cidade de Aleppo, norte da Síria, foram intensamente metralhados por helicópteros das forças oficiais nesta sexta-feira (27), em uma antecipação de uma batalha que está sendo considerada crucial para o conflito entre as tropas governamentais e grupos rebeldes.

Os helicópteros concentraram os ataques nos bairros de Salahedin, Azamiyeh, Bustan el-Kasr, Mashad e Sukari, segundo fontes da oposição.
Além disso, também foram registrados combates entre rebeldes e soldados nos bairros de Khamiliyeh, Mahatat Bagdad e nas proximidades da praça Saadala al-Khabiri.
Em Salahedin, centenas de rebeldes se preparam para enfrentar uma iminente ofensiva final do Exército contra Aleppo, em uma operação que um jornal ligado ao regime de Bashar al Assad, o "Al Watan", definiu como "a mãe de todas as batalhas", por sua capacidade para determinar o destino do conflito sírio.
Barricadas com sacos de areia, um ônibus atravessado na rua e centros de cuidados médicos de urgência foram instalados em escolas e mesquitas.
Vários helicópteros sobrevoavam as casas e metralhavam os imóveis, com moradores em fuga desesperada.
Na quinta-feira, a repressão e os combates deixaram 164 mortos, incluindo 84 civis, 43 soldados e 37 rebeldes.
"As forças especiais avançaram na zona leste da cidade e outras tropas chegaram para uma ofensiva generalizada, sexta-feira ou sábado, em Aleppo", afirmou uma fonte dos serviços de segurança.
À espera do ataque, os rebeldes, armados com fuzis, metralhadoras, lança-foguetes e bombas de fabricação caseira, executavam incursões contra os postos policiais e dos serviços secretos.
A esperança reside na solidariedade de combatentes que chegariam para reforçar as defesas de Salahedin ou que retardariam o avanço do Exército com atos de sabotagem e armadilhas.
Ao mesmo tempo, entre 1.500 e 2.000 rebeldes chegaram à região para apoiar o movimento na cidade. Os insurgentes controlam os bairros periféricos ao sul e leste da cidade, assim como as estradas que levam ao aeroporto.
O porta-voz do Exército Sírio Livre (ESL, formado por desertores) em Aleppo, Abdel Khabar al-Okaidi, afirmou que 100 tanques do Exército e outros veículos militares chegaram à cidade.
"Se fracassa na missão de retomar o controle total de Aleppo, o regime está terminado e os adversários sabem", afirmou Rami Abdel Rahman, presidente da ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Diante de uma base dos rebeldes em Aleppo foi observado um caminhão com caixas com a frase, em árabe, "máscaras de gás".
Na segunda-feira, Damasco admitiu pela primeira vez possuir armas químicas, mas afirmando que estas não seriam utilizadas contra a população civil. No entanto, o regime ameaçou utilizar as armas no caso de intervenção militar estrangeira.

A Unesco solicitou aos beligerantes proteção para a herança cultural de Aleppo.
Uma deputada da cidade de Aleppo, Ijlas Badaui, se refugiou com os seis filhos na Turquia, informou o Conselho Nacional Sírio (CNS), principal coalizão da oposição.
Respeito a civis
A chefe da área de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, apelou nesta sexta às forças governamentais e aos rebeldes sírios para que poupem os civis em Aleppo. Ela manifestou forte preocupação com a "probabilidade de um grande confronto iminente" na cidade.
Pillay disse que "um padrão visível" surgiu à medida que as forças do presidente Bashar al-Assad começaram a limpar áreas de Aleppo.

Fonte: G1

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